sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Boi Gordo: praças sobem mais e na BM&F preço supera R$ 100,00

A oferta é mínima. A sexta-feira normalmente é um dia de poucos negócios e, com o cenário atual de pouca oferta, praticamente não ocorreram compras nesta manhã. Com isto o preço do boi gordo subiu e a referência está em R$ 95,00/@, a prazo, livre de imposto, em São Paulo. No mercado futuro os contratos subiram mais uma vez, e o vencimento para novembro superou a marca dos R$ 100,00.
Para os frigoríficos ainda existem negócios, mas a preços maiores. As escalas atendem entre 2 e 3 dias, com poucos casos de programações melhores. O cenário é o mesmo na maioria das regiões. Hoje houve reajuste para os preços do boi gordo em dez das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
Em Goiás, na região sul, o boi gordo subiu e é negociado por R$90,50/@, a prazo, livre de imposto, alta de 4% em 30 dias. Crescimento maior que os 3,2% de valorização média nas praças pesquisadas.
No Mato Grosso, alta no norte e sudoeste. Nestas regiões o boi gordo vale R$87,00/@ e R$88,00/@, a prazo, livre de imposto. A região Norte do Mato Grosso registra a maior valorização no último mês, 8,7%.
No mercado atacadista com osso, a ponta de agulha (charque) teve reajuste e está cotada em R$4,40/kg.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi gordo: arroba supera R$ 100 para novembro na BM&F

Depois de iniciar os negócios nesta sexta-feira acima dos R$ 99/arroba, por volta de 12h30 o vencimento novembro do mercado do boi gordo atingiu o esperado patamar dos R$ 100,00 para os contratos negociados a futuro na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuro).
De acordo com a analista de mercado Lygia Pimentel, da XP Agro, essa alta de preços do boi gordo teve início em dezembro do ano passado, em pleno início da safra. Depois disso, o mercado físico andou bem, mas os futuros acompanharam "de longe" o movimento, o que acabou levando a um primeiro semestre pessimista. O alto custo do boi magro, a relação de troca ruim e os preços futuros vigentes na época não estimularam o confinador a colocar seus animais no cocho.
Agora, diante de uma entressafra com poucos animais de pasto e pouquíssimos animais de cocho, o mercado físico sobe vertiginosamente e os futuros acompanham o "atraso".
Como não há indicação de reversão desta tendência no curto prazo, o sentimento é positivo para o fim de outubro, novembro e dezembro. Os preços do boi no mercado físico estão entre os mais altos do periodo histórico, embora na BM&F já chegaram a alcançar os R$103,00/@ em 2008. Por isso o ajuste para os R$100,00 desta sexta-feira já era esperado desde a semana passada e, apesar de chamar a atenção, não surpreendeu aqueles que acompanham o mercado. Mas o fato é que uma importante resistência (a barreira dos R$ 100,00) foi rompida.
A pouca oferta de animais terminados tem deixado os preços esticados e em alta praticamente contínua há algum tempo, complicando a situação da indústria, que precisa se desdobrar para conseguir preencher as programações de abate de modo a não forçar as cotações para cima.
Nos últimos dias, no entanto, isso não tem sido possível. Apenas na última semana o boi em São Paulo subiu 3,26%, de acordo com a pesquisa da XP Agro, e as escalas de abate seguiram encurtando de 5 para 3 dias úteis, em média.
O segundo turno do confi namento não promete mudar muito a situação, já que o alto preço do boi magro e a relação de troca ruim não estimularam o confi nador no primeiro semestre.
Sendo assim, a tendência ainda é de mercado firme para esta entressafra.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

ATENÇÃO


Semana de forte alta no boi gordo

O mercado do boi gordo está firme e o preço da arroba em alta.
Em São Paulo, depois de patinar em R$92,00/@, a prazo, livre de imposto, nas últimas semanas de setembro e começo de outubro, as cotações deslancharam.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço de referência no estado é R$94,50/@, a prazo, livre de imposto, com negócios sendo realizados em patamares mais altos.
Em cinco dias a arroba do boi gordo subiu 2,2%, fato que demonstra a menor oferta de animais terminados em relação à procura.
A saída dos animais de cocho não tem mexido com o mercado e a previsão é de que o cenário seja este até meados de novembro.
Nem mesmo a redução de 12,5% no volume de carne bovina exportada em setembro tirou a sustentação do mercado. No mercado interno a demanda é boa e os preços da carne no atacado subiram.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

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Concentração de frigoríficos pode ser positiva desde que não interfira no mercado

A Scot Consultoria participou do 4º Encontro de Estudos Agrários GEA/USP, realizado no auditório da Sociedade Rural Brasileira em 14 de outubro de 2010. O tema abordado foi a concentração na indústria da carne, suas conseqüências e desafios.
Foi um debate bastante produtivo, com opiniões diversas sobre as conseqüências da concentração da indústria da carne no Brasil.
Resumidamente, o que foi tratado é que a concentração (seja do setor de carnes ou de qualquer outro setor) é uma tendência em todo o mundo e que o fato de que 10 frigoríficos no Brasil possuem cerca de 30% do mercado não representa significativa concentração sob o ponto de vista de todo o território nacional. É lógico que as peculiaridades de uma região para outra devem ser levadas em consideração.
Desde que não prejudique o consumidor ou o fornecedor (pecuaristas), a concentração do setor ajuda na solidificação do mercado externo, profissionalização e regulamentação da atividade. No entanto, foi quase que um consenso de que a relação entre pecuaristas e frigoríficos ainda tem muito a melhorar e somente com os esforços das partes (especialmente da organização e união dos produtores) é que o equilíbrio nesta relação pode ser atingido.
A situação de pulverização dos fornecedores e concentração no lado da indústria é observada em vários setores e uma relação equilibrada entre as partes leva tempo e exige esforço de todos para que aconteça.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Concentração no setor de carnes divide opiniões

A concentração no setor de carnes, que teve seu movimento mais intenso nos últimos dois anos com a crise econômica mundial, divide opiniões na cadeia produtiva do segmento. "A concentração mostra a potência da força do nosso país no setor. Mas tem que haver equilíbrio nesse movimento para haver a proteção ao produtor rural", afirmou o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho da Silva, no evento "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", promovido hoje pela entidade em sua sede em São Paulo.
Segundo o coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, que representou a entidade no evento, embora houvesse um movimento intenso de fusões e aquisições no setor nos últimos anos, os 10 maiores frigoríficos do País detêm 30% do mercado nacional de abate. "Além disso, 50% dos abates no Brasil ainda ocorrem de forma informal", disse Sampaio. "Mas não adianta nada uma indústria ter, por exemplo, 20% a 30% do mercado nacional, se em um único Estado é responsável por 100% dos abates", rebateu Ramalho da Silva.
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, reconhece que a concentração traz alguns benefícios para o setor, mas ao mesmo tempo defende o cuidado com o produtor. "A concentração é favorável dentro do limite que não interfira e prejudique a negociação entre produtor e frigorífico. Há a necessidade de se buscar o mercado externo para a carne brasileira, - o que abre caminho para o produtor acessar esse ''novo'' cliente - mas sem reprimir o mercado interno", disse.
Para ele, além da concentração, outro fator de preocupação nos últimos anos é o movimento intenso de recuperação judicial das empresas do setor. "A lei de recuperação judicial não pode acontecer somente para benefício da empresa e sim da cadeia produtiva. Tem frigorífico que pediu recuperação judicial e conseguiu renegociar a dívida com fornecedores em 20 anos, o que é ruim. Tem que ter uma interferência do governo na atividade produtiva, para que ninguém saia no prejuízo", disse, citando o caso do frigorífico Independência, em recuperação judicial desde maio de 2009. "O Independência deixou mais de R$ 70 milhões em débitos com credores fornecedores e só em Goiás há um produtor que tem R$ 8 milhões remanescentes para receber", declarou.
Já para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-GO), Antônio Flávio Camilo de Lima, falta uma atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no apoio à expansão das pequenas e médias companhias do setor. "O que tem que ser questionado é se o BNDES tem emprestado dinheiro para quem pratica sonegação fiscal e não tem financiado os pequenos e médios para sobreviverem nesse mercado", falou.
A regulação de contratos agroindustriais foi uma das soluções apresentadas pelo advogado de direito civil e agrário da Campos Scaff Advogados, Fernando Campos Scaff, como um mecanismo de proteção ao produtor na consolidação do setor. "Com a concentração, a tendência é que haja o acirramento da desigualdade da relação produtor/indústria, onde o produtor é a parte mais fraca e a empresa, a mais forte. Para isso não ocorrer, precisamos regular e tipificar os contratos agroindustriais", sugeriu. Já para a professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, Sylvia Saes, a concentração está presente hoje em todos os segmentos da economia brasileira: financeiro, transportes, entre outros. "De certa forma, com todos as suas consequências e desafios, a concentração dos frigoríficos tem profissionalizado o setor, que ainda carece de evoluir tecnologicamente e em suas atividades de gestão", apontou.

