terça-feira, 26 de novembro de 2013

Conheça a marca de carne Carrefour Selection e o programa Garantia de Origem

Nosso último Workshop de 2013, com o tema Marcas de Carne, aconteceu nos dias 20 e 21 de novembro (quarta e quinta-feira), em São Paulo, SP.
Reunimos em dois dias de evento os principais projetos de carne de qualidade, restaurantes, marcas de carne bovina e exemplos de agregação de valor na pecuária de corte. Conhecemos e divulgamos o trabalho desses pioneiros, em um ambiente de conversa e debate em alto nível, como já virou uma marca registrada dos Workshops BeefPoint.
Para conhecer melhor o tema, o BeefPoint preparou conteúdos com os palestrantes do Workshop Marcas de Carne e também com profissionais que têm se destacado na área.
Saibam mais sobre a marca Carrefour
Carrefour foi o primeiro varejista do mundo a unir, em 1976, a credibilidade de sua marca a uma linha de produtos. A empresa trouxe o conceito para o Brasil e atualmente conta com mais de nove mil produtos com sua própria marca.
 Confira alguns destes produtos 
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No segmento de alimentos, mais especificamente o de carnes, a marca Carrefour oferece diversos cortes, incluindo os mais nobres, como picanha, filé mignon, fraldinha, contrafilé e alcatra. A empresa exige padrões de segurança alimentar de seus fornecedores, que dão aos consumidores a tranquilidade de consumir produtos de elevada qualidade.
Para atender outra crescente fatia de mercado, que consome produtos premiuns, a rede lançou, em 2010, a linha Carrefour Selection, que conta com nove cortes de churrasco:
  • Peito
  • Maminha
  • Filé Mignon
  • Entrecorte
  • Cupim
  • Contra-Filé
  • Picanha
  • Alcatra
  • Fraldinha
Provenientes de mais de 200 fazendas, localizadas nas principais regiões produtoras do país, os produtos da linha contam com a chancela do programa Garantia de Origem, que assegura qualidade da cadeia produtiva desde o pasto até a gôndola.
A carne Carrefour Selection comercializada com o selo Garantia de Origem tem sua qualidade controlada por meio de análises microbiológicas, realizadas semestralmente, além de auditoria anual realizada por empresa independente.
Na criação, o bem-estar do animal é garantido com água abundante e ração livre de produtos de origem animal, hormônios e promotores de crescimento. Os animais são abatidos ainda jovens, com até 4 dentes (até 36 meses), garantindo uma carne sempre macia. A criação ainda impacta minimamente o meio ambiente e colabora para o desenvolvimento das regiões onde estão situadas as fazendas criadoras.
Atendendo os critérios do programa, assim como os demais produtos Garantia de Origem, a carne Carrefour Selection possui um código QR, presente na etiqueta da mercadoria. O código permite que o consumidor acompanhe todas as informações da cadeia produtiva ainda na gôndola, na tela de qualquer smartphone com tecnologia Android ou iPhone. Basta fotografar o código. Os dados também podem ser consultados no site.
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Confira algumas fotos da linha Carrefour Selection:
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fonte: Beefpoint

Vacas prenhas a Venda

VACAS PRENHAS
Lote: 0188
Quantidade: 30
Peso Médio: 450
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 4/8
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Vacas Prenhas
Valor: R$ 2.400,00
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: TODAS VACAS PO.ORIGENS DOS MAIS IMPORTANTES CRIADORES COMO RECONQUISTA,CATANDUVA,GAP,PAINEIRAS,AZUL ETC.O PROPRIETÁRIO ESTUDA PROPOSTA DE TROCA POR GADO.DISPOMOS DE TODAS INFORMAÇÕES, COMO IDADE, FILIAÇÃO ETC.LOTE COM 15 VACAS (PRENHAS OU JÁ PARIDAS) E 15 VAZIAS.PREÇO A COMBINAR.ACEITA OFERTA PELO PACOTE DAS 30 VACAS
Imagens do lote


Novilhos a Venda

NOVILHOS
Lote: 0196
Quantidade: 135
Peso Médio: 340
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 2,5
Raça: Cruza Européia
Animal: Novilhos
Valor: R$ 3,30
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Novilhos cruza angus e cruza Hereford,couro limpo, prontos para engorda.
Imagens do lote


Terneiros a Venda

TERNEIROS
Lote: 0197
Quantidade: 32
Peso Médio: 200
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 3,80
Cidade: Herval
Estado: RS
País: Brasil
Observação: São 32 animais, sendo 30 terneiros de primavera de 2012 (1 ano)e 2 sobre ano que podem ser apartados.Castrados e carrapateados.
Imagens do lote

Tourinhos a Venda

TOUROS
Lote: 198
Quantidade: 9
Peso Médio: 400
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 18
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Touros
Valor: R$ 2.900,00
Cidade: Capão do Leão
Estado: RS
País: Brasil
Observação: TODOS COM REGISTRO PROVISÓRIO.
Imagens do lote


domingo, 24 de novembro de 2013

Empresas brasileiras são liberadas para exportar carne para a Rússia

Mais 12 frigoríficos do Brasil cumpriram as exigências do Serviço Sanitário russo

