terça-feira, 27 de maio de 2014

Vídeo facilita entendimento da Plataforma de Gestão Agropecuária - PGA



O Brasil lidera o ranking de maior exportador de carne bovina do mundo desde 2008. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA, junto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, promovem ações para aumentar o acesso à informação e à tecnologia do pecuarista brasileiro. Por isso, desenvolveram a Plataforma de Gestão Agropecuária- PGA, uma base única com dados do rebanho, garantindo a procedência da carne e a qualidade exigida para exportação.


 


Para facilitar o entendimento dessa ferramenta, a CNA lançou um vídeo, com legenda em inglês, que explica graficamente como funciona a Plataforma de Gestão Agropecuária - PGA.


Assista ao vídeo e entenda a PGA:





Números da exportação de carne brasileira:
- No 1º trimestre de 2014, Hong Kong importou 92,7 mil toneladas de carne bovina do Brasil.
- O Egito duplicou seus negócios com o Brasil nos três primeiros meses de 2014, com compras de 41,9 mil toneladas.
- Segundo a Abiec, no mês de março de 2014, o Brasil exportou 110,9 mil toneladas de carne, crescimento de 3,4% ante março de 2013. O faturamento no mês passado foi de US$ 482,7 milhões.


Integração com a Plataforma de Gestão Agropecuária - PGA e a adesão ao CNA CARD


O Estado que enviar seus dados à Plataforma de Gestão Agropecuária- PGA pode também contar com o CNA CARD, um cartão que permite ao produtor solicitar e imprimir Guias de Trânsito Animal, pela Internet, com agilidade e segurança. Permitindo o pagamento de taxas com conforto, sem sair da propriedade rural.
Quem tiver o CNA CARD também conta com um clube de benefícios.


Site da PGA e CNA CARD
Acesse o site que a CNA criou para divulgar todas as informações sobre a PGA e sobre o CNA CARD: http://www.cnacard.com.br/


 

Assessoria de Comunicação Digital do Sistema CNA/SENAR
(61) 2109-1382
www.canaldoprodutor.com.br

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Principais indicadores do mercado do boi – 26-05-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-05-26 às 08.45.29
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou baixa de 0,18%, nessa sexta-feira (23) sendo cotado a R$ 120,12/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 120,96.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
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O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,63%, cotado a R$ 1048,11/cabeça nessa sexta-feira (23). A margem bruta na reposição foi de R$ 933,87 e teve valorização de 0,32%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-05-26 às 08.59.04
Na sexta-feira (23), o dólar foi cotado em R$ 2,22. O boi gordo foi cotado em  US$ 54,15. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 23/05/14
Captura de Tela 2014-05-26 às 08.48.54
O contrato futuro do boi gordo para jun/14 apresentou alta de R$ 0,40 e foi negociado a R$ 119,25, em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para jun/14
Captura de Tela 2014-05-26 às 08.59.26
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-05-26 às 09.13.25
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 119,10. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de -R$ 1,02 e sua diferença em relação ao dia anterior, apresentou baixa de R$ 0,22. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-05-26 às 08.59.54
fonte: Beefpoint

Feiras de Terneiros: padrão valorizado

Comprador disposto a dar lances maiores

Para atender a indústria e obter preços melhores na venda, pecuaristas buscam em leilões lotes mais uniformes e animais de maior qualidade

 Sentado numa arquibancada em frente à pista de remates, Daniel Guizzardi, 36 anos, observa a entrada de 20 terneiros da raça angus com peso médio acima de 200 quilos. Enquanto os animais se movimentam na mangueira e o leiloeiro começa a instigar o público a fazer lances, o comprador observa o comprimento dos animais, formato do corpo, tamanho da cabeça e o aspecto visual de cada um.


– No olho já dá para ver a qualidade, conforme a raça e as características do animal – diz Guizzardi.


Quando outros dois lotes com 48 animais da mesma raça entram em pista, Guizzardi faz nova avaliação minuciosa Ao conferir a uniformidade dos terneiros e fazer algumas anotações, não pensa duas vezes: arremata 68 unidades ao preço médio de R$ 1,26 mil cada. Tornou-se, assim, o maior comprador da 12ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas, realizada pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), em Esteio, no último dia 15, quando foram vendidos 834 animais. No total, a Fazenda Gabardo Agroturismo, com sede em Montenegro, investiu R$ 158 mil na compra de 138 terneiros ofertados no remate.


