segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

"Panamá y Ecuador están pidiendo agregarse a la Confederación Latinoamericana de Angus"

Lo manifestó el presidente de la Asociación Argentina de Angus, Alfredo Gusmán, que contó cuáles son las expectativas la Confederación Latinoamericana para seguir creciendo.
Alfredo Gusmán, presidente de la Asociación Argentina de Angus, dialogó con Chacra TV sobre la creación de la Confederación Latinoamericana de Angus y las expectativas para el crecimiento de esa comisión.
"Empezó con una inquietud que tuvimos en el secretariado de México, planteando justamente que queríamos la posibilidad de comercializar libremente la genética Angus, porque creemos que en el caso de las trasferencias de embriones no hay problemas ni ningún tipo de enfermedad que puedan adjudicar", relató.
En esa línea, Gusmán contó que "se había formado una comisión pero no pasaba nada; nos juntamos en Edimburgo, Escocia, en el Foro Mundial de Angus, con gente de Colombia y México, y vimos que otra vez era juntarnos, hacer presentaciones y abrazarnos, pero nunca avanzaba".
"De ahí salió una idea que después hablamos en Palermo, que buscaba formar la Confederación Latinoamericana, empezando con la gente de México, Colombia, Brasil, Paraguay, Uruguay y Argentina; e hicimos el lanzamiento en el cocktail", explicó.
Además, el presidente de la Asociación afirmó que "ahora tenemos a panamá y Ecuador pidiendo agregarse", y agregó que "el llamado de Panamá nos sorprendió, y en Ecuador ya había estado hace dos años, y era muy promisorio".
Gusmán dijo que el objetivo es "que haya una apertura en la negociación respetando todo lo que son los términos sanitarios de cada país, que sabemos que los cumplimos, pudiendo intercambiar y vender genética", y sostuvo que "la genética de Angus de Argentina se comercializa en toda Sudamérica, es tema fundamental es que para Estados Unidos y México la entrada es por Canadá, y queremos que eso sea algo libre".
En ese sentido, explicó que "queremos hacer una presentación ante Estados Unidos para una apertura, pero una que signifique que habrá un señor cabañero que tiene o no tiene ganas de comprar, porque el hecho de poner algo en las góndolas no significa que alguien tiene la obligación de comprarlo".
"Estamos muy optimistas, nos quedaron grabadas las palabras del jurado de Angus de Palermo que dijo que veían al mejor Angus del mundo en esa pista; lo tomamos al pie de la letra y seguimos creyendo que sin dudas si no somos los primeros, estamos seguro en el podio", concluyó.
Mira la nota completa en Chacra TV: 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

