sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

RS: exportações do agronegócio crescem 46,51% na comparação com novembro 2014, diz Farsul


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Na comparação entre os meses de novembro de 2014 e 2015, o agronegócio teve um crescimento de 46,51% nas exportações. O mês passado encerrou com o setor comercializando US$ 845 milhões. Isso representa  64,64% do total de vendas feitas pelo Rio Grande do Sul para o mercado internacional. Os números estão no Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do RS, divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul nesta quarta-feira (16/12).

O volume exportado também teve um aumento considerável na comparação com novembro do ano passado, atingindo 207,16%. O Grupo Soja foi o principal responsável pelo resultado, chegando a 777 mil toneladas e US$ 293 milhões, um acréscimo de 354% e 276%, respectivamente, na comparação entre os períodos.

Já na relação entre os meses de outubro e novembro de 2015, houve uma queda de 21% no valor e de 14% no volume exportado. No acumulado do ano, o agronegócio gaúcho exportou US$ 10,990 bilhões, queda de 3,57% na comparação com 2014. O volume chegou a 19,306 milhões de toneladas, crescimento de 29%. A China se mantém como principal destino do produto gaúcho, respondendo por 38% do total comercializado.

Clique aqui e confira o  Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do RS completo.



Fonte: Sistema Farsul 

Com Venezuela em crise, exportação de gado vivo cai 64% em 2015


Com Venezuela em crise, exportação de gado vivo cai 64% em 2015

Com Venezuela em crise, exportação de gado vivo cai 64% em 2015
Mergulhado em dificuldades econômicas, o país –que tradicionalmente compra próximo de 80% dos bois exportados pelo Brasil– adquiriu apenas 102 mil neste ano, 78% menos do que em igual período de 2014
As vendas de animais bovinos vivos despencaram neste ano. Os dados de janeiro a novembro do Ministério do Desenvolvimento indicam exportações de apenas 192,5 mil animais, um recuo de 64% em relação à média de igual período dos três anos imediatamente anteriores.
A Venezuela é a principal responsável pela queda nas vendas brasileiras. Mergulhado em dificuldades econômicas, o país –que tradicionalmente compra próximo de 80% dos bois exportados pelo Brasil– adquiriu apenas 102 mil neste ano, 78% menos do que em igual período de 2014.
Além da redução de compras dos venezuelanos, Angola, Turquia e Egito abandonaram o mercado brasileiro neste ano. Já o Iraque voltou ao mercado brasileiro, comprando 7% dos bois exportados neste ano.
A sangria do número de bois exportados refletiu também nas receitas obtidas com as exportações. Nos nove primeiros meses deste ano, as vendas externas de boi em pé renderam 182,6 milhões, 70% menos do que os US$ 608,2 milhões de igual período de 2014.
A Venezuela, que tinha gasto US$ 496 milhões de janeiro a novembro do ano passado com as compras no Brasil, despendeu apenas US$ 109 milhões neste ano no mesmo período, segundo dados da Secex.
Inflação de produtos agropecuários é de 14,6% em 12 meses
A taxa média de elevação dos produtos agropecuários no atacado recuam neste mês, mas o acumulado em 12 meses continua elevado.
Conforme dados do IGP-10 –índice que acompanha os preços médios de 11 de um mês a 10 do seguinte–, a inflação acumulada do setor é de 14,6% no atacado.
Açúcar, cuja previsão é de um deficit na oferta mundial em relação à demanda, é um dos motivos da pressão da taxa.
Além dessa demanda externa, a valorização do dólar também puxa os preços internos do produto.
Já a soja, após um período de alta, começa a registrar queda nos preços. Nos últimos 30 dias, até o dia último dia 10, a queda foi de 3,4%, em relação a igual período anterior.
Em queda A arroba de boi gordo voltou a cair no noroeste de São Paulo nesta quarta-feira (16). Cotada a R$ 148 até terça-feira, a arroba foi negociada, em média, a R$ 147, segundo acompanhamento de preços da Informa Economics FNP.
Recuo em Chicago O trigo teve perda de 2,2% nos preços futuros nesta quarta-feira. Já milho e soja recuaram 2% e 0,6%, respectivamente.
Fonte: Folha de S. Paulo 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