Os animais que foram escolhidos por Guizzardi têm idade média de oito meses, peso entre 200 e 220 quilos e irão se juntar ao rebanho da fazenda com quase 3 mil terneiros e reprodutores criados em sistema de semiconfinamento. Quando chegarem a 24 meses, e peso médio entre 450 quilos a 500 quilos, serão vendidos para indústrias frigoríficas.


– Nessa hora, a qualidade fará a diferença. Ganhamos um prêmio em relação ao preço de mercado com os carcaças padronizadas – explica o comprador.


PRIORIDADE NÃO É O PESO


Guizzardi representa um perfil cada vez mais visível entre compradores de feiras de terneiros e reprodutores no Rio Grande do Sul, asseguram os leiloeiros.

– O comprador está mais seletivo, busca um retorno mais rápido – avalia Alexandre Crespo, responsável pelo remate de Esteio.


A seleção mais rigorosa é ditada pela necessidade dos criadores de alcançar maior eficiência, tanto pelo encurtamento do ciclo de engorda em razão do avanço das lavouras de grãos quanto pela exigência do mercado consumidor por carne de qualidade.

– O crescimento dos programas de certificação é um exemplo desse mercado cada vez mais sedento por produtos padronizadas, com marmoreio (índice de gordura intramuscular), sabor e maciez – afirma Crespo.


O comportamento fez com que o critério peso perdesse força.

– A ideia antiga era muito baseada no peso médio por lote. Hoje, a prioridade é a padronização das carcaças, com genética e qualidade que elevem o potencial do animal – ressalta o veterinário Fernando Furtado Velloso, da Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha.


Qualidade e falta de animais elevam preços

O motivo da atual preferência dos compradores por uniformidade nos terneiros ofertados em pista é simples: os animais entram e saem do campo ao mesmo tempo e os frigoríficos premiam carcaças padronizadas. Lotes homogêneos significam tamanho, peso e genética semelhantes. Os animais com essas especificações são valorizados pela indústria com acréscimo de até 10% no preço.

– Animais parecidos entram no mesmo regime alimentar, facilitando o engorde – diz Enio Santos, presidente da Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte do Sul.


A padronização a que se refere o setor inclui raça, idade, peso, tamanho e acabamento do terneiros.


– São características que resultarão na carne que o consumidor quer, macia e saborosa – afirma Ronei Lauxen, presidente do Sindicado da Indústria de Carnes e Derivados do Estado (Sicadergs).

Conforme Lauxen, o valor diferenciado é uma forma de incentivar a melhora de qualidade e o aumento da produção.


– A escassez de terneiros no mercado fez com que o quilo da carcaça pago ao produtor aumentasse 30% em um ano, com alta de preço para o consumidor, na mesma proporção – ressalta Lauxen.


A alta no preço da carne bovina estimulou a migração para outras carnes, como frango e suíno. Por isso, Lauxen avalia que não há espaço para novos reajustes, nem mesmo na entressafra, que ocorre de junho a agosto.

Soja coloca mais dinheiro no bolso dos pecuaristas

Regulado pela cotação do boi gordo, o preço do quilo vivo dos terneiros teve média de R$ 5,01 na temporada de remates de outono no Rio Grande do Sul. O valor representa alta de 16,2% na comparação com os leilões realizados no mesmo período de 2013, conforme o Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Estado (Sindiler-RS). O número de animais vendidos foi 48% superior ao ano passado, alcançando 50,86 mil terneiros.

– A soja ajudou muito a pecuá-ria, deixou o produtor capitalizado para investir em genética e animais com terminação mais precoce – avalia Jarbas Knorr, presidente do Sindiler-RS.


A oleaginosa também ajuda a melhorar as pastagens de inverno por causa da resteva deixada no solo. Os restos de palha da colheita da soja, aliados ao azevém, são benéficos para a nutrição dos terneiros, que neste ano deverão alcançar média de 180 quilos.

– As áreas de azevém aumentaram, isso faz com que a conversão alimentar dos animais seja mais rápida, com qualidade superior – diz Francisco Schardong, presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, que também atribui o bom momento aos financiamentos para compra de animais, ao aumento do consumo e exportações.


