sábado, 4 de junho de 2011

Um belo empreendimento ! Boas idéias devem ser divulgadas.

Confinamento Pasturas

CAPACIDADE DE ANIMAIS

O Confinamento Pasturas Agronegócios tem capacidade para confinar até 5.060 animais.

PLANOS DE CONFINAMENTO
VANTAGENS E BENEFÍCIOS

Atuamos de forma eficiente na engorda de bovinos para propiciar ao investidor a terminação dos

animais no período de entressafra.

LOCALIZAÇÃO

Marque uma visita ao Confinamento. Ligue para (17) 3305-1767.

Frigorífico Silva suspende contratações de 150 novos funcionários devido a embargo da Rússia

Com o embargo da Rússia à carne brasileira, o Frigorífico Silva, de Santa Maria, foi obrigado a suspender a contratação de 150 novos funcionários, que estava prevista para ocorrer em breve, conforme o blog havia divulgado poucas semanas atrás.
O Frigorífico Silva foi afetado diretamente pelo embargo porque o abatedouro exporta 30% de sua produção, sendo que a carne vendida para a Rússia corresponde a 85% das exportações do abatedouro. Além de suspender as novas contratações, o frigorífico anunciou que reduzirá de 500 para 400 o número de abates diários a partir da semana que vem.
Em Júlio de Castilhos, a Abatedouro Castilhense também pode ser afetado. É que, em breve, o Castilhense deve passar por uma vistoria para poder voltar a exportar carne suína. Se o embargo persistir por muito tempo, o abatedouro não conseguirá vender carne para a Rússia, que é um potencial comprador.
O governo brasileiro está se mobilizando e, na próxima segunda-feira, dia 6, tentará reverter o embargo russo.
FONTE: BLOG A VAREJO

México - Contrae exportación de ganado al bajar precio EU


Acopiadores de ganado en Estados Unidos bajaron en 10 centavos el precio por libra de novillo macho en pie, lo que propició entre productores de la región una contracción en las exportaciones.

El ofrecimiento de 1.50 dólares la libra bajó hasta 1.40 y según Héctor Barberena Aguirre, presidente de la Asociación Ganadera Local, habría influido en dejar de exportar aproximadamente mil cabezas mensuales.

“Todavía en el mes de Mayo, cuando se pagaba a 1.50 dólares la libra de ganado macho en pie, eran exportados a Estados Unidos alrededor de seis mil novillos, hoy estaremos enviando cinco mil”, expresó.

Sin embargo aseguró que el ofrecimiento de compra de mercado norteamericano sigue siendo bueno, aunque ya no se reflejaría como hasta hace dos meses, debido a la caída en el precio.

Este fenómeno de alta importación comenzó a observarse desde el año pasado, luego de ser diezmados los campos del estado de Texas y gran parte de Estados Unidos a causa de las fuertes heladas.

FONTE: PRIMEIRA HORA

RUSSIA - Escola para caubóis

Iniciativa pode reduzir dependência do país, que importou aproximadamente US$ 1 bilhão só em carne brasileira no ano passado

Por Peter Van Dyk, especial para a Gazeta Russa

Meia dúzia de caubóis se senta ao redor de uma mesa comprida em um alojamento recém-construído, à espera do almoço.Eles passaram a manhã inteira na rotina de sempre – o rebanho de 1,5 mil bovinos está dando cria e este tem sido um mês cheio.

Mas, ao chegar a comida, lembram que não estão em casa, ou seja, em Montana, nos Estados Unidos.“Não temos constrangimento em dizer isso. Comemos carne, muita carne”, diz Darrell Stevenson, fazendeiro norte-americano que se associou a dois empresários russos para criar o Rancho Stevenson-Sputnik, na região de Voronej, no sul da Rússia.

“Uma das mais difíceis etapas de adaptação para esses caubóis tem sido a mudança de dieta”, completa.O almoço é uma sopa, espaguete e empada de carne.

Diante desses homens, os pratos parecem pequenos. Todos os caubóis norte-americanos emagreceram, mas eles não estão ali de férias. “É tudo diferente, desde a comida até a cultura e a estrutura local. Só o clima é o mesmo”, diz Dan Conn, caubói que já concluiu o primeiro dos dois meses que ficará no rancho.O tempo pode ser o mesmo de Montana, mas a terra é muito diferente. “Alguns dos solos mais férteis do mundo estão nessa região. Isso não existe no lugar de onde eu venho”, diz Stevenson.

O gado angus importado custou aproximadamente US$ 7 milhões e o investimento total no rancho gira em torno de US$ 19 milhões, dos quais quase US$ 15 milhões foram subsidiados pelo governo por meio de empréstimo do Sberbank, o maior banco de varejo da Rússia.“O que a Rússia precisa é de gado vivo e, em relação a isso, eles estão pensando muito a frente e estão bastante empenhados”, diz Stevenson. O país importa regularmente de 40 mil a 50 mil bovinos vivos por ano, segundo os EUA.Só durante o ano de 2011, o país importou mais de US$ 1 bilhão do Brasil, ou quase 300 mil toneladas do produto.

O governo quer reduzir esse número, e a Doutrina de Segurança Alimentar assinada pelo presidente Dmítri Medevdev há um ano define que a Rússia produza domesticamente 85% da carne consumida até 2020.Um dos sócios russos da empreitada, Serguei Gontcharov afirma que reduzir as importações é tão importante para o governo que os subsídios cobrem um de cada quatro dólares injetados no projeto.“Em um gado como o nosso, uma vaca custa de US$ 3 mil a US$ 4 mil, e os touros, de US$ 6 mil a US$ 8 mil”, diz Gontcharov. Parte do valor está relacionado aos custos do transporte, que foi feito por avião ou navio a partir da Europa, da Austrália ou da América. “A esses preços, podemos facilmente pagar o banco e até mesmo lucrar [com a venda]”, completa.

Sputnik, a empresa de Gontcharov nos entornos de São Petersburgo, já está envolvida no processo de transferência de embriões de gado e fertilização in vitro. “Queriam o melhor da tecnologia e dos recursos, mas o que eles precisavam mesmo era de gestão, talvez até mais do que o gado vivo em si”, diz Stevenson.

A fazenda tem três veterinários qualificados, mas alguns dos camponeses nunca trabalharam com gado antes. Depois de um mês no serviço, entretanto, o russo Leonid já se apresenta como caubói.“É a primeira vez que faço esse trabalho. Quando as vacas começam a dar cria, nós as trazemos para dentro e tomamos conta delas. Se os bezerros adoecem, nós os aquecemos”, conta entusiasmado.

O chefe dos veterinários, Aleksandr Narítsin, admite que teria sido impossível tomar conta do rebanho sem a ajuda estrangeira.No início de dezembro não havia praticamente nada na região. Agora, mais de 900 bezerros já nasceram na fazenda.

“Agradecemos imensamente aos norte-americanos. Se não fossem eles, nós estaríamos correndo atrás de uma única vaca o dia todo – eles conseguem trazê-las de volta em 10 minutos”, diz Narítsin.Quando o gado chegou de Chicago ao aeroporto Cheremétivo, nos arredores da capital, os funcionários do local não foram tão ágeis.

Stevenson recorda que uma vaca escapou na transferência do Boeing 747 para o caminhão que as levaria ao rancho. O aeroporto ficou fechado para pousos por quase uma hora, até que a fugitiva foi encurralada e levada para dentro do transporte.Ensinar os colegas russos a cuidar do rebanho foi a parte mais difícil do trabalho para os caubóis. “Quando a oportunidade surgiu, apareceram dois ou três deles sobre seus cavalos em apenas alguns minutos. Tivemos que mostrar a eles como colocar sela em um cavalo – acho que nenhum deles tinha montado realmente antes. Um deles caiu de cabeça no segundo dia”, conta Stevenson.

Para o caubói Dan Conn, nem todo trabalhador rural tem o que é preciso para realizar o trabalho. “Nós somos rancheiros de nascença, pecuaristas, e ensinar alguém que é relativamente novo no ramo, que nunca teve ao seu redor mais que uma vaca leiteira ou alguns porcos e ovelhas, é um grande desafio”, diz.Já Stevenson vê o empreendimento como uma oportunidade de colaborar para o progresso local, além de uma importante troca de cultura.“É uma porção do mundo que tem muitos recursos naturais e que é plenamente capaz de fazer isso”, acredita.

Este artigo foi escrito por Peter Van Dyk , especialmente para a edição da Gazeta Russa, que circulou com o jornal Folha de São Paulo na segunda-feira, 30 de maio de 2011.

