sexta-feira, 11 de junho de 2010

COTAÇÕES NO URUGUAI EM DÓLARES

Mercado de Reposición

SEMANA Nº 23

Jun
06
2010
Jun
12
2010

Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas.
A levantar del establecimiento con pagos hasta 30 días.
Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.

SEMANA ANTERIOR

SEMANA ACTUAL

Terneros *
hasta 160 kg
USD / Kg
1,70-1,801,70-1,80
Terneros *
160 a 200 kg
USD / Kg
1,65-1,751,65-1,75
Novillitos
201 a 240 kg
USD / Kg
1,45-1,501,45-1,50
Novillos
241 a 300 kg
USD / Kg
1,38-1,421,40-1,45
Novillos
301 a 360 kg
USD / Kg
1,35-1,401,38-1,42
Novillos
más 360 kg
USD / Kg
1,35-1,401,35-1,40
Terneras
hasta 160 kg
USD / Kg
1,25-1,351,25-1,35
Terneras
160 a 200 kg
USD / Kg
1,20-1,251,20-1,25
Vaquillonas
201 a 240 kg
USD / Kg
1,15-1,201,15-1,20
Vaquillonas
más 240 kg
USD / Kg
1,15-1,201,15-1,20
Vaquillonas y Vacas Preñadas
USD / Kg
400-450400-460
Vacas de Invernada
USD / Kg
1,03-1,081,03-1,08
Piezas de Cría
USD / Kg
230-280230-290

* Los precios de punta de la categoría Terneros, corresponden a los Terneros más livianos destetados, castrados y de razas definidas.

Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G.

Comentario

MERCADO DEMANDADO






Mercado de Liniers - Argentina

Novillos (Esp. a Buenos) + 390 Kg

USD / Kg

1.37-1.71

Novillos (Esp. a Buenos) - 390 Kg

USD / Kg

1.38-1.95

Vacas Buenas

USD / Kg

0.6-1.56

Vaquillonas Especiales

USD / Kg

1.25-1.81

Mercado de Chigago - USA

Novillos Gordos

USD / Kg

2.08

Mercado de San Pablo - Brasil

Novillos Gordos

USD / Kg

1.49

Mercado de Paraguay

Novillos Gordos

USD / Kg

1.47
Fonte: LOTE21

PREÇOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*


EM 11.06.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.
.
TERNEIROS R$ 2,50 A R$ 2,70
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,35 A R$ 2,50
BOI MAGRO R$ 2,25 A R$ 2,40
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 1,95
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR http://www.lundnegocios.blogspot.com/

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 11.06.2010

BOI: R$ 5,15 A R$ 2,25
VACA: R$ 4,75 A R$ 4,85

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

COTAÇÕES

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

EM 11.06.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,60 A R$ 2,70
VACA GORDA: R$ 2,20 A R$ 2,30

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,30 A 5,40
VACA GORDA R$ 4,90 A 5,00

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM

COMPRA DE TERNEIROS

CONTINUAMOS COMPRANDO TERNEIROS E NOVILHOS ( SOMENTE EUROPEUS OU CRUZAS EUROPÉIAS ) PARA VÁRIOS CLIENTES

CASO TENHA PARA VENDER ENTRAR EM CONTATO


FOTOS ILUSTRATIVAS

VENDO

VENDO 20 VACAS ANGUS COM PRENHES POSITIVA DE MARCA CONCEITUADA NA REGIÃO
PREÇO R$ 1.000,00

INTERESSADOS TARTAR COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

COMPRO

COMPRO 40 TERNEIRAS RED ANGUS OU ANGUS PRETAS DEFINIDAS, DESMAMADAS.

COMPRO 20 NOVILHAS RED ANGUS OU ANGUS PRETAS DEFINIDAS,SOBRE ANO.

COMPRO NOVILHOS EUROPEUS OU CRUZA EUROPÉIA.

COMPRO 200 NOVILHOS ANGUS VERMELHOS E PRETOS

INTERESSADOS TRATAR COM LUND 8111.3550 OU 9994.1513

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 11/06/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 10/06/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,40R$ 5,27
KG VivoR$ 2,70R$ 2,63
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 4,95R$ 4,90
KG VivoR$ 2,35R$ 2,27
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

Farsul aguarda decisão judicial sobre Funrural

A Farsul, através da sua assessoria jurídica, ingressou com ação declaratória contra a União para desonerar o produtor rural do pagamento sobre a comercialização dos produtos. A ação pede que produtores e empregadores rurais pessoa física efetuem o depósito judicial dos valores referentes à contribuição previdenciária incidente sobre a comercialização da produção rural (antigo “Funrural”). Outros pontos constantes na ação são que, mediante o depósito judicial,seja suspensa a exigibilidade da citada contribuição; e o reconhecimento da inconstitucionalidade e inexigibilidade da contribuição previdenciária incidente sobre a comercialização da produção rural dos produtores e empregadores rurais pessoa física representados pela Farsul.
O último ponto solicitado é a condenação da União à ressarcir os valores retidos indevidamente a título desta contribuição previdenciária nos últimos dez anos, devidamente atualizados desde a data do pagamento indevido.
Segundo o assessor jurídico da Farsul, Nestor Hein, “estamos aguardando a decisão da juíza para poder orientar os produtores rurais sobre os passos futuros”. As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

