segunda-feira, 30 de maio de 2011

COTAÇÕES

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 30/05/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 27/05/2011 - PRAÇA RS


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MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,60R$ 6,50
KG VivoR$ 3,30R$ 3,25
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,20R$ 6,15
KG VivoR$ 2,95R$ 2,92
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

VEJA COMO SE COMPORTOU O MÊS DE MAIO

MAIO
2011
MACHOSFÊMEAS
ProgramaH & BProgramaH & B
CarcaçaKG VivoCarcaçaKG VivoCarcaçaKG VivoCarcaçaKG Vivo
01 - DOM 6.403.206.353.186.102.906.002.85
02 - SEG 6.403.206.353.186.102.906.002.85
03 - TER 6.303.156.303.156.012.855.962.83
04 - QUA 6.403.206.353.186.002.855.942.82
05 - QUI 6.453.236.363.186.002.855.932.82
06 - SEX 6.603.306.453.236.002.855.972.84
07 - SAB 6.503.256.403.206.002.855.962.83
08 - DOM 6.503.256.403.206.002.855.962.83
09 - SEG 6.503.256.403.206.002.855.962.83
10 - TER 6.573.296.483.246.072.885.992.85
11 - QUA 6.573.296.463.236.052.876.012.85
12 - QUI 6.603.306.483.246.102.906.082.89
13 - SEX 6.603.306.483.246.102.906.052.87
14 - SAB 6.603.306.493.256.202.956.092.89
15 - DOM 6.603.306.493.256.202.956.092.89
16 - SEG 6.603.306.493.256.202.956.092.89
17 - TER 6.503.256.473.246.222.956.092.89
18 - QUA 6.603.306.403.206.302.996.102.90
19 - QUI 6.703.356.533.276.302.996.112.90
20 - SEX 6.603.306.543.276.222.956.122.91
21 - SAB 6.603.306.493.256.302.996.132.91
22 - DOM 6.603.306.493.256.302.996.132.91
23 - SEG 6.603.306.493.256.302.996.132.91
24 - TER 6.703.356.533.276.202.956.102.90
25 - QUA 6.703.356.533.276.373.036.192.94
26 - QUI 6.603.306.503.256.202.956.152.92
27 - SEX 6.503.256.493.256.202.956.142.92
28 - SAB 6.603.306.503.256.202.956.152.92
29 - DOM 6.603.306.503.256.202.956.152.92
30 - SEG 6.603.306.503.256.202.956.152.92
31 - TER


FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES



FONTE: CORREIO DO POVO

ESTAMOS OFERTANDO PARA VENDA




OTIMO LOTE DE TERNEIROS
EUROPEUS
INTEIROS
MÉDIA 200 Kg a 210 Kg
LOCAL PRÓXIMO A PELOTAS

MATO GROSSO DO SUL- VACINAÇÃO DO REBANHO CONTRA A FEBRE AFTOSA É PRORROGADA

O Governo do Estado prorrogou por mais quinze dias a etapa de vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul. A ampliação do prazo foi feita hoje por meio de decreto publicado hoje no Diário Oficial do Estado. A normativa também estende a data para a comunicação e a entrega da Declaração de Estoque Efetivo de Animais Bovinos e Bubalinos.
O documento ainda isenta do pagamento das multas e das sanções previstas na Lei nº 3.823, de 21 de dezembro de 2009, os proprietários de animais da região do Pantanal sul-mato-grossense, afetados com os prejuízos causados pelas enchentes e pelas inundações graduais que atingiram a região.
Também estão liberados de multas os proprietários de animais e de propriedades da região do Pantanal, optantes pela etapa de vacinação de maio, que não tiverem condições de vacinar todos os seus animais, nem de fazer a declaração de estoque de animais na Secretaria de Estado de Fazenda e na Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal. Eles terão agora até o dia 15 de dezembro de 2011, para regularizar a sua situação.
Os proprietários de animais e de propriedades que se enquadrarem nestas condições deverão encaminhar ofício à Diretoria da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, justificando as razões que motivaram o não cumprimento dos atos administrativos exigidos pela legislação em vigor.
Fonte: http://www.amambainoticias.com.br/cidades/vacinaca

Boi: No mercado físico frigoríficos apresentaram escalas abertas para o início da semana

O pregão de sexta feira foi pouco movimentado, com 3.987 contratos negociados e liquidação de 375 posições no geral. 35,39% dos negócios foram day trade. No mercado físico apesar de alguns frigoríficos ainda apresnetarem escalas abertas para o início dessa semana, o dia foi tranquilo e sem grandes alteraçoes de preços, com as máximas e mínimas a vista e a prazo sem nenhuma alteração. o indicador a vista recuou R$ 0,17 a R$ 98,94/@ e o a prazo recuou R$ 0,05 a R$ 100,46/@, com prazo de pagamento de 35 dias. No atacado o traseiro devolveu a alta do dia anterior recuando 0,52% a R$ 7,21/Kg, o dianteiro subiu 1,01% a R$ 5,00, a P.A. recuou 0,41% a R$ 4,80, deixando assim o Equivalente Boi praticamente estável em R$ 90,51/@.

