sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pecuária de corte: Oferta de gado pronto para abate é baixa no Rio Grande do Sul

Continua muito baixa a oferta de animais aptos para o abate, revela a Emater.


De acordo com o boletim semanal divulgado pela Emater, as chuvas ocorridas na região da Campanha e na Zona Sul do Rio Grande do Sul foram benéficas para o campo nativo e para as pastagens de verão, apesar de estarem no final de seu ciclo produtivo. O volume total, no entanto, ainda foi insuficiente para provocar a recuperação plena dos mananciais hídricos e das reservas de água destinadas à dessedentação do rebanho.
Contudo, aponta o boletim, como seu reflexo não é imediato, continua muito baixa a oferta de animais aptos para o abate nestas regiões. Em Bagé, o preço do gado gordo continua em queda, muito provavelmente devido à escassez de alimento e ao receio dos produtores de que o gado inicie o inverno muito magro.
Este movimento do mercado está provocando a elevação da oferta de animais magros para invernar. No entanto, a procura segue pequena, e os negócios não têm prosperado. Outra consequência da seca é que os terneiros deverão ser menores este ano. As vacas de cria sofreram muito com os efeitos da estiagem, afetando o peso das crias. Nas feiras, o peso mínimo requerido para os terneiros baixou para 150 kg. Na região observa-se forte incidência de carapato e mosca do chifre, e também casos de tristeza parasitária.
Os produtores estão vacinando as terneiras contra a brucelose. Já na região Noroeste, o preço do kg de peso vivo é considerado bom, assim como a elevação do preço de terneiros para engorda, que estão sendo comercializados a R$ 3,60/kg vivo.
Como reflexo do bom preço do gado, começa a demanda por recursos de custeio e compra de gado magro nas agências de crédito da região. No momento, os pecuaristas estão controlando o carrapato e vacinando as terneiras com até 8 meses de idade contra a brucelose. No entanto, o levantamento geral de preços realizado nas principais praças de comercialização do Estado, detectou forte queda de preço no período decorrido.
Os preços médios praticados no mercado do boi gordo e da vaca gorda foram os seguintes: para o boi gordo, o produto variou de R$ 3,27 para R$ 3,16 o kg vivo, queda de 3,36%. Já a vaca gorda teve seu preço médio alterado de R$ 2,90 para R$ 2,80 o kg vivo, queda de 3,45%. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater.

fonte: DBO

Comercialização Eletrônica da Carne Bovina em Bolsa

A bovinocultura de corte representa um dos maiores segmentos do agronegócio brasileiro, gerando faturamento de mais de R$ 50 bilhões ao ano e mais de 7,5 milhões de empregos distribuídos por toda cadeia produtiva (do campo à indústria) de Norte a Sul do país.

Com um rebanho bovino de cerca de 193 milhões de cabeças, o custo de produção da pecuária está entre os mais baixos do mundo, o que traz uma grande vantagem competitiva.

A comercialização bovina, tradicionalmente, tem acontecido de forma direta (pecuarista e frigorífico) e indireta (pecuarista – corretor de mercado físico – frigorífico) ou ainda através de leilões de gado de corte em lotes. Estes leilões acontecem nas regiões produtoras ou pelas televisões que os transmitem ao vivo.

A partir de abril de 2010, a comercialização bovina ganhou um aliado no processo de distribuição dos animais da taxa de abate nacional (ao redor de 23%) com a entrada no mercado da operação dos leilões eletrônicos na Bolsa Brasileira de Mercadorias.

Disputando um mercado, que até então era negociado nos processos tradicionais, a Bolsa recebeu mais de 2.200 cabeças em ofertas com o total negociado de 1.411 cabeças bovinas, gerando o resultado de R$ 1,55 milhão ao longo de 2010 e janeiro de 2011.

De acordo com diretor Geral da Bolsa, Ivan Wedekin, a comercialização eletrônica é, certamente, uma tendência. A principal barreira, segundo ele, é a cultural porque os participantes do mercado estão habituados há décadas com o sistema de comercialização atual.

“A pecuária bovina brasileira e a indústria de carnes é uma das mais competitivas do mundo. O Brasil detém cerca de 30% das exportações mundiais de carne bovina. É um negócio grande. O que nós estamos oferecendo é uma plataforma eletrônica em que pode ser comercializado o boi, da mesma maneira que as pessoas podem comprar televisão, geladeira, ou qualquer produto pela internet”, enfatizou Wedekin.

Benefícios ao mercado da carne bovina

Pelo sistema, desenhado em parceria com os segmentos produtivos, cada operação custará 0,5% sobre o valor total. O preço inicial da oferta da mercadoria (bovinos) é definido pelo pecuarista.

O preço final será definido em função da demanda dos compradores de bovinos.

A indústria só poderá retirar o gado dos currais se o dinheiro estiver na conta de liquidação da Bolsa Brasileira de Mercadorias.

O sistema eletrônico da Bolsa comportará três modalidades de operações. Na venda em leilão, o produtor fará a oferta no sistema eletrônico detalhando as características do rebanho de boi gordo - apenas animais entre 15 e 23 arrobas. Ele transformará o gado em arrobas de carne e fixará um preço mínimo por arroba. De outro lado, o frigorífico fará sua oferta.

Em caso de negócio, o frigorífico fixará, até as 16 horas do mesmo dia, a escala de recolhimento e de abate dos animais. Dois dias úteis antes, terá que depositar 90% do valor da operação na conta de liquidação da Bolsa, que avisará o pecuarista para preparar os animais. Em seguida, o frigorífico emitirá o “romaneio de abate”, com valor total de arrobas e preço final. O prazo será até o meio-dia do dia útil seguinte. Depois, a Bolsa fará o cálculo de liquidação. Se der a menos, a bolsa devolverá a diferença ao frigorífico. Se der a mais, o ajuste será feito entre as partes (pecuaristas e frigoríficos).

Esse novo produto (comercialização eletrônica de bovinos), ainda está pequeno porque se trata de uma mudança de cultura, é um leilão de carne bovina dentro da Bolsa e quem pode participar são pecuaristas e frigoríficos interessados em negociar bois prontos para o abate, que são animais gordos com peso entre 15 a 23 arrobas. Esses agentes devem entrar em contato com os corretores cadastrados na Bolsa para emitir suas ordens de compra e venda.

Três formas de vender bois na Bolsa

A primeira é a negociação de balcão, que se assemelha muito com o procedimento tradicional, no qual pecuarista e frigorífico negociam diretamente. A diferença é que se registra essa operação na bolsa e o frigorífico tem de fazer o depósito de 90% do valor na bolsa antes do recebimento dos animais para abate.

A segunda modalidade é o pregão, no qual o pecuarista oferta o lote e define um preço mínimo.

A terceira é um balcão a termo, com prazo determinado, mas com registro em Bolsa.