Angus promove palestra sobre rastreabilidade

Na próxima segunda-feira (14) o Núcleo de Produtores de Angus de Bagé promove uma reunião-palestra com Fábio Eduardo Schlick, da Emater. Ele vai tratar sobre a rastreabilidade bovina.
A palestra acontece na sede do Núcleo, da Associação Rural de Bagé, entre 20h e 21h. O evento é aberto à participação de todos os produtores da região.

FONTE: ASSOCIAÇÃO RURAL DE BAGÉ

84ª Expofeira é lançada na Fenadoce


A cerimônia de lançamento da 84ª Expofeira de Pelotas foi realizada ontem, no auditório número 1 do Centro de Eventos, durante a Fenadoce, com a presença marcante de lideranças empresariais do agronegócio, políticos e produtores rurais. A governadora Yeda Crusius foi representada pelo diretor do Departamento de Produção Animal da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, Claudio Dagoberto Bueno. O prefeito Fetter Junior falou sobre a importância do setor primário para a economia da cidade. Após o ato oficial presidido pelo presidente da ARP, Ricardo Vinhas, a jornalista Ana Amélia
Lemos palestrou sobre “O futuro da agropecuária gaúcha”.

A 84ª Expofeira será realizada de 5 a 12 de outubro e promoverá o setor agropecuário através da exposição de animais, feira agropecuária, indústria e comércio e sua programação deverá atrair grande público citadino, além do rural. Considerada a segunda maior praça de comercialização de animais do estado, Pelotas sediará de 28 de setembro a 2 de outubro a Exposição Nacional de Hereford e Braford e logo após a 84ª Expofeira será realizada
a 3ª Exposição Nacional de Rústicos Angus.

FONTE: ASSOCIAÇÃO RURAL DE PELOTAS

Preços firmes para o boi gordo no primeiro semestre

A safra de boi gordo está chegando ao fim. Durante todo este período, um volume apenas razoável de animais para o abate foi observado, com os compradores apresentando dificuldade nas negociações.
Tanto que os preços estiveram firmes e em alta na maior parte do tempo, veja o exemplo de São Paulo na figura 1.
Mesmo em maio, quando geralmente a boca da entressafra faz a oferta aumentar e as cotações caírem, o movimento de baixa não persistiu por muito tempo. A pequena disponibilidade de animais fez o mercado travar após a queda dos preços.



Para os próximos meses, com a chegada da entressafra, exceto pelas regiões onde o volume de animais de confinamento é mais expressivo, a dificuldade nas compras deve persistir.
A não ser que algo que possa diminuir a demanda por carne (mercado interno ou externo) aconteça, pressionando as cotações, existe tendência de mercado ao menos estável, com possibilidade de alta nas cotações quando a oferta diminuir sobremaneira.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Expectativas para outubro

O preço do boi gordo em São Paulo está cotado em R$80,50/@, a prazo, livre de imposto.
Estamos no final da safra e não há excesso de oferta, mesmo com mapas de umidade mostrando o que o pecuarista também vê na propriedade, pastos secando e com menor capacidade de suporte.
Mesmo com esse cenário, o preço do boi está 5,6% mais alto que no início de 2010.
Veja na tabela 1 as variações dos preços do boi gordo neste período, nos últimos anos, e também o que aconteceu de junho a outubro, nestes anos.




Ontem, quinta-feira (10/6), no mercado futuro o outubro/10 fechou ao redor de R$82,16/@, à vista, livre de imposto. Isso equivale a 3,3% mais que os R$79,50/@, à vista, de hoje, no mercado físico.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Panorama da reposição

Sem grandes alterações no mercado de reposição. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, a oferta está restrita na maior parte do país e os preços variaram pouco.
Outro fator que colabora para isso é o mercado do boi gordo, que andou de lado na última semana.
Mesmo nas regiões em que a oferta de animais está melhor, em virtude do frio, os preços da reposição não cederam.
A relação de troca permanece em um patamar muito baixo. Por conta disso, o momento está bem desfavorável para o recriador.
Em São Paulo, as relações de troca entre o boi gordo (16,5@) e o bezerro (7@), e entre o boi gordo e (16,5@) o boi magro (12@) estão em 1,77 e 1,27, respectivamente.
No Mato Grosso do Sul, as compras não fluem bem, em virtude da baixa oferta e altos preços.
Nesta praça, o bezerro anelorado desmama (5,5@) está cotado em R$700,00/cabeça. Já a fêmea (5@), vale R$470,00/cabeça.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Demanda intensa por Angus

A 2ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Palmares do Sul, Capivari do Sul e Cidreira foi puxada pela demanda acentuadas por animais Angus. Foram vendidos 414 exemplares das três categorias por médias de R$ 2,90 para machos e R$ 2,70 para fêmeas. O faturamento somou R$ 237 mil.