Fonte: Campo e Lavoura, Zero Hora

Incertidumbre en ganadería argentina por alta faena de hembras

Las gremiales de productores ganaderos de Argentina mantienen una diaria y férrea discrepancia con el gobierno central. Además de su posición contraria a las exportaciones de los granos, salvada en parte gracias a los precios excepcionales de la soja, se considera que la situación es prácticamente irreversible. En los últimos años se perdieron los mercados de la afamada “carne argentina” en Europa y Rusia ante Uruguay y Paraguay no “por culpa de éstos”, sino propia, afirman los dirigentes a sus propios pares del Mercosur.
La información manejada el último fin se semana en base a datos que disponían reconocidos consultores del sector, se aproximaba efectivamente a una extracción cercana al 50% de las hembras. Y lo que es peor, es que un porcentaje importante de esa faena de vientres ocurrió en las zonas más productivas cuyas tierras se destinaron a la siembra de soja. Estas superficies dejarán buena rentabilidad con altas producciones de la oleaginosa, pero ya no volverán a verse con los ganados de la mejor genética que tuvieron hasta hace poco tiempo
fonte : Tardaguila agromercados

domingo, 25 de maio de 2014

Futuros y opciones en la ganadería uruguaya


En los últimos meses el comportamiento del mercado ganadero ha sido especialmente errático. Un año atrás los precios eran  muy altos, tanto en el ganado gordo como en los terneros. Habitualmente el período de menos oferta es la salida del invierno, cuando la oferta de ganado disminuye.

Pero no fue así el año pasado. Los precios bajaron en el segundo semestre y han  continuado en descenso, tomando por sorpresa a muchos productores que mantuvieron el  ganado en los campos ayudados por las generosas lluvias. Cuando llegó el momento de vender, en lo que habitualmente es la época de la poszafra en la primavera pasada, los precios ya estaban flojos. Los productores esperaron, pero los precios siguieron en baja. Cuando vendieron se encontraron con un producto –especialmente si eran vacas– sorpresivamente desvalorizado.

La existencia de un mercado de una operativa a futuros podría ayudar a dar previsibilidad al negocio tanto para vendedores como para compradores, pero por ahora no ha logrado concretarse.  Una experiencia a comienzos de los años de 1990 llegó a operar, pero se fue quedando sin volumen y finalmente se detuvo. Estudios posteriores llevados adelante por la Bolsa de Valores no llegaron a generar proyectos concretos.

El Instituto de Investigación Agropecuaria (INIA) sigue estudiando el tema y ve algunas oportunidades como para que la herramienta que tanto se usa en la agricultura pueda algún día funcionar en la ganadería. A través de una investigación realizada por el INIA y cofinanciada por el Instituto Nacional de Carnes (INAC) se estudió la posibilidad de que en Uruguay pueda existir un mercado de futuros y opciones mediante el cual se pueda cubrir el riesgo de precios en la actividad ganadera. La investigación apunta a identificar los elementos que permitirían el funcionamiento exitoso de dicho mercado en la realidad uruguaya.

El estudio encuentra dificultades vinculadas a la participación directa de los productores en ese mercado teniendo en cuenta la gestión empresarial, administrativa y financiera importante que requeriría un proceso de ese tipo. Según el Censo Agropecuario 2011, el 75% de los establecimientos ganaderos en el país constan de 500 has o menos, lo cual indicaría que son pocos los productores que podrían operar en un mercado de futuros y opciones en forma directa.

La investigación indica que quienes deben participar en este tipo de actividad para que funcione establemente  son la industria frigorífica, instituciones del sistema financiero y agentes que buscan hacer  negocios. Es decir, especuladores e inversores. Eso no es fácil de lograr. Pero a pesar de esos desafíos, el estudio remarca que Uruguay está por delante de otros países en cuanto a la credibilidad del índice de precios ganadero, algo que es esencial para dar credibilidad a la actividad. “En esto Uruguay tiene una ventaja absoluta frente a otros países, al ser los precios de INAC producto de un censo que abarca la totalidad de las transacciones y no tan solo una encuesta. Su única limitante, en la actualidad, es su periodicidad semanal. Es absolutamente necesario contar con información diaria, algo que INAC tiene toda la capacidad de ofrecer a corto plazo”, dice el trabajo.

En este aspecto, Alejandro Zambrano, vicepresidente de la Asociación de Consignatarios de Ganado (ACG), dijo que el mayor problema que ve para la formación de un mercado de futuros y opciones es poder formar el mercado, es decir lograr que alcance el volumen suficiente. Agregó que no hay un mercado en Uruguay en el que actúen especuladores como en Estados Unidos y aunque fuera muy bueno que existiera “tal vez no sea el momento todavía”, dijo.

El consultor Roberto Vázquez Platero también opinó que es muy difícil que se den todas las condiciones para que el mercado de futuros sea viable. Sostuvo que “en Uruguay prácticamente no tenemos un mercado de valores, la gente invierte poco y nada en estos ámbitos. En Estados Unidos funciona porque hay gente que apuesta, pero tampoco en carne tiene la importancia de otros commodities. Pero hay una muy buena clasificación de los productos que se venden porque el Departamento de Agricultura es el que hace la clasificación y lo basan en eso. Acá habría que hacer una muy buena tipificación o clasificación de los animales para poder estar hablando de una cosa homogénea”.

