quinta-feira, 27 de abril de 2017

Angus anuncia parceria com novos frigoríficos


Primeiro restaurante a receber a Certificação Angus de origem da carne, Porto Alegre, 06 de maio de 2013
Foto: Eduardo Rocha
O Programa Carne Angus Certificada fechou, nos últimos 30 dias, parceria com dois novos frigoríficos e uma processadora de hambúrgueres. A partir da segunda quinzena de abril, o grupo Estrela Alimentos, do município de Estrela d’Oeste (SP), e o Frigorífico Zimmer, de Parobé (RS), passam a produzir carne Angus certificada. Segundo o diretor do Programa Carne Angus, Reynaldo Salvador, a adesão de novas unidades vem em um momento estratégico frente à recente suspensão parcial dos abates anunciada pelo Marfrig. Em nota emitida no final de abril, a Associação Brasileira de Angus e o Marfrig informaram que o frigorífico optou por interromper os abates dentro do escopo do programa nas unidades gaúchas de Bagé, São Gabriel e Alegrete e em Paranatinga, no Mato Grosso. “O Carne Angus é um programa consolidado e que agrega muito valor aos cortes certificados. Hoje, atuamos com diversas regiões do Brasil e temos abates pulverizados em diferentes plantas de inúmeras indústrias. Com confiabilidade, conseguimos agregar valor à pecuária e qualidade ao consumidor”, salientou Salvador.
Segundo o dirigente, a adesão do frigorífico Estrela visa atender à demanda de cidades com alto poder aquisitivo no interior de São Paulo, mas, no médio prazo, a meta é aproveitar a plataforma do Estrela para exportação. “O Estrela é um frigorífico de primeira linha que atende à demanda do mercado interno, mas também tem tradição exportadora”, pontuou, lembrando que a empresa já está ao lado da Angus há quatro anos durante a participação em feiras internacionais. A busca constante de novos parceiros e mercados, argumenta o dirigente, coloca o Carne Angus na liderança entre os programas de carnes taurinas no Brasil. “Estamos expandido nossa participação no mercado nacional de carnes e, mais recentemente, ganhando fatias do mercado internacional por meio dos cortes gourmet na Europa, Ásia e dos países árabes”, completou Salvador.
A adesão foi comemorada na indústria. Segundo o diretor comercial do Estrela, Eduardo Gomes, a meta inicial é abater 200 cabeças por semana, incrementando as vendas para redes de boutiques e restaurantes. “Os nossos clientes buscam por este produto. Queremos levar a opção para o consumidor preparar em casa a mesma carne que encontra em uma churrascaria”, afirmou Gomes, referindo-se à maciez e qualidade diferenciada da Carne Angus Certificada.
Frigoestrela picanha                                                                                                  Foto: Vitor Moreira
Já o frigorífico Zimmer absorverá parte da oferta de gado Angus dos criadores do Rio Grande do Sul, podendo, com isso, levar ao mercado uma nova linha de cortes premium. A meta é abater de 200 a 300 cabeças já em um primeiro momento. Para o diretor da Zimmer, André Zimmer, a vontade de trabalhar com a raça Angus surgiu com objetivo de conquistar um mercado exigente, que anseia por uma carne de qualidade. “Quando se fala em carne certificada, os consumidores pensam primeiro na Angus, que está a anos luz na frente de muitas outras carnes premium”. Os abates já iniciaram em fase de testes, mas a comercialização começará a partir de maio. O gerente do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros, acredita que o Zimmer atuará em uma região diferenciada, abrindo novas alternativas. “O Zimmer captará animais em regiões da serra gaúcha onde os frigoríficos parceiros têm atuação restrita. A empresa tem excelente potencial e área de comercialização direcionada à Grande Porto Alegre, em especial aos municípios de Novo Hamburgo, Caxias e São Leopoldo” afirmou.
Frigorifico ZimmerFoto: Gabriel Beltrão/Divulgação Associação Brasileira de Angus
A Brasa Burguer, empresa do interior de São Paulo, soma-se também ao projeto do Programa Carne Angus. Especializada na produção de hambúrgueres, irá atender à demanda do consumidor doméstico e também às redes de lanchonetes. “Acreditamos na integração dos elos da cadeia produtiva. As hamburguerias são fundamentais na agregação de valor em cortes não tradicionais da carcaça como os de dianteiro” reiterou Salvador.

