sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novilho Precoce MS e Frigorífico JBS retomam parceria

Passados quatro meses do término da parceria com o Frigorífico JBS a diretoria da Novilho Precoce MS confirmou esta semana a retomada dos abates com a indústria frigorífica, conforme novo acordo comercial

sta semana a retomada dos abates com a indústria frigorífica, conforme novo acordo comercial
O contrato de “compra e venda” de bovinos prevê um abate inicial de 35 mil animais com escalas já agendadas para próxima semana, sendo o primeiro abate com um volume de 200 animais a serem abatidos na Capital.

Conforme o diretor presidente da Associação, Alexandre Scaff Raffi, a parceria continuará baseada no diferencial do grupo, que é a produção de carne de qualidade. Ainda segundo Raffi, assim como no contrato anterior, permanece o pagamento de um “plus” para os animais precoces e que cumprirem as demais exigências estabelecidas pela parceria, seja para machos ou fêmeas.

O diretor financeiro da Associação explicou que a retomada da parceria vinha sendo discutinda pelas partes mesmo antes do término do contrato em vigor, naquela ocasião. "Sempre defendemos que a aliança seria bom para os dois lados e que esta relação comercial só vem fortalecer a cadeia da carne. Continuaremos a entregar o produto dentro das especificações que a indústria necessita, seremos remunerados por este trabalho e o consumidor continuará a ter a garantia de uma carne de qualidade", pondera Nedson Rodrigues Pereira.

A primeira parceria entre os produtores e o frigorífico vigorou pelo período de um ano (junho 2009 – quando ainda Bertin – a junho 2010) quando mais de 70 mil animais foram abatidos.

Para maiores informações sobre a Novilho Precoce MS acessewww.novilhoms.com.br. Os interessados em integrar o grupo de associados à instituição podem obter maiores detalhes pelo telefone (67) 3324-7082.
FONTE: PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Mercado do boi gordo segue com poucos negócios, mesmo com preços em alta

Poucos negócios com o boi gordo, mesmo com preços em alta.
As escalas em São Paulo atendem de 2 a 3 dias, com abates em níveis reduzidos. O preço referência do boi gordo subiu e está em R$101,00/@, a prazo, livre de imposto. Alta de 9,8% em 30 dias.
Este valor é 32,5% maior que no início do ano. Em 2009, nessa mesma época, o preço do boi gordo em São Paulo acumulava baixa de 10,3%, em relação ao início daquele ano.
No Mato Grosso do Sul houve reajuste em todas as praças, a oferta é curta. O boi gordo é negociado por R$95,00/@, a prazo, livre do imposto em Dourados, Campo Grande e Três Lagoas.
O preço do boi gordo teve reajuste em 16 das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. No último mês a valorização média nas praças pesquisadas ficou em 5,3%, em 2010 a alta está em 28,5%.
A próxima semana deve ser de mercado firme, uma vez que a oferta de animais não tem respondido às altas de preços.
No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis, com oferta curta. De todas as peças negociadas, apenas o dianteiro casado não está no maior valor histórico, em termos nominais.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Remates Hereford e Braford do Pampa Gaúcho faturam quase 1,5 milhão


Com o faturamento de R$ 299,550 no Remate da Carcávio, Pedra Grande, Santo Antônio e Ciprestes ocorrido na última quinta-feira (21-10) em Santana do Livramento, encerra-se o ciclo de 3 remates promovidos pelo Núcleo do Pampa Gaúcho de Criadores de Hereford e Braford e chancelados pela ABHB. 46º Bela Vista e Convidados, Reculuta e São Bento e Carcávio, Pedra Grande, Santo Antônio e Ciprestes faturaram juntos cerca de 1,5 milhão de reais. Ressaltando também que os três leilões tiveram pista limpa com a venda de 130 reprodtores da raça Braford.
O remate da Carcávio, Pedra Grande, Santo Antônio e Ciprestes teve médias superiores em até 50% em relação ao remate do ano passado. Para os reprodutores braford a média geral foi de R$ 6.921,00, os touros hereford, R$ 4.875,00 e as fêmeas braford R$ 1.718,00.
O presidente do Núcleo do Pampa Gaúcho, Eduardo Soares e um dos promotores do remate da noite dessa quinta (21-10) comemora os bons resultados obtidos e afirma que 2010 está sendo um ano muito importante para as raças HB não só na fronteira, mas em todas as regiões do estado.

As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Hereford e Braford - ABHB.
FONTE: Agrolink

Importadores europeus competem por oferta de carne

Desde que a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) prognosticou que, no futuro, os preços da carne bovina seriam mais caros que os do caviar, pelo crescimento da demanda e pela queda da oferta, os grandes importadores mundiais desataram uma corrida para garantir esse alimento. Essa loucura por comprar está sendo vivida na Feira SIAL, em Paris, que termina nessa semana.
"Há uma forte demanda, mas a indústria uruguaia tem um pouco de medo de concretizar negócios pela falta de oferta", disse o vice-presidente do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), Fernando Pérez Abella.
A indústria frigorífica uruguaia (20 empresas) e os brokers que habitualmente fazem negócios com importadores do mercado europeu, estão todos em Paris. "Há uma demanda tremenda por carne, todos compram frango, cordeiro e carne bovina", disse Abella. Porém, além do interesse na carne, há outros países, como Turquia, que querem garantir o gado. "Os turcos têm muito interesse no gado em pé e estão oferecendo preços exorbitantes como US$ 3,50 em pé. Nós já dissemos que o interesse do Uruguai é vender carne e não gado em pé", disse ele, que garantiu que o stand do INAC está sendo muito visitado por importadores.
As comercializações que mais crescem estão relacionadas ao Mercosul, a principal região do mundo produtora de carne bovina e a que tem maiores possibilidades de abastecer o mercado, porém, apresenta uma grave falta de gado, fato que repercute na falta de oferta global e nos preços locais de venda.
Por outro lado, a delegação uruguaia também visitou, na Irlanda, vários frigoríficos e manteve contato com produtores e industriais para ver o sistema de tipificação de carnes aplicado nesse país. Na Irlanda, a tipificação faz uma leitura que tira foto da meia carcaça e a classifica. A ideia era ver se o Uruguai pode adotar um sistema similar e evitar a famosa discussão pelos rendimentos do gado entre produtores e frigoríficos. "Existe um pré-acordo de preços e ninguém questiona a tipificação pela qualidade da máquina", completou Abella.

FONTE: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Vendas de sêmen e abate de fêmeas

As vendas de sêmen estão boas e devem se manter assim por mais tempo.

Estamos no início da estação de monta e as pastagens ainda não permitem a melhoria da condição corporal das fêmeas, o que atrasa os trabalhos reprodutivos em algumas regiões.

Onde a seca se prolonga, existe expectativa de que a condição corporal aquém da desejada atrapalhe as taxas de prenhez da estação.

Quanto à movimentação do mercado de genética, a maioria que pretende inseminar já comprou seus insumos, o que pode deixar o mercado menos movimentado daqui para frente. De qualquer forma, as vendas estão boas, pautadas pelo bom desempenho do mercado do boi gordo e da reposição neste ano.

O boi gordo, que já vinha firme, subiu forte nas últimas semanas estimulando as vendas desta estação.

Aparentemente a retenção de fêmeas continua. Ou seja, aumentou o investimento na cria.

Observe na figura 1 a correlação entre a participação de fêmeas nos abates no primeiro semestre e as vendas de sêmen.



Se a tendência se mantiver, em 2010 devem ser vendidas mais de 9,5 milhões de doses.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Cepea: preço do boi gordo é o maior desde 1.994

O mercado de boi gordo está em alta. A média Cepea registrou essa semana o maior preço desde 1.994.
A cotação passou dos R$ 100. O indicador Cepea corresponde ao preço bruto da arroba do boi gordo, negociado em São Paulo. Segundo os pesquisadores do Centro de Estudo em Economia Aplicada, a oferta de animais para o abate diminuiu por causa da seca dos últimos meses, o que provocou o aumento no preço.

