sábado, 4 de setembro de 2010

MERCADO DE GADO NO URUGUAI

“El mercado de haciendas está raro” No hay ganado gordo y la demanda es escasa

Por Martín Olaverry, especial para Observa
 El consignatario de ganado, Walter Hugo Abelenda, principal de la firma del mismo nombre del departamento de Florida, afirmó que “el mercado de haciendas está raro” porque “los operadores estamos con muy poca oferta mientras que los verdeos están respondiendo muy poco y los ganados están lejos de estar gordos”. Dijo que por el lado de la demanda el mercado está apático. “Las entradas están con cierta demora de entre ocho y diez días aunque hay industrias haciendo consultas. Es posible que los novillos tengan más participación en la faena por la liberación de algunos corrales”, dijo. En materia de precios, señaló que en los últimos días cerró negocios a U$S 3,05 el kilo para novillos y de hasta U$S 2,90 para vacas. “Pero también hubo algunas industrias que pasaron valores inferiores. El mercado está dispar”, sostuvo. “No vemos a la industria con muchas ganas de negociar, el mercado está muy sensible y surgen alternativas como la exportación en pie que desde años no se manejaba. No sabría decir qué va a pasar en lo inmediato”, señaló. En cuanto a la exportación en pie, dijo que se compra para un barco, se carga y ya comienza el operativo de compra para otro embarque. En estos casos los negocios buscan novillos de más de 360 kilos.

FONTE: OBSERVA

INAC en la ExpoPrado

Se exhibirán las virtudes de la trazabilidad 
El Instituto Nacional de Carnes (INAC) presentará desde la semana próxima en el marco de la ExpoPrado la experiencia de trazabilidad impulsada por Uruguay en el mundo, como atributo de la carnes uruguayas. La frase de este año es "La carne más rica del mundo es también la más segura". Para presentar el tema en toda su dimensión, se la exhibirá como un proyecto único en el mundo e innovador, concebido desde una plataforma tecnológica importante, que permite generar un mensaje claro de confianza para el consumidor final. Se presentarán los resultados de demostraciones realizadas en el Restaurante que gerencia INAC en China, que han probado el proceso de trazabilidad del campo a la mesa. INAC ha basado su estrategia de marketing en vender carne como sinónimo de confianza. Esta es la base de la comunicación, enfocada al principal atributo demandado hoy en el mundo: la seguridad. El logo "pastos-código de barras"- "De la naturaleza a su mesa", que identifica a las carnes naturales del país, simboliza el compromiso en brindar las mayores garantías al consumidor. La trazabilidad -que se inicia en el campo cuando nace un animal, continúa en la etapa industrial y termina en la identificación del corte de carne que llega al comprador final- es una herramienta imprescindible para garantizar transparencia. La integración de los sistemas de trazabilidad de ganado y carne -esta última auditada por el British Standard Institute (BSI)- coloca a Uruguay como el país que tiene un Sistema de Información Electrónico más completo, moderno y actualizado del mundo. El Sistema Electrónico de Información de la Industria Cárnica (SEIIC) obtuvo el año pasado el reconocimiento internacional, al ganar el cuarto premio entre los mejores proyectos del mundo en el año 2009 (PMI Government SIG).

FONTE: OBSERVA

Escassez na oferta de gado para abate poderá ser mais prolongada este ano


O abate excessivo de fêmeas, há cerca de três anos, é a principal causa da falta de gado para atender à demanda de carne neste período de entressafra. A afirmação é do presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, justificando a escassez de oferta de gado, o que vem gerando elevação na cotação da arroba e o aumento do preço da carne no varejo.
Quem mais sente o efeito da redução na oferta é o consumidor. Enquanto o valor da arroba do boi pago ao produtor teve um aumento de 5,95% em Mato Grosso do Sul, ficando em torno dos R$ 84 esta semana, a carne está chegando até o consumidor sul-mato-grossense em média 20% mais cara. E segundo Nogueira, não há previsão para que o cenário mude em relação à falta de boi para o abate. Mesmo que a variação na oferta de gado seja cíclica, serão necessários outros quatro ou cinco anos para recuperar patamares já atingidos na reserva de gado. O rebanho nacional, que chegou a cerca de 206 milhões de cabeças há cinco anos, fica hoje em torno de 180 milhões de cabeças, calcula.
“O percentual de abate de fêmeas chegou a 47% há cinco anos, sendo que atualmente fica em torno de 27%”, compara, justificando que o produtor foi levado a se desfazer das matrizes para compensar a pior crise vivida pelo setor em 50 anos. Para o dirigente, a recuperação será em longo prazo e passa pela criação de linhas específicas de crédito voltadas para a retenção de matrizes.
A justificativa que chega até o consumidor para a falta de gado na entressafra é a de que o produtor está segurando gado no pasto. O médico veterinário do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS), Horácio Tinoco, ressalta que com a estiagem, fica difícil manter o gado com o pasto seco. Para Tinoco, um dos fatores que contribuem para a escassez de oferta neste período são os custos de produção, que inviabilizam a manutenção do rebanho confinado. “O produtor rural faz a conta sobre a viabilidade de deixar o gado confinado durante a estiagem, que normalmente dura de três a quatro meses. Se ele entende que não compensa, não confina”, assegura.
Levantamento realizado pela Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) em julho desse ano com confinadores de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará e Bahia indicam que a retração no rebanho confinado em 2010 deverá ficar em 8,8% se comparado a 2009. A queda é mais acentuada do que os 5,8% levantados pela entidade em pesquisa anterior.
Mas há fatores relacionados à demanda que contribuem para a defasagem de oferta. A assessora técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Adriana Mascarenhas, aponta o aumento nas exportações e o aumento no consumo de carne devido à recuperação da economia. O cenário pode se intensificar com a chegada das festas de final de ano. Para Adriana, o quadro de escassez de gado para abate poderá ser agravado também se confirmadas as previsões de estiagem prolongada no segundo semestre, conseqüência do fenômeno La Ninã. “Por aí se percebe que o argumento de segurar boi no pasto não procede. Simplesmente porque não há pasto”, enfatizou.
As informações são da assessoria de imprensa da Famasul/Senar-MS.
FONTE: Agrolink

Touros Montana selecionados serão ofertados no Megaleilão


O Megaleilão Virtual Montana 2010 acontece no dia 09 de setembro, a partir das 20:30h, com transmissão do Canal do Boi. Serão ofertados os 100 melhores machos da safra 2008 e entre eles 4 touros, TOP 1% das avaliações, selecionados para participar do teste de progênie do Programa Montana.
A genética dos touros em teste contribui para a produção de machos e fêmeas das próximas safras nas fazendas dos franqueados. Confira abaixo os lotes e as principais características desses reprodutores, com os comentários da gerente de operações do Programa Montana, Gabriela Giacomini:
Lote 60 – “Montana Calgary tem Índice Montana equilibrado de 7,5 pontos, com uma das maiores DEPs de peso ao desmame e a maior DEP de ganho de peso de todo o Megaleilão. É um dos melhores de toda a safra, com composição racial muito equilibrada. Esse animal possui altíssima adaptação, com baixo zebu e zero de raças britânicas.”
Lote 30 – “Montana Caudilho têm Índice Montana de quase 10 pontos, possui as maiores DEPs de peso ao desmame e peso aos 14 meses, além da segunda melhor para ganho de peso do Megaleilão. Filho de um dos touros Senepol mais provados dentro do Programa Montana, ele possui zero de raças britânicas, e se encaixa muito bem em vacas Nelore e vacas F1 Red Angus.”
Lote 31 – “Montana Czar têm Índice Montana muito equilibrado de 7,5 pontos. Este touro chegou aos 14 meses de idade pesando 539 kg. Filho de um dos touros Senepol mais provados do Programa Montana, ele possui zero de raças continentais e se encaixa bem com vacas Nelore e vacas F1 Simental ou Limousin, por exemplo.”
Lote 32 – “Montana Centauro é o touro mais pesado do Megaleilão. Possui Índice Montana de 7,5 pontos e têm a segunda melhor DEP para peso ao desmame e uma das maiores para peso aos 14 meses. Desmamou com quase 300 kg, chegando aos 14 meses com 535 kg. Sua composição racial é muito equilibrada, combinando alta adaptação com raças britânicas e continentais.”
O catálogo oficial do leilão, com vídeos e informações dos touros, pode ser acessado através do site:www.compostomontana.com.br
O frete rodoviário é livre para cargas de 16 ou 24 touros, para qualquer lugar do país. Outra opção é retirar os touros nos seguintes pontos de entrega: Pontes Gestal/SP, Presidente Venceslau/SP, Aporé/GO, Miranda/MS, e Rio Brilhante/MS.
As informações são da assessoria de imprensa do leilão.