FONTE: Correio do Povo

Desmate será livre em 90% dos imóveis

Pela proposta do novo Código Florestal, esse é o total de propriedades rurais do País que ficará isento de proteger parte de sua mata nativa
O Estado de S.Paulo - A proposta de mudança no Código Florestal em discussão na Câmara isentará 90% das propriedades rurais do País da obrigação de preservar a vegetação nativa em uma parcela das terras, mostra levantamento feito pelo Estado com base no cadastro de propriedades rurais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
O projeto apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) nesta semana suspende a exigência de reserva legal nos imóveis de até 4 módulos fiscais. O tamanho do módulo varia de município para município - pode ter de 5 a 110 hectares.
O cadastro do Incra mostra que propriedades de até 4 módulos representam 90% dos 5,2 milhões de imóveis rurais registrados no País. Essas pequenas propriedades somam 135 milhões de hectares, o equivalente a mais de cinco vezes o território do Estado de São Paulo ou 25% da área total dos imóveis rurais registrados no Brasil. E elas ficariam completamente livres da exigência de proteger parte das terras.
O porcentual de pequenas propriedades é mais expressivo nas Regiões Nordeste e Sul. Mas o efeito dessa mudança na legislação pode ser mais relevante na Amazônia, onde o tamanho dos módulos fiscais é maior. Na região, uma pequena propriedade pode medir mais de 400 hectares.
Pela legislação atual, os produtores são obrigados a manter a vegetação nativa, a título de reserva legal, em um porcentual mínimo de 20% de suas terras. Na Floresta Amazônica, esse índice chega a 80%.
A medida exata do potencial de estímulo ao desmatamento contido no projeto de Aldo Rebelo é difícil de ser calculada porque teria de levar em conta o tamanho dos módulos em cada município e a parcela das grandes propriedades.
O projeto só prevê necessidade de proteção na parcela de terra dos demais imóveis que superar 4 módulos. Propõe ainda que caberá aos Estados definir, em até cinco anos, a recomposição de áreas desmatadas. Os Estados poderão, eventualmente, reduzir o porcentual de reserva legal nas propriedades maiores.
Estimativa feita pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica que 90% dos produtores não têm área de reserva legal.
Estudo coordenado pelo professor da USP Gerd Sparovek calcula que o País já desmatou 430 mil km2 do que deveria ser mantido como reserva legal - uma área 70% maior que o Estado de São Paulo. O estudo reconhece que a recomposição da reserva legal onde ela desapareceu teria custo altíssimo.
Outro estudo, feito pela comissão que debate o Código Florestal, estima que a legislação em vigor obrigaria a redução de 960 mil km2 atualmente destinados à produção.
PARA ENTENDER
As propriedades com até 4 módulos somam 1,35 milhão de km2 de terras no País ou 25% da área total. O Nordeste é a região com maior porcentual de propriedades com até 4 módulos (93,5%), seguido pelo Norte (86,9%), Sudeste (89,3%), Centro-Oeste (71,7%) e Sul (9,4%).

FONTE: Estadão

Pista limpa em São Borja/RS

A oferta de 300 terneiros e terneiras Angus certificados do 6º Remate de Ventres Angus e Cruza, no município de São Borja, foi totalmente vendida. O preço médio do quilo vivo dos machos ficou em R$ 2,96 e das fêmeas, em R$ 2,88, o que permitiu faturamento de R$ 120 mil.