CARNES: ESTADO NUTRICIONAL DO GADO GAÚCHO É NORMAL

Nas regiões do Rio Grande do Sul onde a pecuária de corte é uma atividade econômica importante para a configuração da matriz produtiva regional, nesta estação do ano, devido à menor luminosidade e queda nas temperaturas, o desenvolvimento do campo nativo é lento, apresentando forrageiras com baixo valor nutricional. Isso reduz a produtividade do rebanho. A engorda e manutenção dos animais estão sendo retomadas com o suprimento de pastagens cultivadas, especialmente as gramíneas anuais como aveia e azevém. Na região de Bagé, em virtude do menor volume de chuvas no período, o desenvolvimento vegetativo das pastagens de inverno recentemente implantadas foi retardado. De maneira geral, o estado nutricional sanitário do rebanho de bovinos de corte do Estado é normal, considerando esta época do ano. Em alguns municípios, apesar da proximidade do inverno, ainda ocorre a incidência de carrapatos, moscas do chifre e casos esporádicos de tristeza parasitária, com baixa taxa de mortalidade. Permanece a campanha de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. O preço do gado gordo apresentou um leve aumento durante a semana. Após a realização das tradicionais feiras de terneiros, quando o preço máximo alcançou R$ 4,50/Kg/Vivo. No entanto, os preços praticados em algumas propriedades na região de Porto Alegre oscilou entre R$ 3,60 a R$ 3,80/Kg/Vivo para esta categoria animal. Por ocasião da realização do toque nas vacas para identificar o índice de prenhez e projetar a taxa de desfrute do rebanho, em algumas propriedades na região de Bagé, está se constatando a redução de até 50% na natalidade de terneiros na primavera, devido aos efeitos da estiagem prolongada ocorrida naquela região. Por outro lado, na região Sul do Estado, os diagnósticos de gestação em bovinos têm dado bons índices nas vacas solteiras e vaquilhonas, (80 a 90%), sendo baixos os índices das vacas com terneiro ao pé (30 a 40%). Estes últimos ventres estão com estado corporal abaixo do ideal para a época do ano. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater (RS). Preços pagos aos pecuaristas na Região Sul: Boi gordo: R$ 3,00 a R$ 3,40/kg vivo, com 30 dias de prazo Vaca gorda: R$ 2,70 a R$ 3,00/kg vivo, com 30 dias de prazo. Terneiro vivo: R$ 450,00 (Rio Grande) (CBL)
FONTE: EMATER

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Seca deve continuar no Sul do RS

No Rio Grande do Sul, as pessoas que moram próximas a fronteira com o Uruguai estão enfrentando uma das piores secas da história da região. Os caminhões pipa percorrem todos os dias 70 quilômetros para levar água até as casas mais isoladas e mais de sete cidades entraram em estado de emergência por conta da escassez de água.

Em Bagé, o racionamento foi prolongado e já atinge mais 110 mil moradores. São quase nove meses de estiagem e a barragem está 10 metros abaixo do nível normal. Outra barragem está sendo construída, mas a previsão de conclusão da obra é só daqui dois anos e meio. Enquanto isso, os habitantes esperam a chuva para ajudar.

Uma frente fria esta passando pela região, mas só deve levar chuva para o norte do Estado, no começo da semana que vem, uma nova frente fria chega, mas não deve reverter a situação de seca, o volume de chuva para a divisa com o Uruguai é de no máximo 10 mm, enquanto que para o norte do Estado, a frente fria deve causar chuvas fortes de 50 a 100 mm.

FONTE: CLIMA TEMPO

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PARA AMPLIAR CLIC EM CIMA DA FOTO
NOVILHOS EM PASTOREIO NO AZEVÉM



Embargo da Rússia contra carne brasileira pode ser revisto

Medida seria um alívio para produtores e indústrias do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso
Daniela Castro | Brasília (DF)
O embargo russo contra a carne brasileira pode ser revisto. A equipe técnica do Ministério da Agricultura questionou as autoridades russas sobre os motivos das restrições aos 85 frigoríficos do Brasil. A medida seria um alívio para produtores e indústrias do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso.

Com as negociações iniciadas nessa quinta, dia 3, pode ser antecipado um encontro que aconteceria em Moscou somente no fim do mês. A Rússia sinalizou a possibilidade de revogar a medida dependendo das respostas enviadas pelo Brasil sobre questões sanitárias.

Apesar disso, segunda, autoridades brasileiras e empresas exportadoras se reúnem aqui em Brasília para avaliar os prejuízos do embargo e discutir alternativas.

FONTE:CANAL RURAL

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RS - Embargo atinge a região

Rússia para de comprar carne e afeta vendas e empregos de frigoríficos Silva e Castilhense
A Rússia anunciou que proibirá a importação de carne de 27 abatedouros gaúchos e outros 62 no país. Os russos alegam questões sanitárias, mas seria um embargo comercial para reduzir as importações na Rússia. Na região de Santa Maria, a medida atinge dois frigoríficos e afetará os empregos e até os preços da carne.

O Frigorífico Silva, de Santa Maria, emprega 500 funcionários e tem 30% da produção exportada, sendo que a Rússia corresponde por mais de 85% da carne enviada para fora. Com o embargo, o Silva reduzirá de 500 para 400 abates diários a partir da semana que vem e suspendeu a contratação de mais 150 funcionários, que estava prevista para breve. Se o embargo seguir por mais 60 dias, poderá rever o número atual de empregados.

– Como a procura vai diminuir, o preço do gado vai baixar ao produtor. E os preços da carne poderão subir ao consumidor, pois os frigoríficos perdem os créditos de exportação e terão de repassar esse custo ao produto – diz o diretor comercial do Frigorífico Silva, Gabriel da Silva Moraes.

Segundo ele, é possível que ocorra aumento dos preços dos cortes de segunda, que são os mais exportados à Rússia e tinham compensação de valores pelos créditos, ou até uma alta nos valores dos cortes nobres, pois, devido à redução dos abates, haverá menos oferta de carnes de primeira.

Espera – O Frigorífico Castilhense, de Júlio de Castilhos, não sentirá efeitos agora. Ele, que abate 700 suínos por dia e tem 200 funcionários, não exporta. Mas a indústria faz adequações na estrutura para passar a exportar e deve ser inspecionada em 10 dias para receber o aval para vender ao Exterior. Caso passe a exportar, pode dobrar o número de funcionários. Mas só haverá contratações se o impasse com a Rússia for resolvido.

– A torcida é para que o governo reverta essa situação logo. O frigorífico deve passar a abater bovinos caso esse mercado se abra – afirma Maria do Carmo Lorenci, advogada da Cooperativa Castilhense, que arrenda o frigorífico à CAS Agroindustrial, administradora do abatedouro.
FONTE: CLIC RBS

Confira a entrevista com Hyberville Neto - Scot Consultoria



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Confira a entrevista com Eduardo Riedel - Vice-Pres. FAMASUL

Boi gordo: mercado de todos os estados brasileiros sofrerá impacto negativo com embargo da importação de carnes pela Rússia. Mato Grosso do Sul tem oferta menor devido ao abatimento de matrizes em anos passados.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Ministro da Agricultura se reunirá com exportadores de carne para discutir embargo russo

A reunião entre o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, com presidentes de todas as empresas exportadoras de carne do Brasil e suas associações será realizada em Brasília, na próxima segunda-feira, às 15 horas.

No encontro serão discutidas estratégias do Brasil em relação à notificação russa sobre a suspensão temporária, a partir de 15 de junho, da importação de carnes de estabelecimentos produtores localizados no Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. A informação foi passada pelo setor privado e confirmada pela assessoria do ministério.

Estão previstas as participações dos representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), da União Brasileira de Avicultura e Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Ubabef), da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Também é esperada a presença de representantes do Ministério das Relações Exteriores para avaliar o impacto da medida.
FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Na instalação da Câmara Setorial bovina, inicia montagem do programa de valorização da carne gaúcha

O maior assunto da pauta da primeira reunião do ano da Câmara Setorial da Carne Bovina, ocorrida na manhã desta quinta-feira (2), na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), foi a construção, com toda a cadeia produtiva, do programa de valorização da carne gaúcha. O titular da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, disse que a Secretaria está constituindo uma equipe para tal. “Nós somos parceiros, não estamos para ditar absolutamente nada, vamos trabalhar todos juntos”, conclamou Mainardi.

Os objetivos do projeto são a certificação sanitária, o impacto de produtividade e a qualificação da carne, entre outros. Para tanto, a sugestão inicial dos técnicos da Seapa foi de dividir o programa em três pontos: sanidade, fomento e produção. “Precisamos modernizar totalmente o processo, termos controle da rastreabilidade, precisamos jogar a questão sanitária a um outro nível. O Rio Grande do Sul tem alto padrão genético, há exportação de matrizes, temos o desafio de garantir essa qualidade da carne. Acho que precisamos tratar esse programa não como um programa de Governo, mas de Estado”, falou o Secretário.

