terça-feira, 11 de março de 2014

Beef Summit Sul 2014

Beef Summit Sul
O Futuro da Pecuária no Sul do Brasil
4 de abril de 2014
Teatro CIEE - Porto Alegre, RS

BeefSummit Sul 2014 - Tradição, Tecnologia e Qualidade
No ano passado, tivemos a grata satisfação de realizar o primeiro BeefSummit Sul. Conseguimos alcançar nossos ousados objetivos. Reunir as melhores pessoas da pecuária de corte gaúcha, discutir em alto nível o futuro da pecuária do RS, inspirar a todos com exemplos e histórias de sucesso, tudo isso num clima muito especial, alegre e fraterno. Para coroar esse momento de celebração, entregamos o Prêmio BeefPoint Sul, para pessoas que fazem a diferença na nossa pecuária. Muito obrigado por participar do Movimento Pecuária do Futuro.
Foi uma satisfação muito grande ver gente muito boa conversando, aprendendo, ensinando e debatendo como fazer uma pecuária melhor, mais rentável e de mais qualidade.
Esse ano, vamos realizar o BeefSummit no dia 4 de abril, uma sexta-feira, novamente no incrível Teatro CIEE, em Porto Alegre, RS. Estamos trabalhando duro para superar o evento do ano passado, em conteúdo, relacionamento e inspiração.
Essa mensagem é um convite para você participar conosco dessa iniciativa.
Com base na nossa visão, nas nossas conversas, pesquisas e andanças, acreditamos que os três temas mais importantes para o futuro da pecuária do sul do Brasil são:
1- Tradição. Há muita história, emoção e orgulho entre as pessoas que fazem a pecuária de corte. Isso motiva as pessoas, e anima todos a trabalharem melhor. É muito bom ver a história da pecuária sendo contada e festejada. Acreditamos que esse é um dos pilares do sucesso atual e futuro da pecuária de corte do sul do país. Vamos trazer histórias, exemplos de sucesso e produtos que mostram como a tradição ajuda a vender mais e melhor e também torna nossa vida mais alegre e com propósito. O BeefSummit Sul terá um grande espaço dedicado a mostrar muitos produtos de alta qualidade do agronegócio do Sul - carne bovina, ovina, vinho, suco, cerveja, cachaça, doces e muito mais. Estamos pesquisando quais são os produtos mais alinhados com esse propósito de valorizar a cultura e a qualidade do sul do Brasil.
2- Tecnologia. A pecuária gaúcha está sendo cada vez mais pressionada por outras culturas, que competem pela mesma (e limitada) terra e recursos produtivos. Só usando tecnologia, inovação e criatividade para produzir mais e melhor em pequenas áreas. Acreditamos que o uso inteligente da tecnologia no manejo, pastagens, nutrição pode multiplicar os ganhos da pecuária, tornando-a competitiva com outras culturas. Estamos selecionando estudos de caso de sucesso de quem faz pecuária no RS com alta produtividade, eficiência e rentabilidade.
3- Qualidade. A área para pecuária do RS é pequena quando comparada a extensão brasileira. Não vai ser produzindo volume que vamos ganhar, mas produzindo alta qualidade e sabendo agregar e reter valor do que é produzido. Vamos apresentar exemplos inovadores e de sucesso de gente que está fazendo a diferença na pecuária do RS, produzindo alta qualidade e agregando valor a seus produtos. Vamos trazer exemplos de fora, como fizemos ano passado com a palestra da Silvana Bonsignore, sobre marketing da carne no Uruguai. Exemplos inspiradores de marketing, agregação de valor e venda de produtos de qualidade.
Tudo que fazemos no BeefPoint é pensado para: difundir conhecimento do melhor da pecuária, criar relacionamentos e conectar pessoas para gerar novos negócios, ideias e projetos e também trazer inspiração para fazer diferente e ir além.
Em 2012 e 2013, realizamos mais de 20 eventos com grande sucesso de público e conteúdo. Fizemos também três viagens técnicas ao exterior e quatro prêmios para celebrar o melhor da pecuária brasileira. Foi um ano de muito trabalho (mesmo) e construção de muita coisa bacana. Para fechar os desafios de 2013, destaco nossos dois principais eventos, que nos deram muita alegria, orgulho e sensação de dever cumprido: o BeefSummit Sul em abril com mais de 330 participantes e o BeefSummit Brasil com 1.000 participantes.
Creditamos sucesso do BeefPoint ao apoio e incentivo de todos nossos amigos e parceiros que acreditaram na ideia, no sonho e no projeto de realmente reunir quem faz hoje a pecuária do futuro. Muito obrigado por fazer parte desse começo.
Em resumo, o BeefSummit Sul 2014 vai ser:
Uma série de palestras de altíssimo nível, muito conhecimento, ideias para você renovar e acelerar seu negócio e histórias inspiradoras de quem está fazendo a diferença
Um grande encontro de relacionamento, conversas e networking com as pessoas chaves que fazem a pecuária do futuro no RS
Um amplo espaço de demonstração e degustação dos melhores produtos do agro do RS. Sim, você vai ter oportunidade de conhecer, saborear e degustar o que há de melhor produzido no RS.
Essa mensagem é um convite, um chamado e também um desafio. Se você também acredita que o futuro da pecuária do RS passa pela tecnologia, qualidade e tradição, venha fazer parte desse movimento, venha participar do BeefSummit Sul. Mais do que a qualidade das palestras, o que realmente importa é a qualidade das pessoas e a qualidade da nossa conversa, vontade e foco em fazer acontecer. Venha fazer parte conosco.
Vamos divulgar o programa das palestras e atividades extras e também abrir as inscrições nos próximos dias. Por favor, aguarde mais um pouquinho.
Muito obrigado pelo seu apoio, incentivo ao nosso projeto de reunir quem realmente faz hoje a pecuária do futuro.
Prêmio BeefPoint - Edição Sul
Um prêmio para celebrar as pessoas que fazem a diferença na pecuária de corte do sul do Brasil. Premiaremos as principais categorias, com curadoria dos finalistas e votação online para escolha dos vencedores.

