quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Vacas Novas para Reprodução a Venda


VACAS ENTOURADAS
Lote: 0434
Quantidade: 50
Peso Médio: 420
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 3-4
Raça: Braford
Animal: Vacas entouradas
Valor: R$ 4,50
Cidade: Piratini
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Excepcional lote de vacas Braford com serviço de touros Braford. Ainda não foi feito Ultrasom para confirmação de prenhes. Origem de gado de cabanha.
Imagens do lote

Tratar com Lund 053.999941513 ou Charles 053.999915601

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Principais indicadores do mercado do boi – 21-02-2017

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
20/02/17Diferença
17/Fev13/Fev18/Jan/17
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 145,570,99%0,05%-2,14%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.172,98-1,85%-3,38%-5,77%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.228,933,85%3,57%1,60%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 47,091,09%0,82%1,96%
DólarR$ 3,09-0,10%-0,76%-4,01%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo apresentou alta de 0,99%, nessa segunda-feira (20) sendo cotado a R$ 145,57/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 146,00.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 1,85%, cotado a R$ 1172,98/cabeça nessa segunda-feira (20). A margem bruta na reposição foi de R$ 1228,93 e apresentou alta de 3,85%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na segunda-feira (20), o dólar apresentou apresentou baixa de 0,10% e foi cotado em R$ 3,09. O boi gordo em dólares registrou valorização de 1,09%, sendo cotado a US$ 47,09. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 20/02/17
Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Fev/17144,480,2172391 
Mar/17142,500,7152861 
Abr/17142,410,84180 
Mai/17141,290,874.184823 
Jun/17142,030,7630 
Jul/17142,700,6600 
Ago/17143,380,5600 
Set/17143,990,4600
Out/17144,600,351.76621 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
10/02/17144,93145,3010/02/171214,01.
13/02/17145,49145,9313/02/171214,011220,57
14/02/17144,98145,6814/02/171201,271203,57
15/02/17145,09145,4115/02/171201,271203,57
16/02/17144,69145,0016/02/171201,701203,57
17/02/17144,15144,5717/02/171195,141197,00
20/02/17145,57146,0020/02/171172,981174,97
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
O contrato futuro do boi gordo para fev/17 apresentou alta de R$ 0,21 e foi negociado a R$ 144,48 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/17
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
20/02/17Diferença
17/Fev13/Fev18/Jan/17
Traseiro (1×1)R$ 11,800,00%0,00%-3,28%
Dianteiro (1×1)R$ 7,600,00%1,33%0,00%
Ponta AgulhaR$ 7,600,00%0,00%-2,56%
Equiv. FísicoR$ 168,810,00%0,12%-3,00%
Spread Eq. Físico/EsalqR$ 23,24-5,76%0,48%-8,07%
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 168,81. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 23,24 e sua variação apresentou baixa de R$ 1,42 no dia. Conforme mostra a tabela acima
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: Beef Point

URUGUAY - Avanzado negocio de exportación de terneros enteros a China

Avanzado negocio de exportación de terneros enteros a China
Mientras se espera por cerrar los acuerdos de exportación en pie con Turquía, la principal firma del sector en Uruguay tiene avanzado un negocio para terneros eneros con China. Desde  Gladenur dijeron a Tiempo de Cambio de radio Rural que tienen “80% avanzado” un negocio de exportación de terneros enteros a China que podría llegar a las 15.000 cabezas.  A fines del año pasado las autoridades uruguayas cerraron el protocolo para exportar ganado en pie para engorde y faena a China.  Según Gladenur, los precios por los terneros a China son algo inferiores a los plantados por Turquía debido al mayor costo del flete.
En las últimas semanas los precios por los terneros enteros ajustaron a la baja alineándose con los valores planteados por los operadores turcos con referencias en torno a US$ 2 por kilo.
fonte: Blasina y Asociados
También en precios cercanos a esa referencia podría empezar esta semana la operativa destinada a Turquía.

