terça-feira, 26 de abril de 2011

Confira a entrevista com Élio Micheloni Jr. - Analista de Mercado - Icap corretora

Boi: preços da arroba , sinalizados para outubro na BM&FBovespa, garantem lucratividade ao pecuarista que pretende confinar.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

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400 NOVILHOS 2 ANOS
PESO ENTRE 320 kg a 350 kg
SÓMENTE EUROPEUS ( ANGUS E HEREFORD )
CARRAPATEADOS
PAGAMENTO ÀVISTA

2.500 TERNEIROS
PESO ENTRE 130 kg a 200 kg
SÓMENTE EUROPEUS
CASTRADOS OU INTEIROS
CARRAPATEADOS
PAGAMENTO ÀVISTA

500 TERNEIRAS
PESO ENTRE 130 kg a 200 kg
SOMENTE EUROPÉIAS
CARRAPATEADAS
PAGAMENTO ÀVISTA

150 NOVILHAS PRENHAS
BRAFORD DEFINIDAS OU BRANDUS DEFINIDAS
CARRAPATEADAS
PAGAMENTO ÀVISTA

QUANTIDADES MÍNIMAS : CARGA FECHADA

INFORAÇÕES COM LUND 81113550 OU 99941513

Marfrig amplia bonificação para animais do Programa Carne Angus no RS



Os pecuaristas gaúchos participantes do programa 'Carne Angus Certificada', da Associação Brasileira de Angus (ABA), que vendem seus animais para as unidades da Marfrig Alimentos no Rio Grande do Sul recebem, agora, bonificação progressivas de até 8% para machos e preço de macho + premiação de até 8% para fêmeas abatidos enquadrados nas especificações técnicas do programa.

As bonificações também foram estendidas para animais mais leves, com peso mínimo de 180kg para machos e 170kg para fêmeas valorizando assim animais superprecoces. A tabela também conta com valorização diferenciada para animais habilitados à exportação para União Européia - Lista TRACE, que alcançam em torno de 1% a 2% sobre a tabela Angus, conforme a categoria.

O presidente da ABA também ressalta o pagamento diferenciado para fêmeas participantes do programa, igualadas ao preço dos machos em todas as categorias, o que promove uma mudança no mercado, que sempre valorizou mais o macho em detrimento da fêmea. "A Marfrig aposta na parceria com produtores de carne de qualidade. Com o apoio da Associação Brasileira de Angus estamos à disposição dos pecuaristas que investem na genética Angus e buscam animais de padrão superior. Os novos valores de remuneração para o Rio Grande do Sul representam o reconhecimento da empresa a esse comprometimento", assinala Luciano de Andrade, gerente de Fomento da Marfrig.

Luciano explica que a Marfrig reconhece a indiscutível importância da raça Angus na composição do rebanho gaúcho e, por isso, é parceira da ABA em diversas ações. "Nosso programa de fomento Angus reforça essa parceria, pois além de colocar a alta tecnologia de produção de carne (uso de IATF) ao alcance dos pecuaristas e participa da maioria das feiras de terneiros de outono, atraindo novos fornecedores e divulgando a importância do programa 'Carne Angus Certificada'. Este, aliado ao trabalho de marcas de carne especiais da Marfrig, aumenta o nosso portifólio de produtos ao mercado gaúcho e nacional".

Fábio Schuler Medeiros, subgerente da ABA e coordenador técnico do Programa de Carne Angus Certificada, ressalta a valorização de animais de menor peso de carcaças na nova tabela de bonificação da Marfrig, o que contempla animais superprecoces. "A ampliação das premiações e redução nas exigências de peso mínimo representa uma grande conquista para a raça Angus, já que antes os animais abatidos precocemente só obtinham premiação acima de 225 kg", explica Medeiros. A nova tabela de bonificação da Marfrig está em vigor desde 11 de abril de 2011.