À indústria frigorífica de pequeno e médio porte, o sistema daria regularidade de oferta, planejamento das escalas de abate e melhor utilização da capacidade industrial. A bolsa ganharia mais liquidez, geraria novos negócios e se consolidaria como opção real para unir as pontas do mercado físico ao mercado de opções e futuros.

Operacionalização na Bolsa

As ofertas no pregão eletrônico poderão ser originadas tanto pelo comprador quanto pelo vendedor por intermédio de uma sociedade corretora da bolsa (Corretor). Primeiramente, os clientes serão cadastrados no sistema e depois da habilitação poderão participar dos certames (pregões).

Na Bolsa, todas as ofertas são firmes e a partir do momento que o preço entre as partes for alcançado, o negócio estará fechado, podendo ser melhorado ou não dependendo dos demais participantes.

Recursos de R$ 8 bilhões para financiar o comprador

O mercado de leilões eletrônicos é bastante promissor. Em agosto de 2010, a Bolsa Brasileira de Mercadorias assinou convênio de cooperação financeira com o Banco do Brasil e o Cielo.

A partir de então, a plataforma eletrônica BBMNet, que comercializa Boi na Bolsa, terá à ponta compradora (frigorífico) uma linha de financiamento de R$ 8 bilhões disponíveis com taxas que variam entre 12 a 13,5% ao ano, dependendo do rating de risco de cada cliente.

De acordo com o presidente da Bolsa Brasileira de Mercadorias, Joaquim da Silva Ferreira, o convênio irá ampliar os negócios eletrônicos de carne bovina no BBMNet com o apoio de um financiamento deste porte do Banco do Brasil.

A vantagem da linha, que inicialmente será oferecida aos frigoríficos na compra de bovinos, mas também servirá para qualquer comprador do agronegócio, é dar acesso a uma linha de crédito com juros para capital de giro mais baixo do mercado, ajudando a empresa compradora a alavancar suas compras.

Além dos frigoríficos poderão ser atendidos os compradores de feijão, milho, arroz, trigo, etc e até pecuaristas que adquiram seus rebanhos de reposição.

Para ter acesso ao financiamento a Bolsa envia uma carta ao Banco do Brasil atestando o cadastro do comprador, no caso o frigorífico. O Banco do Brasil irá analisar o crédito e o limite a ser utilizado pelo comprador que for apresentado à Bolsa por meio de uma corretora associada.

O acesso ao financiamento só se dará mediante nota de negociação que será apresentado na agência de relacionamento. Esse dinheiro será sacado da conta-financiamento e depositado na conta de liquidação da Bolsa.

O frigorífico que quiser participar dos leilões eletrônicos deve procurar uma corretora associada à Bolsa que constam no site www.bbmnet.com.br

Ministério divulga calendário de vacinação contra febre aftosa


Investimentos para controlar a doença podem alcançar R$ 59 milhões em 2011

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou o calendário nacional de vacinação dos bovinos e búfalos contra a febre aftosa 2011 nesta sexta-feira (01/04). Em relação ao ano passado, ocorreram alterações no cronograma dos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, que anteriormente realizavam a imunização em abril e outubro. Agora, esses estados passarão a vacinar os seus rebanhos em maio e novembro, assim como o restante das unidades do Nordeste.

Em Goiás e no Distrito Federal, o cronograma de imunização também sofreu alteração. A vacinação anual de todos os bovinos e bubalinos será realizada em maio, enquanto os animais de até 24 meses de idade serão imunizados a partir de novembro. Na nova zona livre de febre aftosa com vacinação do estado do Mato Grosso do Sul, localizada na fronteira com o Paraguai e a Bolívia, o início da imunização será feito em 1° de maio.

O único estado que começa a vacinar o seu rebanho nesta sexta-feira (01/04) é Roraima. No dia 15 de abril, será a vez de Rondônia. O restante das unidades inicia a imunização em maio, exceto Santa Catarina – livre de febre aftosa sem vacinação. A estimativa é que sejam disponibilizadas aproximadamente 560 milhões de doses em todo o Brasil. O rebanho brasileiro está estimado em 208 milhões de cabeças.

Neste ano, os investimentos para controlar a doença podem alcançar R$ 59 milhões e serão aplicados no apoio à manutenção e melhoria estrutural dos serviços veterinários, capacitação de pessoal, campanhas de vacinação estratégicas e trabalhos de educação sanitária. No total, a previsão é destinar mais de R$ 93 milhões para a saúde animal.

Em 2010, a taxa de cobertura vacinal de bovinos e búfalos contra a doença alcançou 97,3%. Os estados que registraram os melhores resultados na vacinação foram Mato Grosso, com 99,74%, Tocantins, com 99,52% e Mato Grosso do Sul, com 99,41% dos animais imunizados.

FONTE: GLOBO RURAL ON LINE

Pressão de baixa para o boi gordo durante a semana


Semana de preços em queda na maioria das praças pecuárias.

Embora a oferta de animais terminados continue restrita e a dificuldade na compra grande, a demanda lenta por carne bovina forçou a desvalorização da arroba.

Além das quedas já confirmadas nas cotações, existem frigoríficos tentando preços menores em todo o país, porém, nesses valores a falta de boiadas faz o mercado travar.

Em São Paulo, por exemplo, a referência está em R$102,00/@, à vista, livre de funrural, com muitos frigoríficos ofertando até R$2,00/@ a menos.

O fato importante ocorrido nos últimos dias foi a paralisação das atividades de um grande frigorífico, com plantas espalhadas por todo o país.

No entanto, os reflexos disso ainda foram pouco sentidos no mercado.

A expectativa é que o consumo melhore com a entrada do mês, o que deve dar sustentação ao mercado da carne e, consequentemente, para o boi gordo

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Oferta de animais movimenta os preços no Rio Grande do Sul

Segundo dados da Scot Consultoria, o boi gordo em Pelotas, no Rio Grande do Sul está cotado em R$97,50/@, a prazo, livre de funrural.

Apesar da arroba no mês de março ter sofrido desvalorização de 4%, ao longo de 2011 os preços acumulam alta de 5%. Observe a figura 1.

Figura1.
Preço da arroba do boi gordo em R$/@, a prazo, livre de funrural. Em Pelotas – RS, desde o início de 2011.



Fonte: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br

Na região oeste do estado, mesmo com os preços ligeiramente menores quando comparados aos praticados em Pelotas, o comportamento foi parecido. Veja a figura 2.

Figura2.
Preço da arroba do boi gordo em R$, a prazo, livre de funrural, no Oeste do Rio Grande do Sul, desde o início de 2011.




Fonte: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br

Também houve recuo de 4% em março e valorização de 5% desde o início do ano.

Tal comportamento de queda pode ser explicado pela recuperação das pastagens e consequente melhoria na oferta de animais terminados.