A premiação será feita ao final do evento.

Parceiro

ABHB - Associação Brasileira de Hereford e Braford

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*Estudantes terão desconto de 15% no valor do ingresso. Basta aplicar o código promocional ESTUDANTE no momento da compra. Será obrigatória apresentação de um comprovante na recepção do evento.

Sugestões de Hotéis

Swan Tower
Av. Cristvão Colombro, 3192
Higienópolis 
Porto Alegre / RS / Brasil.
Cep: 90560-002
Fone: (51) 2117-7630 / 3326-2222
Diárias a partir de: Single R$ 208,95 - Double R$ 240,45
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Holiday In
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E-mail: grupos@masterhoteis.com.br

Novotel 3 Figueiras
Av. Soledade, 575
Petrópolis 
Porto Alegre / RS / Brasil.
Cep: 90470-340
Fone: (51) 3327-9292  
Diárias a partir de: Single R$ 282,45 - Double R$ 337,05 - Triple R$ 389,55
E-mail: h3258-re@accor.com.br

Aberta a temporada de certificação do Programa Terneiro Angus Certificado

Primeiro remate de terneiros certificados ocorre dia 15, em Ponta Grossa (PR)

Estão abertas desde o início de fevereiro as inscrições para o Programa Terneiro Angus Certificado, da Associação Brasileira de Angus.

Criado há seis anos, o programa tem o objetivo de agregar valor ao terneiro Angus e cruza Angus, fomentar a utilização de touros registrados e direcionar a produção destes animais ao Programa Carne Angus Certificada.