O Programa Carne Angus atua nas unidades da Marfrig de Bagé, Capão do Leão, Alegrete e São Gabriel no RS, além de unidades em SP e GO. "Quanto melhor a qualidade da carcaça, maior é a bonificação paga pela empresa ao produtor. Trata-se de uma via de mão dupla, em que ambos ganham", saliente o subgerente da ABA.

As informações são de assessoria de imprensa.

FONTE: Agrolink

ARGENTINA - El ternero alcanzó un precio máximo de 11,69 $/kg en el Mercado de Liniers


  • El ternero alcanzó un precio máximo de 11,69 $/kg en el Mercado de LiniersFoto

Dicha categoría se negoció hoy a un valor promedio de 9,89 $/kg versus 10,00 $/kg en la jornada previa. La vaca buena se comercializó a 5,60 $/kg. Se vendieron apenas 6080 cabezas.

En la jornada de hoy martes se comercializaron 6080 cabezas en el Mercado de Liniers, una cifra inferior a la registrada el mismo día de la semana pasada cuando se vendieron 8300 animales.

La categoría con mayor volumen de operaciones hoy fue el ternero con 1681 ejemplares comercializados registrando un precio promedio de 9,89 $/kg (10,00 $/kg ayer lunes) y un máximo de 11,69 $/kg (11,26 $/kg).

La vaca conserva buena (161 cabezas) registró un valor medio de 4,52 $/kg (4,50 $/kg), mientras que la vaca conserva inferior (206 cabezas) se negoció a 3,91 $/kg (3,98 $/kg).

En lo que respecta a la hacienda liviana, los novillitos buenos de 351/390 kilos (432 cabezas) registraron un precio promedio de 9,54 $/kg (9,81 $/kg) y un tope de 11,00 $/kg (10,86 $/kg). Mientras que los novillitos buenos de 391/430 kilos (528 cabezas) recibieron un valor medio de 8,78 $/kg (9,20 $/kg) con un máximo de 10,50 $/kg (10,02 $/kg).

Por su parte, la vaca buena (1153 cabezas) recibió un precio promedio de 5,60 $/kg (5,93 $/kg) alcanzando un tope de 8,61 $/kg (7,32 $/kg).

FONTE:INFOCAMPO

R$ 1,00 ( REAL ) = $ 2,606 (PESOS ARGENTINOS)

FEIRA DE TERNEIROS

MÉDIAS DA FEIRA OFICAL DE TERNEIROS DE SÃO PEDRO - RS

Machos castrados R$ 3,59 kg vivo
Machos inteiros R$ 3,52 kg vivo
Femeas R$ 3,26 kg vivo

Vendidos 1.085 animais

FONTE: GUARANY REMATES

FEIRA DE TERNEIROS

MEDIAS DA FEIRA OFICIAL DE TERNEIROS DE SANTIAGO - RS

Machos R$ 3,76 o kg vivo
Femeas R$ 3,56 o kg vivo

Foram comercializados 1.111 animais

FONTE: GUARANY REMATES

Desafios da Pecuária de Corte


Maurício Palma Nogueira, eng. agrônomo e diretor da Bigma Consultoria
mauricio@bigma.com.br
Reprodução permitida desde que citada a fonte
Quando compilamos os dados de diversos órgãos oficiais em relação às demandas futuras de carne bovina, nos deparamos com uma situação assustadora: É provável que o rebanho mundial não seja suficiente para atender a demanda por carne.

Apesar de assustadora, a situação nos coloca numa rota desafiadora para a bovinocultura de corte dos próximos anos. Tanto no Brasil, como na média mundial, o mercado pressionará por um aporte tecnológico num ritmo nunca antes vivido pela pecuária. Ou é assim, ou não teremos como ofertar a carne que o mundo deseja.

O funcionamento do mercado é simples. O consumidor pressiona o consumo, valorizando o mercado de carne no mundo todo. Com isso, preços internacionais ficam em alta, como vem ocorrendo, num ambiente inflacionário.