Marfrig tem seis meses para definir rumo da planta de Alegrete


A Prefeita Cleni Paz da Silva, o presidente do Sindicato da Indústria da Alimentação Marcos Rosse, participaram da audiência de mediação entre o Frigorífico MARFRIG e o STIA de Alegrete, dia 20, na sede do Tribunal do Trabalho da 4ª Região em Porto Alegre.
Ficou definido entre as partes que a empresa MARFRIG terá o prazo de 180 dias, a contar do dia 1º de março de 2017, em expressar qual a sua intenção em relação à planta de Alegrete, seja para retomada de suas atividades, ou vai viabilizar a transferência dos seus direitos para outros interessados em explorar esta a atividade aqui em Alegrete. local.
Na hipótese de interesse na transferência dos direitos possessórios, a empresa deverá apresentar critérios objetivos de sua pretensão negocial, de modo que fique claro a todos quais as bases mínimas para viabilizar a negociação, bem como permitir a fiscalização do Ministério Público do Trabalho. Havendo apresentação de proposta envolvendo a transferência dos direitos possessórios, esta terá validade pelo período de 120 dias, a partir de sua respectiva apresentação pela MARFRIG, de modo que, não surgindo interessados em tal período, estará extinta a obrigação da MARFRIG. Havendo descumprimento da empresa em relação a estes itens acima citados, deverá pagar multa no valor de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais), cuja destinação será oportunamente apontada pelo Ministério Público do Trabalho.
A Prefeita Cleni Paz demonstrou extrema preocupação com a situação.“É lamentável que a empresa responsável pela planta em nossa cidade fique suspensa. A paralisação, mesmo que temporária, afetar diretamente na queda da arrecadação da cidade, no volume de negócios do nosso comércio local, bem como, na redução de competitividade e capacidade econômica do Estado frente ao mercado interno e externo. Temos que nestes 180 dias buscar forças para que o Marfrig reative suas atividades mantendo a sua capacidade de produção ou de buscarmos alternativas como o interesse de outras empresas,” ressalta a Prefeita Cleni.
O município de Alegrete é reconhecido no Rio Grande do Sul, como a maior praça de rebanho bovino, com cerca de 700 mil cabeças disponíveis para negócio, estendendo-se a sua reconhecida qualidade de produção.
A exoneração dos 478 trabalhadores, em férias coletivas desde dezembro de 2016, será encaminhada pelo Sindicato que vai anunciar como sera encaminhada esta situação.
Também estiveram presentes, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins (CNTA), o Governo do Estado, o Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho, sob a presidência do Desembargador Ricardo Hofmeister de Almeida Martins Costa, Coordenador do Núcleo de Conciliação do TRT4, com a presença dos Juízes Luís Henrique Bisso Tatsch e Eduardo Batista Vargas, do JACEP, e Fabiana Gallon, Juíza Titular da VT de Alegrete.
Fonte: Alegrete Tudo

Brasil abre registro do Ultrablack, raça tem 80% de sangue Angus


Foto: srrtexas.com
O Ministério da Agricultura (Mapa) autorizou a Associação Brasileira de Angus a dar início aos registros de animais Ultrablack no Brasil. A liberação foi homologada pela portaria 183, de 2 de fevereiro de 2017. A nova raça, originária da Austrália, é resultado do cruzamento de animais Angus e zebuinos com, no mínimo, 80% de sangue Angus. Os exemplares são mochos e têm pelagem lisa preta ou vermelha, apresentando um biotipo adaptado à produção de carne de qualidade no Brasil Central, especialmente quando usado no cruzamento com fêmeas F1 Angus x Zebu.
O gado Ultrablack ganhou representatividade entre os pecuaristas australianos, tradicional região de criação de Angus. Seguindo características que já são tradicionais do gado Angus, o Ultrablack é um bovino dócil, com destacada aptidão materna e baixo peso ao nascer, o que facilita a reprodução. Além disso, tem ampla capacidade de adaptação, um fator extremamente interessante para garantir a produtividade no Centro-Oeste brasileiro.
A carne do Ultrablack tem alto índice de marmoreio e sabor diferenciado. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, a entidade, preocupada com a continuidade do cruzamento industrial e com uma maior eficiência reprodutiva das fêmeas F1 Angus, foi buscar o que havia de mais moderno no mundo para cruzamento. “É uma novidade que vem facilitar e qualificar ainda mais o cruzamento industrial do Brasil, permitindo a maximização do uso de genética Angus na região”, pontuou.
Foto: srrtexas.com
Segundo o consultor escocês Don Nicol, que em 2016 esteve no Brasil reunido com produtores brasileiros para falar sobre o Ultrablack, os criadores precisam abrir os olhos para essa nova possibilidade. “Recomendo que deem uma olhada com atenção nesse novo animal”, pontuou o especialista que, por anos, atuou o melhoramento do rebanho australiano.
fonte: Comprerural

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Confira relatório do USDA sobre mercado de carne bovina dos EUA