FONTE: ESTADÃO

Pecuaristas querem mais incentivo para pequenos e médios frigoríficos

Representantes da pecuária devem fazer uma mobilização pedindo mais incentivos aos pequenos e médios frigoríficos. Mas isso deve ficar só para o ano que vem. A afirmação foi feita nesta quinta, dia 14, pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho. A entidade realizou, em São Paulo, um debate sobre a indústria frigorífica. No encontro "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", realizado em São Paulo, os pecuaristas criticaram o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dizendo que o banco só beneficia os grandes frigoríficos, e cobraram mais ação do governo no setor.
O encontro marcou o Dia Nacional da Pecuária. Em discussão as conseqüências e os desafios do setor de carnes diante do recente movimento de fusões e aquisições na indústria frigorífica. Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o Brasil possui 700 plantas em funcionamento - mais de 100 controladas pelos cinco maiores grupos do país. Estas companhias são responsáveis por 90% das exportações de carne bovina e por 35% do mercado interno.
Pecuaristas e pequenos e médios frigoríficos reclamam da concentração no mercado e criticam o BNDES que, segundo eles, só repassa recursos para grandes empresas, por empréstimos ou em troca de participação acionária.
Para o presidente do Fundo de Desenvolvimento Agropecuário de Goiás (Fundepec), Antônio Flávio, quanto menos concorrência no mercado, mais difícil vender o gado e receber mais por ele. Segundo Flávio, hoje o produtor não tem nenhuma garantia.
Durante o debate, o presidente da SRB anunciou que no ano que vem será realizada uma ação conjunta com diversos setores para solicitar ao governo investimentos nos pequenos e médios frigoríficos.

FONTE: Canal Rural

Setor discute concentração dos frigoríficos

A concentração no setor de carnes, que teve seu movimento mais intenso nos últimos dois anos com a crise econômica mundial, divide opiniões na cadeia produtiva do segmento. "A concentração mostra a potência da força do nosso país no setor. Mas tem que haver equilíbrio nesse movimento para haver a proteção ao produtor rural", afirmou o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho da Silva, no evento "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", promovido hoje pela entidade em sua sede em São Paulo.
Segundo o coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, que representou a entidade no evento, embora houvesse um movimento intenso de fusões e aquisições no setor nos últimos anos, os 10 maiores frigoríficos do País detêm 30% do mercado nacional de abate. "Além disso, 50% dos abates no Brasil ainda ocorrem de forma informal", disse Sampaio. "Mas não adianta nada uma indústria ter, por exemplo, 20% a 30% do mercado nacional, se em um único Estado é responsável por 100% dos abates", rebateu Ramalho da Silva.
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, reconhece que a concentração traz alguns benefícios para o setor, mas ao mesmo tempo defende o cuidado com o produtor. "A concentração é favorável dentro do limite que não interfira e prejudique a negociação entre produtor e frigorífico. Há a necessidade de se buscar o mercado externo para a carne brasileira, - o que abre caminho para o produtor acessar esse ''novo'' cliente - mas sem reprimir o mercado interno", disse.
Para ele, além da concentração, outro fator de preocupação nos últimos anos é o movimento intenso de recuperação judicial das empresas do setor. "A lei de recuperação judicial não pode acontecer somente para benefício da empresa e sim da cadeia produtiva. Tem frigorífico que pediu recuperação judicial e conseguiu renegociar a dívida com fornecedores em 20 anos, o que é ruim. Tem que ter uma interferência do governo na atividade produtiva, para que ninguém saia no prejuízo", disse, citando o caso do frigorífico Independência, em recuperação judicial desde maio de 2009. "O Independência deixou mais de R$ 70 milhões em débitos com credores fornecedores e só em Goiás há um produtor que tem R$ 8 milhões remanescentes para receber", declarou.
Já para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-GO), Antônio Flávio Camilo de Lima, falta uma atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no apoio à expansão das pequenas e médias companhias do setor. "O que tem que ser questionado é se o BNDES tem emprestado dinheiro para quem pratica sonegação fiscal e não tem financiado os pequenos e médios para sobreviverem nesse mercado", falou.
A regulação de contratos agroindustriais foi uma das soluções apresentadas pelo advogado de direito civil e agrário da Campos Scaff Advogados, Fernando Campos Scaff, como um mecanismo de proteção ao produtor na consolidação do setor. "Com a concentração, a tendência é que haja o acirramento da desigualdade da relação produtor/indústria, onde o produtor é a parte mais fraca e a empresa, a mais forte. Para isso não ocorrer, precisamos regular e tipificar os contratos agroindustriais", sugeriu. Já para a professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, Sylvia Saes, a concentração está presente hoje em todos os segmentos da economia brasileira: financeiro, transportes, entre outros. "De certa forma, com todas as suas consequências e desafios, a concentração dos frigoríficos tem profissionalizado o setor, que ainda carece de evoluir tecnologicamente e em suas atividades de gestão", apontou.

FONTE: Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint

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Boi Gordo: Mercado em alta em várias praças

Mercado em alta em várias praças.
Em São Paulo, a dificuldade em comprar animais causou reajuste. O preço referência no estado está em R$94,50/@, prazo, livre de imposto. O preço das fêmeas também subiu e elas são negociadas por 89,00/@, nas mesmas condições.
As programações de abate atendem entre 2 e 3 dias, com abates em níveis reduzidos.
A demanda paulista e local se somam e superam a oferta no Mato Grosso do Sul, onde o preço do boi gordo subiu em Dourados e Campo Grande. Nestas praças os animais são negociados por R$90,50/@ e R$91,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
O diferencial de base de Campo Grande em relação à Barretos – SP está em -3,7%, mais curto que a média em 2010, de -4,6%.
No Sul de Minas Gerais a oferta enxuta e demanda firme fizeram o preço do boi gordo subir. A referência está em R$91,00/@, a prazo, livre de imposto, alta de 5,8% em 30 dias.
No mercado atacadista houve reajustes para todas as peças devido à pouca oferta. O traseiro avulso é negociado por R$7,70/kg, valor 6,2% maior que há 30 dias e o maior valor nominal já negociado.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

A arroba tem fôlego para subir mais?

Nesta quarta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo foi cotado a R$ 97,09/@, o maior valor registrado na série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Esalq/USP (Cepea), que tem início em julho de 1997.

O pico anterior ocorreu em 07 de julho de 2008, quando o valor apurado foi de R$ 95,73/@. Em relação ao ano passado, a variação acumulada é de +23,10%. Em 13 de outubro de 2009, arroba do boi gordo a prazo foi cotada a R$ 78,87/@.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo



No mercado físico a oferta segue restrita e isso tem dificultado a vida dos compradores, pois em muitas regiões mesmo elevando os preços pagos pela arroba as escalas não evoluem.

Em sua página no twitter, Gustavo Figueiredo postou a seguinte mensagem: "Colapso de oferta no boi!!!! Sem oferta no Brasil todo..."

Também no Twitter, Caio Junqueira Neto comentou: "primeira ligação do dia é frigorífico atrás de boi gordo. Preço? R$ 95 à vistinha! Onde será que vai parar isso? 100 mesmo? Tem gente achando que vai até+". "Nunca vi uma falta de oferta tão grande! Outubro volta a ser entressafra como a muito tempo não se via!", completou.


FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi Gordo: Mercado ainda se mostrou firme nesta manhã, se comparado a ontem

O mercado ainda se mostrou firme nesta manhã, se comparado a ontem. Após algumas altas, inclusive na praça balizadora (São Paulo), hoje houve pouca movimentação de preços nas praças vizinhas. Parece que o diferencial está se corrigindo.
As escalas continuam curtas, reflexo da baixa oferta de animais de pasto e também de animais confinados, que não aparecem em volume suficiente para fazer as cotações balançarem.
As chuvas chegaram e ajudaram a aumentar ligeiramente a oferta de bois de cochohá
algumas semanas, mas em algumas regiões não foram suficientes, o que prejudicou mais ainda a situação. Há relatos de propriedades que perderam animais no Centro-Oeste devido à seca, mesmo após a precipitação.
Ocorre que o pequeno volume de chuva prejudica ainda mais a pastagem que não consegue se desenvolver em substrato pobre.
Por enquanto o cenário segue bastante firme e parece que será assim durante toda a entressafra, mesmo que em menor ritmo.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Mais um reajuste no preço do boi gordo

O mercado do boi gordo teve nova alta, após a oferta parada de segunda-feira, véspera de feriado.
Nos últimos trinta dias o aumento é de 2,2%.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço referência em São Paulo está em R$94,00/@, a prazo, livre de imposto. Este valor é 23,3% maior que no início do ano.
Em 2009, nesta mesma época, o preço do boi gordo acumulava queda de 8,6%.
As vacas acompanharam a movimentação do boi gordo. O preço referência subiu e está em R$88,50/@, a prazo, livre de imposto. Alta de 2,9% em 30 dias e 24,1% em 2010.
Vale destacar que já estamos em meados de outubro e o confinamento não tira a firmeza do mercado.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Aposta na venda direta