FONTE: Correio do Povo

Gestão sustentável da pecuária no Brasil


Produtividade e responsabilidade ambiental figuram entre os principais temas de discussão do I Congresso de Pecuária Sustentável, durante a 16° edição da Feicorte, que ocorrerá entre os dias 16 e 18 de junho, em São Paulo. O conceito do evento é ressaltar os diversos interesses comuns entre a preservação da natureza e os benefícios econômicos em propriedades bem conduzidas. Consultor da Bigma Consultoria, o engenheiro agrônomo Maurício Nogueira aponta indicadores e sugestões para colocar o modelo em prática. Palestrante convidado, ele pontua a atividade como potencial banco de terras para agricultura, assegurando não só a biodiversidade como a rentabilidade da cadeia produtiva da carne no Brasil.
O agrônomo cita o exemplo de uma fazenda no Mato Grosso do Sul que, ao produzir mais animais no mesmo espaço, obteve um salto lucrativo de R$ 60 para R$ 270 por hectare ao ano. Reformulações de manejo possibilitam maior ganho de peso ao gado e apressam a terminação, diminuindo as emissões de carbono e seus efeitos nocivos à atmosfera. O processo é gradual, mas estratégias tecnológicas e práticas conservacionistas bem manipuladas podem garantir os bens de capital, reduzir os custos de produção e até melhorar as vendas.
O primeiro passo é inventariar tudo que há na propriedade. Leva-se um ano planejando bem a manutenção, desde as casas de funcionários, cercas e estradas até currais, mata-burros, cochos e bebedouros. Feito isso, sobra tempo para melhorar a capacidade do produtor em lidar com o pasto e o rebanho. Outro ponto crucial é racionalizar o uso do pasto, identificando o melhor e o pior capim para promover a recuperação ou intensificar o pastejo. Treinamento de mão-de-obra, planos nutricionais adequados e protocolos sanitários preventivos também são fatores fundamentais. É preciso organizar ao máximo a rotina diária nas propriedades — explica.
Nogueira afirma que vários mecanismos de divulgação já disponibilizam essas técnicas, viabilizando a pecuária sustentável inclusive em fazendas de menor porte. Embora a recomendação seja sempre dimensionar investimentos caso a caso, com relação ao capital necessário para essas adaptações tecnológicas, um indicador muito interessante é o custo individual de produção do animal. Segundo ele, multiplicar as despesas com o garrote por 1.5 é a melhor referência para o custo de cada bovino acrescentado ao rebanho.
FONTE: Portal Dia de Campo

Aftosa: gaúchos pregam cautela na retirada da vacinação

Dez anos depois da última tentativa frustrada, o Rio Grande do Sul volta a debater a possibilidade de suspender a vacinação contra a febre aftosa para obter, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o status de zona livre da doença sem imunização. O objetivo, novamente, é abrir as portas de mercados importantes como os Estados Unidos e Japão para o produto gaúcho in natura. Mas desta vez o setor prega cautela para evitar a frustração de 2000.
"O Estado está pronto para iniciar a discussão, mas não é um processo rápido", diz o consultor da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Luiz Alberto Pitta Pinheiro, que de 1993 a 2005 foi coordenador-adjunto do Centro Panamericano de Febre Aftosa (Panaftosa) no Brasil. "O status de região livre da doença sem vacinação é interessante, mas o trabalho tem que ser muito bem estruturado e com garantias muito grandes", reforça o presidente do Sindicado das Indústrias de Carnes do Estado (Sicadergs), Ronei Lauxen.
O assunto será debatido em audiência pública da comissão de agricultura e pecuária da Assembleia Legislativa na quinta-feira a pedido do deputado Jerônimo Goergen (PP).
O setor também não quer ficar isolado na região Sul. Santa Catarina é considerada livre de aftosa sem vacinação desde maio de 2007 e o Paraná já apresentou o pedido de fim da imunização. "Se o Estado vacina eternamente, passa a ideia de que não tem segurança", concorda o superintendente do ministério no Rio Grande do Sul, Francisco Signor. Segundo ele, a superintendência está pronta para ajudar a elaborar um programa de retirada da vacina e de um plano de contingência para o caso de algo dar errado durante o processo.
Mas a medida deve levar ainda em consideração algumas questões regionais, afirma Pitta Pinheiro. Uma preocupação, segundo ele, é com a Bolívia. Para reduzir o risco de contaminação, seja dentro do Estado ou a partir de outra região, o Rio Grande do Sul precisa ainda reforçar o sistema interno de controle sanitário, incluindo o aumento do número de fiscais estaduais e federais, entende Pitta Pinheiro.
Conforme o secretário estadual da Agricultura, Gilmar Tietböhl, a secretaria dispõe de 400 técnicos alocados neste serviço, mas para garantir um sistema de vigilância durante 24 horas por dia o contingente teria que dobrar.
"Num futuro próximo queremos o Rio Grande do Sul sem vacinação, mas precisamos de cautela", afirma Tietböhl, lembrando que o trabalho também depende do governo federal, que é o responsável pela fiscalização das fronteiras internacionais.

FONTE: Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Comércio Exterior: Sanções impostas ao Irã podem beneficiar comercio brasileiro.

Segundo Miguel Jorge, as exportações do Brasil para o Irã podem aumentar.
As sanções impostas ao Irã pela ONU, Organização das Nações Unidas, tratam basicamente da área de armamento e buscam frear o programa nuclear iraniano, segundo Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Para ele, as medidas devem provocar a retração das exportações de diversos países não só de armas para Irã, mas, também, de outros produtos, beneficiando o Brasil.O ministro disse que o Irã passou a ser, neste ano, o segundo maior comprador de carne do Brasil, perdendo apenas para a Rússia.
No ano passado, as exportações brasileiras para o Irã totalizaram US$ 1,2 bilhão. Comparando com 2008, aumentaram 7,5%. As exportações para o mercado iraniano representaram 0,8% do total exportado pelo Brasil no período.
O País é o principal exportador para o Irã de carne bovina e frango inteiro.

Fonte: Agência Estado.

