terça-feira, 27 de março de 2012

Estados fizeram dever de casa, diz Abrafrigo

Ministro negocia fim do embargo aos produtos brasileiros no final desta semana
Marcela Caetano 

O encontro do ministro da Agricultura Mendes Ribeiro Filho com a colega de pasta da Rússia, Yelena Skrynnik, será tema de encontro na tarde desta terça-feira, 27, entre o presidente da (Abrafrigo), Péricles Salazar e assessores do ministro da Agricultura. Frigoríficos do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso estão embargados desde 15 de junho do ano passado.

“Vamos levar informações e mostrar que está tudo certo. Os Estados fizeram seu dever de casa. Agora é uma negociação diplomática com as autoridades russas”, afirma Salazar.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Camardelli, acredita que a reunião entre os dois ministros, na próxima sexta, 30, será importante para mostrar as alterações na Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA). A começar pelo novo secretário, Enio Marques, que já está naquele país para dar início às negociações.
Consideramos as contrapartidas superadas neste novo modelo de gestão do ministro”, afirma o dirigente, ao se referir às mudanças na SDA que serão apresentadas pelo Mapa. Camardelli menciona também a postura na avaliação de risco da pasta, feita com base em cada produto e não de forma generalizada.

Ele também ressalta o foco em embasamento técnico para a negociação com os russos e demais mercados nas questões de sanidade. "No passado, o risco da carne e do boi era avaliado da mesma forma. Agora, vislumbramos uma sedimentação técnica, que corrobora com o aumento da condição de autogestão", avalia o dirigente.
Dos 103 estabelecimentos que trabalham com carne bovina listados no Serviço Veterinário russo, Rosselkoznadzor, 55 estão sob restrição temporária e não podem exportar. Outros 22 estão sob maior controle mas podem fazer embarques ao bloco e 26 estão aptos a embarcar cortes sem restrições, segundo dados da Abiec.
Camardelli, afirma que, mesmo assim, as quantidades embarcadas no ano passado e neste ano ao país mantiveram-se nos mesmos patamares que antes do embargo. Segundo ele, os estados não embargados assumiram as exportações pra a Rússia enquanto os que sofreram restrições direcionaram seus produtos para outros mercados.
Entre janeiro e fevereiro de 2011 os embarques para a Rússia atingiram 35,7 mil toneladas, com receita de US$ 155,7 milhões e preço médio de US$ 4,3 mil/t. Nos mesmos meses deste ano a quantidade embarcada caiu 9,25%, para 32,4 mil toneladas, com faturamento de US$ 144,8 milhões, recuo de 7% e preço médio de US$/t 4,4 mil, 2% inferior.

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Fonte: Portal DBO

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO




*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 18.03.2013

BOI: R$ 6,60 a R$ 6,80
VACA: R$ 6,30 a R$ 6,50

PRAZO: 30 DIAS


FONTE: PESQUISA REALIZADA




PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO








EM 27.03.2012
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,30 A R$ 3,40
VACA GORDA: R$ 2,90 A R$ 3,00



FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO




EM 27.03.2012  REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,60 A R$ 3,80
TERNEIRAS R$ 3,10 A R$ 3,30
NOVILHOS R$ 3,20 A R$ 3,50
NOVILHAS R$ 3,10 A R$ 3,30
BOI MAGRO R$ 3,10 A R$ 3,20
VACA DE INVERNAR R$ 2,60 A R$ 2,70

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br



COTAÇÕES


 Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 27/03/2012
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 26/03/2012 - PRAÇA RS


Ver todas cotações    Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,77R$ 6,61
KG VivoR$ 3,39R$ 3,31
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,45R$ 6,36
KG VivoR$ 3,06R$ 3,02
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Principais Indicadores do mercado do boi – 27-03-2012


Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização de 0,06% nessa segunda-feira (26) sendo cotado a R$93,92/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 94,50.
A partir de 2/jan o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro teve valorização de 0,44% e é cotado a R$ 703,85/cabeça nesta segunda-feira (26). A margem bruta na reposição foi de R$ 845,83 e teve desvalorização de 0,25%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na segunda-feira (26), o dólar foi cotado em R$1,81 com desvalorização de 0,28%. O boi gordo em dólares teve valorização de 0,35% sendo cotado a US$51,78. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 26/03/12
O contrato futuro do boi gordo para Abr/12 foi negociado a R$95,60 com baixa de R$ 0,59.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para Abril/12
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações
No atacado da carne bovina, o equivalente físico permaneceu estável e é cotado a R$ 90,60. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$ 3,32 com alta de R$ 0,06 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
FONTE: BEEFPOINT

Marfrig vê início de 2012 "desafiador" no exterior

O início de 2012 é "desafiador" no cenário externo para a indústria de alimentos Marfrig, com reflexo inclusive para os preços, afirmaram nesta segunda-feira executivos da companhia que é a segunda maior exportadora de carne bovina, suína e de aves do Brasil.
"Existe uma redução nas atividades de exportação, principalmente nos meses de janeiro e de fevereiro, com reflexo também nos preços, que se encontravam mais baixos no começo do ano", disse o diretor de Relações com Investidores, Ricardo Florence. No entanto, ele destacou que a perspectiva "é de recuperação gradual ao longo do ano" no mercado externo.
Executivos da Brasil Foods, concorrente da Marfrig em carnes e processados, também mencionaram na semana passada a expectativa de um primeiro trimestre difícil, em meio à crise na Europa e com estoques relativamente elevados em países importadores. Apesar de dificuldades na Europa e Oriente Médio, o Marfrig observa um crescimento na Ásia, com impulso da China.
"A gente tem crescido bastante com a demanda para a Ásia, com a nossa plataforma dando suporte para esse crescimento, crescemos bastante na Ásia e diminuímos Europa", disse o presidente do Marfrig, Marcos Molina.
Na área de bovinos, o Marfrig quer crescer no Chile, com espaço deixado pelas exportações do Paraguai, onde houve registro de foco de febre aftosa, a mesma doença que fez o Brasil perder o mercado chileno no passado. "O Chile é o mercado do momento para nós", disse James Cruden, presidente-executivo da Marfrig Beef.
O mercado interno, por outro lado, continuará forte. "Mercado interno a gente acredita em uma tendência de crescimento, especialmente em pratos prontos, crescimento acelerado", disse o presidente-executivo da Seara Alimentos, divisão de aves, suínos e processados do grupo, David Alan Palfenier.
As declarações dos executivos foram feitas em teleconferências para comentar os resultados de 2011, divulgados na véspera. As ações da Marfrig registravam alta no pregão desta segunda-feira, apesar de a companhia ter informado que teve prejuízo líquido de R$ 138,6 milhões no quarto trimestre de 2011, ante lucro no mesmo período de 2010.
Desinvestimento
Florence afirmou que a estratégia de desinvestimento de unidades que não pertençam ao núcleo do negócio da empresa (a produção de alimentos e proteína animal) deverá prosseguir este ano. Com isso, a empresa busca reduzir o seu endividamento e quitar dívidas, como está previsto para ocorrer neste primeiro trimestre, no qual a empresa tem vencimentos de mais de R$ 1 bilhão.
Questionado, o executivo disse que o pagamento das dívidas não terá impacto nos investimentos em 2012, até porque a empresa utilizará os US$ 400 milhões obtidos com a venda de ativos de logística comprados da Keystone para pagar os débitos.
"Além disso, contamos com a renovação normal das linhas de financiamento, para continuar com esse processo e jogando no longo prazo. Faz sentido para nós manter algo entre 15% e 20% do endividamento no curto prazo", disse.
A empresa, que realizou várias aquisições de porte nos últimos anos, terminou o 4º trimestre de 2011 com uma dívida líquida de R$ 7,78 bilhões, queda de R$ 84 milhões ante o terceiro trimestre. A companhia, castigada pelo mercado em alguns momentos pela dívida considerada elevada, disse nesta segunda-feira que está buscando um "perfil conservador de endividamento" e com "foco na redução de custos".
A empresa não divulgou a previsão de investimento para 2012, mas parte dos recursos a serem investidos virão de vendas de ativos, disse o diretor. Ao ser perguntado se o desinvestimento poderia ser maior que o investimento em 2012, Florence não foi específico.
"(Este é) Um bom ponto, mas certamente os investimentos deste ano terão o grande reforço com o caixa que provém dos desinvestimentos que estamos fazendo, certamente contribuirão para ajudar na geração de caixa da empresa."
A Marfrig e a JSL anunciaram em meados do mês que não chegaram a um acordo sobre a transferência da gestão das operações logísticas da empresa de alimentos para a transportadora.
Apesar do fim das negociações, as duas empresa continuam conversando. "O acordo como era previsto inicialmente, ambas as empresas já confirmaram que ele não existirá, o que pode acontecer são outros negócios, e os formatos vão ser estudados", disse o executivo.
BRF
A companhia afirmou que aguarda um pronunciamento do órgão de defesa da concorrência do Brasil (Cade) sobre a troca de ativos realizada com a Brasil Foods, e que espera finalizar o negócio até primeiro de junho.
"A absorção das plantas se daria de forma gradativa, ao longo dos meses subsequentes do terceiro trimestre", disse Florence. "A integração das plantas vai se dar em junho, julho e agosto, finaliza em agosto", completou Molina.
Pelo acordo, o Marfrig receberá da BRF centros de distribuição, unidades produtoras, além de várias marcas pertencentes à BRF. "Sem dúvida vai ser um desafio importante, mas nos meses anteriores já vínhamos nos preparando... e se está entrando todas as plantas e os centros de distribuição, isso ajuda a diluir os custos fixos... Estamos preparados para esta integração", comentou Molina.