FONTE: Agrolink

Leilão Seleção Angus na Expointer obteve médias superiores de R$ 7,1 mil


A Casa Branca Agropastoril (FAMA/MG) levou R$ 45,6 em animais Aberdeen Angus
A Casa Branca Agropastoril (Fama/MG), de Paulo de Castro Marques, foi o maior comprador do Leilão Seleção Angus – Expointer, promovido pela Associação Brasileira de Angus (ABA), com a aquisição de sete fêmeas PO Angus, pelo valor de R$ 45,6 mil. A média das fêmeas foi de R$ 6,5 mil, número superior aos R$ 4 mil comercializados ano passado, e o total de venda dos 32 animais Aberdeen Angus chegou aos R$ 228 mil.
O presidente da ABA, Joaquim Francisco Bordagorry de Assumpção Mello, está satisfeito com as médias obtidas no Leilão Seleção Angus – Expointer ao comparar com os índices obtidos no ano anterior, quando as médias foram de R$ 4 mil. “Vendemos neste ano 80% da oferta e confirmamos a expectativa de crescimento na comercialização de 15% na Expointer 2010”, afirma o presidente Mello.
Com o pavilhão da pista J, onde se realizou o remate, lotado de associados, criadores e admiradores da raça, o leilão marcou a excelente apresentação da maior raça de bovinos de corte inscritos na Expointer 2010. O lote mais caro comercializado no Leilão Seleção Angus - Expointer foi o macho PO, Barragem TE 16 Westwind Líder TE 198, de Ricardo Macedo Gregory, Estância Barragem (Quarai/RS) em parceria com Dimas Corrêa Rocha, da Fazenda São João (Cachoeira do Sul/RS), pelo valor de R$ 21 mil. O comprador foi Raul Ritter dos Santos, da Estância Paraíso do Piquirí (Encruzilhada do Sul/RS).
As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus.
FONTE: Agrolink

Cabanha da Corticeira e GB Agropecuária vencem Grande Campeonato de fêmeas de argola

Ficou com a novilha Angus box 1049, LC Susana TE S 144, da parceria Cabanha da Corticeira/GB Agropecuária, respectivamente de Luiz Anselmo Cassol (São Borja/RS) e Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno (Porecatu/PR) a roseta de grande campeã do julgamento de fêmeas da Associação Brasileira de Angus (ABA). O proprietário da Cabanha Corticeira, Luiz Anselmo Cassol, lembrou que essa foi uma aposta que valeu muito a pena, ao salientar que o animal esteve muito doente até pouco tempo atrás e conseguiu se recuperar em tempo para vir competir em Esteio. “A vaquilhona, de 17 meses, é bastante novata nesta competição onde as parceiras eram, em sua maioria, vacas adultas”, comemora Cassol.




















A Grande Campeã - Expointer 2010

A Cabanha Rincon de Sarandy (Uruguaiana/RS), de Claudia Indarte Silva, ficou com o título de reservada grande campeã da raça Aberdeen Angus na Expointer 2010, com a bela novilha Rincon Morocha TE 1132, box 1113. A terceira melhor fêmea também foi obtida pela Rincon com o box 995, Rincon Hermosa TE 1518. O administrador da Cabanha, Ignácio Silva Tellechea disse estar gratificado com os resultados de um longo trabalho , que inicia quando nasce a terneira. “Hoje era o único e grande dia das fêmeas e conseguimos vencer a disputa, após um longo período de trabalho com o animal”, finaliza Ignácio.


















Reservada de Grande Campeã - Expointer 2010



















Terceira Melhor Fêmea - Expointer 2010
O jurado Flávio Montenegro Alves disse estar muito satisfeito em julgar animais com tamanha qualidade racial. “Vimos uma excelente evolução nas fêmeas com a apresentação de animais uniformes, com padrão e pureza racial apurados“, julga Flávio Montenegro, ao lembrar que isto significa também a evolução dos criadores com seus animais.

Crédito Fotos: Miguel Araújo

Fonte: Associação Brasileira de Angus/Assessoria de Imprensa Luciana Bueno; MTb/RS 8508 (51) 8136 9420

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 03/09/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 02/09/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,70R$ 5,50
KG VivoR$ 2,85R$ 2,75
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,13
KG VivoR$ 2,47R$ 2,44
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Carne bovina será considerada item de luxo em 2050, avalia analista

Consumo mundial de carne deve ser maior no setor avícola

O consumo mundial de proteína animal deve ter grande crescimento até 2050. Essa é a análise de Osler Desouzart, da OD Consultoria, Planejamento e Estratégia de Mercados.
— Vai haver uma migração do consumo mundial de alimentos vegetais para os de origem animal, com o crescimento da renda das populações pobres de países asiáticos e africanos — disse.
O analista participou do Fórum Canal Rural: Perspectivas do mercado de proteína animal, ocorrido na tarde desta sexta, dia 3, na CASA RBS, durante a Expointer.
A expectativa é bastante favorável para o setor no Brasil, já que os dois continentes com maior expectativa de crescimento populacional, Ásia e África, não possuem local para suprir este novo mercado. O que resta a eles é importar. Além disso, Desouzart acredita que o Brasil é o país com mais recursos naturais e maior possibilidade de aumento da produção.
O crescimento da produção deve ocorrer principalmente no setor avícola, com aumento de 118,5% até o ano de 2050. Para Osler, a carne bovina será considerada de luxo, devido à escassez de recursos naturais, principalmente terra arável e água.
Para Luiz Fernando Ross, presidente da Asgav - Sipargs, duas questões ainda precisam ser resolvidas para que o mercado de proteína animal do país siga o crescimento da demanda mundial: mão de obra, que atualmente é escassa, e leis ambientais que pensem também no setor.

FONTE: CANAL RURAL

Pecuária de Corte:Para CNA a escassez de gado pode ser maior que previsto.

Para Antenor Nogueira serão necessários 4 ou 5 anos para recuperar patamares de 2004/2005.

Antenor Nogueira Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da CNA, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, relaciona a escassez de gado ao abate excessivo de fêmeas "O abate excessivo de fêmeas, há cerca de três anos, é a principal causa da falta de gado para atender à demanda de carne neste período de entressafra".
O consumidor é o maior prejudicado. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, enquanto o valor da arroba do boi pago ao produtor teve um aumento de 5,95%, a carne está chegando até o consumidor sul-mato-grossense em média 20% mais cara.
Segundo Nogueira, não há previsão para que o cenário mude em relação à falta de boi para o abate. Mesmo que a variação na oferta de gado seja cíclica, serão necessários outros quatro ou cinco anos para recuperar patamares já atingidos na reserva de gado. O rebanho nacional, que chegou a cerca de 206 milhões de cabeças há cinco anos, fica hoje em torno de 180 milhões de cabeças, calcula. "O percentual de abate de fêmeas chegou a 47% há cinco anos, sendo que atualmente fica em torno de 27%", compara, justificando que o produtor foi levado a se desfazer das matrizes para compensar a pior crise vivida pelo setor em 50 anos.
Para o dirigente, a recuperação será em longo prazo e passa pela criação de linhas específicas de crédito voltadas para a retenção de matrizes.

Fonte: CNA

Mercado do boi gordo segue firme

O feriado da próxima terça-feira (7/9) deu alguma folga aos compradores, que tentam recuar os preços do boi gordo. No entanto, a oferta é curta e as compras não evoluem, o que mantém o mercado firme.
Pouca movimentação em São Paulo nesta sexta-feira. O preço referência está em R$91,50/@, a prazo, livre de imposto.
A oferta de animais confinados existe, mas não tira a sustentação do mercado e os frigoríficos paulistas buscam animais nas praças vizinhas, onde também não há boa oferta.
Em Paragominas – PA, a oferta restrita e dificuldade nas compras provocaram reajuste de R$2,00/@. A referência para as negociações a prazo é R$80,00/@, livre de imposto. Esta semana o boi gordo subiu 5,3% na região.
No Noroeste do Paraná os frigoríficos precisam pagar mais para conseguir animais para o abate. Existe alguma oferta de animais confinados, mas não supre a demanda. A alta em 30 dias foi de 7,2% e o preço referência está em R$89,00/@, a prazo, livre de imposto.
Também houve aumento nos preços do boi gordo no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Oeste do Maranhão e Oeste de Santa Catarina.
No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis.

Clique aqui e confira as cotações do boi.