Brasa Burguer    Foto: Daniel Panobianco/Divulgação Associação Brasileira de Angus
Mais sobre o Programa Carne Angus
O Programa Carne Angus foi criado em 2003 em parceria entre a Associação Brasileira de Angus e a indústria frigorífica. Está lastreado na certificação de carcaças de animais Angus ou Cruza Angus que atendam a requisitos pré-estabelecidos como idade máxima de abate, peso, índice de marmoreio e acabamento de carcaça. Atualmente, o Carne Angus integra 30 frigoríficos de 13 empresas em dez estados. Ao todo, beneficia mais de 5 mil pecuaristas e, em 2016, fechou com abates próximos a 500 mil cabeças. Até 2020, a meta é atingir a marca de 1 milhão de cabeças.
fonte ABA

Resultado das médias da 11ª Feira de terneiros, terneiras de Jaguarão-RS










Resultado das médias da 
11ª Feira de terneiros, terneiras de Jaguarão-RS

fonte:
Escritório Rural Tarumã
Sindicato Rural de Jaguarão

Total de animais: 350

MÉDIAS:

TERNEIROS: R$ 6,26
TERNEIRAS:  R$ 5,93

Resultado das médias da Feira de terneiros, terneiras e Vaquilhonas de São Gabriel-RS



Resultado das médias

Feira de terneiros, terneiras e Vaquilhonas de São Gabriel-RS

MÉDIAS:

TERNEIROS: R$ 5,00
TERNEIRAS: R$ 4,61


fonte: Cambará Remates

Resultado das médias da 13ª Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de São Pedro do Sul-RS



Resultado das médias da 13ª Feira oficial
de terneiros, terneiras e Vaquilhonas de São Pedro do Sul-RS

MÉDIAS:

TERNEIROS: R$ 5,18
TERNEIRAS:  R$ 4,65

VAQUILHONAS: R$ 4,50

fonte: Cambará Remates

terça-feira, 25 de abril de 2017

Resultado das médias da Estância Itapitocai 2017

Confira o resultado das médias do remate de produção de Estância Itapitocai 2017

A imagem pode conter: atividades ao ar livre e comida


fonte: Leiloeiro Pedro Sanchotene Martins Bastos / Tellechea & Bastos Leilões

Funrural: tire as suas dúvidas sobre o comunicado da Receita Federal e evite multas