FONTE: REUTERS

Semana começa com cotação firme

Oferta enxuta de boi sustenta preços, mas há pouca demanda por produto 
Mônica Costa

A cotação da arroba do boi gordo segue estável na maioria das praças. Ao mesmo tempo em que a programação de abate das indústrias está reduzida e atende três dias, em media, a oferta de animais está enxuta em algumas regiões do país.
De acordo com a Scot Consultoria, a queda na cotação da arroba observada nas semanas anteriores foi provocada pelo aumento dos abates, o que resulta em maior oferta de carne. Segundo analistas da consultoria, o mercado interno não tem conseguido absorvê-la, ao mesmo tempo em que as exportações patinam. A expectativa é de melhora nas vendas nos próximos dias.

Nas praças paulistas, o indicador boi gordo da Esalq BM&FBovespa, fechou a R$ 93,22 no mercado à vista, aumento de 0,84/%. Nas vendas a prazo, houve recuo de 0,25% para R$ 94,5/@. No mercado futuro, os contratos para março encerraram o pregão com alta de 0,11%, em R$ 94,70/@. Os contratos com vencimento em outubro terminaram a segunda-feira cotados a R4 102,99/@ reajuste de 0,30%.
Fonte: Portal DBO com informações da Scot Consultoria

segunda-feira, 26 de março de 2012

Estudo monitora qualidade da carne bovina


Pesquisa da ESALQ observa atributos do contra-filé de macho inteiro e fêmea de descarte armazenado a vácuo e em atmosfera modificada

Como líder mundial nas exportações de carne bovina, o Brasil busca atender a demanda crescente e a qualidade exigida pelo consumidor se adequando às exigências dos mercados nacionais e internacionais, investindo na aplicação de novos padrões de produção, industrialização e comercialização. Regularmente, a cadeia produtiva da carne bovina no Brasil está conformada e classificada segundo a origem dos animais, em carnes de machos castrados, machos inteiros e fêmeas de descarte. Carnes de machos castrados caracterizadas por possuírem melhores atributos de qualidade, são comumente embaladas a vácuo e destinadas ao mercado externo. Por sua vez, carnes originárias de machos inteiros e fêmeas de descarte são comercializadas no mercado interno sem diferenciação. “Contudo, este tipo de carne pode representar um produto de alta valorização nos mercados, por meio do desenvolvimento e aplicação de tecnologias que influenciem diretamente na melhoria da qualidade do produto em aspectos como a cor, maciez e estabilidade oxidativa”, lembra Priscila Robertina dos Santos, pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).