Os preços atrativos e as perspectivas de mercado pressionam por investimentos no setor que resultarão em aporte tecnológico. Com todas as pressões ambientais, a opção para atender a oferta é tecnológica, haja vista que a área para a produção agropecuária deverá até aumentar ainda mais no futuro; porém num ritmo bem inferior do que o observado em anos anteriores.

No caso da pecuária brasileira, estima-se até que haja redução da área total, conforme temos visto nos últimos anos. A saída que resta é a aplicação de tecnologia.

Na produção pecuária, podemos dividir a aplicação de tecnologia em dois grupos: agronômico, relacionado ao suporte por área e zootécnico, relacionado ao desempenho animal.

Mantendo o foco da análise apenas no ganho zootécnico de tecnologia, a Bigma Consultoria estimou o acréscimo necessário do rebanho mundial para os próximos anos, nos períodos de 2015 a 2050.

A soma da melhoria de todos os indicadores zootécnicos levam, necessariamente, a um aumento do desfrute em qualquer rebanho. Desfrute é o número de animais abatidos dentro de um ano, quando comparado ao rebanho médio total.

Observe o resumo da estimativa na tabela 1.

Os dados da tabela 1 são os mesmos divulgados por diversos consultores e institutos, em análises e palestras. A diferença é que transformamos crescimento em porcentagem da produção de carne para animais abatidos e rebanho base. E reunimos as projeções para países desenvolvidos e subdesenvolvidos, possibilitando visualizar uma perspectiva global para o consumo de carne no futuro.

Tabela 1.
Evolução da produção, abate, rebanho e desfrute do rebanho mundial


* toneladas de equivalente carcaças
Fonte: Bigma Consultoria com dados da OECD/FAPRI/FAO/USDA/ODD Consulting

Considerando que o peso da carcaça média no mundo todo seja de 230 kg, a produção de 57 milhões de toneladas de equivalentes carcaça em 2010 teria demandado um volume de 249,2 milhões de bovinos abatidos no ano.

E assumindo rebanho bovino mundial de 1,35 bilhão de cabeças, o desfrute anual em 2010 estaria por volta de 18,5%.

Voltando à compilação de diversas análises e dados da demanda internacional por carne bovina, observa-se que a produção teria que aumentar gradualmente até atingir os quase 86 milhões de toneladas de equivalente carcaças em 2050. E há estimativas apontando 100 milhões de toneladas para 2050.

Se houver acréscimo tecnológico na taxa média de desfrute na ordem de um ponto porcentual, por período, até 2050, entre rebanho e animais para abate, o total de bovinos teria que aumentar 390,9 milhões de cabeças. Um acréscimo de 25% ao total de 2010.

Olhando para mais perto, até 2020, a pecuária mundial precisaria aumentar 100,1 milhões de cabeças para atender o abate e o aumento do próprio rebanho. Trata-se de um aumento de 6,7% em pouco menos de 10 anos, num mercado que irá competir por terras, recursos naturais, insumos e mão de obra.

Para se ter uma ideia de grandeza, o Brasil abate algo em torno de 44 milhões de cabeças ao ano, com um rebanho em torno de 205 milhões de bovinos, entre leite e corte. As projeções da OECD, também compiladas pela Bigma Consultoria, apontam aumento, só do abate brasileiro, em quase 12 milhões de cabeças até 2020.

Aumentar um ponto porcentual na taxa média mundial de desfrute, em 10 anos, parece pouco mas não é. Seria uma revolução nas fazendas de gado do mundo, especialmente em países de grande destaque, como é o caso do Brasil.

Nestas localidades, de grande importância, a pecuária seria tão incrementada tecnologicamente que em muitos casos não se pareceria em nada com a praticada atualmente.