Os pecuaristas que investem em gado na primavera gaúcha têm uma nova ferramenta comercial à disposição. O Grupo Aliança Genética, formado pelas cabanhas Corticeira, Ave Maria, Pitangueira e Estância Santa Marta, lançou ontem (13), em Porto Alegre, o Pro a Pro - Produtor a Produtor, uma venda direta focada nos clientes que, por ventura, não conseguiram comprar em seus leilões ou que preferem adquirir diretamente na fazenda. Com oferta de 200 touros e vaquilhonas Angus, Brangus, Braford e Hereford, o evento acontecerá no dia 22, na sede da Santa Marta, em São Borja. Os animais serão vendidos com preço pré-fixado, frete free de acordo com a carga e desconto para pagamento à vista.
Cada cabanha terá um birô no local para negociar o pagamento. Entre as vantagens está a redução de custo, que chega a 20% no caso de animais em exposição ou remates, considerando despesas da comissão da leiloeira e inscrição. No caso de quem já compra fora do remate, o chamariz será o seguro de 90 dias dos machos, explica Luis Felipe Cassol, da Corticeira. O shopping a céu aberto permitirá aos clientes conferirem o material simultaneamente, o que não é possível ao final da temporada, quando as opções são limitadas. A centralização das vendas diretas acaba com um outro transtorno, o da movimentação de compradores nas propriedades por meses a fio, o que sempre muda a rotina de animais e peões, lembra Luiz Fernando Palmeiro, da Ave Maria. A Santa Marta ainda oferecerá uma condição extra nos seus touros. A propriedade se compromete a adquirir os terneiros nascidos da monta desses machos na primavera de 2011 com adicional de 5%.

FONTE: Correio do Povo

Boas perspectivas na pecuária

A pecuária rio-grandense vive um bom momento econômico-financeiro, com os preços do boi e do cordeiro em alta - o do boi aumentou quase 24%, desde janeiro; o do cordeiro mais de 50% -, mas esta boa situação financeira não está se refletindo em alguns dos remates de primavera. As pistas, em geral, têm sido “frouxas” e os criadores não muito dispostos a colocar a mão no bolso para obter genética. Há exceções positivas, é claro, mas também as há negativas, com produtor querendo pagar apenas R$ 1.000,00 ou R$ 1.500,00 por novilha e pouco mais de R$ 3.000,00 por touros de alta qualidade de raças britânicas. Mesmo assim, como diz Luiz Fernando Palmeira, da Fazenda Ave Maria, “as perspectivas futuras da pecuária são muito boas, há demanda de carne e falta de oferta de bois”.
Boas II
Luiz Fernando, em parceria com Felipe Cassol, da Fazenda Curticeira, Alexandre Cenarchi, da Fazenda Santa Marta, e Fabíola Lopes, da Fazenda Pitangueira, vão realizar um leilão de gado diferente, dia 22, na Fazenda Santa Marta, em São Borja. Venderão mais de 200 animais – touros e vaquilhonas - para quem não “gosta de comprar” em remate. Cada animal terá o preço numa tabuleta pendurada no pescoço e o interessado tratará diretamente com o dono, sem intermediação de leiloeiro, sem comissão, com seguro e frete grátis. E a Santa Marta ainda se compromete a pagar 5% a mais do que o preço de mercado pelos terneiros nascidos dos animais comprados e que serão desmamados em abril de 2012.
Angus
Cem touros e cem vaquilhonas da raça angus estarão sendo vendidos, dia 16, no remate Só Angus das fazendas Albardão, Santa Amábile, Santa Amélia, Santa Joana e Tradição, às 12h, na Associação Rural de Pelotas, com financiamento bancário e seguro de vida de 150 dias. Haverá almoço com degustação de carne angus. Este é um remate que já tem 10 anos, segundo Gabriela Mazza, da Satoleppress.
Hereford
O maior leilão de animais hereford e braford, os melhores da pecuária brasileira, será realizado, dia 23, às 14h, no Parque do Sindicato Rural de Dom Pedrito, pelas fazendas Guatambu, Alvorada e Caty. Estarão em pista 150 touros e 300 novilhas prenhes com genética Delta G, sob o martelo da Knorr Remates. Raça de origem britânica, fornecedora de carne nobre de alta qualidade, a hereford é uma marca registrada dos campos da Fronteira gaúcha. Dia 19, Valter José, da Guatambu, e Adroaldo Pötter, da Caty, farão o lançamento do remate, às 12h, na churrascaria Barranco. O Sindicato Rural de Dom Pedrito apresentará a revista Ação e Produção, com informações sobre o agronegócio no município.

FONTE: JORNAL DO COMERCIO

MAPA e produtores unem esforços para tornar o Brasil livre da aftosa

Suspensão da vacina não é consenso entre os bovinocultores
A erradicação da febre aftosa traz boas perspectivas para a cadeia produtiva da carne bovina, como a abertura de novos mercados e o incremento na produção e na rentabilidade. Por esse motivo, o controle e a possível eliminação da doença são preocupações constantes no Brasil.
No Dia da Pecuária, comemorado em 14 de outubro, o Agrolink promove um debate com entidades representantes do setor acerca das políticas públicas de controle e erradicação desta doença, que representa uma grande ameaça à saúde dos rebanhos e também do ser humano.
A meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é tornar o país livre da doença com vacinação já em 2011. A longo prazo, porém sem data pré-estabelecida, a intenção é transformar o Brasil em Zona Livre de Aftosa sem vacinação.
A suspensão da vacinação, entretanto, é uma medida polêmica e provoca divergências entre os pecuaristas. “A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) é enfaticamente contra a retirada da vacinação neste momento, justamente por perceber que o sistema de vigilância não é totalmente seguro como gostaríamos”, afirma Eduardo Biagi, presidente da entidade. “Embora a atividade viral seja baixa, isso se deve ao fato do pecuarista estar efetivamente vacinando o rebanho”, acrescenta. Já para José Antonio Fontes, presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte (ANPBC), a suspensão da vacinação deve ser realizada simultaneamente em todas as regiões do Brasil e em conjunto com os países limítrofes. “Somos contrários a suspensão da vacina contra febre aftosa por estado ou por uma região”, conclui Fontes.

A simples mudança do status sanitário para Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação traria uma série de benefícios à pecuária brasileira. O primeiro deles, lembra Eduardo Biagi, se refere à credibilidade e a imagem positiva do país. A possibilidade da abertura de novos e exigentes mercados à carne nacional é um dos argumentos fundamentais a favor da suspensão da vacina. De acordo com a assessoria de imprensa do MAPA, os principais mercados que poderiam ser conquistados com a medida são o Japão, os Estados Unidos e a África do Sul. Além disso, os custos de produção diminuiriam, pois os produtores não precisariam mais comprar vacinas. “Isso também facilitaria a viabilização de protocolos sanitários, permitindo a exportação de material genético de zebuínos do Brasil”, declara o presidente da ABCZ.
Entretanto, a suspensão da vacina reduz a proteção do rebanho, deixando-o mais suscetível. Nesse caso, em uma possível reincidência da aftosa, sua difusão seria muito mais rápida. “Cria-se então um problema maior, não só pela perda de mercados para onde nossa carne é exportada como também uma perda para os criadores, como aconteceu no Uruguai há alguns anos”, alerta Biagi. Para Fontes, “a organização e integração entre os bovinocultores e governo de forma organizada e sem interesses políticos eleitoreiros e/ou partidários será uma proteção contra estes riscos”.
Atualmente, campanhas de vacinação atingem todos os estados brasileiros, com exceção de Santa Catarina, que foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007. Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal são livres da doença com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará (Amazonas) apresentam a mesma classificação. Os demais estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como alto risco, e Amazonas e Amapá, risco desconhecido.
Para os dirigentes da ABCZ e da ANPBC, a política brasileira de controle da doença é eficiente, já que a atividade viral no país tem sido baixa. Mas ainda é preciso avançar na questão da vigilância. Na opinião de Eduardo Biagi, seria preciso, ainda, informatizar o processo e interligar o sistema nacionalmente. “Precisamos também desenvolver um programa de vigilância nas fronteiras ou ações via Itamaraty visando ampliar o programa de controle brasileiro para países como Bolívia e Paraguai principalmente; este é um esforço desenvolvido pelo GIEFA (Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa) e apoiado pela ABCZ”, acrescenta o presidente da ABCZ. José Antonio Fontes acredita que é preciso informar o público sobre a importância da imunização contra a febre aftosa e a ausência de risco ao consumidor de carne vacinada.
Para um estado receber o status de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento avalia se o local alcançou percentual superior a 90% nas duas últimas campanhas de vacinação, o serviço veterinário estadual e o trânsito de animais de estados e países vizinhos.

FONTE: AGROLINK

Acordo: Brasil e Russia perto de um acordo para exportação de carnes.

Posição definitiva de Moscou será conhecida no final de outubro, durante reunião da OMC.