Fonte: Scot Consultoria

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora - XP Investimentos

Boi: oferta de animais aumenta ligeiramente e frigoríficos pressionam por preços menores. Mas o ruma dos negócios será definido com a demanda por carnes no início do mês.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

URUGUAY - Aumentó el precio del novillo gordo

Los frigoríficos están demandando ganados especiales y pesados

Los integrantes de la Asociación de Consignatarios de Ganado (ACG) en la reunión semanal celebrada en la noche de este lunes aseguraron que “el mercado prefiere los ganados especiales y pesados. El novillo tuvo un ajuste al alza, tanto a la carne (en segunda balanza) como en pie. Para las vacas los precios se mantuvieron iguales a los de la semana anterior. Algunas muy pesadas (de 500 kilos), especiales, son las más demandadas; mientras que el resto el mercado sigue fluido pero con precios más equilibrados”, comentó a Observa el presidente de la ACG, Alejandro Zambrano.Según determinó la gremial, los precios promedio en dólares por kilo en pie y en segunda balanza de cada categoría son: novillos gordos US$ 2,07 y US$ 3,97; vacas gordas US$ 1,74 y US$ 3,63; vaquillonas gordas US$ 1,88 y US$ 3,76; “Las demás de categorías para la industria tuvieron un ajuste a la baja porque no son las que más interesan en este momento”, agregó el consignatario. Los precios promedio de los ganados para la industria son: toros y novillos US$ 1,38 y US$ 2,50; vacas manufactura US$ 1,10 y US$ 2,06; y conserva US$ 0,90 y US$ 1,90.El valor del novillo gordo en Uruguay ya iguala al de San Pablo y supera las cotizaciones de la categoría en Liniers (Argentina) y Paraguay. Los valores internacionales en dólares por kilo en pie son: entre US$ 1,84 y US$ 2,12 en Liniers; US$ 2,51 en Chicago; US$ 2,07 en San Pablo; y 1,74 en Paraguay.La faena vacuna de la semana anterior fue de 43.587 vacunos, disminuyó en 505 cabezas respecto a la penúltima semana y en 14.619 respecto a la misma semana de 2010. Por otra parte, se faenaron 18.942 ovinos, 1.595 menos que la semana anterior y la reducción respecto a la misma semana del año anterior fue de 4.978 cabezas.El frigorífico Canelones fue la planta que más bovinos faenó (4.394 cabezas) y en ovinos la industria de mayor actividad fue Frigocerro SA con 4.813 animales procesados.
“Todas las categorías de ovinos ajustaron sus precios al alza US$ 0,05. Las majadas están con más lana y como la mayoría de los negocios se hacen en segunda balanza la gente retiene los lotes”, analizó el empresario.Los precios promedio en dólares por kilo en segunda balanza son: cordero US$ 5,35; cordero pesado US$ 5,50; borregos US$ 5,40; capones US$ 5,28; y ovejas US$ 5,11.Sobre el mercado de ganados para el campo comentó que “algunas categorías de la reposición como las vacas y las terneras tuvieron ajustes al alza, y las demás a la baja, principalmente porque los ganados están más pesados. De todos modos la operativa es muy fluida, fundamentalmente por los ganados de más calidad. Se buscan ganados buenos, fundamentalmente vaquillonas, terneras y ganados preñados, que son las categorías más sensibles”.
FONTE: Observa

Marfrig começa remunerar animais Hereford e Braford até seis dentes pelo Programa Carne Pampa

O Frigorífico Marfrig passa a oferecer mais um incentivo ao produtor de Hereford e Braford (HB): a bonificação de animais até seis dentes para os animais enquadrados no padrão racial HB abatidos nas plantas da indústria no Rio Grande do Sul. Apesar do regulamento do Programa permanecer o mesmo, onde os animais Braford ou cruzas com seis dentes e bem acabados não se enquadram na certificação Carne Pampa, com essa nova medida o Marfrig irá também contemplar os pecuaristas das duas raças com a remuneração mínima de ESALQ Máx + 2%.
Segundo o gerente executivo do Programa Carne Certificada Pampa, Guilherme Dias, “esta é mais uma vantagem para os invernadores investirem na reposição de animais Braford ou cruzados com Hereford ou Braford, onde o Frigorífico Marfrig mantém a mesma bonificação para os animais que seriam desclassificados pela dentição”.
Confira a tabela de remuneração do Programa Carne Certificada Pampa e, outras informações podem ser obtidas através dos nossos contatos na Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) (53) 3242 1332.
Fonte: Associação Brasileira de Hereford e Braford
(53) 3312-8726
secretaria.hereford@braford.com.br

Animais charolês para abate estão com bonificação de R$ 30,00 por cabeça

A partir da informação transmitida pelo zootecnista Dr. Mário Macedo, da Macedo & Gerona Ltda. - Intermediação, Importação e Exportação, a Associação Brasileira de Criadores de Charolês (ABCCharolês) informa a seus associados e ao mercado que o curtume parceiro do Frigorífico Silva fechou uma venda (exportação) de “couro de pelagem branca”, oriundo de animais da raça Charolês.

Para atender essa demanda, o Frigorífico Silva se comprometeu em fornecer esta matéria prima. Diante deste fato o frigorífico passará a negociar este tipo de animal com “diferenciação de preço, bonificando em R$ 30,00 por cabeça para animais da raça Charolês (pelagem branca) entregues para abate”.

Esses animais deverão ser negociados em cargas fechadas, independente do tipo de veículo. A nota vem assinada pela Central de Compra de Gado do Frigorífico Silva.

Segundo Mário Macedo, o produtor deverá fazer o lote de animais e ao negociá-lo, informar que são todos de pelagem branca, recebendo assim, os R$ 30,00 a mais que o valor normal negociado por animal. O período é indeterminado, visto que a oferta estará em vigência até que seja completado o volume contratado entre o frigorífico e o curtume.

O técnico assina que “ainda não é um programa, mas é um começo de diferenciação, onde os produtores de Charolês podem trabalhar para a identificação de um novo nicho de mercado diferenciado para seus animais”.

Creio que hoje se está trabalhando muito em peso de carcaça e onde há o cruzamento com Charolês, se conseguem os melhores pesos nas carcaças, desde que o produtor consiga dar a terminação necessária. As carcaças Charolês são extremamente importantes para atingir todos os tipos de mercado.

Outras informações podem ser obtidas diretamente na sede da Associação Brasileira de Criadores de Charolês, através do fone: (51) 3458-3919 ou pelo e-mail charoles@charoles.org.br ou através do site www.charoles.org.br

Fonte: Comunicação & Marketing da Agência Ciranda
(51) 3231-6210
ciranda@agenciaciranda.com.br

quinta-feira, 31 de março de 2011

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Alex Santos Lopes da Silva - Consultor - Scot Consultoria

Boi: mercado deve encerrar a semana pressionado e começar a próxima com novidades. Caso a demanda por carne bovina aumente, preços podem reagir.