Quem conhece a rotina da pecuária, sabe da dificuldade em promover tal crescimento de rebanho e de produtividade em uma década. As dificuldades maiores são de ordem financeira. Se em um projeto, dentro de uma propriedade, já é complicado, imagine na média global da pecuária?

Por isso que se pode dizer que regiões de importância já consolidadas na bovinocultura, como é o caso do Brasil, o cenário dos próximos anos é de grandes oportunidades e grandes mudanças. É consolidar ou perder oportunidades.

Bom, tudo que foi dito resume apenas o desafio zootécnico. Se considerarmos também o desafio agronômico, aí sim desenharíamos toda a revolução tecnológica que está por vir. Todo o ganho zootécnico deverá acontecer em áreas cada vez menores, proporcionalmente, destinadas à bovinocultura de corte.

Em outras palavras, a eficiência para a produção de carne deverá aumentar consideravelmente, permitindo que o processo tecnológico todo se consolide. E, evidentemente, que diversos outros componentes tecnológicos atuarão concomitantemente, como o aumento do peso médio das carcaças, por exemplo.

O grande maestro dos acontecimentos será o mercado. Ao longo dos anos, através de preços e da atratividade da atividade, a implantação tecnológica irá acontecendo.

Porém, mesmo diante deste cenário, não dá para se iludir com relação ao mercado. Durante os anos a pecuária de corte deve viver altos e baixos, que serão causados por crises, períodos de abundância e períodos de escassez. Tudo isso acontece num ambiente imprevisível cujas variáveis vão de políticas monetárias até as climáticas.

Produtores rurais e frigoríficos precisam se preparar para este cenário, turbulento e encorajador ao mesmo tempo. Os anos vindouros prenunciam grandes mudanças. Cabe ao empresariado garantir que essas mudanças sejam positivas.

FONTE: BIGMA CONSULTORIA

Vendas de sêmen e abate de fêmeas


Analisou-se a evolução das vendas de sêmen nos últimos anos, junto à participação de fêmeas nos abates.

Tanto a compra de sêmen quanto a opção por manter as fêmeas no rebanho são investimentos na atividade.

Além do fato de as fêmeas a mais no rebanho aumentarem diretamente a demanda por sêmen.

Observe na figura 1 a evolução da comercialização de sêmen e a participação das fêmeas nos abates.


Em 2005 e 2006, quando um grande número de fêmeas foi abatido, as vendas de sêmen patinaram.

Vale ressaltar que mesmo oscilando conforme o investimento ou não na atividade, as vendas de sêmen têm viés de alta. Isto ocorre devido à tecnificação da pecuária nacional, com consequente aumento na utilização da inseminação artificial.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Menor safra de bezerros dos últimos 15 anos na Argentina

Diante da oferta enxuta de bezerros os preços sobem e animam os criadores na Argentina.

A safra será a menor dos últimos 15 anos, estimada em 11,5 milhões de cabeças, segundo o jornal La Nación.

A Argentina passou por uma redução significativa do rebanho, resultado de uma política desastrosa para o setor pecuário, a proibição da exportação de carne bovina, visando aumentar a oferta internamente e controlar a inflação.

Como resultado, desacreditados na atividade os criadores venderam grande quantidade de fêmeas para abate, o que levou à redução na oferta de bezerros observada nos dias atuais.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Cdial Halal recebe certificado para exportação de produtos à Malásia

O Centro de Divulgação do Islam para a América Latina (CDIAL HALAL), empresa responsável pela aplicação das regras islâmicas na produção e no processamento de produtos agropecuários, principalmente de origem animal, recebeu do JAKIM (Departamento de assuntos islâmicos da Malásia) o certificado de credenciamento para supervisão e emissão de certificados halal para os produtos da Malásia. Esse credenciamento é resultado da missão malaia realizada no Brasil no início do ano.

