sexta-feira, 25 de julho de 2014

El Niño é fraco ou está atrasado, segundo meteorologistas internacionais


El Niño é fraco ou está atrasado, segundo meteorologistas internacionais
O fenômeno climático El Niño, esperado para este ano, provavelmente se desenvolverá de maneira mais fraca do que o inicialmente previsto quase no fim do verão ou no início do outono no Hemisfério Norte, de acordo com o serviço meteorológico MDA, enquanto o grupo LLC diz que talvez ele se atrase alguns meses.

O padrão de clima mais seco no Sudeste da Ásia e no leste da Austrália e as fracas chuvas de monção na India são sinais de um provável El Niño. As águas tropicais esquentaram para um limiar que favorece o evento, mas esfriaram novamente e, agora, estão neutras.

Óleo de palma, cacau, café e açúcar estão entre as culturas que mais sofrem risco, segundo o grupo Goldman Sachs. A Indonésia e a Malásia abastecem 86% da demanda mundial de óleo de palma, enquanto o Vietnã é o maior produtor de café robusta, a India é o segundo maior produtor mundial de açúcar e a Indonésia é o terceiro maior produtor de cacau.

No Sul do Brasil o fenômeno costuma produzir chuvas acima da média e interferir negativamente na produção de arroz.



















Ligue os pontos abaixo e descubra a revolução das importações de carne bovina da China

Quando a situação de excesso de oferta de carne bovina de 40 anos da Austrália chegará ao fim e dará aos produtores de carne australianos um retorno decente ao seu trabalho duro e investimentos? Ligue os pontos abaixo e descubra a resposta.
Em algum momento por volta de 2010, ocorreram mudanças na oferta e demanda da China por carne bovina e bovinos vivos. O primeiro mapa mostra a direção tradicional do fluxo de bovinos vivos comercializados no Sudeste da Ásia por 50 anos até 2010. O segundo mapa mostra os padrões de fluxo comercial de hoje.
Mapa 1 - SE A´sia
Mapa 2 - SE A´sia
No final dos anos noventa, a China revisou sua posição sobre o subsídio da produção de carnes e corretamente concluiu que alimentar com grãos suínos e frangos era mais eficiente do que fornecer esses recursos escassos e caros a ruminantes. Os subsídios para a produção de carne bovina foram significativamente reduzidos.
O rebanho chinês doméstico de aproximadamente 100 milhões de bovinos na virada de século começou a declinar. Dados não oficiais sugerem que o rebanho nacional de corte pode agora estar próximo a 70 milhões ou menos.
Os dados oficiais sobre consumo nacional de carne bovina aumentaram de 5,13 milhões de toneladas em 2000 para 6,53 milhões de toneladas em 2010.
Usando uma estimativa generosa de 150 quilos de carne bovina recuperada por carcaça doméstica, o consumo de 6,53 milhões de toneladas requereria abates anuais de 43 milhões de cabeças. Esse nível de abates de um rebanho de cerca de 70 milhões é obviamente não sustentável.
Os rebanhos bovinos nacionais em todos os vizinhos do sul da China reduziram dramaticamente durante os últimos cinco anos à medida que os bovinos vivos foram exportados para a China em um momento quando todas essas economias também estavam expandindo e aumentando seu próprio consumo doméstico.
Os preços domésticos da carne bovina em todos os vizinhos do sul da China aproximadamente dobraram nos últimos cinco anos.
Pela primeira vez em 50 anos da história do comércio, os bovinos vivos australianos enviados para a Malásia estão mais baratos do que um pequeno número de importações que ainda cruzam a fronteira vindos da Tailândia.
Milhares de toneladas de carne bovina (da Índia, norte e sul da América) estão indo para a China através do canal cinza, mas ainda isso não tem sido suficiente para suprir a crescente demanda com importações legais de carne da Austrália (e Nova Zelândia, Uruguai e Brasil) aumentando com relação aos últimos três anos.
Os preços para os bovinos tailandeses contrabandeados para a China estão próximos a US$ 4,71 por quilo de peso vivo. No momento em que esses animais chegam a seu destino na China, eles valem um pouco mais.
Os preços pagos aos produtores australianos permanecem baixos devido ao simples fato de que a oferta australiana continua excedendo a demanda.
Agora que a china quase exauriu as ofertas de bovinos vivos de seus próprios rebanhos e de seus vizinhos do sul, o próximo passo é a Austrália. A proximidade dos dois países permite que a China compre bovinos vivos da Austrália, bem como, carne bovina processada. Isso dá à indústria australiana uma vantagem significativa sobre o resto do mundo.
Uma vez que as exportações de animais vivos para a China começarem a fluir, a demanda finalmente ultrapassará a oferta e o produtor australiano irá, finalmente, ter um retorno justo a seus esforços.
Fonte: beefcentral.com., traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