Fonte: EPTV

MAIS FOTOS DO DIA DE CAMPO EM PEDRAS ALTAS DIA 21.10.2010




FOTOS DO DIA DE CAMPO EM PEDRAS ALTAS EM 21.10.2010 - Propriedade de Sérgio Souza Fernandes e filhos
















Novas máximas no mercado do boi gordo

O movimento de alta para o mercado do boi gordo era esperado por praticamente todos os players, pelo menos ao longo do 2º semestre, entretanto, a intensidade tem surpreendido mesmo os mais otimistas. Sempre há quem aposte em boi nas alturas, mas os fundamentos estão dando fôlego para o tão esperado boi de R$100,00/@ sem sinal de arrefecimento à vista.
Não seria possível observar esse cenário sem que os fatores altistas envolvessem tanto a oferta quanto a demanda. A falta de gado para abate dificulta as compras, mas a indústria não tem alternativa a não ser elevar os preços, sobretudo diante dos estoques de carne permanentemente enxutos e ociosidade elevada. Nos últimos dias o boi gordo registrou a máxima histórica no físico e nos futuros (BM&F), enquanto a carne bovina registrava máxima no atacado.
O bom momento econômico tira força do discurso sobre inflação alimentar, mas o aumento na participação de proteínas mais baratas é recorrente, sobretudo quando produtos de luxo como o bacalhau estão mais em conta do que a tradicional picanha bovina.
A alta no preço da carne bovina é também um dos principais fatores de alta para a carne suína e de frango. O clima também ajudou no movimento altista, uma vez que a incidência do La Niña com forte intensidade resultou em seca severa em várias regiões do País e, com isso, baixa oferta de gado de pasto.
A situação atual é de escalas curtas, oferta restrita de gado confinado e preços elevados para o boi magro, impulsionado pela alta do boi gordo. Os preços do bezerro também retomaram o movimento de alta nos últimos meses, após apenas ensaiar um enfraquecimento entre julho e agosto, o que reduz o interesse do pecuarista em vender fêmeas para abate. Dessa forma, no acumulado desde o início do ano o boi gordo subiu 24,7%, em linha com a carne bovina (+24,3%). Mas a dúvida permanece: vai mais?
Pela precificação da BM&F, o mercado sinaliza novos recordes até novembro pelo menos. Em relação ao indicador Esalq (preço spot), o contrato de novembro na BM&F era negociado com 2,2% de ágio no pregão de hoje (20/10) e para dezembro com um pouco menos de ânimo e ágio de 1,1%. Entretanto, é preciso ficar de olho na capacidade do varejo em absorver essas novas altas, enquanto permanece a expectativa de chegada da safra apenas para final de dezembro e começo de janeiro de 2011. O mercado segue firme, mas esperar que R$100,00/@ vire piso é euforia.

FONTE: www.agroblog.com.br / Autor Leonardo Alencar

ATENÇÃO


Funrural deve ser recolhido por produtores rurais


A Farsul está orientando aos produtores rurais que efetuem o recolhimento do Funrural. A medida é resultado da negativa de liminar impetrada pela Federação e que autorizava o deposito em juízo do mesmo. De acordo com o assessor jurídico da Farsul, o Tribunal Regional Federal cassou a decisão que antecipava a tutela e permitia aos produtores rurais ligados ao Sistema Farsul depositar o valor em juízo. “A ação prossegue somente quanto ao mérito, portanto não é mais possível fazer depósito em ações ligadas ao Funrural. Trata-se de decisão recente, que deve ser cumprida na sua integralidade” explicou.

As informações são da assessoria de imprensa da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul -Farsul.
FONTE: Agrolink

ATENÇÃO


Escassez de boi gordo diminui abate em frigoríficos

A escassez do boi gordo para abate começou a afetar o funcionamento dos frigoríficos brasileiros. Tanto é que a maioria deles já reduziu os dias de abate e encurtou o prazo de escala de uma semana para, no máximo, dois dias.
A escassez chega ao bolso do consumidor, e a carne já chega a custar mais que o bacalhau. Na região de Ribeirão Preto, os frigoríficos diminuíram em até 30% o número de abates diário. No Barra Mansa, em Sertãozinho, a queda foi de 28,5%; de 700 cabeças para 500 cabeças de boi por dia. Já os dias de abate caíram de seis para quatro e, às vezes, até três.
Segundo o responsável pelas compras, Osmar Marques, o boi que era comprado para daqui a uma semana agora precisa ser adquirido e entregue em até 48 horas. Caso contrário, o frigorífico corre o risco de ficar sem carne. "E o trabalho, que era de segunda a sábado, agora é realizado de quarta a sexta."
No Frigorífico Minerva, de Barretos, os dias de trabalho caíram de seis para cinco. E a queda só não foi maior porque a empresa, que tem nove frigoríficos espalhados pelo país, intensificou sua estratégia de mercado para conter a escassez de boi gordo. "Estamos utilizando o nosso próprio confinamento para a engorda dos bois, inclusive com bois vindos dos nossos fornecedores", disse o gerente de mercado do Minerva, Fabiano Tito Rosa.
Além disso, o frigorífico dobrou a compra futura de boi para 300 mil cabeças. "Desde o começo do ano estávamos com a impressão de que haveria uma escassez. Mas, já em maio, diagnosticamos a baixa oferta e intensificamos as estratégias de mercado", disse.
Apesar da situação, o presidente da Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos), Péricles Salazar, não acredita em desabastecimento. "Tudo que foge ao normal volta ao normal."
Ele afirmou que a recuperação do mercado deve ocorrer em até dois anos. "Esse é o prazo para o produtor voltar a acreditar, investir em matrizes e bezerro, para lá na frente ter um gado em situação de abate", disse. No entanto, a expectativa é que os preços atuais se mantenham até o final do ano.

FONTE: Folha de São Paulo, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Oferta de boi segue restrita e preços da arroba e carne batem recordes

Os preços da arroba do boi gordo foram impulsionados pela baixa oferta de animais prontos para o abate, levando o indicador à vista Esalq/BM&FBovespa a R$ 101,35/@, com valorização de 5,32% na semana. O valor se aproximou do maior valor real (deflacionados pelo IGP-DI) da série deste indicador. Conforme série deflacionada do Cepea, a maior média mensal do indicador é de R$ 102,99, de novembro de 1999.

O indicador a prazo teve alta de 5,96% no período, sendo cotado a R$ 102,88/@, o maior valor registrado na série histórica do indicador. Em relação ao ano passado, a variação acumulada é de +31,51%. Em 20 de outubro de 2009, a arroba do boi gordo a prazo foi cotada a R$ 78,23/@.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo



Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Diferente da direção que vinha tomando, a moeda norte americana acumulou alta de 1,09% na semana. Com isso, a arroba do boi gordo em dólares registrou variação positiva de 4,18% no período, sendo cotada a US$ 60,59.

Na BM&FBovespa, os contratos de boi gordo continuam a sequência de alta. O primeiro vencimento outubro/10 fechou a R$ 103,19/@ no pregão da última quarta-feira, acumulando valorização de R$ 5,43 na semana. Os contratos que vencem em novembro/10 tiveram variação positiva de R$ 5,85, fechando a R$ 103,86/@.

O mercado ainda apresenta tendência de alta, visto que o volume de boi gordo que deve entrar no mercado até dezembro será baixo. Já em janeiro e fevereiro, a entrada de um maior volume de boi de pasto deve fazer com que o mercado registre queda, o que já pode ser notado em partes pelos contratos da BM&FBovespa para esses vencimentos, que estão abaixo de R$ 100,00/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 13/10/10 e 20/10/10



A oferta de boi pronto para abate ainda continua muito restrita, o que tem dado firmeza ao mercado e elevado as cotações. Frigoríficos ainda encontram dificuldade para comprar animais e as escalas seguem curtas.

Enquanto isso, produtores aproveitam os preços elevados para recuperar perdas anteriores.

O leitor do BeefPoint, José Antonio H. Castilho informou que na região de São José do Rio Preto/SP o lote de boi gordo para abate está sendo comercializado há R$ 105,00, enquanto a vaca gorda está valendo R$ 100,00/@.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
http://www.beefpoint.com.br/formularios/mercado-reposicao/

A redução do número de abates pelos frigoríficos de diversas regiões tem reduzido a oferta de carne disponível no mercado, levando os preços no atacado a valores recordes. O consumidor já está sentindo essa alta e se a arroba do boi continuar subindo os preços da carne terão que acompanhar. A questão é: o consumidor está disposto a pagar por isso?

No atacado paulista, o traseiro foi cotado a R$ 8,10, o dianteiro a R$ 5,30 e a ponta de agulha a R$ 5,20. O equivalente físico registrou valorização de 6,57% na semana, sendo calculado a R$ 99,47/@ na última quarta-feira (20/10). Diante desta valorização, o spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 1,88/@.

