segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Missão brasileira busca aumentar exportação de carnes ao Egito

Mapa apresenta projeto piloto de certificação eletrônica facilitar o comércio com o país
Missão brasileira busca aumentar exportação de carnes ao Egito
O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, apresentou proposta ao governo egípcio de implantação de programa piloto de certificação eletrônica para a venda de carnes brasileiras ao Egito, o que deve alavancar as exportações do produto para o país africano.
A proposta faz parte do plano de desburocratização e modernização do Mapa e foi desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e pela Universidade de São Paulo (USP). O Egito será o primeiro país a implantar o sistema eletrônico a ser levado a outros países importadores de carne bovina do Brasil.
Novacki se reuniu nesta segunda-feira (3), com o ministro de Abastecimento de Alimentos e Comércio do Egito, Ali Meselhy, e o chefe do comitê responsável pela análise e autorização de exportações de alimentos. O governo egípcio entendeu que o programa de certificação eletrônica vai permitir a desburocratização nos processos de exportação de carnes com consequentes ganhos para toda a cadeia produtiva.
A apresentação e a defesa técnica do projeto para as autoridades egípcias foram feitas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), por meio de seu vice-presidente, Rui Vargas, ressaltou a importância do novo sistema. As duas entidades integram a delegação brasileira na missão chefiada por Novacki.
Os principais produtos agropecuários vendidos pelo Brasil para o Egito no último ano foram carnes (38,14%), produtos do complexo sucroalcooleiro (29,98%) e cereais, farinhas e preparações (25,33%), gerando um total de US$ 2 bilhões em divisas para o Brasil.
Emirados Árabes
Nos Emirados Árabes Unidos, reuniões realizadas no domingo (2), com a Apex-Brasil, agência que promove produtos e serviços brasileiros no exterior e atrai investimentos estrangeiros, e com representantes consulares e do setor privado serviram para prospectar oportunidades de comerciais em um ambiente de negócios favorável por sua condição de centro logístico de referência na região. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras para os Emirados Árabes Unidos somaram US$ 1,63 bilhão, concentrados no complexo sucroalcooleiro (53,38%) e carnes (39,12%).
Fonte: Assessoria de Comunicação Social MAPA

Variação do preço do Kg do boi gordo no mês de Agosto






A pecuária de corte vem enfrentando uma conjuntura preocupante, pois continua com preços baixos em plena entressafra e aumento dos custos de produção. A crise econômica interna e a perda de poder aquisitivo das famílias têm influenciado o consumo de carne bovina e isso tem pressionado os preços. O mercado do boi gordo, no mês de agosto teve uma nova retração e desceu para níveis inferiores aos R$ 5,00 no quilo vivo no fechamento do mês. Possivelmente esse foi o mês mais complicado para a comercialização do gado gordo no RS desde o início do ano. As diferenças entre preço pago pelo boi e a vaca e entre o preço pago na carcaça e no quilo vivo se mantiveram com a mesma magnitude do mês de julho, mas em ambas categorias houve uma queda em torno dos 9% no período. Isso comprova a tendência já abordada na NL de julho e os problemas enfrentados pelos pecuaristas para conseguirem entradas no frigorífico. De outra parte, as margens do setor frigorífico também vêm sendo reduzida, particularmente aqueles voltados para o mercado interno, caso do RS, pela pressão do varejo e ainda a baixa valorização do couro adquirido pelo setor de curtumes. Outros sinais que impactam a cadeia, no elo dentro da porteira, foram os baixos preços pagos pelo arroz e a interrupção da exportação de gado em pé pela Turquia. Tudo isso, associado à grande oferta de gado gordo que começa surgir das pastagens do planalto médio e do noroeste dificultam ainda mais a possibilidade de reação positiva nos preços. Ressalte-se ainda a instabilidade da moeda frente ao dólar e o período pré-eleitoral como geradores de incertezas para o agronegócio de um modo geral e a pecuária não fica imune a tudo isso. Portanto, os próximos dois meses deverão ser de expectativas para sinais que mudem o humor e a perspectiva do setor. 




