quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Excelentes novilhas a venda.

NOVILHAS
Lote: 0206
Quantidade: 100
Peso Médio: 350
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 2
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Novilhas
Valor: R$ 1.200,00
Cidade: Canguçu
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Excelentes novilhas vazias, carrapateadas e conhecem mio mio, gado de genética de ponta, o proprietário da aparte no lote .
Imagens do lote

Cotações do gado gordo e de reposição em 08.01.2014 - PELOTAS - RS



PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 08.01.2014

BOI:    R$ 7,90 a R$ 8,10
VAC
A: R$ 7,50 a R$ 7,70

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 08.01.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 3,90 A R$ 4,10
   VACA GORDA: R$ 3,50 A R$ 3,60

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 08.01.2014            

TERNEIROS  R$ 3,70 A R$ 4,00      
TERNEIRAS  R$ 3,50 A R$ 3,70
NOVILHOS    R$ 3,50 A R$ 3,80
NOVILHAS    R$ 3,40 A R$ 3,60
BOI MAGRO R$ 3,40 A R$ 3,70
VACA DE INVERNAR R$ 2,80 A R$ 3,00

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Primeira loja exclusiva da Carne Certificada Hereford® será inaugurada em janeiro




O Empório do Pampa, projetado para suprir uma lacuna no varejo de carnes do Rio Grande do Sul, abre as portas em janeiro. A primeira loja, instalada em Santa Cruz do Sul, é pioneira em conceito de comercialização e produto. “Será a primeira loja do Brasil a vender exclusivamente Carne Certificada Hereford® para os cortes de bovinos, oferecendo uma linha completa de produtos para churrasco, do carvão a sais especiais, além de um grande portfólio de cervejas artesanais e vinhos regionais”, explica Cristiano Mendes, um dos sócios do empreendimento.

O empresário conheceu o programa de certificação através do BeefSummit Sul, realizado em abril, em Porto Alegre, pelo BeefPoint, em parceria com a Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). “Ali enxergamos uma excelente oportunidade de juntar o nosso objetivo de promover o consumo de carne de qualidade, trabalhando em parceria com uma associação de pecuaristas que criou o primeiro programa de carne certificada do país, e que hoje faz um grande trabalho para disseminar este projeto conectando todos os elos da cadeia”, revela.


A proposta, entretanto, avançou em complexidade, e alcançou uma dimensão simbólica. “De um lado existe um trabalho fantástico sendo realizado pelos pecuaristas, produzindo carne de excelente qualidade, apoiados por programas como o da Carne Pampa®, da ABHB. E na outra ponta, o consumidor que encontra este produto nas prateleiras dos supermercados. Vimos que está faltando educar este consumidor para que entenda a diferença entre um produto certificado e o não certificado. Precisamos contar a história dessa gente do campo; histórias como a do Ricardo Lopes (Carioca), produtor de Bagé, que preserva o Bioma Pampa como pastagem em sua propriedade, que com muito amor ao que faz, com genética avançada e técnicas de manejo, entregam um produto de qualidade muito superior aos demais”, antecipa.
Sobre o selo Hereford®
O selo Carne Certificada Hereford® acompanha todas as marcas certificadas pelo programa Carne Pampa® da ABHB, atestando a presença da qualidade das raças Hereford e Braford. Na prática, o selo assegura a procedência e os padrões de acabamento da carne produzida, garantindo o sabor e a maciez inigualáveis produzidas pelas raças, que tanto agradam os consumidores mais exigentes.

fonte: ABHB

Novilhos e Novilhas Angus certificados tem preço recorde no RS


Os produtores gaúchos que participam do Programa Carne Angus Certificada recebem, hoje, a maior cotação da pecuária brasileira.
Segundo levantamento da Associação Brasileira de Angus, o novilho (macho ou fêmea) Angus certificado é vendido por até R$ 132,00 a arroba (equivalente a R$ 8,80 por quilo) no Rio Grande do Sul. Em contrapartida, o bovino comum macho recebe R$ 117,00 por arroba (R$ 7,80/kg) e a fêmea R$ 112,50/arroba (R$ 7,50/kg). Os preços do estado hoje equivalem ou superam os praticados para animais Angus no estado vizinho (SC), onde devido a legislação sanitária que impede a entrada de animais, os preços praticados são sempre superiores as demais praças.
“O criador participante do Programa Carne Angus Certificada recebe bonificação superior aos demais. Trata-se de um ganho fantástico, que valoriza a genética Angus. Além disso, podemos afirmar com absoluta convicção que este é o melhor preço pago na pecuária em todo o país”, assinala Paulo de Castro Marques, Presidente da Associação Brasileira de Angus.
fonte: ABA