Fabiano Tito Rosa, Gerente de mercado do Minerva, comentou em seu twitter que "se a carcaça realmente chegar a 105 pilas significa que ainda tem espaço para os frigoríficos de carne com osso pagarem mais no boi".

Tabela 2. Atacado da carne bovina



Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 720,54/cabeça, com desvalorização de 0,25% na semana. Com o boi gordo registrando forte valorização nos últimos dias, a relação de troca melhorou ficando em 1:2,32, alta de 5,58% no período.

Gráfico 4. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista x relação de troca (boi gordo de 16,5 por bezerros)



Nesta semana, a margem bruta na reposição apresentou uma alta acumulada de 9,97%, sendo calculada em R$ 951,74. A margem bruta na reposição é a diferença da venda de um boi gordo de 16,5@ e compra de um bezerro de reposição, este valor é o que será utilizado para investimentos na atividade, pagamento de contas e salários e lucro.

Gráfico 5. Margem bruta na reposição



FONTE: BEEFPOINT

Boi: Mercado físico mostrou-se mais calmo

Hoje, o mercado físico mostrou-se mais calmo e após fortes reações registradas ontem, manteve a maior parte das ofertas nos mesmos patamares, em um clima de absorção dos novos patamares de preços.
As escalas, no entanto, não apresentaram muita melhora e em São Paulo ainda atendem 4 dias, em média.
A situação não é nada animadora para a indústria. Além de trabalhar com alta ociosidade, devido à oferta restrita de animais, a perspectiva para a reta fi nal desta entressafra não é das melhores.
A oferta de animais de confi namento no segundo turno não deverá ser diferente do observado no primeiro e, para piorar, outubro é tipicamente o mês que representa o pico da oferta de animais de cocho.
O clima também não traz boas notícias, e a expectativa para o volume de precipitação para os próximos meses não mostra que será o sufi ciente para engordar os animais.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Preço do boi gordo continua subindo

O preço do boi gordo continua subindo.
Em São Paulo a maior parte dos negócios acontece na casa dos três dígitos. Chegou a R$100,00/@, a prazo, livre do funrural, mas pipocam negócios em até R$105,00/@, nas mesmas condições (em ocasiões específicas).
A cotação do boi gordo subiu em quinze das 31 praças pesquisadas, sendo que em algumas regiões a alta foi de R$2,00/@ (Oeste do Maranhão e Rio de Janeiro) e R$3,00/@ (Sul de Minas Gerais), nas demais regiões a alta foi de R$1,00/@.
Mas em todo lugar acontecem negócios acima dos preços de referência, dada a necessidade dos frigoríficos em preencherem as escalas de abate.
O fato é que não há oferta e mesmo pagando mais as compras não fluem. Essa situação não tende a mudar, ao menos por enquanto.
No mercado atacadista de carne bovina os preços subiram mais uma vez. O boi casado chegou a R$6,80/kg, acumulando aumento de 9,2% em uma semana.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Preço do boi na Argentina dobrou em 10 meses

O preço do boi gordo na Argentina subiu 117% desde o começo do ano e hoje vale US$68,80/@.

A impressionante alta se deve à oferta reduzida de animais no país, resultado do desestímulo à atividade após a limitação das exportações de carne bovina imposta pelo governo.

O preço do boi gordo passou de US$31,72/@ no começo de janeiro para US$68,80/@ em meados de outubro. Veja uma comparação entre os preços do boi gordo no Brasil (São Paulo) e na Argentina, em dólares, desde o começo do ano.



O aumento dos preços do boi gordo são preocupantes pois ao menos parte deles tem sido repassada ao consumidor. Segundo informações do Centro de Educação dos Consumidores, somente nos últimos 10 dias, os preços no varejo subiram 10%.

A alta dos preços da carne pode interferir no consumo no país, que está entre os mais altos do mundo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Governo do RS avalia ações para campanha de vacinação contra aftosa

Após três dias de trabalho, encerrou nesta quarta-feira (20), a reunião dos Supervisores Regionais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), em Porto Alegre (RS). Durante o encontro, foram discutidas e avaliadas diversas ações desenvolvidas pelo Departamento de Produção Animal (DPA), em especial a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, que ocorre de 1º a 30 de novembro.

De acordo com médico veterinário do Serviço de Doenças Vesiculares do DPA, Marcelo Göcks, ficou acertado "que na semana que vem inicia-se a distribuição das primeiras 924 mil doses para o interior do Estado". As vacinas destinadas aos produtores enquadrados no Pronaf, com até 50 cabeças de gado, podem ser retiradas nos escritórios regionais e Inspetorias Veterinárias e Zootécnicas (IVZs).

O técnico da Seappa salienta ainda que o sucesso da campanha depende de cada produtor rural. "É responsabilidade do produtor manter a sanidade do seu rebanho. Por isso, é importante que além da aquisição e aplicação das doses, seja feito o registro da quantidade de animais imunizados junto às IVZs, sob pena de ser multado, mesmo com a vacinação em dia", explicou Göcks.

A próxima etapa será para reforçar a vacina nos bovinos jovens com até 24 meses, os quais totalizam uma população de quatro milhões de cabeças. A vacinação realizada no mês de maio atingiu 95,66% do rebanho. Em todo o Estado, foram 13, 7 milhões de cabeças de gado imunizadas, de um total de 14,3 milhões.

Fonte: Governo do Estado do RS

Carne bovina continua subindo

O atacado de carne bovina com osso está em alta.

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, entre os dias 18 e 20 de outubro, houve reajuste para todas as peças no mercado atacadista de carne bovina de São Paulo. Veja tabela 1.




Apesar de geralmente, na medida em que avança o mês o consumo ter tendência de queda, os preços estão subindo, o que demonstra a forte pressão que o boi gordo alta está exercendo sobre a cotação da carne bovina.

Os preços atuais do traseiro casado, traseiro avulso e do boi casado são recordes, segundo levantamento da Scot Consultoria.

Isso pode levar a altas nas cotações da carne para o consumidor.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

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Remate em São Gabriel/RS movimenta R$ 244,2 mil

O remate da Estância do Bolso, em São Gabriel (RS), movimentou R$ 244,2 mil com a venda de 56 bovinos, 50 ovinos e uma dose de sêmen (R$ 500,00). A média geral dos bovinos Hereford e Braford ficou em R$ 4.153,57. Os cinco touros Braford comercializados saíram por média de R$ 6,24 mil e os 11 Hereford, por R$ 5.581,82. As 28 vacas Hereford com cria tiveram valorização de R$ 2.541,07, e as 50 borregas Corriedale, de R$ 222,00.
O leilão Angus Trio comercializou, no dia 15, em Santa Maria, 109 exemplares com faturamento total de R$ 396.150,00. A média para os touros PO foi de R$ 6.743,00 e para os touros CA, de R$ 5.550,00. O preço médio geral de machos atingiu a marca de R$ 5,8 mil e das fêmeas, de R$ 1.161,00.

FONTE: Correio do Povo

Médias de causar inveja no Reculuta e São Bento

Leilão em Santana do Livramento (RS) destacou valor das raças Braford e Polled Hereford
Contrariando a supremacia de preços da raça Braford nas pistas de Santana do Livramento, o touro Hereford K 114 foi o exemplar mais valorizado no leilão Reculuta e São Bento. Os compradores Ricardo e Luciano Sperotto Terra, da Cabanha Tamanca, vieram de Santa Vitória do Palmar decididos a arrematar o touro, que saiu por R$ 22,5 mil. "Este exemplar é o mais completo que já vi. Idealizamos ele como pai de nossos futuros produtos", salientou Ricardo. O leilão negociou 43 touros, obtendo faturamento de R$ 364,6 mil alta de 25,7% em relação ao remate de 2009. A média dos 16 touros Braford foi de R$ 9.412,50 e a dos 27 Polled Hereford, de R$ 7.928,00.
Entre os Braford, o mais valorizado foi o exemplar de tatuagem I 254, negociado por R$ 19,5 mil para Miguel Ricardo Vargas Chuy, da Cabanha Dom Angélico, de Dom Pedrito. "O Braford daqui é muito bom", destacou o criador. Os proprietários da Reculuta, Juarez Furtado, e da São Bento, Otto Manoel Alves, eram só otimismo. "O ano está bom para a raça", disse Alves, referindo-se aos touros Braford.