Ficou definida a realização de um seminário, patrocinado pelo Fundesa e organizado pelo Conselho Técnico do Fundo – onde já se encontram representantes dos diversos segmentos, quando serão discutidos e definidos os grupos de trabalho e os temas de cada um para a elaboração do projeto a ser implantado para a valorização da carne gaúcha. Em 2010, o RS abateu 1,88 milhão cabeças de gado (sob inspeção federal, estadual e municipal), tendo participado com 2,86% no total das exportações brasileiras. Do 1,4 milhão toneladas de carne exportada pelo país, 40 mil toneladas foram do Rio Grande do Sul.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, apresentou dados sobre o projeto piloto de controle e erradicação da brucelose e tuberculose que deverá ser transformado em programa para alcançar outros municípios. Segundo Kerber, há várias manifestações sobre a expansão do projeto. Desenvolvido pela Seapa, com apoio também das Prefeituras, o plano piloto foi implantado em seis cidades.

Participaram também da reunião representantes da Federacite, Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Banrisul, Banco do Brasil, Badesul, Senar, Farsul, Famurs, Fitiars, Sicadergs, Fecoagro, Emater-RS Ascar, Fepagro, Ministério da Agricultura (Mapa), Conselho de Desenvolvimento (CDES), Marfrig e Associação dos Curtumes do RS (AICSUL).


Clarice Lena Mateuzzi Giorgi
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio - SEAPA
(51) 3288-6211
cgiorgi@agricultura.rs.gov.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

EMBARGO - Confira a entrevista com Antônio Jorge Camardelli - Pres. ABIEC

Embargo na importação de carnes de 89 empresas brasileiras pela Rússia pode retardar o crescimento das exportações. Pressão sobre o Brasil para garantir entrada da Russia na OMC pode ser uma das causas do embargo.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

REVISTA PECUÁRIA DE CORTE

A revista Pecuária Corte já está no ar.
Acesse a versão digital -

Boi gordo no Mato Grosso do Sul

De acordo com o levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo em Dourados-MS e Campo Grande-MS está cotado em R$92,00/@, a prazo, livre de funrural.

Na região de Três Lagoas-MS os negócios ocorrem em R$93,00/@, nas mesmas condições de pagamento.

As desvalorizações nas três praças foram, respectivamente, -4%, -4%, e -2% desde o início do ano.

A pressão de baixa imposta pelos estados vizinhos é evidente e se mostrou mais significativa a partir de meados de abril. Observe a figura 1.


Entretanto, o fato de o preço se manter estável há quase duas semanas em uma destas praças, pode ser encarado como sinal de perda gradativa da força baixista.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

Marfrig demite 250 funcionários no Rio Grande do Sul

Empresa afirma que não pretende encerrar atividades industriais na unidade
Rafael Diverio
A Marfrig Alimentos S.A, anunciou nesta quinta, dia 2, a demissão de 250 funcionários do segundo turno da Unidade Industrial Capão do Leão II, no Sul do Rio Grande do Sul.

A empresa classificou como “uma medida momentânea, mas absolutamente necessária para a manutenção da estabilidade financeira daquela operação, não representando a intenção da Companhia de encerrar as atividades industriais da mesma”. As rescisões foram assinadas no início da tarde no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação.

Segundo a Marfrig, as demissões foram comunicadas previamente ao sindicato local, e a empresa seguirá operando com um turno e aproximadamente 600 funcionários. A Marfrig opera no município de Capão do Leão com duas unidades industriais (Capão do Leão I e II), ambas arrendadas do Frigorífico Mercosul.

FONTE:ZH DINHEIRO

Carnes: Para Abiec, não há base técnica para embargo russo à carne

A Rússia é o principal mercado importador da carne bovina brasileira


O diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, disse não ter base técnica o embargo russo às exportações de 85 frigoríficos de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul a partir de 15 de junho. Para ele, o anúncio feito hoje pelo Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) visa a proteger o mercado local.
"A Rússia já divulgou querer ser autossuficiente em frangos e suínos. O governo tem adotado medidas para isso, como o subsídio às rações", disse Sampaio. "O setor (bovinos) segue todas as normas e padrões internacionais, inclusive os da OIE. Sem minimizar a importância do mercado nem os outros segmentos, com essa questão política em relação a frangos e suínos, bovinos também acabou sendo atingido", declarou. "Como eles (russos) não fazem parte da OMC (Organização Mundial do Comércio), fica mais difícil negociar", completou o executivo.
De janeiro a abril, o país comprou, em média, 25 mil toneladas por mês, somando cerca de 100 mil toneladas no acumulado do período, representando 28% das exportações brasileiras da proteína, em volume. A receita dos primeiros quatro meses do ano foi de US$ 440 milhões, 26% do faturamento total das vendas externas de carne bovina nacional.
Dos 85 frigoríficos embargados pelo governo russo, 24 são de bovinos. "Ainda temos 44 unidades habilitadas a exportar à Rússia. Vamos atender a demanda por meio dessas outras unidades tranquilamente. Portanto, o impacto negativo para o setor não será relevante", declarou Sampaio, que informou que a empresa mais prejudicada do segmento de bovinos foi a BRF - Brasil Foods, que teve suas duas maiores unidades em Mato Grosso embargadas.
A JBS, em comunicado ao mercado, informou que três unidades foram embargadas e que manterá as exportações ao país a partir de outras oito fábricas instaladas no Brasil, que não foram incluídas na suspensão, além de outras unidades fora do País. Já a Marfrig somou 10 unidades que estão com as exportações suspensas pela Rússia e disse que abastecerá o mercado por meio de outras fábricas habilitadas.
O Minerva, por sua vez, não foi afetado pela decisão, já que não possui unidades nos Estados citados. Procurada pela Agência Estado, a BRF não se pronunciou sobre o assunto. Na lista divulgada pelo serviço veterinário russo, identificam-se 15 unidades da companhia.
FONTE: DBO

Frigorífico Marfrig demite 250 trabalhadores

A unidade do frigorífico Marfrig, sediada no município de Capão do Leão, demitiu 250 trabalhadores. As rescisões dos contratos serão oficializadas a partir das 14h desta quinta-feira (2) na sub-sede do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação, localizada no bairro Jardim América.

O presidente do Sindicato da Alimentação de Pelotas, Lair de Mattos critica a postura da empresa, que para se instalar na região e gerar empregos foi beneficiada por isenção fiscal estadual e teve sua alíquota de ICMS reduzida de 7% para 3%. “Por um lado a empresa recebe isenção fiscal para gerar empregos e por outro demite centenas de funcionários que, a partir de agora, irão onerar os cofres públicos recebendo o seguro-desemprego. Neste processo apenas a empresa ganha”, diz.

As demissões coincidem com o período de homologação do reajuste salarial para os trabalhadores das indústrias da carne, segundo a assessoria de comunicação Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação.

FONTE: DIARIO POPULAR

Rússia suspenderá importação de carnes de 85 frigoríficos brasileiros

O Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) informa por meio de comunicado que vai suspender temporariamente a importação de produtos de criação animal do Brasil a partir de 15 de junho. As restrições vão atingir os Estados de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul, totalizando 85 frigoríficos.

Na chegada à Rússia de produtos de outros Estados brasileiros, o serviço federal russo afirma que será exigido aumento do controle laboratorial para a segurança veterinária e sanitária dos produtos fornecidos. "A autoridade sanitária russa divulgou uma lista com 85 frigoríficos, os quais alguns já estavam suspensos, mas outros passaram a fazer parte da lista de embargo", informa uma fonte ligado ao setor pecuário. De acordo com ele, dessa vez a Rússia promoveu restrição por Estados. "Na prática, o Brasil está praticamente impedido de vender todo tipo de
carne àquele mercado, ficando apenas de fora um frigorífico, o Pamplona, de Santa Catarina", diz.

No período de 16 a 18 de maio, uma missão brasileira foi à Rússia, chefiada pelo
vice-presidente Michel Temer. Na ocasião, com relação às restrições a frigoríficos nacionais, o serviço veterinário russo requisitou mais informações do governo brasileiro. O Ministério da Agricultura informou que faria novas auditorias em todas as indústrias de carnes bovina, suína e de aves habilitadas a exportar para aquele país.

Depois dessas inspeções, o governo brasileiro ficaria de encaminhar uma avaliação global sobre os frigoríficos, que seria discutida em uma nova rodada de trabalho. O comunicado de hoje, porém, é um balde de água fria nas pretensões brasileiras.