A Receita Federal orientou os contribuintes com ações judiciais ou em curso para regularização dos débitos em um comunicado feito no site da instituição. As multas para o descumprimento da regra podem variar de 75% a 225%. A medida vale até dia 31 de maio deste ano. Com a informação, a situação esquentou mais uma vez e o debate sobre o tema gerou muitas dúvidas. Veja o que esclareceu o advogado tributarista, Eduardo Diamantino, durante a edição do Mercado&Cia.
Como a Receita Federal vai proceder com quem não recolheu o Funrural nos últimos cinco anos? Pergunta do Everaldo Meurer – PR
Advogado: Temos que levar em consideração se ele não recolheu por auto-juízo ou se ele tinha liminar. Se ele não tinha liminar e efetivamente foi contribuinte, ou seja, se ele não recolheu e entregou para alguém que descontou, a situação dele é totalmente regular. Caso ele não tenha sofrido desconto e não tenha recolhido e não tenha liminar, ele deve se proteger. Esse é o caso típico que a Receita Federal pode iniciar a fiscalização independentemente do trânsito em julgado do Supremo Tribunal Federal. O que quer dizer se proteger? Voltar a recolher nesse caso a partir do momento atual para frente.  Ou seja, a partir de 31 de março quando foi o julgamento do STF.
Dei nota fiscal de produtos para outro produtor, tenho que recolher os 2,1% ? Pergunta José Umberto Pereira – MG
Advogado: Na verdade, durante o julgamento anterior do Supremo Tribunal Federal, de 2010, do Mata –Boi, não existia a incidência do produtor rural versus produtor rural. Essa lei foi revogada, então teoricamente , embora ninguém recolha existe a possibilidade desse Funrural ser cobrado. Aí o que tem que fazer? Eu acho que como estratégia o que passou passou, considerando que temos modulação e parcelamos especial, a partir de agora deve passar a pagar.
Nesses últimos anos não foi descontado o Funrural das minhas notas fiscais. Vou ter que pagar esses anos retroativos? E daqui para frente como fica? Pergunta Lucinei Burigo – SC
 Advogado:É importante saber por qual razão não foi descontado. Por força de liminar? Imagina que ele entrega para uma pessoa jurídica que tinha liminar e apenas não colocou o desconto na nota e efetivamente fez o desconto, o débito é da pessoa jurídica. Agora, se ele vendeu e deixaram de descontar e a pessoa jurídica não tinha liminar ele pode ser chamado a pagar obrigação. Em tese, a obrigação de recolher é da pessoa jurídica e não do produtor rural.
O pecuarista que entregou o boi para o frigorífico, o débito é do produtor ou da indústria? Pergunta Ricardo de Souza Matos – SP
Advogado: Em tese, da indústria porque a pessoa jurídica sempre é quem deve suportar os débitos. Agora, produtor rural com liminar, o débito é dele. O produtor rural, sem liminar e indústria sem liminar, o débito é da indústria.
Quem não pagou o Funrural, não quer pagar. E como fica quem pagou como eu? Pergunta Sidney Estácio – PR
Advogado: Quem pagou pode dormir em paz, não se submete ao comunicado da Receita. Infelizmente é economia de opção, ou paga-se ou não se paga e arca com as consequências. O dinheiro de quem já pagou pode ser devolvido? Isso não faz sentido. As leis de perdão são excepcionais. Quem pagou fez a obrigação. Acho impossível o governo devolver.
Temos que esperar o acórdão do STF. Só depois disso a Receita Federal vai poder cobrar? Rui Alberto (MT)
 Advogado: É mais ou menos isso. O que acontece é que se você tem uma liminar e a liminar ainda não foi cassada porque o julgamento do Supremo não terminou, ele [telespectador] está certo. Se você não tem liminar e não recolheu o Funrural, você pode ser autuado a qualquer momento independentemente do julgamento do Supremo. Ou seja, a informação é 50% correta.
O STF determinou ao Senado que fosse retirado do ordenamento jurídico a norma que dá fundamento de validade ao Funrural. Se o Senado acatar essa resolução, o Funrural vai acabar? Pergunta Glauco Mascarenhas (MS)
Advogado: Acho o argumento interessantíssimo, mas na prática eu quero crer que o ministro vai mudar o fundamento na hora de escrever e não vai ter efeito nenhum. Nas tentativas de salvar as teses de suspender o Funrural essa é a mais bem elaborada.
Todos os produtores rurais, pessoa física ou empregador, deverão pagar uma multa relativa à venda de gado para frigoríficos durante os 5 anos em que não se cobrou o Funrural? Pergunta Maurício Carlos (GO)
Advogado: Não, o que a Receita quer é aterrorizar as pessoas sobre a possibilidade de terminado o julgamento aplicar a multa sobre quem devia o Funrural. Para quem vendeu o gado, em tese, o responsável é o frigorífico e se o frigorífico recolheu ou não, o produtor não tem que pagar o tributo nem a multa.
Por que estão cobrando do produtor se as empresas que compram é que recolhem e já descontam de nós? Wilson Guerin (SP)
Advogado: Não tem a cobrança do produtor rural, é em tese. O comunicado da Receita que vale para todos acaba atingido o produtor rural. A Receita deve começar pela pessoa jurídica. Agora existem os casos de produtor vendendo para produtor rural e o caso de produtor que não sofreu os descontos, aí a Receita pode cobrar.
Veja mais informações na entrevista completa:
fonte: Kellen Severo

segunda-feira, 24 de abril de 2017

COBERTURAS À VENDA / TEMPORADA 2017-2018

02 +10  PARCELAS DE  R$ 200,00
ou
À VISTA R$ 2.000,00

INFORMAÇÕES COM LUND 053.999941513


domingo, 23 de abril de 2017

Resultado 2º Leilão Cruza Angus Cerificado de Cascavel-PR


2º Leilão Cruza Angus Certificado faz R$ 6,39 para machos em Cascavel

Foto: Divulgação/Assessoria
Leilão especial de Bezerros Angus fez R$ 6,39 para machos e R$ 5,65 para fêmeas

Ocorreu neste sábado (22/04) a segunda edição do Leilão Cruza Angus Certificado em Cascavel (PR). 
A oferta de bezerros foi composta por 366 machos e 412 fêmeas certificados pela Associação Brasileira de Angus. 