FONTE: Correio do Povo
Autor: Marcela Caetano

Leilão Bela Vista fatura R$ 706,5 mil

O 46º Leilão Bela Vista e Convidados somou 706,5 mil com a venda de 113 exemplares. O valor é superior aos R$ 529.015,00 negociados em 2009. Os machos Braford atingiram média de R$ 10.840,23 e os Hereford, R$ 8.118,75. Os 22 ventres Braford atingiram média de R$ 1.875,00. As fêmeas prenhes alcançaram R$ 2.250,00.

FONTE: Correio do Povo

Exportação de bovinos vivos impulsiona economia regional

José Vicente Ferraz, engenheiro agrônomo e diretor técnico da AgraFNP.
Maior exportador mundial de carne bovina, o Brasil, nos últimos sete anos, passou a ocupar também um lugar de destaque como exportador de bovinos vivos para abater.
Segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), em 2009 o país exportou mais de 500 mil cabeças, que geraram receita superior a US$ 250 milhões.
Países como Austrália e Canadá também são grandes exportadores de bovinos vivos para abate. Venezuela e Líbano são os importadores do produto brasileiro que, basicamente, é originário dos Estados do Pará (em sua esmagadora maioria) e do Rio Grande do Sul.
As exportações de gado em pé (como são normalmente chamadas), notadamente a partir do Pará, têm importantes reflexos positivos na economia regional.
Uma evidência clara desses benefícios é a valorização relativa do gado bovino paraense, o que gera mais renda para os produtores locais e efeitos multiplicadores sobre os investimentos na bovinocultura de corte. Os preços do gado gordo destinado ao abate no Pará, que, antes das exportações de gado em pé se consolidarem chegavam a ser até 25% menores que os pagos em São Paulo, depois das exportações tiveram a diferença reduzida para 15%, em média.
Trata-se de uma diferença que representa renda extra extremamente significativa para os produtores locais. É evidente que a concorrência pelo gado para abater com os exportadores de gado em pé não interessa à indústria frigorífica, que se vê obrigada a pagar mais por sua matéria-prima básica.
Nesse sentido, surgem críticas à exportação de gado vivo. Essas críticas são relativas ao bem-estar dos animais e ao fato de se estar exportando uma matéria-prima básica que, eventualmente, poderia agregar maior valor, gerando mais renda e empregos para o Brasil. A respeito dessas críticas, é necessário considerar que as evidências disponíveis indicam que elas não procedem quanto aos maus-tratos dos animais embarcados -os índices de mortalidade desses animais são semelhantes aos daqueles embarcados para abate doméstico.
Quanto às críticas de que seria possível agregar maior valor às exportações -em vez de exportar animais vivos seria mais vantajoso exportar a carne desses animais abatidos-, é claro que, teoricamente, isso é correto. Entretanto, é preciso considerar se os importadores aceitariam essa substituição.
Os países importadores de animais vivos o fazem por motivos culturais, estratégicos e religiosos e, muito provavelmente, passariam a adquirir os animais vivos de outros fornecedores se o Brasil se negasse a exportá-los.

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Análise da Semana: O boi foi a R$ 100,00/@

Foi surpreendente! Mesmo sendo grande a probabilidade e clara a expectativa de que a arroba do boi chegasse aos R$100,00/@ na BM&F, não deixa de ser impressionante observar quando isso acontece. Ainda mais após todo um primeiro semestre de pessimismo, em que o contrato de outubro/10 chegou a ficar cotado em R$75,00/@ em dezembro de 2009 e mais adiante, em maio de 2010, em R$83,52/@. É claro que era período de safra, quando a maior oferta de animais interfere negativamente nas cotações e, consequentemente, no sentimento vigente no mercado, mas mesmo assim, o mercado físico dava claros sinais de que a situação da oferta estava crítica. Mas o pessimismo persistia e o boi na BM&F não parecia querer “decolar”. De toda forma, o mercado físico vem firme desde dezembro de 2009. Aliás, aqui vale uma observação: desde 1954, observa-se que o boi fugiu à sazonalidade dos preços, que confere baixas nas safras e altas nas entressafras, em apenas dez ocasiões. E a safra de 2010 foi uma dessas “raridades”, já que o boi reagiu incríveis 10% no período.
Mesmo assim, os preços da reposição acompanharam a alta do boi gordo e mais ainda: estavam entre os mais altos da história, desfavorecendo a troca. Além disso, o pessimismo do primeiro
semestre não trouxe estímulo ao confi nador, que, em vista dos preços praticados na BM&F e dos altos custos com o boi magro, acreditou que não seria bem remunerado pelo boi de cocho na entressafra, sobretudo após dois anos de margens negativas para o confi namento. O resultado dessa combinação foi uma queda representativa do número de animais confi nados, deixando a
indústria a ver navios.
A demanda também se mostrou aquecida e foi capaz de suportar o maior preço histórico já registrado para o boi casado, atualmente cotado em R$6,75/kg. Com a ajuda da alta da carne de frango e da carne suína, a carne bovina manteve-se competitiva e o consumidor não decepcionou, ou seja, o consumo ajudou a sustentar os preços pecuários. Sem falar das exportações, que se recuperaram e atingiram níveis pré-crise, só voltando a patamares mais baixos no último mês, devido à desvalorização cambial, à redução da produção de carne (refl exo da baixa oferta) e ao consumo interno aquecido.

Clique aqui e confira a análise na íntegra

Fonte: XP Agro

Boi Gordo: Oferta escassa forçou outro reajuste em São Paulo

Boi gordo é mercadoria rara.
A oferta escassa forçou outro reajuste em São Paulo. O preço referência está em R$99,00/@, a prazo, livre de imposto.
O preço da vaca gorda também subiu. As fêmeas são negociadas por R$92,00/@, a prazo, livre de imposto.
Hoje houve reajuste nos preços do boi gordo em 18 das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. O preço referência da vaca gorda subiu em 10 das 31 praças.
Em Minas Gerais houve aumento de preços no Triângulo, Belo Horizonte e no norte do estado. O boi é negociado por R$92,00/@ no Triângulo e em Belo Horizonte, e por R$90,00/@ no norte.
A oferta restrita também elevou os preços no Mato Grosso do Sul. No estado a referência é R$92,00/@, a prazo, livre de imposto.
No mercado atacadista com osso a pouca oferta reajustou os preços. O traseiro avulso subiu 6,25%, em 30 dias acumula alta de 16,5%, o maior valor, em termos nominais, já registrado.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Abrafrigo quer mais frigoríficos habilitados à exportação para a Rússia

A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), já iniciou as negociações com as autoridades russas para aumentar o número de frigoríficos brasileiros habilitados a realizar exportações de carne bovina para a Federação da Rússia. A medida faz parte do acordo assinado em 16 de setembro passado em Moscou, entre a Abrafrigo e a Associação Nacional da Carne (ANC) russa que prevê a inclusão de novas empresas brasileiras entre as habilitadas a exportar seus produtos para aquele país.
“Atualmente temos cerca de 15 empresas ativas que exportam para o mercado russo, o principal comprador da carne bovina brasileira, e a Abrafrigo acredita que este número pode ser ampliado em pelo menos mais 10 exportadores, com a inclusão de pequenas e médias empresas filiadas à entidade”, explica o presidente-executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar. Em 2010, a Rússia deverá importar uma quantidade superior a 900 mil toneladas de carne bovina e perto de 60% destas compras virão do Brasil.
As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

FONTE: Agrolink

Boi: Nova referência de preços em São Paulo já se consolidou nos R$100,00/@, não há como fugir disso

A nova referência de preços em São Paulo já se consolidou nos R$100,00/@, não há como fugir disso.
Mesmo assim, existe um variado leque de ofertas no mercado, saindo dos R$92,00 até os R$102,00, sendo que o volume de negócios não é nada animador nos patamares mais baixos.
De toda forma, mesmo nos valores mais altos não tem sido fácil comprar animais terminados.
Mais do que pecuaristas segurando o boi, existe falta de animais. Isso mantém as escalas curtas mesmo com a arroba nos patamares nominais mais altos historicamente.
Sendo assim, algumas indústrias optaram por evitar uma pressão maior sobre a arroba e mantiveram suas ofertas abaixo dos R$100,00. De toda forma, a vez agora é de reação nas praças vizinhas e no Mato Grosso do Sul os preços já atingiram os R$94,00- 95,00/@ à vista. Ainda não há sinal de reversão e o mercado poderá se manter firme nos próximos meses.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Escalas de abate lá embaixo. Isso é perigoso.