1º Workshop Lance Rural

O leilão certificado como alternativa para a comercialização de gado de reposição

O Canal Rural promove, no dia 04 de setembro, durante a Expointer, o primeiro Workshop Lance Rural. O evento acontece na Casa RBS, em Esteio (RS), a partir das 12h, e o foco é a comercialização de bovinos.
 
Profissionais da Argentina, Uruguai e Brasil estarão reunidos durante duas horas para um bate-papo sobre a modalidade de venda virtual de leilões certificados nos respectivos países. Informações sobre a história, os avanços do processo de venda de animais, cases de sucesso, e os diferenciais desse novo sistema estão entre os assuntos a serem abordados.
 
A ideia é compartilhar experiências com pecuaristas, assessores agropecuários e empresas leiloeiras, além de debater sobre o mercado de pecuária no Brasil.
 
O primeiro Workshop Lance Rural é aberto ao público e a entrada é gratuita.
 
Mais detalhes sobre o evento você acompanha aqui, no site do Lance Rural, e também na programação do Canal Rural.

            

OFERTA IMPERDÍVEL DE GADO ANGUS: 1.280 BOVINOS, ENTRE TERNEIROS, TERNEIRAS E NOVILHAS


A partir da última semana do mês de julho, estaremos ofertando através de nosso site http://lundnegocios.com.br , no classifi"gado" com fotos e videos, importante oferta de excepcional gado de UMA SÓ MARCA, assim distribuídos:

*390 terneiros ANGUS
-Desmamados
-Castrados
-Conhecem cocho
-Peso médio 160-180kg
-Zona de pouco carrapato

*500 terneiras ANGUS
-Desmamadas
-Conhecem cocho
-Peso médio 160-180kg
-Zona de pouco carrapato

*390 novilhas ANGUS
-Conhecem cocho
-Peso médio 330-350kg
-Completando 20-23 meses
-Zona de pouco carrapato

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Foi realizado nesta quarta, dia 23, no Jockey Clube de Porto Alegre (RS), o segundo Leilão Certificado do projeto Lance Rural / Canal Rural & C2 Rural

Foi realizado nesta quarta, dia 23, no Jockey Clube de Porto Alegre (RS), o segundo Leilão Certificado do projeto Lance Rural. Foram ofertados 830 animais das raças angus, hereford e cruzas.