De acordo com a gerente administrativa da Angus, Juliana Brunelli, o programa Terneiro Angus Certificado registrou somente no ano passado cerca de 5 mil animais em todo o Brasil. E a expectativa para este ano é de aumentar essa marca. “A adesão por parte dos produtores têm crescido ano a ano, à medida que o mercado valoriza mais os animais que passaram pela criteriosa inspeção para ingressar no programa”, afirma.

É o que ocorre com o Grupo Araucária, conjunto de 12 criadores da região dos campos gerais do Paraná. Pelo quarto ano consecutivo a cooperativa realiza o Leilão Grupo Araucária e Convidados, que vem se tornando tradicional na oferta de terneiros certificados no Paraná.

O remate ocorre no próximo dia 15, no Parque de Exposições de Ponta Grossa (PR), e será o primeiro do ano com a chancela do Programa Terneiro Angus Certificado. Ao todo, serão ofertados 700 animais, sendo 529 certificados.
Para atingir a conformidade e ingressar no programa o animal possuir controle de nascimento, ser filho de touros superiores (Inseminação Artificial ou de touros registrados) e ter desenvolvimento compatível com a idade, salienta o médico veterinário Dimas Rocha, sócio da Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha, que conduziu a certificação dos terneiros que irão a leilão.
fonte:

Cotações do gado gordo e de reposição em 11.03.2014 - PELOTAS - RS


PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 11.03.2014

BOI:    R$ 8,20 a R$ 8,50
VAC
A: R$ 7,90 a R$ 8,10

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 11.03.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 4,00 A R$ 4,25
   VACA GORDA: R$ 3,60 A R$ 3,70

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 11.03.2014    

TERNEIROS  R$ 4,50 A R$ 5,00
TERNEIRAS  R$ 4,30 A R$ 4,60
NOVILHOS    R$ 4,00 A R$ 4,40
NOVILHAS    R$ 3,80 A R$ 4,20
BOI MAGRO R$ 3,90 A R$ 4,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,95 A R$ 3,10

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Prevén un repunte en el consumo de carne en la UE entre 2014 y 2015




El informe de previsiones a corto plazo elaborado por la Comisión Europea muestra que entre 2013 y 2015 el consumo podría crecer en un 1,7% y el consumo per capita llegaría a los 65.6 kg/persona/año.
La Comisión Europea ha dado a conocer su informe Short Term Outlook for arable crops, meat and dairy markets in the European Union. Dentro de él se realizan previsiones sobre la evolución de las principales materias primas que se producen y comercializan en la UE.En la categoría de carne, las estimaciones de la Comisión apuntan a una recuperación del mercado cárnico tras dos años de baja disponibilidad de animales para sacrificio. Prevén además que haya precios bajos en cuanto a las materias primas para alimentación animal aunque esto no se verá repercutido en los precios de la carne, que estarán altos pero en niveles inferiores a los del año 2012 y la primera mitad de 2013.

Como puede apreciarse en la tabla, la producción cárnica podría alcanzar los 44,42 millones de t en 2015, cantidad que es un 1,6% más que la prevista por la UE para 2013, como se muestra en la tabla superior. Las exportaciones y las importaciones en su conjunto se mantendrían estables mientras que en el caso del consumo este alcanzaría los 41,86 millones de t para el conjunto de la carne de diferentes especies, un 1,7% más, y el consumo per capita alcanzará los 65,5 kg/persona/año en 2015.
En este informe, la Comisión apunta a un aumento de la producción de carne de porcino de un 0,8% para 2015 después de los descensos registrados durante el año pasado. En el sector de la carne de vacuno, se prevé un modesto aumento del 1% en la producción durante 2014 y del 2,1% en 2015. Los precios, tras alcanzar su máximo histórico en enero de 2013, comenzarán a descender a lo largo de este año. Las aves de corral sigue siendo el sector más dinámico con una producción que seguirá aumentando, aunque a un ritmo más lento que en el pasado, en concreto en menos del 1% anual, debido a la recuperación del vacuno y porcino.
Para el sector de la carne de ovino, se esperan caídas moderadas para la producción en 2014 con un descenso del 0,5 % y del 1% en 2015 y en cuanto al consumo, se prevé una ligera recuperación en 2015.
El informe estima que los precios de la carne y productos cárnicos crecieron de media en la UE en un 2,8% durante 2013, frente a la subida del 3,9% de 2012.