José Luiz Kessler assume a presidência da Associação Rural de Pelotas


O engenheiro agrônomo e produtor rural José Luiz Kessler assumiu a presidência da Associação Rural de Pelotas (ARP), biênio 2016-2017, na noite desta segunda-feira (14/12/2015), em coquetel realizado no Salão Nobre do Parque Ildefonso Simões Lopes. O prefeito Eduardo Leite, ao lado da vice-prefeita Paula Mascarenhas, prestigiou a solenidade. Junto com Kessler, que substitui o médico e agropecuarista José Fernando Quadros de Leon, foram empossados a nova diretoria e os conselhos técnico e fiscal da entidade.

          Em seu pronunciamento, Eduardo ressaltou não só a força da entidade criada para defender e representar os interesses da classe agropecuária, setor que serve de base para a economia da Zona Sul do Estado, mas a Expofeira, que é promovida pela ARP e considerada a segunda maior exposição em número de animais do Rio Grande do Sul. “O nosso governo tem se proposto a mudanças que, apesar de contrariar alguns, são necessárias para construir um futuro mais promissor para a cidade. Gostaria de convocar a iniciativa privada a se engajar à proposta da Gestão.”   

          Em seu discurso de despedida, Leon fez importantes agradecimentos e desejou sucesso ao novo gestor e sua diretoria, colocando-se à disposição. O ex-presidente, conforme estatuto da entidade, assume o cargo de titular do conselho consultivo composto por outros nomes que comandaram a ARP.

          Kessler parabenizou a gestão que se retira e destacou que pretende manter ações desenvolvidas e propor novas, visando ao bem coletivo e agregando ainda mais parceiros interessados no desenvolvimento da região.

DIRETORIA – GESTÃO 2015/2017

Presidente: José Luiz Martins Costa Kessler 

1º Vice-Presidente: Carolina Luiza Peró Osorio 

2º Vice-Presidente: Germano Dias Hadler 

3º Vice-Presidente: Roberto Quinto Di Cameli 



1º Diretor Secretário: Rodrigo Lopes Gonzalez 

2º Diretor Secretário: Fábio Terra Leite 



1º Diretor Financeiro: Luis Ottoni Gastal Xavier 

2º Diretor Financeiro: Aurélio Bório Bilhalva 



Diretor: Eduardo Allgayer Osorio 

Diretor: Mercedes Echenique 

Diretor: José Paulo Machado 

Diretor: Luiz Antônio Simões Lopes 

Diretor: Rony Vencato Bilhalva 

Diretor: Paulo Roberto Benemann 

Diretor: Augusto da Matta Rassier 



CONSELHO TÉCNICO

Marcos Souza Fernandes 

Eduardo Gularte Xavier 

Gilberto Azambuja Centeno

Milton Moraes Filho (suplente) 

CONSELHO FISCAL

Joaquim Francisco B. Assumpção Mello 

José Francisco Gonçalves Ruivo 

Dari Hartwig

Elmar Carlos Hadler (suplente) 

CONSELHO CONSULTIVO (membros natos)

José Fernando Quadros de Leon (Presidente) 

Rodrigo Fernandes de Sousa Costa 

Darcy Trilho Otero 

Elmar Carlos Hadler

Fernando Antônio Figueiredo de Azeredo 

Gilberto Azambuja Centeno 

Joaquim Francisco B. Assumpção Mello 

Milton Martins Moraes Filho 

Ricardo Irigon Vinhas

VENDO EGUA CRIOULA

VENDO ÉGUA CRIOULA: LIRA DEL ARROYO (nasc.15.12.2000) NA MODALIDADE 3 x 1

LIRA DEL ARROYO

OPÇÕES


*POTRANCA AO PÉ DE BT MARCADOR, NASCIDA EM JANEIRO DE 2016 E SERVIDA DE CAPATAZ DE SÃO PEDRO-TE ( BT DELANTERO x MACARENA DE SÃO PEDRO) COM GARANTIA DE PRENHES.