Exportação de carne bovina cresce 38%

A receita cambial com a exportação de carne bovina no mês de maio de 2010 foi de US$ 447 milhões, o que representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado, cuja receita foi de US$ 325 milhões. Com relação ao volume, o crescimento foi de 10%. No mês passado foram embarcadas 175 mil toneladas* contra 158 mil toneladas em maio de 2009. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (8) pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
De acordo com o diretor da Abiec, Otávio Cançado, os fatores que contribuíram para o aumento das exportações em maio foram: a recuperação da economia mundial, a maior demanda pela carne bovina a partir dos principais mercados importadores e as dificuldades enfrentadas pelos concorrentes do Brasil.
A Rússia manteve a liderança no ranking dos principais países importadores de carne in natura. Em maio, a Rússia comprou 37 mil toneladas, o que representou um resultado em receita cambial de US$ 92 milhões. O Irã também manteve a posição de segundo lugar com receita de US$ 69 milhões e um volume de 26 mil toneladas. Com relação à compra de carne industrializada, o Reino Unido passou os Estados Unidos e em maio foi o líder em receita cambial e volume. As vendas de carne industrializada para o Reino Unido no mês passado atingiram US$ 12 milhões em receita cambial e de 10 mil toneladas. Com relação aos EUA a receita foi de US$ 10 milhões em valor e um volume de 3,4 mil toneladas.
No acumulado de janeiro a maio de 2010 a receita cambial com exportação de carne bovina foi de US$ 1,9 bilhão, um crescimento de 24% em relação aos cinco primeiros meses de 2009, cujo valor foi de US$ 1,5 bilhão. Com relação ao volume, o crescimento foi de 3%. De janeiro a maio deste ano foram embarcadas 794 mil toneladas contra 775 mil toneladas no mesmo período de 2009. Rússia e Irã mantiveram a liderança dos países importadores de carne in natura e Estados Unidos e Reino Unido seguem à frente dos países importadores de carne industrializada.
Marketing – O marketing da carne brasileira no exterior terá como destaque no segundo semestre de 2010 a participação nas feiras Worldfood, em Moscou, e Sial em Paris.
Confira o Fechamento do Mês de Maio 2010
* volume calculado em equivalente carcaça.
As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

Pecuaristas promovem carne e lançam marca própria durante feira internacional em SP


A Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Novilho Precoce participa entre os dias 15 a 19 de junho da 16ª Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte). Com estande próprio, a instituição irá apresentar aos participantes da feira o padrão Novilho Precoce MS, seus diferenciais e vantagens competitivas, além de lançar no dia 17 a “grife” Selecion Novilho Precoce MS em parceria com o Grupo Carrefour. O evento acontece no Centro de Convenções do Imigrante, em São Paulo/SP.

Considerado o maior evento indoor da pecuária de corte no mundo, esse ano a Feicorte trás em sua programação 120 eventos paralelos e espera reunir mais de 25 mil pessoas entre pecuaristas, profissionais, estudantes e demais públicos. Mero visitante em anos anteriores, essa é a primeira vez que a Novilho Precoce MS compartilha de sua história em um grande evento nacional. “Para quem começou abatendo um singelo lote de 72 animais e hoje abate uma média anual de 45 mil, é um progresso que só uma longa história pode contar”, compara o pecuarista e presidente da Associação, Nedson Rodrigues Pereira.

Avante, visando atender a crescente demanda por carne bovina de “qualidade” comprovada e com “identificação de origem” nos mercados nacional e internacional, a Novilho Precoce MS proporciona aos seus atuais 210 associados condições diferenciadas para a negociação de seus animais, mediante o estabelecimento de “alianças mercadológicas”, como é o caso do Grupo Carrefour, com o qual possui uma parceria comercial que já se estende por dez anos.

Gerente nacional de produtos com Garantia de Origem do Carrefour, para Daniel Pereira Alexandre o lançamento da marca própria da carne é mérito a ser compartilhado entre o Grupo e os pecuaristas da Novilho Precoce MS. “Poder garantir aos nossos consumidores um produto de qualidade é nossa missão. Agora, quando esse produto é fruto de uma parceria de tão longa data e agrega a credibilidade do Carrefour, G.O e Novilho Precoce MS, é uma satisfação que só mesmo uma marca pode resumir”, ressalta Daniel.

“É gratificante verificar que elos se organizaram. O programa também propiciou a mudança do comportamento tecnológico da bovinocultura de corte ajustando-a as exigências dos mercados mais exigentes quanto ao bem estar animal e viabilidade econômica, ambiental e social”, detalha o médico veterinário da Secretaria de Produção do Estado Marivaldo Miranda (Seprotur), integrante do grupo técnico que idealizou e executa até hoje o programa em nível estadual.

Só nos primeiros cinco meses desse ano a Associação abateu 39.308 bovinos dos quais 13.229 na parceria com o Carrefour. Ano passado o volume total abatido somou 79.001 animais, sendo destes 47.152 destinados a aliança mercadológica com o grupo varejista. Nos anos anteriores os abates na parceria somaram 39.425 animais (2008), 48.373 animais (2007), 47.754 (2006).