fonte: Nespro

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

URUGUAY-Exportaciones de ganado en pie no perdieron ritmo en agosto


Desde el 1 al 24 de agosto se han colocado 66.899 animales.
Embarque de ganado en pie en el Puerto de Montevideo, exportacion de ganado vacuno ND 20141027, foto Agustin Martinez
La exportación de ganado en pie sumó 66.899 animales embarcados desde el 1 al 24 de agosto, según publicó la consultora Tardáguila Agromercados. Estas colocaciones solo se ven superadas por el pasado junio con 85.713 animales vivos exportados.
Turquía se mantiene como el principal destino para los vacunos uruguayos con 62.829 cabezas importadas. Los negocios lo concretaron las firmas Gladenur (42.329 reses) y Olkany (20.500). Los restantes 4.070 fueron vientres enviados a China por el escritorio Di Santi & Romualdo.
De acuerdo a la información publicada, los embarques de Gladenur se hicieron a un valor medio de US$ 640 por cabeza y los de Olkany a US$ 580; las vaquillonas fueron negociadas en US$ 950 por animal.
Durante los últimos doce meses se han exportado 469.000 animales en pie, manteniendo un crecimiento constante del negocio
FONTE:El Pais

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

EVENTO PROMOVE O LANÇAMENTO OFICIAL DA 92ª EXPOFEIRA DE PELOTAS


 A Associação Rural de Pelotas e o Sindicato Rural de Pelotas promovem nesta quarta-feira, dia 22, o lançamento oficial da 92ª Expofeira de Pelotas. O coquetel de lançamento da feira terá a presença de patrocinadores, colaboradores, expositores, associados e imprensa, e está agendado para ocorrer às 19h, no Salão Nobre do Parque de Exposições Ildefonso Simões Lopes.
Entre os destaques do evento estão a realização de grandes exposições com a presença de animais de alto valor genético e a Conferência Rural da Zona Sul, evento de caráter técnico-científico, com seminários que discutem o desenvolvimento das cadeias produtivas do agronegócio regional.
Outro ponto relevante é a programação paralela à qual fazem parte atrações como o Arte Na Rural, espaço artístico que busca valorizar a produção cultural local, e ainda mostras da gastronomia regional, produtos da agricultura familiar, máquinas e implementos agrícolas, além dos encontros e debates realizados pelos núcleos e associações de criadores.
A 92ª Expofeira de Pelotas é o evento referência do agronegócio na região Sul e ocorre de 8 a 14 de outubro de 2018, no Parque de Exposições Ildefonso Simões Lopes. A expectativa para este ano é de receber em torno de 50 mil visitantes durante todo o período do evento, que tem entrada gratuita de segunda, dia 8, a sexta-feira dia 12 de outubro. Estão também previstos leilões de bovinos e equinos, promovidos por criatórios de reconhecida qualidade genética, com uma projeção de movimentação econômica superior a R$ 30 milhões.
Estão confirmadas diversas atrações como os shows de Lisando Amaral, às 20h, e do grupo Alma Musiqueira, às 21h30min, no dia 8 de outubro. Os Serranos se apresentam no dia 9, às 21h. No dia 12 acontece o Festival Infantil às 16h e o show de Luiz Marenco às 21h. Todos esses, com entrada gratuita. Já no dia 13, às 21h, acontece o show de César Oliveira e Rogério Melo, com o ingresso inteiro ao custo de R$ 10, e no dia 10, o show nacional do cantor Gusttavo Lima.
A 92ª Expofeira de Pelotas é uma realização da Associação Rural e do Sindicato Rural de Pelotas, com a produção da X13 produções. Patrocinam o evento a Farsul/Senar, Badesul, Banrisul, Irga, Sicredi, BRDE, Ecosul e Caixa.
A Expofeira e a Conferência Rural tem entrada gratuita de segunda (8) a sexta (12). No fim de semana, os ingressos na bilheteria do Parque custam R$ 10 inteira e R$ 5 para estudantes, idosos e professores. Crianças até 12 anos não pagam. A taxa de estacionamento será cobrada durante todos os dias da feira.
Foto: Edu Rickes