                                     
                                                     CAPATAZ DE SÃO PEDRO-TE

VALOR 50 VEZES (2+2+46) DE R$ 190,00
ESTUDO PROPOSTA PARA PREÇO À VISTA


5ª Geração LIRA DEL ARROYO (05/12/2000)



ACULEO VASTAGO - CHD40125 /



TREN TREN ARREBOL - *000413 / TORDILHA TAPADA



ACULEO NOCHE BUENA - CHD25324 /

LA INVERNADA HORNERO - *000532 / TORDILHA




ACULEO COIRON III - CHD12721 /




ACULEO NUTRIA II - CHD25321 / ALAZÃ



HACIENADA ACULEO SANCIÓN - CHD06758 /

BT FARRAPO - B092325 / TORDILHA VINAGRE




NO ME TOQUES - CHD12910 /




LA INVERNADA ANIVERSÁRIO - *000333 / COLORADA





ACULEO GREDA II - CHD17334 /


BT TIRANA - B040445 / GATEADA ROSILHA TAPADA




BT ENGANO - B016151 / MOURA



BT NICOTINA - B026683 / GATEADA ROSILHA TAPADA



BT CAMANGA - B014477 / ROSILHA MOURA TAPADA
 LIRA DEL ARROYO
B176441 - RP: 60



LA INVERNADA ANIVERSÁRIO - *000333 / COLORADA



BT MARAGATO - B024035 / GATEADA




MANDINGA ONZA 358 - B019312 / GATEADA


BT PONTEIRO - B031537 / GATEADA





LA INVERNADA ANIVERSÁRIO - *000333 / COLORADA




BT IEMANJÁ - B019680 / GATEADA




BT CARPETA - B013835 GATEADA

DANÇARINA DEL ARROYO - B102133 / TORDILHA



TREN TREN ARREBOL - *000413 / TORDILHA TAPADA



ARREBOL 109 DE SANTO ÂNGELO - B024695 / TORDILHA




SERIEMA DO IBIROCAI - B017453 / TORDILHA

BRANCA MAINÁ - B046251 / TORDILHA



AGROTERO 81 - B022802 / GATEADA


CAMBONA DA INVERNADA - B032784 / BAIA CABOS NEGROS


FARINA - B022424 / BAIA CABOS NEGROS

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

IBGE confirma retração nos abates bovinos no 3º trimestre, consequência de uma redução na participação de fêmeas nas escalas, diz consultor

