quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cotações do gado gordo e de reposição em 12.02.2014 - PELOTAS - RS

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 12.02.2014

BOI:    R$ 8,10 a R$ 8,50
VAC
A: R$ 7,80 a R$ 8,00

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 12.02.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 4,10 A R$ 4,30
   VACA GORDA: R$ 3,50 A R$ 3,70

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 12.02.2014      

TERNEIROS  R$ 4,00 A R$ 4,50
TERNEIRAS  R$ 3,80 A R$ 4,10
NOVILHOS    R$ 3,80 A R$ 4,20
NOVILHAS    R$ 3,70 A R$ 4,00
BOI MAGRO R$ 3,70 A R$ 3,90
VACA DE INVERNAR R$ 2,90 A R$ 3,00

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Desvendando o ENTRECOT

Continuando no tema Entrecot, confira o vídeo e entenda um pouco mais sobre o badalado corte. Bela dica para o próximo assado!
fonte:Carnes, cortes & sabores

Dr. Pecuária: Doenças transmitida por carrapatos

fonte: Canal Rural

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

NOVILHOS A VENDA

NOVILHOS
Lote: 0218
Quantidade: 135
Peso Médio: 330
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 2
Raça: Hereford
Animal: Novilhos
Valor: R$ 4,00
Cidade: Santa Vitória do Palmar
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Gado padrão.Couro Limpo.Mochos e aspados.
Imagens do lote

Avaliação Genética


Punta del Este + Angus + Criollos = Loco de especial


Pecuária no Brasil: quanto valerá um bezerro em 2014/2015?


Pecuária no Brasil: quanto valerá um bezerro em 2014/2015?


(*) por Carlos Gattass
Nos últimos 12 ou 13 meses nosso bezerro de cada dia (nelore de 180 kg) subiu nada mais, nada menos que R$ 200/cabeça. Utilizando números arredondados, ele passou de R$ 700 para R$ 900. Isso mesmo, R$ 5/kg de peso vivo é o valor atual na praça de Campo Grande/MS, ou seja, R$ 150/@ de bezerro. E ainda está subindo. A alta foi de 28,5% para o bezerro enquanto a @ do boi gordo em SP subiu de R$ 97 para R$ 115, totalizando 18,5%. Mas isso vai até aonde?
20062007var. 07/06 2008var. 08/072010var. 10/082011var. 11/102012var. 12/112013var. 13/12
março31939825%58046%6126%73720%660-11%7189%
abril33642326%63049%6412%75718%665-12%75413%
maio33641323%65258%6551%74814%662-11%75814%
junho31941430%72074%653-9%6956%651-6%74014%
média32841226%64557%640-1%73415%659-10%74213%
Tabela: cotação do bezerro Nelore 180 kg em MS (praça Campo Grande) desde 2006. O ano de 2009 não foi inserido na tabela por se tratar do período pós-crise financeira. Os números coloridos mostram as variações positivas ou negativas em relação ao ano anterior.
Pois é, a dinâmica dos rebanhos realmente mudou. A idade de abate diminuiu, as grandes fazendas de cria estão cada vez mais raras (as que ainda existem já não vendem toda a produção ou não vendem nada) e, como conclusão, a relação de troca vem ficando apertada.
Na minha avaliação, esse é um caminho sem volta no curto, médio e longo prazos por vários motivos citados nos artigos anteriores, inclusive pela pressão ambiental - a tal produção sustentável. Criar dá muito trabalho. Criar é para poucos.
Mas eu havia perguntado: essa valorização vai até onde? Se fizermos a conta baseada no boi gordode 17@ vendido por +/-R$ 130/@ (R$ 2.200/boi), compraremos 2,2 bezerros de cerca de R$ 1000. Se esse mesmo boi gordo for vendido por R$ 145/@ (R$ 2.450) comprará 2,2 bezerros de cerca de R$ 1100. Achou caro? Mas esse provavelmente será o preço do bezerro (nelore de 180 kg) em 2014/2015 se a @ do boi remunerar o necessário. Só falta subir mais R$ 100 em 2014 e R$ 100 em 2015. É mole ou quer mais?
fonte: Agroeditorial

Pecuária no Brasil: será que a arroba ainda sobe 15% em 2014?


