sábado, 24 de julho de 2010

Mercado de Paraguay

Novillos Gordos

USD / Kg

1.46
FONTE: ACG

URUGUAY: Mercado de Reposición



SEMANA Nº 29

Jul
18
2010
Jul
27
2010

Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas.
A levantar del establecimiento con pagos hasta 30 días.
Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.

SEMANA ANTERIOR

SEMANA ACTUAL

Terneros *
hasta 160 kg
USD / Kg
1,80-1,901,90-2,00
Terneros *
160 a 200 kg
USD / Kg
1,75-1,851,80-1,90
Novillitos
201 a 240 kg
USD / Kg
1,55-1,651,60-1,65
Novillos
241 a 300 kg
USD / Kg
1,45-1,551,50-1,60
Novillos
301 a 360 kg
USD / Kg
1,45-1,551,50-1,60
Novillos
más 360 kg
USD / Kg
1,40-1,501,45-1,55
Terneras
hasta 160 kg
USD / Kg
1,35-1,401,40-1,45
Terneras
160 a 200 kg
USD / Kg
1,35-1,401,35-1,45
Vaquillonas
201 a 240 kg
USD / Kg
1,30-1,351,35-1,45
Vaquillonas
más 240 kg
USD / Kg
1,30-1,351,35-1,45
Vaquillonas y Vacas Preñadas
USD / Kg
440-480450-500
Vacas de Invernada
USD / Kg
1,10-1,201,15-1,25
Piezas de Cría
USD / Kg
250-300270-310
FONTE: ACG

Boi gordo: escala de 2 dias faz preço passar de R$ 87 para outubro

Sexta-feira de poucos negócios no mercado do boi gordo.
Em São Paulo, muitos frigoríficos ainda precisam comprar animais para iniciar os abates da próxima semana. As escalas atendem, em média, 2 a 3 dias.

No estado já começam a aparecer ofertas de compra de R$84,00/@, a prazo, livre de funrural, embora o preço de referência se mantenha em R$83,00/@, nas mesmas condições.
A disponibilidade de animais terminados é pequena e a pressão de compra dos frigoríficos paulistas no Mato Grosso do Sul continua grande.
Entretanto, existem frigoríficos maiores ofertando menos pela arroba, já que preenchem parte de suas escalas com bois a termo.
Em Goiás, o maior estado confinador, já começam a surgir alguns lotes de animais de confinamento, o que fez o preço do boi gordo na região de Goiânia cair R$1,00/@.
No mercado atacadista de carne bovina com osso, a oferta enxuta somada a uma ligeira melhora nas vendas, fez os preços da ponta de agulha charque e do dianteiro avulso subirem.

Clique aqui e veja as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi-XP: mercado registra nova alta, no ano a valorização ultrapassa 10%

Confira a análise completa: Boi_2307.pdf

FONTE: XP AGRO

Oferta de gado orgânico duplicará em um ano, estimam produtores

Mas capacidade maior poderá não significar mais carne no mercado; demanda depende da economia europeia
DE CUIABÁ - Com 16 fazendas e quase 50 mil animais no pasto, produtores certificados de gado "orgânico" de Mato Grosso do Sul preveem duplicar em menos de um ano a atual capacidade de oferta para a indústria, passando de 400 para mil cabeças mensais.
A produção atual, certificada pelo IBD (Instituto de Certificação Biodinâmico), é abatida integralmente pela rede JBS-Friboi, que paga de 10% a 18% a mais, em média, aos pecuaristas.
Para serem considerados orgânicos, os animais têm de ser criados em pastagens isentas de agrotóxicos e não podem receber suplementação química nem medicamentos convencionais.
A certificação exige também controles sanitários rígidos e atendimento às leis ambientais e trabalhistas nas propriedades.
Em Mato Grosso do Sul, dez fazendas já concluíram o processo e outras seis estão em fase de certificação. O aumento da capacidade de oferta, entretanto, pode não resultar em mais carne no mercado.
"Por se tratar de um nicho, nossa expansão neste mercado está muito vinculada à existência da demanda", diz Leonardo Leite de Barros, presidente da ABPO (Associação Brasileira da Pecuária Orgânica), entidade que reúne os produtores de Mato Grosso do Sul.
Segundo ele, a possibilidade de aumento na demanda depende do comportamento da economia europeia.
"Se a crise se amenizar, provavelmente começaremos a embarcar carne orgânica para o mercado europeu ainda em 2010", diz.
As dez fazendas certificadas em Mato Grosso do Sul cumprem as exigências da União Europeia para carne orgânica, mas só três possuem o registro no Sisbov (sistema de rastreamento de bois do Ministério da Agricultura), outro requisito para as exportações.
"As três propriedades concentram 89% dos animais encaminhados ao abate", afirma Barros. Outra possibilidade é o envio de carne orgânica processada para os Estados Unidos.
MATO GROSSO
Em Mato Grosso, a produção de gado orgânico está concentrada na região de Tangará da Serra (230 km de Cuiabá) e também é abatida pela rede JBS-Friboi. São dez propriedades e mais de 60 mil cabeças.
Os produtores locais, vinculados à Aspranor (Associação Brasileira de Produtores de Animais Orgânicos ), também falam com cautela sobre as perspectivas do mercado.
"Ficamos dois anos sem vender para a Europa [devido ao embargo decretado em janeiro de 2008 à carne "in natura" brasileira] e o mercado externo sumiu", afirma Henrique Balbino, presidente da Aspranor.
"Há perspectivas boas, mas somos dependentes de uma demanda concreta."
A reportagem procurou a assessoria da JBS-Friboi. Até a conclusão desta edição, a empresa não se manifestou.

FONTE: Folha de São Paulo
Autor: RODRIGO VARGAS

Menor adesão à Expointer não desanima os criadores

Interesse por genética de ponta deve manter negócios aquecidos
Mesmo com a queda de 8,29% no número de animais inscritos na Expointer 2010 - 6.137 para 5.628 exemplares-, muitos criadores mantêm otimismo em relação aos negócios na feira. No caso dos ovinos, que neste ano reduziram a inscrição em 14,43%, de 998 exemplares no ano passado para 858 animais, nessa edição, o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Paulo Schwab, aposta em resultados financeiros em função da qualidade genética do rebanho apresentado. "Há possibilidade de superar o volume fechado em 2009, pois a ovinocultura atravessa uma fase de crescimento."
Segundo ele, o mercado para a carne, lãs finas e leite oriundos da atividade está aquecido, o que leva à necessidade de aquisição de animais para a composição dos rebanhos. Na opinião de Schwab, o menor volume de animais se deve ao fato de que, a partir deste ano, só podem participar animais PO (Puro de Origem), eliminando assim os RGB (Puro por Cruza) e os Provisórios 1 e 2. "Neste ano os criadores inscreveram somente o número de animais que pretendem levar", complementou.
Os animais da raça Holandesa também apresentaram redução expressiva na adesão do evento, ultrapassando os 30%. No entanto, o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês (Gadolando), José Ernesto Ferreira, acredita que a crescente demanda pela produção de leite no Estado deve manter os investimentos em genética.
"Os produtores sabem que precisam aumenta produção, por isso apostamos em bons negócios, mesmo com menos inscritos", disse o dirigente, que também atribui a ausência de exemplares da raça à queda dos preços do leite pagos aos produtores, que acumula 20% desde abril deste ano.
No caso do Angus, foi registrada uma pequena queda no número de animais de argola, de 292 em 2009 para 288 na edição atual. No, entanto, a Associação Brasileira dos Criadores de Angus (ABA) aposta no incremento significativo entre os rústicos, cujas inscrições se encerram na próxima semana. O presidente da ABA, Joaquim Mello, trabalha com um cenário otimista tanto em termos de comercialização da raça quanto de animais participantes. Ressalta que a raça irá forte para a Expointer, mantendo a raça líder em representatividade entre os exemplares de corte.
Entre as raças que mais cresceu neste ano em número de inscritos, o Hereford conta com 59 animais de argola, ante os 50 de 2009. "Esse é o número mais elevado dos últimos dez anos", disse o presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Fernando Lopa.
Segundo ele, esse incremento se deve em grande parte à conscientização dos produtores sobre a importância de se investir em genética. "A boa expectativa está ligada ainda à expansão do mercado de novilhas e vacas de abate", afirmou. No caso do Braford, foram 68 inscritos, ante 58 do ano passado. No total, a associação espera a participação de 400 animais, incluindo os rústicos.