Como são realizados os cortes de carne bovina pelo mundo (com fotos)



Confira abaixo como são realizados os cortes cárneos em diversas partes do mundo
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Corte de Carne – Argentina:
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Corte de Carne - Austrália: 
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Corte de Carne – Estado Unidos:
Captura de Tela 2014-01-06 às 14.58.08
Corte de Carne – Detalle Estados Unidos:
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Corte de Carne – Espanha:
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Fonte: photorecipestepbystep.com, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint. 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O publicitário que criou a campanha e um professor de marketing analisam a campanha Tony Ramos da Friboi e sua repercussão



Se você morou ou esteve no Brasil nos últimos 12 meses e é usuário de internet, possivelmente não passou impune. O bordão “É Friboi?” virou moda nas redes e em todo o lugar.
No Açougue Mercadão Casa do Espeto, no bairro da Quarta Parada, na zona leste de São Paulo, a gerente Ednailda dos Santos Araújo já se acostumou com os clientes que perguntam a marca do espetinho na hora do almoço, seja fazendo piada, seja procurando efetivamente o produto da Friboi. “Há uns seis meses muita gente começou a perguntar qual era a marca da carne”, diz.
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No açougue Tenessee, na Avenida Sapopemba, zona leste de São Paulo, José Roberto Belucci, gerente de loja, também já ouviu diversas vezes o bordão publicitário do ano. “Sempre aparece um perguntando se é Friboi”, diz Bellucci.
Essa febre é resultado do esforço da JBS-Friboi em reforçar sua presença no varejo. Ao longo dos últimos nove meses, a empresa apostou pesado em uma longa estratégia de marketing que segue no ar, e deve continuar por mais alguns anos.
A campanha, de criação e desenvolvimento da Lew’Lara\TBWA, é um dos principais casos do ano na publicidade, tanto pelos resultados quanto pela capacidade de disseminação do mote da comunicação entre o público. Virou um dos termos mais mencionados no Twitter. “Tem sido uma campanha relevante porque traz uma quebra de paradigma na transição de uma marca corporativa para uma marca efetivamente mercadológica”, aponta Marcelo Toledo, professor de planejamento de comunicação da Escola Superior de Propaganda de Marketing (ESPM).
“É sempre um risco. Nunca sabemos se essas campanhas mais sérias pegam ou não”, diz Manir Fadel, CCO (sigla em inglês para criativo-chefe) da Lew’Lara\TBWA.
Fadel conta que a campanha começou a partir do estouro de matadouros clandestinos no começo do ano. “Ali havia crimes trabalhistas, ambientais, sanitários. A reação imediata seria a rejeição ao produto”, explica. Segundo Fadel, a preocupação da marca foi mostrar que mesmo que esse “submundo da carne” existisse, também havia empresas empenhadas em criar produtos de alta qualidade.
A primeira série de vídeos veio então com o ator Tony Ramos, apresentando quase uma reação aos escândalos do começo do ano. “Tony Ramos foi uma escolha muito acertada. Ele é uma pessoa pública sem escândalos no currículo, uma figura de retidão”, explica o CCO da Lew’Lara\TBWA. “Precisávamos de um ícone de respeito e confiança.”