SERVIÇO - O Lançamento da grife Selecion – Novilho Precoce MS acontece às 15 horas do dia 17 de junho durante a 16ª Feicorte. Na ocasião será feita uma apresentação institucional do produto bem como demonstração e degustação do mesmo para os presentes. A solenidade acontece no próprio estande da Novilho Precoce MS – Estande n.º 43. Maiores informações pelos telefones (67) 3324-7082/9242-6937. Acesse também www.novilhoms.com.bre www.feicorte.com.br.

FONTE : A CRÍTICA DE CAMPO GRANDE

Missão vai aos EUA discutir metodologia de análise da carne bovina processada

Diante das notificações recebidas pelos Estados Unidos quanto à quantidade de ivermectina presente na carne bovina, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) enviará profissionais ao país de 21 a 25 de junho para discutir a metodologia aplicada pelos americanos na análise do produto processadoexportado para aquele mercado.
A ivermectina é uma substância pouco tóxica para o ser humano, utilizada na pecuária bovina para controle de parasitas internos e externos, sendo oficialmente aprovada para uso no Brasil e também nos Estados Unidos. No entanto, os sistemas para averiguar a quantidade dessa substância na carne bovina diferem em cada um dos países. “No Brasil, o controle de resíduos de ivermectina é realizado no fígado dos animais, e os americanos verificam esse quesito na carne industrializada”, afirma o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Nelmon Oliveira da Costa.
A missão que irá aos Estados Unidos contará com técnicos da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial do MAPA. Esses profissionais visitarão um laboratório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em Athens, na Geórgia, para trocar experiências.
Para voltar a exportar carne bovina processada àquele mercado, o ministério ainda deve investir em outras medidas para reforçar a fiscalização e o monitoramento do resíduo ivermectina. Entre elas, estão a ampliação do número de testes em amostras na matéria-prima, declarações formais dos fornecedores sobre o uso correto da medicação que contém ivermectina, destaque para os prazos de carência (que devem ser obedecidos para o abate do gado, após ter usado o medicamento) além decampanhas de educação sanitária

FONTE: GLOBO RURAL

Marfrig e Minerva querem voltar a vender para os EUA

Frigoríficos argumentam que não podem ser punidos, porque governo americano só detectou problemas em produtos do JBS
Minerva e Marfrig solicitaram ontem ao governo brasileiro permissão para voltar a exportar carne bovina industrializada para os Estados Unidos. Os frigoríficos dizem que não foi detectada nenhuma infração em seus produtos e que não deviam ser punidos por problemas do concorrente JBS.
Os embarques foram paralisados pelo Brasil no fim de maio, depois que os Estados Unidos pediram um recall de produtos do JBS. As autoridades sanitárias americanas detectaram a presença acima do permitido do vermífugo Ivermectina. Os americanos não compram carne bovina in natura do Brasil.
Segundo o Estado apurou, há suspeitas de que o JBS teria aumentado o porcentual de gordura animal nas embalagens de carne bovina industrializada, o que elevou a concentração de Ivermectina acima do permitido. O JBS nega e diz que os produtos são padronizados pelo governo americano.
Uma missão do governo brasileiro esteve em Washington no início da semana para discutir a suspensão dos embarques com técnicos americanos. Havia o temor de que fosse uma atitude protecionista dos EUA, que alteraram a metodologia de detecção do remédio.
As relações entre Brasil e Estados Unidos atravessam um momento delicado, por causa da disputa do algodão e das divergências sobre a questão do Irã. O receio de protecionismo, no entanto, foi desfeito na reunião. Fontes do setor privado avaliam que o mais provável é que tenha ocorrido algum problema na cadeia produtiva brasileira.
Individual. "No início, concordamos com uma suspensão total porque não sabíamos a origem do problema. Mas, agora, fizemos várias checagens e detectamos que o problema é individual", disse Octávio Cançado, diretor da Associação Brasileira de Exportadores de Carne Bovina (Abiec), que representa Marfrig e Minerva. O JBS não faz parte.
Para o diretor de estratégia empresarial da JBS, Antonio Camardelli, o problema é sistêmico. "Foi detectado nas nossas amostras porque temos 70% do mercado. Se o Brasil não tivesse interrompido os embarques, também teria sido encontrado nos produtos dos outros."
Ele argumenta que o mesmo pecuarista vende seu boi para vários frigoríficos. "A única diferença é o preço. Os pecuaristas vendem para quem paga melhor na região, que normalmente tem plantas de vários concorrentes."
Após utilizar a Ivermectina, o pecuarista deve respeitar um "prazo de carência" para mandar o animal para o abate, que varia de 45 a até 100 dias,dependendo do fabricante do vermífugo. Se a carne for processada antes desse prazo, a Ivermectina ainda não desapareceu, o que é proibido por lei.
O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), do Ministério da Agricultura, Nelmon Oliveira da Costa, disse que a avaliação dos governos brasileiro e americano é de que "não se trata de um problema isolado".
Segundo ele, o governo brasileiro apresentou aos americanos um "plano de ação" de melhorias em todos os aspectos da cadeia produtiva. Oliveira ressalta, no entanto, que vai enviar a documentação que for entregue pelos frigoríficos ao governo americano. "Quem for mais ágil na apresentação de garantias tem mais chance de ser liberado para exportar antes", diz.
Contrabando. O governo brasileiro também solicitou aos fabricantes de Ivermectina uma nova análise dos seus produtos e indicações claras nos rótulos do prazo de abate do animal. Fontes dos frigoríficos afirmam que existem problemas de contrabando e remédios fora do prazo de validade. "Os laboratórios apresentaram todos os dados solicitados pelo governo. Mas são produtos aprovados pelo ministério", disse o presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para a Saúde Animal (Sindam), Emilio Salani.