Fonte: Scot Consultoria

Boi-XP: preços encerram a semana com pequena baixa

Confira a análise completa: Relatorio_de_boi_0903.pdf

Fonte: XP Agro

Maiores compradores da carne bovina brasileira

A Rússia nos últimos anos (desde 2006), sempre esteve na primeira posição entre os compradores da carne bovina brasileira in natura. Mas a segunda e terceira posições têm se alterado.
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), a segunda posição como maior comprador de carne bovina in natura (em faturamento) do Brasil já passou pela Holanda em 2004 e 2005, Egito em 2006 e 2007, Venezuela em 2008, Irã em 2009 e em agosto de 2010.
Questões políticas, sanitárias e comerciais interferem na decisão de focar determinados mercados pelos exportadores brasileiros, assim como as questões de mercado como demanda e preço para cada país.
O importante é que o Brasil tem conseguido manter a sua posição como o maior exportador de carne bovina do mundo, diversificando seus mercados e diluindo, conseqüentemente os riscos.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Devon registra venda recorde na Expointer


Faturamento total foi de 179 mil
A raça Devon registrou na edição da Expointer deste ano preço recorde para a raça. O grande campeão de Esteio, da Cabanha São Valentin, foi arrematado por R$ 26 mil. O comprador foi a Cabanha Camboatã, de Marcos Pandolfi, Cristal (RS).
A venda foi realizada no Top Devon. O evento registrou a comercialização de 11 machos com média de R$ 5714,00 e 26 fêmeas rústicas com preço médio de R$ 2218,50. O exemplar mais caro foi o lote 3272, da Cabanha Saudade, de José Carlos de Assis Brasil Senna. Foi adquirido pela Cabanha Azul por R$ 6,3 mil.
O evento registrou oferta de quatro campeões de argola, com média de R$ 14,7 mil. O faturamento total foi de R$ 179 mil.
A presidente da Associação Brasileira de Criadores de Devon, Elizabeth Cirne Lima, comemorou o resultado. “Foi muito bom presenciar a valorização da raça nas pistas”, afirma.
Devon elege seus campeões rústicos
A Cabanha Palmeira, da Camaquã, foi a grande vencedora do julgamento de exemplares Devon rústicos ocorrido nesta quinta-feira (2-9) na Expointer. A propriedade de Cláudio Ribeiro levou o prêmio de melhor lote de touros PP e de melhor touro da categoria, com o Palmeira 1259, e o lote campeão do lote de touros PC, além do prêmio do melhor exemplar, o Palmeira E 400, e melhor lote de fêmeas PC e a melhor individual. O jurado foi o agrônomo e professor das Faculdades de Agronomia e Veterinária da UFRGS, José Fernando Piva Lobato. Assim como no julgamento dos animais de argola ocorrido nesta quarta-feira, Lobato buscou valorizar especialmente os animais com capacidade de geração de carne ao invés de gordura.
O lote de reservado de grande campeão PP ficou com a Fazenda São Valentin, de Reinoldes Cherubini, Nova Prata.
Nas fêmeas PP, o melhor lote foi da Cabanha Saudade, de José Carlos Senna, São Gabriel (RS), com destaque para Bom 3189 como a melhor individual.
Assim como no julgamento de animais de argola ocorrido nesta quarta-feira, o jurado da disputa, professor-doutor José Fernando Piva Lobato, buscou valorizar animais com boa capacidade de produção de carne ao invés de gordura.
As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Criadores de Devon.
FONTE: Agrolink

Agosto: oferta restrita dita o ritmo do mercado do boi gordo

Agosto foi marcado pelo tempo seco, oferta restrita e preços em alta. Como já era esperado, com a seca o volume de animais terminados a pasto é muito pequeno na maioria da regiões e a redução no número de animais confinados esperada para esse ano colaborou para que a oferta de animais para o abate seguisse restrita durante o mês passado dificultando as compras e forçando reajustes nos preços da arroba.

Alguns agentes do mercado consultados pelo BeefPoint, comentam que as incertezas que rondavam o mercado do boi gordo durante o primeiro semestre e os altos preços das categorias de reposição foram os principais fatores que estimularam esta redução nas metas de confinamento e um atraso no fechamento das boiadas.

As constantes altas dos últimos dias parecem ter animado alguns confinadores, como podemos notar no comentário de Eduardo Zillo Bosi, de Lençóis Paulista/SP, que informa que na sua região o mercado de reposição segue mais firme do que nunca, tendo negócios de boi magro a R$90,00/@, à vista. "A ideia é embarcar com rapidez, para que estes animais cheguem logo ao cocho e os confinamentos possam completar suas lotacões que continuam baixas", completou.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo



Durante o mês de agosto, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista acumulou alta de 7,27%, sendo cotado a R$ 92,23/@ no último dia do mês. A média mensal deste indicador, levantado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea - Esalq/USP), foi de R$ 88,99/@.

No dia 31 de agosto, o indicador a prazo foi cotado a R$ 92,79/@, com variação mensal de 6,95%. No mês a média deste indicador ficou em R$ 89,77/@. No dia 26 de agosto, arroba do boi em São Paulo, com prazo de pagamento para 30 dias, foi cotada a R$ 93,05, maior valor desde 21 de outubro de 2008.

Tabela 1. Principais indicadores



Segundo o Cepea, "em muitas regiões, as negociações à vista continuam largamente se sobrepondo às vendas a prazo. Tem chamado a atenção também o fato de os preços à vista ter curiosamente se igualado ou mesmo superado aqueles ofertados a prazo. Isso se deve à maior urgência para preenchimento de escalas e à preferência de vendedores para recebimento à vista, quando não antecipadamente ao abate".

O mercado futuro acompanhou as movimentações do indicador e todos os contratos de boi gordo negociados durante o mês de agosto também apresentaram variação positiva. O vencimento agosto/10 foi liquidado no dia 31 com média móvel de 5 dias de R$ 91,68/@. Os contratos que vencem em outubro/10 acumularam alta de 6,5% no mês passado.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 30/07/10 e 31/08/10



O preços das categorias de reposição também apresentaram alta, porém em menor intensidade do que o observado no mercado do boi. O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 679,12/cabeça (31/08/10), acumulando variação positiva de 1,58% durante o mês de agosto.

A valorização de 7,27% do indicador de boi gordo propiciou uma melhora na relação de troca que fechou o período com média mensal de 1:2,20. No dia 31 de agosto era possível comprar 2,24 bezerros com a venda de um boi gordo de 16,5@.

Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça) x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)



A margem bruta na reposição - que é a diferença da venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro de reposição e será utilizada para investimentos, pagamento de contas e salários e lucro - também melhorou, ficando em R$ 842,68 no dia 31. A média mensal (agosto) deste indicador foi apurada em R$ 800,87, 12,9% acima do valor registrado em julho e 19,57% acima da média do mesmo período do ano passado (R$ 669,75).

Gráfico 4. Margem bruta na reposição



Os preços da carne bovina no atacado também apresentaram alta durante o mês. O equivalente físico foi calculado em R$ 89,15/@ no último dia de agosto, acumulando valorização de 7,64%. Somada à oferta restrita a alta no preço da carne deu sustentação aos reajustes nos preços do boi gordo em agosto, já que o mercado doméstico segue aquecido.

Gráfico 5. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Exportações de carne bovina in natura

Em agosto, os exportadores brasileiros enviaram ao exterior 95.900 toneladas de carne bovina in natura, responsáveis pela geração de uma receita de US$ 391,7 milhões. No acumulado do ano a receita registrada com as exportações do produto atingiram a marca de US$ 2,64 bilhões e o volume embarcado chegou a 684.330 toneladas, 10,93% acima do mesmo período do ano passado.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume enviado ao exterior em agosto foi 32,14% superior e a receita cresceu 52,59%. Já na comparação com o mês anterior - julho de 2010 -, temos um leve recuo (-3,95%) na receita apurada e uma retração de 5,70% no volume de carne bovina in natura exportada, segundo os dados do MDIC.

Gráfico 6. Exportações brasileiras de carne bovina in natura



Tabela 2. Exportações brasileiras de carne bovina in natura


FONTE: BEEFPOINT

Mercado de reposição travado

Mercado lento. Apesar da seca, os preços não recuaram e o mercado permanece travado. A oferta não é abundante e os negócios escassos.
Como já vem ocorrendo há algumas semanas, o preço do boi magro permanece firme, em resposta ao mercado do boi gordo em alta.
Esta categoria está mais valorizada em São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná, com preços variando de R$1.000 a R$1.150 por cabeça. Transformando em R$/@, os preços vão de R$83,30 a R$95,80/@.
A expectativa é de que até o fim do ano o mercado de reposição permaneça firme, já que nem a forte seca foi capaz de tirar a sustentação dos preços.
Outro fator é que, especialmente para o bezerro, a demanda deve voltar a se aquecer até o fim do ano, frente à oferta que insiste em não evoluir.
Finalmente, fica a expectativa com relação ao preço do boi gordo, que certamente induzirá reajustes, caso permaneça na atual trajetória de alta.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