CONSUMO DE CARNE

carne

Em média, cada brasileiro deve consumir em 2018 cerca de 90 kg de carne. A diferença é relativamente pequena para a média americana, que neste ano deve ultrapassar pela primeira vez a marca dos 100 kg por pessoa. As semelhanças, no entanto, param por aí.
- Em termos de carne bovina, a gente fala em um consumo médio de 35 kg por pessoa, por ano, no Brasil. Daria para cada brasileiro comer 100 gramas por dia. Mas sabemos que tem gente que passa mais de um mês sem comer carne vermelha, enquanto outros comem um quilo de picanha a R$ 50 o quilo apenas no churrasco do fim de semana – pondera Paulo Rossi, professor do Laboratório de Pesquisas em Bovinocultura da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Rossi conduziu uma pesquisa com alunos da pós-graduação da UFPR em 2016 que mostrou que o brasileiro decide que carne irá comer conforme o dinheiro que tem no bolso.
- Basta ir a um açougue de bairro na hora do almoço. Uma ou outra pessoa chega e diz: me dá meio quilo de alcatra para bife. A maioria chega e pede 5 reais de carne moída. Somos o segundo maior produtor de carne bovina no mundo, mas o povo não come por que não tem dinheiro – afirma o pesquisador.
Em termos absolutos, é o frango que faz o consumo per capita de carne do brasileiro se aproximar da média americana. E justamente por pesar menos no bolso. O consumo de frango no Brasil, em 2017, foi de 42 kg por pessoa (média mundial de 13,98 kg), contra 14,7 kg da carne suína (média mundial de 12,3 kg) e 33,2 kg da carne bovina (média mundial de 6,5 kg).
Bom momento nos EUA
Nos Estados Unidos, apesar de toda a conversa em torno de proteína de ervilha e hambúrgueres produzidos em laboratório, é o consumo de carne que domina os cardápios. Neste ano, o consumo médio de carne bovina, suína e de frango chegará a 100,7 kg per capita, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, quebrando o recorde anterior, de 2004.
Ao mesmo tempo, a produção americana de proteína animal atingirá inéditas 45 milhões de toneladas, na medida em que os criadores de gado expandirem seus rebanhos aproveitando a baixa do preço da ração à base de grãos.
Os indicadores do USDA mostram que a demanda por ovos, igualmente, atingirá recorde absoluto em 2018. E derivados lácteos como queijo e manteiga também estão crescendo em popularidade. “Se olhar para os itens que os consumidores mais querem agregar às suas dietas, as proteínas lideram a lista”, diz David Portalatin, consultor de alimentos para o grupo NPD em Houston.
Muitos americanos estão deliberadamente substituindo os carboidratos por mais proteína, ainda que qualquer benefício à saúde seja questionável devido aos enormes volumes ingeridos de carne, ovos e derivados de leite. Enquanto o governo recomenda que adultos consumam entre 140 e 180 gramas de carne por dia, o USDA prevê que cada americano médio consumirá 280 gramas diárias em 2018 (contra uma média de 246 gramas no Brasil).
A realidade contrasta com o período entre 2007 e 2014, quando o consumo per capita de carne despencou 9% após a elevação do preço das commodities, em função das secas e do aumento da demanda de milho para produzir etanol. O fato do preço do bife estar bem abaixo do que o durante o pico de 2014 não garante que não haverá nova alta. As exportações de carne dos Estados Unidos vêm disparando conforme a economia mundial se recupera, superando o ritmo da demanda doméstica.
As cotações da carne na Bolsa de Chicago cresceram 4,7% em 2017, o primeiro ganho em três anos, enquanto a carne suína subiu ainda mais, 8,5%. Mas o preço pago ao produtor poderá cair em 2018, segundo o USDA.
O interesse por produtos para substituir a carne vem aumentando nos últimos anos, em meio à preocupação com o impacto de uma dieta carnívora na saúde humana, no bem-estar animal e no meio ambiente. A companhia Epic Burger, de Chicago, por exemplo, começou a vender no ano passado um pastel de carne vegetal. Proteínas obtidas a partir de plantas, insetos ou cultivadas em laboratório são uma tendência a ser acompanhada, ainda que esta categoria ainda não interfira significativamente nas vendas de produtos cárneos – segundo relatório de novembro do CoBank.
- Daqui a dez anos, haverá um consume maior de proteínas extraídas de vegetais, mas o bife continuará a reinar, prevê o fundador da Epic Burger, David Friedman. As pessoas sempre querem um pouco mais de carne em suas dietas, mas também exigem cada vez mais qualidade e transparência nas informações sobre a comida que vão ingerir. -
Fonte: GAZETA DO POVO