Veja abaixo a lista dos frigoríficos que serão impedidos de exportar à Rússia:

1. SIF 2911 BRF BRASIL FOODS S.A.
2. SIF 1886 FRIGORIFICO MATABOI S/A
3. SIF 585 Frigorifico Pantanal LTDA
4. SIF 3962 FRIGORIFICO VALE DO GUAPORE S/A
5. SIF 4268 GUAPORE CARNE S/A
6. SIF 2345 IFC Food Company Industria de Alimentos S/A
7. SIF 42 JBS S/A
8. SIF 2979 JBS S/A
9. SIF 3031 JBS S/A
10. SIF 2019 JBS S/A
11. SIF 1751 Marfrig Alimentos S/A
12. SIF 2500 Marfrig Alimentos S/A
13. SIF 4466 Pantanal Industria e Comercio de Carnes LTDA
14. SIF 4393 QUATRO MARCOS LTDA
15. SIF 2015 SADIA S/A
16. SIF 3348 VALE GRANDE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS S/A
17. SIF 1778 JBS S/A
18. SIF 592 MARGEN S.A.
19. SIF 4365 MFB MARFRIG FRIGORÍFICOS BRASIL S.A.
20. SIF 1163 Torlim Alimentos S/A
21. SIF 1733 FRIGORIFICO SILVA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
22. SIF 1651 Marfrig Alimentos S/A
23. SIF 1926 MFB MARFRIG FRIGORÍFICOS BRASIL S.A.
24. SIF 2007 MFB MARFRIG FRIGORÍFICOS BRASIL S.A.
25. SIF 3941 AGRA AGROINDUSTRIAL DE ALIMENTOS S/A
26. SIF 3551 Intercop Integração dos suinocultores do médio norte matogrossense Ltda
27. SIF 424 BRF BRASIL FOODS S.A.
28. SIF 3704 Frigorífico Larissa Ltda
29. SIF 119 Kaefer Agroindustrial Ltda
30. SIF 2146 ALIBEM COMERCIAL DE ALIMENTOS LTDA
31. SIF 915 ALIBEM COMERCIAL DE ALIMENTOS LTDA
32. SIF 3975 AVIPAL S/A ALIMENTOS
33. SIF 102 BRF BRASIL FOODS S.A.
34. SIF 760 COOP. REGIONAL CASTILHENSE DE CARNES E DERIVADOS
35. SIF 3847 COOPERATIVA CENTRAL OESTE CATARINENSE
36. SIF 167 COOPERATIVA DOS SUINOCULTORES DE ENCANTADO LTDA
37. SIF 1184 COTRIJUÍ - COOPERATIVA AGROPECUARIA & INDUSTRIAL
38. SIF 876 DOUX FRANGOSUL S/A AGRO AVÍCOLA INDUSTRIAL
39. SIF 12 FRIGORIFICO MABELLA LTDA
40. SIF 60 SADIA S/A
41. SIF 3767 ANHAMBI ALIMENTOS NORTE LTDA
42. SIF 3371 SADIA S/A
43. SIF 1215 Agricola Jandelle S.A.
44. SIF 1880 Avicola Felipe S.F.
45. SIF 3300 C.Vale-Cooperativa Agrondustrial
46. SIF 4444 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR
47. SIF 797 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL- COPAGRIL
48. SIF 2913 JAGUAFRANGOS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA
49. SIF 1672 KAEFER AGRO INDUSTRIAL LTDA
50. SIF 2518 SADIA S/A
51. SIF 1985 SADIA S/A
52. SIF 4041 AGROSUL AGROAVICOLA INDUSTRIAL S/A
53. SIF 4017 Agrosul Agroavicola Industrial S/A
54. SIF 1449 BRF BRASIL FOODS S.A.
55. SIF 2025 BRF BRASIL FOODS S.A.
56. SIIF 1661 COMPANHIA MINUANO DE ALIMENTOS
57. SIF 959 COMPANHIA MINUANO DE ALIMENTOS
58. SIF 730 COOPERATIVA LANGUIRU LTDA
59. SIF 2032 DOUX FRANGOSUL S/A AGRO AVÍCOLA INDUSTRIAL
60. SIF 922 DOUX FRANGOSUL S/A AGRO AVÍCOLA INDUSTRIAL
61. SIF 437 Frigorifico Mabella Ltda
62. SIF 3169 FRIGORIFICO NICOLINI LTDA
63. SIF 981 FRINAL S/A - FRIGORÍFICO E INTEGRACÃO AVÍCOLA
64. SIF 544 PENASUL ALIMENTOS LTDA
65. SIF 237 PENASUL ALIMENTOS LTDA
66. SIF 103 BRF BRASIL FOODS S.A.
67. SIF 727 Frimesa Cooperativa Cenrtal
68. SIF 928 Sadia S/A
69. SIF 2014 BRF BRASIL FOODS S.A.
70. SIF 1385 CONFEPAR - Agroindustrial Cooperativa Central
71. SIF 242 PERDIGÃO S/A
72. SIF 3254 CAP - LOGÍSTICA FRIGORÍFICADA LTDA
73. SIF 1599 MARTINI MEAT S/A ARMAZENS GERAIS
74. SIF 785 Sadia
75. SIF 1541 TERMINAIS PORTUARIOS DA PONTA DO FELIX S/A
76. MT-80026 Louis Dreyfus Commodities Brasil S. A.
77. MT-80076 Amaggi Exportação e Importação LTDA
78. MT-80031 Amaggi Exportação e Importação LTDA
79. PR-058048 Alltech do Brasil Agroind. LTDA
80. PR-05224 Alltech do Brasil. Agroind. LTDA
81. PR-03962 Insol Intertrading do Brasil LTDA.
82. PR-03857 Louis Dreyfus Commodities Brasil S. A.
83. RS-04206 Alisul Alimentos S.A.
84. RS-10053 Hercosul Alimentos LTDA
85. RS-10413 Nutrire Ind. de Alimentos LTDA

A JBS comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que, referente a notícia que a Rússia proibiu as importações de proteína animal de três estados brasileiros - Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul -, a companhia teve efetivamente três unidades atingidas.

A companhia acredita que as autoridades dos dois países trabalharão de forma conjunta para solucionar as eventuais pendências causadoras do embargo em um curto espaço de tempo. A JBS manterá suas exportações para a Rússia a partir de outras oito fábricas instaladas e operando no Brasil em regiões que não foram incluídas no embargo, além da sua plataforma de produção existente fora do país.

Comentário BeefPoint: a Rússia tem como plano ser autosuficiente em produção de suínos e aves no médio-longo prazo. Essa medida parece estar relacionada com esse interesse. A carne bovina "sofre" por tabela.

FONTE: Agência Estado, adaptada pela Equipe BeefPoint.

Brasil enviará delegação a Moscou para discutir proibição à carne

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou a informação do bloqueio da Rússia às importações de carne de 85 empresas brasileiras. Ainda hoje, o Mapa deve divulgar uma nota oficial informando seu posicionamento sobre o embargo.

De acordo com o diretor de Relações com Investidores do Frigorífico Minerva, Eduardo Takeiti, informou que o grupo ficou fora do bloqueio.

"A companhia (Minerva) não opera nos Estados embargados. No fim, a notícia se mostra positiva para nós, já que pode ser uma oportunidade de aumentarmos nossa participação de mercado nas exportações para aquele país. Mesmo se fôssemos atingidos (pelas restrições), temos bastante flexibilidade para atender o mercado de outras unidades", disse Takeiti.

Entre as empresas que sofreram com a proibição estão unidadades da Brasil Foods, JBS, Marfrig, Aurora e Doux Frangosul.

Uma missão do Ministério de Agricultura vai a Moscou na segunda quinzena para discutir com autoridades russas a proibição a entrada de carnes brasileiras originárias dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, segundo informação da embaixada brasileira na capital russa.

O anúncio da interdição foi feito hoje pelo governo russo. Atinge a entrada de carnes de 85 frigoríficos e entrará em vigor no dia 15. Segundo a embaixada, durante a visita do vice-presidente Michel Temer a Moscou, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, já tinha tratado das questões sanitárias relacionadas ao acesso das carnes brasileiras com seu colega russo Serguei Dankvert.

Ocorre que a medida anunciada hoje por Moscou é considerada exagerada e alimenta a especulação de que poderia ser uma reação irritada à ausência de progressos para o Brasil dar o sinal verde a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Os russos querem entrar na OMC até o fim do ano, apos mais de dez anos de negociações, mas precisam anter fazer concessões não só ao Brasil, como a outros produtores agrícolas como Argentina, Austrália, Canadá, e também aos EUA e União Europeia.