A polêmica gado e carne

Primeiro, foi a ONU, que chancelou um estudo que dizia que a criação de bovinos a campo fazia mais mal à natureza, aumentando o efeito estufa e as mudanças climáticas como qualquer outra atividade humana poluente. Há poucos meses, a Onu voltou atrás e desautorizou as conclusões daquele estudo. Agora, a Time Magazine publica um artigo informando que outro estudo demonstrou que a criação de gado a campo ajuda a eliminar a dispersão do CO2 e, portanto, é menos prejudicial ao ambiente do que a criação de gado confinado e alimentado com grãos. É um tema que ainda será muito discutido porque os interesses não são só científicos. Há muito interesse comercial no meio e já se fala que o CO2 será a nova barreira não tarifária nos próximos anos. País que não eliminar o CO2 gerado pela produção de bens não terá mercado.
A polêmica II
Dentro deste tema, uma nova experiência começará a ser feita, no Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, que vai trazer novos dados para a polêmica. A Conexão Delta G, grupo de fazendas criadoras de hereford, braford e nelore, acertou com o frigorífico Marfrig para abater animais braford a campo e confinados e congelar o contrafilé, entregando-o ao Instituto de Cardiologia. Lá, dois grupos de voluntários passarão 15 dias um comendo carne de gado confinado e outro de gado a campo. Todos os dias serão feitas amostras de sangue com verificação do colesterol e da glicose de cada grupo. O objetivo, diz Valter José Pötter, da Conexão, “é provar que a carne gaúcha a pasto é mais saudável que a de gado confinado alimentado a grão”.
A polêmica III
Os resultados da pesquisa poderão se refletir no Programa Carne do Pampa, que até pouco só aceitava abate de animal a campo, mas, por solicitação dos criadores e para atender à demanda crescente de carne, permitiu a suplementação com grãos, mesmo com os animais continuando a campo, na proximidade do abate. De acordo com o estudo da Time Magazine citado, os grãos têm que ser abolidos da criação bovina, pois eles seriam os grandes responsáveis pelo aumento do efeito estufa. Como veem os leitores, a polêmica vai longe.

FONTE: JORNAL DO COMÉRCIO

Canadá deve abrir mercado para carnes argentinas

Após se reunir com o ministro do Comércio Internacional do Canadá, Peter Van Loan, o chanceler argentino, Héctor Timerman, destacou a "pronta abertura do comércio canadense às carnes argentinas", considerando o status sanitário reconhecido da Argentina.
Os ministros concordaram que a troca comercial entre os dois países, que totalizou US$ 720 milhões em 2009, com tradicional superávit para a Argentina, apresenta importantes possibilidades de crescimento e diversificação.
Ambos destacaram o "excelente" estado da relação bilateral e conversaram sobre os mecanismos para continuar fortalecendo os vínculos econômicos entre os países e também entre o Canadá e o Mercosul.
Rússia
Da Rússia, no entanto, as notícias não são tão animadoras para a pecuária argentina, tampouco para Estados Unidos, Brasil e Polônia. O Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia impôs restrições temporárias às importações de carne a empresas desses países por não cumprirem com as normas veterinárias e sanitárias adotadas no país.
Esse órgão anunciou também que intensificará o controle dos produtos de carne procedentes do Canadá devido ao fato de alguns exportadores venderem à Rússia carne com bactérias e outros microrganismos nocivos para a saúde.
As restrições, em vigência a partir de 8 de setembro, afetam empresas brasileiras que pertencem à processadora de carne bovina JBS.
As informações partem do El Enfiteuta, conforme noticiou o BeefPoint.

Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina

Demanda por carne bovina está menor na Grande SP, diz Cepea

SÃO PAULO, 2 de setembro de 2010 - No atacado da Grande São Paulo, operadores identificam ligeiro desaquecimento da demanda por carne bovina nos últimos dias, que estaria migrando parcialmente para outras carnes, de acordo com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Ainda assim, os preços dos cortes com osso seguem firmes. As atuais cotaçõesestão próximas de superar os maiores preços (nominais) já registrados pelo Cepea, em outubro de 2008. Nessa quarta-feira, a carcaça casada do boi foi negociada a R$ 5,92/kg - em meados de out/08, a média nominal foi R$ 5,94/kg. Em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de julho/10), a maior média mensal, de R$ 5,93/kg, também foi verificada em outubro de 2008.
Na quarta-feira (01 de setembro), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (SP, à vista, CDI, com 2,3% de Funrural) fechou a R$ 92,88. A média de SP a prazo foi de R$ 93,76, alta de 1,05% no dia, após ter acumulado ganho de 7% em agosto. Frigoríficos paulistas consultados pelo Cepea seguem comprando animais em outras regiões, recebendo lotes contratados e também abatendo animais de confinamentos próprios.
"No entanto, esse volume não tem sido suficiente para preencher as escalas de abate. Com isso, o comportamento que predomina é de alta dos preços da arroba", diz a instituição.

Fonte: Jornal do Brasil
(SV - Agência IN)

Iagro revoga portaria sobre lotação de pasto em MS

Iagro revogou portaria de número 2096, que regulamenta o controle da lotação de gado em áreas de pasto de Mato Grosso do Sul
A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) revogou ontem (02) a portaria de número 2096, publicada no dia 24 de agosto, a qual regulamenta o controle da lotação de gado em áreas de pasto de Mato Grosso do Sul. A portaria estabelecia como parâmetro para verificação do serviço de inspeção da Agência o limite de três unidades animal por hectare em propriedades localizadas no Planaldo. No Pantanal, a quantidade estabelecida como média de verificação pelo serviço de defesa era de 1,5 unidades animal por hectare de pastagem. Cada unidade animal corresponde a 450 quilos de boi vivo.
As informações partem da Sato Comunicação

Fonte: Centro de Inteligência em Genética Bovina

Ministério da Agricultura intensifica ações na fronteira para controlar aftosa

Parceria entre produtores, empresários e governo é importante para alcançar resultados, diz secretário de Defesa Agropecuária.
O governo brasileiro desenvolveu parceria estratégica com países vizinhos para combater a febre aftosa na América do Sul. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, a medida é vital para intensificar as ações conjuntas. “Para avançar no processo contra a febre aftosa precisamos trabalhar em conjunto com a Bolívia, Equador e Venezuela e envolver produtores, setor empresarial e governo”, disse nesta quinta-feira, 2 de setembro, durante a reunião do Conselho Diretor da Federação das Associações Rurais do Mercosul, em Esteio (RS).
De acordo com Francisco Jardim, é importante para o Brasil continuar a parceria na área de defesa firmada em 1977 com a Bolívia. “Temos ampliado a vigilância na fronteira entre os dois países, intensificado a fiscalização do trânsito animal, inspecionando regularmente as propriedades e realizando o monitoramento soroepidemiológico na área”, ressaltou. A reunião do Conselho Diretor da Farm faz parte da programação da 33ª edição da Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários (Expointer). A feira termina no próximo domingo, 5 de setembro, e conta com 45,3 mil metros quadrados de pavilhões cobertos e 70 mil metros quadrados de área para exposições.
Para controlar o trânsito de animais, produtos e subprodutos na região foram instaladas 12 bases fixas de fiscalização. Os fiscais contam com quatro barcos, um hidroavião e veículos. A expectativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é implantar mais sete postos fixos nos estados de Mato Grosso e Rondônia até o fim do ano.
Para controlar a febre aftosa, o governo adotou também treinamentos de profissionais brasileiros e bolivianos, contribuindo para a troca de experiências, facilitando o cadastramento das propriedades e a execução das campanhas sanitárias.
A fronteira do Brasil com a Bolívia possui extensão de 3,4 mil quilômetros, sendo 2,6 mil quilômetros de rios e canais, 750 quilômetros de vias convencionais (fronteira seca) e 63 quilômetros de lagoas.
Classificação
No Brasil, o Distrito Federal e 14 estados são classificados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livres da febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará, no Amazonas, apresentam a mesma classificação. Os outros estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como de alto risco, e Amazonas e Amapá têm risco desconhecido.