Doze empresas brasileiras processadoras de carne foram autorizadas pelo Rosselkhoznadzor, o Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário da Rússia, a vender novamente os seus produtos para o país. A liberação significa que as exigências sanitárias russas para conservação e exportação da carne foram atendidas pelos frigoríficos brasileiros.  
Atualmente, 21 das 56 empresas brasileiras processadoras de carne têm autorização para exportar para a Rússia. Uma está sob regime de controle reforçado por parte das autoridades russas, e 34 permanecem sob restrições temporárias. 
Antônio Camardelli, presidente da Abiec (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina), demonstrou entusiasmo com a liberação das autoridades russas para as empresas brasileiras. Já no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a informação é de que, em outubro, o Ministro Antônio Andrade ofereceu, durante as negociações com os sanitaristas russos, trocar os frigoríficos suspensos por habilitações concedidas para outras unidades processadoras de carne no Brasil. Assim, a Rússia vetaria as unidades que avalia não cumprir as exigências sanitárias mas liberaria a exportação de outras fábricas. Para Antonio Camardelli , a solução encontrada pelo Governo brasileiro satisfez os empresários.
No acumulado do ano até outubro, o Brasil exportou 266 mil toneladas de carne bovina para a Rússia, o que demonstra crescimento de 15,6% em comparação com as 230 mil toneladas exportadas em 2012. Em outubro, os frigoríficos brasileiros mantiveram o nível médio de exportação mensal para a Rússia em 25 mil toneladas. Em receita, as vendas externas para o país chegaram a 102,4 milhões de dólares.
Já em relação à carne suína, os entendimentos entre Rússia e Brasil estão mais tensos. Hoje, apenas três estabelecimentos de um total de 21 estão autorizados a exportar sem restrições. Apesar disso, Rui Vargas, presidente da Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína), considera que esses movimentos são normais. Segundo o empresário, a Rússia responde hoje por 22% do volume total da carne suína exportada pelo Brasil. Esse valor já foi de 62% em 2005. A Rússia é o maior comprador da carne suína processada no Brasil.
fonte: Diário da Russia

PIB do agronegócio deve ultrapassar o da indústria, prevê economista

A afirmação é do economista e articulista, Luiz Carlos Mendonça de Barros, durante palestra ministrada no MS Agro 2013


 Se o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio mantiver o crescimento anual na casa dos 6% e o da indústria continuar a retração com média de 2%, dentro de três ou quatro anos vamos assistir a um fato inédito: o PIB do agronegócio irá ultrapassar o  industrial no Brasil. A afirmação é do economista e articulista, Luiz Carlos Mendonça de Barros, durante palestra ministrada no MS Agro 2013, evento realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), no auditório da entidade, nesta sexta-feira (22).

Barros apresentou ainda estudo sobre o desenvolvimento econômico do País, com ênfase para o final do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, passando pela gestão de Lula e ainda uma perspectiva do futuro de Dilma Rousseff à frente do Governo Federal. Segundo Barros, a política de redução da pobreza 'bateu no teto' e o desafio agora é aumentar a renda da classe média, com destaque para o atual panorama da geração de empregos  e da agricultura. "O Brasil está em pleno emprego, com os salários crescendo acima da produtividade. Outro setor que está em forte ascensão é o da agricultura, com média de 12% ao ano", revela. Para Barros o agronegócio enfrenta o obstáculo da falta de investimentos por parte dos governos em logística. "Mesmo se desenvolvendo francamente, o setor sofre com a falta de investimentos em logística, gerando problemas para o escoamento da produção", ressalta.

A participação do economista foi antecedida pela palestra do ex-ministro Roberto Brandt que destacou que a política representa um grande obstáculo para o campo. "O agronegócio é o setor mais moderno, o que mais se aproxima do campo tecnológico e o mais competitivo do Brasil, mas é também o que mais enfrenta resistência política", ressaltou o palestrante. 

Brandt destacou que o setor não luta apenas contra o mercado, mas também contra conceitos que impõem limite ao seu desenvolvimento. "O Brasil só ocupa 27% do seu território com produção agropecuária", afirmou. "Sem este setor, nossa balança comercial apresentaria déficit de US$ 72 bilhões”, ressaltou o palestrante.

Em relação aos conflitos agrários vividos em MS por conta das invasões de indígenas, Brandt afirmou que o homem urbano enxerga o setor de forma negativa e que o sistema político não colabora para mudar este conceito. "A maior parte da população brasileira vive nas cidades. Esta cultura urbana está impregnada com a visão do agronegócio desde os anos 50, que coloca o campo como um marcador do atraso econômico e que só a indústria é o progresso", afirmou.

