sexta-feira, 29 de abril de 2016

Feiras de Terneiros: Camaquã (RS) faz R$ 7,04 (m) e R$ 5,57 (f)

Feiras de Terneiros: Camaquã (RS) faz R$ 7,04 (m) e R$ 5,57 (f)

Foto: Divulgação/Assessoria
Média dos machos rompeu a barreira dos R$ 7,00
Promovida pelo Sindicato Rural de Camaquã, na tarde doúltimo sábado (23), a 36ª Feira do Terneiro, da Terneira e da Vaquilhona foi de absoluto êxito. Toda oferta de 424 animais Angus, Red Angus, Braford e Careta foi negociada, com o remate alcançando um resultado final de R$ 494. 470,00.
Em pista, cujo martelo ficou a cargo da Knorr Leilões, foi apresentado aos compradores um total de 278 terneiros, cuja venda somou R$ 360.010,00,e 146 fêmeas, que alcançaram R$ 134.460,00. Além da pista limpa, outro sinalizador de sucesso da feira, que teve a supervisão veterinária de Márcio Freitas, foram as médias obtidas, sobretudo na comercialização dos terneiros,que alcançaram R$ 7,04/kg vivo. Já entre as fêmeas as médias ficaram em R$ 5,57/kg vivo.
Na abertura do remate um terneiro angus doado pela criadora Maria Beatriz Tavares da Silva foi posto à leilão e o valor final alcançado direcionado à Liga Feminina de Combate ao Câncer de Camaquã.
Integrante da programação do evento, uma palestra com almoço antecedeu o remate. No encontro o analista econômico do Senar Ruy Augusto Silveira Neto falou aos convidados sobre controle de finanças da gestão das propriedades, e analisou o atual cenário conjuntural econômico do país.
Também no almoço, o presidente do Sindicato Rural de Camaquã, Jorge Longaray Jaeger, deu posse oficial à Comissão Jovem da entidade, que tem como presidente Fernanda Scherer Gehling.

Fonte: Conexão Rural, por Alex Soares 

Fraude no teste de tuberculina altera Feira de Outono


 
Foto: Núcleo de Terneiros / divulgação 
 
Presidente garante nova feira 
 
  
 
 
Conforme matéria publicada no jornal Folha do Sul no dia 28 de abril de 2016 foi alterada a data do remate de Feira de Outono.

Lotes com fêmeas que não passaram por teste de tuberculina não serão ofertados hoje
Núcleo de Produtores de Terneiros acusa médico veterinário de fraudar exames em animais
Hoje, ocorre a partir das 15h, no parque da Associação e Sindicato Rural de Bagé, a 42ª edição da Feira de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas. No entanto, às vésperas da realização do evento, a informação de que diversos lotes de fêmeas não poderão ser oferecidos no remate desta tarde pegou de surpresa o segmento rural da cidade. É que após a constatação da Inspetoria Veterinária e Zootécnica do município de que um médico veterinário vinculado a um dos escritórios de remates não fez o procedimento de teste de tuberculina nos animais, foi solicitado de que esses lotes não fossem colocados à venda. O chefe da inspetoria, José Vital Cerveira, afirma que o teste de tuberculina foi fraudado pelo veterinário. “Constatamos que ele inoculou um material que não era o correto para o teste de tuberculina. Acreditamos que tenha sido injetado apenas água nos animais”, declara Cerveira, que informa que ao ter sido constatado que os animais não tinham passado pelo teste, comunicou o Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé para que os animais não fossem levados ao parque. “Informamos o Núcleo e como não há tempo hábil para a realização do procedimento, visto que os animais começaram a chegar hoje (ontem), ao parque da Rural, pois após a aplicação do teste, deve-se esperar 72 horas para realizar a leitura do mesmo”, salienta o chefe da inspetoria.
O presidente, em exercício, do Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte, César Piegas, critica a ação do profissional que ele prefere não citar à reportagem. “Ele teve um comportamento errado e ao invés de fazer o procedimento para identificação da tuberculina, injetou um produto qualquer, o que acabou vetando a entrada das fêmeas no remate. Este profissional agiu mal e terá que responder no Conselho de Medicina Veterinária, visto que ele é autorizado para realizar esse serviço”, destaca Piegas.