A redução na oferta de animais encurtou sistematicamente as escalas de abate dos frigoríficos, como podemos ver abaixo.



Mas isso não dever ser visto como uma coisa permanente. Se você reparar no início de 2009 e no início de 2010 as escalas de abate oscilaram entre 5~6 dias. Hoje estão entre 3~4 dias. Hoje estamos testando a reta da tendência de queda, ao redor de 4 dias. Tivemos um ponto de baixa em agosto, com 2 dias de escala, onde as escalas estavam piores que hoje.

Daqui adiante depende do que você enxerga para o mercado. Se você está otimista irá dizer que essas escalas continuarão baixas daqui para frente e a arroba permanecerá firme, independente do preço atual. Se você espera que aparecerão bois na medida em que os pastos, mais verdes pelas últimas chuvas começarem a suportar os animais, é prudente não esperar que essa pressão de falta de animais continue indefinidamente.

Lembre-se: o mercado está ex-tre-ma-men-te pressionado para cima. Qualquer cheirinho de oferta fará essa arroba cair, no que depender dos frigofíricos. Poderíamos ver até dias de limite de baixa na bolsa, não sei. Esse gráfico nos mostra que a pressão de falta de animais, mesmo que atualmente está demonstrando falta de animais, está evoluindo para se reverter eventualmente.

Estou pessimista com o mercado? Não. Só não me deixei contagiar pela alta. Aliás, se você leu a Carta Pecuária de Longo-Prazo de julho eu dizia que esperava a arroba encostar novamente nos 95 reais. Ou seja, a alta era prevista pelos fundamentos do mercado, Não era novidade. Acima disso, como foi nessa última na semana na puxada de 95 para 102 é que foi uma grata surpresa.

FONTE: CARTA PECUÁRIA

Braford é destaque em Santana do Livramento/RS

Arquibancada lotada e lotes muito disputados marcaram o 46º leilão Bela Vista e Convidados, em Santana de Livramento (RS). Até as 20h, 11 touros saíram por R$ 128,1 mil. 0 exemplar mais valorizado foi o touro Braford Belvista Porteño, que teve cota de 50% negociada por R$ 24 mil para Agripino Oliveira, de Rosário do Sul. "É um exemplar diferenciado, de extrema qualidade genética", afirmou. A proprietária da Bela Vista, Celina Maciel, aposta na qualidade da genética.
O remate Paipasso Red, na segunda-feira (18), fechou em R$ 478,5 mil com a venda de 177 bovinos, valor 24,9% inferior aos R$ 637 mil negociados em 2009 com 151 animais.

FONTE:Correio do Povo
Autor: Marcela Caetano

Caixa expande negócios e decide financiar agricultura

Rio Grande do Sul será um dos líderes do projeto que começa em 2011 com pequeno produtor

LEIA MAIS: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Economia&newsID=a3080970.xml

FONTE: ZERO HORA

GTA eletrônica começa a ser testada por produtores rurais

De acordo com a diretora-presidente da Iagro, depois de testada, a e-GTA será submetida ao Ministério da Agricultura para aprovação, antes de ser adotada oficialmente.

GTA eletrônica começa a ser testada por produtores rurais

A Guia de Trânsito Animal Eletrônica (e-GTA) começa a ser testada nesta quarta-feira (20) por dez produtores rurais selecionados pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro). Ontem (18) à tarde o novo sistema foi apresentado aos pecuaristas, representantes de entidades de classe e de frigoríficos em uma reunião no auditório da Iagro.

Durante a apresentação a diretora-presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo, entregou aos produtores os cartões e as máquinas que serão utilizadas na fase de teste. Para melhor exemplificação foi realizada uma simulação de compra e venda entre produtor e frigorífico.

Para o presidente da Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, o “sistema é simples e de fácil digitação”. Um ponto importante destacado por Riedel é que a outra forma de emissão – nas agências da Iagro - continua valendo, o que tranquiliza os pecuaristas que ainda não se familiarizaram com as ferramentas tecnológicas. No Estado existem cerca de 50 mil produtores de bovinos e 52% têm acesso à internet. A Iagro emite aproximadamente 360 mil Guias de Trânsito Animal por mês.

De acordo com o pecuarista Fernando Bumlai a implantação da guia eletrônica acompanha a tendência atual, em que “a responsabilidade de execução dos documentos é do usuário”.

A emissão da e-GTA necessita da confirmação do comprador. Maria Cristina explica que “quando o produtor vender o gado, o comprador (que pode ser um outro produtor ou o frigorífico) deve dar anuência para a transação”. O presidente do Sindicato dos Frigoríficos do Estado, Ivo Scarcelli, acredita que o avanço tecnológico vai agilizar e dar mais tranquilidade à indústria de carne e aos pecuaristas. Scarcelli lembra de casos em que o frigorífico deixou de abater bovinos aos finais de semana ou feriado por que o produtor não tinha a GTA.





A modernização tributária do setor produtivo promovida pelo governo do Estado inclui também a emissão da Nota Fiscal do Produtor Eletrônica (NFP-e), que pode ser expedida via internet no portal da Secretaria de Fazenda do Estado (www.sefaz.ms.gov.br).

Guia eletrônica

A e-GTA poderá ser emitida via internet ou por meio de terminal (aparelho) conectado à telefonia móvel com a utilização de um cartão magnético. Os dois sistemas estão interligados ao banco de dados do produtor na Iagro. O cartão contém um chip com todas as informações referentes à propriedade rural cadastrada em nome do produtor. O cartão smart card terá a mesma segurança que a utilizada pelo sistema financeiro.

A máquina para leitura do dispositivo eletrônico estará disponível em todos os postos da Iagro no Estado e poderá ser adquirida pelos sindicatos rurais. O produtor que possui grande volume de transações efetuadas em nome de sua propriedade também poderá adquirir o equipamento, caso tenha interesse.

A guia eletrônica traz o número de bovinos macho e fêmea ao qual o documento faz referência, a marca do rebanho, procedência, localidade de destino, finalidade, meio de transporte, além das datas das vacinações contra brucelose e aftosa.

O documento também especifica a localização da emissão do GTA e a identificação do terminal utilizado. A guia possui ainda um código de barras para leitura nos postos de fiscalização da agência. O papel para emissão será numerado e timbrado pelo Ministério da Agricultura. O papel especial não terá custo adicional, o produtor continuará a pagar o valor de R$ 8,26 por meio de boleto bancário, que poderá ser recolhido pela internet ou no banco.

Para poder emitir a e-GTA o pecuarista deve renovar seu cadastro no sistema Saniagro na página da Iagro na internet (www.iagro.ms.gov.br). Também é preciso ter um responsável técnico pela propriedade cadastrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e no Ministério da Agricultura. Outro requisito exigido é estar com a vacinação do rebanho em dia - contra febre aftosa e brucelose - e não possuir nenhuma pendência sanitária em nome da propriedade.

No período de dois meses em que o sistema estiver em processo de avaliação serão emitidas e-GTA para transações de compra, venda, abate, transferência e leilão de bovinos. De acordo com a diretora-presidente da Iagro, depois de testada, a e-GTA será submetida ao Ministério da Agricultura para aprovação, antes de ser adotada oficialmente.

Fonte: Notícias MS

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Marfrig se posiciona no mercado mundial de proteínas animais

Empresa recebeu o prêmio Melhores do Agronegócio 2010, na categoria Indústria de Carnes
O frigorífico Marfrig recebeu pelo quarto ano consecutivo o prêmioMelhores do Agronegócio. Nesta edição, venceu na categoria Indústria de Carnes, enquanto nas anteriores foi classificada em Abate de Animais. “Para nós é ainda mais importante estar presente ganhando este prêmio no aniversario de 25 anos da revista Globo Rural”, dizRicardo Florence dos Santos, diretor de Planejamento de Relações com Investidores da companhia.
A Marfrig Alimentos é uma empresa que cresceu baseada em uma estratégia de diversificação para poder enfrentar os diversos cenários do mercado. “Nós expandimos, trouxemos outras empresas para dentro da companhia para complementar a diversificação, rumando cada vez mais para a área de proteínas”, conta o executivo.
Hoje a Marfrig é uma empresa com 88 mil funcionários e 150 plantas em 22 países. O grupo também exporta para 140 mercados no mundo todo. “Este crescimento só é possível pelas pessoas que temos conseguido trazer para dentro da empresa. Hoje mesmo [18/10] uma parte da equipe está na feira mundial de alimentação em Paris, buscando novos negócios para aprimorar e ampliar a presença da empresa no mercado mundial de proteínas”, diz.
A Marfrig adquiriu a Seara no início deste ano, e a integração da empresa está sendo um grande sucesso. “Acredito que o nome Seara tenha se tornado ainda mais conhecido com a exposição na Copa do Mundo de 2010 e que vai continuar em 2014 no Brasil, uma vez que somos patrocinadores tanto da Fifa como da seleção brasileira de futebol”.
Outra questão bastante importante para a empresa, segundo Florence, é a sustentabilidade. “Trata-se de um tema antigo para a empresa. Desenvolvemos há tempos parcerias com ongs e com o Greenpeace. Além disso, estamos ampliando parceiras com Associações de criadores de animais no Brasil, na Argentina no Uruguai e na Inglaterra”, diz.
Para 2011 os planos da empresa são de continuar com a integração. “O crescimento é consequência disso. Queremos ter uma equipe bem formada e uma estratégia consolidada”, conclui.