Em um segundo momento, foi a vez de chegar ao ponto de venda. Os vídeos, que tiveram como principal meio a televisão, apresentavam cenas cotidianas, em que personagens do dia a dia tinham as compras interrompidas por uma aparição repentina de Tony Ramos. “Nunca fomos orientados a prestar atenção na marca da carne”, explica Fadel.
Por isso, a proposta da campanha era ir adiante e ultrapassar as barreiras do marketing com o objetivo no aumento nas vendas. “É um assunto novo e a proposta era promover essa grande mudança de hábitos”, explica.
Foi aí que veio a surpreendente referência ao humor. Diante da reação do público na internet, agência e cliente optaram por abraçar esse modelo, chegando a criar, por exemplo, os “ringtonys”, toques de celulares gratuitos com vozes perguntando se a carne é Friboi. “Ficamos surpresos porque ao contrário do mote dos ‘Pôneis Malditos’ que fizemos para a campanha da Nissan, a ideia dessa campanha era séria”, explica. “Mas o caminho do bom humor ajudou ainda mais e acabamos fazendo um grande trabalho de internet também.”
Na terceira fase, a ideia da campanha era disseminar o conceito Brasil a fora. Diversos vídeos ambientados em variadas partes do país começaram a ocupar os intervalos na televisão, ampliando a identificação entre a marca e o cliente.
Depois de dizer quem são, o que fazem e onde atuam, como explica o professor Toledo, agora a Friboi passa a mostrar o que “pensa sobre o mundo”. “Em média, a decisão de compra é 40% pelo produto e 60% pelo que a empresa é. As empresas estão começando a entender que existe uma coisa chamada reputação que transcende marca e preço”, diz. Daí o novo apelo, agora com os cozinheiros especiais.
Commodity com valor intangível
Ao pensar em clássicos como esponjas de aço e lâminas de barbear, possivelmente marcas já vieram imediatamente à sua mente. O mesmo não acontece quando o produto em questão é a carne bovina. Daí o maior desafio da campanha da Friboi: colocar o consumidor em contato o valor da empresa.
Para Toledo, essa é uma forma de garantir as vendas do produto mesmo com preços acima da média de mercado. “Quando esse conceito está construído e exposto, a empresa pode trabalhar com produtos mais caros, por que isso não deverá interferir nas vendas.”
Muito bom humor
Não há dúvidas que o bom humor brasileiro também empurrou (e muito) a os resultados da empresa. Diante das aparições repentinas do astro da campanha, a reação imediata do público foi a piada. Os chamados memes tomaram conta das redes sociais, com todo o tipo de gracinha.
Fonte: IG Economia, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