Com uma população de mais de 27 milhões de pessoas, a Málasia é um importante mercado de produtos Halal para o mundo. A certificação contribui para explorar a capacidade de exportação para o país, não apenas no mercado de carnes, mas em outros tipos de produtos Halal como aromas e cosméticos.

Devido ao bom momento econômico dos dois países, o índice divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) registrou um significativo aumento de 55% nas exportações em 2010. Os produtos relacionados aos setores de alimentação, óleo e gás foram os segmentos que proporcionaram uma grande contribuição para o aumento do comércio entre os dois países.

Atualmente, são cerca de 1,9 bilhão de consumidores halal no mundo, número que deve aumentar cerca de 35% nos próximos 20 anos, passando para 2,2 bilhões até 2030. O dados são do instituto de pesquisas norte-americano Pew Research Center.

O que é um alimento Halal?
Alimentos Halal são aqueles cultivados e processados de acordo com a jurisprudência Islâmica. A lei exige que nenhum alimento contenha impurezas, chamadas de Najs. Animais carnívoros terrestres, carne de porco e aves de rapina são alguns exemplos de animais proibidos para o consumo dos muçulmanos.

O processo não é muito diferente do convencional, mas segue a tradição islâmica como voltar o animal para Meca e pronunciar “em nome de Deus, Deus é maior” (Bismillah Allahu Akbar) na hora do abate. Outro diferencial é que o animal deve ser degolado de forma rápida e não dolorosa.

A palavra Halal, no idioma árabe, significa lícito, permissível. São os produtos julgados consumíveis pelos muçulmanos. O termo significa alimento produzido sob a supervisão da Lei Islâmica Shariah.

As informações são da assessoria de imprensa da Cdial Halal

Agrolink
Autor: Daniel Ferrari

BOI GORDO - Pequeno volume, pouca volatilidade

Hoje temos uma situação particular no mercado do boi gordo: uma estabilidade fora do que temos visto no último semestre.

Faz exatamente um mês que o indicador Cepea/ESALQ à vista praticamente não mexe. No dia 25/3 era cotado em R$104,52/@; hoje está em R$104,58/@, tendo passado pela máxima de R$104,94 e mínima de R$103,91. Emocionante, não? É, acho que não.

Ocorre que temos uma situação que anda fugindo à “regra” de que o boi gordo deve cair no primeiro semestre e subir no segundo. E aqui vale um parênteses, pois escutei há algumas semanas a afirmação de que a sazonalidade do boi gordo estava sumindo. Isso ocorre de fato? Vejamos:

Gráfico 1. Comportamento dos preços do boi gordo nos primeiros e segundos semestres dos últimos dez anos.

No gráfico acima, fica claro que a média de preços no segundo semestre é, na grande maioria das vezes, mais alta do que no primeiro semestre. Portanto, a sazonalidade ainda existe.

O erro incorre em esperar NECESSARIAMENTE queda no primeiro semestre. Desde 2001, os preços do segundo semestre caíram apenas em 2005, quando tivemos o surto de febre aftosa no Mato Grosso do Sul (bata na madeira trêz vezes,) e em 2009, quando colhíamos os reflexos da crise mundial que enxugou o crédito da praça e fez paralizar mais de 50 plantas frigoríficas. Acredito que esses sejam motivos bons o suficiente para justificar a “ausência” de efeito sazonal sobre as cotações.

Enfim, voltemos ao texto. Em anos de preços em ascensão, ou seja, na fase de alta do ciclo pecuário, os preços podem subir no primeiro semestre, mas tendem subir ainda mais no segundo. Isso mostra que a sazonalidade ainda vigora. E em anos de preços descendentes? Mesmo assim os preços no primeiro semestre costumam ser menores do que no segundo, ou seja, a sazonalidade ainda predomina.

Parênteses feito, continuemos a falar sobre o mercado hoje.