A embaixada brasileira em Moscou diz não ver, porém, qualquer vinculação entre as tratativas mantidas com as autoridades russas em Moscou sobre as condições sanitárias de acesso do mercado russo e as negociações em Genebra de acessão da Rússia à OMC.

Embargo russo afeta 3 unidades da JBS, mas empresa seguirá exportando

Três unidades da JBS foram afetadas pela decisão da Rússia de proibir a importação de proteína animal advinda dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

A empresa vai prosseguir com suas exportações para Rússia por meio de oito fábricas no Brasil nas regiões fora do embargo, "além da sua plataforma de produção existente fora do país".

"A companhia acredita que as autoridades dos dois países trabalharão de forma conjunta para solucionar as eventuais pendências causadoras do embargo em um curto espaço de tempo", manifestou na nota.

Matéria do Valor desta quinta-feira dá conta que o Brasil vai enviar uma missão à Rússia para discutir a questão da proibição da carne brasileira dos três Estados.
FONTE: MAPA

Boi/CEPEA: Clima frio eleva oferta; preços da arroba e da carne caem

Os preços do boi gordo e da carne seguem em queda no mercado brasileiro. Colaboradores do Cepea relatam que a demanda no mercado atacadista da Grande SP não tem sido suficiente para sustentar as cotações da carne, que acumularam queda semelhante à do Indicador do Boi Gordo ESALQ/BM&FBovespa no correr de maio. Enquanto a carcaça com osso desvalorizou 4,56% no mês, o Indicador recuou 4,47% - dados do Cepea. Frango e carne suína também registram quedas acentuadas. De modo geral, o clima mais frio tem elevado a oferta de animais. Em termos gerais, as quedas diárias do Indicador não foram expressivas, apesar de predominantes, com variações inclusive positivas em alguns dias de maio. Com a oferta um pouco maior que nos meses anteriores e os preços da carne em baixa no atacado, compradores têm exercido forte pressão para negociar o boi a valores menores.

FONTE: Cepea/Esalq

Brasil cumpre apenas 4% da cota Hilton

Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil ficará muito distante de cumprir o volume de vendas de cortes nobres bovinos para a União Europeia, ao qual tem direito dentro da chamada Cota Hilton. Estimativa da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec) indica que o país conseguirá vender apenas cerca de 400 toneladas do volume total de 10 mil toneladas no ano-cota iniciado em julho de 2010 e que se encerra em junho deste ano.

No ano-cota anterior, o 2009/2010, o desempenho do Brasil já havia sido pífio. As empresas de carne bovina conseguiram exportar apenas 791 toneladas dentro da cota Hilton, ou menos de 8% do volume total. O Brasil não tem sido capaz de cumprir a Hilton porque a UE exige, desde 2009, que os cortes vendidos dentro da cota sejam provenientes apenas de animais rastreados desde a desmama (10 meses de vida) e que sejam alimentados só a pasto, sem nenhum tipo de suplementação a partir de então.

Por considerar que as exigências prejudicam o Brasil, os exportadores consideram ir à Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a União Europeia. "As empresas não acham boi que tenha sido rastreado desde a desmama [para abater]", afirma Fernando Sampaio, diretor executivo da Abiec. Isso ocorre, explica, porque os pecuaristas que fazem cria de animais são mais resistentes a investir na rastreabilidade dos animais. "Apenas o pecuarista que faz a engorda e vende ao frigorífico consegue obter prêmio; quem faz a cria não", observa.

Ao não cumprir a cota, o Brasil deixa de ser beneficiado pelo prêmio que a Hilton embute em relação às exportações de carne bovina fora dessa cota. Para esse volume de cortes de alta qualidade, a tarifa de importação é de 20% ad valorem. Fora da cota, o imposto é de 12,8% mais € 3.041 por tonelada.

Os brasileiros se queixam porque a União Europeia trata de forma diferente outros países que vendem cortes na Cota Hilton, sem exigir alimentação só a pasto, por exemplo. No caso dos EUA, os animais têm de ser alimentados durante pelo menos 100 dias com uma alimentação equilibrada de alta concentração energética, contendo, pelo menos, 70 % de cereais, ou seja, em confinamento.

A Argentina também tem de cumprir a exigência de alimentar os animais apenas a pasto desde o desmame para obter carne em conformidade com o exigido pela UE. Sampaio observa, porém, que as pastagens na Argentina têm maior teor de proteína que as do Brasil. "Vamos pedir à União Europeia a alteração da definição da Cota Hilton para o Brasil. O objetivo é desvincular o conceito de carne de alta qualidade do processo de alimentação", afirma Sampaio. Se os europeus resistirem, o Brasil deverá recorrer ao órgão de solução de controvérsias da OMC.

Por trás do não cumprimento da cota Hilton está a conturbada implantação do sistema de rastreabilidade bovina no Brasil, que desde sempre enfrentou fortes resistências de pecuaristas. Considerando que há gargalos no sistema, a União Europeia definiu, a partir de 2008, que apenas uma lista restrita de fazendas rastreadas localizadas em áreas habilitadas poderia fornecer bois para abate e venda de carne ao bloco em qualquer tipo de exportação. Pouco mais de 2 mil fazendas estão certificadas atualmente, segundo a Abiec.

Essa restrição continua afetando as exportações de carne bovina em geral ao bloco europeu. Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas do produto à UE somaram 33.474 toneladas, 19,5% abaixo de igual intervalo de 2010, segundo a Abiec. Como comparação, em todo o ano de 2007, antes das restrições, as vendas totais ao bloco alcançaram 195.240 toneladas.

Os embarques totais de carne do Brasil no primeiro quadrimestre - para todos os destinos - somaram 354.225 toneladas, queda de 13,82% em relação aos primeiros quatro meses de 2010. A receita subiu 11,95%, para US$ 1,670 bilhão, conforme a Abiec.

FONTE: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint

URUGUAY - Exportaciones de ganado en pie se multiplicaron por tres (y están muy cerca de la leche)

Si bien la soja sigue reinando como principal producto exportado por Uruguay (creció 51,9% entre enero y mayo respecto del mismo periodo de 2010) con un acumulado a esta altura del año superior a los US$ 500 millones, el rubro que más creció en lo que va del año es el ganado en pie cuyas exportaciones se multiplicaron por tres (318,3% más que en el mismo lapso del año pasado), según los últimos datos relevados por Uruguay XXI. Con el 2,8% del total de las exportaciones, la venta ya suma US$ 93 millones y casi alcanza lo exportado en leche (US$ 110 millones) y casi duplicó las ventas de pescado congelado (US$ 53 millones) en el período considerado.

Casi US$ 2 de cada US$ 10 exportados viene de Brasil, país al cual se vendieron mercaderías por US$ 575 millones en lo que va del año. El segundo destino de las exportaciones fue la Zona Franca de Nueva Palmira (US$ 358 millones). China está tercero con US$ 297 millones.
FONTE: INFONEGÓCIOS

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Boi Gordo: Pressão de baixa parece ter perdido força


A pressão de baixa parece ter perdido força.

Em São Paulo aumentaram os negócios por R$98,00/@, a prazo e 96,00/@, à vista, livres de funrural. As ofertas menores estão reduzidas e a especulação diminuiu.

Além da melhora na venda de carne durante a semana, comprar bois está ficando mais difícil.

As escalas de abate atendem 3 dias, em média, e depois de alguns frigoríficos diminuírem a pressão sobre os preços, conseguiram comprar melhor.

A pressão de compra das indústrias paulistas continua no Mato Grosso do Sul, onde as ofertas a R$93,00/@, a prazo, livre de imposto, também tem aumentado.

Houve reajuste de preços em Marabá-PA e no Oeste da Bahia, onde os compradores vinham encontrando dificuldades para alongar suas escalas de abate.

No mercado atacadista de carne bovina com osso a demanda cresceu e, com isso, os preços das peças subiram. Para o curto prazo novas alterações não estão descartadas.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Atacado de carne bovina em alta


O mercado atacadista de carne bovina com osso está em alta.

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços, que já haviam iniciado a semana em alta, voltaram a subir. Tabela 1.



A entrada do mês faz os varejistas aumentarem a pressão de compra, a fim de se estocarem, aguardando o pagamento dos salários, que normalmente levam a um aumento nas vendas.

A recente queda nos preços da arroba e alta nas cotações da carne bovina ajudam os frigoríficos a aliviarem suas margens.

Novos reajustes não estão descartados para o curto prazo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

O fim está próximo

Calma, não se assuste! Refiro-me ao fim desta safra.

É isso mesmo, o fim da safra parece estar se aproximando. Um importante driver que nos indica isso é o clima.

De acordo com o IRI, o tempo deverá seguir seco no Brasil central. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás deverão registrar precipitação abaixo do padrão considerado “regular” na próxima semana.