Clique nos links abaixo e confira as análises na íntegra:

OIE reconhece BA, TO e RO como livres de aftosa com vacinação

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) reconheceu, na quinta-feira, 26 de maio, o status de livres de aftosa com vacinação das zonas de proteção da Bahia, do Tocantins e de Rondônia. O anúncio foi feito durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, que termina nesta sexta-feira, 27 de maio, em Paris. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é representado no encontro pelo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Henrique Marques.

Segundo o coordenador-geral de combate às doenças do Ministério da Agricultura, Orasil Romeu Bandini, as áreas já eram consideradas de proteção livres da doença com aplicação de vacina pelo Ministério desde a publicação da Instrução Normativa nº 45, de 28 de dezembro de 2010, mas ainda não tinham o aval internacional. Com a resolução da OIE, as três unidades passam a ter o mesmo status sanitário em todo o território, sem restrições quanto ao comércio e trânsito de animais.

"Antes, era preciso fazer quarentena e sorologia dos animais. Isso encarecia o processo e desestimulava a pecuária nessas regiões. A partir da declaração do governo brasileiro no final do ano passado, o valor do bezerro quase dobrou em alguns desses estados", revela.

As áreas foram estabelecidas para isolar parte da Bahia, do Tocantins e de Rondônia - consideradas livres da doença com vacinação pela OIE - de áreas fronteiriças com estados que têm status sanitário inferior, como Pernambuco, Piauí, Maranhão e Amazonas.

Na Bahia, a zona abrange oito municípios - Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto -, com cerca de 10 mil criadores e um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças. No Tocantins, os municípios que compõem a área são: Barra do Ouro, Campos Lindos, Goiatins, Lizarda, Mateiros, Recursolândia e São Felix do Tocantins, onde o rebanho está estimado em 133,6 mil cabeças. Em Rondônia, a zona inclui o norte de Porto Velho e parte dos municípios de Canutama e Lábrea (localizados no Amazonas).

Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela OIE como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas.

O estado de Santa Catarina é considerado pela OIE como livre da doença sem vacinação. O Ministério da Agricultura reconhece como risco médio de febre aftosa os seguintes estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco encontram-se Roraima, Amapá e as demais áreas do Estado do Amazonas.

FONTE: Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

BOI GORDO - Entrevista com Hyberville Neto

Boi gordo: semana começa com expectativa de alta no mercado físico e futuro com o varejo repondo seus estoques para o início do mês de junho. Consumo é menor do que em 2010. Escalas estão entre 3 e 4 dias.



FONTE: SCOT CONSULTORIA

Seca versus porcentagem de prenhez ou Reflexões para um futuro próximo


Minha vontade de escrever este texto começou quando, na semana passada, estive
em um leilão de gado Angus, onde os preços foram estratosféricos e irreais (ou não) e
onde se pagou o que valia e o que não valia, principalmente vacas prenhas ou novilhas.
Tive a oportunidade de conversar com muita gente, tanto pessoas ligadas a frigoríficos
como também pecuaristas da região do sul do RS.
Por parte das pessoas ligadas aos frigoríficos, a pergunta que eu ouvia era quase
sempre a mesma: "onde está o boi da tua região?"
Comecei, desde então, a intensificar minhas indagações com invernistas e criadores
para tirar duas dúvidas: como está o boi gordo e qual a taxa de prenhez que estão
conseguindo?
Com relação ao boi, tive como respostas, quase que unânimes, de que "boi gordo só
teremos no final de agosto ou início de setembro deste ano, dependendo de como se
comportarem as pastagens", mas comecei a entender mesmo o porquê dos preços
daquele leilão quando, com criadores de terneiros, passei a ter respostas de que
fazendas que tiveram taxas de prenhez médias de 70% a 80% estão, este ano, com
índices muito baixos, confirmando que as atuais estão de 15% a 20% inferiores ao
ano passado (2010), dando como exemplo um comentário de pecuarista que em sua
propriedade tinha obtido média de 71% e este ano está confirmado apenas 49%.
Tenho absoluta certeza de que não teremos taxas médias de prenhez superiores a
60% em nossa região, o que representa uma queda de 15% a 20% nos nascimentos de
primavera de 2011 e, por consequência, uma menor oferta de terneiros no outono de
2012 com preços elevados e dificuldade de reposição.