FONTE: Jornal do Comércio
Autor: Ana Esteves

Laudo da morte de bovinos em MS deve sair em dez dias

Para produtor que perdeu parte do rebanho, alternativa é buscar parcerias para recuperar um pouco do prejuízo
Erika Machado Campo Grande (MS)
Deve sair nos próximos dez dias o resultado dos exames que comprovam a causa da morte de bovinos em Mato Grosso do Sul. Porém, especialistas acreditam que os animais não resistiram mesmo à forte queda de temperatura. Para o produtor que perdeu parte do rebanho, a alternativa é buscar parcerias para recuperar um pouco do prejuízo.
Técnicos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul coletaram amostras nas fazendas onde o gado morreu. Testes devem atestar a causa da morte de quase três mil animais. Mesmo antes dos resultados, a diretora presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária (Iagro), Maria Cristina Carrijo, afirma que o frio intenso é a única explicação.
— A queda de temperatura foi muito brusca, e não há indícios de outras causas — diz Maria.
O veterinário Valdemir Alves Oliveira, doutor em grandes animais, concorda. Ele explica que os sintomas são de pneumonia e avalia que dois fatores foram determinantes para a morte dos bovinos: a região ser muito descampada e a qualidade das pastagens. O frio e a chuva debilitaram ainda mais os animais, principalmente os mais fracos.
— Bezerros desmamados e os animais mais magros não têm gordura suficiente para proteger — analisa Oliveira.
Ainda segundo o especialista, a infecção pela bactéria pasteurela, também apontada entre possíveis causas da morte dos bovinos, é só uma conseqüência da fragilidade causada pela pneumonia. Ele descarta qualquer possibilidade de outro tipo de contaminação.
O diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul), Décio Queiroz, afirma que a tragédia pegou os produtores de surpresa.
— Foi um problema climático, não tinha o que fazer. Eu vi animal morto até em matas fechadas — avalia Queiroz.
Ele considera também que não adianta procurar causas e culpados. Agora, o próximo passo é tentar recuperar o prejuízo que pode chegar a R$ 3 milhões. Representantes da Famasul vão tentar parceria com a Secretaria de Produção para buscar recursos subsidiados junto aos bancos para os produtores afetados.

FONTE: CANAL RURAL

sexta-feira, 23 de julho de 2010

PARAGUAY SE TRANSFORMÓ EN LA MECA DE LA GANADERÍA

TIERRAS. EN 2010 SE LLEVAN VENDIDAS MÁS DE 100.000 HECTÁREAS A EXTRANJEROS
PABLO ANTÚNEZ
Con una ganadería que creció, en los últimos 30 años casi 500.000 cabezas bovinas anuales, suelos ricos en fósforo y tierras a valores que no se consiguen, ganaderos e inversores uruguayos apuestan a producir carne en Paraguay.
El agro negocio paraguayo crece y los uruguayos lo miran de reojo. El grueso de la compra de tierras y los proyectos productivos se desarrollan en el Chaco Central, donde ya tienen bastante más de 700.000 hectáreas, algo así como toda la superficie del departamento de Colonia o más de la mitad de Tacuarembó, que es el más grande.

"Este año tuvimos una participación récord en venta de tierras a extranjeros. De enero a junio se llevan vendidas 100.000 hectáreas", aseguró a El País Rodrigo Artagaveytia Santayana, director de Estudio 3.000 en Paraguay.
Las inversiones se frenaron durante la crisis económica, pese a que los precios de la tierra cayeron entre 10% y 15% en ese período, pero hoy "están 20% por encima de los valores logrados en 2009, con una demanda alta, sostenida y con un flujo permanente de negocios", aseguró el empresario compatriota, que es uno de los pioneros en inversiones en el Chaco Central.
La agricultura gana terreno en la región oriental de Paraguay y cada vez más desplaza a la ganadería de carne hacia el Chaco, aumentando el movimiento de inversiones uruguayas, paraguayas y extranjeras.
TENDENCIA. La inversión uruguaya tuvo un cambio importante. Comenzó hace unas 3 décadas y básicamente estuvo impulsada por productores ganaderos. Hoy tiene un cambio abismal, los uruguayos que invirtieron en tierras "están desarrollando proyectos productivos sobre esos predios.
Fueron como dos etapas y la gente, una vez que conoce el país, ve como crece su ganadería y ve seguridad para producir, comienzan a desarrollar sus proyectos", explicó el director de Estudio 3.000.
"Lo primero que se asegura el inversor es la tierra, porque sus precios se multiplicaron por 10, pero los costos de desarrollo crecieron muy poco, ni siquiera llegaron a duplicarse", agregó Artagaveytia.
Como referencia de precios, Estudio 3.000 sostiene que al Oeste del Chaco Central, tierras que antes costaban entre US$ 80 y US$ 120, ahora hay que pensar en pagar entre US$ 120 y US$ 180 por hectárea (tierras vírgenes para desmontar). En las zonas más lluviosas del Chaco, donde se produce una mayor cantidad de materia seca por hectárea, los precios van entre US$ 180 y 250. A estos valores hay que agregarles un proyecto productivo para cumplir con las leyes medioambientales (hay que pensar entre US$ 300 y US$ 500 por hectárea) y en eso Paraguay es un ejemplo, porque obliga a dejar el 50% del predio como monte virgen.
Rodrigo Artagaveytia, que también es ganadero en el Chaco, recuerda que hace 2 años atrás apenas se había explotado el 18% del área total y hay por delante alrededor de 3 millones de hectáreas para agregar a la ganadería guaraní.
DIFERENCIA. Pero más allá de los precios de la tierra, que no se comparan con los de Uruguay, donde en el segundo semestre de 2009 la hectárea cotizó a promedio de US$ 2.625 (datos oficiales), la gran diferencia entre las tierras guaraníes y las locales radica en la productividad.
En la zona Oeste del Chaco (con lluvias de entre 600 y 800 milímetros/año), el potencial de producción es de entre 130 y 180 kilos de carne por hectárea, cuando se realiza sobre pasturas tropicales (la carga por hectárea va de 0,6 a 0,8 unidades ganaderas por hectárea). En Uruguay el promedio de producción de kilos de carne por hectárea es alrededor de 70 kilos, con una carga de 0,7 unidades ganaderas por hectárea.
Desde la colonia mennonita de Philadelphia y hacia el Río Paraguay, la situación cambia, porque llueven entre 800 y 1.200 milímetros anuales, la productividad trepa de 180 a 300 kilos de carne bovina por hectárea (con cargas de entre 0,8 y 1,5 cabezas por hectárea), también sobre pasturas tropicales que se implantan una sola vez y duran toda la vida con un manejo adecuado (hay que desmalezar periódicamente).
"El Chaco tiene suelos muy fértiles, en esas tierras los fertilizantes no existen y las sales minerales casi no se usan. Hablamos de niveles de fósforo de entre 80 y 90 partes por millón, una diferencia abismal con Uruguay donde hay 3 partes de fósforo por millón -la carencia de este componente es el gran problema de los suelos uruguayos y eso aumenta el uso de fertilizantes-", destacó Artagaveytia.
Un crecimiento vertiginoso
Para el director de Estudio 3.000 en Paraguay, Rodrigo Artagaveytia, el auge de la inversión extranjera en Paraguay se debe, en gran parte, al potencial cárnico guaraní.
"Se creció mucho en genética, en stock bovino, pero aumentando la faena de ganado y la extracción. Hoy tenemos la mejor genética, una sanidad excelente y el país tiene un respeto internacional como no lo tuvo antes", le dijo el empresario a El País.
Pero como una verdadera cadena integrada, el crecimiento de la ganadería no se está dando solo, "los productores hacemos mucho, pero la industria frigorífica también. Los frigoríficos perfeccionan su tecnología, aumentando la calidad y la cantidad de los animales que industrializan. Son frigoríficos, en su mayoría, de capitales nacionales".
Hoy, a nivel de las colonias mennonitas en el Chaco, que son fuertes impulsoras de tecnología hay 3 frigoríficos nuevos que están apostando fuertemente a la exportación (incluso están habilitados para la Unión Europea) y en el Sur, las cooperativas están proyectando otras 3 plantas de altísima tecnología. "La producción de carne en Paraguay crece a ritmo vertiginoso", aseguró Artagaveytia a El País.