fonte: Eurocarne Digital

segunda-feira, 10 de março de 2014

Selecionando para exportação (NAVIO)

Atenção amigos produtores, estou selecionando para exportação (NAVIO) lotes de terneiros europeus ou cruzas de raças europeias. Maiores informações, entrar em contato direto com Lund Negócios pelos fones 053.99941513 ou 053.81113550. Boa oportunidade de negócio.

Pauta cambial: carne bovina ocupa posição que pertencia ao frango

Pauta cambial: carne bovina ocupa posição que pertencia ao frango
O fraco resultado obtido pela carne de frango no período (queda de 10,63% na receita cambial) combinado com um desempenho excepcional da carne bovina (aumento de 26,45% na receita cambial) fez com que os dois produtos fechassem o bimestre inicial de 2014 com inversão de posições
Pertencente à carne de frango no 1º bimestre de 2012 e 2013, a quinta posição na pauta foi ocupada pela carne bovina que, em relação ao ano passado, subiu três posições na pauta.
Como as exportações brasileiras de carne bovina começaram bem antes que as de carne de frango, a ocorrência não é inédita. Porém, esta é a primeira vez em décadas que a carne bovina surge na pauta à frente da carne de frango.
De cerca de 2%, a diferença por ora é pequena, Mas, considerados os antecedentes mais recentes, tende não só a se manter, mas também a se ampliar. Em 2013, por exemplo, a receita cambial do frango evoluiu a uma média mensal inferior a meio por cento. Já a receita cambial da carne bovina cresceu à razão de 1,5% ao mês.
E se, no mercado internacional, as duas carnes vêm sofrendo redução no preço médio, a queda da carne de frango é mais significativa: de 14,32% em fevereiro passado (comparativamente a fevereiro de 2013), contra apenas 4,52% da carne bovina.
fonte: Avisite

Demanda externa por carne bovina brasileira seguirá forte, diz Marfrig


Empresa admite abrir capital de subsidiárias

carne_churrasco_dicas (Foto:  )

Com prejuízo 284% maior em 2013, Marfrig destaca metas cumpridas e novos planos


Com Sérgio Rial no comando desde janeiro, objetivo é mostrar capacidade de cumprir plano de reestruturação

Por Márcio JULIBONI
O Marfrig, um dos maiores frigoríficos brasileiros, encerrou 2013 com um prejuízo líquido, antes de participações, de R$ 897,088 milhões. O número é 284% maior que as perdas de R$ 233,231 milhões do ano retrasado. Quando se olha apenas para o resultado atribuído ao acionista controlador, Marcos Molina, a diferença é ainda maior: as perdas passaram de R$ 223,902 milhões para R$ 913,593 milhões na mesma comparação.
 
Várias linhas importantes do balanço não apresentaram um bom desempenho. O resultado financeiro líquido, que expressa quanto a empresa gastou com juros, financiamentos e câmbio, entre outros, ficou negativo em R$ 2,031 bilhões, ante perdas de R$ 1,418 bilhão em 2012. O câmbio foi o que mais castigou essa linha. O impacto cambial foi de R$ 1,44 bilhão, 35% mais que no ano retrasado. Desse total, R$ 590 milhões não tiveram efeito caixa, ou seja, não foram efetivamente desembolsados pela empresa.
 
sergio-rial-marfrig.jpg
Rial: novo presidente do Marfrig promete ano melhor que o que acabou
 
Um indicador bastante procurado pelos analistas, a geração de caixa, também não trouxe boas notícias. Medida pelo ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a rubrica caiu de R$ 1,505 bilhão para R$ 1,446 bilhão de um ano para outro. Com isso, a margem de ebitda baixou de 9,1% para 7,7%.
 