Por su parte, Eduardo Urgal, gerente comercial de frigorífico Pando y delegado de la Cámara de la Industria Frigorífica ante el INAC, opinó que la necesidad de un mercado de futuros y opciones existe no solo desde el punto de vista de los productores, sino también desde el lado industrial.  “Yo soy totalmente entusiasta frente a cualquier herramienta que sea útil para las partes, que ayude a fidelizar el mercado y a crecer el negocio. El tema es que nosotros no tenemos hoy contrapartida por la diversidad y volatilidad de mercados que tenemos, o al menos yo no las veo”, dijo.

También mencionó que considera que actualmente lo más parecido al mercado de futuros para la ganadería en Uruguay es la cuota 481, lo cual no es un mercado financiero sino que es físico y es de mediano y corto plazo, es decir de tres a cuatro meses. “El Frigorífico Pando compromete un precio o puede llegar a hacerlo para tres o cuatro meses hacia delante para un novillo certificado con ciertas características de cuota 481. Pero yo apenas genero cobertura en el 50% del animal. Porque del 100% de la carcasa que compro, hay un buen porcentaje que es hueso y desperdicio, parte del resto son productos que se venden en el mercado interno y después está el set de cortes de cuota 481 en el mejor de los casos llega al 50% del peso. Nosotros podemos llegar a asegurar el 50% del precio de nuestra carne y con eso nos jugamos a asegurar el 100% del precio del ganado y es lo más cercano que tenemos a un mercado de futuros”, agregó.

Entre los elementos estructurales en los que, según la investigación realizada, Uruguay no tendría problemas en cuanto al desarrollo de una cobertura de precios ganaderos a través de contratos de futuros y opciones, se encuentran la volatilidad y la formación de precios.

La volatilidad de los precios es indicada como un factor necesario porque de no existir no habría incertidumbre y un mercado de futuros que no dé cobertura a la incertidumbre no tiene sentido. El estudio establece que especialmente en los últimos cinco años la volatilidad de los precios de ganado para faena ha aumentado. Incluso en 2004 se llevó a cabo un estudio sobre la variación de los precios y se concluyó que existían condiciones para que hubiera contratos de futuros en los precios de la ganadería.

La formación del precio en el mercado ganadero tampoco sería un impedimento según las conclusiones obtenidas, ya que el precio está estrechamente relacionado al precio internacional de la carne y podría ser considerado exógeno, como consecuencia de la determinada orientación exportadora de nuestro mercado de haciendas.

Otro elemento importante para su funcionamiento es un volumen y grado de liquidez considerable de  operaciones. Según establece el trabajo, “tomando los meses que históricamente han exhibido los menores niveles de faena (agosto, setiembre y octubre), se podría establecer un mínimo mensual de 140 mil cabezas. Considerando un peso vivo promedio a la faena de 488 kilos para el novillo y 418 kilos para la vaca, se obtiene una producción mínima mensual en torno de los 64,5 millones de kilos en pie. A groso modo esto representa unos 16.000 contratos al mes u 800 contratos por rueda (para un contrato de 4.000 kilos como el que operó en el país, pero transado en ruedas diarias), asumiendo el 100% de la producción cubierta en el mercado de futuros y opciones (MFO)”.

“En el mes de máxima actividad (mayo), la faena supera en promedio las 200 mil cabezas, ponderando una producción de 93,3 millones de kilos en pie. Esto se traduciría a en un poco más de 23.300 contratos al mes o unos 1.200 por día hábil de operaciones. Si el volumen a ser cubierto en el MFO alcanzara una proporción cercana al 10%, significaría un volumen en el entorno de los 23.000 contratos al año (existen existencias exitosas de MFO sobre la base de entre 20 y 30 mil contratos al año)”.

Guzmán Tellechea, representante de la Asociación Rural del Uruguay (ARU) ante la Junta directiva de INAC, dijo que esta herramienta es de utilidad, pero es necesario que el mercado se forme y tenga un volumen interesante para todos los que actúan en el negocio. “Tiene que haber masa crítica para que el efecto sea válido, y eso hasta que no esté funcionando es muy difícil determinarlo”, sostuvo.