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

História de amor na Campanha

fabio_azeredo
Bagé (RS), conhecida pela alcunha de “Rainha da Fronteira”, fica a 378 quilômetros da capital gaúcha, Porto Alegre. A região, por sua geografia, influencia muito na criação de gado e no trabalho no campo. Mas a história também é um forte elemento enraizado na cultura do local, e acaba mantendo a paixão pelo campo por gerações. Fábio da Silva Azeredo, de 39 anos, é um agente desse processo.
Quando criança, junto com o pai Tasso Paulo Azeredo, já falecido, e a mãe Sônia Maria da Silva Azeredo, de 67 anos, Fábio frequentava a propriedade da família, a Estância da Guarda, na cidade de Pedras Altas (RS), onde, segundo ele, pegou gosto pelo campo. Durante muito tempo, Azeredo fez essa viagem semanal entre sua cidade natal e a estância. “O momento mais aguardado do ano era nas férias, quando a gente podia ficar um bom tempo por lá”, lembra.
O colégio em Bagé era visto por Fábio apenas como um compromisso rápido a ser cumprido, já que a intenção dele era viver junto dos animais do campo. Lá, na Rainha da Fronteira, Azeredo ficou até concluir o ensino médio. Mais tarde, com o término da escola, partiu para o ensino superior na cidade de Pelotas (RS), onde cursou medicina veterinária na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Na graduação, se aproximou das áreas que mais o interessava, como reprodução, criação e pastagem.
Posteriormente, quando formado, Fábio começou a trabalhar com reprodução bovina. Ainda em 2009, realizando um serviço com José Nei Corrêa Severo, de 37 anos, encontrou Luiz Walter Leal Ribeiro, de 55 anos, que o avisou sobre o processo de seleção para inspetor técnico da Angus. Para Azeredo, a conclusão do processo seletivo foi em 2010, quando ele começou a trabalhar na região de Pelotas. Hoje, oito anos depois, os três que estavam nesse encontro trabalham juntos como inspetores técnicos da Angus. “Participar desse processo com tanta gente boa é uma satisfação”, afirma.
Atualmente, Fábio é casado com a também médica veterinária Fernanda Nogueira Kuhl, de 34 anos, que já trabalhou na Associação Brasileira de Angus, no Programa Carne Angus Certificada. O fruto desse relacionamento foi uma filha, Manuela Kuhl Azeredo, com um ano de idade. Para não perder as raízes do campo, aos dois meses de idade, a menina já estava visitando a Estância da Guarda, com o apoio do pai. Para Fábio, seria um sonho a filha seguir os passos da família. “Vai partir dela seguir ou não, mas estaremos ao lado dela para as decisões”, afirma orgulhoso o técnico que nunca abandonou a região onde a sua história foi construída.
Formação: Medicina Veterinária na UFPel
Natural de: Bagé (RS)
Região de Atuação: Região da Campanha e Litoral Sul do Rio Grande do Sul
Qual foi a primeira vez que ouviu falar na raça Angus: Na infância, na fazenda da família
Há quanto tempo atua junto à Associação Brasileira de Angus: Desde 2010
Uma receita infalível com carne Angus: Costela em tiras
Um rebanho inesquecível: TE Mania (Nova Zelândia e Austrália) e o da Estância da Guarda, do seu pai, que criou três filhos e segue sendo sustento da família
Texto: Felipe Lopes

Turquia deverá garantir mais 30% nas exportações de boi em pé em 2018; Pará é líder, mas SP e RS sobem em mercados exigentes

Foram mais de 386 mil cabeças exportadas em 2017, 30% sobre 2016, que renderam mais de US$ 250 milhões. Novos mercados estão em negociação sanitária com o governo. Espera-se que a expansão continue para ocupar vácuo deixado pela Venezuela.
Confira a entrevista com Ricardo Barbosa - Presidente da Abreav
Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Principais indicadores do mercado do boi –21-12-2017