Deixo aqui, então, esta reflexão: quem está certo? Quem está acreditando que
podemos pagar mais pelo gado de reposição? Ou os que ainda estão duvidando: o que
podemos esperar com relação ao boi para os próximos dias?

Autor: Eduardo Lund
www.lundnegocios.com.br

Governo vai apresentar nova regulamentação para inspeção de produtos de origem animal

O governo deve apresentar em até 30 dias um novo marco regulatório para a inspeção de produtos de origem animal. Foi o que disse o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Luiz Carlos de Oliveira. A intenção é melhorar a certificação de empresas, produtos e processos de produção.

A lei que institui o serviço de inspeção de produtos de origem animal é dos anos 50. A regulamentação, feita por decreto, é dos anos 60. Para o diretor do Ministério da Agricultura, a legislação em vigor tem dois problemas: está desatualizada e tem detalhes demais, dificultando o registro de produtos e de novas tecnologias de produção. A nova proposta é tornar o decreto mais simples, apenas com a regra geral.

"Toda vez que surgir um processo tecnológico novo, ele não precisa mudar o decreto, ele será instituído por um regulamento técnico. Toda vez que um produto tiver um desdobramento em um novo produto no mercado, vai ser regulado pelos regulamentos técnicos, que são baixados pelo órgão, mas serão submetidos à consulta pública de toda a sociedade e o setor produtivo",disse Luiz Carlos.

O governo pretende também tornar mais dinâmicas as operações do serviço unificado de atenção à sanidade agropecuária, o Suasa. Ele permite que padrões de inspeção estaduais e municipais sejam considerados equivalentes ao federal.

"Cabe ao Estado e ao município estabelecer os padrões à indústria que eles vão regular. Cabe ao serviço de inspeção federal acreditar nos sistemas estaduais e municipais. Nós, do Ministério da Agricultura, vamos reconhecer o sistema de inspeção que vai ser estabelecido nos mesmos moldes unificados no Brasil", afirmou o diretor.

De acordo com Luiz Carlos de Oliveira, a adesão ao Suasa tem sido pequena. A intenção é incentivar a participação maior de Estados e municípios.

"Nós estamos reformulando as instruções normativas para dar uma interpretação mais clara e objetiva e, junto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, implementar fortemente essas políticas públicas",concluiu.
FONTE: BEEFWORLD

MUITO PARECIDO COMO AQUI NO BRASIL

Análisis del mercado del ganado gordo - URUGUAY



FONTE: TARDAGUILA AGROMERCADOS

domingo, 29 de maio de 2011

Argentina: dados oficiais mostram que rebanho bovino argentino segue caindo

Os dados do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) da Argentina de março de 2011 refletem uma nova queda no rebanho bovino do país, com uma variação negativa de 2% com relação a março de 2010. De acordo com o Senasa, o rebanho bovino argentino conta com 47.973 milhões de cabeças, 16,7% a menos que o registrado no mesmo período de 2008 (ano em que a agência começou a publicar essas estimativas).

Dessa forma, nos últimos três anos, segundo dados do Senasa, desapareceram cerca de 9,6 milhões de cabeças do rebanho bovino. Se a comparação fosse feita com relação a março de 2006, essa perda seria de cerca de 11 milhões de cabeças, segundo análises privadas.

Em março passado, somente sete províncias aumentaram seus rebanhos com relação a 2010, entre as quais, estão Buenos Aires (+2%) e Entre Ríos (+2%). Juntas, essas províncias forneceram um total de 347.000 cabeças a mais ao rebanho argentino. A essas, somam-se as províncias de Neuquén, San Juan, La Rioja, Jujuy e Chubut, que também registraram variações positivas.

Com exceção de Salta, que não registrou variações em seu rebanho com relação a 2010, o resto das províncias evidenciam quedas no rebanho, alcançando em alguns casos, quedas de 15% (Santa Cruz) e 18% (Mendoza).

Considerando somente aquelas províncias cujo rebanho é maior de 4 milhões de cabeças, Córdoba registra uma variação acumulada de 2008 a 2011 de -24% (1,034 milhão de cabeças). A província de Santa Fé mostra a mesma tendência, caindo em 4% com relação a 2010 e em 21% com relação a 2009. Por outro lado, o rebanho de Corrientes caiu em 6%, sendo o acumulado nos últimos dois anos de -10%.