Entre as tecnologias desenvolvidas e aplicadas pela indústria de carnes, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, a embalagem em atmosfera modificada visa a manutenção da qualidade a partir da exposição do alimento a misturas de gases de composição específica, este sistema permite maior manutenção da cor, controla o desenvolvimento de microrganismos e a centralização das operações de embalagem, rotulagem e distribuição da carne fresca porcionada em bandeja pela indústria, substituindo a forma tradicional de distribuição de peças inteiras a vácuo. Sob orientação da professora Carmen Josefina Contreras Castillo, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), Priscila avaliou o efeito dos sistemas de embalagens a vácuo e em atmosfera modificada sobre parâmetros de qualidade de carne de bovinos machos inteiros e fêmeas de descarte. “Pesquisas têm demonstrado a influência de sistemas de embalagem e maturação sobre o amaciamento natural da carne. No entanto, no Brasil, são limitadas as avaliações sobre atributos de qualidade de carne in natura originária de bovinos Bos indicus, sobre sistemas de embalagem a vácuo e atmosfera modificada, após períodos prolongados de estocagem”, relata Priscila.

Nesta pesquisa foram utilizados músculos bovinos Longissimus dorsi (contra-filé) oriundos de animais machos inteiros e fêmeas de descarte Bos indicus (com grande participação da raça Nelore), criados a pasto, com idade entre 30 e 36 meses. Após o abate convencional em um frigorífico localizado na cidade de Iturama/MG, as carcaças foram identificadas e armazenadas em câmaras frias a 7 °C por 24 horas.

Em seguida, no Laboratório de Qualidade e Processamento de Carnes, da ESALQ/USP os músculos foram porcionados em bifes, embalados a vácuo e em três tipos de atmosferas modificadas contendo 75%O2/25%CO2; 60%CO2/0,2%CO/39,8%N2 e 40%CO2/0,4%CO/59,6%N2 e estocados sob refrigeração a 2 °C por um período de 28 dias. Foram avaliadas características de cor, pH, oxidação lipídica e protéica, índice de fragmentação miofibrilar, colágeno total; força de cisalhamento e perda de peso por cocção. “No sentido de reduzir os problemas causados pelas misturas de gases, o uso de monóxido de carbono (CO) em baixas concentrações tem sido proposto em embalagens de carne fresca. Sua principal vantagem é a manutenção da cor vermelho brilhante nas carnes, evitar processos oxidativos e retardar a deterioração microbiana”, explica a autora do estudo.

Contudo, segundo a pesquisa, devido ao potencial efeito tóxico do CO, sua utilização gera controvérsias em alguns países.

Os resultados sugeriram que atmosferas modificadas contendo CO até concentrações de 0,4%, melhoram a estabilidade da cor de carne in natura de bovinos de ambos os sexos, durante estocagem a 2 °C por 28 dias. Menor deterioração da cor da carne foi observada em bifes embalados em atmosferas contendo 75% de O2 que no vácuo, onde a carne apresentou descoloração transitória ou irreversível para ambos os sexos. A propriedade do CO possibilita a estabilidade da cor vermelha brilhante altamente estável e atrativa em carnes frescas.

Os diferentes sistemas de embalagem não influenciaram no pH da carne bovina, porém foi confirmado que carne originária de bovinos machos inteiros apresenta maiores valores de pH que carne de fêmeas de descarte, sustentando a teoria de maior suscetibilidade ao estresse pré-abate do primeiro grupo. Os bifes apresentaram amaciamento gradual após maturação nos diferentes sistemas de embalagens. Sistemas de embalagem livres de oxigênio propiciaram maior maciez nas carnes quando comparadas com atmosferas contendo alto conteúdo de oxigênio.