URUGUAY - Llegó la hora de la invernada y de las exportaciones en pie

El objetivo de los tres millones de terneros está ahí. Serán algo menos los nacidos en la primavera, pero constituyen un punto de inflexión para el ciclo ganadero. Quebrar una barrera que se consiguió gracias a las buenas señales del mercado que apostó a la cría y a la retención de vientres.
En los últimos meses, sin embargo, el mercado mostró un fuerte descenso en los precios de la hacienda gorda que se trasladó a la reposición. Un ajuste que mejora los números ahora para la invernada y que exige que se destrabe la exportación de ganado en pie. Una corrección de precios que permitiría una salida de terneros hacia más mercados.
Desde la primera semana de agosto pasado se dio un permanente ajuste en el precio del novillo gordo, que a la última semana de diciembre acumuló 40 centavos de dólar y lo llevó de US$?3,60 a US$?3,20 por kilo. Es la menor referencia con la que cierra un año desde diciembre de 2010. Esta corrección en los precios del gordo se trasladó a la reposición y la referencia del ternero termina este año testeando el piso de US$?2.
La industria se fijó el objetivo de empezar 2014 con un precio de compra más bajo que en años anteriores y con una oferta importante que sigue en los campos debido a la retracción en la faena.
Los frigoríficos tenían intenciones de que el precio del kilo de novillo cerrara el año lo más cerca posible de los US$?3, pero el clima jugó del lado del productor en la primavera y los US$?3,20 fueron el piso. Según los industriales, en 2014 el precio del novillo debería oscilar entre los US$?3 y US$?3,60.
Este nuevo escenario de precios  genera un cambio en la tendencia que se observó durante la mayor parte de 2012 y hasta mediados de 2013, período en el cual el novillo tuvo una media de US$?3,60 y el ternero de US$?2,60. Hace un año un invernador compraba un ternero de 200 kilos a US$?520 aproximadamente, para luego engordarlo y obtener US$?935 por la venta del novillo de 500 kilos –con un rendimiento de 52% en cuarta balanza–, con una ganancia bruta por la invernada de US$?420.
Al finalizar 2013 las referencias para el ganado gordo y de reposición se ubicaron en US$?3,30 y US$?2, respectivamente por el novillo y el ternero. El mismo invernador estaría comprando su ternero de 200 kilos a US$?400 y vendería su novillo de 500 kilos a US$?860, obteniendo US$?460 por su negocio de invernada.
La operación en cascada hacia abajo terminó bajando más el kilo de ternero que el de novillo. El índice flaco/gordo –cociente del precio del ternero sobre precio del novillo en pie que mide la relación de reposición– se ubica en el entorno de 1,16, su nivel más bajo desde junio de 2011.
Para la mayoría de los operadores del mercado de hacienda, el punto de equilibrio se ubica en 1,25. Por debajo de ese ratio la ecuación es favorable para el negocio de la invernada y por encima se vuelve favorable a la cría. En las nuevas referencias de precios, el índice flaco/gordo estaría indicando que el negocio está en el engorde de los ganados como un año atrás estaba en la cría.
Los casi tres millones de terneros que Uruguay está produciendo son el fruto de la estabilidad de precios que tuvo la ganadería desde comienzos de 2011 hasta agosto de 2013. Por cierto que las lluvias ayudan. Pero años lluviosos ha habido desde que la ganadería existe. Lo que nunca hubo es tanta cantidad de vientres en producción. Los ganaderos han mantenido la tasa de destete estable aumentando la carga y entorando más vaquillonas chicas.
Tres millones de terneros equivalen a US$?3.000 millones cuando esos animales sean adultos. Equivalen también a una mejora radical en la perspectiva de la industria para conseguir crédito y movilizar la economía en todo el país.
Que los precios de la reposición hayan caído hasta su nivel más bajo desde finales de 2010 tiene una lectura clara: la oferta ganadera ha quedado restablecida. Los invernadores pueden resignar algunos centavos por el precio del ganado gordo porque saben que lo repondrán a precios más accesibles. Los criadores podrán recibir un precio más bajo por los terneros porque tendrán más cantidad para ofertar. Y también dispondrán de una cantidad importante de vacas para sacar al mercado luego de años de retención.
De a poco aumentará el refugo de vacas, ya que no es necesario seguir reteniendo vientres. Con las nuevas señales de precios, el stock de vientres empezará a estabilizarse: no hay lugar para más crecimiento.
Si observamos el desempeño de las vacas y vaquillonas preñadas, fueron una de las categorías de la reposición que mayor estabilidad de precios mostró desde 2012 a mediados de 2013 con una media de US$?700 la pieza, reflejo de la fuerte apuesta a la cría. A partir de agosto del año pasado sus cotizaciones retrocedieron sin pausa cerrando el año en el eje de los US$?550 por cabeza. Mismo comportamiento exhibió la categoría de piezas de cría, que pasó de promediar cerca de US$?400 a los US$?350 que cotizan en la actualidad.
Los números de la industria frigorífica y de la invernada empiezan a acomodarse. El ciclo ganadero ha cambiado de fase. El estímulo fuerte que tenían los criadores hasta el primer semestre de 2013 se ha trasladado a la invernada.
Una válvula de escape
El ternero que un año atrás valía US$?2,40 por kilo vivo se recuesta ahora en los US$?2. En estos niveles queda muy próximo de los US$?1,90 que el Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca considera como piso para ser competitivos a la hora de exportar ganado en pie.
En la segunda semana de noviembre, el ministro Tabaré Aguerre se reunió con exportadores de ganado en pie y les comunicó el nuevo régimen para la operativa al exterior. De ahora en adelante la exportación de ganado en pie no necesita permisos previos por parte del MGAP para llevarse a cabo.
Los operadores del mercado de ganado vivo esperan que se normalicen las exportaciones este año y que esto sirva como válvula de escape para la producción récord de terneros.
Desde noviembre quedó listo un registro para que se inscriban los operadores  cumpliendo algunos requisitos mínimos. El operador registrado no tendrá que obtener un permiso previo sino que, luego de cerrar el negocio, comprar el ganado y realizar la cuarentena, acudirá al MGAP para que este lleve a cabo la certificación sanitaria.
Se evita de esta manera que empresas sin experiencia o antecedentes consiguieran permisos que luego no podían cumplir trancando nuevas habilitaciones. Se corta de raíz con la posibilidad de venta de permisos como denunciaron actores del sector.
El principal mercado para Uruguay en los últimos años fue Turquía, que hoy está cerrado. Se especula que luego de las elecciones de febrero en ese país se pueda reactivar la demanda.
En tanto, el MGAP avanzó en la habilitación de Arabia Saudita y de Pakistán para exportar ganado en pie mientras también se maneja la posibilidad de concretar negocios con Rusia.
También aparecieron posibles compradores para ganado gordo desde Venezuela. Entre los exportadores se maneja que a mediano plazo China se interese en comprar ganado desde Uruguay con destino a encierros.
En 2011, Uruguay era uno de los principales proveedores de ganado vacuno vivo de Turquía. Ese año el mercado turco compró 173.328 vacunos –casi 80% del total exportado por Uruguay–, lo que disparó la cotización local del ternero hasta US$?3,20.
Un enlentecimiento en el otorgamiento de permisos en  2012 llevó a Turquía a habilitar otros mercados que son los que hoy compiten con Uruguay.
Las exportaciones de ganado en pie de Uruguay en 2010 totalizaron 209.600 vacunos; en 2011 aumentaron a 212.955 para luego descender a 86.723 en 2012. Al 30 de noviembre de 2013 fueron apenas 38.350 vacunos. Este enero se concretarán embarques a Egipto y Jordania.
Lograr sostener una exportación de ganado en pie fluida para este año que comienza ofrecería una válvula de escape al número récord de terneros que habrá en los campos.