FONTE: GLOBO RURAL

EUA definem datas para entrada de carnes brasileiras no país

Exportações de suínos começam em 30 de novembro; liberação do produto bovino deve ficar para ano que vem
As autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos definiram nesta terça, dia 19, em Washington, datas para a entrada de carnes brasileiras naquele país. Segundo o Ministério da Agricultura, as exportações de carne suína do Brasil começam a partir de 30 de novembro. Já a liberação da carne bovina in natura deve ficar para o ano que vem.
O governo americano havia descumprido o compromisso de comprar, até o fim de setembro, o produto de Santa Catarina. Na semana passada, o Itamaraty enviou uma carta acusando os Estados Unidos de comprometer a negociação firmada em junho, quando o Brasil suspendeu as retaliações a que teria direito, de acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC).

FONTE: CANAL RURAL

Economist: Índice Big Mac mostra distorções no câmbio

O Índice Big Mac, publicado pela "The Economist", pode ser uma prova das distorções cambiais que têm sido objeto de discussão por líderes das principais economias do planeta. Segundo artigo publicado na versão eletrônica da revista na última quinta-feira (14), um Big Mac, principal sanduíche da rede de fast-food McDonald's, custa apenas 14.5 yuans em Pequim e Shenzhen, na China, o equivalente a US$ 2,18 pela taxa cambial praticada pelo mercado. Nos Estados Unidos, entretanto, o mesmo sanduíche custa US$ 3,71. A diferença entre os preços significa que o yuan está subvalorizado em 40%.
A "Economist" lembrou que as tensões causadas por distorções no câmbio levaram o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, a reclamar que o país era uma vítima potencial de uma "guerra cambial". No Brasil, o mesmo Big Mac sai por cerca de US$ 5,26, indicando que o real está supervalorizado em 42%. O índice também sugere que o euro está supervalorizado em cerca de 29%.
No ano passado, a mesma pesquisa apontou que o brasileiro desembolsava o equivalente a US$ 4,02 (R$ 8,03) para saborear o carro-chefe da cadeia de fast-food, enquanto o preço médio nos EUA era de US$ 3,57. Segundo o índice, o real estava supervalorizado em 13% em relação ao dólar.

FONTE: O GLOBO, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Cabanha Escondida vende R$ 361,8 mil

O leilão da Cabanha Escondida e Convidados faturou R$ 361,8 mil nesta segunda-feira (18), em Alegrete (RS). Foram vendidos 147 exemplares. A média das fêmeas Braford foi de R$ 2,05 mil e, dos machos, de R$ 4,75 mil. Nas fêmeas Polled Hereford, a média ficou em R$ 1,92 mil, e nos touros, em R$ 5,52 mil. Entre os ovinos, a média dos machos Corriedale foi de R$ 888,00, e dos machos Ideal, de R$ 1,36 mil.

FONTE: Correio do Povo

Boi Gordo: preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais

Temos diante de nossos olhos um mercado particular. O atual panorama é raro e os preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais.
Em São Paulo, após valores registrados em R$100,00/@, as escalas de alguns frigoríficos melhoraram ligeiramente e hoje atendem algo entre 2 e 4 dias. E não poderia ser diferente.
Com o boi a R$100,00/@, o produtor considera interessante colocar o dinheiro no bolso. Não é mais hora de especular até onde os preços podem ir. De toda forma, ainda não é motivo para encarar o mercado de maneira diferente. As escalas melhoraram um pouco, é verdade, mas de maneira geral, a situação ainda continua bastante difícil.
Já não é uma questão de preços bons ou não, a questão é que não existe volume satisfatório de animais prontos para o abate e a situação não deverá mudar drasticamente no curto-prazo, podendo deixar o mercado mais lento, mas ainda firme.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

FONTE: IEPEC / NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Mercado do boi gordo segue em alta

Mercado em alta.
Em São Paulo a maior parte dos negócios com o boi gordo sai por R$97,00/@, à vista, livre do funrural, porém, existem registros de compras realizadas em até R$100,00/@, a prazo, livre do imposto. As escalas seguem curtas, atendendo entre 2 e 3 dias, mesmo com abates reduzidos em grande parte das indústrias.
A cotação do boi gordo subiu também no Oeste da Bahia, no Mato Grosso (Sudoeste e Sudeste), Maranhão, Paragominas-PA, Rondônia, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Os pecuaristas, observando altas sucessivas nos preços do boi gordo, têm segurado como podem os animais, a fim de negociar valores maiores. Mas o fato é que realmente existe pouca oferta de animais prontos para o abate em todo o país e por mais que os preços subam, as compras não vão fluir com facilidade por enquanto.
As chuvas estão aparecendo na maior parte das regiões, mas ainda leva tempo até que o pasto se recupere a ponto de dar suporte para a engorda dos animais. A expectativa é que o volume de animais para o abate comece a aumentar mais para o final do ano. Até lá, o mercado deve seguir firme, ainda mais se a demanda por carne continuar aquecida.
No mercado atacadista de carne bovina, as vendas boas e a oferta pequena fizeram os preços subirem.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Se vienen más subas de la carne: el ganado subió 27 por ciento en un mes

El ganado subió 27 por ciento en un mes y anticipa más alzas al mostrador, mientras que el novillo tocó un promedio de 8,40 pesos el kilo vivo en el Mercado de hacienda de Liniers y se ubica por encima de los dos dólares, una cotización récord.


El ternero, en tanto, trepó a más de tres dólares.
Las principales categorías de consumo registraron un salto importante en sus cotizaciones y volvieron a presionar sobre el mostrador, que desde hoy tiene nuevas alzas en torno al 10 por ciento, de acuerdo con el corte vacuno y la calidad.
Así lo confirmó un matutino porteño hoy al resaltar que la suba de la carne vacuna le pone a la inflación de este mes un piso del dos por ciento.
El aumento que registró el novillo durante la primera mitad de octubre, que llegó al 15 por ciento, es causal de un punto porcentual del alza del índice de precios.
De este modo trepó un 15 por ciento en dos semanas en el índice novillo y se disparó un 27 por ciento en el último mes,
Si se comparan los precios del cierre de ayer con el tercer lunes de septiembre, el índice de esa categoría del mercado concentrador porteño había quedado en 6,63 pesos el kilo vivo.
Ya ese precio duplicaba el valor al que se negociaban los novillos hacia fines de septiembre de 2009.
En esa época comenzaba la fuerte liquidación de hacienda debido a la política oficial de congelar los precios y a la sequía.
De acuerdo con el último informe de la Cámara de la Industria de la Carne (Ciccra), con datos hasta agosto, la liquidación quedó en evidencia en el período junio-octubre de 2009.
En ese período, se marcó el nivel de faena promedio mensual más elevado en al menos 31 años.
Mientras, entre junio y agosto pasados, Ciccra detectó ‘uno de los promedios mensuales de faena más bajos‘ de las últimas tres décadas.
‘Con esos precios en Liniers, el kilo de milanesas no puede bajar de 35‘ pesos, estimó Alberto Williams, de los carniceros porteños, en diálogo con un matutino.
Por lo tanto, en promedio, el incremento de ese corte popular subió entre el 10 y el 25 por ciento en lo que va del mes.
Para Williams los bolsillos de los consumidores están agotados para asumir nuevas subas.
En tanto, la Asociación de Productores de Carnes Santafesinas que preside Luis Moreno convocó a la movilización para encontrar soluciones creativas en el sector que eviten la caída del stock.
La entidad presentó un primer borrador del ‘Plan para la Retención de Terneras‘ al ministro de la Producción de la provincia de Santa Fe, Juan José Bertero.
Concurrieron los integrantes de la conducción de Aprocarsa, Moreno, Norberto Antonelli, Andrés Bullorini, Elvio Gianoglio y Sebastián Roch.
Desde Aprocarsa seguirán ‘insistiendo en que las políticas ganaderas aplicadas por el Ejecutivo Nacional fueron, cuanto menos, partícipes necesarias del crimen que se cometió con la ganadería bovina en general‘.
‘Y con los pequeños y medianos criadores en particular. Si no reconocen los errores cometidos, jamás encontrarán el remedio adecuado‘, se destacó.
Consideraron que ‘el tiempo, en esta ocasión, sencillamente nos juega en contra: las decisiones deben tomarse sin prisa pero sin pausa, ya que marzo del 2011 -destete de terneras- está aquí nomás‘.