Os dados de abate divulgados nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram uma queda de 10,8% nos abates de bovinos do 3º trimestre de 2015 em comparação com o mesmo período do ano passado. No total foram abatidas 7,56 milhões de cabeças de bovinos o que representa, também, um recuo de 0,9% em relação ao 2º semestre deste ano.
As principais quedas ocorreram em: São Paulo (-191,21 mil cabeças), Mato Grosso (-160,58 mil cabeças), Minas Gerais (-131,11 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (-116,65 mil cabeças), Paraná (-76,84 mil cabeças), Bahia (-66,52 mil cabeças), Goiás (-60,49 mil cabeças) e Rondônia (-48,98 mil cabeças).
Segundo o analista da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, esses números são reflexo de um período de retenção de fêmeas em função dos preços elevados dos bezerros nos últimos três anos. "Esse é um fenômeno essencialmente de oferta que vem sendo corrigido pelo mercado com essa retenção de fêmeas, mas há uma discussão se esse processo ainda se esgota neste ano de 2015", destaca Ferraz.
Para Ferraz essa tendência de menor volume de abate deve continuar nos primeiro meses de 2016, mas com uma intensidade menor na retenção das fêmeas.
Outro dado abordado no levantamento do IBGE foi o peso acumulado de carcaças (1,87 milhões de toneladas), que ficou 1,4% superior ao trimestre anterior e, 8,3% menor que a registrada no 3º trimestre de 2014. "Isso tem a ver bastante com tendência de procurar acumular mais gordura nos animais que aumente a qualidade e, também está ligado a algumas questões mercadológicas como, por exemplo, o bezerro (reposição) muito caro", explica o analista.
Mercado
Com o consumo abaixo do esperado em dezembro, os preços da arroba têm sido pressionados nas últimas semanas. Em São Paulo os negócios acontecem entre R$ 147,00 a R$ 148,00/@.
"A tendência para os últimos dias desse ano, e os primeiros do ano que vem é de estabilidade. Mas em meados de janeiro podemos ver os preços caírem um pouco, não com grandes quedas, pois a oferta e a demanda externa devem ajudar a sustentar as cotações", considera Ferraz.
No entanto, o movimento da demanda interna deve ser acompanhado pelos pecuaristas, haja vista que o consumo será o grande balizador dos preços em 2016.
Fonte: Notícias Agrícolas

Terneiros Angus a venda ll

*45 Angus Definidos
*Castrados
*Peso médio 255 kg (pesados dia 15.12.2015)
*Carrapateados
* Conhecem cocho
* Todos oriundos de cabanha de Angus renomada na região

MAIORES INFORMAÇÕES com LUND 053.99941513 ou CHARLES 053.99915601


Exportações brasileiras podem crescer US$ 1,9 bi/ano com a conquista de mercados em 2015


Imagens

Foto: Divulgação/Mapa


Só os embarques de carne bovina podem ter incremento de US$ 1,3 bilhão ao ano.

Brasília/DF
As exportações brasileiras do agronegócio têm potencial de aumentar US$ 1,9 bilhão ao ano com a conquista e a reabertura de mercados alcançadas em 2015. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) durante coletiva de imprensa da ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), na qual ela apresentou um balanço das ações do ministério em 2015 e as perspectivas para o ano que vem.

O potencial anual de US$ 1,9 bilhão representa 11,3% do total das exportações do agronegócio. O resultado, comemorado pela ministra e pelo setor, foi possível graças à constante busca do Mapa por novos parceiros comerciais e ao sério trabalho de defesa agropecuária realizado pela pasta, garantindo sanidade das plantas e dos animais e inocuidade dos alimentos.

Entre os mercados negociados em 2015, o principal é o da carne bovina, que tem potencial anual de US$ 1,3 bilhão em exportações, o que representa 289 mil toneladas. No ano passado, o Brasil exportou US$ 7,1 bilhões do produto (1,6 milhão de toneladas).

A carne de frango in natura também merece destaque, com potencial de aumento de US$ 414 milhões ao ano (304 mil toneladas), seguida pela carne suína in natura (US$ 101 milhões em 52 mil toneladas) e pelos lácteos (US$ 78 milhões em 20 mil toneladas). Também tiveram avanço importante os mercados para pet food e farinhas de carne, bovinos vivos e ovos.

Para 2016, a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa estima que o país incrementará em US$ 2,5 bilhões (555 mil toneladas) suas exportações, com ênfase para a venda de carne bovina in natura para Estados Unidos, Japão, Canadá e México.

A ministra afirmou durante a coletiva à imprensa que o Mapa pretende ampliar em 2,3% a participação do Brasil em todo o comércio exterior, saltando de 7,7% (equivalente a US$ 68,4 bilhões) para 10%. Para isso, continuará investindo em negociações com os 22 principais mercados internacionais que, juntos, representam 75% da atividade comercial mundial.