Nova data
O dirigente detalha que a informação chegou ao Núcleo na terça-feira, e imediatamente, foi realizada uma reunião em conjunto com a Associação e Sindicato Rural de Bagé e a Inspetoria municipal. A decisão é de que ocorra uma nova data para a comercialização desses animais que já estavam inscritos para o remate de hoje. “Como não podemos prejudicar os produtores, chegamos a um acordo de realizar uma extensão do evento comercial para o dia 12 de maio, com esses animais vetados para hoje. Ela será uma feira oficial, por isso iremos procurar os bancos, porque se ela é oficial, ela poderá ter os financiamentos e terá o apoio da Inspetoria Veterinária e Zootécnica e da própria Associação e Sindicato Rural de Bagé. Nossa intenção é que os produtores não sejam prejudicados e possam fazer os seus negócios”, concluí Piegas.
Mesmo com a diminuição no número de animais que entrarão em pista hoje, a programação da feira permanece inalterada. Antes do início do remate serão divulgados os vencedores das categorias: melhor lote de outono/machos; melhor lote de outono/fêmeas; melhor lote de primavera/machos; melhor lote de primavera fêmeas e melhor lote da feira. Após as premiações, o remate iniciará no parque Visconde de Ribeiro Magalhães.
Fonte: Jornal Folha do Sul/Marcelo Pimenta
www.jornalfolhadosul.com.br

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Itapitocai tem pista limpa em Uruguaiana

Crédito: Tellechea&Bastos

Foi com pista ágil que, em pouco mais de 90 minutos, o 5º Remate da Estância Itapitocai comercializou todos os 1.060 animais ofertados no Parque Agrícola e Pastoril de Uruguaiana na terça-feira (26/4). A propriedade de Carlos Alberto Martins Bastos negociou 180 terneiras e 400 terneiros certificados pela Associação Brasileira de Angus e 480 vacas de invernar, somando um faturamento de R$ 1.490.400,00. O valor médio por quilo fechou em R$ 6,15 para os terneiros e R$ 5,85 para as terneiras.

Segundo o inspetor técnico da Angus que certificou os animais, Renato Paiva, os valores ficaram dentro do esperando, principalmente em um momento de crise econômica. “A terneirada era excelente. É difícil de achar animais certificados de uma única fonte com esse padrão”, pontuou. Segundo ele, foi a qualidade dos exemplares ofertados que acelerou as vendas e garantiu uma tarde de pista limpa em Uruguaiana. “Esse remate está muito disputado. Tem gente que quer, mas não consegue comprar. Ele é muito ágil”, acrescentou.

As vacas para invernar surpreenderam pela boa valorização, atingindo média de R$ 4,65 o quilo. Segundo Pedro Tellechea, diretor da Tellechea & Bastos Associados, as vacas ficaram acima do projetado. “O que comandou o leilão foi a qualidade”, pontuou.

RS precisa otimizar recursos para vigilância animal no combate à aftosa

O trabalho foi financiado por um Acordo de Cooperação Técnica entre a Faculdade de Veterinária da Ufrgs, o Fundesa e a Secretaria da Agricultura
RS precisa otimizar recursos para vigilância animal no combate à aftosa

O fiscal agropecuário Diego Viali dos Santos apresentou nesta segunda-feira (18) para representantes do serviço veterinário oficial e das cadeias produtivas de bovinos e suínos o resultado do estudo intitulado “Identificação de áreas de risco para a febre aftosa no RS utilizando a técnica de múltiplos critérios”. O trabalho foi financiado por um Acordo de Cooperação Técnica entre a Faculdade de Veterinária da Ufrgs, o Fundesa e a Secretaria da Agricultura.
O estudo, que levou em conta 22 critérios, apontou que o principal risco de ingresso do vírus ocorre nas regiões de fronteira e através a movimentação ilegal de animais. Para ter um ponto de partida, a pesquisa analisou os casos de febre aftosa registrados no estado de 1986 a 2001. “O resultado comprovou que a maior parte dos casos ocorreu nas regiões onde apontamos como as de maior risco”, afirma Diego Viali dos Santos.
A conclusão do trabalho pode contribuir para a definição de políticas de vigilância animal, otimizando recursos. “Se o maior risco está nas regiões fronteiriças, é lá que deve estar reforço da vigilância ativa”, destaca Santos.
Com base no resultado do estudo, o presidente do Fundesa, Rogério Kerber sugeriu que o Grupo de Avanço de Status Sanitário no Rio Grande do Sul se reúna nos próximos dias para avaliar as medidas que podem ser tomadas para minimizar o risco de reingresso do vírus da febre aftosa no Rio Grande do Sul. “Em primeiro lugar, precisamos conscientizar os produtores da importância deles no processo de defesa sanitária. Não é apenas uma atividade do serviço oficial”, afirma.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Fundesa

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Uruguaiana movimenta R$ 1,18 milhão


Na tarde de sábado (23), no recinto de remates do Parque da Associação Rural Agrícola e Pastoril, foi realizada a  Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Uruguaiana, promovida pelo Sindicato Rural de Uruguaiana.

Em pista 1.400 animais de produtores da região Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O faturamento de animais consignados à Tellechea & Bastos totalizaram R$ 1.181.940,00 com média de R$ 1.072,54 para 1.102 animais.