O resumo dos resultados é o que segue:   

  • Machos por R$ 6,39/kg com peso médio de 237 kgs (venda de 97% dos animais); 
  • Fêmeas por R$ 5,65/kg com peso médio de 213 kgs (venda de 86% dos animais); 

As vendas foram conduzidas pela Panorama Leilões. 


Informações: Luis Coppeti e Panorama Leilões

Resultado médio da feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilnonas de Uruguaiana-RS

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

Resultado das médias da Feira de terneiros de Uruguaiana
Todos os animais foram pesados na chegada ao parque pela equipe da Tellechea & Bastos Leilões

MÉDIAS:
MACHOS: R$ 5,20
FEMEAS:  R$ 4,94

Nenhum texto alternativo automático disponível.Nenhum texto alternativo automático disponível.

Fonte: Leiloeiro Pedro Sanchotene Martins Bastos

Black Montana: nova opção de pelagem autorizada pelo Comitê Técnico



A novidade para os clientes do Montana é uma nova opção de pelagem para os seus touros. A partir de agora, a pelagem preta é oficialmente aceita.
O Montana é tradicionalmente conhecido pela pelagem vermelha, passando por vários tons, variando do creme ao cereja. Manchas brancas e pretas em pequenas quantidades são aceitas. A abertura para o preto completo é um pedido antigo dos criadores, que vêem na pelagem preta uma nova oportunidade comercial.
Na verdade, há uma decisão técnica muito importante por trás dessa decisão aparentemente estética. Quem explica é Gabriela Giacomini, zootecnista e gerente de operações do Programa Montana: "para a formação do Montana, além do Nelore, sempre optamos pelo uso de raças predominantemente vermelhas. Com a abertura para comercialização de touros pretos, podemos incorporar raças de pelagem preta ao Montana, aumentando ainda mais a variabilidade genética e opções de linhagens. Raças como Aberdeen Angus, Simental Preto e até mesmo Wagyu tinham uso limitado por questões de pelagem, o que não fazia sentido".
Sempre foram aceitas vacas com pelagens variadas nos rebanhos, mas os tourinhos pretos não podiam ser comercializados, independente de sua avaliação genética, apenas por padrão racial.
Segundo Gabriela, o Montana decidiu quebrar mais esse paradigma de padrão racial rígido, e passar a comercializar essa nova opção de pelagem desde que os animais atendam as mesmas qualidades genéticas e de adaptação, essas sim muito rígidas, que os vermelhos.
Vale lembrar que todos os touros Montana são geneticamente avaliados, inspecionados individualmente e possuem o CEIP - Certificado Especial de Identificação e Produção, emitido pelo MAPA para os TOP 26,5% de cada safra.

Fonte: Composto Montana (Gabriela Giacomini) 

sábado, 22 de abril de 2017

Afetada pela Operação Carne Fraca, temporada de feiras de terneiros inicia com preços mais baixos