A estabilidade oxidativa lipídica e protéica da carne foi drasticamente afetada pela presença de O2 na atmosfera modificada. O processo oxidativo foi observado na carne após maturação nos diferentes tipos de embalagem, porém, um processo acelerado foi favorecido pela presença do O2 em comparação às embalagens sem a presença deste gás.

“Embora a qualidade da carne in natura seja assunto exaustivamente estudado pelos cientistas de carne, futuras pesquisas são certamente necessárias para a compreensão de diferentes aspectos chaves que continuam sem esclarecimentos. Por ora, concluímos que sistemas de embalagem afetam diversos parâmetros de qualidade de carne, porém é necessária a compressão dos mecanismos bioquímicos específicos ligados às alterações no produto, permitindo projetar estratégias e tecnologias mais eficazes na conservação dos atributos desejáveis ao consumidor”, conclui a pesquisadora.

Agrolink com informações de assessoria

SÉRIE HISTÓRICA PREÇOS BOI GORDO E TERNEIRO NO RS

Autor: José Luiz Martins Costa Kessler



2ª Expo Outono - 20 de abril a 12 de maio de 2012

2a Expo Outono
 

Programação:
 
20/04 - Sexta-Feira as 14:00h: Remate de Elite - Cabanha Santa Clara e convidados
30 touros, 600 novilhas e 15 equinos.

04/05 - Sexta-Feira as 20:00h: Remate Terra dos Presidentes
40 cavalos crioulos

05/05 - Sábado as 10:00h: FEIRA DO TERNEIRO, TERNEIRA E VAQUILHONA - Sindicato Rural de São Borja
3.000 animais

12/05 - Sábado as 14:30h: Remate Missioneiro (Angus e Cruzas) - Núcleo de Criadores Angus de São Borja
600 vacas e novilhas

FONTE: SINDICATO RURAL DE SÃO BORJA

Feiras de terneiros 2012 - Algumas datas

28ª Feira de terneiros(as), e vaquilhonas
03/04/2012 - 15:00 
Paque de Exposições Lindolfo Jacques, Santo Antonio das Missões - RS




Feira de Terneiros (as)
19/04/2012 - 14:00  |  Parque de Exposições Leo Durlo - Manoel 
Viana - RS.

Feira de Terneiros (as)
20/04/2012 - 14:00  |  Parque de Exposições de São Francisco de Assis - RS.

Feira de Terneiros (as)
21/04/2012 - 14:00  |  Parque do Instituto Federal Farroupilha São Vicente do Sul - RS.

Feira de Terneiros (as)
22/04/2012 - 14:00  |  Parque de Remates de Jaguari - RS.

Feira de Terneiros (as)
23/04/2012 - 14:00  |  Parque de Exposições Sylvio Aquino - Santiago - RS.

Feira de Terneiros (as)
24/04/2012 - 14:00  |  Parque de Remates de São Pedro do Sul - RS.

Feira de Terneiros (as)
28/04/2012 - 14:00  |  Parque de Exposições do Itacurubi - RS.
FONTE: GUARANY REMATES 



Brasil sem Vaca Louca


A solicitação brasileira feita junto à OIE para que o Brasil seja considerado zona de “Risco Negligenciável” para a doença da vaca louca foi aprovada com louvor pelo corpo técnico da instituição internacional.Essa é a melhor classificação possível e a expectativa é que na próxima assembléia mundial da OIE, que ocorrerá na terceira semana de maio em Paris,o Brasil receba a certificação definitiva dessa nova condição.Essa informação é do Diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e foi feita durante a última reunião da Cãmara Setorial da Cadeia Produtiva da Carne Bovina em que participei representando a Sociedade Rural Brasileira.Essa é a boa notícia.A má notícia é que a Austrália e a Nova Zelândia,nossos concorrentes internacionais, já solicitaram “missões de verificação”.Isso,cá entre nós, já era esperado,só estou estranhando o silêncio dos Irlandeses…
FONTE: Blog do  Alexandre Kireeff