FONTE: WWW.DIARIONORTE.COM

Leilão Só Angus vende 159 animais por R$ 603,3 mil em Pelotas

Pelotas/RS
Fazendo a comercialização do maior número de animais apresentados nos últimos dez anos, o Leilão Só Angus negociou no último sábado 159 animais da raça Aberdeen Angus, de pelagens preta e vermelha, por R$ 603,3 mil. Foram vendidos 92 touros Angus, entre dois e três anos, com média de R$ 5,2 mil e 67 vaquilhonas de até dois anos com média de venda de R$ 1,8 mil.
O maior comprador do remate foi Mauro Antônio Costa Martins, de Rio Grande, que levou 6 touros por R$ 43,2 mil, ficando também com o touro dupla marca de tatuagem 1437, animal mais valorizado, por R$ 8,5 mil. De acordo com informações da assessoria Satolep Press, as propriedades do Grupo Só Angus foram responsáveis pela produção de 36% das vacas líderes PC e 17% dos touros jovens superiores para acasalamento do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo), em base nacional.
Estiveram em pista o trio de touros, geração 2008, grande campeão PC da Expointer 2010, grande campeão e melhor touro PC na 3ª Nacional de Rústicos de Pelotas, da Cabanha Albardão (Santa Vitória do Palmar/RS), de Carlos Inácio Talavera Campos. E o trio de fêmeas, da Cabanha Santa Amábile (Pedras Altas/RS), de Sérgio Tessaro, que levou o reservado grande campeão PO da 3ª Exposição Nacional de Rústicos de Pelotas.
“Em mais uma edição do evento, apresentamos animais com genética diferenciada e pequeno desvio padrão, confirmando uma oferta nivelada”, reforça Campos, ao lembrar que as premiações obtidas pelos animais em Exposições Ranqueadas ABA não se refletiram em preços impraticáveis, dando apenas certificação aos clientes de estarem adquirindo genética pura.
O Grupo Só Angus é formado pelas cabanhas Santa Amélia, Santa Joana, Tradição e Agropecuária Albardão (todas de Santa Vitória do Palmar/RS) e Santa Amábile (Pedras Altas/RS). Os animais foram selecionados pela FF Velloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária e a leiloeira foi a Guarany Remates.
O evento, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), teve degustação da carne Angus com assados na parrilla e na chapa, fornecida pelo Frigorífico Coqueiro (São Lourenço do Sul/RS), para tradicionais compradores da praça de Pelotas, além da presença de criadores uruguaios, como Carlos Guinovart e Maria Mattos, da Cabanha Bayucua, que também prestigiaram o evento.

Fonte: Associação Brasileira de Angus

Veja o vídeo:


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Melhora poder de compra do pecuarista em relação à reposição

Enquanto o mercado do boi gordo está em alta, os preços da reposição estão estáveis na maior parte das praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
Houve uma correção de preços do boi gordo na comparação com a reposição no segundo semestre, já que as categorias de reposição vinham de alta expressiva nos primeiros seis meses do ano.
Entre julho e outubro o boi gordo em São Paulo acumula alta de 16%, enquanto o bezerro de 7@ teve alta de 1,3%.
Para fins de comparação, de janeiro a junho, em São Paulo, o boi gordo subiu 5,6%, enquanto o bezerro desmamado e o boi magro tiveram aumentos de 24,6% e 14,1%, respectivamente.
A expectativa é de que a relação de troca se mantenha em patamares favoráveis na comparação com o primeiro semestre.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi Gordo: preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais

Temos diante de nossos olhos um mercado particular. O atual panorama é raro e os preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais.
Em São Paulo, após valores registrados em R$100,00/@, as escalas de alguns frigorífi
cos melhoraram ligeiramente e hoje atendem algo entre 2 e 4 dias. E não poderia ser diferente.
Com o boi a R$100,00/@, o produtor considera interessante colocar o dinheiro no bolso. Não é mais hora de especular até onde os preços podem ir. De toda forma, ainda não é motivo para encarar o mercado de maneira diferente. As escalas melhoraram um pouco, é verdade, mas de maneira geral, a situação ainda continua bastante difícil.
Já não é uma questão de preços bons ou não, a questão é que não existe volume satisfatório
de animais prontos para o abate e a situação não deverá mudar drasticamente no curto-prazo, podendo deixar o mercado mais lento, mas ainda firme.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.


Fonte: XP Agro

Boi gordo: indicador a prazo é cotado a R$ 100,13

Com mercado firme, nesta segunda-feira (18) o indicador a prazo subiu R$ 1,52 sendo cotado a R$ 100,13/@, o maior valor da história do indicador. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 99,27/@, com valorização de R$ 1,18.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa também fechou em alta. O primeiro vencimento, outubro/10, teve variação positiva de R$ 1,59, fechando a R$ 101,29/@. Os contratos que vencem em novembro/10 registraram valorização de R$ 1,49, fechando a R$ 102,20/@.

Segundo Infomoney, o dólar (PTAX) fechou em alta nesta segunda-feira (18), sendo cotado a R$ 1,6678, com valorização de 0,49%, diante rumores cada vez mais forte de que o governo intervirá no mercado novamente para evitar o ritmo de valorização do real.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 18/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



Mercado segue ainda muito firme e as escalas continuam curtas. Segundo Renata Fernandes, da Indusval Corretora, a tendência de oferta restrita deve permanecer por pelo menos 15 dias. "O confinamento não é suficiente para atender a demanda interna e externa, além do que não tem boi a pasto", comenta ela.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,10 e a ponta de agulha a R$ 5,00. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,75/@, com alta de 0,96%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente subiu para R$ 3,53/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 714,41/cabeça, com forte desvalorização de R$ 7,67. A relação de troca subiu para 1:2,29.

FONTE: Equipe BeefPoint

Diferencial entre Tocantins e São Paulo caiu pela metade

Os preços do boi gordo estão subindo em todo o país, pois a oferta pequena dificulta os negócios e os frigoríficos têm sido obrigados a pagar mais pelo gado.
Desde o começo do ano os preços subiram cerca de 25,4%, considerando a média das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. As maiores altas ocorreram em Goiânia (+33% desde janeiro), Sudoeste do Mato Grosso (+32,5%) e Sul do Tocantins (+31,3%).
Comparando o valor do boi gordo destas praças com São Paulo, temos que houve uma diminuição do diferencial em relação aos anos anteriores. Isso porque o boi gordo se valorizou mais nestas regiões na comparação com São Paulo.
Enquanto que o diferencial de preços entre São Paulo e Goiânia ficou em 7% desde 2002, em outubro ficou em 4,20%. Já o diferencial entre São Paulo e Sudoeste do Mato Grosso, que foi de 11,7% desde 2002, atingiu a média de 7,2% em outubro. No Sul do Tocantins a diferença é ainda mais significativa: diferencial médio em relação a São Paulo de 17% desde 2002 e 7,4% em outubro.
A oferta nestas regiões, seja por gado confinado ou por animais terminados a pasto, está menor que em São Paulo, atualmente, o que tem promovido maiores altas na comparação com o mercado paulista.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Três países compraram 68% da carne bovina in naturado Brasil em setembro

A Rússia foi o maior comprador da carne bovina brasileira in natura em setembro, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Do total exportado pelo Brasil, 31,3% do volume foi destinado para a Rússia.
O segundo maior comprador foi o Irã, responsável pela compra de 20,2% do total de carne bovina in naturaexportada em setembro.
O terceiro maior comprador foi o Egito, respondendo por 16,3% das compras, seguido da Venezuela, Itália e Hong Kong.
Juntos, os três maiores mercados foram responsáveis pela compra de quase 68% da carne bovina brasileirain natura em setembro.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Mercado do boi gordo em forte alta

A oferta de animais para abate é mínima e o consumo segue aquecido.