Além da investigação, queda do valor do boi gordo afeta o mercado 

Afetada pela Operação Carne Fraca, temporada de feiras de terneiros inicia com preços mais baixos Marcus Tatsch/Especial
Na feira de Cachoeira do Sul,  os terneiros tiveram média R$ 5,80, enquanto ano passado o valor chegou a R$ 6,61.Foto: Marcus Tatsch / Especial
Um fator conjuntural e outro pontual se somaram para a temporada de outono de feiras de terneiros no Rio Grande do Sul dar a largada com a última batida do martelo a preços abaixo do que o ano passado. Não bastasse o movimento de recuo do preço do boi gordo iniciado ainda em 2016, o mercado ficou mais confuso a partir de março com a polvadeira provocada pela Operação Carne Fraca, que investiga irregularidades em frigoríficos e trouxe como consequência a paralisação momentânea de abates também no Estado, além de mais pressão nas cotações.
No radar, a incerteza sobre o tamanho do impacto nas exportações e no consumo interno, já desaquecido devido à recessão atravessada pelo país.
Os primeiros remates confirmaram os reflexos. Na feira de Lavras do Sul, uma das que abrem o circuito, no início do mês, os terneiros encerraram com média de R$ 5,20 o quilo vivo e, as terneiras, de R$ 4,90. O consultor Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha, esperava preços acima de R$ 5,50 para os machos. Mesmo assim, observa que não falta liquidez, e lotes de maior qualidade – com padrão racial e de peso e boa sanidade – seguem melhor remunerados.
– O mercado sentiu as dúvidas gerada pela Operação Carne Fraca. Se os frigoríficos pararam por um tempo de comprar, o preço cai e é natural que os produtores não demonstrem grande empenho em adquirir animais para reposição – lembra o especialista.
Mesmo que o início da temporada não empolgue, as feiras da estação vão até o início de junho e há tempo para o mercado se recuperar, lembra Velloso. Sem se dobrar ao pessimismo, o presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Estado (Sindiler-RS), Jarbas Knorr, diz acreditar que, no transcorrer das feiras, números melhores vão aparecer nas planilhas, se aproximando mais dos preços do ano passado, quando a média dos terneiros no Rio Grande do Sul, com a comercialização de 31,5 mil animais, chegou a R$ 6,16.
– Até tinha receio que todos esses comentários influenciassem mais – diz Knorr, referindo-se à operação.
O presidente do Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé, Valdomiro Resner, parece mais cético. Para a feira do município, marcada para a próxima quinta-feira, avalia que os preços devem ficar na casa dos R$ 5 para os machos e R$ 4,70 nas fêmeas, abaixo do evento no ano passado. Mas a oferta deve ser boa. Até o dia 12 de abril, eram 1,5 mil animais inscritos.
– A expectativa é chegar a 2 mil – diz Resner, que apesar de não demonstrar otimismo no curto prazo, acredita em uma recuperação nos próximos meses com a normalização das exportações e ambiente melhor na economia.
Na Fronteira Oeste, a feira de terneiros de Quaraí, na terça-feira, seguiu a tendência, com médias de R$ 5,29 para os machos e R$ 4,81 para as fêmeas. Na quarta-feira, em Cachoeira do Sul, os terneiros saíram a R$ 5,80. Ano passado, a média foi de R$ 6,61.
Também na terça-feira, São Sepé surpreendeu de forma positiva. Foram cerca de 680 animais comercializados com média de R$ 6,03.
– Foi além da expectativa. Imaginava que ficaria por volta de R$ 5,50 – diz o presidente do núcleo de produtores de terneiros do município, Luiz Cidinei Becker Scherer.
A desconfiança em relação aos resultados antes do leilão era atribuída à conjuntura da agropecuária, com preços do gado, milho e soja baixos, além dos reflexos da operação da Polícia Federal. Segundo Scherer, o mercado do boi gordo também não vem mostrando grande demanda na região, com os frigoríficos mais tímidos nas compras. Para o produtor, a qualidade da terneirada em pista e a disponibilidade de crédito ajudaram os resultados.
Fim de um ciclo na pecuária
Na próxima terça-feira será a vez da feira de terneiras e Scherer diz esperar média parecidas com a dos machos.
A temporada de cotações mais moderadas é resultado do fim de um ciclo, de retenção das fêmeas e aposta dos produtores em manter as matrizes nas propriedades para a produção de terneiros para atender à demanda. A avaliação é da pecuarista, veterinária e consultora Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, de São Paulo. Quando o IBGE apresentar os dados de abates no país no primeiro trimestre, o aumento de abate de fêmeas deve ser confirmado.
– Por uma questão de ciclos, devemos ver os preços do bezerro subirem em um período de dois anos e meio – aposta Lygia.
Em relação à exportação, a consultora avalia que está se normalizando. A reabertura rápida dos mercados, acredita Lygia, é resultado da alta internacional dos preços pela ameaça de oferta global enxugada se o Brasil, um dos líderes em produção de carnes, for alijado do mercado por alguns dos principais importadores.
Veja como foram as médias e o número de animais (machos) vendidos nas feiras de outono desde 2011
Bancos garantem acesso a crédito
Se os negócios perderam um pouco de brilho, o crédito para as feiras oficiais não parece ser uma das causas. No Sicredi Pampa Gaúcho, que abrange
12 municípios da Fronteira Oeste, são cerca de R$ 20 milhões disponíveis, o que deve suprir a demanda. Ano passado, nas ferias de terneiros de outono, foram tomados R$ 12 milhões, diz o diretor-executivo da unidade, Leandro Gindri de Lima. Os recursos com juro controlado têm taxas de 8,5% a 9,5% ao ano, com dois anos de prazo. Na modalidade livre, vai a 14,5%, com três de prazo.
– Acreditamos que é o suficiente. E o próprio prazo de pagamento que é dado nos remates, sem usar dinheiro de banco, tem atendido às expectativas – informa Lima.
O Banrisul disponibiliza linhas para adquirir terneiras, vaquilhonas, machos e fêmeas destinados à reprodução com prazo de dois anos. Para terneiros de até 12 meses destinados à recria e engorda, são 18 meses. O limites são de R$ 70 mil por produtor.
O Banco do Brasil tem linhas para aquisição de animais para recria e engorda com um e dois anos de prazo, com taxas de 9,5% ao ano, no custeio. Para investimento, é possível comprar matrizes com prazo de cinco anos e juro de 10,87%.
Por: Caio Cigana /  fonte: ZH