Fuente: El Observador - Agro

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Confira perspectivas de Maurício Palma Nogueira sobre o mercado do boi em 2014

Segundo a Agroconsult, a arroba bovina e a carne devem ser comercializadas em patamares mais elevados em 2014, com preços embalados por uma firme demanda ao mesmo tempo em que a oferta pode não ter fôlego suficiente para acompanhar o esperado crescimento.
“Os preços podem ceder um pouco no começo do ano, mas depois voltam a subir e vão trabalhar em patamar mais elevado em 2014. É ano de festas, tem Copa, muitos estrangeiros, tem eleição, a demanda vai crescer”, disse Maurício Nogueira, analista da Agroconsult.
Além do crescente consumo interno, o cenário também é muito favorável para um crescimento da demanda externa. Depois da forte alta deste ano, a expectativa da associação da indústria (Abiec) é que as exportações possam atingir recorde em volume e receita em 2014.
A perspectiva favorece a indústria, uma vez que a demanda aquecida permite que o setor reajuste preços e trabalhe com margens melhores, especialmente para aquelas que têm fatia importante da receita com vendas externas.
Os preços da arroba bovina atingiram no quarto trimestre patamares próximos aos recordes de 2010, e o consultor acredita que o pico ainda deve ser atingido em dezembro, dada a forte demanda interna neste fim de ano.
“A diferença de preço do frango, tradicional concorrente da carne bovina, é a menor em muito tempo no varejo, o que está estimulando o consumo de carne bovina”, disse Nogueira.
O setor entrou dezembro com preços firmes em todos os elos da cadeia, apontou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em relatório esta semana.
O indicador Esalq/BM&F Bovespa do boi gordo, base São Paulo, atingiu em dezembro R$ 114,01 reais por arroba, perto da marca de novembro de 2010, de 114,48 reais.
Recuo Temporário
Com o início de período de chuvas, o pasto se recompõe, permitindo a engorda do boi no campo. Este animal deverá entrar no mercado entre fevereiro e março, pressionando as cotações da arroba no mercado interno no período.
Mas depois, explicou o consultor, a demanda forte voltará a puxar os preços. A estimativa da Agroconsult aponta um consumo médio de 42,40 kg por pessoa/ano no Brasil, contra os 41,70 kg apurados em 2013.
Em contrapartida, acrescentou, a oferta não deve crescer em ritmo equivalente, levando a uma correção dos preços ao consumidor final.
Acompanhamento da Agroconsult aponta uma redução do rebanho brasileiro em 3 milhões de cabeças, para 208 milhões de cabeças, em 2013. Em 2014, a consultoria estima ainda uma diminuição de mais 2 milhões de animais.
“A redução contribui para o aumento da oferta de carne, mas mesmo este movimento não será suficiente para atender ao crescimento da demanda”, disse.
Segundo Nogueira, a diminuição de rebanho reflete os investimentos em tecnologia feitos por pecuaristas para ganhar em produtividade.
Os abates de animais atingiram níveis recordes no terceiro trimestre, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), graças à demanda interna e externa.
Ele lembra ainda que o Brasil recuperou espaço no mercado internacional, e vai crescer ainda mais este ano.
“A Índia chegou a tomar algum espaço, mas já recuou. O país recuperou mercado e vai continuar ganhando. O Brasil continuará a ser o maior exportador global”, avaliou o consultor.
Fonte: Reuters, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Vacas com cria ao pé a venda