Por otro lado, la existencia del mercado de futuros y opciones no se ve favorecida por las formas de explotación. Bruno Lanfranco, investigador principal de INIA, destacó que es muy difícil que pueda existir un mercado de futuros en el corto plazo (dos o tres años) en una ganadería donde el 90% se engorda a pasto, lo cual permite cierta especulación, y en la que falta un conocimiento completo sobre los costos y la planificación. En cambio, una mayor terminación mediante feedlots y corrales implicaría un manejo más riguroso en cuanto a costos y una exposición a riesgo mayor por los tiempos más acotados de venta, lo cual impulsaría el desarrollo de herramientas para reducir riesgo y posibles pérdidas.

Otro aspecto que trataron en la investigación fue en dónde podría llevarse a cabo tal mercado en caso de que pudiera funcionar. Es decir, si sería un contrato como el que se hizo en 1993 en la Bolsa de Valores de Montevideo o si podría ser a través de otra Bolsa. Sobre esto Lanfranco dijo: “si bien la Bolsa de Valores de Montevideo evolucionó en estos últimos 20 años, si se mira su estructura de negocios se ve que sigue siendo preponderantemente sobre deuda pública con por ejemplo Bonos del Tesoro. Los operadores uruguayos tienen más aversión al riesgo que operadores de otras Bolsas. De modo que nos preguntamos si se podía técnicamente hacer coberturas con el mercado de San Pablo. Nuestra conclusión básicamente fue que técnicamente sí se puede, hicimos un análisis estadístico que mostró que los precios uruguayos y brasileros tienen una cierta convergencia general”.

Sin embargo, esta cobertura tiene dificultades. La producción brasilera se dirige fundamentalmente al mercado doméstico (80% de la producción aproximadamente) mientras que Uruguay se enfoca más a la colocación externa y  esto hace que estemos más expuestos a shocks.  Se comprobó que los precios demoran en volver a estar correlacionados después que divergen, lo cual si bien no inhibe el mercado si lo complica. “Si tuviéramos un mejor Mercosur tal vez podríamos llegar a tener mercados de precios  bastante similares que permitieran por ejemplo tener un contrato de futuros no solo para Uruguay sino que para la región”, agregó.

También pudieron saber que la Bolsa de San Pablo podría llegar a estar interesada en crear en algún momento un contrato de futuros dentro de ella  que fuera para Uruguay o Uruguay y Rio Grande do Sul que es una región con un poco más de convergencia en precios.

El anodino mundo financiero uruguayo

Muchos productores ganaderos uruguayos miran con añoranza a los mercados de Chicago. Por un lado, por los precios que se ubican algo por encima de los US$ 3 por kilo vivo para el novillo gordo y supera los US$ 4 por kilo para el ternero. También porque esos mercados de futuros dan referencias de precios para el ganado hasta adentrado 2015. Algo que los ganaderos uruguayos desearían tener y que los agricultores uruguayos ya tienen. Pueden vender ya soja a entregar en julio de 2015.

La ganadería ha perdido área frente a la soja en forma persistente por razones variadas.

Es cierto que los márgenes de la oleaginosa son difíciles de superar. Pero también es un hecho que la capacidad de formar precios con anticipación a la venta del producto en forma física es una herramienta cada vez más importante en la gestión de las empresas.

Los movimientos de precios de los últimos meses, que han decepcionado a muchos productores, podrían ser un iniciador de una movida que permita dar a la ganadería una mayor previsibilidad que sirviera a todas las partes.

Y que empezara a cambiar al anodino mundo financiero de Uruguay.
Fuente: El Observador - Agro

Uruguay, el destacado de Marfrig


Otro reporte empresarial en Brasil destaca la importante recuperación de márgenes en la industria frigorífica en Uruguay. Este lunes 12 fue el caso de Marfrig como lo había sido una semana antes Minerva. Estos dos grupos operan seis plantas de faena en el mercado local al que se suma el gigante JBS que es dueño del Canelones.

El lunes Marfrig divulgó los resultados del primer trimestre que comprende los negocios en Brasil, el Mercosur, Estados Unidos y Asia. En el informe se destacó en varias oportunidades la mejora de márgenes de la operación en Uruguay que se diferenció de Brasil donde la sequía en el Sur del país disminuyó la oferta y encareció los precios.

El impacto en los márgenes de la unidad Marfrig Beef “fue pequeño debido al gerenciamiento de los canales de venta y por la recuperación de las operaciones de Uruguay” que ya había reflejado en los balances durante el cuarto trimestre de 2013. La unidad de bovinos en Uruguay “registró un fuerte desempeño obteniendo no solamente márgenes más elevados sino también una sólida generación de caja”.