FONTE: RADIO LIBRE

Tendência de novas altas para as próximas semanas depende da demanda por carne

Movimento de altas aconteceu porque a oferta de animais é baixa
A semana para o mercado do boi gordo encerra com negócios valendo R$ 85,00 a arroba no prazo em São Paulo. Mato Grosso de Sul, Minas Gerais e Goiás já trabalham com animais acima de R$ 80,00 e se romperam este novo patamar, pode ter fôlego para subir ainda mais.
Flavio Abdo, consultor da Icap Corretora, explica que o movimento de altas aconteceu porque a oferta de animais é baixa, nem mesmo existe a entrada de animais do confinamento e, por outro lado, a demanda pela carne é forte tanto no mercado interno como para as exportações.
A falta de oferta no período em que inicia a entressafra, recebendo bois confinados se dá devido ao alto preço de bois magros para a reposição, fazendo com que o pecuarista retenha suas fêmeas e a oferta que apareceu no primeiro semestre fora de machos.
Para a próxima semana que finaliza p mês de julho, Abdo aposta na crescente demanda, já que momento é de virada de mês e agosto conta com festividade do dia dos pais, esperando que o consumidor pague mais pelo produto e o valor repassado pelos frigoríficos para os produtores.
FONTE: AgroCIM

Mercado de bovinos para abate no RS registra acréscimo

O frio ocorrido durante toda a semana está castigando os campos nativos, diminuindo bastante seu valor alimentar. Além disso, a ocorrência de diversos dias chuvosos vem dificultando a utilização das pastagens cultivadas de inverno. O estado corporal do gado, mantido em campo nativo, começa a mostrar os efeitos do inverno, com alguma perda de peso, mas, no geral, o estado físico e sanitário ainda é bom. O mercado de bovinos para abate, no RS, nesta semana, registrou um acréscimo médio no preço do kg vivo de 1,23% para a vaca e de 1,45% para o boi gordo. Já o preço do leite pago aos produtores registrou uma queda média de 3,17% no estado, nesta semana. As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

Boi gordo: indicador é cotado a R$ 84,99/@

Nesta quinta-feira o indicador Esalq/BM&FBovespa permaneceu estável sendo cotado a R$ 84,15/@. O indicador a prazo foi cotado a R$ 84,99/@, com valorização de R$ 0,10.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa fechou em baixa, com todos os vencimentos apresentando desvalorização. Julho/10 teve variação negativa de R$ 0,14, fechando a R$ 84,65/@. Os contratos que vencem em outubro/10 fecharam a R$ 86,62/@, com retração de R$ 0,08.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 22/07/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para julho/10



De maneira geral a oferta de boi gordo para o abate segue curta, dando sustentação aos preços da arroba. Por lado, o consumo doméstico continua fraco e os frigoríficos seguem que reclamando que não podem pagar mais pela matéria prima.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,30, o dianteiro a R$ 4,40 e a ponta de agulha a R$ 3,80. O equivalente físico foi calculado em R$ 78,51/@ e o spread (diferença) entre indicador e equivalente seguiu estável em R$ 5,64/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 661,40/cabeça, com desvalorização de R$ 2,27. A relação de troca subiu para 1:2,10.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Preço do boi no Brasil e na Austrália

Brasil e Austrália são grandes produtores e exportadores de carne bovina. A Austrália leva vantagem em relação ao Brasil, principalmente em relação ao acesso a mercados, pois tem seu território totalmente livre de febre aftosa sem vacinação. Enquanto o Brasil tem parte de seu território livre com vacinação, situação não aceita pelos compradores mais exigentes.

A comparação entre os preços do boi gordo nestes dois mercados serve de indicativo para a competitividade das carnes no mercado internacional. Apesar do preço do boi gordo não refletir diretamente na variação no preço da carne, esta comparação serve como um indicativo. Quanto mais alto o preço do boi, maior é a chance da carne ser vendida por um preço mais alto.

Comparando o preço do boi gordo nestes dois países temos que em 2008 o preço do boi do Brasil (referência São Paulo) se distanciou sobremaneira do preço do gado australiano, quando este chegou a valer quase 20% menos que o boi de São Paulo.

Foi nesta época que o boi brasileiro atingiu os maiores valores dos últimos anos, que juntamente com o dólar desvalorizado, fez os preços do gado, em dólares, atingirem os maiores valores dos últimos anos.

Mas passado este momento, os preços em dólares voltaram a cair e desde 2009 os preços da Austrália e do Brasil voltaram a trabalhar em patamares mais próximos.

Observe a figura 1.



Atualmente o boi de São Paulo vale 14,3% a mais que o boi da Austrália, valor abaixo da média que foi de 22% desde 2008.

Dentre as diversas praças brasileiras, o boi da Austrália hoje vale o mesmo que o boi de Rondônia, do Norte do Mato Grosso, Pará e Norte do Tocantins.