Fonte: MAPA. Por Kelly Beltrão

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

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Expointer 2010 discute novo modelo de Sisbov

Principal objetivo das mudanças é garantir a exportação da carne e conquistar novos mercados
Cristiano Dalcin Esteio (RS)
O Ministério da Agricultura apresentou nesta quinta, dia 2, a produtores, o novo modelo do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva Bovina (Sisbov). A apresentação ocorreu na Expointer, em Esteio (RS). O principal objetivo das mudanças é garantir a exportação da carne e conquistar novos mercados.
A preocupação é antiga para os criadores de gado hereford e braford. Há dez anos, a Associação Brasileira criou um programa de carne certificada para as raças. O aumento do controle de qualidade começa a render resultados.
— Fizemos agora um convênio com um grande grupo de varejo internacional visando retornar a exportação desta carne, e acho que em um a dois anos estaremos novamente com ela em todo o mercado internacional via esta grande rede de varejo — disse o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Hereford e Braford, Fernando Lopa.
De acordo com o Ministério da Agricultura, 54 países, incluindo a União Europeia, exigem que o gado seja rastreado para a importação da carne. As mudanças feitas no Sisbov buscam atender ao que quer o mercado internacional. Porém, ainda não existe data para que elas entrem em funcionamento.
Em Esteio, o coordenador do Sisbov, Naor Luna, explicou as mudanças para os criadores. Segundo ele, as vistorias e certificações vão ficar a cargo do Ministério e das Secretarias de Agricultura, sem participação das certificadoras. Guias de trânsito animal eletrônicas vão facilitar o envio das informações do produtor para um banco nacional de dados.
— Nós estamos então fazendo isso, desenvolvendo este sistema. Assim que estiver pronto, esse sistema será entregue ao Ministério da Agricultura, onde nós faremos testes internos. Após serem feitas as correções necessárias, nós vamos colocar em um piloto. Vamos tentar pelo menos duas propriedades em cada Estado. Isso vai envolver 18 propriedades, no mínimo nove Escritórios de Defesa Agropecuária, que é onde o produtor tira a GTA. Então esses escritórios serão envolvidos, os frigoríficos que abatem estes animais e as fábricas de brinco — explica Luna.
Mato Grosso do Sul, com rebanho de 25 milhões de cabeças, é o Estado com o maior número de animais vivos incluídos no novo modelo dos Sisbov: são quase 1,4 milhão. Em todo o país, o número passa de seis milhões. A adesão ao sistema, conforme o Ministério, atende à demanda brasileira de animais rastreados com carne destinada à exportação.
— O Sisbov é um avanço e vai dar base, vai dar sustentação para que o produtor possa exportar se caso assim o for, animais ou produtos de qualquer região do país — afirma o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Jamil Gomes de Souza.

Fonte: CANAL RURAL

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Exportações de carne bovina cresceram 46% em comparação a agosto de 2009

As exportações de carne bovina em agosto cresceram 46,2%, US$ 392 milhões, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária de exportações de carne bovina “in natura” caiu em agosto quando comparado a julho (de US$ 18,5 milhões para US$ 17,8). O acumulado foi de US$ 407,8 milhões para US$ 391,7 milhões em agosto. Já quando comparado a agosto de 2009, o acumulado das exportações subiram US$ 256,7 para US$ 391,7 milhões.

FONTE: Redação BeefWorld

Boi e carne sobem, mas consumo segue positivo

A recuperação do mercado do boi gordo, com sucessivas altas em todos os elos da cadeia, já virou destaque na mídia. Desde o início do ano a alta acumulada foi de 17,6% para o boi gordo e 18,2% para a carne no atacado. Até o bezerro – cuja queda era esperada com o crescente investimento em cria nos últimos anos – acumula alta de 11,1% no ano, com queda de apenas 1,8% em agosto.
O movimento de alta teve início em dezembro de 2009 e já em março deste ano as cotações superavam as registradas em 2008 e 2009. Vale lembrar que a força de alta observada em 2008 teve início a partir de maio, registrando o preço máximo histórico de R$ 94,41/@ em junho e entre junho e agosto era o patamar mais alto do período analisado (2008 a 2010).
O preço do boi gordo no último dia do mês passado, entretanto, foi de R$ 92,23/@, quase R$ 2,00/@ acima do registrado nos últimos anos. O que isso quer dizer? Que atingimos o patamar pré-crise, confirmando boa recuperação da demanda por carne bovina e a baixa oferta de gado para abate, que tem sido o principal driver do ano. A comparação com 2008 é interessante, porque até o início da crise era possível observar certa euforia no mercado, semelhante ao que acontece hoje. Não será uma luz amarela no mercado?
Por outro lado, essa condição de baixa oferta deu espaço para as altas observadas. O ritmo foi maior para o boi e para a carcaça no atacado, enquanto o repasse ocorreu de maneira mais lenta para a carne sem osso no atacado e varejo. Os dados preliminares do varejo indicam alta acumulada no ano de 11,5% (Dieese), bem abaixo do registrado para os outros elos.
Um dos motivos é o receio quanto à capacidade de absorção das altas pela população, além da possibilidade de deslocamento do consumo para outras proteínas mais baratas. A carne de frango, que reagiu 1,8% no último mês no atacado, está estável em relação ao início do ano no varejo. A carne suína, por sua vez, já acumula alta de 7,9% no atacado desde o início do ano, mas no varejo recuou 2,5%.
A alta no preço do boi foi repassada em escala menor para o varejo, que reduziu sua margem de rentabilidade, entretanto, essa condição não deve durar no longo prazo e a alta no varejo pode limitar o consumo.

FONTE: www.agroblog.com.br / autor LEONARDO ALENCAR

PROMOÇÕES EXPOINTER 2010 - PREÇOS IMPERDÍVEIS

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Mercado ajustado não abre espaço para gado confinado pressionar preços

Boi: mercado segue em ritmo de alta devido a baixa oferta de animais para abate, com aumento de R$ 1,00 pela arroba nas principais praças do país. Negócios pontuais em São Paulo já acontecem a R$ 92,00.
O ritmo no mercado do boi gordo segue em alta em função da baixa oferta de animais terminados para abate dos frigoríficos, com aumento hoje de R$ 1,00 sobre o preço da arroba nas principais praças pecuárias do país tanto para o boi quanto para a vaca gorda. Apesar de pressionar os preços, o volume de gado do confinamento esperado para as próximas semanas não deverá mudar o patamar altista do mercado.
Em São Paulo, os preços no mercado físico são entre R$ 90,00 e R$ 91,00 à vista, mas já há registro de negócios pontuais a R$ 92,00. No triângulo mineiro e em Goiás, preços a R$ 86,00 à prazo. No oeste do Maranhão, R$ 75,00 pela arroba e no sul do Tocantins, R$ 81,00.
O mercado atacadista mantém os preços da carne estáveis, mas seus estoques continuam enxutos já que os frigoríficos têm dificuldade para preencher suas escalas. Segundo Maria Gabriela Tonini, consultora da Scot Consultoria, o mercado tende a continuar firme nos próximos dias, com possibilidade de novas altas.
Apesar de o mês de setembro ser aguardado o segundo turno do confinamento, quando um maior volume de animais pode entrar no mercado e pressionar os preços, para este ano, a expectativa poderá ser inversa, pois o mercado está muito ajustado.

SCOT CONSULTORIA

Fonte: Redação NA

Boi: A escassez de oferta permanece e ainda há grande dificuldade para comprar animais terminados

A escassez de oferta permanece e ainda há grande dificuldade para comprar animais terminados.
Em São Paulo, os preços permanecem praticamente estáveis após a alta de ontem.
As escalas atendem, em média, 3 ou 4 dias. A proximidade do feriado (7 de setembro) favorece a indústria uma vez que, frente à baixa oferta de gado, a maioria opta por paralisar os abates na próxima segunda e terça-feira, dando a falsa impressão de escalas curtas.
Esse movimento pode segurar os ânimos no mercado, mas tem efeito contrário na carne e após a passagem do feriado.
No Pará, houve alta considerável nas duas regiões pesquisadas pela XP Agro. Em Redenção, devido à oferta escassa, alguns frigoríficos cogitam interromper os abates para evitar a alta ociosidade, o que acaba sendo prejudicial à indústria já que os custos operacionais permanecem.

Clique aqui confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

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Boi/CEPEA: Arroba e carne valorizam quase 20% em 2010

A combinação de desestímulo do pecuarista nos últimos dois ou três anos com estiagem severa resulta, já há alguns meses, em oferta relativamente pequena de animais para abate, segundo pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Não bastasse esse fundamento, também a demanda nacional e externa dá sinais de aquecimento, resultando em forte impulso dos preços do boi e da carne. O Indicador do Boi Gordo Indicador ESALQ/BM&FBovespa se mantém em trajetória ascendente desde meados de maio e a carne no atacado da Grande SP, desde final de julho.
Somente em agosto, o Indicador acumulou alta de 7,3% – a maior para o mês desde 2002, conforme dados do Cepea. No balanço de 2010, a valorização da arroba é de quase 20%. Para a carne (carcaça casada do boi), o acumulado mensal foi de 6,86%, no ano, de 18%.

Fonte: Cepea

Preços em alta, mas poucos negócios

A pequena oferta de animais terminados mantém o ritmo de alta dos preços da arroba do boi gordo.
De acordo com o levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a maior parte dos negócios sai por R$90,00/@, à vista, livre do funrural, e foram registradas compras por até R$92,00/@, a prazo, livre do imposto. Mesmo com as sucessivas altas nas cotações, o volume de negócios segue restrito.
Por R$85,00/@, à vista, livre do funrural, os negócios com animais do Mato Grosso do Sul travaram e começam a aparecer preços R$1,00/@ mais altos, mas ainda com pouca representatividade.
Aumentos nas cotações foram observados no Norte e Sudoeste do Mato Grosso, Maranhão, Pará, Tocantins e Espírito Santo.
No mercado atacadista de carne bovina, os preços ficaram estáveis.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Rústicos Hereford e Brafrod são julgados na Expointer


Os 194 exemplares rústicos das raças Braford (103) e Hereford (91) foram julgados, no dia 1º de setembro, encerrando a participação das duas raças nas pistas da Expointer 2010.