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
20/12/17Diferença
19/Dez13/Dez17/Nov/17
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 147,351,41%2,01%4,65%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.196,791,03%2,19%-0,35%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.234,491,78%1,83%10,00%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 44,781,33%2,40%4,27%
DólarR$ 3,290,08%-0,38%0,37%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo apresentou alta de 1,41%, nessa quarta-feira (20) sendo cotado a R$ 147,35/@. O indicador a prazo foi fechado em R$ 146,90.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 1,03%, cotado a R$ 1196,79/cabeça nessa quarta-feira (20). A margem bruta na reposição foi de R$ 1234,49 e apresentou alta de 1,78%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quarta-feira (20), o dólar apresentou alta de 0,08% e foi cotado em R$ 3,29. O boi gordo em dólares registrou valorização de 1,33%, sendo cotado a US$ 44,78. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 20/12/17
Vencimento Fechamento Diferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Dez/17147,15-0,452.579760 
Jan/18148,30-0,251.818239 
Fev/18146,85-0,2542425 
Mar/18146,700,15760 
Abr/18147,300,1500 
Mai/18147,900,151.3216 
Jul/18150,300,0000 
Ago/18151,400,0000
Out/18153,600,001.02220 
Nov/18153,60-1,1000 
Dez/18153,60-3,4500 
Jan/19154,45-5,6000 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
12/12/17144,40145,3812/12/171174,371193,87
13/12/17144,45145,0813/12/171171,111199,50
14/12/17146,30146,6214/12/171173,191188,60
15/12/17146,55146,4315/12/171172,781185,96
18/12/17146,70148,1618/12/171165,701180,33
19/12/17145,30145,7719/12/171184,581201,35
20/12/17147,35146,9020/12/171196,791204,10
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
O contrato futuro do boi gordo para dez/17 apresentou baixa de R$ 0,45 e foi negociado a R$ 147,15 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dez/17
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
20/12/17Diferença
19/Dez13/Dez17/Nov/17
Traseiro (1×1)R$ 13,100,00%0,77%9,17%
Dianteiro (1×1)R$ 6,900,00%-2,82%-4,17%
Ponta AgulhaR$ 7,600,00%-1,30%0,00%
Equiv. FísicoR$ 149,510,00%-0,43%4,30%
Spread Eq. Físico/EsalqR$ 2,16-48,57%-62,11%-14,96%
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 149,51. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 2,16 e apresentou baixa de R$ 2,04 em relação ao dia anterior. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte Beef Point

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Abate de animais cresce no país no terceiro trimestre


O abate de bovinos chegou a 7,98 milhões de cabeças no terceiro trimestre, 7,6% a mais do que no segundo trimestre

Os abates de bovinos, suínos e de frangos cresceram no país no terceiro trimestre deste ano. Segundo dados divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve crescimento tanto na comparação com o segundo trimestre deste ano quanto em relação ao terceiro trimestre de 2016.

O abate de bovinos chegou a 7,98 milhões de cabeças no terceiro trimestre, 7,6% a mais do que no segundo trimestre e 9% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Segundo o IBGE, foram abatidos 11,03 milhões de cabeças de suínos, o que representa aumentos de 3,9% em relação ao segundo trimestre e de 2,9% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.
O número de frangos abatidos chegou a 1,47 bilhão de cabeças, praticamente o mesmo número do terceiro trimestre de 2016, mas 3,3% a mais do que no segundo trimestre de 2017.
Também foram observadas altas na aquisição de leite pelas unidades processadoras, na produção de ovos e na aquisição de couro. No terceiro trimestre deste ano, foram produzidas 839,4 milhões de dúzias de ovos, um resultado 2,7% superior ao trimestre anterior e 7,7% maior do que o observado no terceiro trimestre de 2016.
A aquisição de leite (6,16 bilhões de litros) foi 9,1% maior do que no segundo trimestre deste ano e 5,4% superior ao terceiro trimestre de 2016. A aquisição de couro (8,7 milhões de unidades) cresceu 6,3% em relação ao segundo trimestre e 4,8% em relação ao terceiro trimestre.
Edição: Graça Adjuto 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Câmara dos Deputados aprova texto-base do refinanciamento de dívidas do Funrural



Proposta volta à pauta na semana que vem para análise dos destaques, que são tentativas de alterar o texto

Brasília/DF
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que facilita a renegociação das dívidas de produtores rurais com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). O texto é baseado na Medida Provisória 793/17, que perdeu a validade por falta de votação na Câmara. O projeto volta à pauta na semana que vem para análise dos destaques, que são tentativas de alterar o texto.

Os deputados aprovaram nesta quarta-feira (6) apenas o texto-base do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Tereza Cristina (sem partido-MS) ao Projeto de Lei 9206/17. Esse projeto tramita apensado ao PL 7391/17.

O texto aprovado mantém a maior parte do parecer da MP 793/17, que instituiu o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR) junto à Secretaria da Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (Pgfn). O PRR, que ficou conhecido como Refis Rural, tem o objetivo de facilitar a quitação de dívidas dos produtores rurais com a Previdência.

Agricultura familiar
Entre as alterações feitas pela relatora estão a inclusão da renegociação de dívidas da agricultura familiar com o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Embrapa (referentes ao licenciamento de sementes). Essas mudanças foram incluídas no texto após negociação com partidos de oposição.