Mesmo linhas que vieram com crescimento também têm ressalvas. É o caso do aumento de 14% da receita líquida, que somou R$ 18,752 bilhões. Segundo a companhia, o volume físico de produtos manteve-se estável no ano passado, e o incremento deve-se sobretudo a aumentos de preços.
 
O que foi bem
 
Com números como esses, o Marfrig optou por destacar a parte cheia do copo: a superação das metas anunciadas para o ano – o guidance, no jargão de mercado. A receita prevista era de R$ 18,5 bilhões, pouco abaixo da obtida. Já a margem de ebitda planejada era de 7,5%, ante os 7,7% conquistados.
 
A empresa também destacou a queda no nível de endividamento. O frigorífico encerrou o quarto trimestre com endividamento bruto de R$ 8,940 bilhões, antes os R$ 12,998 bilhões com que fechou março. Segundo o relatório que acompanha as demonstrações financeiras, o índice de alavancagem (dívida líquida sobre ebitda) baixou de 4,3 vezes para 3,0 vezes, após a venda da Seara para a JBS, no ano passado, e a transferência das dívidas da marca.
 
A divulgação do balanço anual também serviu para que o Marfrig destacasse seus planos para os próximos anos. Com Sérgio Rial como presidente executivo desde janeiro, e uma nova estrutura de direção em que o fundador, Marcos Molina, passa à presidência do conselho de administração, a empresa apresentou os seis passos de um plano estratégico batizado de “Focar para Ganhar”.
 
Eles envolvem: a) foco no cliente; b) foco na inovação; c) foco na rentabilidade; d) foco nos canais de food service; e) foco em altos padrões de segurança e qualidade; f) foco em liderança e sustentabilidade. Na mensagem que acompanha os resultados, Rial afirma que “chegaremos ao final de 2014 melhores do que em 2013”. Já Molina destacou sua total confiança na capacidade do executivo de entregar resultados - algo que o mercado vai acompanhar de perto.
fonte: Isto É Dinheiro

domingo, 9 de março de 2014

Hora de Pelotas se preparar para a volta do El Niño

Por: Bruno Marsilli
Fenômeno deve acontecer em 2014 e provocar chuva em excesso na Região Sul do Brasil, o que aumenta o risco de enchentes e situações de calamidade