O volume de chuvas deverá voltar apenas a partir do dia 7/6. Os modelos climáticos apontam 5mm a 80mm para a primeira semana de junho. Mesmo assim, o volume só deverá melhorar a partir da segunda semana.

Isso significa que na próxima semana as condições de suporte das pastagens deverão declinar ainda mais do que o que vemos atualmente, ou seja, continuarão forçando a venda de animais por parte do pecuarista, que se verá encurralado.

Ou ele segura o gado à espera de preços melhores e paga o custo de uma alimentação melhor, ou vende a preços de safra e evita a perda de peso.
Porém, após um primeiro momento de necessidade de aliviar a pressão sobre as pastagens – o que acaba levando os preços abaixo – a oferta começa a recuar novamente. É neste momento que ofertas de preços mais altos pela arroba começam a aparecer.

Desde a metade de abril até agora, os preços já recuaram 6%, queda mais intensa e mais duradoura do que a observada em 2010.

Entretanto, de acordo com a Safras & Mercados, o Brasil abateu 10,152 milhões de bovinos no primeiro quadrimestre de 2011 contra 10,846 milhões de cabeças em 2010, queda de 6,4%.

Este também foi o menor volume abatido para o período desde 2004. Considerando apenas abril de 2011, quando foram abatidas 2,322 milhões de cabeças, a queda frente ao mesmo mês do ano passado foi de 15,8%.

Isso significa que a oferta de animais está mais curta, mas também que a demanda por carne bovina enfraqueceu, principalmente devido à perda de competitividade em relação ao frango e ao suíno, cujos preços recuaram significativamente no último mês. Com isso, estas carnes se tornaram mais baratas se comparados ao dianteiro bovino, por exemplo.

De toda forma, caso o consumo se anime nos próximos dias (afinal de contas, estamos no início do mês), ou caso os estoques enxuguem devido à redução da oferta de animais após a grande desova, poderemos ver o início da entressafra entrar na mira do mercado.

É apenas uma questão de tempo. Afinal de contas, o preço do bezerro continua lá em cima, a carne recuou 6%, o grosso da safra parece estar no fim e não parece que o aumento dos custos de produção dará trégua, o que poderá complicar a situação do volume de animais confinados no segundo semestre.

Vale lembrar, entretanto, que uma pesquisa preliminar de intenção de confinamento da Assocon aponta 31% de aumento em relação ao total confinado em 2010.

De toda forma, está na hora de pensar em proteção, não está?

FONTE: www.agroblog.com.br / autor Lygia Pimentel

Instalação da Câmara Setorial da Carne Bovina será nesta quinta-feira

Ao dar continuidade às ações das assembleias representativas do segmento agropecuário do Rio Grande do Sul, o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, instala nesta quinta-feira (2), a Câmara Setorial da Carne Bovina. A reunião será às 9h, na sede da Secretaria, em Porto Alegre.

Entre os assuntos, destaque para o Programa Estadual de Valorização da Carne Gaúcha e o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose – cuja ampliação já foi debatida na Câmara do Leite, além do Agregar-RS Carnes.

Técnicos do Departamento de Defesa Agropecuária farão uma explanação sobre as ações que estão sendo desenvolvidas em prol da carne gaúcha, como rastreabilidade, fomento, melhoria do índice de produtividade, certificação de qualidade e padronização dos cortes, entre outros.


FONTE:Assessoria de Comunicação Social
imprensa@agricultura.rs.gov.br

Carne Certificada Pampa® estará na Feicorte 2011

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) confirma sua quarta participação na Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, a maior feira in door de pecuária de corte do mundo, com animais das raças Hereford e Braford. A 17ª Feicorte acontecerá entre os dias 13 e 17 de junho em São Paulo. O julgamento das raças HB será no dia 15 de junho (quarta-feia) às 18 horas na Pista 02 do Parque de Exposições Imigrantes.

A grande novidade deste ano ficará por conta da participação das raças Hereford e Braford no novo Espaço Carne, onde será apresentado em dois dias o Programa Carne Certificada Pampa®, o programa de certificação de carne de qualidade chancelada pela ABHB. Os visitantes poderão saborear a legítima carne HB, com selo de certificação, nos dias 13 (das 19h às 22h) e 15 de junho (das 12h às 15h), segunda e quarta-feira respectivamente.

Segundo o Gerente do Programa Carne Certificada Pampa®, Guilherme Dias, “o Espaço Carne será uma oportunidade de mostrar nosso trabalho de certificação de carne de qualidade ao consumidor durante a Feicorte. Nestes dois dias faremos apresentações e degustações e mostraremos a capacidade que as raças Hereford e Braford possuem de produzir um produto de alta qualidade e muita aceitação no mercado”.


A programação das raças HB em São Paulo:

Dia 11/06 - Entrada dos Animais
Dia 13/06 - Espaço Carne Hereford e Braford (19h às 22 h)
Dia 15/06 - Julgamento - 18 h - Pista 02
Dia 15/06 - Coquetel de Entrega de Prêmios - Stand da ABHB, logo após o julgamento
Dia 15/06 - Espaço Carne Hereford e Braford (12 h às 15h)


FONTE: assessoria de imprensa da ABHB

BOI GORDO - Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Governo abre novos mercados para carne

Terminou nesta terça-feira, 31 de maio, a missão à Indonésia, Malásia e Japão do diretor de Assuntos Sanitários e Fitossanitários do Ministério da Agricultura, Otávio Cançado. “O balanço da viagem é positivo porque a nossa presença nesses países é a garantia de que eles vão dar retorno das missões e das viagens realizadas ao Brasil”, avalia o diretor. O país conseguiu avançar nas negociações para a abertura do mercado de carnes bovina, suína e de aves.

Na Malásia, o diretor do Ministério da Agricultura recebeu a informação de que dois frigoríficos de carne bovina foram habilitados a exportar para o país asiático, um deles localizado em São Paulo e outro em Goiás. A autorização é o resultado das inspeções realizadas em fevereiro deste ano, pelas autoridades sanitárias da Malásia, a frigoríficos brasileiros. Ao todo, 22 indústrias de aves e duas de bovinos foram auditadas. “As autoridades informaram que, do ponto de vista sanitário, todos os frigoríficos de aves foram aprovados. Houve restrições somente quanto aos requisitos específicos da Malásia para abate halal”, explica Cançado. “Técnicos da Malásia virão ao Brasil para dar o treinamento e adequar o abate para possibilitar as exportações de aves ao país”, afirma. As unidades de carne bovina foram aprovadas em ambos os aspectos.

Durante reunião na Indonésia, com técnicos do Ministério da Agricultura, também ficou acertada a vinda de representantes até o fim do ano ao Brasil para habilitar frigoríficos brasileiros para exportação de carne de peru.
Em Tóquio, ficou acertada a vinda de uma missão japonesa ao Brasil na segunda quinzena de agosto. A viagem foi definida depois de reunião com técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão. O objetivo da missão é verificar o sistema de inspeção brasileiro para liberar as vendas de carne suína.

Além disso, o diretor concluiu a negociação de um novo certificado sanitário para aves com o Japão. O documento garante que, em caso de ocorrência de qualquer foco de doença, somente a área afetada ficará restrita a exportar e não o país inteiro, como acontece hoje. O Brasil já é o principal fornecedor de carne de aves para o Japão. Em 2010, a receita com carne de frango exportada para o país asiático ultrapassou US$ 200 milhões.

Saiba mais

Praticado pelos islâmicos, o abate halal envolve princípios tais como o bem-estar animal as questões sanitárias. O ritual de abate do boi ou do frango deve ser feito apenas pela degola, para garantir a morte instantânea do animal. Todos os procedimentos com o abate devem ser realizados por um muçulmano praticante, em geral árabe, treinado especificamente para essa função.

A certificação do produto halal, que hoje alcança mercados no Oriente Médio, África e Ásia, é feita há mais de 30 anos por empresas especializadas. Em todo o mundo, o mercado halal é estimado em mais de US$ 400 bilhões, com crescimento de 15% ao ano.

O Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura não atua em certificações de cunho religioso. No entanto, todo estabelecimento, independentemente do tipo de abate realizado, conta com fiscais que examinam as áreas dos matadouros e frigoríficos e verificam o cumprimento de programas relativos à higiene, à documentação do estabelecimento e às condições de saúde do animal.

FONTE:AVICULTURA INDUSTRIAL

O boi de volta aos dois dígitos


Maurício Palma Nogueira, eng. agrônomo, diretor da Bigma Consultoria
mauricio@bigma.com.br
Reprodução permitida desde que citada a fonte
O mês de maio terminou e a reta final do mercado pecuário levou os preços novamente para os dois dígitos.