Pecuária no Brasil: será que a arroba ainda sobe 15% em 2014?


(*) por Carlos Gattass
Em 2013, mais precisamente em junho, quando a @ do boi gordo em SP valia algo em torno de R$ 100, ou até em setembro, quando valia aproximadamente R$ 108,00, parecia muito otimismo pensar numa @ de R$ 145,00 para 2015, que corrigiria toda a inflação do período. Estávamos satisfeitos com uma pequena melhora, que nem sequer remunerava a inflação, muito menos o aumento do custo de produção.

No artigo "Pecuária no Brasil 2013: fase de alta do ciclo está próxima", dissemos que estávamos próximos de uma forte recuperação de preços. "Já considero 2013 um ano de recuperação em relação a 2012 e, na minha avaliação, 2014 e 2015 serão ainda melhores, ainda mais com a mistura de Copa do Mundo (de Futebol, em 2014), inflação, ano político e custos de produção elevados", registra o conteúdo publicado no dia dez de junho de 2013.
Depois, no artigo "É loucura projetar arroba do boi gordo a R$ 145?", de 25 de setembro do ano passado, consta que o boi de R$ 103/@ no MS naquela época, que era o boi de R$ 108 em SP, não era excelente ainda. "Ele não está nem perto de bom. Em SP, no pico da alta de 2010, a @ era cotada em torno de R$ 115. Aplicando uma inflação de 5% ao ano durante 2011, 2012 e 2013, essa mesma @ de boi teria que valer R$ 130 a R$ 135 para remunerar tão bem quanto em 2010, isso sem considerar o aumento do custo de produção", está escrito.
Veja na tabela abaixo números do Indicador ESALQ/BM&FBovespa à vista, sem Funrural, desde 2006 (exceto 2009, ano de crise). Em parênteses, as variações em comparação com os valores do ano anterior.
200620072008201020112012
Máxima (R$)61,775,51 (22,3%)92,24 (22,15%)114,48 (24,11%)107,08 (-6,47)99,81 (-6,79%)
Média (R$)51,5359,39 (15,2%)82,4 (38,7%)86,47 (4,9%)99,39 (14,9%)94,8 (-4,7%)
Mínima (R$)47,1451,81 (9,9%)70,09 (35,2%)73,17 (4,3%)93,73 (28%)88,71 (-5,4%)
Fonte: Cepea / Esalq-USP
Então, recapitulando, de 2006 até 2010 tivemos um aumento de mais de 100% no preço da @, quando saímos de +/- R$ 50 para R$ 114. Usando números arredondados e desconsiderando a variação de 2009, ano pós-crise financeira, podemos dizer que a @ do boi em SP passou da casa dos R$ 50 para a casa dos R$ 70 em 2007, de R$ 70 para R$ 90 em 2008 e de R$ 90 para R$ 110 em 2010. Tivemos bem claramente três anos de alta (com 2009 no meio), um ano que o mercado andou de lado (2011) e um ano de baixa (2012). Mas até aqui tudo é passado. E o futuro?
Previsão é uma coisa complicada de se fazer, mas vamos lá!
Do jeito que a coisa vai...
1) Com o dólar mais alto e as exportações a todo vapor (diga-se de passagem, para 2014 a previsão é de 20% de aumento segundo a ABIEC);
2) Consumo interno firme; 

3) Áreas de pastagem diminuindo em todo o país (relembre o quadro aqui)
;
4) Bezerro valorizado e pouco ofertado (veja as cotações);
5) Ano de eleição federal e copa do mundo (rios de dinheiro são despejados na economia, e "dá-lhe, churrasco!");
6) Inflação sem dar trégua;
... com certeza teremos preços bem melhores e, com isso, o valor de R$ 145/@ não vai ser uma coisa do outro mundo. Meu preço alvo para a @ do boi em SP no fim de 2014 é R$ 130 (teto do canal de alta).
Hoje o contrato futuro para outubro de 2014 já vale R$ 122 na BM&F Bovespa e o JBS já paga para o boi do final de julho, aqui no MS, R$ 111/112 por @. Por esses motivos recomendamos: tem queinvestir em gado de corte.
Que venha o segundo semestre de 2014!
fonte: Agroeditorial 