Dados Comerciais de 2016 mostram que o setor de produtos animais dos EUA é um importante exportador
 Os dados mais recentes disponíveis sobre o comércio de carnes vermelhas, de aves e de lácteos dos Estados Unidos mostram que a demanda externa representa uma parcela significativa da produção de produtos animais do país. No caso da carne bovina, em 2016, as exportações de carne bovina representaram 10,1% da produção comercial. A Ásia foi o maior mercado de exportação no ano passado, representando 63% das exportações de carne bovina.
USDA 1
Relatório mostra continuidade de expansão no mercado de gado, mas a taxa decrescente
O Serviço Nacional de Estatísticas Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (NASS, na sigla em inglês) divulgou seu relatório de bovinos em 31 de janeiro de 2017, que mostrou maiores números de estoque em muitas categorias pelo terceiro ano consecutivo. O rebanho total de bovinos e bezerros aumentou cerca de 2% com relação a 2016.
Os aumentos foram observados em 27 Estados. Estados com os maiores aumentos em todos os bovinos e bezerros incluem Texas (+500.000 cabeça), Missouri (+ 250.000 cabeça), Oklahoma (+200.000 cabeça) e Kansas e Colorado (+150.000 cabeça cada).
A expansão foi provavelmente impulsionada por um combinação de fortes retornos das operações de cria em 2014 e 2015, bem como melhores condições de pasto e de escala em grande parte da região das Planícies. O número de vacas de corte foi 3% maior do que no mesmo período do ano passado, mas o número de vacas leiteiras ficou praticamente inalterado.
O total de vacas de corte aumentou em3%, mas vários indicadores sugerem que, embora a expansão continue, a taxa de expansão está desacelerando. As novilhas para reposição de vacas de corte e leite são frequentemente usadas como barômetros das taxas de expansão ou contração do rebanho. As novilhas para a reposição de vacas de corte estavam 1% mais altas do que no ano passado, mas abaixo dos aumentos de 4% e 3% alcançados em 2015 e 2016, os primeiros 2 anos desta expansão.
As novilhas para a reposição de vacas leiteiras apresentam padrões semelhantes, registrando níveis de 1% abaixo de 2016, mas foram positivas nos primeiros dois anos de expansão.
Os produtores também indicaram que esperam apenas 2% mais novilhas de corte tenham bezerro durante 2017, abaixo dos aumentos de 7% e 6% em 2015 e 2016.
USDA 2
Apesar dos alimentos para animais serem relativamente baratos, os retornos para as operações de gado para engorda foram negativos, com as perdas se ampliando em 2016. Apesar das melhoras esperadas nos retornos na engorda de bovinos, os estoques de gado para engorda fora dos confinamentos estão acima dos do ano passado e os preços permanecerão sob pressão por grande parte de 2017. Os preços do gado para engorda em 2017 deverão ficar em média em US$ 289-306 por 100 quilos, cerca de US$ 15 a menos que em 2016.
O número de bovinos de engorda em confinamentos com capacidade de mais de 1.000 cabeças em 1 de janeiro de 2017, foi levemente maior. O gado colocado engorda em dezembro de 2016 aumentou 18% em relação a dezembro de 2015. Este foi o segundo mês consecutivo em que houve um aumento de dois dígitos com relação ao ano anterior na colocação de gado. É provável que menores números animais em pastagens de pequenos grãos tenham contribuído para o aumento relativamente grande de colocações.
A área plantada com trigo de inverno foi menor do que 2016 na maior parte do país e a estimativa de gado pastando em pastagem de grãos pequenos no Texas, Oklahoma e Kansas em 1 de janeiro de 2017 foi 5% menor que em 2016.
As vendas de boi gordo em dezembro de 2016 foi 7% maior que as de 2015, mas o aumento do número de bovinos em engorda em 1 de janeiro de 2017 e o momento de sua colocação sugerem que o mercado de boi gordo no primeiro semestre de 2017 será maior do que 2016.
Com 2% a mais de gado fora dos estabelecimentos de engorda em 01 de janeiro, as colocações em 2017 devem ser acima das de 2016. O calendário de colocações durante o ano dependerá de uma série de fatores, incluindo decisões de criação de rebanho, decisões dos produtores sobre o trigo de inverno e a disponibilidade de forragem durante o ano.
A produção comercial de carne bovina em 2016 foi 6% maior que a de 2015. Isto devido a uma combinação do aumento dos abates pesos levemente maiores de carcaças. Os pesos foram mais elevados no primeiro semestre, mas caíram com relação ao ano anterior, à medida que os produtores se tornaram mais sintonizados com suas vendas. Os abates em 2017 deverão ser mais altos à medida que o gado colocado no final de 2016 e no primeiro semestre de 2017 for comercializado. Espera-se que os produtores permaneçam relativamente atualizados em suas comercializações durante o ano, o que limitará o aumento dos pesos de carcaça. A produção de carne bovina para 2017 deverá ser 3% maios que os níveis do ano anterior.
Os preços do boi gordo devem permanecer sob pressão em 2017. As margens de frigoríficos estão sazonalmente fracas, o que provavelmente impactará em sua disposição de oferecer preços maiores do gado durante as semanas seguintes. Embora as maiores ofertas de boi gordo sejam introduzidas no mercado no trimestre de primavera, os preços do novilho gordo provavelmente permanecerão sob pressão, ficando em média em US$ 234 – US$ 242,5 por 100 quilos durante o trimestre. Grandes ofertas de boi gordo provavelmente continuarão a pressionar os preços durante a segunda metade do ano. Os preços do boi gordo deverão ficar em média em US$ 240 – US$ 256 por 100 quilos para o ano, menos que os US$ 266,45 em 2016.
Exportações de carne bovina dos EUA permanecerão fortes em 2017
Os dados de comércio de dezembro, juntamente com os totais anuais, foram divulgados no início deste mês. As exportações totais de carne bovina em dezembro atingiram 111,13 milhões de quilos, 30% a mais do que no ano anterior. Depois da queda das exportações de carne bovina em 2015, as vendas para uma série de parceiros comerciais asiáticos (Japão, Coréia do Sul e Taiwan) ajudaram as exportações de carne bovina dos EUA a se recuperar para 1,16 bilhão de quilos em 2016. Dados preliminares sugerem maiores exportações a curto prazo, e com maiores ofertas de carne e preços mais competitivos, a demanda robusta provavelmente apoiará uma expansão das exportações durante 2017, para 1,23 bilhão de quilos.
As importações de carne bovina dos EUA para 2017 deverão continuar caindo com relação aos níveis de 2016, para 1,24 bilhão de quilos em 2017, devido ao esperado aumento das ofertas domésticos e a expectativa de ofertas mais apertadas na Oceania.
USDA 3
Previsão de importações de bovinos vivos menor em 2017
As importações totais de gado dos EUA para 2016 foram relatadas em 1,71 milhão de cabeças, quase 14% a menos que no ano anterior. Desde os picos 2014, as importações de gado do Canadá e do México deverão diminuir pelo terceiro ano consecutivo em 2017, para 1,68 milhões de cabeças. Durante 2016, o maior rebanho de gado dos Estados Unidos e o declínio nos preços dos bois para engorda contribuíram para o declínio das importações de animais do Canadá e do México. O México continua a terminar mais animais em confinamento e vender quantidades crescentes de carne aos Estados Unidos e ao resto do mundo.
Para as exportações de gado, os totais de 2016 caíram em 4% com relação a 2015, para 69.411 cabeças. No entanto, as exportações de dezembro de 2016 seguiram o recorde de novembro do maior total mensal de exportações de gado vivo desde 2013. As exportações para 2017 deverão aumentar para 85.000 cabeças.
USDA 4
Fonte: USDA, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Novilhos Europeus a venda