En el reporte se indicó que la operativa de mercado interno de las unidades internacionales generaron un ingreso líquido de R$ 196,1 millones, una baja de 33,4% respecto al primer trimestre del año anterior. Esto fue explicado por el cierre temporario de dos plantas en Argentina en 2013 y de otras dos unidades en el primer trimestre de este año. “Los volúmenes cayeron 47,4% frente al primer trimestre de 2013 lo que parcialmente compensado por el aumento de los precios medios –de 26,6%- en su mayor parte en Uruguay”, indicó el informe.

En tanto, las exportaciones de las unidades internacionales de carne vacuna de Marfrig registraron una baja de 6,4% con un total de ingresos de R$ 234,1 millones. Esto supuso una mejora que ya se había notado en el cuarto trimestre del año anterior. “Esa reversión fue integralmente explicada por los resultados de las exportaciones de Uruguay y la mejora de los resultados en ese país”.

A nivel global Marfrig reportó una pérdida liquida de R$ 96,4 millones frente a un rojo de R$ 81,225 millones de igual período del año anterior. Si bien las pérdidas fueron mayores a la esperada por el mercado, Marfrig consiguió generar un flujo de positivo lo que indica una mayor capacidad para reducir su endeudamiento. Entre enero y marzo el flujo de caja fue positivo en R$ 16 millones. En el primer trimestre los ingresos líquidos fueron de R$ 4.787 millones, un crecimiento de 9,4% frente a enero marzo de 2013. La ganancia ajustada ante del pago de intereses, impuestos, depreciación y amortización (Ebidta por sus siglas en inglés) fue de R$ 401 millones.

fonte: Agrotemario

SOJA ALAVANCA AUMENTO NA VENDA DE TERNEIROS


Dados do Sindiler indicam que preço médio teve incremento de 15%
Boa oferta de pastagens, preço remunerador do boi gordo, crédito e, principalmente, a capitalização da soja garantiram uma temporada de venda de terneiros de primeira categoria durante o outono, no Rio Grande do Sul. Não somente os preços subiram como cresceu o total de animais vendidos. De acordo com dados finais do Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Estado (Sindiler-RS), desde abril foram comercializados 73.242 terneiros, terneiras e vaquilhonas contra 54.026 no mesmo período do ano passado.
O volume foi puxado pelos machos, que não vendiam tanto desde 2011 e reverteram uma curva em queda. A pesquisa apontou a venda de 50.862 terneiros pela média de R$ 5,01 mil o quilo vivo (kg/vv) ante 34 mil negociados por R$ 4,31 o kg/vv na mesma temporada, em 2013. ‘A soja está sendo um prêmio para a pecuária, o agronegócio está deitando e rolando’, analisa o presidente do Sindiler, Jarbas Knorr.
Resultado positivo também nas terneiras: 17 mil negociadas, 4.050 a mais no período. A exceção ficou entre as novilhas cuja comercialização caiu de 7.076 para 5.380. Para o professor do Departamento de Zootecnia da Ufrgs José Fernando Piva Lobato, esse recuo indica a retenção para colocação em cria na primavera. ‘Foi uma temporada maravilhosa, dentro da realidade em que os terneiros valeram 20% a 30% acima do boi gordo. O mercado se mostrou comprador para bons terneiros e a valorização das terneiras identifica a busca de fêmeas que sejam melhores novilhas e vacas no futuro para a produção de melhores terneiros que atendam a melhores mercados ‘Com o cenário, o clima para a primavera é de confiança em bons negócios.’
Os números
2011 – 51.640
2012 – 40.435
2013 – 34 mil
Fonte: Correio do Povo

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Confinamento bovino deve crescer menos por custo elevado do boi magro



O confinamento bovino deve crescer entre 5 e 10 por cento em 2014 ante o ano anterior

A segunda sondagem feita com associados da entidade em abril apontou uma intenção de elevar o confinamento em 13 por cento neste ano, o que representaria 836 mil animais. Mas os custos crescentes em maio afetam a expectativa de confinamento.

"O otimismo do confinador tem diminuído. A reposição está muito cara, e inviabiliza em várias praças a compra de animais para o confinamento", disse Bruno de Andrade, gerente-executivo da Assocon.

Na primeira sondagem feita no começo do ano, quando a relação de custo estava mais interessante ao produtor, os pecuaristas chegavam a falar em confinar 25 por cento mais animais, ante cerca de 740 mil do ano anterior.

O que pesa contra o aumento do confinamento neste momento é o preço elevado do boi magro em relação ao valor previsto para venda da arroba do boi gordo no futuro, entre setembro e novembro.

O preço do boi magro negociado em Campo Grande (MS) acumula alta de cerca de 6 por cento apenas em maio, para 1.420 reais, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Esalq).