As condições para importação da carne brasileira pela Russia só serão conhecidas no fim de outubro durante reunião do Conselho Geral da OMC, Organização Mundial do Comércio, em Genebra, Suiça. O governo russo sinalizou que poderá melhorar as condições de entrada das carnes brasileiras em seu mercado, em contrapartida, quer ampliar suas exportações de trigo, fertilizantes e outros agroquímicos para o mercado brasileiro.
Após 18 anos de negociações, a Rússia quer se tornar membro da OMC até o fim do ano. Para isso, precisa fazer concessões a vários países a fim de ter apoio ao seu pleito. Durante reunião com Elena Skrinnik, ministra da agricultura russa, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi,que chefiou missão brasileira em Moscou nos dias 11 e 12 de outubro, insistiu que o Brasil não quer ser discriminado. " Temos condições de fornecer as melhores carnes para o mercado russo em condições mais vantajosas, inclusive para os consumidores", disse.
De acordo com o jornal Valor Econômico, Skrinnik lembrou que o Brasil já é o principal fornecedor de carne bovina e este ano sequer preencheu a cota de exportação de carne suína. Dados do Ministério da Agricultura confirmam que o Brasil embarca por ano o equivalente a US$ 1 bilhão em carne bovina para a Rússia.
No caso da carne suína, houve queda nas exportações este ano porque os russos não querem pagar o preço cobrado pelo Brasil. Com o real valorizado, o produto brasileiro perdeu competitividade. Em anos anteriores, a participação da carne suína brasileira na Rússia caiu, de 70,7% em 2005 para 39,6% em 2009, enquanto a fatia dos EUA e da UE pulou de 24,2% para 53,4%, neste período, depois que a Russia privilegiou os dois grandes parceiros com cotas de acesso. Para o frango, a Rússia admitiu que poderá estabelecer cota sem discriminação geográfica para a importação do produto. Se a cota for aberta a todos, o Brasil tem condições de competir.

Fonte: Valor Econômico

JMT destaca reprodutores Brangus

O 10 Leilão Brangus de Santa Maria, realizado pela JMT Agropecuária, faturou ontem R$ 297,5 mil. Foram vendidos 47 touros das raças Brangus e Red Brangus. A média geral foi de R$ 6,33 mil. O leiloeiro Marcelo Silva creditou o bom desempenho em pista à performance que a JMT vem alcançando com participações em feiras e leilões no Centro-Oeste. "A empresa realiza anualmente um leilão em Campo Grande (MS). Isso ajuda a capilarizar a clientela."
O exemplar mais caro do remate foi o touro, de três anos, JMT Vermelhão, adquirido por R$ 12,75 mil, pela Cabanha Campo Novo, de Restinga Seca.
FONTE: Correio do Povo

Cabanha Umbu Negocia vende mais de R$ 829 mil para RS, PR e SP

A Cabanha Umbu (Uruguaiana/RS), de Angelo Bastos Tellechea, vendeu R$ 829,6 mil com a comercialização de 282 lotes Angus e Brangus em remate Cabanha Umbu Negocia, promovido no último domingo, com transmissão do vivo do Canal Rural. No remate, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), foram negociados 149 animais da raça Aberdeen Angus, entre machos e fêmeas, por R$ 473,8 mil. De acordo com Angelo Bastos Tellecha, o remate teve resultado positivo com a comercialização de oferta qualificada, onde o produtor teve satisfação com a compra realizada, fazendo um excelente investimento. “Além da manutenção dos já tradicionais clientes da Cabanha Umbu, tivemos novos cliente neste ano, levando nossos animais além da fronteira do Rio Grande como Paraná e São Paulo”, finaliza o proprietário.
Os 64 machos vendidos, de pelagem preta e vermelha, tiveram média de R$ 4,4 mil, somando a comercialização de R$ 287,7 mil. As 85 fêmeas somaram R$ 186,1 mil. O animal mais valorizado foi o touro Angus no lote 35, tatuagem 1416, de pelagem vermelha, comprado por Artenio Celestino Alves, Cabanha e Agropecuária Campo Novo, de Restinga Seca (RS). Maior comprador da raça Aberdeen Angus foi João Carlos Spagnol, da Estância Caiubá (Rio Grande/RS) ao levar 20 fêmeas pelo valor de R$ 55,5 mil. Foram negociados 43 machos PO por R$ 4,7 mil de média e 21 PC, entre CA e dupla marca, por R$ 4 mil de média. Das fêmeas que passaram pela pista da Umbu, as 34 PO tiveram média de R$ 2,8 mil e as 51 PC atingiram o valor médio de R$ 1,7 mil.

As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus (ABA).
FONTE: Agrolink

Bagé/RS negocia bovinos

O remate Santa Cecília e Banhado faturou R$ 600 mil, ontem (13) em Bagé. Pista ágil e limpa resultou em preço médio para touros Angus de R$ 6,3 mil, de R$ 5,5 mil para Hereford e de R$ 1,8 mil para vacas e vaquilhonas Hereford e Aberdeen Angus.

FONTE: Correio do Povo

Leilão Marca Angus vende R$ 200 mil em pista do Sindicato Rural de Camaquã/RS

O Leilão Marca Angus, de João Francisco Bade Wolf, da Cabanha dos Tapes (Arambaré/RS) vendeu R$ 200 mil com a comercialização de 64 animais da raça Aberdeen Angus na pista do Sindicato Rural de Camaquã, em Camaquã (RS). O leilão, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), comercializou 28 machos Angus e obteve médias de R$ 5.28 mil para animais PC e R$ 5.21 para os PO. As 36 fêmeas comercializadas obtiveram médias superiores a R$2 mil para as PO, R$ 1,6 mil para fêmeas CA e R$ 1 mil para as AD.

O animal mais caro do Leilão Marca Angus foi o lote 02, tatuagem BW91, filho do touro Whitestone Widespread, adquirido por R$ 9.9 mil pelos compradores Antônia e Natal Ferreira Furucho, que é Presidente do Grupo Record RS. O maior comprador da noite foi Maria Inês Blessmann Berta, que adquiriu 09 lotes Angus por R$ 57.150,00. O evento, que teve transmissão ao vivo do C2Rural, contou com a presença de diversos produtores que acompanhavam a 44º Expofeira de Camaquã, que acontecia no município. O Leilão Marca Angus teve os trabalhos da leiloeira Knorr Remates e Guilherme Minssen no martelo.

FONTE: Carolina Behr
Luciana Bueno Escritório de Comunicação
angus.imprensa@gmail.com

Leilão Virtual Genética, da Casa Branca Agropastoril e VPJ Pecuária, vende R$ 642,8 mil

O Leilão Virtual Genética Tropical, promovido pela Casa Branca Agropastoril (Fama/MG), de Paulo de Castro Marques, e VPJ Pecuária (Jaguariúna/SP), de Valdomiro Poliselli Jr., obteve faturamento de R$ 642.8 mil com a comercialização de 162 animais da raça Aberdeen Angus. A média das vendas registradas no leilão virtual, que contou com a transmissão do Canal Rural, foi de R$ 3,9 mil. Rubens Alberto Kowalski, de Ortigueira (PR), foi o maior comprador da noite ao somar R$ 61.4 mil.

O lote 09, com três novilhas Red Angus POA, foi o lote de maior cotação do leilão, sendo adquirido por Kowalski pelo valor de R$ 11,5 mil. A leiloeira responsável foi a Programa Leilões e Anibal Ferreira bateu o martelo.

FONTE: Carolina Behr
Luciana Bueno Escritório de Comunicação
angus.imprensa@gmail.com

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boi Gordo: Mercado segue com escalas mais curtas e ofertas maiores

A segunda-feira foi morta para a compra de bovinos, devido ao feriado de ontem (12/10). Com isto, o os frigoríficos iniciaram a quarta-feira com escalas mais curtas e ofertas maiores.
O preço referência em São Paulo subiu para R$94,00/@, a prazo, livre de imposto. Existem negócios a preços maiores. As escalas atendem entre 2 e 3 dias, com poucas exceções de programações mais confortáveis. O preço atual é 23,3% maior que no início do ano.
O preço das fêmeas também subiu. Hoje são negociadas por R$88,50/@, a prazo, livre de imposto. Valor 24,1% maior que no início do ano.
Assim como em São Paulo, houve reajustes em diversas praças.
Em Três Lagoas-MS, onde foi feriado na segunda-feira e não houve negócios, o preço referência subiu para R$91,00/@, a prazo, livre de imposto. É grande a dificuldade em comprar animais. A alta em 2010 chega a 29,4% para o preço do boi gordo.
Em Marabá-PA, o preço referência para a compra do boi gordo subiu e está em R$85,00/@, a prazo, livre de imposto. Em relação ao início do ano a alta é de 24,3%.
No mercado atacadista a oferta é enxuta, mas houve recuo no preço da ponta de agulha (charque), que está cotada em R$4,20/kg.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

O BRASIL VISTO PELA ARGENTINA!