Ao final, os palestrantes participaram de um talk show mediado pelo presidente do Sistema Famasul, Eduardo Riedel. "Para tornar o agronegócio mais competitivo será necessário rever o sistema político brasileiro", declarou Riedel.
fonte:MSreporter

LDO de 2014 vai garantir recursos para pesquisa e defesa sanitária


 


A nova Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que fixa as regras para a elaboração do orçamento do governo federal de 2014, inclui duas emendas da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, impedindo que o Executivo retenha em seus cofres os recursos destinados à pesquisa, à transferência de tecnologia para o setor agropecuário, e a ações de controle sanitário animal e vegetal.


 


O objetivo das duas emendas, acolhidas no texto da lei que o plenário do Congresso Nacional aprovou esta semana, é garantir que o volume de recursos destinados a estas áreas seja aplicado. Em relação à pesquisa e à tecnologia, a senadora avalia que, sem o bloqueio de verbas, será possível ampliar a produção e a produtividade, tanto nas lavouras quanto na pecuária, para que o Brasil continue sendo um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, em um cenário crescente de demanda por comida.


“Ficam asseguradas as condições para promover o aumento da produção e produtividade agropecuária, bem como fazer frente aos novos desafios de internacionalização do agronegócio brasileiro”, destaca a presidente da CNA. Quanto à sanidade animal e vegetal, a senadora ressalta que as ações de controle são fundamentais para garantir competitividade ao país no cenário internacional.


Segundo ela, a medida também reduziria as barreiras fitossanitárias impostas por países que importam produtos do agronegócio brasileiro, além de ajudar no combate a doenças e pragas. “Não podemos destinar recursos que depois serão contingenciados.  Isso pode impossibilitar a implementação de ações de defesa animal e vegetal no País e aumentar o risco de novas doenças”, alerta.


Assessoria de Comunicação CNA
www.canaldoprodutor.com.br

Maiores preços do ano para carne bovina

Os preços da carne bovina sem osso indicam que a expectativa de boas vendas em novembro estão se confirmando

Reprodução


No acumulado dos últimos sete dias, referente a terceira semana do mês, a valorização foi de 1,5%, na média de todos os cortes pesquisados.

O preço médio geral, de R$13,28/kg, do traseiro, R$14,90/kg e do dianteiro, R$7,94/kg estão nos maiores valores do ano.

As indústrias estão vendendo a carne bovina por um valor 8,4% superior ao de um ano atrás, três pontos percentuais acima da inflação do período, calculada pelo IPCA.

O mercado de proteína bovina está quase que "imune" a concorrência em 2013. Entre a segunda quinzena de fevereiro e o final de maio, enquanto o frango inteiro teve queda de 33,0% o boi casado ficou com preço praticamente estável.

Outra queda importante nas cotações do frango foi em outubro, quando ficou 16,5% mais barato em um mês. Ao mesmo tempo a carcaça bovina, embora também tenha acumulado queda, foi menor, 4,1%.

A margem da indústria que faz a desossa, que vinha em 23,9%, pulou para os atuais 25,9%, aumento de dois pontos percentuais em uma semana.

Com a efetivação do pagamento do décimo terceiro salário e o já tradicional incremento das vendas na última semana do mês, há possibilidade de novos reajustes nos preços no curto prazo.
fonte: Midia News

Secretaria da Agricultura e Famurs treinam técnicos dos Serviços de Inspeção Municipais


Secretaria da Agricultura e Famurs treinam técnicos dos Serviços de Inspeção Municipais
Foto: Fernando Dias
Cerca de 80 veterinários dos Serviços de Inspeção Municipais (SIMs) de diversos municípios do Estado já passaram, desde a metade do ano, por capacitação oferecida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio em parceria com a Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).
Nesta sexta-feira (22), 31 profissionais concluem o curso, realizado em dois módulos, um em outubro e outro em novembro. Entre os temas, foram abordados legislação sanitária, qualidade de produtos, boas práticas de fabricação, registro de produtos, rótulos e estabelecimentos, inspeção de bovinos, sistema global de atenção veterinária, setor de laticínios, ovos e mel, por exemplo. Em março, mais 30 técnicos começam outro curso.
A meta é qualificar os sistemas municipais e incentivar as prefeituras a aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa), do Ministério da Agricultura, ou ao Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf-RS). Interligados, os dois sistemas permitem a comercialização de produtos no Estado, caso do Susaf, ou em todo o território nacional, com o Sisbi.
A coordenadora da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria da Agricultura (Dipoa), Ângela de Souza, explica que a maioria dos pequenos municípios do Estado tem solicitado adesão ao Susaf, sobretudo os com poucas agroindústrias. Segundo ela, eles pretendem vender seus produtos apenas no entorno das cidades, o que não necessita de permissão para todo o país.
É o caso de São José do Sul, no Vale do Caí. O veterinário Eduardo Alves, responsável pelo SIM, que também participou do curso, diz que já recebeu auditoria do Dipoa e que, agora, aguarda a inserção do município no sistema estadual. 
Por Daniel Cóssio