A cotação da arroba do boi gordo, que atingiu o pico histórico em valores nominais durante o último novembro, recuou 4,77% ao longo do mês. Em São Paulo, no indicador do Cepea, de mercado físico a vista, a cotação da arroba começou o mês em R$102,67 e terminou em R$97,77.

Veja a evolução diária dos indicadores do Cepea, na figura 1.

Figura 1.
Evolução do preço diário do boi gordo em São Paulo – 12 meses em R$ nominais/@

Fonte: Cepea – elaboração Bigma Consultoria

Até o dia 20 de maio, a queda de preços ainda não havia sido suficiente para levar a cotação para baixo dos cem reais por arroba. Mas a continuidade da queda dos preços até o final do mês trouxe os preços de volta aos dois dígitos, como pode ser observado na figura 2, na análise de média mensal dos últimos doze meses, o mesmo período analisado na figura 1.

Figura 2.
Evolução do preço médio do boi gordo, mercado físico a vista, em São Paulo – 12 meses em R$ nominais/@

Fonte: Cepea – elaboração Bigma Consultoria

Em relação a abril os preços recuaram 3,73%, acumulando queda de 11,36% em relação ao pico, de novembro.

Mesmo assim, os preços médios do mês foram 25,12% acima dos de maio de 2010 . Em valores, as cotações atuais estão R$20,00/@ acima este ano.

E maio é o mês típico do período de safra, quando geralmente as cotações atingem os patamares mais baixos do ano. Portanto, em 2011 o comportamento é típico com a particularidade de uma oscilação mais suave e valores bem acima do registrado um ano antes. Trata-se um aparente salto de patamar nas cotações.

O mercado seguiu pressionado no final do mês e ainda segue neste início de junho. Mas, a expectativa de recuperação no mercado interno de carnes pode reverter a tendência no curto prazo.

Rogério Goulart, na Carta Pecuária dessa semana, brincou que os frigoríficos chacoalharam a árvore e colheram os frutos que estavam maduros e prontos para cair.

Faz sentido. É evidente que a experiência dos pecuaristas, sabendo das dificuldades deste período do ano, cuja marca é a chegada do frio, recomenda que animais prontos sejam vendidos nesse momento. Tentar estender a permanência dos mesmos nos pastos até que as cotações voltem a melhorar, pode significar custos mais altos, que não compensam o avanço das cotações.

Sem contar a própria necessidade de administrar as pastagens para o restante do ano. O resultado é o recuo.

Veja a análise do dia 31 de maio no informativo de mercado da XP-Agro: “Pastos mais secos, descarte de fêmeas que não serão mais destinadas à reprodução e a liberação de animais que não deverão ser vacinados contra a febre aftosa são as principais causas para este movimento (de baixa).”

É impossível prever preços. E a grande pergunta de ontem, numa reunião da Bigma Consultoria com pecuaristas, é se os preços reverteriam agora em junho. É possível, diante de todo o contexto.

A mesma condição das pastagens, que assusta o pecuarista nesse momento, depõe a favor dos preços mais elevados para o segundo semestre.
Se a carne reagir satisfatoriamente, a demanda irá acelerar a já enxutíssima oferta de boi, e os preços reagirão ainda em junho.

Afirmação óbvia, dirão alguns. Mas é isso mesmo. O mercado segue regras básicas e muitas vezes a simplicidade de seu funcionamento até assusta, ou frustra.

Embora muitas vezes a gente acabe procurando explicação no inexplicável, a regra é bem simples. Se as vendas de carne não forem suficientes para enxugar mais ainda a quantidade de boi ofertado, as cotações não avançam.

A boa notícia é que nesse início de junho as vendas parecem estar melhorando um pouco. Vamos ver.

Por outro lado, em contraposição à reação do mercado de carnes, está a oferta de bois para abate.

Continuando na metáfora, o equilíbrio depende da quantidade de “frutos” que ainda podem cair da árvore chacoalhada. Vale lembrar, que quando os frutos param de cair, os “chacoalhões” costumam ser um pouco mais fortes.

Por isso, pelo menos nos próximos dias, a tendência é de pressão ainda maior nos preços do boi, conforme constatado nos informes da Scot Consultoria e da XP Agro, veiculados no último dia de maio.

Para o segundo semestre, a leitura do mercado continua a mesma. As forças favoráveis às elevações nas cotações continuam mais evidentes do que as contrárias. Em outras palavras, os preços devem reagir. O difícil sempre é acertar quando começam e até em que patamares chegam.
FONTE: BIGMA CONSULTORIA

Exportação australiana de boi sob risco

O ministro da Agricultura da Austrália, Joe Ludwig, suspendeu ontem as exportações de gado bovino vivo para 11 abatedouros na Indonésia. A medida foi tomada depois que reportagem de televisão mostrou animais sendo maltratados nessas empresas antes do abate.

As imagens provocaram condenação generalizada no país, por parte de legisladores, grupos defensores de bem-estar animal, sindicatos de trabalhadores e produtores de gado. Os nomes dos abatedouros não foram divulgados pelo ministro.

O episódio pode colocar em risco as exportações de animais vivos da Austrália para abate. A Meat & Livestock Australia (MLA) estima que esse mercado, que inclui principalmente bovinos e ovelhas, empregue 13 mil pessoas na área rural do país e movimente US$ 1,9 bilhão. No ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2010, o país exportou 873,5 mil bovinos por US$ 744,9 milhões, de acordo com a MLA.

A Indonésia é o maior comprador de gado bovino vivo da Austrália. Adquiriu 520 mil animais em 2010 ou cerca de 60% das exportações totais.
Riwantoro, diretor de pecuária do Ministério da Agricultura da Indonésia, admitiu que "há fragilidades em alguns abatedouros, mas continuaremos a treiná-los sobre como tratar o gado".

FONTE: Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

COLOMBIA - Nueve mil reses más para Líbano


Subastar está a la espera de que los libaneses confirmen que la primera exportación de ganado en pie, que se materializó el 10 de mayo, llegó ese país sin inconvenientes.

Sincelejo. Desde hoy, a eso del mediodía, está previsto que comience el embarque de 9 mil reses en el muelle El Bosque, en Cartagena. Esta será la segunda exportación de ganado en pie al Líbano que realiza Subastar. La primera la realizó el 10 de mayo.

Tres mil 950 reses, el número de animales que Subastar exportó por primera vez al Líbano.

William Botero, su gerente, en diálogo con EL MERIDIANO de Sucre, explicó que a los libaneses les vendieron machos enteros entre 250 y 350 kilos.

La embarcación de los animales, según Subastar, demorará de 7 a 9 días. La motonave de bandera libanesa que los transportará es el Zeim–1.

La procedencia de los animales es de todos los departamentos de la Costa Caribe, de aproximadamente 100 predios, en especial de los departamentos más cercanos al puerto, Bolívar, Magdalena, Cesar y Atlántico.

Logística

Según Botero, para transportar a los animales se necesitarán 200 camiones, que harán 500 viajes aproximadamente.

En cuanto a precios, indicó que a los vendedores se les paga un precio justo, entre 2 mil 500 pesos y 2 mil 700, el kilo.

"La exportación es de mucha importancia para los ganaderos, debido a que da muestra de la consolidación del mercado libanés", puntualizó.

Agregó que Subastar vende los animales con destino final al Líbano, pero los compradores son los que deciden si los van a comercializar a otros países con los que tengan protocolos sanitarios.

Botero consideró que las exportaciones al país asiático no deben suspenderse, debido a que se ha demostrado que son rentables para el sector. Lo que se debe hacer, según él, es que el Gobierno les brinde incentivos a los ganaderos para tener en su hato más vacas productoras, que potencialicen la cría.

Reiteró que la exportación en estos momentos se ha convertido en la salvación para los ganaderos que han resultado afectados por la ola invernal.

En cuanto a si se exporta o no ganado en pie al Líbano, reiteró que sería mejor vender carne en canal, pero si quieren comprar ganado en pie, hay que venderlo.

FONTE: EL MERIDIANO de SUCRE

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mercado do boi gordo segue pressionado com aumento de oferta e ritmo lento das exportações

Boi: preços caem em São Paulo e negócios já chegam à casa dos R$94,00/@. O boi casado também caiu e nesta terça-feira(31) os negócios ocorrem na casa de R$5,90. Pressão vem da queda nas exportações de carne e do aumento no volume de animais terminados.


Mercado do boi gordo inicia a semana pressionado, com registro de queda nos preços em várias praças pecuárias. Em São Paulo e no Mato Grosso, por exemplo, a arroba já é negociada a entre R$ 94,00 a R$ 95,00. O boi casado também caiu nesta terça-feira, com negociações em torno de R$ 5,90.