BRASIL, EL AS EN LA MANGA DE ARGENTINA

Brasil es el as en la manga de la Argentina, y la mejor carta que el país puede jugar para insertarse en el mundo y desarrollar todo el potencial. Qué cambia y qué permanece estable tras las elecciones.
Con 25 millones de ciudadanos fuera de la pobreza desde 2003 y 30 millones que pasaron a formar parte de una clase media altamente consumista, Brasil, la mayor economía del Cono Sur y la octava mundial, está viviendo, para muchos, el mejor momento de su historia.
Y, sin dudas, esta transformación no es sólo un dato para la Argentina. Durante los primeros ocho meses de 2010, el 30% del aumento de las exportaciones argentinas (crecieron un 22%) se explica por el aumento de las ventas externas a Brasil, principal destino de nuestras exportaciones y país para el que la Argentina es el tercer vendedor luego de los Estados Unidos y China.
¿Qué puede esperar la Argentina, cuya economía está fuertemente ligada al desempeño de su vecino país, luego del ballottage? Dilma Rousseff o José Serra no son lo mismo en términos políticos, pero muchos apuestan a que la dinámica del crecimiento continúe más allá de los tintes políticos.
“Durante el gobierno de Cardoso, Brasil inició un proceso de reformas estructurales que cambiaron su identidad estratégica y su perfil productivo. Ambos inescindibles y de naturaleza estructural. Lula los hizo viables gracias a una exitosa asociación con el capital privado nacional y a un perdurable romance con el capital extranjero. Sea Rousseff o Serra la cabeza del ejecutivo poco podrán modificar del rumbo del Brasil emergente”, apunta convencido Juan Recce, director ejecutivo del Centro Argentino de Estudios Internacionales (CAEI).
Según Miguel Angel Broda, el Producto Bruto Interno de Brasil crecería 7,3% en 2010 y 4,5% en 2011, aunque con ciertos desafíos por resolver en el futuro. “La economía brasileña tiene presiones estructurales: altos impuestos y apreciación de su moneda que lo ubican entre los países más caros del mundo, con un sector público sobredimensionado e ineficaz”, explicó. Desde 2002, la inversión extranjera directa pasó de US$ 26.463 millones a 30.875 millones. Pero este gran flujo de inversiones presiona al real hacia su apreciación, lo que genera una amenaza para la competitividad de sus exportaciones y de su industria nacional.
En los últimos tres meses, el real se fortaleció un 4,8% frente al dólar y, de alguna forma, el gobierno se convirtió en una víctima de su propio éxito, al conseguir un mayor ingreso de capitales, pero una revalorización de su moneda al mismo tiempo.
Para el economista Camilo Tiscornia, ése es uno de los grandes desafíos de Brasil: “Al igual que otros emergentes, Brasil tiene que resolver la revaluación de su moneda. La clave es ganar competitividad con más inversión privada y reduciendo el gasto público”.
Por otro lado, uno de los principales objetivos para la economía brasileña es hacer sustentable su crecimiento, hoy fuertemente dependiente de sus exportaciones y en especial de sus ventas externas de commodities, que significan el 70% de sus exportaciones. De hecho, más de la mitad (56%) del índice de acciones de la Bolsa de San Pablo, el Bovespa, se compone de empresas productoras de commodities, que venden al mercado asiático. Sólo las dos firmas petrolera y minera, Petrobras y Vale, representan más del 25% del índice.

Aprovechar oportunidades
El fuerte aumento de sus exportaciones reflejó factores exógenos que tienen que ver con el favorable contexto internacional que fortaleció los mercados de las commodities agrícolas y metálicos, pero fue también el resultado de aprovechar las oportunidades como estrategia de desarrollo promovida por el Estado y por los grupos empresarios que buscaron el mercado externo como una opción permanente de ingresos. Además, las políticas de incentivo a la renta y el combate a la pobreza a través del programa Bolsa Familia generaron un mayor impulso de la demanda interna, sumado al crédito al consumo. Así, el mercado interno está surgiendo como otra fuerza que dinamiza el crecimiento.
Y aquí es donde la clase media, que hoy alcanza a más del 50% de un país de 193 millones de personas, juega un rol estratégico como principal destinatario de la producción. La expansión de la clase media fue una de las obsesiones del gobierno de Lula para quien Brasil no será un país soberano y libre hasta que su población no esté en condiciones de votar y pensar.
En 2008, Brasil se transformó en el segundo exportador mundial de alimentos, después de Estados Unidos, sobre la base de un esfuerzo de 20 años de innovación tecnológica en los estados centrales de Mato Grosso, Goiás y Paraná. Entonces, la producción agropecuaria se extendió hacia el Nordeste en los estados de Bahía, Piauí y Maranhao, donde hoy se encuentra una de las últimas reservas de tierras fértiles aún no utilizadas.
Como resultado, hoy Brasil se sitúa entre los tres mayores productores mundiales de carne bovina y su producción de granos cubre 47,3 millones de hectáreas. A través de la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa) se desarrollaron variedades de alta calidad nutricional, adaptadas a las necesidades de los agricultores y con gran resistencia a plagas. Esto permitió que Brasil aumentara su producción de granos un 80% en los últimos diez años, pasando de 83 millones de toneladas a 149.
Según la FAO, la demanda mundial de alimentos se duplicará en los próximos 20 años y Brasil aumentará su producción y su exportación de alimentos en un 40% de aquí a 2019, a través de un nuevo salto tecnológico en su forma de encarar la producción. Si estos pronósticos se confirman, éste sería uno de los flujos de comercio mundial más grandes de los próximos años.
Sin embargo, la necesidad de infraestructura es una cuenta pendiente y podría limitar el crecimiento de la agricultura. “La deuda más importante es la falta de inversiones públicas necesarias para mejorar el sistema de infraestructura y logística del transporte, incluidas vías férreas, puertos e hidrovías”, señala Raúl Roccatagliata, responsable del Instituto de Negociaciones Internacionales de la Sociedad Rural Argentina.
Por otra parte, Brasil busca afianzar una matriz industrial competitiva e innovadora y acelerar su crecimiento a través de la fuerte asociación entre la academia, el sector corporativo y el sector público, tres grandes núcleos de poder, con una continuidad dentro de la agenda política por la fuerte consonancia de intereses y proyectos entre la Federación de Industrias de San Pablo e Itamaraty.

Pragmatismo
En el plano de su política exterior, el economista Pablo Kornblum destaca el pragmatismo de Brasil y señala como ejemplo los 15 acuerdos de cooperación energética que firmó con Venezuela en 2009. “Sin ideologías, Brasil extiende nichos de mercado en cualquier parte del mundo a través de acuerdos y expande su beneficio comercial”, señala Kornblum.
Para Recce, Brasil busca además consolidar su vocación bicontinental. “Se considera a sí mismo como un actor que tiene anclaje en dos continentes.” Por un lado, Petrobras tiene un régimen diferenciado de explotación de los recursos naturales en su espacio geográfico, con un Estado socio y gerenciador de los recursos naturales, para intentar evitar la apreciación de la moneda y la pérdida de competitividad de sus bienes industriales y, por el otro, Embrapa despliega proyectos en Africa para explotar minas y producir biocombustibles. Recce considera además que Brasil cambió su identidad estratégica para insertarse en el mundo como un Estado capaz de generar regímenes regionales: “Multipolarizar el sistema no sólo tiene que ver con la defensa y el poder militar de los Estados, sino con el tamaño de sus mercados y el rol industrial que ocupen dentro del sistema de producción mundial”.
Pero ¿qué sucede entonces a nivel Mercosur? Para el presidente de la Cámara de Exportadores, Enrique Mantilla, Brasil seguirá optimizando su autonomía, compatible con un Mercosur sin un desarrollo institucional fuerte que le quite flexibilidad para mantener abiertas sus opciones en las negociaciones internacionales en un mundo que aún no muestra una recuperación económica definitiva. “Es el contexto mundial el que escribirá el texto”, dijo.
“Aunque Rousseff proclame “más y mejor Mercosur” y los social demócratas, con Serra a la cabeza, digan entre líneas que “Brasil es Pelé y el Mercosur una pelota de plomo, Brasil no puede proyectarse al mundo desde Sudamérica sin la Argentina”, opina Recce, y agrega: “Ambos saben que los dividendos de la integración comercial, física y política se materializan antes que en renta, en un ambiente regional estable, seguro y cooperativo”.
Según Félix Peña, la esencia del Mercosur pasa por la relación entre la Argentina y Brasil, y esto se vio reflejado en la cumbre de San Juan, en agosto. “Lo más importante que ocurrió fue la cumbre entre la Argentina y Brasil, y la reafirmación de la cooperación nuclear. La calidad de la relación entre la Argentina y Brasil constituye el núcleo duro de la estabilidad política y democrática en Sudamérica.”
Para Peña, la relación es esencial en la transformación productiva conjunta y en la articulación de encadenamientos productivos que se orienten a aprovechar el escenario mundial. Y, en este sentido, no hay que subestimar el aporte que significa para Brasil la relación con la Argentina en términos de mano de obra calificada y de creatividad.
No obstante, según Peña esta relación bilateral se instala en el Mercosur como plataforma para negociar y competir en el mundo, pero “en un contexto internacional de varias opciones, en el que nadie querrá quedar pegado a nadie, y todos los actores querrán desarrollar una estrategia de alianzas múltiples, motivo por el cual habrá que usar formas de negociación heterodoxas”.
Socios con escalas, velocidades y políticas diferentes, el riesgo hacia el futuro para la Argentina está abierto y es quizás el de instalarse en una dinámica de centro y periferia productiva con un Brasil que ha comenzado a jugar en otras ligas por su peso relativo demográfico, comercial y productivo, y por haber sabido aprovechar las oportunidades mundiales.

