sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O VERDADEIRO RECADO DA MINERVA AO PRODUTOR DE BOI DO BRASIL!

fonte: Rural Business

Megaoperação embarca mais de 27 mil bois em navio no Porto de Santos

Há quase duas décadas cais santista não movimentava "carga viva".

Mais de 27 mil bois que eram criados em fazendas no interior de São Paulo estão sendo embarcados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, em um navio com destino a Turquia. A megaoperação deve durar até cinco dias e marca a retomada de movimentação de "carga viva" no complexo portuário santista após quase duas décadas.
A operação teve início na noite de quarta-feira (29), mas foi intensificada ao longo de quinta-feira (30), quando o cais passou a receber por hora três caminhões com 90 cabeças de gado cada. Os animais são procedente de fazendas localizadas em Altinópolis e em Sabino, distantes 500 quilômetros do litoral, aproximadamente.
Assim que chegam ao terminal portuário, os caminhões se posicionam de modo que os animais entrem em um corredor e depois passem por uma plataforma até embarcar no navio Nada, capaz de receber até 30 mil bois. A embarcação, de 12 decks (andares), possui veterinários e vaqueiros entre os 80 tripulantes.
Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
"Essa operação tem muito a ver com o momento que o porto vive. O exportador começou a procurar alternativa e Santos sempre foi colocado como um porto difícil e caro, mais dedicado a outras cargas. Ela mostra que há como atender essa demanda", explica o diretor comercial do terminal Ecoporto, Luiz Araújo.
Os trabalhos foram planejados nos últimos meses e contaram com o apoio da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pela equipe da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).
A aparente inexperiência na movimentação de animais Porto de Santos preocupou os envolvidos na operação. "Os fiscais do Mapa estão monitorando tudo. Tudo está muito limpo, diferente do que nós imaginamos anteriormente. O fluxo de carretas também está ocorrendo normalmente, sem problemas", afirma Araújo.
Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)
Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)
A Codesp, que participou desse planejamento, prospecta oportunidades. "O porto tem que atender todas as demandas. Foi colocada uma nova possibilidade e ela está sendo adotada. Toda a cadeia logística está se mostrando favorável", explica o diretor de Relações com o mercado da estatal, Cleveland Sampaio Lofrano.
A perspectiva é que, em janeiro de 2018, um novo embarque de cabeças de gado deva ocorrer no cais santista. Tudo depende do resultado desta operação, prevista para terminar até segunda-feira (4), após o recebimento de todos os animais que deverão ser transportados até o porto em cerca de 300 caminhões.
As cabeças de gado tem como destino o Porto de Iskenderun, no Mar Mediterrâneo. A navegação dura aproximadamente 15 dias e os animais serão alimentados com pelo menos 60 toneladas de ração, que também foram embarcadas em Santos. Na Turquia, eles seguem para fazendas e, posteriomente, para consumo.
Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)
Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)
O Nada, conforme informações oficiais, é considerado o maior navio em operação no mundo voltado para o transporte de animais vivos. Construído em 1993 para carregar contêineres e cargas de projeto, foi adaptado na última década. A embarcação tem 201 metros de comprimento e 32 metros de largura (boca).
A última vez que o Porto de Santos movimentou esse tipo de "carga" ocorreu em 2000, mas na direção inversa. Na ocasião, foram importados ao país pelo menos 647 avestruzes provenientes da Espanha, que foram descarregados no cais do Paquetá. No Estado, "cargas vivas" tem maior movimentação no porto de São Sebastião.
Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Boi entre R$ 148/150 à vista para início dezembro, em SP, reflete ganho “expressivo” e equilibra as contas dos pecuaristas

Hoje as referências são a partir de R$ 145,00 a @. Com o valor apontado para os próximos dias, combinação do encurtamento da oferta de confinamento e melhora do consumo, o ano fecha bem, ainda que em termos absolutos o primeiro semestre mantém 2017 no vermelho para os criadores. Hedge para dezembro e janeiro são recomendados na bolsa de futuros.
Confira a entrevista com Gustavo Figueiredo - Analista da AgroAgility

Podcast

Confira a entrevista com Gustavo Figueiredo - Analista da AgroAgility

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Cotações gado gordo e reposição 27.11.2017



Região de PELOTAS 
em: 27/11/2017

Preço da Carne a Rendimento
BOI: 9,40 - 9,80
VACA: 8,40 - 8,80
PRAZO: 30 DIAS 


KG VIVO: 
BOI GORDO:
4,70 - 4,90
VACA GORDA:
4,00 - 4,20
TERNEIROS 
5,30 - 6,30
TERNEIRAS
4,70 - 5,00
NOVILHOS 
4,70 - 5,20
NOVILHAS 
4,60 - 4,90
BOI MAGRO
4,40 - 4,50
VACA DE INVERNAR
3,60 - 3,70
 
*PREÇO MÉDIO. NÂO ESTÃO INCLUIDAS BONIFICAÇÕES. PRAZO DE 30 DIAS.