quinta-feira, 20 de abril de 2017

BLOG LUND NEGÓCIOS Com muito orgulho de poder ajudar a formar opiniões!




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Resultados da 24ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Quarai-RS

      foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da 24ª Feira de Terneiros, de Quarai 

Foram apresentados:

974 terneiros
334 terneiras 
sendo 93% dos machos comercializados e 47% das femeas.

Média geral

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 5,29
*Terneiras R$ 4,81

fonte: Sindicato Rural/Lance Agronegocios

Resultados da 46ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Cachoeira do Sul-RS

   foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da Feira de Terneiros, de Cachoeira do Sul realizada no dia 19.04.2017

Foram apresentados 507 terneiros 

Média geral

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 5,79

*Terneiras R$ 5,51
Prazo de 28 dias ou à vista, com 1% de desconto

fonte: Valerio Lemos

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nota Oficial – Angus e Marfrig

A Associação Brasileira de Angus (ANGUS) e a Marfrig Beef ratificam ao mercado sua parceria e a continuidade da produção da Carne Angus Certificada nas unidades de Promissão (SP), Bataguassu (MS), Tangará da Serra (MT) e Mineiros (GO), com o pagamento de premiações especiais aos produtores participantes.
Em atenção ao compromisso de transparência, informam seus produtores rurais que, por decisão estratégica da Marfrig, as unidades de Bagé, São Gabriel e Alegrete (RS) e a unidade de Paranatinga (MT) deixarão de contar com a certificação da ANGUS, a partir de 01/05/2017, por tempo indeterminado.
A Marfrig reitera aos consumidores e aos clientes de varejo e food service que o fornecimento da marca Marfrig Angus, com a certificação da Associação Brasileira de Angus, continuará sendo abastecida pelas outras unidades certificadas da Marfrig.
A empresa continuará a adquirir os animais com genética Angus produzidos no Rio Grande do Sul com valorização por sua qualidade. Estes serão direcionados para outras linhas e mercados da empresa.
Reynaldo Titoff Salvador
Programa Carne Angus Certificada
Associação Brasileira de Angus
Vice-Presidente
Marfrig Global Foods S/A
19 de Abril de 2017

Resultado da Feira de Terneiros de São Sepé-RS

     foto ilustrativa

Seguem abaixo a média da Feira de Terneiros, de São Sepé realizada no dia 18.04.2017

Foram apresentados 686 terneiros

Média geral de peso 190 kg

MÉDIAS:

*Terneiros R$ 6,03

fonte: Leiloeiro Marcelo Trentin

domingo, 16 de abril de 2017

URUGUAY - Vietnam es “interesante” para la exportación de ganado en pie

Es un país que está “‘ávido por ganado y con una economía sostenida”.

MONT07- MONTEVIDEO (URUGUAY).
Pensar en nuevas alternativas para ampliar el abanico de mercados para exportar ganado en pie, teniendo en cuenta las dificultades que presenta actualmente Turquía, es una opción positiva para continuar con la comercialización de animales desde Uruguay.
Para Fernando Fernández, exportador de ganado, Vietnam surge como “un mercado interesante que, a pesar de estar lejos, están ávidos por comprar ganados”. Explicó en Valor Agregado en Carve que desde hace un tiempo Estados Unidos están embarcando fluidamente animales al país asiático y tienen precios para el ganado superiores a los de Uruguay, por tanto, existe la posibilidad de ser competitivos.
Comentó que el protocolo sanitario es muy fácil de acceder y actualmente Brasil está en proceso para alcanzar la habilitación. El operador recomendó “atacar estos mercados porque son países dispuestos a pagar un poco más por la hacienda, además cuentan con dinero, economías en progreso y sostenida y no tienen tradición ganadera”.
Irak. En las últimas semanas se conoció la noticia que las autoridades sanitarias del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca están negociando la apertura del mercado iraquí para exportar ganados en pie. Desde el MGAP aseguraron que es un protocolo sencillo de negociar y posiblemente se avance a pedido de las firmas exportadoras.
Fernández explicó que, en un principio, Irak trabajaba con fluidez desembarcando en puertos propios; sin embargo, por problemas políticos y bélicos decidieron importar a través de Turquía. Afirmó que las primeras operaciones salieron bien, pero después el gobierno turco cambió las reglas de juego y los iraquíes se asustaron un poco y frenaron los negocios.
Por último, el exportador dijo que Irak resulta una buena opción para ganados con destino a faena y no para novillos.