FONTE: SCOT CONSULTORIA

Uruguai envia 4,6 mil latas de carne ao Japão


O Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC) aprovou o envio de 4.600 latas de carne bovina - Corned Beef - para as pessoas que foram afetadas pelo terremoto, tsunami e posterior contaminação no Japão. A quantidade do alimento corresponde a cerca de 1.500 quilos líquidos.

As latas têm um rótulo com uma saudação do Uruguai ao povo japonês, no idioma local e em inglês, além das bandeiras de ambas as nações.

Figura 1 - Rótulo da lata



Está previsto que o envio seja feito hoje por avião e que a chegada em solo japonês, no Aeroporto Internacional de Narita, seja entre domingo, dia 3, e segunda, dia 4 de abril. As autoridades entendem que esse pode chegar a ser um primeiro envio e que, depois, possam ser confirmadas novas partidas de Corned Beef uruguaio para o povo japonês.

FONTE: Os dados são do site do INAC (www.inac.gub.uy), traduzidos e adaptados pela Equipe BeefPoint.

Abate bovino fecha 2010 com alta de 4,3%, aponta IBGE

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que foram abatidas 29,265 milhões de cabeças de bovinos no ano passado, com aumento de 4,3% em relação ao ano anterior.

Na comparação mensal, somente outubro e dezembro tiveram desempenho inferior a 2009, influenciados pelo menor consumo de carne bovina do mercado interno devido às fortes altas de preços.

No acumulado do ano, a região Centro-Oeste respondeu por 34,7% do abate de bovinos, e o Sudeste, por 22,3%. Mato Grosso continua sendo o Estado líder, com 14,0% do total.

Os dados divugados nesta quinta-feira pelo órgão apontam ainda que houve acréscimo também nos abates de frango (4,5%), para 4,988 bilhões de unidades, e de suínos (5,1%), para 32,510 milhões de unidades.

Em 2010, foram adquiridos 20,966 bilhões de litros de leite, 7,0% a mais que em 2009, e 35,009 milhões de peças de couro cru inteiro de bovinos. Já a produção de ovos de galinha (2,46 bilhões de dúzias) teve expansão de 4,2% nesse confronto.

FONTE: FOLHA.COM

QUAL O PREÇO DE TERNEIROS PARA SAFRA 2011 ?

Durante os últimos dias nosso blog fez uma enquete com pecuaristas sobre qual o preço os terneiros serão comercializados na safra de 2011.Vejam os resultados,e tirem suas conclusões !

A partir do mês de abril, no estado do RS, começaremos a safra de TERNEIROS. Na sua opinião qual será o preço que comercializaremos esta categoria?

resultados
o de R$ 3,00 a R$ 3,20
8 (19%)
o de R$ 3,20 a R$ 3,40
7 (17%)
o de R$ 3,40 a R$ 3,60
2 (4%)
o de R$ 3,60 a R$ 3,80
12 (29%)
o de R$ 3,80 a R$ 4,00
7 (17%)
o de R$ 4,00 ou mais
5 (12%)

Votos até o momento: 41
Enquete encerrada

BOI/CEPEA: Valor da carne pressiona arroba

Representantes de indústrias consultadas pelo Cepea afirmam que as cotações da carne no atacado não têm permitido que os preços da arroba sejam mantidos. Algumas unidades alegam ter carne em estoque. De acordo com dados do Cepea, a média da carcaça casada de boi negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo caiu 1,7% entre 23 e 30 de março, fechando a R$ 6,36/kg nessa quarta-feira, 30. O Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa cedeu 1% no mesmo período, fechando a R$ 104,69 na quarta.
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Certificadores do Carne Pampa realizaram treinamento em Bagé

Ocorreu no último sábado (26) na sede da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), em Bagé (RS), o segundo treinamento para certificadores do Programa Carne Certificada Pampa. Estiveram presentes os seis certificadores do Programa que trabalham nas cinco plantas cobertas pelo programa no Rio Grande do Sul.

Segundo Guilherme Dias, Gerente Executivo do Programa, o treinamento teve por objetivo corrigir problemas operacionais e treinar novos padrões que serão adotados em breve. “Estamos trabalhando a fim de tornar o processo cada vez mais eficiente e totalmente claro para o produtor”, comentou Dias. “Com a expansão do programa de certificação a campo, Gado Pampa Certificado, a ocorrência de animais brincados é cada vez maior nas plantas, necessitando uma readequação dos processos internos visando a qualidade total do trabalho dentro dos frigoríficos”, complementa Dias.

Os brincos do Gado Pampa Certificado, são aplicados na propriedade a qualquer categoria animal (novilhas, vacas de descarte, novilhos, etc.) e garantem ao produtor o enquadramento de seus animais no padrão racial do Programa Carne Certificada Pampa. Até o momento, o programa já enviou 3 mil brincos aos certificadores de campo, e recentemente recebeu a encomenda de mais 3 mil identificadores para serem utilizados principalmente na certificação de terneiros que serão comercializados nas feiras de outono. Para maiores informações acesse: www.carnepampa.com.br

Fonte: Ascom - ABHB

(53) 3242-1332

ascom.hereford@braford.com.br

quarta-feira, 30 de março de 2011

NOTICIA EM PORTUGAL - Preço do gado vivo bate recordes

Margarida Vaqueiro Lopes
30/03/11 20:52

A especulação de aumento da procura de carne pelo Japão está a motivar a escalada do preço do gado nos mercados internacionais.

O sismo que no dia 11 de Março abalou o Japão fez crescer a especulação em torno do aumento da procura por carne vinda das empresas nipónicas, o que está a fazer com que o preço do gado vivo esteja a subir, nos mercados internacionais.

A provocar este aumento dos preços está também a escalada do custo do milho, que tem sido uma das matérias-primas que mais valorizou nos mercados, durante os últimos meses, devido às cheias na Austrália e aos fogos na Rússia, que destruíram grande parte da produção mundial deste cereal.

É que o milho é o principal alimento do gado vivo, e muitos produtores norte-americanos já se viram obrigados a reduzir os seus rebanhos de forma a poderem suportar os custos da produção de carne.

É neste contexto que os futuros de gado vivo para entrega em Junho avançavam 0,9% para 1,19 dólares a libra, máximos históricos. Os especialistas consultados pela Bloomberg prevêem que os consumidores possam ser afectados por um aumento de 5,5% no preço da carne já este ano.

"O Japão tem comprado mais carne de vaca, porco e galinha, devido a todos os problemas que atravessa, o que tem sido um factor determinante" para a subida dos preços, notou à Bloomberg Troy Vetterkind, dono da Vetterkind Cattle Brokerage.

FONTE: SAPO.PT

Mercado do boi gordo segue pressionado

Mercado do boi gordo pressionado.

Apesar de a oferta não estar farta, os frigoríficos impuseram pressão de baixa no mercado.

Houve recuo no preço referência em São Paulo. Os negócios seguem em ritmo lento, ao redor de R$102,00/@, à vista, livre de imposto. Para os negócios a prazo a referência é R$103,00/@, livre de funrural.