Brasil terá concorrência dura dos EUA

O mercado de carne bovina continua bem nos Estados Unidos. O rebanho vem crescendo e atingiu 103 milhões de cabeças no início de julho, após ter recuado para até 88,5 milhões em 2014. O total de gado em confinamento somava 11,3 milhões de cabeças em julho, um recorde para o mês, e a produção de carne aumentou 4% no primeiro semestre em relação a igual período de 2017.
Dados do Usda (Departamento de Agricultura) dos Estados Unidos indicaram que os abates de vaca aumentaram 8% de janeiro a junho, em relação a igual período de 2017. O resultado é um aumento temporário na oferta de carne, que será seguido por uma desaceleração no crescimento no próximo ciclo do setor. Com demanda externa aquecida, os Estados Unidos elevam as exportações, aumentando a concorrência com o Brasil, líder mundial em vendas externas. A produção de carne bovina nos EUA poderá atingir 12,3 milhões de toneladas neste ano, 3% mais do que em 2017. Esse crescimento continua em 2019, mas em ritmo menor: 2,3%. As exportações estão previstas em 1,38 milhão de toneladas em 2018, 1,5% mais do que em 2017. Em 2019, poderão somar 1,43 milhão. O volume de carne de frango a ser exportado pelos americanos poderá atingir 3,1 milhões de toneladas neste ano, 1,2% acima do de 2017. Nos cálculos do Usda, a produção sobe para 19,3 milhões de toneladas, mantendo os EUA na liderança mundial e bem distantes do Brasil, o segundo maior (próximo de 13 milhões).
fonte: Folha de SP

Vendas de carne bovina crescem 11% e somam US$ 3,5 bilhões

China é responsável por 56% da receita e Alemanha aumentou compras em mais de 330%
A carne bovina brasileira entrou em mais de 135 países, em 2017, totalizando 1,5 milhão de toneladas e divisas de US$ 6,1 bilhões. Já no acumulado de janeiro a julho deste ano, o Brasil vendeu 844 mil toneladas, acréscimo de 8,3% em comparação ao igual período do ano passado, representando US$ 3,5 bilhões (+11,1%). De acordo com os dados da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os principais mercados importadores da proteína animal produzida pelo Brasil, até julho deste ano, foram Hong Kong, China, Egito, Chile, Irã, Estados Unidos e Alemanha. O destaque do período foi a China, com alta de 56,4% (US$ 729 milhões) no valor importado do Brasil, com 158 mil toneladas (+43,8%) de carne bovina. Outro mercado comprador de relevância nos sete primeiros meses do ano foi a Alemanha, com alta de 338,4% no volume financeiro, ou US$ 133,8 milhões, o que corresponde a quase 6 mil toneladas. O Chile aumentou seu fluxo comercial com o Brasil. Suas compras no período tiveram incremento de perto de 80%, alcançando US$ 253 milhões. O volume chegou a quase 61 mil toneladas de carne bovina no acumulado do ano. Outro destaque no ranking da carne bovina brasileira é Hong Kong, que comprou US$ 879 milhões (+29,1%) e 212 mil toneladas (+18,1%). O Brasil disputa com a Índia a primeira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne bovina com aproximadamente, 1,85 milhão de toneladas, em 2017, de acordo com o relatório do USDA. Depois vem a Austrália (1,48 milhão t) e os Estados Unidos (1,3 milhão t). O país possui 217 milhões de cabeças de gado bovino e bubalino.
MAPA

Principais indicadores do mercado do boi –20-08-2018

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
17/08/18Diferença
16/Ago10/Ago17/Jul/18
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 144,950,10%-0,34%3,02%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.175,71-0,15%-0,04%1,67%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.215,970,35%-0,64%4,36%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 36,81-1,37%-2,66%1,14%
DólarR$ 3,941,49%2,38%1,86%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo apresentou alta de 0,10%, nessa sexta-feira (17) sendo cotado a R$ 144,95/@. O indicador a prazo foi fechado em R$ 147,18.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,15%, cotado a R$ 1175,71/cabeça nessa sexta-feira (17). A margem bruta na reposição foi de R$ 1215,97 e apresentou alta de 0,35%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na sexta-feira (17), o dólar apresentou alta de 1,49% e foi cotado em R$ 3,94. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 1,37%, sendo cotado a US$ 36,81. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 17/08/18
Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Ago/18145,05-0,101.29299 
Set/18147,00-0,4553034 
Out/18148,90-0,207.2961.471 
Nov/18148,70-0,3021913 
Dez/18149,75-0,202480 
Jan/19150,10-1,05590 
Mai/19146,95-1,0521973 
Ago/18152,150,0000
Set/19157,550,0000 
Out/19155,150,00250 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
09/08/18144,85146,2609/08/181177,271155,00
10/08/18145,45145,9510/08/181176,161154,70
13/08/18144,85145,5213/08/181187,251162,67
14/08/18144,30144,8814/08/181192,061169,49
15/08/18142,65143,5215/08/181191,991180,57
16/08/18144,80146,3316/08/181177,431210,00
17/08/18144,95147,1817/08/181175,71.
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
O contrato futuro do boi gordo para ago/18 apresentou baixa de R$ 0,10 e foi negociado a R$ 145,05 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para ago/18
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
17/08/18Diferença
16/Ago10/Ago17/Jul/18
Traseiro (1×1)R$ 11,20-0,88%-4,27%0,90%
Dianteiro (1×1)R$ 7,50-1,32%-6,25%0,00%
Ponta AgulhaR$ 7,600,00%-5,00%1,33%
Equiv. FísicoR$ 139,34-0,93%-4,98%0,66%
Spread Eq. Físico/Esalq– R$ 5,61-34,86%-571,43%-146,43%
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 139,34. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de -R$ 5,61 e apresentou baixa de R$ 1,45 em relação ao dia anterior. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: BeefPoint