Escuche a Fernando Fernández:
    fonte: EL PAIS

    Egipto cerró mercado a Uruguay en ganado

    En el gobierno lo desconocen asegura un exportador.
    Carga ganado vacuno.
    Hace un año y poco llegó a Egipto un embarque con ganado de carne de Uruguay en el cual iban unas 400 vacas de razas lecheras que dieron positivo a leucosis” y esa situación “provocó que el país cancele la liberación de permisos para importar ganado en pie desde Uruguay”, dijo a El País el exportador, Fernando Fernández.
    Explicó que se trata de un caso extraño, porque cuando se firma un protocolo sanitario entre países se realiza una denuncia por parte del país que detecta el problema (en este caso Egipto) y se intenta solucionar el diferendo para seguir adelante en la comercialización.
    “Por parte de las autoridades egipcias hay un hermetismo y silencio total, a tal punto que para Uruguay está todo bien y creen que el mercado continúa abierto”, comentó el exportador de ganado en pie.
    Sin embargo, “los importadores del país africano van al ministerio a levantar permisos y no los habilitan porque el mercado está cerrado para Uruguay”, agregó.
    Egipto, a pesar que no es constante y maneja volúmenes y precios inferiores a Turquía, significa “un destino muy bueno” para Uruguay, señaló Fernández.
    “Las veces que Egipto aflojó las compras fue porque Turquía importaba agresivamente y los precios no eran accesibles, pero después siempre comercializó”, indicó.
    El exportador explicó que en momentos que el mercado turco está paralizado, como ahora, Egipto podría ir acompañando el movimiento de la exportación de ganado en pie en Uruguay. Además dijo que hay operadores uruguayos que tienen negocios para comprar en el país y han tenido que ir a Brasil a conseguir ganado porque no logran los permisos.
    “Es necesario tener mucho cuidado en los diferentes procesos”, señaló Fernández. “Muchas veces se hacen diagnósticos cuando se compran ganados en el campo y dan libre de leucosis, en la cuarentena también. Luego a raíz del estrés del embarque y viaje el ganado baja sus defensas y salta el virus”, añadió.
    Aseguró que “todo el mundo que está en la exportación sabe que es posible esta problemática”. De todas maneras, reiteró que “lo raro es que se limiten a decir que para Uruguay no hay permisos y acá nadie esté al tanto de esta situación”.
    Otros mercados. Una alternativa cercana para ampliar el abanico de mercados para exportar ganado en pie es Vietnam. “Es un destino interesante que, a pesar de estar lejos, están ávidos por comprar ganados”, explicó Fernández. El exportador dijo que desde Estados Unidos están embarcando fluidamente animales al país asiático y tienen precios para el ganado superiores a los de Uruguay.
    Comentó que el protocolo sanitario es muy fácil de acceder y actualmente Brasil está en proceso para alcanzar la habilitación. El operador recomendó “atacar estos mercados porque son países dispuestos a pagar un poco más por la hacienda, además cuentan con dinero, economías en progreso y sostenida y no tienen tradición ganadera”.
    fonte: El Pais

    quinta-feira, 13 de abril de 2017

    Resultado da 8ª Feira de Terneiros,Terneiras e Vaquilhonas de Barra do Quarai 2017


    Seguem abaixo as médias da 8ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Barra do Quarai realizada no dia 12.04.2017

    MÉDIAS:

    *Terneiros R$ 5,07
    *Terneiras:R$ 4,85
    *Vaquilhonas:R$ 4,81
    Prazo 45 dias
    Comissão: 5%

    fonte: Renato Bitencourt / Lance Agronegocios



    quarta-feira, 12 de abril de 2017

    Pecuarista pode perder até 10% na venda de animais com fim da certificação de raça