María Martini

Para LA NACION

80%

Gracias al trabajo hecho por la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria, que desarrolló variedades de alta calidad nutricional y resistencia a las plagas, la producción de granos creció 80% en los últimos diez años

70%

De las ventas externas de Brasil son commodities; uno de los principales objetivos para la economía del vecino país es hacer sustentable su crecimiento, muy dependiente de las exportaciones de ese tipo

FONTE: LA NACION

Remate 3 Marcas ultrapassa venda de 2009

O animal mais caro sai para Otávio Mangabeira Portela, de Santo Antônio das Missões, por R$ 7.5 mil
O Remate 3 Marcas, promovido pelas cabanhas Santa Clara (São Borja/RS), de Edmundo Barbará Ferreira, Guajuvira (Santo Antônio/RS), de Cláudio Roberto Nunes da Silva, e São João (São Borja/RS), de Ildefonso Barbará Dornelles, negociou R$ 170.8 mil com a comercialização de 34 machos da raça Aberdeen Angus. O evento aconteceu no parque de exposições do Sindicato Rural de São Borja teve chancela da Associação Brasileira de Angus (ABA). Os touros PO tiveram média de R$ 5.1 mil e as unidades CA saíram pelo valor médio de R$ 5 mil. O touro mais caro foi adquirido por Otávio Mangabeira Portela, da Fazenda Santa Vitória (São Borja/RS) por R$ 7.5 mil. A maior aquisição do Remate 3 Marcas foram 09 touros no valor de R$ 44 mil para Miguel Lopes de Almeida, que é presidente do Núcleo de Criadores de Aberdeen Angus de São Borja (RS).

Produtores de São Luiz Gonzaga, Alegrete, São Borja, Santo Antônio das Missões, Itacurubi, Maçambará e Itaqui, que prestigiaram o evento, puderam acompanhar 4ª Feira de Agronegócios da Fronteira Oeste (Fenoeste). O proprietário Cláudio Roberto Nunes da Silva acredita que a melhora na comercialização, comparada a edição do ano passado, se deve ao bom momento em que se encontra o preço do boi gordo. Alexandre Crespo esteve no martelo para Guarany Remates.

FONTE: assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus (ABA).

Bovinocultura de Corte: Relações de troca do boi gordo tanto com bezerro como com boi magro registram altas

MAIS COM MENOS: Apesar das grandes diferenças de precificação da arroba do boi gordo nas diversas regiões do Estado, na comparação com o ano passado o preço da arroba está mais valorizado por conta de uma oferta mais limitada. Neste contexto, o Imea na semana passada voltou suas análises para o mercado de recompra de animais e o que se observou foi uma reposição mais atrativa em relação ao mesmo período no ano passado.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: IMEA

Boi: Mercado físico continua trabalhando em ambiente bastante firme

O mercado físico continua trabalhando em ambiente bastante firme.
A oferta de animais de pasto continua extremamente enfraquecida. Além de existir um número pequeno de animais, os que ainda se encontram nos pastos ainda não conseguiram ganhar peso após a forte seca que acometeu as principais regiões pecuárias. Há relatos de que em algumas regiões do Mato Grosso do Sul a chuva foi pouca e acabou prejudicando ainda mais as pastagens.
Para o boi de cocho, o período deveria ser característico de pico de oferta desses animais.
Entretanto, a oferta está bastante reduzida em comparação ao ano passado. Além disso, o consumo interno aquecido faz com que a força da demanda supere a da oferta.
No Norte do País a situação é sempre mais complicada, pois a disponibilidade de animais confinados é ainda menor. Tal cenário não deixa outra saída para a indústria que aumentar os preços oferecidos pelo boi gordo.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Boi gordo: indicador segue em alta, cotado a R$ 97,08

O feriado de ontem (12/10) influenciou o mercado do boi gordo que neste início de semana trabalhou em ritmo lento, com pouco volume de negócios. Na segunda-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 95,82/@, com valorização de R$ 0,57. O indicador a prazo registrou variação positiva de R$ 0,89, sendo cotado a R$ 97,08/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Na segunda-feira, a BM&FBovespa fechou em alta. O primeiro vencimento, outubro/10, registrou retração de R$ 0,45, fechando a R$ 96,55/@. Os contratos que vencem em novembro/10 fecharam a R$ 96,77/@, com recuo de R$ 0,37.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 11/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,60 (+R$ 0,10), o dianteiro a R$ 5,00 (+R$ 0,10) e a ponta de agulha a R$ 4,80 (+R$ 0,10). Diante destas valorizações, o equivalente físico registrou alta de 1,63%, sendo calculado em R$ 93,33/@. O spread (diferença) entre indicador de boi gordo e equivalente recuou para R$ 2,49/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 725,50/cabeça, com valorização de R$ 7,25. A relação de troca recuou para 1:2,18.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Compra de gado vivo para exportação

* ESTAMOS COMPRANDO GADO PARA EXPORTAÇÃO

CONDIÇÕES:

1- NOVILHOS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 380 KG
-CASTRADOS
-MÁXIMO 4 DENTES

Preço: R$ 2,90 kg/vivo-peso em Rio Grande (confinamento)

Preço: R$ 2,80 kg/vivo-peso na propriedade
com distância de ate 300 km do confinamento

Preço:R$ 2,70 kg/vivo-peso na propriedade
com distância acima de 300 km do confinamento


2 -TERNEIROS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 150 KG E PESO MÁXIMO 220 KG
-INTEIROS

Preço: R$ 2,50 kg/vivo-peso em Rio Grande
( confinamento )



Condições de pagamento: 10 dias úteis

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 8111.3550 OU 3028.3550

Turquia é o mais novo destino do gado brasileiro

Em setembro o Brasil exportou, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), 64,4 mil bovinos vivos (exceto para reprodução).
Em relação a agosto, houve aumento de 15,5% no volume de animais exportados e em relação a setembro de 2009, o número dobrou (alta de 100%).
O destaque para as exportações de bovinos vivos do Brasil em setembro foi o embarque de 4,5 mil animais para a Turquia, destino nunca antes observado para os bovinos brasileiros desta categoria.
O Brasil tem ampliado, mês a mês, este mercado e a Turquia presente como novo destino é um destaque para este crescimento.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

ATENÇÃO


Europa e Mercosul debatem acordo

Representantes do Mercosul e da União Europeia (UE) debatem até sexta-feira, em Bruxelas (Bélgica), medidas que possibilitem um acordo de livre comércio entre os blocos. Esta é a segunda rodada de negociações desde maio. Entre os temas principais de discussão estão barreiras técnicas ao comércio e medidas sanitárias e fitossanitárias ligadas à agricultura e à pecuária. Ambos os setores e as propriedades intelectuais brasileiras foram apontados como um tema que emperra as conversas pelo comissário para Comércio da UE, Karel de Gucht, que visitou o Brasil em setembro.
O presidente da Abipecs, Pedro Camargo Neto, acompanha as negociações a partir desta quinta-feira. Segundo ele, há grande expectativa para um acordo. Ele participou, ontem, na Rússia, de reunião entre o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, e seis importadores de carnes brasileiras. "Foi um ponto politicamente importante", destacou, referindo-se à primeira participação de um ministro em uma missão comercial naquele país. Ele ainda destacou o encontro entre o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Francisco Jardim e a autoridade sanitária da Rússia, Sergey Dankvert. "Se abriu um canal de diálogo importante para as negociações." Apesar da boa impressão, Camargo Neto diz que é preciso esperar um pronunciamento oficial da Rússia. A expectativa é que isso aconteça em 21 de outubro, quando ocorrerá, em Genebra (Suíça), a reunião do conselho geral da OMC. "Os russos devem apresentar seu pacote de acordos comerciais."
Camargo Neto encerrou ontem sua participação na missão comandada pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, à Rússia. O grupo tratou de medidas que possam ampliar o comércio, especialmente de carnes, entre ambos os países. Em contrapartida, os russos pediram maior participação no mercado brasileiro de defensivos agrícolas e fertilizantes.