NOVILHOS
Lote: 0432
Quantidade: 50
Peso Médio: 280
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 2-3
Raça: Cruza Europeus
Animal: Novilhos
Valor: R$ 5,20
Cidade: Caçapava do Sul
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Maioria pretos, colorados,e pampa. 04 fumaça., apenas tres aspados. Castrados.Carrapateados e conhecem mio-mio
Imagens do lote

Austrália faz primeira exportação de gado britânico em pé para a China

australia gado em pe
“A primeira venda de gados de raças britânicas para a China foi finalizada”, disse Fernando Garcia Pintos, engenheiro agrônomo uruguaio que vive na Austrália. Ele está trabalhando no estado de Victori, na fazenda, Donntworthy dedicada à criação reprodutores Hereford e Angus, e disse que a Austrália tem “muita exportação de gado vivo de raças zebuínas” para a China, mas confirmou que esta semana foi feito o primeiro embarque de gado britânico e continental.
Atualmente, a China é para o Uruguai uma nova alternativa para a colocação de gado de raças de corte, após um protocolo assinado no final de novembro de 2016, que permite a colocação de animais destinados à engorda e abate.
Tendo em conta os atrasos nos contratos com a Turquia, devido a pressões de preços e garantias impossíveis de cumprir por parte dos exportadores, surge a necessidade de explorar novos mercados. A China oferece valores mais elevados, que seduzem, frente para ao mercado turco, mas a distância da viagem prejudica a equação.
Fonte: http://www.meatpoultry.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Obrigado Fernando, pela parte que nos toca!!!