São Paulo lidera a exportação de carne bovina in natura

Estado é o que mais exporta, apesar da retração de 15,6% nos últimos cinco anos

Gilmar de Souza
Foto: Gilmar de Souza
São Paulo participou com 27,1% do volume de exportação
As exportações de carne bovina in natura foram de 1,18 milhão de toneladas em 2013, aumento de 25,3%, na comparação com 2012, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). São Paulo participou com 27,1% desse volume, o equivalente a 321,1 mil toneladas. O desempenho representa um aumento de 21,1%, em relação ao resultado do ano anterior, quando a exportação foi de 265,3 mil toneladas. É o Estado que mais exporta, apesar da retração de 15,6% desde 2008.


Na segunda colocação em 2013 ficou Mato Grosso, com 227,3 mil toneladas e crescimento de 31,2%, frente a 2012. Desde 2008 a exportação cresceu 41,8% em volume. Foi o maior aumento absoluto no intervalo. Em 2008, São Paulo participou com 37,2% da quantidade de carne bovina embarcada, enquanto Mato Grosso respondeu por 15,7% do total. Desde então, São Paulo perdeu 10,1 pontos percentuais e o detentor do maior rebanho nacional ganhou 3,5 pontos.
Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia completam o grupo dos cinco maiores exportadores. O conjunto embarcou 83,0% da carne bovina in natura em 2013. O Estado de Mato Grosso do Sul registrou o segundo maior incremento absoluto nos embarques entre 2008 e 2013, com um volume de 46,4 mil toneladas. A maior quantidade de fêmeas abatidas nos últimos anos pode ter sido um dos fatores que colaboram para o aumento dos embarques do Estado. Como possui boa parte do rebanho destinado à cria e ciclo completo, o efetivo de fêmeas é grande.
Carne industrializada
A primeira posição também fica com São Paulo quando se trata de carne industrializada. A expressividade é ainda maior que para a carne in natura. De cada 100 quilos de carne industrializada exportada, 65,4 saíram do Estado. Foram 65,7 mil toneladas, das 100,5 mil embarcadas no último ano. Em faturamento, a participação foi de 70,5%.
Na segunda colocação aparece o Rio Grande do Sul, com 32,3% do volume e 23,4% do faturamento. Os dois estados compõem 97,7% da quantidade e 94,0% do faturamento.
SCOT CONSULTORIA

Com preço em alta, mercado da carne bovina renderá R$ 8 bilhões neste ano

O mercado de carne bovina começa 2014 com o preço do boi gordo em alta no mercado interno, mas na exportação as cotações em dólar recuaram em janeiro. Há um fator garantidor de bons preços no transcurso do ano – a queda do real perante o dólar. Em janeiro, a cotação média do dólar ficou em R$ 2,38, uma diferença de 17% acima do mesmo mês de 2013.
A explicação aventada para o recuo de janeiro foi o mix de carne vendido. As empresas brasileiras exportaram mais cortes de dianteiro e poucos cortes de traseiros, mais nobres e caros. Uma das razões para isso são as menores compras da Europa, que normalmente importa mais no começo do ano para atender ao aumento do consumo após a Páscoa. Como neste ano, o evento religioso ocorrerá mais tarde, as importações também foram postergadas. A previsão é de o mercado recuperar ainda no mês de fevereiro. No fim de 2013, a Abiec (Associação brasileira das indústrias exportadoras de carne) estimou que os embarques da carne bovina renderão o recorde de R$ 8 bilhões neste ano.
fonte: Campo Grande News

Rússia libera dois frigoríficos brasileiros para exportação de carne bovina

Nesta segunda-feira (10), foi publicado, oficialmente, a liberação de dois frigoríficos brasileiros exportadores de carne brasileira pelo Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor). Os aprovados foram o SIF 1251 (Frigorífico Astra do Paraná) e o SIF 2153 (VPR Brasil Importações e Exportações). 
fonte: Noticias Agricolas

Exportação - Desempenho das carnes na primeira semana de fevereiro

 No decorrer do mês elas podem perder o ímpeto inicial. Mas é inegável que as carnes iniciaram fevereiro sinalizando resultados bem mais promissores que os de janeiro passado.