As condições desfavoráveis de pastagens ocasionada pela queda das temperaturas nas regiões produtoras ocasiona um aumento de oferta de animais no mercado. Além disso, a desvalorização cambial e a lentidão das exportações de carne bovina para o Oriente Médio e para a Rússsia deixam o mercado ainda mais enfraquecido. "Esse acúmulo de carne no mercado interno perante uma demanda fraca faz com que a carne caia e impossibilite o frigorífico de pagar mais", comenta o operador de mercado da InterBolsa, André Criveli.



André acredita que, mesmo com o início do mês, período em que geralmente há maior capitalização da populção e consequente recuperação do mercado, os preços da arroba não devem ganhar fôlego. No curto prazo, o operador acredita que ios preços permaneçam estáveis com possibilidades de leves baixas, com a queda das temperatiras. "Já para o segundo semestre, o mercado deve ficar mais firme, mas nada muito promissor até o final do ano", acredita.

Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer

Governo unifica limite de crédito agrícola em R$ 650 mil


Teto passa a valer em 1º de julho, quando começa novo ciclo de produção.
A cana-de-açúcar, por exemplo, contava com um limite de R$ 275 mil.


O governo unificou o limite de crédito de custeio para todas as culturas e atividades agrícolas em R$ 650 mil, conforme divulgação feita nesta terça-feira (31) por representantes dos ministérios da Agricultura e da Fazenda.
O novo teto passa a valer em 1º de julho, quando começa oficialmente no Brasil um novo ciclo de produção. Até agora, só contavam com essa quantia as culturas de frutas, milho e algodão ou para lavouras irrigadas de arroz, feijão, mandioca, soja, sorgo ou trigo. Para o feijão e o arroz de lavouras não irrigadas, por exemplo, o produtor tinha acesso a um crédito máximo de até R$ 500 mil com condições diferenciadas. A cana-de-açúcar contava com um limite de R$ 275 mil e as demais culturas, R$ 200 mil.
"Com a unificação tentamos tirar um pouco da concentração em algumas culturas", explicou o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt.

O detalhamento dessa nova linha, no entanto, será apresentado na divulgação do Plano de Safra 2011/2012. O anúncio ainda não foi marcado oficialmente, pois está em fase de acerto de agenda com o Palácio do Planalto. Segundo o novo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, a divulgação deverá ser feita no período de 10 a 17 de junho.

Outras linhas
O governo também ampliou de R$ 200 mil para R$ 300 mil o limite de financiamento de investimento ao amparo de recursos obrigatórios ao crédito rural. Decidiu ainda criar uma linha de crédito, no valor de R$ 750 mil, para a aquisição de reprodutores e matrizes bovinas e bubalinas.

Também consta desses ajustes para custeio, investimento e comercialização a criação de uma Linha Especial de Crédito (LEC) para a laranja. A LEC já existe para várias culturas, mas não enquadrava a produção de citros. O valor desta linha é de até R$ 30 milhões. O governo elevou ainda os parâmetros considerados no financiamento a cooperativas para pré-custeio ou para a aquisição de insumos e bens para fornecimento aos cooperados.

Classe média
Para a classe média rural, o governo optou por ampliar de R$ 500 mil para R$ 700 mil a renda bruta anual para o enquadramento no Pronamp. Nesse programa, o limite de crédito para custeio foi elevado de R$ 275 mil para R$ 400 mil e o de investimento, de R$ 200 mil para R$ 300 mil.

FONTE: G1

RS - Hoje é o último dia para vacinar contra a febre aftosa

Os produtores rurais têm até esta terça-feira (31) para vacinarem seus bovídeos jovens e adultos contra a febre aftosa, quando se encerra a primeira etapa da campanha de imunização do rebanho gaúcho. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) vem fiscalizando e, em alguns casos, aplicando a vacina. A agulha oficial é, principalmente, para o produtor enquadrado no Pronaf, com até 50 cabeças, e que recebe gratuitamente as doses do Governo do Estado.

Não haverá prorrogação da vacinação. A partir de amanhã, as aquisições de vacinas precisam ter autorização da Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) que atende o município do criador. Os inadimplentes podem ser autuados e multados.

Embora já estejam sendo contabilizados os números da vacinação, apenas no dia 30 de junho a digitação estará terminada. “Somente então teremos o índice vacinal real”, asseverou Eraldo Marques, diretor do Departamento de Defesa Agropecuária.

Pela previsão dos técnicos, cerca de 90% do gado gaúcho está imunizado. A segunda etapa da vacina contra a febre aftosa ocorre durante o mês de novembro e se destina aos animais jovens, de até 24 meses de idade. Os bovídeos adultos não necessitam desse reforço.


Assessoria de Comunicação Social
imprensa@agricultura.rs.gov.br

Em MS, confinamentos já recebem o gado para engorda

O manejo foi antecipado por causa da falta de chuva e do pasto seco. Como o preço da ração subiu, os criadores estão cautelosos.


A imagem típica do inverno já aparece nos campos de Mato Grosso do Sul. Há quase um mês sem chuva significativa, o verde das pastagens dá lugar a uma cobertura amarelada, sinal de que a oferta de alimento para o rebanho está bem menor.

O pasto já começa a sentir os efeitos, em alguns, o volume diminuiu e está secando. O gado teve de ser mandado para confinamento.

Fernando Flores, que além de pecuarista, gerencia um confinamento, está preocupado com o clima porque só restaram os animais mais leves, que também estão com os dias contados no pasto. Até julho, as 1.200 cabeças estarão confinadas.

O milho é a base da alimentação no confinamento. Do ano passado para cá, a saca do grão praticamente dobrou no mercado. Em 2010 chegou a ser vendida por menos de R$ 13, este ano, já é negociada por R$ 24. O diretor da Associação Nacional dos Confinadores em Mato Grosso do Sul diz que além da variação, a incerteza no mercado da carne pode atrapalhar novos investimentos. “O mercado hoje está bastante depressivo em termos de preço para o futuro. Ainda não temos as posições definidas, mas em pouco tempo o mercado deve começar a equacionar”, explica João Borges.

Fonte: Globo Rural

Boi: Mercado futuro fechou em queda para todos os vencimentos

Em um pregão ainda menos movimentado do que o da sexta passada, o mercado futuro fechou em queda para todos os vencimentos. Foram negociados 3.001 contratos, sendo 1.472 no mai11 e 1.414 no out11, com 32,19% de day trade e liquidação de 489 posições, sendo que no mai11 612 posições froam liquidadas. No mercado físico o dia também foi de poucos negócios e a mínima e máxima a prazo recuaram 1 real a R$ 99,28 (R$ 97,00 L) e R$ 100,31 (R$ 98,00 L). A mínima e máxima a vista ficaram estáveis a R$ 98,02 (R$ 95,76 L) e R$ 100,21 (R$ 97,90 L). O Indicador a vista cedeu R$ 0,17 a R$ 98,77 e o a prazo caiu R$ 0,50 a R$ 99,96, com prazo de pagamento de 34 dias. No atacado o traseiro subiu 0,35% a R$ 7,24/kg, o dianteiro recuou 1% a R$ 4,95/kg e a P.A. recuou 0,26% a R$ 4,79/kg. O Boi equivalente recuou 0,14% a R$ 90,38/@.

Clique nos links abaixo e confira as análises na íntegra:

Bovinocultura de Corte: Abate recua novamente e o percentual de fêmeas permanece alto

VACAS NO GANCHO: O abate de bovinos de Mato Grosso no mês de abril ficou em 353,4 mil cabeças, uma diminuição de 6,2% em relação ao mês de março, quando o número de animais era de 376,9 mil cabeças. Nesse período, o destaque ficou para o maior descarte de fêmeas pelos produtores, grande parte em razão da menor disponibilidade de alimentação devido ao impacto causado pela morte de pastagens no Estado. Diante desse aumento da oferta de vacas para o abate, os frigoríficos passaram a aumentar o preenchimento das escalas com fêmeas, fazendo com que a participação que era de 36,4% e 35,5% nos meses de março e abril de 2010 passasse para 51,9% e 51,4% nos respectivos meses de 2011. Desse modo, ao mesmo tempo em que se gerou essa maior oferta de fêmeas no mercado, observou-se uma ampliação no diferencial do preço pago entre a arroba da vaca e do boi gordo. Apesar de se tratar de uma estratégia focada no curto prazo pelos pecuaristas, acuados pela menor disponibilidade de pasto e aumento dos custos de arrendamento, esse descarte no longo prazo pode vir a regular a oferta futura de bezerros suavizando os impactos conhecidos pelo ciclo da pecuária de corte.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: Imea

segunda-feira, 30 de maio de 2011

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