Caro amigo Fernando Velloso
Não é de hoje que tenho certeza de que sabes o quanto te admiro e a teu trabalho, tua lucidez, tua visão, e, principalmente, tua maneira de ser.
Venho aqui te agradecer pelo que escreveste no artigo da AG Rural em defesa do trabalho de todos nós Corretores, que de alguma forma ajudam ou até influenciam para que cada dia tenhamos uma pecuária mais valorizada e por que não dizer, todo agronegócio em si.
Fico muito à vontade de falar sobre o assunto porque também vivo meu dia a dia neste ambiente.
Concordo plenamente com tuas palavras sobre a importância  do Corretor ou do Agente de comercialização, como tu denominas, e tenho certeza que nos parágrafos em que tu falas "Por que contratar um agente comercial? As justificativas para buscar apoio no agente comercial" as justificativas só não foram maiores por falta de espaço em tua coluna. Aproveitando a deixa, acho que deveríamos, muito em breve e rapidamente, tratar de normatizarmos um pouco esta profissão, sim, ou melhor, vocação. Nosso trabalho merece um reconhecimento maior, e que só não ocorre porque hoje qualquer um se diz corretor, confundindo muito a cabeça de nossos clientes, de quem é e quem não é um verdadeiro corretor. Atualmente, qualquer um que fique sabendo de algum vizinho, amigo ou conhecido que tenha um gado a venda, já se apresenta como "Corretor" para fazer um bric, para dar uma mordidinha, Como alguns dos vários exemplos que temos,  cito alguns, como profissionais ligados à logística, que passaram a  profissionais ligados à logística + corretores, colaboradores de estabelecimentos comerciais, a colaboradores de estabelecimentos comerciais + corretores, profissionais liberais, a profissionais liberais + corretores. PARA QUE NÃO ENTENDAM ERRADO, não sou contra que estes profissionais que citei aleatoriamente ( e tem muitas outras profissões + corretores) se habilitem ao ofício, mas que se assim o fizerem, que façam de forma correta, com dedicação, acompanhando todo o processo, como tu mesmo citas em teu artigo, "a disponibilidade de revisões pelo agente com a produção de imagens do produto (fotos e vídeos), a busca pelo produto específico conforme especificações (raça, cruzamento, peso, etc.), a organização dos fretes, o acompanhamento ou a realização do carregamento, da pesagem, da organização de documentos necessários (exames, notas fiscais, guias de trânsito, etc.)" aí sim vão ter de mim todo o respeito e consideração,
Não quero ser e não sou uma pessoa polêmica, não tenho interesse nisso, mas não poderia deixar passar esta oportunidade e comentar teu bom artigo sobre o assunto.
Grande abraço,
Lund

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Isso não é bitrem, é uma fazenda!!!

Bitrem boiadeiro 9 eixos

A imagem pode conter: céu, nuvem e atividades ao ar livre

Corretor de gado? Não, muito caro


Meus cumprimentos amigos leitores: 2017 já está rodando e aproveito este espaço para saudar a todos e agradecer a parceria em 2016. Inicio nesta coluna o meu quinto ano como colaborador de AG – A Revista do Criador. Tem sido uma ótima experiência trocar ideias e conviver com vocês. Vamos por mais! Dedico este texto para pensarmos um pouco na atuação e função de um profissional da pecuária: o corretor de gado. 

O profissional dedicado à comercialização de gado tem para alguns imagem e conceito um pouco injustos. Na tentativa de desqualificar (ou baratear) os serviços desses “agentes comerciais” muitos reduzem a importância do seu trabalho e até usam expressões pejorativas à função. Alguns os chamam de “picaretas” ou “brique” de gado, etc. Não uso dessas denominações por não concordar com elas. Considero os corretores e demais envolvidos com a compra/venda de gado profissionais importantes e necessários. Produzimos para vender e se os negócios não ocorrerem no tempo ou valor que planejamos, temos um grande problema.