Traduzindo, isso significa que nos cinco primeiros dias úteis do mês (de um total de 20 dias úteis) o volume embarcado gerou receita média diária da ordem de US$68,577 milhões, valor que colocou as carnes como o segundo produto brasileiro exportado no período, atrás apenas dos minérios de ferro.

Mas não só isso. A receita obtida, ainda pela média diária, apresentou aumento de 22,5% em relação à média diária de janeiro passado, isto podendo indicar que, para o exportador, o ano enfim começou.

Indo além, a receita média atual (capaz de sofrer alguma diluição nos 15 dias úteis restantes do mês) corresponde, no momento, ao segundo melhor desempenho das carnes nos últimos 13 meses. Ou seja, de janeiro de 2013 até agora só fica atrás (mas não muito) do resultado registrado em novembro passado (US$69,555 milhões).

Quem mais vem contribuindo para esse desempenho é a carne bovina que, a despeito de um preço médio cerca de 6% menor que o de um ano atrás, registra aumento de volume que, se mantido no restante do mês, pode significar aumento de mais de 60% sobre fevereiro de 2013.

Com esse dinamismo, a carne bovina tende a tornar-se o carro-chefe da receita cambial gerada pelas carnes, ocupando a posição que há décadas pertence à carne de frango.

Esta, por sua vez, registra sensível melhora em relação a janeiro passado, ao mesmo tempo em que sinaliza aumento de volume em comparação a fevereiro do ano passado. Ou seja: os embarques do produto in natura no mês tendem a ficar próximos das 300 mil toneladas, aumentando mais de 12% sobre o mesmo mês de 2013.

Infelizmente, porém, seu preço médio se encontra, por ora, 15% abaixo daquele registrado há um ano. E isso deve gerar receita cambial não só 4% a 5% menor que a de um ano atrás, mas também inferior à da carne bovina.

Em fevereiro de 2013, a carne de frango in natura respondeu por 54,9% da receita cambial do mês, enquanto as carnes bovina e suína responderam por, respectivamente, 35,3% e 9,8%. A tendência de fevereiro corrente é a carne bovina responder por 46,4% do total, enquanto à carne de frango caberão 45%. À carne suína restam 8,6%.

fonte:Avisite Redação

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Terneiros a venda

TERNEIROS
Lote: 0217
Quantidade: 53
Peso Médio: 210
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,50
Cidade: Pelotas
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Excelente lote de terneiros de ano, cruza Red Angus.Área de pouco carrapato.Castrados
Imagens do lote

JBS/Friboi deverá financiar Dilma 2014

 por Ossami Sakamori

Folha: Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por da meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014.
Folha 05/1/2014: Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas.
Comentário:
Sempre, as notícias vem em conta gotas.  Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas.  O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte.  Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX.  Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar. 
As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES.  Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores.  Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES. 
As notícias da Folha aponta que Mafrig se encontra em situação delicada.  Consta na notícia, também, que JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente a Mafrig, para não deixar a Mafrig naufragar de vez.  Foi dada uma espécie de sobrevida a Mafrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.
Há um inquérito corrento na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre os empréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Mafrig.  Consta do inquérito, que a empresa Mafrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho.  As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos.   No papel manipulado, aceita tudo!  Assim como, a situação real da OGX foi escondido pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.
O grupo Mafrig é apenas ponta de "iceberg" dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos.  Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas no mercado financeiro, até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empesa JBS.  Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, ogrupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil.  Isto não quer dizer muita coisa.  A maior empresa montadora nos EEUU, a GM, quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.
O setor de frigoríficos é uma segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula.  A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos.  O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo.  Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, num montante que beira R$ 30 bilhões.  O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, do próprio JBS, descontado os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis.
Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o Joesley e Wesley Batistas, famosos também no "jet set" nacional e internacional, com iate de US$ 40 milhões comprados indiretamente com o dinheiro do BNDES e seus jatinhos cruzando o País de norte ao sul, acontecem no mundo social, também. 
Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o estelionatário Eike Batista.  Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do sistema BNDES.  Os dois irmãos, são empresários que não tem 40 anos de idade e não herdaram fortuna dos pais.  Ambos Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma.  Isto explica. 
Enquanto permanecer os governos Lula & Dilma, os  Batistas dos carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão blindados com o dinheiro fácil do BNDES.  Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador do grupo junto ao governo da Dilma.  Costa quente eles tem, até demais.  Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe.  Só Dilma sabe!
JBS/Friboi do conhecido comercial doTony Ramos é o próximo OGX, a sucumbir, se o governo PT perder eleições.  Se Dilma ganhar eleições, a festa continua!  E cada vez mais BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos.  Com certeza absoluta, JBS será o principal financiador da campanha da Dilma.  Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014.
Cai fora, Tony Ramos, antes que Friboi afunde!
Fonte:  Blog Ossami Sakamori