Os preços do boi gordo da Austrália são do Meat and Livestock Austrália (MLA) e os preços do boi do Brasil são da Scot Consultoria.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Nova frente fria torna ameaçar rebanho


Pecuaristas estão em alerta já que o gado doente, afetado pelo frio, pode não se resistir e morrer
DOURADOS – Previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta chegada de nova massa de ar fria em Mato Grosso do Sul a partir de hoje. A notícia não agrada pecuaristas do Estado, que temem novas mortes nos pastos ao mesmo tempo em que torcem para que as temperaturas não caiam tanto quanto na semana passada. Ao todo mais de três mil animais foram vítimas do frio. Somente em Caarapó, 840 bovinos morreram de hipotermia na semana passada, quando o frio chegou a 2 graus na região sul. De acordo com o veterinário Nilson Forenza, da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) em Caarapó, novas mortes poderão acontecer se o frio não der trégua.
Conforme Nilson, a passagem da frente fria deixou rastros de perdas no campo. "Animais que ficaram doentes por conta da queda brusca de temperatura podem não resistir a novas massas de ar frio. Por conta disso o gado poderá continuar morrendo".
A perda é total. De acordo com Forenza, a carne proveniente do gado morto por hipotermia não deve ser utilizada para o consumo. "O animal, não passou por inspeção e sangramento, o que pode levar graves problemas a saúde humana, se consumida. A contaminação é certa e por conta disso o único destino do gado deve ser o enterro", conta.
O presidente do Sindicato Rural de Caarapó, Jesus Camacho, explica que além das frentes frias, a pecuária sofre com a reserva de pastagem. Por conta da notícia de nova queda de temperatura ele afirma que alguns pecuaristas se mobilizaram para tomar medidas para reduzir os impactos para os bovinos. "Alguns estão trocando de pasto, enquanto outros produtores misturam os animais novos com os adultos, como forma de proteger os mais frágeis. Quando o número de animais é reduzido, os ruralistas levam o gado para barracões", conta.
Apesar disso, Jesus afirma que não há muito o que fazer e que os pecuaristas provavelmente continuarão reféns do tempo. "O investimento em proteção no pasto é muito alto e ainda faltam tecnologias para isto. Pouco se pode fazer", detalha, observando que ainda ontem localizou 10 novos bovinos mortos às margens de uma estrada em Caarapó.
Em todo o Estado já morreram três mil cabeças de gado, com prejuízos equivalentes a quase R$ 2 milhões. Em Dourados o Sindicato Rural não notificou nenhuma morte de gado. De acordo com o presidente da entidade, Marisvaldo Zeuli, o sindicato fará um levantamento para auxiliar os pecuaristas diante deste tipo de problema.
FONTE: JORNAL O PROGRESSO

Pouca movimentação de insumos para reprodução

Mercado de insumos para reprodução parado.
O foco agora é a nutrição para a recuperação da condição corporal das matrizes após o desmame dos bezerros.
A estação de monta começa a se aproximar e os negócios devem esquentar nos próximos meses.
Por hora, há pouca movimentação e pouca variação dos preços.
Boa parte das empresas não mantém estoques de produtos relacionados à reprodução. As compras junto a fornecedores ocorrem em períodos próximos ao aumento das vendas, que coincide com o início, ou a véspera, da estação de monta.
Com o aumento da movimentação e a reposição dos estoques das revendas, variações mais expressivas no mercado devem ocorrer.
O mercado do boi e da reposição trabalhando em alta colaboram para as vendas de produtos relacionados à reprodução e à aplicação de tecnologia.
Desde 2006 a participação de fêmeas nos abates tem caído e ainda não há excesso de oferta de animais para reposição. A retenção têm se refletido nos preços das fêmeas.
As expectativas do Banco Central quanto ao dólar se mantêm em torno de R$1,80 até o fim do ano.
Com isto, a parcela de produtos importados não deve ter reajustes expressivos quando os estoques forem repostos.
A expectativa de boas vendas nos próximos meses continua, alicerçada pelo mercado da reposição e boi gordo, principalmente.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Índice Big Mac: Economist aponta Real sobrevalorizado

A revista britânica The Economist publica nesta semana mais uma edição de seu tradicional Índice Big Mac, que compara os preços do sanduíche em diversos países para avaliar a situação do câmbio em relação ao dólar nas economias pesquisadas. A publicação aponta que o Brasil é um dos poucos países emergentes onde o câmbio aparece sobrevalorizado no índice.
Comer o sanduíche no Brasil custa o equivalente a US$ 4,91 (ou R$ 8,71), mais caro que o preço nos Estados Unidos, onde ele custa US$ 3,73 (R$ 6,57). A partir daí, a revista conclui que o real está sobrevalorizado em 31% em relação ao dólar.
Ou seja, levando-se em conta o índice utilizado pela Economist, o Dólar deveria atualmente estar cotado em R$ 2,33. A revista considera que o ideal é que o sanduíche custe o mesmo que nos Estados Unidos.
"O Real é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros", diz a revista.
Lembrando que câmbios mais baixos tornam as exportações mais baratas, a revista afirma que a Ásia continua sendo o lugar mais barato para comer o sanduíche. Na China, o Big Mac custa US$ 1,95, o que indicaria que o yuan, apesar da "flexibilização" prometida pelo governo chinês, está desvalorizado em 48%.
Entre os países pesquisados, o Big Mac mais barato pode ser comprado na Argentina, onde o sanduíche custa US$ 1,78, o que aponta uma desvalorização de 52% do peso em relação ao dólar.
A Economist, no entanto, admite que o Índice Big Mac não é uma ferramenta precisa para analisar o câmbio, e outros fatores, como preço de aluguéis e salários, influenciam no valor do sanduíche.

FONTE: Portal Terra, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint

Bahia deve ganhar 15 novos frigoríficos

O governo da Bahia assinou na última terça-feira (20/7), um termo de compromisso com 15 prefeituras para a implantação, através da Agência de Defesa Agropecuária (ADAB), de unidades frigoríficas nestes municípios.
De acordo com a Agência, o objetivo é diminuir os abates informais.
Com plantas padrão desenvolvida pela Seagri (Secretaria de Agricultura da Bahia), os novos frigoríficos terão capacidade para abater de 30 até 100 animais por dia.
Entre os municípios contemplados estão Itanhém, Barra, Santa Rita de Cássia, Medeiros Neto, Valente, Iguaí, Araci, Itaberaba, Jaguaquara, Paramirim, Bom Jesus da Lapa, Valença, Remanso, Morro do Chapéu e Itabuna.
O principal objetivo dessa medida inovadora e já referenciada pelo Ministério da Agricultura é criar micropólos de abate, fortalecer as cadeias produtivas regionais, melhorar a qualidade da carne, além da gerar emprego e renda para a população.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Ciclone traz chuva forte ao Rio Grande do Sul neste final de semana

Nova massa de ar polar chega ao Estado na segunda, causando queda acentuada nas temperaturas

SÁBADO, DIA 23

Região Sul
A frente fria se afasta do Sul, mas um novo ciclone volta a provocar chuvas fortes no Rio Grande do Sul. Com acumulados de chuva chegando a 35 milímetros no Sul do Estado. Em Santa Catarina, chove fraco no Litoral e um pouco mais forte no Sul, com acumulado de 25 milímetros. No Paraná, chove fraco no litoral, e o sol predomina nas demais regiões. Os ventos se intensificam no final do dia no Rio Grande do Sul, com rajadas chegando a 70 quilômetros por hora. As temperaturas permanecem baixas no Rio Grande do Sul, no Sul e no Leste de Santa Catarina. Na metade Oeste do Paraná e no Oeste Catarinense, as temperaturas ficam mais elevadas devido a ventos do Norte.