Arte: Rafaela Azevedo - DP (Foto: Moizés Vasconcellos - DP)
Em 2009/2010, período de último do fenômeno, Pelotas registrou o acúmulo de 1.173,1 milímetros de chuva. (Foto: Moizés Vasconcellos - DP)
Em 2009/2010, período de último do fenômeno, Pelotas registrou o acúmulo de 1.173,1 milímetros de chuva. (Foto: Moizés Vasconcellos - DP)
O alerta está sendo disparado de forma antecipada para Pelotas e os municípios da Zona Sul. Em 2014, as águas do Oceano Pacífico Equatorial devem aquecer mais do que o normal e provocar o retorno do fenômeno El Niño. A informação parte da Organização Meteorológica Mundial, agência ligada às Nações Unidas (ONU), que recentemente apresentou resultados de pesquisas espaciais em convenção sobre o clima em Genebra, na Suíça. O estudo aponta mais de 76% de chance do evento climático acontecer durante o terceiro trimestre deste ano.
O El Niño se apresenta de diferentes formas ao redor do globo terrestre, alterando consideravelmente o clima. Na América do Sul, os efeitos vão desde intensas secas até altos índices de precipitação. Na Região Sul do Brasil o fenômeno provoca chuvas acima da média. Ou seja, a cidade de Pelotas também sofre alterações de clima em períodos de El Niño, quando os níveis de precipitação no município podem ultrapassar a média mensal. Em uma série de dois capítulos, o Diário Popular explica a influência do fenômeno na região, o risco de enchentes e a necessidade de organização da Defesa Civil para lidar com possíveis situações de calamidade pública.
Neste capítulo, o Jornal aborda a manifestação do El Niño em Pelotas, utilizando como base o último evento climático deste tipo registrado em 2009, de acordo com a MetSul Meteorologia. Nesta segunda-feira (10) levanta a discussão sobre a rede de Defesa Civil, partindo de um questionamento: caso ocorram problemas de escoamento de água, o município estaria preparado para agir?
Apesar de o El Niño ser um fenômeno de alta variabilidade de duração e intensidade, sempre acaba por exercer algum tipo de impacto na população. Seja ele positivo ou negativo. Na agricultura, por exemplo, o aumento das chuvas pode ser benéfico ou problemático. Em algumas culturas, como a da soja, do feijão e do milho, a ocorrência na época de primavera e verão é favorável à produtividade. Já para o arroz, o excesso de precipitações e, por consequência, dias com menos radiação solar são fatores que podem prejudicar o período reprodutivo do grão. "Se chover muito em setembro, na entrada da primavera, pode haver um atraso na semeadura e depois afetar o período reprodutivo do grão. Já para as culturas de sequeiro, o aumento das chuvas é favorável para a produtividade, já que são culturas que dependem de mais água", explica o pesquisador e coordenador do Laboratório de Agrometeorologia da Embrapa Clima Temperado, Sílvio Steinmetz.
A possibilidade de ocorrência do El Niño no último trimestre de 2014 está longe de ser uma boa notícia para outro tipo de cultura: a do camarão. A exemplo do que aconteceu neste ano, quando o aquecimento anormal das águas do oceano Atlântico Sul ocasionou o aumento das chuvas na região, a safra de 2015 também pode ser impactada pelo El Niño, caso ele se confirme. "O prognóstico nos leva a crer que teremos El Niño no final do ano. De fato, a Lagoa dos Patos costuma aumentar seu volume, já que toda água escoa para lá. Então, pode haver problemas na próxima safra", destaca a meteorologista do MetSul, Estael Sias.
Em 2009/2010, período de último do fenômeno, Pelotas registrou o acúmulo de 1.173,1 milímetros de chuva, bastante acima da média histórica, que é de 807 milímetros entre os meses de agosto e fevereiro. "Em algumas cidades do Estado chegou a chover entre 500 e 600 milímetros num mês", recorda Estael. Embora os números revelem o aumento nos níveis de precipitação, não é regra que todos os meses no período de El Niño ultrapassem a média mensal.
"Algumas ocorrências de El Niño podem ser mais ou menos chuvosas. Assim como o fenômeno La Niña, que pode não ser tão seco como de costume", explica a meteorologista. O La Niña é exatamente o inverso do El Niño. Ao invés de esquentarem, as águas do Pacífico Equatorial esfriam mais do que o normal, provocando fortes e duradouras ondas de calor no Sul do Brasil. Geralmente a ocorrência do evento climático inicia logo após o término de um El Niño. Mas, de acordo com a meteorologista, são poucas as chances de ocorrer desta vez. "A escala mostra isso. Outros fatores são levados em consideração para o La Niña. Mas pelo que vimos até agora, o fenômeno não acontecerá", comenta.
fonte: Diario Polpular

Atenção carne gaúcha!