Os animais consignados à Virtual Remates perfizeram média de R$6,26/kg. Nesta edição em especial, os produtores fizeram doação para a campanha “Santa Causa”, cujo objetivo é ajudar na aquisição de equipamentos para a Oncologia da Santa Casa de Caridade de Uruguaiana.

Fonte: Sindicato Rural de Uruguaiana 

Feiras de Terneiros: Preço reduzido na largada do calendário de remates de outono

Uma das primeiras feiras da temporada, a Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Santo Antônio da Patrulha, ocorrida no dia 16 de abril, registrou média de R$ 6,35 o quilo — abaixo dos R$ 6,65 do ano passado, mas acima de outras feiras da temporada. O leiloeiro João Valter Medeiros pondera que a feira de 2015 teve resultado fora da curva, "excepcional", mas ressalta que o principal fator para a redução de preços este ano é o cenário econômico.
— O mercado financeiro está mais enxuto, há menos financiamentos e os juros subiram. A oferta está 10% maior, mas o poder de compra está menor. Vendemos tudo, mas o preço caiu — informa Medeiros.
O consultor da Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha pondera que os preços informados são médias. Na feira de Santo Antônio da Patrulha, por exemplo, um lote de 25 terneiros braford foi negociado a R$ 7,49 o quilo.
— Produção qualificada, apresentando uniformidade de peso e tamanho, e com certificações, permite vender o mesmo terneiro de 200 quilos a valores mais altos — ressalta Velloso.

Otimista, o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Francisco Schardong acredita que a concorrência externa e da venda direta reduzirá a oferta nas feiras, mas que os interessados encontrarão nos leilões animais de melhor qualidade.
— Estamos primando pela qualidade, não pela quantidade. Quem for a feiras, tem o selo de qualidade no brinco dos animais — afirma Schardong, confiante de que as médias ainda poderão subir até o final da temporada.
Cenário traz expectativa de estabilidade
Com os primeiros remates concluídos, a projeção para a temporada de outono 2016 é de preços estáveis, com possibilidade de alta mais comedida em relação ao que se registrou no ano passado, quando a média ficou em R$ 6,04 por quilo. Se no começo do ano a expectativa era de R$ 7, o Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindler-RS) reduziu a estimativa para cerca de R$ 6,50.
— A crise política até então não vinha prejudicando o agronegócio, mas agora chegou. Além disso, a quantidade de chuva atrapalhou a colheita do arroz e da soja, e também a chegada de caminhões em algumas propriedades. São diversos fatores contrários — considera o presidente do Sindler, Jarbas Knorr.
Outra preocupação do sindicato é em relação ao cenário favorável à exportação. Com o real mais desvalorizado na comparação ao mesmo período do ano passado, cresce o interesse do mercado internacional no gado brasileiro.
— Estamos vendendo muito terneiro para fora do país. Dois ou três navios já partiram e mais alguns estão por chegar, podendo levar de 30 mil a 40 mil animais. Isso pode reduzir a oferta nas feiras — avalia Knorr, sem estimar qual o percentual de queda na oferta.
Atualmente, a exportação tem papel positivo para o mercado de terneiros, aponta Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha. Como o mau momento da economia brasileira afeta o consumo das famílias, incluindo a carne vermelha, o preço do boi gordo no mercado — principal referência do valor do terneiro — acaba sendo afetado.
— O setor de carnes tem sido muito competente em compensar parte da redução com crescimento da exportação. Se fosse depender apenas do mercado doméstico, o avanço dos preços do gado seria menor do que o projetado — analisa Velloso.


Fonte: Zero Hora, Caderno Campo & Lavoura 

1º Leilão Terneiro Angus Certificado em Cascavel / PR faz R$ 7,66 (machos) e R$ 6,51 (fêmeas)