VACAS COM CRIA 
Lote: 0205
Quantidade: 35
Peso Médio: 420
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 4/6
Raça: Cruzamento
Animal: Vacas com cria
Valor: R$ 3,00
Cidade: Pelotas
Estado: RS
País: Brasil
Observação: VACAS BEM CARCAÇUDAS, COM TERNEIROS DE BOA QUALIDADE AO PÉ. GRANDE MAIORIA DE VACAS NOVAS. O PROPRIETÁRIO PERMITE ALGUNS APARTES CASO SEJA DE INTERESSE DO COMPRADOR.PESA TUDO JUNTO, TERNEIROS E VACAS.
Imagens do lote

Principais indicadores do mercado do boi – 06-01-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.15.22
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,88%, nessa sexta-feira (03) sendo cotado a R$115,01/@. O indicador a prazo foi cotado em R$115,58.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.17.12
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 3,88%, cotado a R$ 839,91/cabeça nessa sexta-feira (03). A margem bruta na reposição foi de R$ 1057,76 e teve valorização de 5,00%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.17.56
Na sexta-feira (03), o dólar apresentou alta de 2,00% e foi cotado em R$ 2,37. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 1,10% sendo cotado a US$ 48,46. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 03/01/14
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.35.28
O contrato futuro do boi gordo para fev/14 apresentou alta de R$ 0,66 e foi negociado a R$ 111,80.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/14
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.45.57
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 113,40. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de -R$ 1,61 e sua variação apresentou alta de R$ 1,00 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.15.35
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-01-06 às 10.27.09
fonte: Beefpoint

BNDES volta a favorecer o grupo frigorífico Marfrig

Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula.
Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada.
O banco estatal aceitou adiar em um ano e meio o vencimento de uma debênture (título de dívida) de R$ 2,15 bilhões do Marfrig -de junho de 2015 para janeiro de 2017.
O frigorífico também terá seis meses a mais para pagar R$ 130 milhões em juros dessa dívida, que venciam em junho deste ano.
O BNDES concordou ainda em manter um dos pontos mais polêmicos da operação: a conversão das debêntures em ações, a um preço muito acima do mercado.
O BNDESPar, braço de participação do BNDES em empresas, se comprometeu a pagar em 2017 a quantia de R$ 21,50 por ação do Marfrig.
O valor é um pouco inferior aos R$ 24,50 acertado no primeiro contrato dessas debêntures, selado em junho de 2010, mas está muito acima do preço em Bolsa.
Na sexta-feira, as ações do Marfrig fecharam a R$ 3,96.
O acordo deve garantir algum fôlego financeiro ao frigorífico, que cresceu com a ajuda estatal, comprando concorrentes no exterior, e hoje não consegue administrar suas dívidas e é castigado pelos investidores.
De acordo com comunicado divulgado na sexta-feira, a operação com o BNDES vai permitir ao Marfrig obter um caixa positivo de R$ 100 milhões neste ano. Sem essa ajuda, "queimaria" mais R$ 150 milhões de caixa. 