Região Sudeste
Ainda chove fraco na costa do Estado de São Paulo, especialmente pela manhã. A temperatura máxima permanece baixa, não passando dos 20°C em algumas cidades do Vale do Paraíba. Na maior parte do Sudeste, no entanto, o sol e o calor predominam mais uma vez, com máxima em torno dos 30°C entre o Noroeste de São Paulo e o Oeste de Minas Gerais.

Região Centro-Oeste
No sábado, a frente fria se afasta do Centro-Oeste, e finalmente o sol e o calor retornam ao Mato Grosso do Sul. A máxima passa dos 35°C no Noroeste de Mato Grosso.

Região Nordeste
As áreas de instabilidade voltam a ganhar força, e as chuvas mais intensas atingem a costa do Rio Grande do Norte. O acumulado varia entre 20 milímetros e 60 milímetros na Ponta do Calcanhar. A temperatura máxima volta a cair em boa parte do interior da Bahia e permanece baixa entre Pernambuco e Alagoas.

Região Norte
As chuvas permanecem sobre Roraima, Amapá e no Norte do Pará e do Amazonas. Chove forte no litoral do Amapá e no Norte de Roraima. Entre o Tocantins e Acre, o tempo permanece seco e ensolarado.

Confira a previsão para os próximos dias

Região Sul
Segunda a frente fria perde força, e chuvas de pouca intensidade ocorrem na divisa Leste de Santa Catarina e no Sudoeste do Paraná. No Rio Grande do Sul, o tempo começa a abrir, e o sol volta a aparecer ao longo do dia. A entrada de uma nova massa de ar polar deixa as temperaturas bem baixas, com mínimas em torno de 3°C no Sul e Oeste gaúcho. Em Santa Catarina e no Sul do Paraná, as temperaturas caem bastante, com máximas não passando de 14°C no Sul paranaense. Na terça o tempo fica firme em praticamente em toda a região Sul. Chove fraco apenas no litoral Norte de Santa Catarina e litoral paranaense. As temperaturas seguem bem baixas em praticamente toda a região, exceto no Noroeste do Paraná. Entre os dias 28 de julho e 1º de agosto, chove de forma mais fraca e irregular em toda o Sul. As temperaturas ficam mais baixas no Sul do Rio Grande do Sul e mais elevadas no Norte do Paraná.

Região Sudeste
Domingo com tempo seco e com sol entre nuvens em todo o Sudeste. A temperatura, no entanto, será mais agradável em toda a região, com máxima entre 20°C e 25°C. Na segunda, os ventos úmidos que sopram do mar causam chuva isolada e com baixo acumulado ao longo da costa do Espírito Santo. Entre os dias 27 de julho e 31 de julho, destaca-se a chuva de mais de 30 milímetros prevista para o Centro e Norte do Espírito Santo e Nordeste de Minas Gerais.

Região Centro-Oeste
No domingo, a aproximação de uma nova frente fria volta a provocar aumento da nebulosidade e diminuição do calor no Sudoeste de Mato Grosso do Sul. Na maior parte do Centro-Oeste, o sol e o calor predominam. Na segunda, o tempo permanece nublado e com temperatura máxima que não passa dos 20°C em partes do Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul. Entre os dias 27 de julho e 31 de julho, não há previsão de chuvas em nenhuma cidade do Centro-Oeste.

Região Nordeste
No domingo e na segunda, chuvas fortes atingem a costa do Rio Grande do Norte. Entre 27 de julho e 31 de julho, as chuvas fortes destacam-se também no extremo Sul da Bahia, com acumulado que varia entre 30 milímetros e 50 milímetros.

Região Norte
Não há previsão de chuvas fortes no domingo, mas as precipitações atingem o Centro, Oeste e Norte do Amazonas, Roraima, Amapá, além do Norte do Pará. Na segunda, o destaque fica por conta da volta das chuvas fortes ao Estado de Roraima e ao Noroeste do Estado de Amazonas. Entre 27 de julho e 31 de julho, as chuvas concentram-se sobre o Norte da região.

Bovinos: Maior volume nos últimos dois anos

As exportações mato-grossenses de carnes bovinas no mês de junho registraram 23,69 mil toneladas de equivalente carcaça (TEC). Demonstrou-se assim um aumento de 4,41 mil t de equivalente carcaça, que comparado ao mês anterior registra uma evolução de 22,91%. Neste primeiro semestre foram embarcados 109,30 mil TEC, incremento de 20% com relação ao primeiro semestre do ano passado. O embarque de junho registrou o maior volume do primeiro semestre de 2010. Comparando-se ao mesmo período de 2009, houve uma progressão de 7,91 mil TEC, obtendo uma alta de 50,21%.

Fonte: Diário de Cuiabá

quinta-feira, 22 de julho de 2010

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MERCADO DE GADO NO URUGUAI

Mercado de haciendas en situación complicada
La oferta sigue siendo escasa y los valores cada vez más altos. Ese es el estado de situación actual del mercado de haciendas. Bernardo De Barbieri, integrante de la firma De Barbieri y Martínez, dijo que “el mercado se ha puesto difícil porque no hay ganado a disposición y creemos que el mercado, con costos muy importantes para los valores de reposición, viene marcando la tónica general”.
“Los mercados se dispararon por el faltante porque en el exterior los precios siguen igual. Esa necesidad de ganado disparó los precios de los ganados gordos y el productor tuvo que salir a reponer y pagar algunos pesos más de lo que se suponía”, afirmó.
Hoy los ganados gordos valen en el entorno de US$ 1,80 en pie y se han vendido ganados de reposición en esos valores mientras que las ternerazas han superado ampliamente esos precios.

FONTE: OBSERVA



Mercado do boi gordo segue com dificuldade na compra e abates com programação curta

Com a dificuldade nas compras e programações de abate curtas, a maior parte dos negócios em São Paulo ocorre por R$82,00/@, à vista, livre do funrural.
Alguns frigoríficos (especialmente os que apresentam dificuldade em comprar fora do estado) estão com escalas apertadas, mesmo abatendo bem abaixo da capacidade e alternando dias de matança.
O fluxo de gado do Mato Grosso do Sul para abate em São Paulo segue intenso, com as negociações ocorrendo em R$77,00/@, à vista, livre do imposto.
A oferta de vacas está ainda menor que a de bois em São Paulo. Com isso, existem indústrias pagando até R$78,00/@, à vista, livre do imposto pela vaca, dependendo da ocasião.
Em Belo Horizonte-MG o preço do boi gordo subiu para R$79,00/@, a prazo, livre do funrural, em função da oferta enxuta. Mesma cotação do Mato Grosso do Sul e Triângulo Mineiro.
Alta também no Maranhão, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis.