FONTE: ESTADÃO

quinta-feira, 10 de junho de 2010

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Raças desenvolvidas na África são admiradas no Brasil

Amanhã, a bola começa a rolar na Copa do Mundo da África do Sul. Esta semana, o Globo Rural está mostrando as ligações daquele país com a agropecuária do Brasil.
Hoje você vai conhecer duas raças, com boa aptidão de corte, desenvolvidas em fazendas sul-africanas e que começam a fazer sucesso entre os criadores brasileiros.
Bois desenvolvidos para o clima tropical, são fortes e com carne de excelente qualidade. A raça bonsmara encontrou pastos férteis para se desenvolver no Brasil. Os primeiros embriões foram trazidos da África do Sul em 1997.
O nome bonsmara vem da junção de duas palavras, o nome do pesquisador que desenvolveu a raça e a estação experimental onde as pesquisas foram feitas. O bonsmara é resultado de três raças.
Atualmente, 60% do rebanho da África tem alguma influência do bonsmara. No Brasil, a raça tem encontrado fãs, como o criador André Rodini. Ele comprou os primeiros exemplares há oitos anos e tem aumentado o rebanho. “O bonsmara é de aptidão de carne, ele é adaptado ao trópico, tem qualidade de carne, fertilidade, precocidade sexual, ótimos aprumos, o que faz com que ele ande muito bem, atrás de comida e atrás de vaca”, revela.
Satisfeito com as vantagens do bonsmara, André resolveu investir também em outro animal desenvolvido na África do Sul, as ovelhas dorper. Os primeiros animais chegaram à fazenda há seis anos. “O bonsmara está para a bovinocultura o que o dorper está para a ovinocultura. Ambos foram desenvolvidos cientificamente para o mesmo fim, produzir mais, melhor e mais barato”, diz o criador.
A raça dorper foi desenvolvida em 1950 por pesquisadores ligados ao Ministério da Agricultura da África do Sul, em parceria com criadores. Ela é resultado do cruzamento de duas raças. “Se você observar este macho, por exemplo, você vai ver a distância, o comprimento deste animal que é muito bom. Então ele tem uma área de dorso interessante, ao mesmo tempo que ele tem um pernil muito desejado, com bastante carne, a carne nobre do animal e a paleta também com muita carne”, explica André Rodini.
Outra vantagem da raça dorper é o baixo custo de produção. Eles se alimentam basicamente de pasto e como têm uma grande reserva de energia até um pasto mais seco é suficiente.
Mesmo com tantas vantagens ainda há poucos exemplares aqui no Brasil. “Nós acreditamos que em um futuro não muito distante nós teremos uma quantidade de dorpers suficiente no Brasil para podermos comer carne de dorper pura. Isso vai ser uma satisfação muito grande para todos da cadeia”, garante.
O Brasil tem, hoje, cerca de quatro mil criadores da raça dorper.

FONTE: Globo Rural

Boi: Preço cai com pressão compradora

A pressão exercida por compradores fez com que as cotações da arroba, que subiam desde meados de maio, caíssem ligeiramente nos últimos dias. No acumulado de junho (até o dia 9), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (São Paulo, à vista – CDI) cedeu ligeiro 0,4%, fechando a R$ 81,44 nessa quarta-feira, 9. De modo geral, compradores consultados pelo Cepea se retraíram, na esperança de que as temperaturas mais baixas aumentem a oferta de animais. Do lado vendedor, no entanto, pecuaristas seguem ofertando poucos lotes.

FONTE: Cepea/Esalq

Carne bovina subiu mais que inflação e frango subiu menos

Nos últimos sete anos, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o consumo per capita de carne de aves cresceu 21,6% no Brasil. Além das novas tendências de consumo que têm valorizado as carnes brancas, com base na busca de uma dieta mais saudável, o preço mais acessível do frango ajudou neste aumento de consumo. No mesmo período, o consumo de carne bovina caiu 16%, segundo a mesma fonte.