No Mato Grosso do Sul, as chuvas deram trégua e as condições de transporte dos animais melhoraram. O cenário é parecido com o de São Paulo, sem excesso de oferta, mas com pressão de baixa.

O preço a prazo recuou em campo Grande e Três Lagoas. Nestas regiões os negócios ocorrem por R$99,00/@, livre de imposto.

No mercado atacadista com osso os preços estão estáveis. O escoamento de traseiros está difícil.

De maneira geral, os varejistas não saíram às compras para repor os estoques para o começo do mês, quando as vendas normalmente melhoram.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Mega Leilão 10011 é o maior leilão da pecuária mundial


O Mega Leilão 10011, maior leilão da pecuária mundial será realizado no dia 16 de abril, em Àgua Boa- Mato Grosso. O evento que faz parte do calendário do agronegócio brasileiro é cercado de muita expectativa por investidores, que nesta época, arrumam as malas e lotam os hotéis de Âgua Boa e das cidades da região. A participação em massa de pecuaristas é o reconhecimento de um trabalho sério e competente na organização de um leilão de gado de corte. Isso acontece, devido ao arrojo comercial de uma das mais respeitas e conceituadas leiloeiras do Brasil e que tem a frente de uma equipe de extraordinários colaboradores, um empresário que enxerga no agronegócio um braço do desenvolvimento econômico do Brasil.

A Estância Bahia é a maior leiloeira do Mato Grosso e há vinte anos vem inovando na comercialização de animais de corte e de reprodução com a realização de eventos ousados e de grande porte; a cada dia supera os seus próprios recordes. E com o objetivo de comemorar os dez anos de atividades do grupo e divulgar a empresa em todo o Brasil, a Estância Bahia inovou e, em 2001, idealizou um grande leilão: o Mega Leilão da Estância Bahia. Em sua primeira edição, pretendia comercializar, no mínimo, 10.001 animais. A meta foi ultrapassada e o evento ofertou mais de 12.000 cabeças. Mas se enganam aqueles que pensam que Estância Bahia se pauta pela venda de grandes quantidades. “Os recordes não são a nossa meta. O nosso maior objetivo é oferecer qualidade dos nossos serviços com seriedade, honestidade e liquidez absoluta. Temos certeza que estamos cumprindo”. Destaca Maurício Tonhá, Diretor da Estância Bahia.

A estância Bahia sempre busca o compromisso de encontrar novas opções de mercado e de investimentos. Ao longo de todas as edições, foram comercializados cerca de 190 mil animais, e o evento consta no Guinnes Book, como recordista mundial de venda de gado. Além dos números impressionantes, o que torna Mega Leilão realmente diferente é o modelo de negócio no qual foi desenvolvido. A Empresa não vende animais próprios e sim de vários criadores que fazem parcerias para colocar seu gado dentro do evento e utilizar a estrutura da Estância Bahia, propriedade erguida pelo empresário Maurício Tonhá há quase 20 anos. “Fizemos um trabalho com boas instalações e logística eficiente, apostando em parcerias. Isso ajudou a tornar o evento um grande sucesso. Para um criador reunir todo esse volume de animais seria um investimento muito alto. Aqui ele consegue ter uma boa vitrine”, Garante Tonhá.

De acordo com Maurício Tonha, o sucesso do projeto, passa pelo envolvimento de muita gente e de fatores importantes que envolvem o agronegócio, podendo destacar o força da pecuária, que o estado do mato Grosso possui. A grandeza do estado não se traduz apenas no seu tamanho. Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do país e é considerado também o celeiro do mundo pela rica produção de grãos. E atualmente é visto como uma terra de oportunidades.

A atividade pecuária ganhou um grande impulso entre 1988 e 1990, quando Mato Grosso vivenciou o “boom” dos leilões. Dois anos mais tarde já existiam leilões por todo o estado e também em Goiás, marcando a expansão dessa atividade em todo Centro-Oeste brasileiro. O que era desafio para uns, se tornou sucesso para outros.
E foi Percebendo o futuro promissor da atividade, que Maurício Tonhá e sua equipe iniciaram a atividade leiloeira em Água Boa no coração do Brasil, em 1991. Nascia então a Estância Bahia Leilões.

Previsão de gado a ser comercializado no Mega Leilão 10.011
9.000 Machos até 12 meses
10.000 Machos até 24 meses
10.000 Machos acima de 24 meses
4.000 Fêmeas até 12 meses
2.000 Fêmeas até 24 meses.
3.500 Fêmeas acima de24 meses

Serviço: Vôos especiais e direto para Àgua Boa
- Cuiabá- Àgua Boa
Ida-Sexta-feira(15-04) 15 hors
Volta- Sábado(16-04) 18 horas
Ida- Sábado(16) 08 horas
Volta-Domingo(17) 10 horas

Goiânia- Àgua Boa
Ida- Sexta-feira(15) 15 horas
Volta- Sàbado(16) 18 horas
Ida-Sábado(16) 08 horas
Volta-Domingo(17) 10 horas

Mega Leilão 10011- Maior Leilão da Pecuária Mundial
Data: 16 de Abril de 2011
Hora : 14h
Local: Àgua Boa
Informações: (66) 3468-6600 ou www.estanciabahia.com.br

As informações são da assessoria de imprensa do Grupo Estância Bahia.

FONTE: Agrolink

Produção de carne bovina de qualidade é tema de seminário na ExpoLondrina

Tendências na produção de carne de qualidade, padronização dos animais, precocidade de acabamento e melhor remuneração dos pecuaristas são temas do Seminário Produção Carne de Qualidade que a ABA (Associação Brasileira de Angus) promoverá no dia 12 de abril, a partir das 8h. O evento ocorrerá durante a 51ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (ExpoLondrina 2011), no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR).

O seminário é destinado aos produtores rurais, técnicos e estudantes de ciências agrárias e possui vagas limitadas. A entrada é franca. Segundo Fábio Schuler Medeiros, subgerente da ABA e coordenador técnico do Programa de Carne Angus Certificada os técnicos da ULTRABEEF farão demonstração prática de avaliação de carcaças pela técnica de ultrassonografia em animais vivos”, destaca.

Dentre os assuntos desenvolvidos estão: IATF (Inseminação Artificial a Tempo Fixo), um salto no melhoramento genético; Tendências na produção de carne de qualidade; Vantagens da ultrassonografia de carcaça no melhoramento genético e no confinamento; e palestra sobre o Projeto Fomento Marfrig, que tem como base a padronização dos animais a partir da genética diferenciada e a consequente melhor remuneração dos produtores.
O seminário será no recinto Milton Alcover e tem apoio da Ouro Fino Saúde Animal, Ultrabeef, Frigorífico Marfrig, Mamelle Assessoria e Programa Carne Angus Certificada.
As informações são da assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

URUGUAY - En busca de nuevos equilibrios

por Jorge Chouy

jchouy@seragro.com.uy

El piso se mueve, también entre nosotros. La ganadería de carne transcurre en Uruguay por una etapa de violentos remezones, en la que varios factores se entrecruzan, generando euforias y angustias alternadas a los distintos agentes de la cadena.