Ponto de equilíbrio entre o preço do bezerro e do boi gordo

Qual o ponto de equilíbrio entre o preço do bezerro e do boi gordo? Até qual patamar de preços, o bezerro está caro ou barato?
Há várias formas de se analisar isso.
Comentei aqui ontem, que há quem diga que o ágio do bezerro precisa ser de 40% sobre a arroba do boi gordo para a cria ter rentabilidade equivalente a recria-engorda.
No passado, o ágio era muito menor do que hoje em dia, já tendo sido até negativo. Ou seja, já se pagou menos pela arroba do bezerro do que pela arroba do boi gordo. Isso há muitos anos atrás. A explicação é que a cria era a maneira disponível para se abrir a fronteira agropecuária do Brasil. Abrir fazenda era o negócio, e cria era a primeira atividade possível pós-abertura.
Fizemos um gráfico com o ágio do preço do bezerro em relação a arroba do boi gordo. Usamos os indicadores do Cepea, de SP para o boi gordo, e do MS para o bezerro. E estimamos 6,2 @ por bezerro. Obrigado Maurício Nogueira pela dica.
agio
Você pode notar que o ágio do bezerro está bem próximo do máximo já observado nos últimos 10 anos. Hoje está na casa do 37%, e já esteve a -2% e a média dos últimos 10 anos é de 16%.
As perguntas que temos:
- Será que com esse ágio (quase 40%), há significativo estímulo para maior produção de bezerros?
- Será que teremos recriadores-invernistas começando a fazer ciclo completo, para garantir um percentual da sua necessidade anual de bezerros (por exemplo 30%)?
- Será que o ágio atual do bezerro é um estímulo para que mais produtores altamente tecnificados entrem na cria, ou aumentem a cria dentro do seu negócio?
Outros temas que consideramos interessantes para se discutir cria:
- Quando vamos começar a comercializar bezerros por kg ou @, e não mais por cabeça? Não seria mais profissional e eficiente vender por kg? Não estimularia uma maior profissionalização do setor, tando de compradores como de vendedores?
- O que mais podemos fazer para aumentar a profissionalização da cria, por exemplo identificando e facilitando a venda de animais com genética superior, com protocolos de desmama, etc?
- Será que a integração lavoura-pecuária vai aumentar a competição por bezerros, assim como o crescimento do confinamento no Brasil ajudou a acelerar nosso sistema de produção e aumentar o ágio bezerro/boi gordo?
fonte : Beefpoint

Ásia deve aumentar consumo de carne bovina em 58%, em oito anos


Ásia deve aumentar consumo de carne bovina em 58%, em oito anos


O continente é o principal importador do produto in natura de Mato Grosso do Sul. A previsão se deve ao aumento de 11% na população asiática até 2022, apontada pelo estudo “Perspectivas para a Carne Bovina a 2022”....


Ásia deve aumentar consumo de carne bovina em 58%, em oito anos
A Ásia deve aumentar o consumo de carne bovina em 58% nos próximos oito anos. O continente é o principal importador do produto in natura de Mato Grosso do Sul. A previsão se deve ao aumento de 11% na população asiática até 2022, apontada pelo estudo “Perspectivas para a Carne Bovina a 2022”.
Os países da Ásia estão entre os principais importadores da carne sul matogrossense há cerca de 10 anos, segundo levantamentos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famasul).
– Desde 2004, a Rússia está em primeiro lugar do ranking de importações de carne bovina do Estado, seguida do Irã e Hong Kong, países que se revezam nas colocações, mas estão sempre entre os cinco primeiros colocados – destaca o diretor secretário da Famasul, Ruy Fachini.

Osler Desouzart, autor do estudo diz que o dado é muito importante para o Brasil.

– A Ásia reúne países que não possuem os recursos naturais necessários para abastecer seu incremento do consumo. À exceção da Índia, exportadora de carnes de vaca e, principalmente, de bubalinos, não há na região asiática outro país capaz de gerar excedentes exportáveis significativos – destaca.
Desouzart afirma que, junto com o Brasil, a Índia assumirá papel relevante nesse abastecimento externo, graças a sua proximidade dos mercados importadores asiáticos e aos preços menores da sua grade de produtos exportados.

Mato Grosso deve exportar 30% a mais com fim de embargos
As exportações de carne bovina de Mato Grosso podem aumentar em mais de 30% com a retomada dos embarques para a China e para o Irã. A estimativa calculada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra que o volume negociado pelo Estado pode chegar a 32,5 mil toneladas equivalente carcaça (TEC) neste ano. Caso as exportações dos mercados chinês e iraniano não fossem consideradas, o montante embarcado chegaria a 25 mil TEC.
Na última semana, os dois países anunciaram o fim do embargo para a compra da carne bovina.
– Além do aumento do volume embarcado pelo Estado, o fim da restrição pode atrair novos mercados – afirma o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari.
Para Vacari, outros países podem ser influenciados e se interessar pelo produto brasileiro. Esse movimento causará impactos nos preços, mantendo índices satisfatórios e permitindo uma maior rentabilidade para o pecuarista matogrossense.
• China libera Brasil para exportação de carne bovina
Conforme o Imea, a arroba do boi gordo em Mato Grosso está cotada em cerca de R$ 110,23, o que representa um aumento de 23%, levando em conta o preço de R$ 88,92 registrado no ano passado. É verificada também uma valorização de 27% no preço da vaca gorda, que passou de R$ 79,94 a arroba para R$ 102, 26/@ no mesmo período. O mercado de bezerro também está aquecido. O preço passou de R$ 770 por cabeça para R$ 987,90 na última semana em Mato Grosso.
Fonte: CANAL RURAL COM INFORMAÇÕES DA FAMASUL E DA ACRIMAT