PÉSSIMO NEGÓCIO
O BNDES, por sua vez, tenta postergar um péssimo negócio. Se as debêntures fossem convertidas hoje em ações, o banco pagaria R$ 2,15 bilhões por uma fatia do Marfrig que vale atualmente menos de R$ 400 milhões na Bolsa -um prejuízo de 81,4%.
No final de 2012, o BNDES teve a oportunidade de converter, a preços de mercado, todas as debêntures (que chegavam a R$ 2,5 bilhões) e se tornar dono do Marfrig. Na época, as ações valiam R$ 8.
No contrato entre o frigorífico e o banco estatal, estava prevista essa prerrogativa se a empresa realizasse um aumento de capital. O BNDES, no entanto, optou por converter apenas R$ 350 milhões, o que gerou pesadas críticas.
O banco argumentou que foi uma exigência do Marfrig para fazer o aumento de capital. O frigorífico, que já enfrentava problemas, levantou R$ 2,3 bilhões no mercado e ganhou uma sobrevida.
Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas. Por questões cambiais e outros débitos, o endividamento líquido da empresa, no entanto, caiu apenas R$ 3,168 bilhões e continua altíssimo.
O Marfrig é um dos principais problemas da BNDESPar, que, entre compra direta de ações e debêntures, já investiu R$ 3,5 bilhões na empresa e é o segundo maior acionista, com 19,6%. O BNDES não comenta a operação, e o Marfrig afirmou que vai se pronunciar apenas amanhã.

RAQUEL LANDIM
DE SÃO PAULO
Fonte: Folha Online - Folha de São Paulo

domingo, 5 de janeiro de 2014

Infraestrutura é o principal desafio para o agronegócio em 2014


Para Daniela Rocha, a perspectiva é de aumento da safra este ano, "principalmente porque 2013 não foi tão bom em termos de preços"

O grande desafio para o agronegócio em 2014 é a infraestrutura logística, disse a economista Daniela Rocha, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas. “A produção tem aumentado por causa dos avanços tecnológicos, mas a gente está com dificuldade de escoar”, disse Daniela.


O Brasil apresentou produtividade elevada em todos os produtos no ano passado, e a melhoria vai continuar este ano em quantidade - não em ternos de área plantada, mas devido aos avanços tecnológicos implantados. Os problemas de infraestrutura impedem que o país tenha condições adequadas para escoar a produção.

Daniela admitiu que os leilões de concessões na área de infraestrutura de transportes são a única alternativa para melhorar o escoamento da produção. Ela avaliou que o governo federal deu o pontapé inicial para solucionar a questão com as concessões de portos, rodovias, aeroportos e ferrovias, mas indicou que os resultados dos primeiros leilões só deverão ser notados “daqui a três ou quatro anos”.

A economista destacou que em vez de os investimentos serem direcionados de forma maciça para rodovias, o governo deveria dar prioridade a combinações entre os diversos meios de transporte da produção, como rodovia/hidrovia ou hidrovia/ferrovia, por exemplo.

Daniela Rocha explicou que o planejamento do transporte no Brasil foi voltado para o setor rodoviário. “Você pode começar a diminuir isso, a partir de melhorias nos portos”. Acrescentou que se houver condições de algumas hidrovias serem utilizadas, como as do Rio Madeira, em Rondônia, e do Rio Tocantins, no Tocantins, poderão ser feitas combinações na área logística de transportes.

“Não pode ser só rodovia, porque tem a questão da quilometragem. O ideal é fazer combinações, senão o custo do frete vai sair elevadíssimo”, observou. Ela acredita, entretanto, que o Brasil está no caminho certo.

O presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, compartilha a opinião. Ele disse à Agência Brasil que a infraestrutura de transporte “é um desafio bastante grande” para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, “porque à medida que a safra vai tendo sucesso, o gargalo vai ficando cada vez maior”.

A solução do problema passa também pela armazenagem, apontou. “Já tem um programa do governo de financiamento com juros subsidiados”. Isso sinaliza para o aumento do número de armazéns, fazendo com que o escoamento da safra não ocorra de uma só vez. “Ela tem que escoar gradualmente e não imediatamente após a colheita. A armazenagem serve para haver escoamento mais tranquilo”.

Alvarenga enfatizou que outro problema que inibe o desenvolvimento do agronegócio é a demarcação de terras indígenas, principalmente no Mato Grosso do Sul e na Amazônia. “A gente vai continuar tendo os conflitos até que o governo tome a decisão de interromper o frenesi da Fundação Nacional do Índio de demarcar terras indígenas”. Segundo ele, existe “demarcação exagerada” de terras indígenas.