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Governo da Argentina ameaça intervir novamente no preço da carne bovina



O secretário do Comércio da Argentina, Augusto Costa, ameaçou o setor de carnes com uma intervenção estatal para reduzir o preço desse alimento, após os aumentos detectados desde a brusca desvalorização da moeda argentina.
“O governo não hesitará em intervir no mercado para restabelecer a racionalidade em matéria de preços”, disse Costa durante uma reunião mantida com empresários do setor.
Costa afirma que o governo dispõe de ferramentas “para evitar e reverter as ações de especuladores que pretendem encarecer as mesas de todos os argentinos”. Segundo ele, “não há motivos” que justifiquem a alta do preço da carne, um dos alimentos básicos da dieta argentina, de forma que estimulou os empresários a baixar o preço aos valores existentes até a semana anterior, quando o peso se desvalorizou em mais de 11% em somente dois dias.
Segundo responsáveis do setor, a carne subiu nos últimos dias cerca de 15%. “Os aumentos começaram em 27 de janeiro e até agora não pararam. Já na sexta-feira da semana anterior (31 de janeiro) o mercado tinha estado mais caro e isso repercute nos açougues”, disse o vice-presidente da Associação dos Proprietários de Açougues, Alberto Williams. “O que os produtores, frigoríficos e açougues têm que pensar é que o consumidor é quem vai colocar um preço na carne, porque quando não pode, não compra”.
Comentário BeefPoint: o governo da Argentina segue com o mesmo modelo de intervenção econômica que quase destruiu a cadeia pecuária do país. Mesmo com todos os sinais de que a intervenção não funciona, e tem efeitos contrários, o governo segue com a mesma política. Um lembrete para nós brasileiros do impacto que políticas equivocadas podem trazer para um setor pujante. A Argentina tem enorme reputação no mercado mundial da carne bovina, exportando há mais de 100 anos, já tendo sido sinônimo de qualidade.
Fonte: Agência EFE, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

VAQUILHONAS A VENDA

VAQUILHONAS
Lote: 0216
Quantidade: 40
Peso Médio: 320
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 2
Raça: Brangus
Animal: Vaquilhonas
Valor: R$ 1.200,00
Cidade: Piratini
Estado: RS
País: Brasil
Observação: São 40 vaquilhonas prontas para entourar,CARRAPATEADAS, o proprietário permite aparte para levar no minimo 30 animais. Gado Brangus e Angus.
Imagens do lote

URUGUAY - Preparan nueva exportación de ganado en pie para Egipto y Jordania

La empresa Gladenur está comprando terneros y vaquillonas preñadas en Uruguay y en Brasil con esos destinos  -