Clique aqui e veja as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi-XP: Mercado segue firme

Confira a análise completa: Boi_2207.pdf

FONTE : XP

China paralisa entrada de carne bovina e miúdos

As autoridades sanitárias da China buscam aumentar os controles sobre os certificados que acompanham os embarques de carne que entram via Hong Kong e fecharam temporariamente a entrada por essa via.
A Direção de Controle de Qualidade e Quarentena da China paralisou a entrada de contêineres com carne e miúdos visando aumentar os controles dos certificados que entram com essas mercadorias através do porto de Hong Kong. A China é o principal mercado para miúdos (ovinos e bovinos) do Uruguai e para alguns outros cortes, já que, em outros destinos, esses obtêm um preço menor. O Ministério da Pecuária uruguaio estima que a medida será "temporária".
A paralisação não está afetando somente as mercadorias enviadas pelo Uruguai, mas também, recai sobre outros fornecedores da América do Sul, mas o que mais preocupa a nível de operadores é que também foram fechados os pedidos. Caso se prolongue o fechamento temporário da China, todos os negócios terão que ser avaliados individualmente, para ver se a mercadoria pode ser redirecionada a outros mercados que também podem absorvê-la, ainda que paguem valores menores. Do contrário, deverão voltar aos portos de origem, ocasionando mais gastos.
O diretor de Assuntos Internacionais do Ministério da Pecuária do Uruguai, Mario Piacenza, disse que as autoridades chinesas tomaram a mesma decisão há alguns meses para controlar os certificados dos produtos lácteos. Ele disse que o Governo uruguaio está trabalhando para solucionar o problema. "Estamos trabalhando sobre como vamos instrumentar a informação que as autoridades da China pedem".
Ainda não foram quantificados os contêineres com carne e miúdos uruguaios que estão em viagem e que sofrerão a restrição, mas a demanda estava crescendo nos últimos meses. Além de miúdos e de cortes de menor qualidade, também há frigoríficos que fazem negócios nesse mercado com cortes de alto valor. Inclusive, no marco da Expo Shanghai, o Uruguai tem um restaurante gourmet que está vendendo carne uruguaia com muito êxito e para onde se destinam cortes de alta qualidade.
Segundo dados do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), até 10 de julho, a China importou um total de 11.520 toneladas peso carcaça por US$ 21,8 milhões. A venda de carne e miúdos a esse destino cresceu com relação a 2009, quando foram exportadas 10.104 toneladas peso carcaça por US$ 17,7 milhões. À medida que aumenta o poder aquisitivo da população chinesa, maior é o consumo de proteínas de origem animal na dieta e, por isso, a indústria uruguaia está focando cada vez mais esse mercado. Estima-se que o crescimento será maior nos próximos anos.

FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Sem aumento nos volumes ofertados, arroba segue apresentando valorização

Nesta semana a oferta de animais para o abate seguiu reduzida, forçando novas altas nos preços da arroba. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 84,15/@, nesta quarta-feira, acumulando valorização de 0,60% na semana. O indicador a prazo registrou alta de 0,50% no período analisado (14/07 a 21/07), sendo cotado a R$ 84,89/@.

LEIA MAIS: http://www.beefpoint.com.br/sem-aumento-nos-volumes-ofertados-arroba-segue-apresentando-valorizacao_noticia_64567_15_152_.aspx

FONTE: BEEFPOINT

RS: Devon inicia Comitê Internacional durante Tour 2010 na Inglaterra

Porto Alegre/RS
Durante 10 dias de programação intensa, os principais criadores de Devon do mundo se encontraram na Inglaterra, em junho, durante o Devon Tour 2010. Representando o Brasil estavam 25 criadores da Associação Brasileira de Criadores de Devon (Abcd), dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Durante o evento, os participantes conheceram mais de 15 propriedades, trocaram experiências e deram início à criação de um comitêinternacional da raça.
Foram eleitos representantes da Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Inglaterra e Brasil que buscarão informações junto aos Ministérios de Relações Internacionais de seus países para facilitar o intercâmbio entre eles. “As regras para importação/exportação variam de acordo com o país. Vamos tentar uniformizar ou tornar mais amigáveis essas trocas”, conta Elizabeth Cirne Lima, presidente da Abcd

Fonte: Associação Brasileira de Criadores de Devon (Abcd)

Produtor rural não recolherá mais FUNRURAL

A isenção da cobrança do FUNRURAL, sobre o valor da produção do produtor pessoa física, é mais uma grande conquista do setor
Foi aprovada no dia 12 de julho a ação movida pela Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), em conjunto com suas associadas, entre elas a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (Abcsem), sobre a isenção da cobrança do FUNRURAL, tida como indevida pelo setor.
De modo geral a decisão determina que ficam desobrigados de recolher a contribuição do FUNRURAL:
• O produtor pessoa física que recolhe diretamente o FUNRURAL, conforme art. 25 da Lei nº 8.212/91; e
• A pessoa jurídica que adquire a produção da pessoa física e recolhe o FUNRURAL em nome desta. Ou seja, o contribuinte, na verdade, é a pessoa física, mas quem recolhe, neste caso, é a pessoa jurídica.
Embora tenha sido solicitada isenção também para os contribuintes pessoa jurídica (art. 25 da Lei nº 8.870/94), ainda não houve nenhuma manifestação judicial. Mas, segundo a Abrasem, o pedido está sendo reiterado – já que esta entende que os princípios adotados para isentar os produtores pessoa fisica são os mesmos – visando que a decisão contemple a todos, sem exceção.
Para o Superintendente Executivo da Abrasem, José Américo Pierre Rodrigues, “a isenção da cobrança do FUNRURAL, sobre o valor da produção do produtor pessoa fisica, é muito importante no sentido de desonerar a cadeia produtiva, principalmente quando se fala diretamente de alimentos, como hortaliças. Esta ação somente foi possível, graças à mobilização de entidades associadas à Abrasem, como a Abcsem, em defesa dos interesses dos seus associados e do agronegócio nacional”, argumenta.
“A luta da Abcsem em conjunto com a Abrasem na defesa das indústrias de sementes do Brasil, dando continuidade a trabalhos anteriores, alcançou uma importante conquista. O deferimento da isenção da cobrança do FUNRURAL vem prestigiar a indústria sementeira e comprovar a sua importância em prol do setor primário do agronegócio brasileiro. Por isso, a Abcsem agradece o empenho e a dedicação de todos os envolvidos, de modo especial à Abrasem pela condução do processo de resolução desta importante demanda. Parabéns por mais esta vitória do setor!”, comemora Luis Eduardo Rodrigues, presidente da Abcsem. As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

Stock ganadero

Confederaciones Rurales Argentinas (CRA) aseguró ayer que los dos últimos años se produjo una caída del stock en 8 millones de bovinos. También se consignó la caída de un 31 por ciento interanual en la oferta de carne vacuna para el 2010 y la merma de un 20 por ciento anual del consumo interno de estos productos.