Boi: Demanda lenta por carne impede firmeza e mercado segue pressionado

Mercado pressionado.
Porém, a oferta não está abundante, principalmente nos preços R$2,00/@ ou R$3,00/@ abaixo da referência, que muitas indústrias ofertam. A dificuldade no escoamento impede que o mercado ganhe firmeza.
Em Goiás, por exemplo, importante estado confinador, as cotações estão estáveis desde o começo do mês na praça de Goiânia.
Ou seja, não há oferta abundante.
Em São Paulo existem ofertas de compra de até R$117,00/@ à vista, mas são compradores que negociam nos estados vizinhos e compõem grande parte de suas escalas com esses animais.
Em Mato Grosso do Sul, em Três Lagoas, existem frigoríficos ofertando os mesmos R$117,00/@ à vista. A pressão de baixa em São Paulo é maior que em outras praças do Centro Sul.
No mercado atacadista de carne bovina houve redução nos preços de três peças e da vaca casada. As vendas estão lentas.
Clique AQUI e confira as cotações do boi
Fonte: Scot Consultoria

URURGUAY - Nacerán menos terneros en la próxima primavera


preñezLa tasa de preñez del rodeo de cría se ubica en 75,2%, de acuerdo al relevamiento realizado por médicos veterinarios sobre una muestra de 330 mil vacas, se informó ayer en el 12º Taller de Evaluación de los Diagnósticos de Gestación Vacuna, que anualmente organiza INIA Treinta y Tres, bajo la dirección de Graciela Quintans.
Tal como se suponía, el porcentaje es inferior al del año pasado, cuando alcanzó un récord de 80,5%, dado por las condiciones ideales en las que se desarrolló el entore y el buen estado corporal del rodeo de cría.
Teniendo en cuenta que las vacas de cría en la pasada primavera eran 4,2 millones, y la merma que siempre hay entre la preñez y el destete, la producción de terneros en la próxima primavera oscilará en los 2,8 millones de cabezas, unos 200 mil menos de los que se estima hay de la pasada parición. 

fonte: Tardaguila Agromercados

terça-feira, 22 de julho de 2014

Boi gordo com pressão nos preços no RS, mas reposição firme

Gado gordo
O mercado do boi gordo está mais pressionado esta semana no estado, em função da expectativa de aumento da oferta de animais para abate.
Os preços de balcão, sem bonificação, variam de R$8,50 a R$9,00/kg de carcaça, a prazo. Porém, a maioria dos produtores resiste às comercializações a preços menores que R$8,70/kg.
A vaca gorda gira entre R$8,30 e 8,60/kg, nas mesmas condições.
As empresas que oferecem valores menores trazem carne já industrializada do Brasil Central.
O incremento da disponibilidade de gado para abate, que geralmente acontece a partir de meados de julho, ainda não aconteceu, devido principalmente ao atraso das pastagens cultivadas de inverno, pela semeadura mais tarde e excesso de chuvas em algumas regiões.
Ainda há lugares que as pastagens ainda apresentam baixo ou nenhum suporte de carga.
Este excesso de chuvas nos últimos dias também dificulta os carregamentos em estradas vicinais, o que colabora para a firmeza nas cotações.
Reposição
O mercado de reposição está firme e bem procurado, principalmente vacas de invernar. O preço gira entre R$3,40 e R$3,50/kg, na região da campanha, isto quando há animais disponíveis.
Na região de pelotas há ofertas de preços de R$0,10 a R$0,20/kg acima para esta categoria, mas sem fechamento de negócios devido a falta de animais.
O ritmo das comercializações das categorias mais novas é considerado lento.
O preço do terneiro está entre R$4,30 e R$4,60/kg. A terneira está cotada entre R$4,00 e R$4,40/kg.
Por Renato Bittencourt

segunda-feira, 21 de julho de 2014

UE limitaria negociação de carne do Mercosul com Europa

Acordo comercial entre a UE e os Estados Unidos poderia limitar as opções de negociação de um pacto de comércio entre europeus e integrantes do Mercosul