Algunos elementos que componen el escenario son de reciente aparición, otros estaban subyaciendo en espera de una oportunidad para manifestarse. La suba violenta del precio del ganado, que correlativamente aparejó el aumento del precio de la carne al público, tiene causas coyunturales, pero también responde a factores más profundos, que expresan características firmemente instaladas en la cadena productiva.

La circunstancia está signada por la participación de la exportación de ganado en pie, que desde mediados del año pasado tiene un papel relevante en el mercado, extrayendo un número significativo de animales de categorías que están escasas, como los novillitos de sobre-año, nacidos en la primavera de 2009.

Precisamente, el otro componente básico de esta coyuntura tiene que ver con la sequía de 2008-2009, que provocó una caída cuantiosa en el número de terneros nacidos en ese ejercicio, y en el stock en general. Los altos precios de la reposición –sumados a la mejora de la condición forrajera, debido a las lluvias copiosas, aunque no generalizadas, caídas en febrero y marzo– promueven un enlentecimiento en la oferta de ganado a frigorífico, con la consecuente suba de precios.

La conjunción simultánea de estos y otros factores llevaron a la industria frigorífica a tener que pagar valores por la hacienda que dicen no poder sostener, por lo que tratan de bajar el ritmo, ajustando su actividad a una oferta restringida, enviando empleados al seguro de paro, adelantando licencias en un momento que normalmente corresponde al inicio de la zafra, y aumentando el precio de la carne al abasto interno, único mercado en el que pueden incidir, hasta cierto punto, en la formación del precio de venta.

Por el lado de la demanda, los precios de la carne que vendemos en el exterior siguen en niveles altos y no hay señales de que vayan a cambiar de signo, al tiempo que los consumidores locales, que comen la tercera parte de la producción total, mantienen el fuego de las parrillas encendido, alimentado por la mejora en los ingresos populares y por el atraso cambiario, que permite comprar más fácilmente bienes que se referencian al dólar, como un churrasco o un electrodoméstico.

Más allá de la coyuntura, también pesan una serie de elementos consolidados, estructurales, que definen el escenario productivo y la cadena cárnica en general.

Los avances en la productividad del rodeo, caracterizada por una participación muy alta de novillos jóvenes en la faena y una elevada proporción de hembras de dos años entoradas, con creciente asunción de manejos como el destete precoz y la suplementación estratégica, aparejan relaciones de precios entre las distintas categorías diferentes a las históricas, que no habrán de cambiar una vez que las tensiones de la actual coyuntura pierdan fuerza.

Así, la relación flaco/gordo se afirma por encima de la unidad: como en toda ganadería eficiente, vale más el kilo de reposición que el del animal puesto en frigorífico. Asimismo, el precio de la vaca preñada y el de los vientres en general, con más cautelas, más lentamente, también tiende a afirmarse, y se ubica cercano y a veces por encima de los valores de las mismas descripciones, cuando se destinan a engorde o a faena, sugiriendo un mayor interés de los productores por el futuro de la cría.

Si bien al tiempo de cierre de este informe se tiende a atenuar los extremos más agudos y ríspidos de la coyuntura, con la industria pasando precios menores, y con bajas en la carne al abasto, los precios de equilibrio, tanto de la carne como de los ganados, se consolidan en niveles muy altos, hasta ahora desconocidos en nuestro medio.

La pregunta que cabe formularse es si estos valores responden a una coyuntura distorsionada, o son los que realmente habrán de regir de acá en adelante en nuestra ganadería, a los que deberán ajustarse tanto la industria como el consumidor local.

Veamos algunos elementos que integran esta dinámica y compleja coyuntura.

Baja faena y producción no asegurada

Un factor esencial en el cuadro de situación es la relativamente baja producción que se está obteniendo, en alguna medida reflejo de un stock disminuido por la sequía de 2008-2009, y fundamentalmente por la más reciente sequía de los últimos meses, que desbarajustó la disponibilidad forrajera y obligó a consumir reservas previstas para el invierno y a gastar fondos adicionales para alimentar a los ganados.

Como expresión de esas condiciones, la faena de este ejercicio viene siendo bastante pobre: hasta mediados de marzo es 9% inferior a la del año pasado. Se siguen faenando más vacas que novillos, pero no en la proporción del ejercicio anterior: ahora 50% son vacas y 47% novillos.

Las previsiones del INAC establecen una faena de 2,3 millones de reses para este año, pero arrancamos con baja energía.

Según la visión de los operadores, hay poco ganado preparado en los campos y, hasta ahora, los altos precios de los granos no estimulaban a encerrar animales en los corrales, algo que está cambiando con las nuevas relaciones de precios.

En las últimas semanas se ha venido re-gistrando una baja en el precio de los insumos alimenticios (granos y subproductos de la agricultura), simétrica a una suba en el precio del ganado, con buenas expectativas de permanencia.

Pero, por otro lado, los precios de la reposición –que se dispararon por encima de cualquier previsión– pueden llevar a muchos invernadores a destinar parte de las chacras previstas originalmente para cultivos forrajeros a la siembra de cultivos comerciales de invierno, trigo o cebada principalmente, que este año prometen buenos márgenes.

Tampoco está claro que vaya a haber una inversión fuerte en praderas, que reponga las pérdidas provocadas por la última sequía; las fichas todavía se están jugando.

FONTE: EL PAÍS

VISITA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Nesta terça-feira passada ,dia 22.03.2011, esteve em Pelotas e posteriormente na cidade de Capão do Leão , a médica veterinária Dra. Vanessa Bandeira, por solicitação dos interessados , visitando a Agropecuária Asturias ( Familia Diaz) , que requer a habilitação da mesma como EPE (estabelecimento de pré embarque ) para exportação de gado em pé , conforme exigência do Ministério da Agricultura na normativa 13 /2010.

Na foto Eng. Agrônomo Fernando Diaz ,Dra. Vanessa Bandeira e Eng. Agrônomo Rafael Diaz

Em breve aguardamos novidades!

Fonte: www.lundnegocios.com.br

BOI : Mercados Futuros - 29/03/11

Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados
Mar/11104,15-0,442.6761.533
Abr/11101,20-0,731.527883
Mai/1199,01-0,642.914629
Jun/1199,19-0,642110
Jul/11101,60-0,57122
Ago/11102,14-0,60240
Set/11102,76-0,6350
Out/11103,25-0,654.561498






Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F - Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F - Estado de MS
DataA vista R$/@A prazo R$/@DataA vista R$/cabeçaA prazo R$/cabeça
21/03/11105,96107,5521/03/11741,15744,95
22/03/11106,16107,5622/03/11760,03760,67
23/03/11105,79106,6223/03/11765,36766,74
24/03/11106,35107,5224/03/11771,85775,84
25/03/11104,52105,7925/03/11768,45767,30
28/03/11104,65105,6428/03/11781,59787,18
29/03/11104,83105,9629/03/11772,17774,67

FONTE: BEEFPOINT

ENTREVISTA: Confira a entrevista com Renata Fernandes - Analista da Mesa de Boi da Indusval Corretora

Boi: mercado pressionado pelo consumo mais fraco e a a baixa oferta de animais. Frigoríficos conseguiram recuar até R$ 1,00 na referência da arroba. Feriado de Páscoa e desvalorizção do frango tendem a não melhorar o consumo em abril.




FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Venda de carne lenta e compradores paulistas derrubam preço da arroba no Mato Grosso do Sul


O mercado do boi gordo segue pressionado em todo o Brasil. Embora a oferta de animais ainda seja pequena, a venda de carne lenta tirou a sustentação do mercado.

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, a arroba do boi gordo no Mato Grosso do Sul teve queda de preços no último dia 29, terça-feira.

Depois que os compradores paulistas conseguiram impor a queda de preços sobre o boi gordo em São Paulo, a estreita relação entre esse mercado e o do Mato Grosso do Sul, acabou puxando a arroba sul mato-grossense para baixo.

O Estado vizinho continua abastecendo fortemente os frigoríficos paulistas.

Durante a safra, com a grande dificuldade em comprar boiadas, muitos frigoríficos de São Paulo trabalharam com escalas de abate quase que inteiramente formada por animais comprados no Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande e Três Lagoas a arroba está cotada a R$97,50/@ à vista, e R$99,50/@ a prazo, ambos livre de funrural.

Em Dourados, somente nas negociações a prazo a referência está R$1,00/@ abaixo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Média de preços no primeiro e segundo semestres


O mercado físico do boi gordo em São Paulo trabalha na faixa de 102,50/@, à vista, livre de imposto.

Para o segundo semestre o mercado futuro tem precificado valores no mesmo patamar.

Analisou-se o comportamento de preços dos últimos anos, entre o primeiro e segundo semestres. Veja a figura 1.



Nos últimos dez anos, apenas em 2005 e 2009 os preços no segundo semestre não foram superiores aos do primeiro, em média.

Em 2005 houve os casos de aftosa no Mato Grosso do Sul, em outubro, o que pressionou as cotações.

Em 2009, além de ter sido o ano da crise, as chuvas ao longo do ano permitiram que a oferta fosse mais distribuída. Além de a demanda ter patinado, o que não forçou as cotações, deixando o mercado frouxo durante esse ano.

Na média do período analisado, os preços no segundo semestre foram 9,1% superiores aos do primeiro.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Mataboi entra com pedido de recuperação judicial


Veja abaixo a nota publicada no site da empresa:

"O Frigorífico Mataboi ingressou ontem com pedido de recuperação judicial em Araguari/MG, visando a rápida superação de sua passageira crise financeira, frente à maior crise da história do setor.

Seus diretores, funcionários e acionistas trabalharão com afinco para cumprir com todas as suas obrigações, buscando obter novas parcerias e especialmente manter as antigas.

É normal que muitos não tenham ainda familiaridade com tal situação, mesmo após tantas outras recuperações no nosso setor e em outros setores da economia, especialmente após a enorme crise financeira do final de 2008.

Porém, a Mataboi e seus colaboradores garantem que esta sua atual situação é plenamente reversível. Com apoio de todos, será um sucesso este seu processo de reestruturação e a empresa voltará a ser uma das mais respeitadas empresas do setor.

O processo de recuperação judicial nada mais é do que uma ferramenta de reestruturação da empresa e de seu passivo, que é exercida em conjunto e em debate com seus credores.

A empresa permanece dotada de total liberdade negocial, sendo representados normalmente por seus sócios, diretores e funcionários.

A Mataboi e seus colaboradores se encontram à disposição de todos, em seus regulares canais de contato, para qualquer esclarecimento que se fizer necessário sobre o processo de recuperação, ou para todos que queiram colaborar ou somente receber informações.

Atenciosamente, Mataboi S/A"

FONTE: Mataboi S/A, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

terça-feira, 29 de março de 2011

Nesta segunda-feira Núcleo de Terneiros de Corte de Bagé fez conhecido o decreto da Secretaria de Agricultura do Estado que baixou 20 quilos no peso

Nesta segunda-feira o Núcleo de Terneiros de Corte de Bagé fez conhecido o decreto da Secretaria de Agricultura do Estado que baixou 20 quilos nos pesos mínimos oficiais exigidos dos terneiros que participam das feiras oficiais. “Sensibilizado com os problemas gerados pela estiagem na nossa região o secretário atendeu ao nosso pedido”, diz Edison Paiva Junior, presidente do Núcleo. Com o decreto o secretário, Luis Fernando Mainardi, reduz o peso mínimo dos machos de 160 para 140 quilos e das fêmeas de 150 para 130 quilos.

A feira de Bagé caracteriza-se por reunir um grande número de pequenos e médios produtores. Com a estiagem que começou durante a primavera do ano passado ficou comprometida a produção de terneiros, que estão mais leves do que habitualmente estariam nessa época de outono. Mas apesar disso as expectativas são boas para a feira do final de abril, já que o preço do boi tende a subir nos meses de inverno e a procura por terneiros é grande. “Isso vai valorizar o terneiro para esta feira”, garante Junior.

Até agora, com uma semana de inscrições abertas, 24 produtores já inscreveram animais. Foram 703 terneiros inscritos na primeira semana de atividades.
Outra informação anunciada durante a segunda-feira é a disponibilização do frete para os produtores enquadrados no Pronaf – o frete será custeado pela Prefeitura de Bagé, segundo garantiu o secretário de Desenvolvimento Rural de Bagé Emerson Menezes.

A feira de terneiros ainda tem a vantagem dos financiamentos bancários e a garantia de qualidade dos animais – que passam por revisões com técnicos treinados.

Serviço:
O que: 37ª Feira Oficial de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas
Quando: 28 e 29 de abril
Onde: No Parque da Associação e Sindicato Rural de Bagé


Fonte: Associação Rural de Bagé

Mercado do boi gordo entre março e maio


A oferta de animais terminados permanece modesta. No entanto, a associação de uma ligeira melhora nesta, com a pressão das indústrias fez com que os preços caíssem em São Paulo.

De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o valor de referência para o boi gordo está em R$103,50/@, a prazo, livre de imposto.

Em relação ao começo do ano, este preço é 0,5% maior.

Existe a expectativa de como a oferta se comportará nos próximos meses. Um fator crucial será o clima.

Mesmo se a oferta estiver modesta, uma venda forçada causada pela diminuição na capacidade de suporte das pastagens, pode gerar recuos nos preços. A entrada da seca pode gerar este efeito de “desova” dos animais.