FONTE: Correio do Povo

Feriado atrapalha compra de bovinos

O feriado de 12/10, apesar de diminuir a demanda por animais para esta semana, diminuiu também a oferta de bois.
Na segunda-feira, 11/10, as compras foram mínimas, o que fez com que alguns frigoríficos aumentassem as ofertas de compra, buscando atrair vendedores.
Com isto, de acordo com levantamento da Scot Consultoria o preço referência subiu para R$93,50/@, a prazo, livre de imposto. Existem ofertas maiores.
O preço atual é 1,6% maior que há 30 dias. Até agora, o confinamento apenas tirou a força da alta, mas não inverteu a tendência de preços.
Em relação aos preços do meio do ano, o atual é 16,2% maior. Comparando com o início do ano, a alta é de 22,7

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Retenção de matrizes bovinas deve ajudar oferta só em 2014

SÃO PAULO - A retenção de matrizes para garantir o abastecimento de carne bovina avança no Brasil. No entanto, o processo longo e de alto custo deve gerar aumento de oferta de boi gordo apenas em 2014. Segundo Felipe Moura, proprietário da Agropecuária Ponderosa, em Manduri, interior de São Paulo, e diretor da Scalzilli Agropastoril, no Rio Grande do Sul, com as cotações elevadas do bezerro, o pecuarista que está de olho no crescimento do faturamento opta pela retenção de fêmeas para recria. "É um ciclo natural e importante neste cenário."
De acordo com o pecuarista, há cerca de dois anos a Argentina passou por um quadro semelhante ao brasileiro, no qual o alto índice de abate de matrizes reduziu o volume do rebanho. O abate de fêmeas ocorre quando as cotações do boi gordo estão em baixa, para o criador manter o caixa.
Segundo Gustavo Aguiar, zootecnista e analista da Scot Consultoria, o abate de matrizes no País se deu entre 2005 e 2006, quando a arroba do boi gordo estava 47% mais barata do que os valores praticados hoje. Em junho de 2006, a arroba deflacionada girava em torno de R$ 48,85.
Para Moura, ao contrário do Brasil, os argentinos dificilmente recuperam o volume de cabeças de gado, porque o índice de reprodução das matrizes da Argentina é superior ao das vacas brasileiras. A taxa de fertilidade no Brasil geralmente é de 50%, e na Argentina, de 85%. Sem contar nove meses de gestação, oito meses de desmame e 24 meses até o abate. "O impacto no preço do bezerro é menor lá pela fertilidade."
Dados da Scot Consultoria apontam de que no primeiro semestre de 2010, a cotação brasileira do bezerro de sete arrobas subiram quase 20%. Em junho de 2006, um bezerro custava R$ 401; hoje ele vale R$ 750, como valia no período pré-crise, em 2008.
Por outro lado, de acordo com o pecuarista, a retenção de matrizes está relacionada também ao clima. A região de Mato Grosso que ficou 120 dias sem chuvas pode ter o pasto comprometido. "A tendência agora, de verão com chuvas deve desafogar", observa.
Segundo Hyberville Neto, analista da Scot, a retenção de fêmeas iniciada em 2007, depois do pico de abate, continua em 2010.
Estatística da Scot mostra que no primeiro semestre deste ano as fêmeas respondiam por 36,3% dos abates, ante 39,6% no mesmo período de 2009. "A menor participação de matrizes ocorreu em 2002, com 28,7%", diz Neto.
De acordo com Aguiar, o percentual de 36,3% representa cerca de 4,5 milhões de cabeças de vaca. O total de bovinos abatidos no primeiro semestre de 2010, sem contar novilhos e novilhas, é de 12,61 milhões de cabeças. Para Neto, a continuidade da retenção de fêmeas no rebanho, além de indicar investimento no setor, colabora com a diminuição de animais para abate, o que consequentemente gera aumento das cotações bovinas.
Segundo Neto, de junho até outubro deste ano a arroba do boi gordo valorizou 15,5%.
Em São Paulo, a comercialização da arroba, à vista, livre de Funrural, está em R$ 93.
Em Goiânia, a pouca oferta provocou alta e os preços a R$ 90 a arroba, a prazo, livre do Funrural se alinharam aos do sul do estado e aos do Mato Grosso do Sul.
Já no sul da Bahia, os negócios diminuíram e a cotação voltou para R$ 85 à vista, sem imposto.
Tanto Aguiar como Moura apostam em que até o fim do ano os preços da arroba devem se aproximar da casa de R$ 100. "Em 2011, os preços seguem firmes. As cotações sobem diariamente."
Moura considera ainda que a tendência de elevação dos valores do boi gordo deve seguir nos próximos dois anos.
Na outra ponta, os preços do bezerro em 2011, de acordo com Aguiar, não devem sofrer mais altas, mas vão continuar firmes.
A retenção de matrizes para garantir o abastecimento de carne bovina avança no Brasil. No entanto, o processo longo e de alto custo deve gerar aumento de oferta de boi gordo só em 2014.

FONTE: DCI

Remates de Hereford e Braford atraem compradores

Com faturamento 15% superior ao obtido no ano passado, o 2º Remate Seleção Guatambu, em Cachoeira do Sul, rendeu R$ 233,7 mil com a venda de 57 animais Braford e Hereford
Um dos principais diferenciais do remate foi uma garantia geral para doenças, transporte, acidentes, morte ou impedimento reprodutivo. A idéia, conforme o proprietário da Guatambu, o cachoeirense Valter José Pötter, é auxiliar os compradores no cuidado com os animais. Para atrair os compradores ao Sindicato Rural local, a Estância Guatambu, de Dom Pedrito, apostou ainda em uma palestra sobre o manejo de controle e prevenção do carrapato bovino.
O maior comprador do leilão foi o pecuarista Paulo Goulart, de Mato Grosso do Sul. No ano passado, ele já tinha arrematado 15 animais da Guatambu e este ano levou outros 15 touros hereford por R$ 78,15 mil. Os animais serão utilizados em cruzas com fêmeas Nelore para melhoramento do plantel de Paranaíba. " Ano passado tive um excelente resultado utilizando genética da Guatambu. Conheço o trabalho da estância há 15 anos e sei que é diferenciado", explicou Goulart.
No total, foram vendidos 38 reprodutores Polled Hereford e Braford com média de R$ 5,5 mil e 20 fêmeas com média de R$ 1,8 mil. Os compradores foram brindados com o famoso vinho Cabernet Sauvignon Rastros do Pampa Premium, produzido pela Estância Guatambu.
Remate Criadores de Braford 11ª Edição
O remate Criadores de Braford reuniu 11 cabanhas no último dia 7 de outubro no Parque de Exposições de Rosário do Sul, participaram, Agropecuária Santa Ana, Agropecuária São Pedro, Cia Azul, Pitangueira, Ponta, Reculuta Agropastoril, São Manoel, Tradição Azul, Umbu, Santa Alice e Parceria Pecuária Ita.
O leilão obteve um faturamento total de 568 mil com a venda de 188 animais. Os machos braford fizeram a média de R$ 5.750,00 e as fêmas (vaquilhonas), que totalizaram 122 vendidas no remates, obtiveram a média de R$ 1.572,13.
O braford mais valorizado no Remate Criadores de Braford, foi o touro 7281 da Agropecuária Santa Ana, vendido por R$ 11.250,00 para o Senhor Vicente Saldanha Flores, da Estância do Rosário.

FONTE: assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Hereford e Braford - ABHB.

Pista limpa e boas médias no remate da Capanegra

Expofeira

O leilão da Capanegra Agropecuária, segundo remate da Expofeira de Bagé, teve pista limpa e muito ágil na tarde de terça-feira. Cerca de uma hora e meia depois que o pregão começou, todo os 90 animais, angus e brangus, já haviam sido rematados.
Os dados parciais do escritório Trajano Silva, apontou um faturamento total de R$ 339.675,00, com médias de R$ 6.900,00 para os touros Angus, e R$ 5.600,00 para os touros brangus.
Os números superaram a expectativa do produtor Fernando Pons, que pouco antes do leilão começar comentava sobre as oscilações de preço que os remates vem apresentando. “Não se estabeleceu um parâmetro ainda. Eu acredito em uma média de R$ 5,5 mil para os touros brangus, e R$ 6 mil para o angus”, observou.
Assim como no primeiro remate da Expofeira, que vendeu quatro touros dentro do programa Terneiros do Futuro, a Capanegra também vendeu animais nesta modalidade. Outros cinco touros foram adquiridos na terça-feira para serem quitados com terneiros nas próximas feiras. O programa Terneiros do Futuro visa fomentar a cadeia produtiva, facilitando o acesso a genética de qualidade a todos os produtores.

Fabiana Gonçalves
Jornalista - Reg.Prof.: 11.156
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mercado de reposição tem valorização histórica no MT.

Mas a falta de bois reduz drasticamente capacidade de abate do Estado.