Prato com carne vermelha
Carne: europeus estão entre os principais compradores de carne bovina e de frango do Brasil
Rio de Janeiro - Um acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos poderia limitar as opções de negociação de um pacto de comércio entre europeus e integrantes do Mercosul, inclusive na área de carne, disse o presidente da Comissão Europeia nesta segunda-feira em evento no Rio de Janeiro.
Os europeus estão entre os principais compradores de carne bovina e de frango do Brasil, maior exportador global desses dois produtos, que teria muito a perder neste setor no caso de um acordo EUA-UE, indicou José Manuel Durão Barroso durante debate na Fundação Getúlio Vargas sobre comércio internacional e as negociações entre países e blocos econômicos.
A exemplo do Brasil, os EUA são grandes produtores de carnes e produtos agrícolas.
"Se a UE fechar um acordo com os EUA, abrindo aquilo que pode abrir em termos de carne, por exemplo, as hipóteses para UE vão ser limitadas. Se já deu aquilo que pensava dar aos EUA e a outros, quando for para negociar com o Brasil não vai haver muito o que fazer... Meu conselho aos meus amigos brasileiros é fazer o acordo", afirmou ele.
Além de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (integrantes do Mercosul) são importantes exportadores de carne bovina.
Durão Barroso admitiu, sem entrar em detalhes, que há resistência para o acordo entre UE e Mercosul.
No caso do acordo com os EUA, as negociações deslancharam no ano passado visando um pacto de livre comércio e investimento amplo com a intenção de ajudar a revitalizar o crescimento após a crise de crédito da zona do euro, por meio da remoção de impostos e taxas sobre as empresas.
Na avaliação de Durão Barroso, as negociações entre UE e EUA parecem mais bem encaminhadas, apesar da falta de consenso em muitas questões e de uma hostilidade pública em relação à ideia de um comércio transatlântico sem restrições, com muitos temendo que isso prejudique as indústrias europeias.
Apesar de tudo, Durão Barroso defendeu que as negociações avancem com o Mercosul.
"Não vejo como um acordo da UE com os EUA possa prejudicar a economia brasileira. O que pode prejudicar a economia brasileira é não ter um acordo do Brasil com a União Europeia", disse ele.
"Continuamos a pensar num acordo com o Mercosul...", acrescentou, destacando que, com o fracasso das negociações multilaterais da Rodada Doha, a UE partiu para acordos bilaterais com diversos países e blocos.
As conversações em torno do acordo entre UE e Mercosul têm sido conduzidas desde 1999 e foram retomadas em 2010, após um congelamento de seis anos. As negociações patinaram no passado por conta de divergências sobre os subsídios europeus à agricultura e sobre a abertura das indústrias do Mercosul para a competição vinda da Europa.
A União Europeia e o Mercosul deveriam ter apresentado propostas até o final do ano passado para apontar os limites de acesso livre de impostos que estão dispostos a oferecer em mercados que vão desde carne bovina a carros, para criar um pacto que envolveria 750 milhões de pessoas e um comércio anual de 130 bilhões de dólares.
fonte: Reuters / Exame