Fuente: La Capital / - Rosario - Santa Fe - Argentina

BOI: Preço segue firme com baixa oferta

Os preços da arroba estão firmes no mercado brasileiro por conta da oferta ainda mais baixa de animais prontos para abate, segundo pesquisas do Cepea. Entre 14 e 21 de julho, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa subiu 0,6%, fechando a R$ 84,15 na quarta-feira. O clima frio e seco tem afetado o ganho de peso dos animais. Pecuaristas consultados pelo Cepea, de modo geral, acreditam que esse cenário pode diminuir a rentabilidade, considerando também os preços mais altos pagos anteriormente pelo boi magro. Desta forma, vendedores ficam recuados, esperando preços maiores, enquanto compradores, mesmo oferecendo valores mais altos, não efetivaram muitos negócios.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

São Paulo compra de outros estados o mesmo volume de carne que produz

São Paulo é um grande centro produtor e exportador de carne bovina. Mas mais do que isso, é um grande centro consumidor de carne.
A Scot Consultoria analisou os dados de abate do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os dados de produção de carne da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para chegar no consumo per capita de carne bovina do Brasil.
Com estes números, calculamos quanto o estado de São Paulo produz e consome de carne bovina.
Em 2009, São Paulo produziu pouco mais de 1 milhão de toneladas equivalente carcaça (tec) de carne bovina. No entanto, considerando a média brasileira seu consumo foi de 1,44 milhão de tec. Fora isso, é preciso considerar as exportações de carne, pois trata-se do maior estado exportador com cerca de 730 mil tec em 2009.
O resultado é que São Paulo é fortemente dependente de outros estados ou regiões brasileiras para suprir o seu consumo de carne bovina. Em 2009, por exemplo, analisando os dados citados acima, São Paulo importou do restante do Brasil mais de 1,1 milhão de tec, praticamente o mesmo volume produzido no próprio estado.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Atacado de carne bovina: mercado de lado pela segunda semana seguida

O atacado de carne bovina sem osso de São Paulo trabalhou estável pela segunda semana seguida.
O consumo diminuiu em relação ao início do mês, no entanto, com a arroba do boi gordo valorizada no Estado, os frigoríficos resistem em reduzir os preços.
Além disso, a oferta de carne está reduzida e o mercado segue enxuto. Os cortes de traseiro são os produtos que apresentaram melhor demanda.
A terceira semana do mês é considerada um das piores para as vendas no atacado.
Uma boa notícia para as empresas do setor é o desempenho das exportações, que registraram recorde este ano em junho e, segundo os resultados preliminares de julho, continuam em crescimento.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Reposição firme no Pará

Com a boa demanda por animais de reposição, os preços estão firmes no Pará.
Porém, o estado se destaca por ser tipicamente de cria, o que segura altas mais expressivas para as categorias mais jovens.
Este fato fez com que o aumento de preço para o bezerro, desde o início do ano, não fosse tão brusco, em comparação com outros estados.
Prova disso é que a relação de troca entre o boi gordo e o bezerro sobreano anelorado caiu 5,1% de janeiro a julho em São Paulo, e ficou praticamente estável no Pará, com queda inferior a 1%.
Atualmente, no Pará, a categoria citada está cotada em R$620,00/cabeça.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: mercado firme e para outubro preço já supera R$ 86,00

Oferta curta e mercado firme em São Paulo.
As escalas no estado atendem entre 2 e 3 dias, com algumas exceções, onde existem animais negociados a termo. Preço estável em R$83,00/@, a prazo, livre de imposto.
Existem negócios ocorrendo em R$82,00/@, à vista, livre de imposto. Começa a aparecer oferta de animais de confinamento em São Paulo e Goiás, mas não suficiente para tirar a firmeza do mercado.
Na maioria das plantas que possuem animais negociados a termo, os abates desses animais ainda participam pouco das escalas. A tendência é que o volume aumente nas próximas semanas.
Na Bahia, a oferta restrita devido às pastagens fracas fez com que os preços subissem no Oeste e no Sul do estado. No Sul da Bahia o boi gordo é negociado por R$75,00/@, a prazo, livre de imposto e no Oeste por R$76,00/@, nas mesmas condições.
Na região de Goiânia, apesar de já aparecerem negócios com animais confinados, a oferta está curta e houve reajuste no preço do boi gordo, que custa hoje R$78,00/@, a prazo, livre de imposto.
No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis.

Clique aqui e veja as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi-XP: Segundo dia de forte alta na BM&F

Depois que físico registrou novas máximas em julho, o contrato de outubro finalmente saiu do range de negociação entre 84 e 86, com forte correção hoje. No físico, diante da dificuldade em preencher as escalas de abate, frigoríficos de pequeno e médio porte reajustaram o patamar de compra. A disponibilidade de gado segue restrita, apenas as indústrias exportadores encontram situação um pouco mais confortável em função do volume de boi a termo, mas a oferta não tem sido suficiente.
A falta de animais é um dos fatores de sustentação dos preços da carne bovina no atacado, mas a melhora no cenário internacional deixa a perspectiva de médio a longo prazo mais positiva. A alta observada nos últimos dias ocorre no período de menor consumo no mês. Considerando a oferta enxuta, a perspectiva de aquecimento na demanda deve dar fôlego à tendência de alta para o boi gordo. A curva foward aumentou a inclinação e o diferencial entre a média de julho e o outubro está em 3,8%.

Confira a análise completa: Boi_2107.pdf

Fonte: XP Investimentos

Boi gordo: indicador segue em alta, cotado a R$ 84,76

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 83,86/@, com valorização de R$ 0,46. O indicador a prazo teve variação positiva de R$ 0,81, sendo cotado a R$ 84,76/@. Mesmo com esta valorização, o indicador a prazo ainda acumula retração de 0,26% durante o mês de julho.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa registrou alta no pregão de ontem. O primeiro vencimento, julho/10, fechou a R$ 84,31/@, com variação positiva de R$ 0,71. Os contratos que vencem em agosto/10 registraram alta de R$ 0,51, fechando a R$ 84,78/@. Outubro/10 fechou a R$ 85,89/@, com valorização de R$ 0,62.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 20/07/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,30 e o dianteiro a R$ 4,40, ambos permanecendo inalterados. A ponta de agulha registrou desvalorização de R$ 0,10, sendo cotada a R$ 3,80. O equivalente físico foi calculado a R$ 78,51/@. Com com o boi gordo apresentando alta de 0,55% e o equivalente recuando 0,25%, o spread (diferença) entre os dois subiu para R$ 5,35/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 669,70/cabeça, com valorização de R$ 0,27. A relação de troca está em 1:2,07.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi Gordo - XP: Cenário incerto com menor oscilação no mercado

O mercado do boi gordo acumula alta de 10,4% (spot) entre janeiro e julho, mas os futuros permanecem na faixa entre R$ 84,00/@ e R$ 86,00/@ (BGIV10) desde meados de maio.
A menor oscilação no mercado futuro e a redução nos diferenciais entre os vencimentos refletem o cenário incerto.

Confira a análise completa: Boi_2007.pdf

Fonte: XP Agro

Preço do boi gordo e abates

O preço do boi gordo é reflexo da oferta e demanda dos animais terminados.

Quanto maior a disponibilidade de matéria prima, menor tende a ser a ociosidade dos frigoríficos, que abatem mais em períodos de boa oferta (leia-se: preços mais baixos).

Na figura 1 pode-se observar esta correlação. Quando os abates estão em níveis menores, o preço do boi gordo tende a estar em alta.