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Produtores se manifestam a favor das exportações de gado contra projeto de deputado e contra governo de SP

Exportadores, pecuaristas, Abeg, SRB, Assocon, estivadores, médicos veterinários, transportadoras estão desde a manhã na Assembleia Legislativa tentando convencer os deputados a rejeitaram projeto que deverá ser votado às 16h30 ou adiar a votação para que eles possam conhecer melhor a realidade dessa atividade, que recusa a acusação de maus tratos nas exportações.
Ricardo Barbosa - Presidente da Abreav

Podcast

Entrevista com Ricardo Barbosa - Presidente da Abreav sobre o Projeto de lei contra a exportação de Gado em pé
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fonte: Noticias Agricolas

domingo, 27 de maio de 2018

Principais indicadores do mercado do boi –25-05-2018

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
24/05/18Diferença
23/Mai17/Mai23/Abr/18
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 140,300,83%0,72%-2,03%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.173,67-0,05%1,20%-1,59%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.141,281,75%0,23%-2,47%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 38,511,02%1,93%-7,44%
DólarR$ 3,64-0,19%-1,19%5,86%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo apresentou alta de 0,83%, nessa quinta-feira (24) sendo cotado a R$ 140,30/@. O indicador a prazo foi fechado em R$ 141,43.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,05%, cotado a R$ 1173,67/cabeça nessa quinta-feira (24). A margem bruta na reposição foi de R$ 1141,28 e apresentou alta de 1,75%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quinta-feira (24), o dólar apresentou baixa de 0,19% e foi cotado em R$ 3,64. O boi gordo em dólares registrou valorização de 1,02%, sendo cotado a US$ 38,51. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 24/05/18
Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Mai/18140,15-0,354.242302 
Jun/18142,70-0,3560737 
Jul/18146,60-0,05816296 
Ago/18147,75-0,2551515 
Set/18148,60-0,601654 
Out/18151,00-0,603.843320 
Nov/18150,70-0,60390 
Dez/18150,70-0,60890
Jan/19150,450,00580 
Mai/19147,350,0050 
Set/19152,850,0000 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
16/05/18139,30140,5416/05/181165,861164,21
17/05/18139,30140,4117/05/181159,79.
18/05/18140,05140,6318/05/181161,331160,23
21/05/18138,95139,9321/05/181158,081158,82
22/05/18139,80140,3422/05/181174,281172,89
23/05/18139,15140,9423/05/181174,281172,89
24/05/18140,30141,4324/05/181173,671172,10
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
O contrato futuro do boi gordo para mai/18 apresentou baixa de R$ 0,35 e foi negociado a R$ 140,15 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para mai/18
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
24/05/18Diferença
23/Mai17/Mai23/Abr/18
Traseiro (1×1)R$ 11,501,77%0,88%0,00%
Dianteiro (1×1)R$ 7,501,35%0,00%-1,32%
Ponta AgulhaR$ 7,501,35%0,00%0,00%
Equiv. FísicoR$ 141,301,60%0,51%-0,41%
Spread Eq. Físico/EsalqR$ 1,001528,57%-21,88%175,76%
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 141,30. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 1,00 e apresentou alta de R$ 1,07 em relação ao dia anterior. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: BeefPoint