Também houve mudança no prazo de adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), que passou para 28 de fevereiro de 2018. A versão da MP 793 aprovada pela comissão mista tinha, como prazo de adesão, a data de 20 de dezembro de 2017.

Tereza Cristina explicou que a renegociação é necessária porque disputas judiciais levaram a dívidas impagáveis com o fundo. Agricultores questionaram os pagamentos e, amparados em decisões liminares, não pagaram o devido, até que decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF) pacificou a forma de pagamento dos tributos.

“Este projeto de lei tem o passado, que é o pagamento da dívida sem os encargos, juros ou multas; e o futuro, com alteração das alíquotas. Será muito mais justo, permitindo inclusive que o produtor rural pague pela folha de pagamentos sobre os 23%, como recolhem todos os cidadãos brasileiros. Ele poderá recolher sobre a renda bruta ou sobre a folha de pagamentos”, disse a relatora.

Para o deputado Leo de Brito (PT-AC), no entanto, a proposta faz um “pacote de bondades” a grandes empresários do setor agropecuário. “É parte do pacote do governo para privilegiar determinados setores da sociedade que são, inclusive, muito bem aquinhoados”, criticou.

O deputado destacou, no entanto, que o PT concordou com a proposta por causa da inclusão dos pequenos produtores rurais. “Vai beneficiar mais de 1,5 milhão de famílias que vão ter agora, depois desse novo texto, a possibilidade de renegociar as suas dívidas”, afirmou.


ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PL-7391/2017
PL-9206/2017

Fonte: Agência Câmara

domingo, 3 de dezembro de 2017

Liniers: sorprendente baja del novillo


 
A pesar de la menor oferta, el precio cayó 9% esta semana luego de una mejora de cuatro puntos en la previa. El valor de la categoría ajustado por inflación registra una pérdida interanual del 11%. Novillitos y vacas retrocedieron 1 y 4%, en esta semana, mientras que los terneros se mantuvieron sin cambios.
Liniers: sorprendente baja del novillo
El precio promedio del novillo que se comercializa en el mercado de Liniers bajó 9% esta semana con respecto a la anterior, cuando había aumentado cuatro puntos.
Por su parte, los novillitos perdieron 1%; las vacas, 4%; y los terneros se mantuvieron sin cambios.
La oferta total se ubicó 10% por encima del promedio de un año. Lo curioso, es que la disponibilidad de novillos estuvo por debajo de la misma comparación.
En ese sentido, la explicación de la fuerte baja de la categoría habría que buscarla en los demás canales de comercialización de hacienda para faena. Sin embargo, los precios de los novillos pesados aptos para exportación por el canal directo casi no tuvieron variación.
Otra explicación dada por algunos operadores es que la calidad media de los novillos arribados fue baja. Esto habría que compararlo con lo que pase la semana próxima, por ejemplo.
En los últimos cuatro años, sólo hay dos semanas en que la caída intersemanal del novillo se redujo más que en esta oportunidad: en julio de 2015, con un retroceso de 11%, y en diciembre del mismo año, con un traspié de 10%. Cabe aclarar que en este último caso se trató de la semana siguiente a la que registró el récord previo a la asunción del presidente Macri.
Con todos estos elementos, no es fácil diagnosticar las causas de este movimiento de valores tan abrupto, concentrado en una sola categoría. Convendrá seguir analizando cómo se comporta el mercado en las próximas semanas.
Contexto del mercado
La oferta de animales livianos salidos de feedlots, tal como se preveía por largo tiempo, es mayor pero esto no se está reflejando en sus precios. Quizás sea un factor indirecto sobre los novillos.
En nuestra habitual comparación con los valores de hace 30, 60 y 90 días, los novillos tienen el peor papel, con caídas de entre 6 y 13%, según plazo. Las otras categorías se ubican entre 0 y -4%, en un rango mucho más acotado.
Tras la caída indicada, el precio real del novillo mostró un retroceso importante. Resulta 11% menor al promedio móvil de 52 semanas y 11% más bajo que el de hace un año.