Do número total de pesquisados, apenas 70 por cento já tinham o boi magro efetivamente garantido nas fazendas, o que representaria o equivalente a cerca de 585 mil animais, acrescentou Andrade.

Os demais confinadores precisariam ir a campo para comprar o boi magro, justamente em um momento de preços mais altos.

Na avaliação de Andrade, os preços do boi magro subiram na esteira da alta da arroba bovina, pela maior procura diante da necessidade de atender à demanda crescente por carne bovina.

No sistema de confinamento, os animais são mantidos em sistema fechado para engorda com ração animal por cerca de 90 a 95 dias no período mais seco do ano, quando os pastos ficam mais fracos e perdem potencial nutritivo.

Os animais de confinamento representam apenas 10 por cento do número total de abates no país. Mas como os bois confinados costumam ser liberados no período de menor oferta, o sistema tem potencial para influenciar os preços de mercado.

Segundo ele, a expectativa agora é que uma queda dos preços do boi magro nos próximos dois meses --pelo aumento da oferta do animal à medida a deficiência dos pastos fique mais acentuadapossa beneficiar aqueles que precisam comprar os animais para engorda.

A reposição --aquisição do boi magro para a engordae a alimentação são os dois itens de maior peso no custo do confinamento, representando cerca de 80 por cento do valor total.

A Assocon representa cerca de 18 por cento do total de animais confinados no país. Andrade pondera que, se extrapolar os dados compilados na pesquisa para o país, o confinamento no Brasil em 2014 poderia ficar entre 4,2 e 4,4 milhões de cabeças.

Fonte: Midia News

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Plano Agrícola e Pecuário 2014/15 disponibiliza mais de R$ 156 bilhões


Os principais eixos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP), que começa no dia 1º de julho deste ano e vai até 30 de junho de 2015, baseiam-se no apoio estratégico aos médios produtores, à inovação tecnológica, ao fortalecimento do setor de florestas comerciais e à pecuária de corte, além de ajustes no seguro rural. Ao todo, serão disponibilizados R$ 156,1 bilhões – alta de 14,7% sobre os R$ 136 bilhões da safra 2013/14 –, dos quais R$ 112 bilhões são para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 44,1 bilhões para os programas de investimento. O PAP foi lançado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, nesta segunda-feira (19), em Brasília (DF).
“Quero destacar primeiro algumas reivindicações do setor atendidas nesta proposta. Conseguimos postergar para 1º de julho de 2015 a obrigatoriedade da contratação do seguro rural nas operações de custeio agrícola feitas por médios produtores. Além disso, o limite de financiamento para a comercialização de sementes passa a ser de R$ 25 milhões por beneficiário, tendo como referência o preço de mercado”, disse Geller, acrescentando que foram contratados entre julho do ano passado e abril de 2014 mais de R$ 127 bilhões pelo PAP atual.
Linhas principais
Pelo Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), estão programados R$ 16,7 bilhões para as modalidades de custeio, comercialização e investimento. O valor é 26,5% superior aos R$ 13,2 bilhões previstos na safra 2013/14. Os limites de empréstimo para custeio passaram de R$ 600 mil para R$ 660 mil, enquanto os de investimento subiram de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
O governo federal pretende ainda instituir a Política Nacional de Florestas Plantadas no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Entre as ações previstas para estimular o setor, estão investimentos em pesquisa, assistência técnica e extensão rural, além de crédito específico para fomentar a prática – como já ocorre atualmente pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que financia em até 15 anos (sendo seis anos de carência) a implantação e manutenção de florestas comerciais.
Em relação ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), proposta em que o governo atua por meio da redução de custos no momento da contratação da apólice, os recursos foram mantidos em R$ 700 milhões, volume suficiente para alcançar cerca de 10 milhões de hectares e mais de 80 mil produtores. Neste ano, ajustes serão feitos no zoneamento agroclimatológico, de maneira a torná-lo o mais aderente possível à realidade dos cultivos agrícolas do país.
Quanto aos incentivos à pecuária, agora os criadores poderão financiar a aquisição de animais para engorda em regime de confinamento; a retenção de matrizes (com até três anos para pagamento) e a aquisição de matrizes e reprodutores (limite de R$ 1 milhão por beneficiário com até cinco anos para pagamento, sendo dois de carência), com o intuito de aumentar a oferta de carne.
Já para incentivar a inovação tecnológica no campo, serão aperfeiçoadas as condições de financiamento à avicultura, suinocultura, agricultura de precisão, hortigranjeiros (cultivos protegidos por tela de proteção contra granizo, estufas, etc) e pecuária de leite por meio do Programa Inovagro. Por esta modalidade, foram programados R$ 1,7 bilhão em recursos (alta de 70%), sendo R$ 1 milhão por produtor para ser pago em até 10 anos, sendo três anos de carência.
Outra novidade do PAP é que o Moderfrota foi revitazliado, com taxas de juros reduzidas de 5,5% para 4,5% e voltando a financiar a aquisição de máquinas agrícolas novas. Além disso, o Moderinfra teve aumento dos limites de crédito individuais de R$ 1,3 milhão para R$ 2 milhões e coletivos de R$ 4 milhões para R$ 6 milhões para projetos de infraestrutura elétrica e para a reservação de água, a lém dos sistemas de irrigação na(s) propriedade(s).
Limites e taxas de juros
O limite de financiamento de custeio, por produtor, foi ampliado de R$ 1 milhão para R$ 1,1 milhão, enquanto o destinado à modalidade de comercialização passou de R$ 2 milhões para R$ 2,2 milhões. Em ambos os casos, a variação foi de 10%.
Da programação para a temporada 2014/15, R$ 132,6 bilhões são com juros inferiores aos praticados no mercado, um crescimento de 14,7% sobre os R$ 115,6 bilhões disponibilizados na safra 2013/14. As taxas de juros mais baixas estão nas seguintes modalidades:
• 4% para armazenagem, irrigação e inovação tecnológica (5% no crédito de armazenagem para cerealistas);
• 5% para práticas sustentáveis;
• 5,5% aos médios produtores;
• 4,5% a 6% para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas.
“A taxa média de juros anual de 6,5% no PAP 2014/15 mostra a preocupação do governo federal em dar condições aos nossos produtores e cooperativas para se manterem competitivos no mercado. As taxas de juros do crédito rural foram em grande parte preservadas, uma vez que os ajustes foram inferiores ao aumento da taxa Selic desde o lançamento do Plano 2013/14”, explica o ministro Neri Geller.
CONFIRA AS CONDIÇÕES DE PAGAMENTO DOS PRINCIPAIS PROGRAMAS
Custeio





