No RS, e creio que no resto Brasil também, onde existe pecuária, existe gente dedicada à comercialização. Desde o corretor que trabalha sozinho, o comprador de gado gordo (frigorífico), passando pelos Escritórios Rurais, até as grandes Leiloeiras, formam um grupo importante que contribui muito para a dinâmica dos negócios rurais e que agrupo em “agentes comerciais”. 

Por que contratar um agente comercial?

As justificativas para buscar apoio no agente comercial são várias. 

Na compra de gado: o acesso a maior número de lotes de animais à venda (oportunidades), a disponibilidade de revisões pelo agente com a produção de imagens do produto (fotos e vídeos), a busca pelo produto específico conforme especificações (raça, cruzamento, peso, etc.), a organização dos fretes, o acompanhamento ou a realização do carregamento, da pesagem, da organização de documentos necessários (exames, notas fiscais, guias de trânsito, etc.). 

Na venda: para o menor tempo na colocação de lotes de gado de reposição para outros produtores, para a mais rápida entrada de lotes de gado gordo nos frigoríficos, para contar com o suporte do agente nos eventuais problemas decorrentes da comercialização, pagamentos, etc. 

Enfim, são várias as áreas de trabalho e atribuições do agente comercial. O tempo demandado para realizar negócios com animais pode ser muito grande e o trabalho do agente pode reduzir sobremaneira o tempo e o envolvimento com essa atividade. Os benefícios da relação de longo prazo com os agentes comerciais são acumulativos e desenvolvemos uma rede de trabalho e negócios importante para a nossa atividade.

Atuando de forma complementar e integrada ao trabalho dos agentes comerciais estão profissionais (normalmente veterinários) que realizam assessoria técnica a produtores na comercialização de animais. Essas assessorias participam, principalmente, em negócios mais especializados como: formação e estruturação de um rebanho em um empreendimento novo, na liquidação de um rebanho por venda ou sucessão e, na área de reprodutores e gado de seleção (plantéis), para que as aquisições estejam alinhadas com os objetivos técnicos da propriedade. Outra frente de trabalho são assessorias que representam os proprietários, pois alguns pecuaristas são investidores de outros ramos, dispondo de muito pouco tempo para atividade rural e também menor experiência.


Imagem e organização de classe 

Talvez a falta de maior organização ou representação como classe profissional e empresarial prejudique a imagem do agente comercial. 

No caso específico dos remates do RS, temos o trabalho do Sindiler (Sindicato dos Leiloeiros Rurais do RS), que além de representar os profissionais da área, também tabula e divulga informações do mercado de leilões de animais no estado, contemplando a temporada de primavera (touros) e a temporada de venda de terneiros (outono e primavera). Assim, presta um importante serviço para o setor, porém, restrito aos negócios realizados no ambiente de leilões.

Para os corretores ou escritório rurais, creio que não exista uma entidade forte que os represente e os organize como classe. No Uruguai, temos um bom exemplo ou modelo que é a ACG (Asociación de Consignatarios de Ganado). Essa entidade promove, valoriza e orienta os trabalhos do agente comercial e regulamenta a remuneração dos serviços (comissões) para diferentes categorias animais e destinos (entre produtores, gado gordo, exportação, etc.). Assim, é dada maior legitimidade e transparência à prestação de serviços. Toda informação é pública e disponível na página da ACG: www.acg.com.uy.

Como um serviço ao setor pecuário, a ACG publica diversos relatórios sobre o mercado do gado: informes semanais do preço do gado de reposição e gordo, com séries históricas, variações, etc. Com circulação mensal, é ainda publicada uma revista denominada “Negocios Rurales” encartada de forma gratuita no jornal El País. Creio que a experiência dessa entidade pode ser bem aproveitada para discussões da classe “agentes comerciais”. 

O trabalho que nossa empresa presta de assessoria a pecuaristas conta com o apoio de alguns “agentes comerciais” rotineiramente. Valorizamos muito os serviços e o apoio recebidos por esses profissionais, pois compreendemos o nível de envolvimento e responsabilidade com os resultados que eles têm e trabalhamos em verdadeira parceria, palavrinha tão desgastada recentemente.

Aos mais críticos e descrentes em relação aos custos desses serviços e da seriedade das pessoas envolvidas, observem que muitas empresas e profissionais estão nesse ramo por mais de 10, 15, 25 anos. Se os serviços não fossem válidos e seu valor não fosse entregue, teriam mudado de atividade ou o mercado já os teria “depurado”. Se já é o seu caso, em 2017 considere estabelecer uma melhor relação com o agente comercial da sua região.

* Publicado na coluna Do Pasto ao Prato, Revista AG