“Hoje o Brasil representa apenas 7,7% de toda a movimentação comercial no mundo. Temos disponibilidade de terra, clima, tecnologia e inovação para chegarmos a 10%. Essa é nossa meta”, afirmou.

Carne bovina
Kátia Abreu enumerou a queda de 100% dos embargos à carne bovina brasileira no mundo como uma das maiores conquistas do Mapa em 2015. Neste ano, o Brasil reabriu os mercados da China, Argentina, Iraque, Irã, Japão e Arábia Saudita e conquistou pela primeira vez a Coreia do Norte, os Estados Unidos e Mianmar. Além disso, ampliou o comércio de carne bovina com a Rússia.

“Havia vários países importantes que ainda embargavam nossa carne devido ao caso atípico de vaca louca em 2012 e que agora reestabeleceram o comércio. Finalizamos mais recentemente com o Japão. Essas conquistas nos deram bastante alegria para desenvolvermos ainda mais, fazendo com que o Mapa seja uma instituição eficiente, que todos tenham confiança no nosso trabalho”, ressaltou a ministra.

Veja aquiaqui e aqui as apresentações feitas pelas secretarias do Mapa durante a entrevista coletiva.

Fonte: Mapa 

RS: pecuária gaúcha produz carne certificada de qualidade superior e conquista mercados




O vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, analisa o desempenho da pecuária de corte no Rio Grande do Sul em 2015.

Fonte: Página Rural 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

IBGE vai contratar 82 mil pessoas para Censo Agropecuário 2016

As contratações deverão ser feitas por meio de processo seletivo simplificado, observados ordem de classificação e os critérios e condições estabelecidas pelo governo, sendo o prazo de duração dos contratos de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos.
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorizou a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a contratar por tempo determinado até 82.023 pessoas para realizar o Censo Agropecuário 2016. A portaria foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União.
Os cargos disponíveis são para analista censitário (223), agente censitário regional (486), agente censitário administrativo (700), agente censitário municipal (5.500), agente censitário supervisor (12.540), agente censitário informativo (174) e recenseador (62.400).
Pelo texto da portaria, as contratações deverão ser feitas por meio de processo seletivo simplificado, observados ordem de classificação e os critérios e condições estabelecidas pelo governo, sendo o prazo de duração dos contratos de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos.
As despesas com as contratações serão pagas de acordo com o orçamento do IBGE, que deverá definir a remuneração dos profissionais a serem contratados em valor não superior ao da remuneração constante dos planos de retribuição ou nos quadros de cargos e salários do serviço público, para servidores que desempenham função semelhante, informa o documento. Agência Brasil

Diante da concorrência com argentinos, brasileiros querem produzir carne mais cara

A ideia da CNA é criar regras que sejam adotadas pelos produtores de carne bovina e permitam cobrar mais pelo produto nacional, atendendo a exigências do mercado externo. A estratégia para 2016 tenta garantir acesso a novos mercados

Argentina anuncia fim das retenções no trigo, milho, sorgo, girassol e carnes


Argentina anuncia fim das retenções no trigo, milho, sorgo, girassol e carnes

O novo presidente argentino, Mauricio Macri, anunciou na manhã desta segunda-feira (14.12) o fim das retenções no trigo, milho, sorgo, girassol e carnes. Na soja, os impostos sobre exportações caem cinco pontos percentuais neste primeiro momento, sendo fixados em 30%.
“Hoje, como prometi durante toda a campanha, apostamos na sua capacidade de crescer e duplicar a produção agropecuária do país. Hoje vou assinar o decreto pelo qual a Argentina passa a ter retenções zero nas exportações regionais”, afirmou o mandatário.
“Por onde quer que fossemos, me repetiam que as economias regionais estavam em situação crítica. Chegamos e estamos juntos para iniciar uma nova etapa na Argentina, assumindo a responsabilidade de algo muito importante: não se trata de [escolher entre o] campo ou a indústria, o campo ou país. É o campo e a indústria, o campo e o país, porque sem o campo o país não vai pra frente”, justificou Macri.
O novo presidente anunciou ainda que lançará “o maior plano de infraestrutura da história” em estradas, energia, ferrovias e outros. “E sem corrupção”, ressaltou Macri aos produtores em evento na cidade de Pergamino (província de Buenos Aires). Por fim, garantiu que será “implacável” com aqueles que soneguem impostos.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems

URUGUAY - Crece la demanda en el exterior de carne certificada por INAC

Uruguay garantiza los diversos atributos que tiene el producto

En varios mercados se están demandando las carnes uruguayas que son certificadas por el Instituto Nacional de Carnes (INAC), en diversos atributos, informó a El Observador el gerente de Calidad del instituto, Ricardo Robaina.
Además del protocolo Never Ever 3 –que asegura que a los animales nunca se les suministraron antibióticos, hormonas de crecimiento ni alimentos de origen animal–, se etiquetan carnes que van para la Unión Europea (EU) garantizando otros aspectos que hacen a la inocuidad de los alimentos.
También están interesados algunos importadores de México que han solicitado las carnes bajo el protocolo Uruguay Natural Club, certificadas especialmente para Mexico. Pero también otros mercados pueden demandar las carnes Never Ever, que se está exportando a EEUU.
INAC tiene desde hace varios años distintos programa de certificación de carnes, comenzando por el proceso de Carne Natural uruguaya, pero no fue algo que desde su inicio tuviera un alto impacto, admitió el funcionario.
Una de las cosas positivas que dejó haber iniciado ese proceso fue que le permitió a INAC prepararse para desarrollar y gestionar esquemas de certificación.
También en esta materia la demanda del mundo ha ido cambiando, según Robaina. Recordó que hace unos 10 a 12 años lo que se consideró fue que el mundo estaba transitando hacia productos naturales, lo que generó el programa Uruguay Natural Club.
Pero ahora es diferente. En el caso del protocolo Never Ever 3 hubo una real demanda. A INAC empezaron a llegar brookers e importadores de Estados Unidos que plantearon que necesitaban un producto de determinadas características, que terminaron siendo el Never.
Hay una gran preocupación en todo el mundo, pero en particular en EEUU, desde donde "recibimos señales bien claras de la preocupación de los consumidores por la resistencia a los antibióticos, porque se utilizan demasiado en la ganadería de otros países", dijo Robaina.
Never Ever 3 de INAC certifica además que a esos ganados no se les suministró ni hormonas ni proteínas de origen animal. La exportación de carnes Never Ever 3 recién empieza, habiéndose exportado unos 7.000 kilos, pero hay señales claras y desde INAC se espera que se transforme en una corriente exportadora importante.
La auditoría del Departamento de Agricultura de EEUU (USDA, por su sigla en inglés), que tuvo lugar en la primera semana de este mes, se realiza anualmente desde 2004. Desde ese año INAC integra el programa de procesos verificados del USDA que acredita a Certicarne, la certificadora de INAC.
Los programas de certificación que maneja INAC son evaluados anualmente por el USDA, que audita la forma de trabajo en todos los procesos, estudiando los registros, visitando predios y plantas industriales, observando la forma en que Uruguay realiza las certificaciones a nivel de predios ganaderos y plantas industriales.
En busca de otro mojón con EEUU
El presidente del Instituto Nacional de Carnes (INAC), Federico Stanham, dijo a El Observador que Uruguay buscará "que EEUU acepte" la definición de carne producida "preferentemente a pasto" como "de alta calidad", como acaba de aprobarla Rusia. Ese tipo de carne admite también la terminación del animal con una suplementación, que puede ser en pradera o con granos. De esa forma, Uruguay reforzaría su presencia en EEUU.
  • Fuente: elobservador.com.uy - Por Hugo Ocampo