Engorda de animais Cruza Angus em SP, 03 fev 2014
Engorda de animais Cruza Angus em SP, 03 fev 2014
Crédito: Divulgação/FS
Estou neste carnaval atendendo um grupo de pecuaristas visitando o Brasil.
Nosso roteiro passará por criadores, confinamentos e frigoríficos em SP e
MS. Esta atividade está me permitindo voltar a recorrer à pecuária destes
estados.
Pois bem, passados somente dois dias de visitas volto a um tema recorrente
para mim: os diferenciais da carne gaúcha. Nos confinamentos que visitamos
encontrei muitos lotes com animais Cruza Europeu e até alguns com animais
quase Europeus puros, sendo principalmente genética Angus e em segundo plano
influência Hereford. Qual a minha leitura deste fato?
Não é mais exclusividade do RS (e já faz algum tempo) produzir carne de
animais de raças britânicas e assim explorar com consistência que nosso
produto é bastante diferente (e superior) da carne produzida no resto do
país em função das raças.
O volume de carne de animais com influência de genética "britânica"
produzida fora do RS já é bastante grande e logo pode superar a nossa
produção (considerando somente animais jovens, destinados  a programas de
qualidade, etc.). O sistema de terminação mais usado é a engorda em
confinamento e assim a maioria dos animais que competem com os nossos produto
são mais jovens e mais bem terminados, o que nos leva a carne mais macia que
a média produzida por nós.
Não há como frear este processo, pois os confinadores usam mais e mais
animais cruzados em função do maior desempenho (maior ganho de peso) e das
possibilidades de melhor comercialização de animais para abate.
Pois bem, esta situação deve servir como alerta e como pressão para
avançarmos os nossos trabalhos para qualificação e valorização da carne
gaúcha. As discussões setoriais para este tema não devem ser esfriadas e os
programas integrados para promoção e valorização de nosso produto idem.
Tirando a questão das raças (que cada vez fica menos distante), temos ainda
a explorar a engorda a pasto, a nossa cultura, tradição e história. São
valores importantes e que podem ser capitalizados por muitos anos, porém não
se sustentam sem a combinação de maior volume de abate gado jovem e bem
terminado.
fonte: Folha do Sul

URUGUAY - La parición de terneros será mayor al promedio histórico

La producción de terneros no marcará un récord en 2014, como en 2013. De todas maneras, los primeros diagnósticos de gestación muestran que será un año bueno, por encima del promedio histórico.
Se apuesta más al destete precoz y al destete temporario para asegurar el celo en las vacas. Foto: Luis Pérez
PABLO ANTÚNEZ09 mar 2014
Ayudada por el clima, pero también debido a la aplicación de mayor tecnología en los predios y principalmente impulsada por los buenos precios del terneros frente al ganado gordo, la ganadería uruguaya logró producir el año pasado un récord entre 2,8 y 3 millones de terneros. En esta zafra de entore el clima no ayudó tanto y los resultados, aunque parciales, muestran en muchas zonas que la abundancia de pasto no se reflejó tanto en los porcentajes de preñez.
En 2013, el taller sobre diagnósticos de gestación desarrollado por el Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA), con el apoyo de veterinarios privados, mostró un promedio nacional de 81,5% sobre un relevamiento de más de 360.000 vacas que representaron alrededor del 9% del rodeo.
Según un relevamiento efectuado por El País con veterinarios referentes en reproducción animal, los primeros resultados revelan una gran disparidad entre predios, dentro de una misma zona y a nivel de los distintos departamentos.
Lo que sí es común en prácticamente todas las zonas, es que se está viendo mucho toro "roto", señal de que hicieron muy bien su trabajo como reproductores.
Las ecografías, especialmente en ganado de cría, están en marcha y todavía no hay datos que permitan sacar porcentajes definitivos, pero sí hay tendencias. En el Norte del país, principalmente Salto y Artigas, hubo algunas complicaciones y los porcentajes no son tan buenos como los del año pasado.
"Las vacas mostraron más celo en febrero y después de las lluvias los toros comenzaron a trabajar. Incluso hubo productores que sacaron los toros del rodeo el 1° de marzo y aseguran que estaban trabajando", contó a El País el doctor Marcelo Texeira, uno de los profesionales referentes para Salto y Artigas.
 