    A suspensão das certificações de raças por grandes indústrias nacionais – programa pelo qual frigoríficos auditavam rebanhos e pagavam prêmios pela melhor qualidade das carnes - foi mais um complicador no cenário já conturbado dos pecuaristas.
    Os produtores recebiam bonificações de até 10% pela criação de raças específicas. Esse mecanismo garantia melhor resultado na atividade, mas o noticia do encerramento da certificação tem preocupado o setor.
    Gedeão Silveira Pereira, vice-presidente da Farsul (Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul), conta que o fim da bonificação poderá reduzir em até 11% o valor do animal entregue. No estado, o boi sem certificação é comercializado na média de R$ 9,80/carcaça, enquanto o preço pago por certificação chega a R$ 10,90/carcaça.
    A Marfrig informou que irá interromper o processo de certificação de animais das raças hereford, braford, angus e seus cruzamentos. “Infelizmente tínhamos inúmeros cortes de qualidade sem valorização no mercado, o que comprometia a rentabilidade”, diz Mauricio Manduca, gerente da mesa de negócios da Marfrig Global Foods, durante evento de pecuária em Ribeirão Preto.
    A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), destacou que o contrato com a Marfrig venceria no final do mês, mas não houve interesse da empresa em renovação. Além disso, ressaltou que o acordo para o fim das certificações foi realizado antes da deflagração da operação Carne Fraca.
    A ABHB acredita que deverá ocorrer redução de 20% a 25% no volume de certificações nos próximos meses. Mas, ressaltou que segue buscando novas indústrias frigoríficas parceiras gaúchas a fim de dar novas alternativas de bonificação aos produtores, bem como, suprir o mercado habituado a consumir a carne bovina com o selo de qualidade Carne Certificada.
    No Rio Grande do Sul, Gedeão Silveira ressalta que o estado possui um volume elevado de indústrias frigoríficas de médio e pequeno porte, que continuam realizando a certificação e, possivelmente serão a alternativa de venda do produtor.
    “Certificar tem custo, pois é preciso que o frigorífico coloque um técnico para avaliar a qualidade do processo. Mas, se mudarem as condições de mercado, nos mudaremos a estratégia”, argumentou Fabiano Tito Rosa, gerente de compra de gado da Minerva Foods.
    Em nota, a JBS informou que segue com as certificações de raça e, “toda carne que entra nesse produto (rótulo e Angus Friboi) é certificada pela Associação Brasileira de Angus (ABA)". A empresa também argumentou que o volume de vendas dos rótulos certificados cresceu nos últimos anos.
    Contratos a termo
    Outra preocupação dos pecuaristas é a suspensão dos contratos a termo pelas indústrias frigoríficas. A prática era fortemente disseminada na atividade, consistindo em uma trava futura de um volume físico de bovinos entre indústria e produtor.
    Antes era possível contratar um determinado volume a preço fixo, mas essa modalidade está suspensa por tempo indeterminado. As indústrias, porém, afirmam que o contrato a termo não estão totalmente parados.
    A JBS divulgou comunicado onde ressaltou “que está suspenso é a compra com ‘preço fixo’, modalidade que representava 20% do total das compras estruturadas da empresa.
    Segundo Fabio Dias, diretor de relacionamento com o pecuarista da divisão de carnes da JBS, seria uma irresponsabilidade a companhia fazer operações a termo sem poder se proteger na bolsa.
    “As companhias precisava travar na bolsa para negociar com o pecuarista, o que está difícil. Para o pecuarista, uma saída são os contratos de opção de venda, os quais, na prática, ele compra um seguro para poder vender a arroba por um preço mínimo no mercado futuro ou negociar por um valor maior no mercado físico", diz Leandro Bovo, sócio da Radar Investimentos.
    Bovo ressalta que a baixa liquidez do mercado futuro tem desestimulado os frigoríficos a realizarem as compras a termo. No passado, o número de contratos abertos na BM&FBovespa alcançou 70 mil, hoje esse volume chega a 10 mil, apenas.
    Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o gerente de confinamento da Usina Estiva (SP), Antônio Domingos Neto, afirmou que a dificuldade no fechamento de contratos a termo desde o final do ano passado, poderão refletir na intenção de confinamento neste ano.
    "Os frigoríficos estão fazendo negócios apenas sem contrato, ou seja, com valor abaixo da BM&F, o que dificulta ainda mais a equalização das contas", diz Neto.
    Por: Larissa Albuquerque
    Fonte: Notícias Agrícolas