1º Leilão Terneiro Angus Certificado, realizado sábado (23/4) em Cascavel (PR), superou todas as expectativas ao atingir média de R$ 7,66 por quilo para os machos e R$ 6,51 para as fêmeas. Depois de duas horas e 15 minutos de vendas, foram comercializados todos os 727 animais levados à pista com faturamento total de R$ 1.183.380,00.
O lote mais valorizado foi o ofertado por Cassiano Camargo, de Medianeira (PR). Os 29 machos saíram pelo valor médio de R$ 2.310,00 por cabeça e R$ 8,68/kg para José Lauri Griedeler, da CooperAliança, de Guarapuava (PR). O mesmo pecuarista arrematou o lote destaque entre as fêmeas. A oferta de oito terneiras do criador Antônio Henrique Neto, de Pérola (PR), atingiu a marca de R$ 2.610,00 por cabeça e R$ 8,52/kg depois de uma disputa acirrada em pista. As compras foram concentradas em criadores da região de Cascavel e Guarapuava, informou o sócio da Panorama Leilões Devair Bortolato.
Segundo o inspetor técnico da Angus Luís Augusto Copetti, que é responsável pela certificação dos terneiros na região de Cascavel, o resultado refletiu a alta padronização dos lotes e a seleção meticulosa. O profissional informa que a escolha dos animais para composição foi criteriosa, trabalhando apenas com exemplares entre 210 e 240 quilos. “Apertei muito na avaliação dos bezerros, o que resultou em um excelente padrão dos 32 lotes ofertados. Eliminei os animais menores e os mais pesados”, pontuou Copetti, que esperava vendas na casa dos R$ 7,00/kg para machos e R$ 6,00/kg para fêmeas. “Quem veio comprar a viu o padrão, pagou até um pouco mais e ficou satisfeito”, completou.
O sócio-proprietário da Panorama Leilões Cleber Bortolato disse que a previsão já era positiva antes da venda. “Fizemos vídeos dos animais, divulgamos muito o leilão e já estávamos otimistas. Mesmo assim, o leilão superou a expectativa”. Segundo Bortolato, o que motiva essa demanda aquecida pelo gado Angus na região é o resultado que o Programa Carne Angus vem trazendo aos pecuaristas. “A bonificação pelo animal bem acabado e toda a demanda final de mercado vêm motivando esses bons resultados”.

Fonte: ABA 

3º Remate Alianza del Pastilzal fatura R$ 2,3 milhões


3º Remate Alianza del Pastilzal ocorreu em 23 de abril em Lavras do Sul.  

Foram 1380 fêmeas bovinas inscritas, mas alguns animais não chegaram ao parque devido a chuva, reduzindo assim a oferta em relação ao anunciado. 

A venda totalizou 1308 animais com arrecadação de R$ 2.317.080,00, valor médio geral R$ 1.771,47, peso médio geral de 347,89 kg e média geral por quilo de R$ 5,09
NÚMEROS POR CATEGORIAS:
  • Vaquilhonas: 367 - valor médio R$ 1.378,15 - peso médio 279,34 - média por kg 4,93
  • Vacas: 100 - valor médio R$ 1.766,50 - peso médio 379,47 - média por kg 4,66
  • Vacas prenhes: 195 - valor médio R$ 2.175,79 - peso médio 442,40 - média por kg 4,92
  • Vaquilhonas prenhes: 558 - R$ valor médio 1.998,58 - peso médio 377,12 - média por kg 5,30
  • Terneiras: 78 - valor médio R$ 912,31 - peso médio 165,50 - média por kg 5,51
  • Vacas com cria: 10 - valor médio R$ 2.400,00 - peso médio 497,00 - média por kg 4,83
Fonte: Sindicato Rural de Lavras do Sul

segunda-feira, 25 de abril de 2016

domingo, 24 de abril de 2016

Cachoeira do Sul - FEIRA DE TERNEIROS TEM PISTA LIMPA COM MÉDIAS ACIMA DE MERCADO



A 43ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de outono comercializou todos os animais colocados em pista no fim da tarde da última quarta-feira, 20. Ao todo, 1.019 reses, entre terneiros, terneiras e novilhas entraram na pista do Sindicato Rural de Cachoeira do Sul no evento que é considerado uma das principais vitrines da pecuária do município.
De acordo com dados fornecidos pelo Núcleo de Produtores de Terneiros de Cachoeira do Sul (NPTC) apontam que os preços médios do quilo vivo ficaram acima do que é atualmente praticado no mercado da pecuária. Os terneiros ficaram numa cotação média de R$ 6,62, as terneiras em R$ 5,53 e as novilhas a R$ 5,31.
O presidente do NPTC, Vinícius Só Porto, considerou esta edição da feira um sucesso absoluto, tanto pela liquidez quanto pelas médias alcançadas. O faturamento médio ficou em R$ 1.109.000,00, Porto avalia que a pecuária e o agronegócio como um todo vêm atuando na contramão da crise e estão segurando os números da balança comercial brasileira. “Estes setores estão puxando a economia e enfrentando a crise econômica brasileira”, comemora Porto.
Feira teve compradores de vários municípios
A 43ª Feira de Terneiros vendeu a maior parte de sua oferta para compradores de Cachoeira, mas foram registrados também compradores de municípios como Lajeado, Soledade, Cruzeiro do Sul, Vila Nova do Sul, Jacuizinho, entre outros. “Nós aumentamos a quantidade com a mesma qualidade das feiras anteriores”, destaca Porto.
O NPTC faz um agradecimento especial ao Sindicato Rural, à Inspetoria Veterinária, aos produtores, aos compradores, aos colaboradores e aos escritórios Servicon Negócios Rurais e Escritório Rural Cachoeira. O destaque desta edição ficou por conta do pecuarista Cacaio Lima, da Fazenda Boa Esperança, que obteve cinco premiações nos julgamentos da feira.
fonte: O Correio