(1) Limite para plantio comercial de florestas: R$ 3 milhões/beneficiário
(2) Produtores rurais com renda bruta anual até R$ 1,6 milhões
(3) Produtores rurais com renda bruta anual acima de R$ 1,6 milhões
(4) Limite para crédito coletivo: R$ 2,4 milhões
(5) Limite para crédito coletivo: R$ 6 milhões,
(6) Limite para crédito coletivo: R$ 4 milhões
(7) Produtores rurais com renda bruta anual até R$ 90 milhões
(8) Produtores rurais com renda bruta anual acima de R$ 90 milhões
CRÉDITO DO PAP LIBERADO POR ESTADO NOS ÚLTIMOS ANOS
Financiamentos concedidos - custeio, comercialização e investimento agrícola e pecuário
Em R$ 1.000,00





















Fonte: Bacen
Elaboração: Deagri/SPA/Mapa
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(61) 3218-2203
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Audiência Pública irá tratar sobre o combate ao crime de abigeato

Prezados(as) Senhores(as),

De ordem do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), encaminho o convite da Audiência Pública que irá tratar sobre o combate ao crime de abigeato. O evento será realizado na Câmara dos Deputados, no dia 27 de maio, às 14h30min. A sua participação é de fundamental importância para definirmos as estratégias de combate ao crime de abigeato. Estamos à disposição.

Atenciosamente,
Márcia Marinho - chefe de gabinete (61) 32155604


Fonte: Deputado Federal Afonso Hamm

RS - King ultrapassa novamente R$ 1 milhão em vendas



Média ficou em R$ 1,4 mil por cabeça nas 700 vacas de invernar em pista
Em seu segundo leilão na temporada, a Fazenda King alcançou um faturamento de R$ 1.013.600 na venda de 700 vacas de invernar. O evento, realizado nesse sábado, dia 17 de maio, em São Gabriel (RS), teve média de R$ 1.448 por animal das raças Brangus e Braford.
Para o leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, o resultado é positivo e mostra o desenvolvimento realizado pela King em genética. "Foi um remate extraordinário, com o valor de R$ 3,60 o quilo vivo", reforça.
No primeiro leilão da temporada, realizado em abril, na abertura da temporada de outono, a King chegou a um resultado de R$ 1,2 milhão com o preço do quilo vivo nos machos atingindo o patamar de R$ 5,02 e nas fêmeas R$ 4,20.

Fonte: Trajano Silva Remates