A oferta mais limitada de animais tem permitido maior valorização da arroba no Mato Grosso. Dados divulgados pelo Imea, Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária, mostram que a valorização atinge também o mercado de reposição. Na comparação com outubro do ano passado, a relação de troca do boi gordo de 16,5@ com o bezerro de desmama de 5,5@ está em 2,27 bezerros/ boi, o equivalente a um aumento de 12% na comparação com outubro de 2009. Já a relação de troca de um boi gordo por um boi magro de 12@ em outubro é 1,44 boi magro/boi gordo, 10% melhor que no mesmo mês do ano passado.
Segundo técnicos do Imea, este resultado apresenta a melhor relação de troca da série histórica do Instituto, que começou em 2008. A melhoria no custo da reposição mantém o mercado aquecido, mas a valorização da arroba, tem também um aspecto preocupante. A falta de boi tem provocado a menor taxa de utilização da capacidade de abate do ano.
De acordo com o Imea, a redução esperada por causa do início da entressafra foi comprovada no mês de agosto, quando pouco mais de 358 mil animais foram abatidos. Com base nesse volume, o Instituto apontou que a taxa de utilização da capacidade instalada no Estado caiu para 37,7%, redução de 0,4 pontos percentuais na comparação com o mês anterior. O resultado só não foi pior por causa da chegada do gado confinado nas unidades frigoríficas, que foi estimado em 18% dos animais abatidos naquele mês.
Para outubro, o levantamento de confinamento do Imea prevê que o gado confinado responda por 31% dos abates, ainda assim, não será suficiente para inibir a redução de abates para essa época do ano, já que o total de animais confinados deve ficar 15,7% menor em relação ao ano passado.

Fonte: Imea

Mercado do boi gordo segue firme e sob pressão de alta

Mercado firme e sob pressão de alta.
Está difícil encontrar animais terminados. A saída de boiadas de confinamento não tem ajudado a melhorar a oferta.
Além disso, o feriado reduziu o número de negócios nessa segunda-feira, encurtando ainda mais as escalas de abate dos frigoríficos de São Paulo. Existem indústrias precisando completar as programações de abate de quarta-feira.
Sendo assim, no estado, o preço de referência subiu para R$92,50/@ à vista, e R$93,50/@ a prazo, livre de funrural. No entanto, existem relatos de negócios acontecendo por até R$1,50/@ acima da referência do mercado.
No Triângulo Mineiro, a pequena oferta de gado terminado somada a demanda elevada das industriais locais e dos compradores de São Paulo, que atuam na região, fez os preços subirem R$1,00/@.
No Mato Grosso do Sul, outro tradicional fornecedor de gado para os frigoríficos paulistas, embora o preço se mantenha em R$89,00/@ a vista, começam a ocorrer com mais freqüência negócios em R$90,00/@, a vista e R$91,00/@, a prazo, livre de imposto.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Brasil e Rússia buscam ampliar comércio


O comércio bilateral entre Brasil e Rússia será ampliado e vai ganhar mais peso daqui para frente. A avaliação é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi. Ele chefia a missão oficial brasileira que está em Moscou para negociações com autoridades russas e a instalação do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Rússia. Nesta segunda-feira (11-10), ele e a ministra da Agricultura, Elena Skrínnik, assinaram o memorando de entendimento para a instalação do órgão bilateral.
“As reuniões são produtivas e uma oportunidade para elevar o diálogo e intensificar as negociações”, comentou o ministro. Rossi considera que a criação do comitê é um marco nas relações entre os dois países. “As próprias autoridades russas deixaram isso claro ao realçarem o peso da parceria com o Brasil”.
Nas reuniões de cúpula, o ministro expôs a situação da produção rural brasileira, que este ano bateu recorde de safra, superior a 149 milhões de toneladas de grãos. Ele expôs ainda como a pecuária nacional está buscando ganhar competitividade, assumindo compromissos com a redução dos gases de efeito estufa. Rossi destacou as políticas de desenvolvimento sustentável empreendidas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para elevar a produtividade e garantir a preservação do meio ambiente.
Ainda nesta segunda-feira, Wagner Rossi esteve reunido com a ministra do Desenvolvimento Econômico da Rússia, Elvira Nabiulina. Um dos principais itens da pauta de negociações com o governo do presidente Dmitri Medvedev é a ampliação do acesso das carnes brasileiras ao mercado russo. Ao mesmo tempo, os russos querem ampliar a pauta de exportações para o Brasil.
Segundo Rossi, as autoridades sinalizaram que ainda em outubro devem ser definidas novas regras para países fornecedores de produtos agropecuários, o que poderá beneficiar diretamente o Brasil. Ele aproveitou os dois encontros para convidar as ministras a visitarem o país no próximo ano.
Carnes
As carnes são um dos principais itens da pauta de exportações, que inclui outros produtos nacionais vendidos à Rússia, como açúcar, fumo e café. Atualmente, o Brasil comercializa carnes bovina, suína e de aves com regras definidas numa política de cotas que contempla outros parceiros comerciais russos, como Estados Unidos e União Europeia. “Não queremos privilégios, mas temos condições de fornecer as melhores carnes para o mercado russo em condições mais vantajosas, inclusive para o consumidor do próprio país”, disse Wagner Rossi. Uma das medidas em estudo pelos russos é a criação de um regime de tarifas, o que pode vir a ser considerado positivo.
A Rússia tem sido o principal destino das exportações brasileiras de carnes suína e bovina. Apenas de carne bovina in natura, o Brasil embarca anualmente o equivalente a US$ 1 bilhão, o que representa 25% da nossa pauta de exportações para aquele país. Mas, diferentemente de Estados Unidos e União Europeia, o Brasil não tem cota específica, acessando a denominada cota “outros países”, por uma opção estratégica.
Fertilizantes
Mas, se por um lado o Brasil quer vender mais carnes, em contrapartida, o governo Medvedev tem interesse em ampliar a participação russa no mercado brasileiro de defensivos agrícolas e fertilizantes. O país asiático é hoje um dos maiores fornecedores de fertilizantes para o Brasil e há interesse dos dois governos em estimular o comércio direto entre empresas russas e compradores brasileiros. Os russos também vêm buscando ampliar a venda de outros produtos, como o trigo, para o mercado nacional.
“As negociações em alto nível serão intensificadas agora, por conta do comitê consultivo, e os primeiros resultados devem sair ainda este ano”, diz Wagner Rossi. Ele adiantou que, por sugestão da ministra Elena Skrínnik, uma nova rodada de conversas deve ser realizada durante a Semana Verde, em Berlim (Alemanha), em janeiro de 2011. “É uma feira importante e já adiantamos que temos todo o interesse na agenda”, afirma.
Além do ministro Wagner Rossi, integram a comitiva oficial brasileira os secretários Célio Porto (Relações Internacionais do Ministério da Agricultura), Francisco Jardim (Defesa Agropecuária) e Welber Barral (Comércio Exterior), além de funcionários dos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e das Relações Exteriores, bem como técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Pelo lado russo, as negociações incluíram o chefe do Serviço Veterinário e Fitossanitário, Sergei Dankvert.
Nesta terça-feira (12-10), Rossi se reúne com importadores russos e empresas brasileiras envolvidas no agronegócio no país asiático. Representantes da iniciativa privada querem ampliar mercados e promover investimentos tanto no Brasil quanto na Rússia. “É natural que o peso dos mercados dos nossos países desperte interesse do setor privado”, avalia o ministro da Agricultura. “Afinal, estamos falando de mercados significativos e potencialmente promissores que estão emergindo no cenário internacional como grandes jogadores”.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Olímpio Cruz Neto

Alta do boi gordo desde janeiro está entre as maiores do período

Desde janeiro o preço do boi gordo acumula alta de quase 24% em São Paulo e a tendência é que maiores aumentos nas cotações ocorram no curto prazo, já que a demanda por carne está firme e a oferta segue pequena.

No entanto, analisando o comportamento dos preços no mesmo período dos anos anteriores, podemos observar que uma alta de 24% pode ser considerada entre as maiores desde 1997. A exceção foi 1999, quando as cotações do boi gordo subiram 34,1% entre janeiro e outubro. Mas na média do período o aumento foi de 11,2%. Observe a figura 1.



Portanto, mesmo existindo uma tendência de aumento nas cotações no curto prazo, isso não significa necessariamente um movimento de alta muito acentuado, pois, quanto maiores as cotações, cresce tendência de aumento da resistência das indústrias para pagamentos mais altos.

Fonte: Scot Consultoria

Volume de negócios no mercado físico esteve abaixo da média nesta manhã

O volume de negócios no mercado físico esteve abaixo da média nesta manhã, mesmo considerando-se uma segunda-feira, dia que tipicamente é marcado por movimentação reduzida.
O fraco desempenho é atribuído ao feriado desta terça-feira, que faz com que vários frigoríficos e vendedores posicionem-se fora do mercado. Mesmo assim, foi possível identificar escalas mais curtas e novas altas para os preços da arroba em São Paulo, com ofertas de até R$94,00/@ à vista para o preço de balcão.
Na quarta-feira, a situação das escalas será ainda mais dramática, o que poderá deixar as cotações ainda mais pressionadas positivamente.
O aumento do consumo típico da primeira quinzena do mês aliado ao feriado, que também traz firmeza à demanda, poderão atuar como forte suporte aos preços pecuários nesta semana.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 11.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,85
VACA GORDA: R$ 2,40 A R$ 2,45

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,50 A 5,65
VACA GORDA R$ 5,25 A 5,35

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.COM.BR

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 11.10.2010

BOI: R$ 5,40 a R$ 5,50
VACA: R$ 5,15 a R$ 5,20

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 11.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS
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TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,05
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*GADO PESADO NA FAZENDA
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FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br