Os exemplares Hereford foram avaliados pelo médico veterinário Ricardo Amaral Furtado, proprietário da Reculuta Agropastoril, de Santana do Livramento, que apontou como Trio Grande Campeão Polled Hereford PO (lote 2) as fêmeas expostas pela Cabanha Santa Angélica, de Pedras Altas, enquanto que a vaquilhona de tatuagem D014, da Estância da Tamanca, de Santa Vitória do Palmar, integrante do Trio Reservado Grande Campeão, foi escolhida a Melhor Fêmea Rústica PO. Entre os machos, o Trio Grande Campeão Polled Hereford (lote 4) - e o Melhor Touro Rústico PO (Tat. 2813) – foi apresentado pela Estância Mauá, de Santa Vitória do Palmar, que garantiu o bicampeonato na Expointer. “No ano passado vencemos com um trio de touros de três anos, e agora ganhamos com um trio de dois anos”, comemora Bira Anselmi.

Nas fêmeas PC, a vitória foi do Condomínio Agropecuário Nova Aurora Anjo da Guarda, de Uruguaiana, com o lote 9, de onde saiu também a Melhor Fêmea Polled Hereford PC (Tat. 7427). Entre os machos, a Fazenda Irapuá, de Cachoeira do Sul, comemorou a decisão do jurado, que escolheu seu lote o Trio Grande Campeão Polled Hereford (lote 24) e apontou o exemplar de tatuagem 7622 como o Melhor Touro Rústico PC. “Esse prêmio vem coroar o trabalho que estamos fazendo nos últimos anos na busca por animais precoces que possam transmitir boa estrutura de carne, comprovando que nosso trabalho está no caminho certo”, ressalta Willy Haas Filho.

Na raça Braford, a responsabilidade de escolher os melhores exemplares rústicos foi de Ricardo Pereira Duarte, proprietário da Cabanha Touro Passo, de Uruguaiana, que apontou como Trio Grande Campeão (lote 36) as vaquilhonas apresentadas pelo Grupo Pitangueira, que também levou para Itaqui os prêmios de Melhor Fêmea Rústica (Tat. 38-H607), Reservado Trio Grande Campeão e Terceiro Melhor Trio de fêmeas. “Estamos muito felizes com estes resultados, pois está havendo uma elevação maravilhosa na qualidade dos animais apresentados a cada ano”, ressalta Pedro Monteiro Lopes, citando ainda os prêmios de Reservado Trio Grande Campeão e Terceiro Melhor Trio de machos Braford, resultados importantes para quem está em busca do eneacampeonato no ranking nacional da raça.

Já os representantes da Fazenda Santa Tereza, de Camaquã, comemoraram muito a escolha do exemplar de tatuagem 38-D1380 como o Melhor Touro Rústico e ainda o prêmio de Trio Grande Campeão Braford (lote 45), os mais importantes até agora obtidos na Expointer. “Apresentamos um trio que demonstrou muita homogeneidade e nobreza racial, aliadas a características produtivas que buscamos, tanto: reprodutivas como de produção de carne”, destaca Paulo Azambuja.

FONTE: AGROLINK

MT: volume de abates se mantém estável

Os frigoríficos mato-grossenses encerraram o mês de julho com um volume de abates de 372 mil cabeças, registrando uma ligeira queda de 0,1% em relação ao mês anterior. O mês de julho foi caracterizado pelo estreitamento das escalas de abates em algumas praças do Estado e pela dificuldade de aquisição de animais junto aos pecuaristas.
Levantamento do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola) aponta que por mais um mês o abate de machos obteve incremento (2,5%) e, de fêmeas, recuo de 5,4%. Acompanhando o movimento visto nos meses passados, o abate de fêmeas obteve mais uma queda e, na comparação do acumulado de 2010, com o período de janeiro a julho em 2009, não registrou variação, respondendo por 37% do abate total de Mato Grosso.
No acumulado do ano, o abate de machos chegou a 1,69 milhão de animais, representando crescimento de 17%. Em relação ao acumulado do abate total, a variação de um ano para outro registrou alta de 10,30%.
No mês de julho a taxa de utilização da capacidade industrial total, a qual leva em consideração a estrutura de todas as plantas frigoríficas do Estado, apresentou queda de 2,6% em relação ao mês anterior, registrando 38,2%. Já a utilização da capacidade efetiva, que abrange apenas a plantas em operação no Estado apresentou um recuo maior, 6%, no mesmo período, ficando em 87,13%.
As grandes responsáveis por essa queda na utilização total são as regiões Sudeste e Nordeste, que obtiveram queda de 25,4% e 42,4%, respectivamente. A região Médio-Norte teve acréscimo de 65,4%, segurando a queda observada de junho para julho. Apesar da volta da operação de alguns frigoríficos, a taxa de utilização caiu devido ao decréscimo do abate visto em regiões com grande capacidade de abate instalada.

FONTE: A matéria é de Marcondes Maciel, publicada no Diário de Cuiabá, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Ministério da Agricultura intensifica ações na fronteira para controlar aftosa

Esteio (RS) - O governo brasileiro desenvolveu parceria estratégica com países vizinhos para combater a febre aftosa na América do Sul. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, a medida é vital para intensificar as ações conjuntas. “Para avançar no processo contra a febre aftosa precisamos trabalhar em conjunto com a Bolívia, Equador e Venezuela e envolver produtores, setor empresarial e governo”, disse nesta quinta-feira, 2 de setembro, durante a reunião do Conselho Diretor da Federação das Associações Rurais do Mercosul, em Esteio (RS).
De acordo com Francisco Jardim, é importante para o Brasil continuar a parceria na área de defesa firmada em 1977 com a Bolívia. “Temos ampliado a vigilância na fronteira entre os dois países, intensificado a fiscalização do trânsito animal, inspecionando regularmente as propriedades e realizando o monitoramento soroepidemiológico na área”, ressaltou. A reunião do Conselho Diretor da Farm faz parte da programação da 33ª edição da Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários (Expointer). A feira termina no próximo domingo, 5 de setembro, e conta com 45,3 mil metros quadrados de pavilhões cobertos e 70 mil metros quadrados de área para exposições.
Para controlar o trânsito de animais, produtos e subprodutos na região foram instaladas 12 bases fixas de fiscalização. Os fiscais contam com quatro barcos, um hidroavião e veículos. A expectativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é implantar mais sete postos fixos nos estados de Mato Grosso e Rondônia até o fim do ano.
Para controlar a febre aftosa, o governo adotou também treinamentos de profissionais brasileiros e bolivianos, contribuindo para a troca de experiências, facilitando o cadastramento das propriedades e a execução das campanhas sanitárias.
A fronteira do Brasil com a Bolívia possui extensão de 3,4 mil quilômetros, sendo 2,6 mil quilômetros de rios e canais, 750 quilômetros de vias convencionais (fronteira seca) e 63 quilômetros de lagoas.
Classificação
No Brasil, o Distrito Federal e 14 estados são classificados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livres da febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará, no Amazonas, apresentam a mesma classificação. Os outros estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como de alto risco, e Amazonas e Amapá têm risco desconhecido.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Kelly Beltrão

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Boi Gordo: pequena oferta de animais terminados mantém alta dos preços

A pequena oferta de animais terminados mantém o ritmo de alta dos preços.
Em São Paulo a maior parte dos negócios sai por R$90,00/@, à vista, livre do funrural, e foram registradas compras por até R$92,00/@, a prazo, livre do imposto. Mesmo com as sucessivas altas nas cotações, o volume de negócios segue restrito.
No Triângulo Mineiro o boi gordo é negociado em até R$85,00/@, à vista, livre do imposto. O razoável volume de animais confinados ajuda a manter as escalas de cerca de 4 dias.
Por R$85,00/@, à vista, livre do funrural, os negócios com animais do Mato Grosso do Sul travaram e começam a aparecer preços R$1,00/@ mais altos, mas ainda com pouca representatividade.
Já no Oeste da Bahia, após as tentativas de recuo nas cotações em agosto, a oferta sumiu e os preços subiram significativamente. Foram registrados negócios em até R$85,00/@, à vista, livre do funrural, apesar do preço referência estar em R$81,50/@, nas mesmas condições.
Aumentos nas cotações também foram observados no Norte e Sudoeste do Mato Grosso, Maranhão, Pará, Tocantins e Espírito Santo.
No mercado atacadista de carne bovina, os preços estão estáveis.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

ITR 2010: As principais informações para eleborar a declaração do seu imóvel

O mês de setembro se aproxima e com ele a necessidade de entrega da Declaração de ITR. Neste momento, anterior ao preenchimento e transmissão da declaração, é hora de avaliarmos as declarações de anos anteriores e analisarmos os principais itens a serem declarados no ITR 2010.
Neste ano, tivemos uma alteração no período de entrega da declaração, conforme a Instrução Normativa no 1.058 o prazo para entrega da DITR será de 01 de setembro de 2010 até 30 de setembro de 2010.
Cumprindo o nosso papel de orientar e assessorar os produtores rurais de forma preventiva, enumeramos abaixo as principais questões que devem ser observadas no preenchimento da DITR 2010.