Já faz um mês que os preços praticamente não mudam em São Paulo, como dito acima, e o que levou a isso foi a combinação de uma sistêmica falta de animais terminados, que deixa as escalas dos frigoríficos curtíssimas em plena safra, e um consumo já impactado pelos altos preços, porém, ainda capaz de absorver a pequena oferta de carne que existe hoje no mercado.

Parece-me que se a situação continuar assim nos próximos meses (e um detalhe interessante: o final da safra já bate à nossa porta), a sazonalidade poderá voltar a vigorar, como vimos que historicamente acontece. A não ser que a oferta de animais confinados aumente o suficiente para cobrir a queda de 20% ocorrida no ano passado. É o que veremos nos próximos meses.

Bem, nesta semana, recebi em meu e-mail pessoal uma mensagem chamando os produtores e a bancada ruralista de oportunistas e atrasados. A resposta à mensagem já foi dada, mas gostaria de reproduir aqui um recado dado pelo pessoal da Associação dos Profissionais da Pecuária Sustentável (APPS). Para bom entendedor, meia palavra basta, não é mesmo?

Aí vai: “Você que terá o privilégio de se deliciar com chocolate nesta páscoa, lembre-se primeiro foi preciso produzir o cacau, o açúcar e o leite no campo”.

Bom feriado a todos!

FONTE: www.agroblog.com.br / autor Lygia Pimentel

Desempenho das carnes na quarta semana de abril

Depois de apresentarem ligeiro declínio na terceira semana, as exportações de carnes voltaram a recuperar-se na semana passada, a quarta de abril. Mais que isso, apresentaram resultado que, aparentemente, é inédito no setor – uma receita média diária de US$82,200 milhões, resultado um terço superior ao da semana anterior.

Eventualmente esse resultado pode estar inflado pela forma de cômputo do número de dias da semana (oficialmente, três dias úteis; mas não necessariamente nos trabalhos dos portos). De toda forma, a SECEX/MDIC registra que as três carnes estiveram entre os produtos básicos que mais contribuíram para que as exportações brasileiras aumentassem 15% em relação à semana anterior.
Como resultado desse desempenho, a média alcançada nos primeiros 14 dias úteis de abril (de um total de 19 dias úteis) chega a US$71,535 milhões, aumentando 13,2% e 31,5% em relação, respectivamente, a março de 2011 e a abril de 2010.

Esse é, também, um valor inédito na história das exportações brasileiras de carnes. Após quase dois anos, está 3% acima (por ora, já que os dados são parciais) da receita média diária de US$69,436 milhões registrada em maio de 2008 e não superada desde então.
Fonte: AviSite

Pecuaristas fazem as contas e avaliam confinamento para 2011

Tomada de decisão tem de ser feita agora. Em princípio, a opção pode ser rentável

MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

A cerca de um mês do início da temporada do confinamento bovino, os pecuaristas mato-grossenses começam a fazer as contas para tomar a decisão – confinar ou não confinar parte do rebanho - a partir do final de maio. Por enquanto, o mercado de confinamentos em 2011 ainda é uma incógnita. Ninguém ainda dispõe de estimativas sobre o volume de animais que irão para o confinamento, embora o mercado sinalize um momento positivo com a recuperação da arroba do boi. Somente nos próximos dias o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) deverá divulgar sua primeira estimativa de confinamento no Estado. A expectativa é de que até o final do próximo mês os pacotes estejam fechados para que o setor diga sim ou não ao confinamento.

O momento, segundo o diretor executivo da Associação dos Proprietários Rurais do Estado (APR/MT), Paulo Resende, é de fazer as contas para tomar a decisão [de confinar], levando em conta principalmente os custos de produção onde três itens são fundamentais: preço dos grãos (milho, soja, caroço, etc.), custo do animal magro e o preço que ele poderá vender o animal. “Essa decisão o pecuarista deve tomar em maio e junho, quando começam a ser definidos os preços da matéria-prima. Nesse momento, ele define a quantidade de animais que ele vai preparar para confinamento”, lembra Resende.