Resultado da enquete sobre preço do boi gordo de julho a novembro de 2014

Confira os resultados da nova enquete sobre qual será o preço do boi gordo SP nos próximos meses. Dessa vez o período é dos meses julho-agosto-setembro-outubro e novembro de 2014. Recebemos respostas de 15 estados do Brasil. Muito obrigado a todos que participaram.
Ao iniciar essa enquete, nos baseamos nos valores dos preços do mercado futuro de cada mês, e criamos uma série de faixas acima e abaixo desse valor, para os meses de julho-agosto-setembro-outubro e novembro.
Para julho de 2014, a expectativa da arroba foi acima dos patamares de hoje, entre R$120 e R$124 com 40% das respostas. 33% dos leitores acreditam que a arroba se manterá entre R$115 e R$119. Para 56% dos respondentes, a arroba do boi gordo em SP vai ficar acima de R$ 120/@.
A faixa do valor da arroba escolhida pela maioria foi a de R$12o,00 a R$124,00, cerca de 49% das respostas. A expectativa está alinhada com o mercado futuro, que hoje vale R$122,03/@. Para o mês de agosto, apenas 26% dos respondentes acreditam numa arroba acima de R$ 124, ou seja, o mercado não está tão otimista em relação ao vencimento para o final do próximo mês.
As expectativas dos leitores para setembro são que 38% dos leitores acreditam em uma faixa de preço da arroba nos patamares de R$120 e R$124. Hoje o contrato futuro do boi gordo para setembro foi negociado a R$124,02/@. Interessante notar que 19% acreditam em queda (abaixo da faixa R$120-124), 38% estão alinhados com o indicado pelo mercado futuro. E 44% acreditam em alta acima do que o mercado futuro indica hoje para setembro. Ou seja, os respondentes estão mais otimistas com setembro do que com agosto.
As perspectivas para outubro são de alta, ou seja a faixa do valor da arroba escolhida pela maioria foi a de R$125 a R$129, 42% das respostas. O sentimento está acima do que foi apontado hoje pelo contrato futuro para o mês de outubro que foi negociado a R$ 126,03/@. Interessante notar que 66% dos respondentes acreditam numa arroba do boi gordo acima de R$125/@. Novamente, é interessante ressaltar que o otimismo com o mercado dos próximos meses é crescente nos meses de agosto, setembro e outubro.

A faixa do valor da arroba mais escolhida foi a de R$125 a R$129/@, com 35% das respostas. Hoje o contrato futuro para o mês de novembro foi negociado a R$ 127,19, ou seja, 42% dos respondentes acreditam em alta comparado ao indicado hoje pelo mercado futuro. 35% dos respondentes estão alinhados com o mercado futuro, e apenas 22% acreditam em queda do preço da arroba para patamares abaixo do que é negociado hoje no mercado futuro para novembro desse ano.
Comentário BeefPoint sobre a enquete: O esperado nessa pesquisa seria uma grande parte das respostas estar alinhada com os contratos futuros de cada mês respectivamente. O que observamos aqui é que uma grande parte dos respondentes acreditam em preços superiores aos atuais do mercado futuro para os próximos meses, em especial setembro, outubro e novembro. Para nós do BeefPoint é muito interessante realizar essa enquete e entender melhor o que pensa o pecuarista sobre o mercado futuro do boi gordo. Sugestões para melhorar essa pesquisa são muito benvindas, é só comentar abaixo. Muito obrigado pela participação de todos. Vamos fazer uma nova pesquisa mês que vem, atualizando os valores. No final desse artigo, colocamos o link para a pesquisa anterior, realizada mês passado.
fonte: Beefpoint

Catalogo Leilão Certificado Nº 2 Lance Rural / Canal Rural & C2Rural


'Padrão gourmet' incentiva surgimento das 'boutiques'