LEIA MAIS: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=74359

FONTE: MURILO DAMÉ PASCHOAL

Oferta do boi permanece escassa

Os preços dos bois permanecem firmes no primeiro dia de setembro mesmo com a oferta ainda escassa. A dificuldade de encontrar animais terminados em São Paulo e nas praças vizinhas promoveu novos ajustes de preços hoje.
Na capital, o preço médio pago pela arroba está em R$91,00 à vista. Alguns frigoríficos de maior porte conseguiram terminar a semana e já compram para a semana que vem devido a compras em estados vizinhos e por conta do feriado.
O ritmo segue menos acelerado em relação à semana passada, mas a tendência ainda permanece refletindo um mercado com pouca oferta de animais e consumo aquecido.

Fonte: Ribeirão Preto Online

Carne de marca própria do Walmart permite consumidor rastrear origem do produto

Pelo código de barras, clientes podem consultar, pela internet, todo o processo da cadeia produtiva do alimento; até o final do ano, itens do hortifruti vão integrar o programa.
O Walmart Brasil, parceiro estratégico do Akatu, está comercializando carne de marca própria “Campeiro”, que permite ao cliente saber, pelo site da empresa, todo o processo da cadeia produtiva do item por meio do código de barras disponível na embalagem. A iniciativa integra o programa “Qualidade Selecionada, Origem Garantida”, lançado pela empresa no início do mês, durante o Fórum do Varejo 2010, realizado em São Paulo.
Atualmente, apenas as lojas do Estado de São Paulo oferecem a carne e, segundo a empresa, até meados de setembro, o programa chega a todos os Estados do Brasil.
Na posse do código de barras, o consumidor acessa o site da empresa e digita a numeração para saber exatamente a localidade e o caminho que a carne percorreu até chegar à sua mesa.
Segundo Héctor Núñez, presidente do Walmart Brasil, a iniciativa deve se estender a produtos agrícolas até o final de 2010. “Por conta de todo o desafio da pecuária em relação ao desmatamento da Amazônia, a carne é o primeiro item deste programa, que já nasce com o objetivo de monitorar nossos produtos do hortifruti, o que deve começar a acontecer até o final deste ano”.
Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, a iniciativa do Walmart responde contribui para a prática do consumo consciente. “Ter informações acessíveis sobre a origem de um produto que consumimos é fundamental para a prática do consumo consciente”.
O programa integra as iniciativas da empresa em direção à sustentabilidade na Amazônia, uma das metas estabelecidas pelo Walmart, em 2009, quando criou o “Pacto pela Sustentabilidade”. A norma foi firmada com os principais fornecedores do Walmart.

Fonte: Estadão

Crise na pecuária argentina ajuda o Brasil a exportar, mas carne subirá

Consumidores podem esperar aumento real no preço da carne; ontem, em são paulo, a arroba foi cotada a R$ 92.
A séria crise vivida pela Argentina no setor pecuário afeta o Brasil. De um lado, é bom para a consolidação do produto brasileiro no mercado externo -a Argentina, tradicional exportadora de carne de qualidade, pode deixar parte desse mercado para os brasileiros.
Ao entrar em mercados antes ocupados pela Argentina, o Brasil tem chance de mostrar o avanço da qualidade do produto nacional e receber mais por ele, o que já vem ocorrendo.
Uma participação maior do Brasil no mercado externo traz a chance de o país vender cortes diferenciados e com maior remuneração.
Essa melhora no valor da carne deveria, em tese, se converter também em remuneração para o pecuarista.
Isso está ocorrendo. Demanda interna aquecida e retorno das exportações, em um período de poucos animais para abate, elevaram os preços internos da arroba para R$ 92, ontem, no Estado de São Paulo, preço 15% maior do que o de há um ano.
De outro lado, o consumidor pode esperar, aos poucos, aumento real no preço da carne. À exceção do Brasil, que saiu de uma crise após a ocorrência da aftosa em 2005, os demais grandes produtores -Austrália, Argentina e EUA- têm sérios problemas na produção.
Esses problemas passam por limitação de áreas, como na Argentina, mudanças climáticas, na Austrália, e elevação de custos, nos EUA.
A situação no Brasil, no entanto, não é tão tranquila. A política de incentivos do governo a grandes instituições está deixando para trás uma série de pequenos frigoríficos de portas fechadas.
Em Mato Grosso, que tem o maior rebanho nacional, 13 dos 39 frigoríficos estão parados. A redução de unidades compradoras pode diminuir o poder de negociação dos pecuaristas.
Os números recentes da Argentina indicam a situação delicada do país. Líder em exportações de carnes durante décadas, os argentinos iniciaram os anos 2000 com redução nas vendas externas, mas vinham se recuperando.
As exportações de carnes frescas, que somaram 406 mil toneladas em 2005, recuaram para 212 mil em 2008, mas atingiram 361 mil em 2009. Nos sete primeiros meses deste ano, o volume está em apenas 87 mil.
Como carne na Argentina é sempre motivo de reunião ministerial, o país já estaria importando volume acima do normal do Uruguai.

Fonte: Folha de São Paulo

Arroba volta a subir e indicador é cotado a R$ 92,79

Nesta terça-feira a arroba do boi gordo voltou a subir. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 92,23/@, com valorização de R$ 0,10. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,45, sendo cotado a R$ 92,79/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa fechou em alta, com exceção dos contratos para agosto/10 - que foram liquidados ontem - todos os vencimentos fecharam em alta. Setembro/10 registrou alta de R$ 0,42, fechando a R$ 92,72/@. Os contratos que vencem em outubro/10 terminaram o pregão de ontem valendo R$ 92,61/@, com variação positiva de R$ 0,20.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 31/08/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para setembro/10


No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,10 (+R$ 0,10), o dianteiro a R$ 4,90 (-R$ 0,10) e a ponta de agulha a R$ 4,80 (estável). O equivalente físico registrou alta de 0,15%, sendo calculado em R$ 89,15/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente foi cotado a R$ 3,09/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 679,12/cabeça, com valorização de R$ 9,63. A relação de troca recuou para 1:2,24.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Mais um reajuste no preço do boi gordo em São Paulo

O preço do boi gordo em São Paulo registrou mais uma alta.
O cenário de pouca oferta se mantém, mesmo com o ligeiro aumento nos abates de animais confinados, que não tirou a firmeza do mercado.
Com a espera de melhora no consumo, típica do início de mês, os frigoríficos tiveram que pagar mais para compor alguma programação de abate e manter os estoques.
O preço referência em São Paulo está em R$91,00/@, a prazo e R$90,00/@, à vista, livres de funrural.
Este patamar é 7,7% mais alto que há 30 dias, 9,6% maior que há 60 dias e 19,4% superior em relação ao início do ano.
Em valores nominais, o preço atual é o maior desde a primeira quinzena de agosto de 2008.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Governo concorda que frigoríficos precisam de ajuda