Para Daniela Rocha, a perspectiva é de aumento da safra este ano, “principalmente porque 2013 não foi tão bom em termos de preços”. Números da Companhia Nacional de Abastecimento estimam crescimento em torno de 10% para a soja e 5% para grãos em geral, em 2014. Para o milho, a projeção é recuo de 3% para as duas safras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística prevê expansão de 9% para a produção de soja e queda de 7,1% para o milho primeira safra. Para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, que englobam algodão, amendoim, arroz, feijão, milho e soja, o instituto estima aumento de 4,7%, informou Daniela Rocha.

Antonio Alvarenga avaliou que os preços das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) deverão mostrar um pequeno declínio, tendendo para uma acomodação nos preços dos grãos. Isso será parcialmente compensado pelo dólar mais alto, indicou. “Muito provavelmente, o dólar no final do ano de 2014 estará na faixa de R$ 2 a R$ 2,50. Isso significa um valor bem melhor do que foi a comercialização da safra no ano passado. Ou seja, cai um pouco o preço das commodities, mas melhora a cotação do dólar”.

fonte: Agencia Brasil

Paraguay se posiciona en exportación de carne



En 2013, Paraguay se consolidó entre los diez primeros países exportadores de carne, con un total de 300 mil toneladas comercializadas al exterior.
Además, antes de terminar 2013 se presentó un plan por el que Paraguay busca convertir al país en el quinto exportador de carne vacuna a nivel mundial en los próximos 5 años.
Asi, el Gobierno paraguayo se propone impulsar la expansión de la cabaña ganadera a unas 18 millones de cabezas en los próximos cinco años, lo que además redundaría en la creación de unos 12.000 empleos en el área de los mataderos e industrias cárnicas habilitadas para la exportación.
En su informe de fin de año, el Servicio Nacional de Sanidad Animal (SENACSA), destacó que en el transcurso de 2013 Paraguay recuperó su estatus de país libre de fiebre aftosa, un hecho significativo para la recuperación de sus mercados.
Este país había perdido dicho estatus a fines de 2011, cuando se registraron dos focos de la enfermedad, lo que motivó el cierre de los mercados.
Si bien estos fueron reabriéndose paulatinamente, para carne proveniente de las zonas en que no hubo aftosa la restitución del estatus y la recuperación de sus principales mercados fueron los hechos destacaros por el titular del SENACSA, Hugo Idoyaga.
Informe
El informe sostuvo que entre enero y noviembre se ha exportado carne por valor de u$s 1.262 millones, constituyéndose este producto en el segundo en importancia en las exportaciones del país, después de la soja.
Los mayores exportadores de carne del mundo son Brasil, India, Australia y EE.UU.
Paraguay, en séptimo lugar con un nivel de exportación aproximado de 325.000 toneladas de carne, aspira a superar a Canadá y Uruguay.
La economía de Paraguay creció un 12,9 % en términos interanuales en el tercer trimestre del año, gracias a la importante expansión del sector agrícola, según el Banco Central de Paraguay (BCP).
Según el BCP, el sector agrícola subió un 51,8 % respecto del mismo período del año anterior.
Fuente: Ámbito Financiero.

Exportações de gado em pé crescem em 2013

por Alex Santos Lopes da Silva

As exportações de bovinos vivos em 2013, até novembro, renderam ao Brasil US$482,03 milhões. Foram embarcadas no período 465,3 mil cabeças, crescimento de 3,9% em relação ao resultado dos mesmos meses de 2012.

O volume exportado vem crescendo desde 2012, depois da queda expressiva ocorrida um ano antes.

Figura 1.

Exportação de bovinos vivos do Brasil entre janeiro e novembro, em mil cabeças.


Fonte: Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.br

Apesar do aumento no total de animais embarcados, o faturamento este ano, em onze meses, foi 9,6% menor que o de 2012.

O real mais valorizado no ano passado, na média geral, encareceu os produtos nacionais.

Os principais clientes foram a Venezuela, que comprou 71,8% de todo o gado exportado em 2013, seguido pelo Líbano, com participação de 17,6%.

O Pará foi a origem de 97,6% dos animais. O restante, 2,4%, foi exportado pelo Rio Grande do Sul.

O preço médio por cabeça embarcada ficou em US$1,03 mil, queda de 13,1% frente a 2012.

fonte: Scot Consultoria