FONTE: Infocampo, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Minerva busca mais mercado no mundo árabe

O frigorífico Minerva aposta no crescimento das vendas para o mercado árabe, que já é um dos principais destinos das exportações do grupo. Uma das estratégias é a abertura de novos mercados na região e para isso a empresa já começou a trabalhar. De 15 a 18 de setembro, o frigorífico esteve representado em missão comercial à Argélia e Omã, organizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

"A nossa participação [na missão] foi bastante positiva pois tivemos a oportunidade de conhecer melhor o mercado de Omã, onde nos encontramos com o ministro da Agricultura [Salim Bin Hilal Al Khalili] que se mostrou bastante favorável em aumentar a parceria com o Brasil no setor do agronegócio", diz Fernando Galletti de Queiroz, presidente do Minerva. "É um país [Omã] bastante promissor, que projeta grandes investimentos, principalmente em turismo, para os próximos anos. Ainda, porém, tem sido pouco explorado pelo nosso setor da carne bovina”, destaca Queiroz.

Na Argélia, que é um dos principais destinos para a carne brasileira entre os países árabes, o Minerva realizou um churrasco promocional na Embaixada Brasileira, na capital Argel, com o objetivo de divulgar ainda mais as qualidades da carne brasileira entre os argelinos. "O churrasco foi um sucesso, bastante elogiado pelos mais de 400 convidados presentes", afirma.

A carne brasileira é de fato muito apreciada na Argélia. O país foi em 2009 e 2010 um dos destinos árabes que mais importou carne bovina brasileira e o Minerva foi um dos líderes na exportação para a região, além de maior exportador para a Argélia.

Fonte: A3

AGORA ACHO QUE SAI !

Santa Catarina pode exportar bovinos para União Européia


Nesta terça-feira (24), o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca,
João Rodrigues, esteve em Roma para assinar acordo com a União de
Importadores e Exportadores de Carnes e Derivados da Itália (Uniceb) para
exportação de terneiros vivos de Santa Catarina para Turquia. Na
oportunidade, o secretário fez a entrega oficial do termo de cessão e uso
de terreno em Imbituba para implantação de um Centro de Concentração
Animal e Adaptação de Bovinos para Exportação



De acordo com João Rodrigues, as obras do Centro de Concentração estão
acontecendo e dentro de 30 dias a estrutura estará pronta para operar. O
embarque dos primeiros bovinos para Turquia está previsto para final de
julho e o navio conterá quatro mil cabeças de gado. “Com a exportação dos
bovinos para Turquia, a expectativa é de que a produção agropecuária
catarinense aumente”, afirma o secretário. “Até o próximo ano, pretende-se
exportar 20 mil bovinos para aquele país”, completa.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, explica que o encontro com o
presidente da Uniceb, Renzo Fossato, veio consolidar o esforço do Governo
do Estado na busca de agregação de valor na pecuária catarinense. “Após
cinco anos de trabalho, vislumbra-se a real possibilidade de iniciarmos o
processo de exportação de animais vivos para União Européia”, diz
Barbieri.

“O encontro com os italianos renova as relações com europeus visando
abertura de mercado para carne bovina e suína de Santa Catarina, devido ao
status livre de febre aftosa sem vacinação”, conclui o secretário João
Rodrigues.

Nesta quarta-feira (25), a comitiva seguiu para Verona onde visitou o
frigorífico Vicentini Carni e fazendas de confinamento de terneiros, que a
partir dos próximos anos poderão ser importados de Santa Catarina. Os
catarinenses visitaram também a empresa de carrocerias Pezzaioli, em Monte
Chiari, para transporte de animais, atendendo as exigências de bem-estar
animal. Na fábrica, Rodrigues pôde conhecer todo processo de produção das
carrocerias que transportam cerca de mil suínos.

Nesta quinta-feira (26), o diretor técnico da Cidasc, João Marques,
recebe, em Paris, oficialmente a resolução da Reunião Anual da Organização
Mundial de Saúde Animal (OIE) que ratifica o certificado catarinense de
livre de febre aftosa sem vacinação.

Também integram a comitiva, o Presidente da Cidasc, Enori Barbieri; o
diretor técnico da Cidasc, João Marques; o secretário executivo do
Sindicarne, Ricardo de Gouvêa, e o Diretor de Defesa Agropecuária, Roni
Barbosa.

FONTE:REVISTA PORTUÁRIA ECONOMIA & NEGÓCIOS