O socorro do governo aos frigoríficos em situação financeira debilitada tem esbarrado na dificuldade de convencer donos e acionistas da indústrias a aceitar a fusão das empresas em um ou dois grupos. Ao menos 15 frigoríficos pequenos e médios precisariam de uma injeção de R$ 2,5 bilhões de capital para contornar os efeitos negativos da crise financeira global.
Em conversas reservadas, executivos de frigoríficos têm afirmado ser difícil cumprir a "recomendação" do governo de fundir operações e profissionalizar a gestão dos negócios antes de resolver pendências como processos de recuperação judicial ainda em andamento. O governo reconhece a dificuldade do setor, mas condiciona eventual capitalização a mudanças societárias e reforços estruturais na tentativa de equilibrar o peso dos gigantes JBS, Marfrig e Brasil Foods.
A concessão de benefícios aos frigoríficos também teria que ser "carimbada" para garantir o pagamento de dívidas com pecuaristas, hoje estimadas em R$ 800 milhões, e com instituições financeiras.
Parte dos empresários do setor avalia que as indústrias que poderiam fundir suas operações têm saúde financeira em "estágios diferentes". Por exemplo: a formação do primeiro grupo, que teria cinco frigoríficos com maior identificação entre si, sofre resistência de empresas cujo processo de recuperação judicial está mais avançado do que as demais "sócias". Pelas conversas iniciais do setor com o governo, a fatia dos novos sócios no futuro grupo seria equivalente ao patrimônio e ao endividamento atuais de cada empresa. Por isso, há divergências sobre a participação de cada empresa no novo grupo.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, tratou recentemente do assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas a amplitude do socorro ao setor permanece indefinido. O presidente pediu uma solução, o que poderia incluir ação do BNDES para sacramentar a união das empresas em dificuldade. As indústrias continuam a pressionar o governo por medidas de auxílio, mas relutam em abrir mão de seus negócios. Consultada pela reportagem do Valor Econômico, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) preferiu não se manifestar.
As dificuldades financeiras dos frigoríficos e as discussões sobre o processo de concentração do setor chegaram ontem ao Senado. A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou a realização de uma audiência pública para debater o nível de endividamento do JBS em operações do BNDES. O requerimento, assinado pelo senador José Bezerra (DEM-RN), convida o presidente do JBS, Joesley Mendonça Batista, a participar da audiência. O BNDES tem sido questionado por sua política de empréstimos e participações acionárias no JBS e no Marfrig, os dois maiores grupos frigoríficos do país.
Dirigentes do setor e parte da equipe do presidente Lula avaliam que a situação dos frigoríficos requer ação imediata. A crise na União Europeia e a pressão interna para barrar a carne brasileira no bloco travam a superação da restrição de demanda. Os sinais de desaceleração nos Estados Unidos e na China também reforçam a sensação de urgência. E questões operacionais no Irã, aliadas a barreiras não-tarifárias na Rússia, dificultam um reforço no caixa das indústrias frigoríficas.

FONTE: A matéria é de Mauro Zanatta, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Boi sobe mais que inflação em 2010

Em 2010 o boi gordo vem deixando a inflação para trás. Isso é um bom sinal para o pecuarista, pois indica valorização real do produto.

A Scot Consultoria realizou a análise de janeiro a julho, em virtude do último dado disponível para o IGP-DI, que utilizamos para medir a inflação, ser referente a esse mês.

Observe a figura 1.



De janeiro a julho o boi em São Paulo subiu 10,7% enquanto a inflação subiu apenas 4,7%.

E de julho para agosto, o boi ainda subiu 2,7%.

Estes dados indicam um momento de recuperação real de preços, confirmando que ainda estamos atravessando a fase de alta do ciclo pecuário.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Acompanhamento de abate: a opinião de quem usa

Como ainda não há um padrão brasileiro de toalete e até pesagem, um serviço que vem sendo utilizado por alguns pecuaritas é o acompanhamento técnico e profissional de abates. A ideia é ter a supervisão de profissionais especializados durante a matança, pois apenas a presença física na planta frigorífica durante o abate não melhora ou garante nada. As empresas que atuam nesta área sugerem que só uma pessoa capacitada será capaz de avaliar e principalmente discutir os critérios a serem adotados.
Esse acompanhamento também pode ajudar a medir os resultados do pecuarista: por exemplo, o rendimento de carcaça desse lote (ou desse ano) foi melhor ou pior que o anterior. O que influenciou nesse resultado? O que pode ser mudado/melhorado?
No início do ano fizemos uma enquete entre os leitores do BeefPoint com o intuito de saber o que nossa Comunidade pensa sobre o assunto. Na época a pergunta em questão era: Você contrata serviços de acompanhamento de abate? Quais os motivos para usar ou não usar esse tipo de serviço? Veja algumas das contribuições enviadas:
"Eu contrato este serviço pago R$1,00 por cabeça e fico mais tranquilo, pois o pessoal é especializado, tem até ex funcionários aposentados do frigorífico, que cobram uma sangria menos agressiva. Já estive na sala de desossa e tem muita irregularidade, talvez pela inexperiência ou pelo cansaço dos funcionários". Abio Junqueira, Goiânia/GO.

LEIA MAIS: http://www.beefpoint.com.br/acompanhamento-de-abate-a-opiniao-de-quem-usa_noticia_65644_15_166_.aspx

FONTE: BEEFPOINT

Inflação na carne segue até 2011

Na balança dos açougues e nas gôndolas de supermercado, o aumento no valor da carne bovina registrado em agosto deve perdurar até o início de 2011. A entressafra – período em que faltam pastos para os animais por conta do tempo seco – é a principal responsável pela variação de preço, apontada na cidade como próxima dos 20% de aumento.
De acordo com a nutricionista e proprietária do Açougue São João, no Mercado Municipal, Débora Ubisses Puga, o segundo semestre do ano representa queda na produção pecuarista e maior custo na produção da carne de corte. De agosto a dezembro, a temporada sem chuvas desfavorece o setor.
“Com o tempo seco e a falta de pastos, os animais acabam ficando confinados. Isso encarece o produto final”, explica.
A ponta de alcatra, de primeira, registrou aumento de 8% este mês (de R$ 11,90, passou a custar R$ 12,90). O miolo de acém, que custava R$ 8,99 no início de agosto, agora equivale a R$10,90/kg. No açougue, a variação chega a R$ 1,50 para carnes de segunda e R$ 1 para carnes de primeira, os cortes nobres. “Até o fim das festividades de Natal e Réveillon, o preço deve se manter. É a oportunidade que os produtores têm para recuperar as perdas dessa entressafra”, argumenta.
O comerciante Álvaro Dias busca variar seu paladar na hora das compras. “Quando a carne vermelha sobe um pouco, acabo procurando outras alternativas, como a carne de frango e de porco”, comenta o vendedor. “Em casa não deixo faltar o alimento. É difícil encontrar algum produto que sobreponha o valor nutricional da carne”, explica Dias.
A queda no volume de vendas do açougue fica numa margem que varia de 10 a 30%. Cortes mais populares, como carnes cozidas e de panela, mantém o caixa equilibrado. “As carnes de segunda acabam sendo inflacionadas por essa menor procura dos cortes nobres. O mercado busca se equacionar”, afirma Débora.
Segundo a nutricionista, o clima quente requer cuidados extras com armazenagem do produto. “A carne perde mais água nesse período. É preciso que o consumidor se atenha a esse detalhe na hora das compras. As condições de pesquisa não devem se pautar somente no preço, e sim na qualidade. Os próprios açougues acabam sendo prejudicados com esse fator, já que necessitam ter mais atenção na armazenagem do produto”.

FONTE: A Tribuna
Autor: Bruno Bianchim Martim

Uruguai: vendas à Rússia impulsionam exportações

Os importadores russos estão comprando mais carne e tudo indica que irão aumentar mais o ritmo de suas importações à medida que se aproxima o mês de novembro, quando finalizarem as cotas de importação outorgadas pelo Governo.
"A Rússia começou a comprar com mais força e os preços se fortaleceram em cerca de 15%", disse o diretor da Mirasco International Foods Merchants, Sagi Ragi, operador que realiza negócios nesse mercado.
O Governo entregou as cotas de importação em março e, baseando-se em sua experiência, os operadores garantem que as compras começarão a tomar mais força de agora em diante. A Rússia é o principal mercado para carne bovina uruguaia e para os miúdos; habitualmente, o país compra cortes de dianteiro.
Segundo dados do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), até 21 de agosto, os importadores russos compraram 79.781 toneladas de carne, quando na mesma data do ano anterior, tinham comprado 57.678 toneladas. No ano passado, o país comprou muito mais em agosto, quando demandaram 8.084 toneladas contra 4.103 toneladas exportadas no mesmo mês desse ano. Os importadores russos estão representando 31,4% das exportações totais de carne bovina, quando na mesma data de 2009 chegavam a 23,8%.
Segundo Ragi, outro mercado que está ativo nas compras é o Oriente Médio, que também centra sua demanda em dianteiros bovinos e onde os preços hoje são atrativos para realizar negócios. Para a carne bovina uruguaia, o segundo mercado em importância continua sendo a União Europeia (UE), que, embora esteja comprando menos pela crise econômica, mantém a demanda forte. Até 21 de agosto de 2009, a UE tinha importado 64.656 toneladas, enquanto que na mesma data desse ano importou 49.731 toneladas, ou seja, 23% a menos apesar de os operadores terem começado a sinalizar recuperação.
O Chile é outro destino que segue comprando bastante carne bovina e que mostra um grande impulso nos negócios. Foram exportadas 13.029 toneladas, quando no ano anterior, as exportações foram de 6.543 toneladas.
Em geral, a carne bovina produzida no Uruguai continua fortalecendo seus valores. Hoje, a tonelada de exportação está em média em US$ 2.884, quando em 2009 valia US$ 2.468 (até 21 de agosto de cada ano).

FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.