La mayoría de los productores sacan los toros del rodeo a fines de febrero para evitar colas de parición que puedan complicar el manejo y al establecimiento.
"Hubo ganados muy feos el año pasado y esos animales recién se acomodaron en el verano. Creo que por ahí puede venir la baja de celo en el principio de la época de servicio (octubre y noviembre). En el Norte, no iba a ser un año de buenos resultados porque los ganados estaban feos", admitió Texeira.
El profesional también recordó que en Salto hubo muchos trabajos de inseminación artificial que se tuvieron que suspender porque no había celo en el rodeo que justificaran mantenerlos.
Por otro lado, se repitió un problema recurrente en los últimos años -tal vez debido a las altas cargas ganaderas que todavía se mantienen en muchos predios del Norte-, "hubo muchas vaquillonas de dos años que no llegaron al servicio, no daban el peso (300 kilos). La recría viene más complicada en todos lados, no sé si porque estamos más apretados o porque no damos en la tecla", indicó.

Más tecnología.

En Paysandú los diagnósticos dan mejores resultados, con rodeos de cría que sobrepasan el 80% de preñez y vaquillonas por encima del 90% (también son datos muy parciales).
"En principio hubo un poco de sequía, luego comenzaron las lluvias y eso provocó que los celos se movieran", reconoció el veterinario Roque Almeida, remarcando que también el manejo y la aplicación de tecnología marca las diferencias.
"Se utilizó mucho el destete precoz y el destete temporario en los rodeos de cría y eso mejoró mucho el porcentaje de celos", explicó el profesional.
"Se vio un productor bastante más ávido por aplicar tecnologías y asegurarse el ternero. Hubo mucha consulta por destete precoz y temporario. En estas zonas de ganadería extensiva, los productores han valorado esta herramienta", dijo Almeida. De aquí en más, será fundamental el manejo de los campos y planificar bien el invierno. "Los campos están empastados y hay que manejar bien el pasto para que no queden muy empastados. Hay campos de verano en esta zona, campos muy arenosos que están imparables de pasto", aseguró el veterinario.
Si esos campos no se comen bien ahora, se genera un colchón de pasto seco en el invierno que será perjudicial.

Dispares.

En el centro del país, los datos son muy variables, en algunos casos buenos y en otros no tanto.
El veterinario Santiago Bordaberry reconoce que "no será un año muy malo, pero tampoco un año que acompañe la cantidad de pasto y la cantidad de agua que hay, porque el ganado no pasó bien con tanta agua. Arrancó bien la primavera, se puso seco a fin de año y luego llovió 20 días de corrido; los ganados pasaron muy mal".
Según su visión, la gente que entora y retira los toros tempranos "no tendrá tan buenos resultados", pero serán "algo mejores para los que dejaron los toros hasta fines de febrero (los que entoran más tarde)".
Por otro lado, seguramente habrá una diferencia muy grande entre los resultados de Norte y Sur.
En el centro del país, a nivel de vaquillonas la primavera fue buena y eso se reflejó en los celos. "Hubo algunos inconvenientes parasitarios en algunas zonas y muchos problemas sanitarios juntos. Fue un año complicado por las lluvias", afirmó Bordaberry.

Comida.

Mientras tanto, el veterinario Gabriel García Pintos, que desarrolla su actividad en Lavalleja y otros departamentos cercanos, sostuvo que en su zona de influencia "los resultados son muy irregulares".
La seca de diciembre "fue bastante complicada, mucho ganado se vino para atrás y luego se recuperó con las lluvias. No será un mal año", destacó.
De aquí para adelante, la preocupación pasa por la comida, porque muchas praderas se perdieron.
"Hubo zonas donde se perdió el 50% y no se sabe lo que quedará para el invierno. Puede llegar a ser un invierno complicado", advirtió el profesional.
El gran problema hoy, más que el estado del ganado, son las altas cargas parasitarias que se ven, donde incluso se registran muertes.
Parásitos como la garrapata ya marcan una presencia fuerte y "hubo exceso de abortos por leptospirosis. Se registró exceso de calor y mucha humedad, condiciones para que la enfermedad creciera", indicó García Pintos.
fonte: El País