De 2003 até hoje, o preço do frango no atacado em São Paulo subiu 12,5%, abaixo da inflação (de quase 50% no período analisando o IGP – DI) e abaixo também da variação do preço da carne bovina no atacado (boi casado) no mesmo estado, que chegou a 68% de aumento. Somente o preço do dianteiro (concorrente direto com a carne de frango) subiu 71% no mesmo período.

Veja a figura 1.



Apesar de não ser a proteína preferida pelos brasileiros, o preço mais atrativo do frango pesou na decisão de compra do consumidor.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Argentina: consumo de carne caiu em 20%

Uma forte queda no consumo de carne bovina foi registrada no primeiro quadrimestre desse ano com relação ao mesmo período de 2009 na Argentina. Segundo a Câmara de Indústria e Comércio de Carnes da República Argentina (Ciccra), a queda do abastecimento ao mercado interno e o crescimento populacional fizeram com que o consumo por habitante baixasse de 70,3 quilos por ano de janeiro a abril de 2009 para 56,3 quilos por habitante por ano de janeiro a abril de 2010, isto é, houve uma queda de 20%.

LEIA MAIS: http://www.beefpoint.com.br/argentina-consumo-de-carne-caiu-em-20_noticia_63461_15_166_.aspx

FONTE: La Nación, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Exportações de carne bovina mantem trajetória de alta

O Brasil faturou em maio US$ 359 mi com o embarque de 90 mil toneladas de carne bovina in natura.
O Brasil arrecadou no mês de maio (22 dias úteis) US$ 358,8 milhões com as exportações de 90,4 mil toneladas de carne bovina in natura, informou nesta terça-feira, 1o. de junho, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
Segundo a Secex/MDIC, em maio de 2009 o País faturava US$ 234 milhões com o embarque de 75,1 mil toneladas. Desta forma, comparando o resultado do ano passado ao de maio/2010, o crescimento das exportações de carne foi de 53% em receita e 20% sobre o volume. Já em relação a abril/2010, a fatura foi 19% maior e a quantidade exportada subiu 15%.
Ainda de acordo com o relatório, o preço médio pago pela carne bovina no mês passado se valorizou pouco: o produto in natura foi negociado a US$ 3.969,8/tonelada, valor 3,7% maior ao de abril/2010, que chegou a US$ 3.827,7/t. Já em relação a maio do ano passado (US$ 3.123/t), a valorização do preço médio registra uma alta de 27,1%. Os principais mercados compradores foram Rússia, Irã e Egito.

FONTE: CAMPO NEWS

EXPORTAÇÃO DE GADO VIVO

Secretário da Agricultura trata da exportação de terneiros vivos com a Itália
O secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Enori Barbieri, e o diretor de Qualidade e Defesa Agropecuária, Roni Barbosa, relataram nesta quarta-feira (2/6) como foi o encontro com o presidente da União de Importadores e Exportadores de Carnes e derivados da Itália (Uniceb), Renzo Fossato, e com o associado da mesma entidade, Fulvio Fortunati. A missão aconteceu entre 21 e 22 de maio, em Verona, na Itália.
Foi apresentada proposta de negociação entre o Mercosul e União Europeia para a aprovação de uma cota anual. Essa cota será de 100 mil terneiros com até 300 quilos de peso vivo, para a exportação entre os países das duas regiões, sem taxa alfandegária. “Atualmente essa taxa está em € 1,12 o quilo, em vigor até dezembro de 2011 para importação de bovinos vivos de países não integrantes da União Europeia”, comenta Barbieri.
Durante encontro foi demonstrado interesse de um associado da Uniceb em importar carne suína catarinense para distribuição na Macedônia e também a possibilidade de importar terneiras, da raça holandesa, com destino a Israel. “Deverá ser analisada a possibilidade de iniciar as exportações em curto espaço de tempo para a carne suína”, diz Barbieri. “Vamos estudar, juntamente com produtores de leite, uma forma de reunir dentro de três dias, cerca de 300 terneiras próximo ao aeroporto de Chapecó para exportação via aérea”, explica.
Outro assunto tratado foi a construção imediata do Centro de Concentração de Bovinos, no município de Imbituba – área próxima ao porto – para exportação dos terneiros vivos. “Devemos indicar um engenheiro civil para a elaboração do projeto e a apresentação de três orçamentos à Uniceb”, comenta Barbosa. “Inicialmente os mercados para a comercialização dos animais, importados de Santa Catarina, são Argélia e Tunísia”, conclui.
Após encontro, Barbieri visitou o Frigorífico Vicentini e acompanhou os procedimentos no abate de bovinos importados da França, Irlanda e Polônia. “É importante conhecer o tipo de animais importados, o abate, classificação e resfriamento das carcaças, além da linha de produção, iniciando no corte, embalagem, armazenamento e expedição do produto final”, explica Barbieri.

FONTE: www.revistaportuaria.com.br