Tal combinação faz com que os preços subam, na tentativa dos frigoríficos melhorarem as compras.

Em São Paulo, embora a amplitude de valores nos quais o boi gordo é negociado seja grande, o preço referência atual é R$97,00/@, a prazo, livre de imposto. Valor 5,4% maior que há 30 dias.

Em relação ao início do ano a alta é de 27,3%. Veja a figura 1.



Observe a trajetória de alta desde o início do ano, com uma ligeira inversão de tendência na desova dos animais de pasto, devido à menor qualidade das pastagens, em maio.

Tal movimento de alta não ocorreu somente em São Paulo. Veja mais em: Diferencial entre Tocantins e São Paulo caiu pela metade .

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Associação dos Produtores de Carne Pampa Gaúcho da Campanha Meridional tem novo presidente

Bagé/RS

Uma assembléia ocorrida ontem (18) a tarde definiu a nova diretoria da Associação dos Produtores de Carne Pampa Gaúcho da Campanha Meridional (Apropampa).

O produtor rural José Carlos Paiva Severo assume a presidência da entidade, e ao seu lado, como vice-presidente, Valter José Potter. O Conselho de Administração é composto por Édison Paiva Junior, Ricardo Weiler e Ronaldo Jacintho Cantão.

Os novos diretores tomam posse na semana que vem, durante a Farm Show, em Dom Pedrito. A solenidade ocorre no dia 27 de outubro, às 19h, no Parque de Exposições Juventino Correa de Moura.

Uma das novidades da Apropampa é a remuneração diferenciada para o associado que abater o gado no frigorífico conveniado – o Marfrig.

A bonificação vai variar de 1% a 2% sobre o que já é pago aos produtores de aco rdo com as tabelas de classificação das raças Angus e Hereford. Outra novidade é a inclusão das raças Braford e Brangus nesta lista, que também são bonificadas pela indústria.

Fonte: Rural de Bagé

Carne bovina já custa mais do que bacalhau

A oferta de boi gordo para abate continua escassa. A arroba atinge até R$ 97 no mercado físico de São Paulo, enquanto as cotações do primeiro contrato do mercado futuro superaram os R$ 100.
No fechamento de ontem, a arroba foi negociada a R$ 101,29 na BM&FBovespa, o maior valor registrado desde meados de 2008.
Com essa elevação constante, os preços da carne bovina estão 23% acima dos de há um ano no mercado físico.
Está mais em conta para o consumidor paulistano comprar um quilo de filé de bacalhau extra limpo, tipo Porto, do que um quilo de picanha.
Um mercado de São Paulo negociava o bacalhau a R$ 37 por quilo ontem, enquanto a picanha estava a R$ 44.
Essa alta acelerada da carne ocorre devido à escassez de animais. Há quatro anos, os preços da carne bovina despencaram e os pecuaristas foram obrigados a abater as vacas devido à falta de remuneração no setor.
A diminuição no nascimento de bezerros provocou a falta de animais prontos para abate. A escassez coincidiu com elevação do consumo interno e crise internacional no abastecimento de proteínas animais.
Além disso, o setor vive o pico da entressafra, quando normalmente os preços se aceleram.
Mesmo com a alta dos preços internos das carnes, o consumo não caiu o quanto se imaginava. Com isso, as vendas internas compensam mais do que as exportações para alguns cortes de carne, principalmente devido ao real valorizado.
Foi essa valorização da moeda brasileira que permitiu o barateamento do bacalhau no mercado interno.
A alta da carne de boi sustenta também as de suíno e a de frango.

Fonte: Folha de São Paulo

Produção de carnes na Argentina deve recuar em 2011

A produção de carnes na Argentina deverá recuar para 2,55 milhões de toneladas no ano que vem, segundo previsão do Serviço Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos EUA. Se confirmado, o resultado será inferior aos 2,6 milhões de toneladas estimados para 2010 e o pior resultado desde 2002. As exportações do produto, por sua vez, devem ficar inalteradas em 300 mil toneladas, conforme o órgão.

FONTE: Valor Econômico

Primeira Geração de bezerros filhos de Touros Polled Hereford e Vacas Nelore demonstram a eficiência da genética Hereford

O zootecnista e criador, Paulo. Goulart atendeu a equipe de jornalismo da ABHB, para uma entrevista sobre a sua utilização do gado Hereford no Mato Grosso do Sul.

Paulo Goulart tem sua fazenda localizada na cidade de Paranaíba, no Mato Grosso do Sul, região em que segundo ele as raças Hereford e Braford ainda não são amplamente divulgadas e conhecidas. Paulo utiliza a genética Polled Hereford há um ano, porém a mais de 17 anos conhece os resultados deste cruzamento, e pelo segundo ano consecutivo comprou touros Polled Hereford de importante criatório gaucho, relatando que não teve nenhum problema com carrapatos, nem com a fertilidade dos animais; realizou o exame andrológico antes da temporada de monta e nenhum touro obteve resultado negativo, o que confirma o sucesso do investimento. Segundo o zootecnista, é importante observar o correto manejo dos animais para que estes possam desenvolver todo o seu potencial produtivo livres de problemas relativos à adaptação, bem como, ressalta, adquirir touros provenientes de criatórios de qualidade e que forneçam genética adaptada.

O criador ressalta também que, com sua experiência d e 28 anos como zootecnista, não encontrou nenhuma raça taurina que pudesse produzir bezerros de excelente qualidade, precocidade e terminação de carcaça rápida, como o Hereford. Por isso, a procura cada vez maior dos frigoríficos da região por novilhos cruzas Hereford e Braford, como solução para poder abater animais jovens e bem terminados, atendendo a fatia de mercado que busca uma carcaça "tipo exportação".

Com o sucesso obtido, Paulo Goulart pretende iniciar o controle do rebanho para chegar ao Braford definitivo, objetivando dessa maneira agregar maior valor ao seu criatório. Sobre a implantação da raça em sua fazenda, por ser um dos pioneiros no estado do Mato Grosso do Sul a utilizar a raça Hereford, afirma: “vejo um potencial enorme de crescimento tanto para os Polled Hereford como os Braford, uma vez que os pecuaristas da região desconhecem o potencial da raça”.

Segundo a visão de Paulo Goulart, os Bezerros de cruza PH x Nelore são os mais apropriados à sua região e possuem um excelente desenvolvimento e padrão racial.

Apesar da distância, ele diz que mantém-se informado através do site da ABHB (www.abhb.com.br) sobre as novidades e notícias do Hereford e Braford.

FONTE: Lorena Riambau Garcia
Assessoria de Comunicação ABHB
ascom.hereford@braford.com.br

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PARA REFLEXÃO: novo pico da arroba do boi

Agora não dá para falar nada. No que tange o mercado futuro, agora de tarde a arroba fez um novo pico de preços.

Que beleza.


É o mercado futuro fazendo história.


OU

Quantos gramas de ouro uma arroba consegue comprar?

Aparentemente, já foi bem mais do que agora.

Se você por acaso tem acompanhado a evolução das questões financeiras, notará que o ouro está em alta desde o início da década. E permanece em alta hoje.

O que tem a ver boi com pecuária? Ora, tudo. No passado se vendia-se bois/garrotes/bezerros e recebia-se ouro, que era (ou não) depositado no banco. Tão próximo quanto o início do século XX ainda era assim em algumas regiões.



Faz tempo que nós aqui na nossa atividade de pecuária paramos de utilizar o dólar como indexador de nossos resultados. Usamos ouro ao invés.

Ouro pode ser comprado livremente na BVMF. É só falar com o seu corretor.

FONTE: CARTA PECUÁRIA

FRIGORÍFICO

Frigorifico Silva SIF 1733 (Santa Maria/RS) passará a exportar carne bovina de alta qualidade- Cota Hilton para a União Européia.

FONTE: MEATCONSULTING

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 18.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS
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TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
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*GADO PESADO NA FAZENDA
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FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br

ATENÇÃO


PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 18.10.2010

BOI: R$ 5,50 a R$ 5,55
VACA: R$ 5,20 a R$ 5,25

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.