Com certificação de origem, produto ganha valor agregado

Lucas Mamede / Especial
Vender a carne bovina de uma forma diferente. Essa é a proposta de um novo nicho do mercado que se consolidou: as boutiques de carne. “A diferença é que aqui a gente vende a carne, ao contrário dos açougues tradicionais, nos quais o cliente é quem faz o pedido”, afirma Marcelo Alcântara Whately, zootecnista e proprietário da Vila Beef.
Tendência no mercado e em amplo crescimento em Ribeirão Preto, as casas de carnes nobres vendem picanha, ancho, chorizo, carré de cordeiro, entre tantas outras, e se destacam pela garantia de origem, padrão de produção, maciez e, claro, pelo sabor. “A carne bovina deixa de ser vista apenas como commodity, sem garantia de origem, e passa a ter um valor agregado”, diz Whately.
Fred Guimarães, economista da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), afirma que o mercado de carnes nobres é um mercado novo, mas em ascensão. “Cada vez mais as pessoas buscam por conforto, comodidade e qualidade. E a lógica das boutiques de carnes gira entorno da qualidade do produto e da sua apresentação”, explica.
Júnior Stefaneli, proprietário da Soft Beef, afirma que a procura por cortes nobres tem aumentado. “A partir do momento em que as pessoas passaram a provar as carnes especiais, viram que a qualidade era superior, e as vendas aumentaram”.
Segundo Fred, Ribeirão Preto tem fama de ser uma cidade rica e PIB per capita de R$ 32 mil por habitante. “E é esse poder de compra que favorece o mercado de produtos gourmet. Nesse nicho os clientes são fiéis e, quando eles prezam pela qualidade, o preço não importa”, explica.
Procedência garante maciez e mais sabor
O diferencial das boutiques de carne é que só entram peças extraídas de gado selecionado. “As pessoas pagam pelo prazer de ter à mesa produtos de qualidade”, acredita Fred.
Whately afirma que, na Vila Beef, toda a carne bovina tem procedência única e padronizada. “Somente fêmeas, com no mínimo 50% de sangue oriundo das raças britânicas e abatidas entre 20 e 24 meses”, explica.
Além disso, as novilhas ficam em confinamento e recebem dieta especial para a carne ganhar mais gordura e sabor. “Com isso, garantimos ao consumidor que a carne que ele está comprando é macia, saborosa e suculenta”, reforça.
Para o zootecnista, as carnes encontradas nos açougues tradicionais são boas e aptas para o consumo, mas não têm diferencial. “Os açougues compram carne de várias origens e não podem garantir qual de fato estará macia e saborosa. É uma loteria”, explica.
Em contrapartida, ele afirma que 90% dos clientes que compram na sua boutique voltam porque sentem a diferença na maciez e sabor.
Consumidor valoriza a qualidade
O que percebemos é que Ribeirão Preto tem uma renda per capita elevada e, assim, pode incorporar no consumo produtos mais elaborados, como é o caso dos produtos gourmet – o que justifica essa tendência de mercado. No processo produtivo das carnes especiais, há uma preocupação maior com a qualidade, o que eleva o preço final do produto. Há o uso da genética, inseminação, confinamento... Tudo isso requer pessoas especializadas e, consequentemente, encarece o processo. Mas, a garantia de qualidade vem desde o campo até a prateleira da boutique de carne, no caso.
O produto é mais caro, mas o padrão de qualidade é mais elevado. Hoje, o que não é considerado produto gourmet gera dúvidas no consumidor. E isso não acontece nos produtos especiais. Mas, vale lembrar que esse nicho só consegue se firmar no mercado se há uma classe da sociedade com renda maior e que consome os produtos. Por fim, acredito que o mercado de carnes nobres e produtos gourmet é uma tendência, pois o consumidor aprendeu a valorizar a origem, procedência e qualidade dos produtos que consome.”
Alexandre Nicolela
Economista e professor da FEA-RP (USP)
Infográficos / A Cidade
População com alto poder aquisitivo e busca por mais qualidade favorecem modelo de negócio (Imagem: Infográficos / A Cidade)

fonte: jornal A Cidade

Leilão Certificado Nº 2 do Lance Rural acontece no dia 23

Evento será transmitido ao vivo pelo Canal Rural e C2Rural a partir das 14h



O Leilão Certificado Nº 2 do Canal Rural, que acontece na quinta, dia 23, no Jockey Club do Rio Grande do Sul, coloca em oferta centenas de animais destinados à reposição de rebanho. Os lotes são formados predominantemente por novilhos, novilhas e vacas de raças britânicas. O evento, que terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural e pelo C2Rural, tem início marcado para as 14h. 
Os compradores devem efetuar o pagamento através de sinal de 20% de entrada em até 48 horas após o leilão, com os 80% restantes a serem pagos na retirada – o que deve acontecer no máximo até 10 dias após o evento. O preço total de cada lote é determinado pelo peso dos animais no momento do carregamento, conforme valor do quilo fixado no ato da compra. 
Para adquirir lotes no remate é necessário ter cadastro prévio junto aos escritórios e leiloeiras parceiros. Revise os lotes previamente e prepare-se para fazer bons negócios!
 
 
 

Veja como chegar ao local do leilão