A demanda por carne (tanto no mercado interno quanto em exportações) também influencia os níveis de abates.

Em 2007 foi registrado recorde de exportações de carne bovina do Brasil (2,6 milhões de tec). No mesmo ano também foi registrado o maior número de abates formais.

Ainda assim, o preço médio do boi gordo ficou em R$71,1/@, a prazo, livre de funrural, deflacionados, 13% menor que em 2009, por exemplo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Cenário internacional positivo para o boi

A melhora no cenário internacional, observada em ritmo lento desde o início do ano, já impacta de maneira significativa o mercado do boi gordo. Com a crise em 2008 e queda na demanda internacional, inúmeros frigoríficos começaram a olhar com mais “carinho” o mercado interno, destino de 75% a 80% da produção brasileira de carne bovina. Nos últimos meses, entretanto, começamos a ver o movimento contrário, com aumento na participação das exportações na receita da indústria.
Os principais países importadores já sinalizam aumento nas compras, como Rússia e países da União Europeia, sobretudo diante do fortalecimento do Euro frente ao Dólar. Além disso, diversos países enfrentam dificuldades por conta do clima e de problemas sanitários.
A seca severa na Rússia, que afetou a disponibilidade de grãos, somada a ocorrência de febre aftosa preocupam o abastecimento local e o volume importado pode aumentar no médio prazo. O Japão, grande importador de carne, mas que às vezes ainda exporta para alguns mercados, briga para resolver os problemas resultantes da febre aftosa em seu território também e por conta disso interrompeu as exportações.
Nos Estados Unidos o problema é o clima. A forte onda de calor já matou mais de 2 mil animais e já se observa redução no consumo e no ganho de peso por conta do forte calor. No Brasil a situação é oposta. Até o momento já confirmaram a morte de mais de 2,5 mil bovinos no Mato Grosso do Sul e muitos outros devem sofrer as consequências da falta de pasto e de doenças respiratórias.
Mas o destaque permanece na oferta enxuta de carne no Brasil e de maneira mais intensiva nos nossos vizinhos. Apenas na Argentina o abate recuou 20% na variação anual e os embarques desaceleraram, enquanto no Uruguai os preços do boi gordo subiram 20% desde junho e, atualmente, é o mais alto da região, algo que não acontecia desde 2008.
Essa melhora no cenário internacional aumentou a atratividade das exportações em relação ao varejo. Normalmente a indústria desova carne no atacado e apenas uma pequena parcela no varejo, mas a decisão depende do preço obtido lá fora. Numa comparação entre o a receita obtida no varejo de São Paulo e a receita média das exportações, observa-se que em junho as exportações remuneraram 9,3% mais, resultado melhor desde maio (9,6%). A média em 2010 está em 2,5%, ou seja, o ritmo de recuperação aumentou nos últimos meses.
Em 2008 essa diferença era de 14,9%, devido ao excelente momento para as exportações e em função da demanda aquecida no mercado internacional, que sofreu impacto da crise apenas no último trimestre do ano. Mas em 2009 o varejo remunerou mais, com deságio de 2,8% para as exportações.
A sinalização positiva da demanda neste período do ano favorece o confinador, sobretudo diante do custo elevado do boi magro, entretanto, o cenário incerto na hora de decidir pela engorda intensiva desestimulou muitos pecuaristas e a expectativa é de queda no volume confinado. Menor oferta com demanda em recuperação confirma que a curva futura deve continuar positiva e pode aumentar a sua inclinação.

FONTE: www.agroblog.com.br
AUTOR: LEONARDO ALENCAR

Argentina: oferta de carne é a menor em 7 anos

Segundo um relatório da Associação Argentina de Consórcios Regionais de Experimentação Agrícola (Aacrea), até agora nesse ano, os abates de bovinos caíram em 20,5% com relação ao mesmo período de 2009. Esse dado significa "a maior queda interanual da oferta" dos últimos anos. Apesar dessa situação, o preço da carne se mantém o mesmo há cinco meses, diz o relatório. Isso porque os consumidores não parecem aceitar novos aumentos nos preços.
Segundo o relatório, o abate acumulado de 2010 totaliza até agora 5,07 milhões de cabeças, o que representa "o menor valor de abates desde 2003. Se esses níveis de abate continuarem, possivelmente seja o ano com menor oferta ao mercado", disse o relatório.
Em maio, os abates foram de 914.500 cabeças, o que significou uma queda de 5%. Esse número é o mais baixo dos últimos dois anos e "continua marcando o menor abate dos últimos anos", disse a Aacrea. Em maio, a produção foi de 202.000 toneladas de carcaça com osso. Isso indica que baixou em 2% com relação ao mês anterior. Diversos especialistas prevêem que a falta poderia se aprofundar.
"De acordo com dados do Instituto de Promoção da Carne Bovina Argentina (IPCVA), após os importantes aumentos que o preço da carne sofreu nos meses de dezembro (33%) e fevereiro (36%) passados, o mesmo se manteve entre 22,4 e 23,5 pesos (US$ 5,67 a US$ 5,95) por quilo. Isso responde à não convalidação por parte dos consumidores de novos aumentos, o que se verifica em uma baixa de consumo de 70 quilos por habitante por ano em média para 55 quilos por habitante por ano".
De acordo com o relatório, entre julho de 2009 e o mesmo mês desse ano, os preços da carne bovina aumentaram em 46%. Por outro lado, as carnes de porco e de frango aumentaram em 13% e 7%, respectivamente.
Ao considerar os preços atuais, hoje um quilo de carne bovina na Argentina equivale a quase 3 quilos de carne de frango. "Dessa maneira, a atual relação de preços carne bovina/frango (2,9) está 35% acima da relação média dos últimos cinco anos (2,14). Por outro lado, a relação carne bovina/carne suína se encontra em 0,95, 19% acima da média dos últimos cinco anos". Nesse contexto, o relatório diz que, frente à permanente queda da oferta de carne, fica difícil o preço das carnes substitutas se manterem ou diminuirem.
Como não ocorria há anos, no setor pecuário da Argentina se vive uma situação de firmeza nos preços do gado. Até agora nesse ano, o aumento acumulado de preço do bezerro está entre 55% e 60%, dependendo do peso do animal. "O aumento com relação ao mesmo período de 2009 é de quase 140%, sendo de 132% considerando a variação em moeda constante. Assim, analisando a variação interanual do preço do bezerro nos últimos 20 anos em moeda constante, surge que a mesma no último mês foi a maior depois da variação ocorrida em fevereiro de 1992, quando o bezerro estava 222% mais caro que em fevereiro de 1991".
Hoje, a oferta de bezerros para engorda é "realmente baixa" e os preços se mantém entre 8 e 9 pesos (US$ 2,02 e US$ 2,28) por quilo. Segundo o relatório, diversas fontes consultadas "garantem que o preço do bezerro não cederá, dado que a oferta é muito escassa, esperando-se para os próximos meses que a situação fique mais aguda".
Atualmente, para repor um quilo de bezerro, os engordadores de gado precisam de 1,3 quilos de novilho. Isso significa 21% a mais que no mesmo período de 2009 e 16% a mais que a média mensal dos últimos 20 anos.

Em 20/07/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25344
3,92557 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
FONTE: La Nación, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.