No ano passado, segundo o Imea, Mato Grosso confinou 592,83 mil animais, 7,08% a menos que no ano anterior, quando 637,98 mil cabeças foram para confinamento.

Sistema responsável para que a engorda do boi seja muito mais rápida que no pasto, os confinamentos vêm “bombando” em Mato Grosso, onde o número de propriedades que optaram pelo sistema cresceu significativamente. No Estado são 163 unidades aptas ao confinamento do rebanho bovino, com capacidade instalada para aproximadamente 668 mil animais.

“Em 2010, o confinamento foi ótimo, o pecuarista teve uma boa rentabilidade e alcançou bom resultado. Certamente, este procedimento terá continuidade este ano porque o negócio foi lucrativo”, avalia o diretor da APR. Ele acredita que Mato Grosso tem excelentes condições para produção de gado confinado. “O Estado possui matéria-prima em abundância, volume interessante de unidades processadoras e está pronto para receber confinamento”. (Veja quadro acima)

VANTAGENS - O sistema de confinamento reduz o ciclo do boi, aumenta a produção de arrobas por hectare/ano e, sobretudo, amplia lucros. Utilizado na época da seca, o sistema de produção de boi confinado envolve benefícios diretos e indiretos, garante qualidade a custo baixo, alta produtividade, padronização da carcaça - com qualidade e em escala - e precisão dos custos de produção.

Os pecuaristas destacam como principais pontos favoráveis ao confinamento, em Mato Grosso, a aptidão do Estado na produção de grãos e subprodutos da agricultura, o que viabiliza a produção de gado através do sistema de confinamento e semiconfinamento.

Além da redução do tempo para o animal chegar ao peso ideal de abate, a criação em confinamento possibilita uma melhor utilização do espaço, permitindo a integração lavoura/pecuária. Segundo pesquisa, em Mato Grosso, mais de 50% dos confinadores trabalham também com lavoura de milho, soja e algodão.

A realidade é que o produtor buscou um meio de tornar a pecuária viável e, aos poucos, aliou a tecnologia do confinamento com as vantagens naturais do Estado. “O produtor que sobreviveu à crise de anos atrás e conseguiu investir em tecnologia, começa agora a colher os frutos do seu empreendedorismo, especialmente no momento de baixa oferta de animais para abate”, frisa o pecuarista Norberto Arantes da Silva.

FONTE: DIÁRIO DE CUIABÁ

segunda-feira, 25 de abril de 2011

COTAÇÕES

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 25/04/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 22/04/2011 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,40R$ 6,33
KG VivoR$ 3,20R$ 3,17
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,10R$ 6,00
KG VivoR$ 2,90R$ 2,85
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

V Leilão Influência - Pelotas


FOTO DE LOTE DE 50 TERNEIROS ANGUS E CRUZAS QUE ESTARÃO PRESENTES NO

V LEILÃO INFLUÊNCIA

FONTE: LUND NEGÓCIOS

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 25.04.2011

BOI: R$ 6,20 a R$ 6,40
VACA: R$ 5,90 a R$ 6,10

PRAZO: 30 DIAS

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br/

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO

EM 25.04.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,10 A R$ 3,20
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,80

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO


EM 25.04.2011
REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,20 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,80 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 2,90 A R$ 3,10
NOVILHAS R$ 2,70 A R$ 2,90
BOI MAGRO R$ 2,80 A R$ 2,90
VACA DE INVERNAR R$ 2,30 A R$ 2,40

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

ESTAMOS COMPRANDO TERNEIROS





Muito trabalho hoje ao longo de todo dia desmamando e selecionando terneiros para clientes

Lund negócios

BOI GORDO - Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos

Boi: demanda por carnes ficou abaixo da expectativa do mercado durante o feriado prolongado e a alta nas cotações, que era esparada para esta semana, deve ser adiada.



FONTE NOTICIAS AGRICOLAS