Fonte: Pesquisa realizada
por: http://wwwlundnegocios.com.br

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Rússia suspende importação de carne suína e bovina do Brasil

A Rússia suspendeu a importação de carne bovina e suína do Brasil a partir de 1º de dezembro, alegando descumprimento de normas sanitárias, informou nesta segunda-feira o Serviço Federal de Controle Veterinário e Fitossanitário (Rosselkhoznadzor). 

Segundo o órgão, a medida tem como objetivo proteger os consumidores russos da presença de ractopamina na carne brasileira, um substância usada como aditivo para promover o crescimento da massa muscular do animal. 

Um porta-voz do Rosselkhoznadzor disse à imprensa russa que a restrição às importações é temporária. 

"O Rosselkhoznadzor se viu obrigado a tomar medidas urgentes para proteger os consumidores russos e o mercado alimentício interno, impondo, a partir de 1º de dezembro, restrições temporárias às importações do Brasil de todos os produtos a base de carne suína e bovina", afirmou o porta-voz. 

Recentemente, o Rosselkhoznadzor já tinha anunciado que adotaria um regime adicional de controle das carnes brasileiras produzidas por seis empresas, que não estariam cumprindo as normas veterinárias e sanitárias da Rússia. 

O órgão alertou que se novos problemas fossem detectados, as importações dessas empresas seriam vetadas. 

A Rússia é o quinto maior importador de carnes e de derivados de carne do Brasil. 
fonte: Jornal  Floripa

sábado, 18 de novembro de 2017

Brasil manda R$ 1 bilhão de carne para China



Um em cada três quilos de carne exportados atualmente pelo Brasil desembarca em Hong Kong ou na China. Na prática significa dizer que os chineses da antiga colônia britânica, que lidera as importações, e da China continental, em segundo lugar, compram todo mês mais de R$ 1 bilhão em carne bovina, suína e de frango do Brasil.

Hong Kong já gastou neste ano R$ 6,2 bilhões para comprar 687 mil toneladas de carne brasileira, segundo dados do Ministério da Agricultura. Os embarques diretos para a China, por sua vez, alcançaram R$ 4,73 bilhões e 539 mil toneladas.

“Essa concentração não é muito boa, porque se eles resolvem fechar o mercado da noite para o dia estaremos perdidos”, diz Paulo Rossi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Bovinocultura da Universidade Federal do Paraná. Por outro lado, observa Rossi, os chineses “ajudam muito” o Brasil num momento em que antigos compradores desapareceram, como a Venezuela, ou diminuíram significativamente as compras, como a Rússia.

“É bom mantermos uma relação comercial muito boa com os chineses, para não levar nenhum susto”, afirma o pesquisador. O que dá tranquilidade ao Brasil é o fato de não existir no mercado fornecedor melhor para a China. “Lá tem mais de um bilhão de pessoas, eles precisam da carne brasileira. Nós ainda oferecemos uma das carnes mais baratas para consumir, e com qualidade. Se fossem comprar dos americanos, os chineses pagariam muito mais caro”, sublinha Rossi.

Com apenas 7,3 milhões de habitantes, Hong Kong funciona como um hub de reexportações para a China, país ao qual se integrou em 1997, após 150 anos como colônia britânica, mas mantendo um elevado grau de autonomia econômica e legal. Foi considerada em 2015 a cidade mais livre do mundo pelo Índice de Liberdade Econômica, à frente de Cingapura.

Para o consultor Vlamir Brandalizze, a triangulação no caminho da carne – Brasil/Hong Kong/China – se explica pela política da boa vizinhança e preservação do parceiro comercial. Além de ter domínio regional e fácil acesso ao mercado chinês, Hong Kong é cliente assíduo da carne brasileira há mais de duas décadas, quando começou comprando carne suína e, depois, frango. “Alguns mercados asiáticos são cativos do pessoal de Hong Kong. Então, para não brigar com o teu cliente, é melhor deixar que ele faça a venda”, afirma Brandalizze. Ele aponta, contudo, um movimento crescente de instalação de escritórios de bancos, cooperativas e empresas brasileiras em Hong Kong que, a médio-longo prazo, vão acabar preenchendo os espaços ocupados hoje pelos traders anglo-chineses.

O Brasil faria bem em estudar a forma de atuação dos chineses de Hong Kong e dos americanos, dois grupos considerados “vendedores de verdade” no mercado internacional. “Nós somos apenas comprados. Na carne, e mesmo na soja, eles compram de nós e vendem lá fora. Ainda temos que aprender muito com os Estados Unidos, por exemplo, que vão, abrem mercado, fazem todo o transfer e entregam no local indicado. Aqui não. Saiu do porto, não temos nada a ver com a história”, critica Brandalizze.

Se fossem comer toda a carne que importam do Brasil para reexportar para a China e outros países asiáticos, os moradores de Hong Kong teriam de consumir pantagruélicos 3,5 quilos por dia, cada um. Em 25 dias, superariam o que os brasileiros comem num ano inteiro.
fonte: Cosas del Campo

Discutindo a exportação de gado em pé e se devemos castrar ou não castrar os terneiros!

Pelos recantos do Rio Grande do Sul, discutindo a exportação de gado em pé e se devemos castrar ou não castrar os terneiros! Nesta feita, em Piratini/RS.