Nos últimos anos, no entanto, não houve padrão na movimentação do boi gordo entre o final de março de maio. Veja a figura 1.

A concentração de vendas causada pela seca pode derrubar o preço do boi gordo. Mas se não houver animais sendo retidos, influencia menos o mercado.

A intensidade da seca também altera esta dinâmica.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Encontro discute situação da febre aftosa na América do Sul

Reunião da Cosalfa definirá os mecanismos de monitoramento do Plano de Ação 2011-2020

Representantes dos 11 países integrantes da Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) reúnem-se de 31 de março a 1º de abril, em Recife (PE), para combater o combate à doença. A 38ª reunião ordinária da Cosalfa realizará uma avaliação da situação dos programas sanitários nacionais da região sulamericana.

O encontro definirá os mecanismos de monitoramento do Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA). O documento foi aprovado no último encontro do Comitê Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (COHEFA), realizado em dezembro de 2010, no Rio de Janeiro. Com o novo plano, os organizadores esperam erradicar a doença definitivamente do continente sulamericano e estabelecer mecanismos para prevenir a reintrodução da enfermidade nos países da região.

O evento é uma promoção do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa), com a colaboração do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária e da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro).

Cosalfa

A Cosalfa foi criada em 1972 e tem como objetivo avaliar o andamento dos programas nacionais de controle e erradicação da febre aftosa na América do Sul. Também recomenda ações para garantir a integração regional das iniciativas de intervenção.

A Comissão é constituída por 22 representantes, de 11 países da América do Sul, sendo composta pela autoridade máxima do serviço veterinário oficial e um integrante do setor privado, ligado à cadeia de produção pecuária, de cada nação. Os países da América do Sul membros da entidade são: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai.

Durante as reuniões, participam - como observadores - representantes dos serviços veterinários oficiais, organizações de produtores agropecuários, da indústria de produtos animais e da indústria farmacêutica veterinária, dos laboratórios de diagnóstico, das universidades, dos institutos de pesquisa, das agências nacionais e internacionais de cooperação técnica e convidados.

Saiba mais

A febre aftosa é uma enfermidade infecciosa aguda que causa febre, seguida pelo aparecimento de vesículas (aftas) – principalmente na boca e nos pés de animais de casco fendido como bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos. Os animais adquirem o vírus por contato direto com outros semelhantes infectados, com alimentos e objetos contaminados.

Para combater a doença, o Ministério da Agricultura conta com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção a Febre Aftosa (PNEFA) e atua em parceria com os serviços veterinários estaduais. No Brasil, a imunização é praticada em todos os estados e no Distrito Federal, com exceção de Santa Catarina, considerado, desde 2007, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da enfermidade sem vacinação.

O rebanho brasileiro é formado por 207,2 milhões de bovinos e 1,2 milhão de búfalos, totalizando 208,4 milhões de animais. Em 2010, o índice de cobertura vacinal dos animais brasileiros foi de 97,4%. O último foco de febre aftosa no Brasil foi detectado em 2006, no Paraná e no Mato Grosso do Sul. Na América do Sul, apenas Equador, Venezuela e Colômbia registraram casos da doença em 2008 e 2009.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Marcos Giesteira

segunda-feira, 28 de março de 2011

Luís Eduardo terá confinamento para 70 mil bois.

A região Oeste da Bahia, a que mais cresce no Brasil, terá também o maior confinamento de bovinos do Nordeste, abastecendo o mercado com carne saudável e de excelente qualidade. Numa área de 200 hectares, a empresa Captar está construindo, em Luís Eduardo Magalhães, um complexo composto por uma fábrica de adubo orgânico, uma fábrica de ração e pelo confinamento inicial de 12,5 mil bois, número que no final deste ano deverá chegar a 25 mil; a 50 mil em 2012; e 70 mil em 2013. O empreendimento vai gerar inicialmente 100 empregos diretos.

De acordo com o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, que neste fim de semana visitou a área onde a Captar está construindo o complexo, em companhia do empresário Almir Moraes, e do superintendente de Política do Agronegócio da Seagri, (SPA), Jairo Vaz, o projeto, além de assegurar carne bovina de alta qualidade, vai utilizar sub-produtos da agroindústria de milho e soja, além da casca de algodão para a produção de ração.

De acordo com Almir Moraes, o município de Luis Eduardo Magalhães é estratégico para o empreendimento. Ele explicou que “os frigoríficos demandam bois, e os animais precisam de grãos para a ração, e o Oeste é grande produtor de grãos”.

As obras estão avançadas e o complexo será inaugurado ainda este ano. Dois imensos silos com capacidade para armazenar 75 mil sacas de grãos já estão prontos, e três outros, com capacidade para 210 mil sacas serão construídos. Sete casas e o refeitório dos trabalhadores estão também em fase de construção.

FONTE: JORNAL O EXPRESSO

Espaço carne será destaque na Feicorte 2011

A Feicorte e a NFT Alliance anunciam uma novidade para 2011. Trata-se do Espaço Carne, primeiro evento idealizado com o objetivo estratégico de divulgação da carne bovina nacional.

O Espaço Carne faz parte da programação da Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte), que ocorre entre os dias 13 e 17 de junho de 2011, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, SP – www.feicorte.com.br.

"A Feicorte, dando continuidade ao projeto: “Pecuária Sustentável – Sim é Possível” lança o Espaço Carne, como uma ação focada na demonstração dos trabalhos realizados pelas empresas, pecuaristas e todos os envolvidos na cadeia produtiva, na busca pela excelência da carne brasileira”, explica Carla Tuccilio, gerente do Agrocentro.

Degustação de carne bovina e espaço lounge fazem parte da grade de atividades do Espaço Carne. O evento também premiará os maiores confinadores do Brasil com solenidade no dia 14, à noite, e apresentará o Workshop NFT Alliance, cujos temas em debate serão: Genética, Nutrição, Sanidade, Manejo, Mercado, Sustentabilidade e Qualidade da Carne. O Workshop vai de 15 a 17 de junho, das 15h às 18h.

“Nosso objetivo com o Espaço Carne é poder reunir em um único local, as principais empresas que representam os diversos elos da cadeia de produção de carne, visando o aumento do consumo, promoção dos conceitos de sustentabilidade na pecuária de corte e divulgação das qualidades da carne”, finaliza Alessandro Roppa, gerente de marketing da NFT Alliance.
As informações são da assessoria de imprensa da Feicorte.

FONTE: Agrolink

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 28.03.2011

BOI: R$ 6,50 a R$ 6,60
VACA: R$ 6,10 a R$ 6,20

PRAZO: 30 DIAS

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br/

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO

EM 28.03.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,20 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,85

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO



EM 28.03.2011
REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,20 A R$ 3,40
TERNEIRAS R$ 2,80 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 2,90 A R$ 3,10
BOI MAGRO R$ 2,80 A R$ 2,90
VACA DE INVERNAR R$ 2,30 A R$ 2,40

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br