Entre fines de febrero y principio de marzo saldrá desde Montevideo el barco de la empresa Gladenur con terneros en pie hacia Jordania y Egipto. En estos días ya se están cargando camiones de los campos de los productores al predio de concentración de la empresa, según confirmó a El Observador el gerente de compras de Gladenur, Mauricio Diez.
La firma está demandando 12.000 terneros enteros y castrados de razas carniceras británicas y sus cruzas (no se aceptan razas cebuinas ni lecheras) de 170 a 230 kilos; y se está pagando US$ 1,90 por kilo los de 200 a 230 kilos y US$ 2,00 el de 170 a 200 kilos.
La firma también está comprando vaquillonas preñadas, que aún no se están cargando porque se está afinando el protocolo sanitario que probablemente quede listo la semana que viene, explicó. El empresario señaló que hay mucha oferta de vaquillonas y que en estos días se empezó a agilizar la oferta de terneros, “como siempre pasa enero es tranquilo, porque mucha gente está de vacaciones y cuesta comprar. Pienso que en febrero, marzo y abril el mercado despegará bien”, comentó.
Indicó que este primer embarque, de no completarse con terneros de Uruguay, se completará en Brasil. La capacidad del buque es para 12.000 vacunos, pero aclaró que no solo irán terneros sino también vaquillonas preñadas.
Consultado sobre la oferta de  Brasil, dijo que los terneros tienen un peso parecido a los de Uruguay, pero destacó que la ventaja es el precio, que es más barato. “La prioridad está en Uruguay, porque la empresa está mejor montada acá, pero como a veces es difícil conseguir oferta hay que irse a otro lado”, comentó.
Diez agregó que actualmente Río Grande del Sur cambió mucho su rodeo vacuno respecto a 8 o 10 años atrás y es fácil conseguir ganado de razas británicas, “se ve muy poco ganado Cebú”, dijo.
El responsable de las compras de ganado de Gladenur comentó además que las expectativas de la empresa para este año son muy buenas. “Se llegó a un acuerdo con el gobierno, la operativa se hizo más ágil y estamos esperanzados de hacer buenos negocios”, señaló.
Además analizó que el récord de producción de terneros en Uruguay asegura una buena oferta. “De acuerdo a lo que hablamos con el ministro hay una oferta disponible de unos 300.000 terneros para exportación este año”, recordó.
De todos modos analizó que los actuales precios del ganado en Uruguay les sirven a estos mercados, pero si suben y llegan a los niveles de 2013 dejan de servir, “estos mercados no pagan igual que Turquía”, explicó.
Agregó que si los precios suben y Turquía no reabre su mercado para el ganado en pie, la empresa se tendrá que ir a Brasil. “Hay varias empresas en el negocio. La competencia y el afán de completar los barcos puede hacer que el mercado se caliente”, alertó.
fonte: El Observador

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Durante dia de campo promovido em Cafelândia (PR), produtores conferem ‘in loco’ os resultados excepcionais do uso da genética Angus em cruzamentos

A CooperAliança, cooperativa de pecuaristas parceira do Programa Carne Angus Certificada, realizou na última semana, no município de Cafelândia, região oeste do estado do Paraná, um dia de campo para demonstrar os avanços que os produtores da região estão tendo com a implantação de um sistema intensivo de produção e a adoção da genética Angus (seja por meio de inseminação artificial ou das por meio do crescente investimento na compra de touros Angus para cobertura a campo).
O local escolhido para a visita foi a fazenda do pecuarista Vicente Lazarin. Uma propriedade média, de 329 hectares. Diferentemente da maioria das propriedades do estado, onde as terras são extremamente valorizadas, e por isso são destinadas ao plantio de grãos, Lazarin direcionou esta área a atividade pecuária, montando um sistema de produção altamente intensivo, tendo a utilização de forragens como a base do sistema de produção. Da área total, a propriedade conta com 266 hectares de pastagens, formadas com braquiarão, estrela africana e aruana, manejada em sistema de rodízio de piquetes, observando a disponibilidade de pasto para maximizar a produtividade animal.
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Questionado sobre a as razões para optar pelo Angus para os cruzamentos industriais conduzidos na propriedade, Lazarin é categórico: “Fazemos cruzamento industrial há muitos anos. Já experimentei de tudo que se possa imaginar. Agora chega de experiência. Já faz anos que só utilizo Angus. É a genética que me dá os melhores resultados em precocidade e em ganho de peso”, sentencia.
Inseminação e cobertura. Na área, são manejadas 380 matrizes da raça Nelore, inseminadas com Angus e repassadas por reprodutores da raça. “Encontramos um rebanho formado por excelentes ventres da raça Nelore, filhas de importantes genearcas,como Fajardo, entre outros touros destacados. O proprietário revelou que tem cuidado diferenciado com a produção de seus ventres, 100% através de inseminação com os melhores reprodutores Nelore disponíveis”, conta o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, que acompanhou a visita.
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“Começamos fazendo apenas inseminação artificial, mas vimos como é importante fazer o repasse com touros para aumentar a produção de bezerros”, explica o produtor, informando que a taxa de natalidade em suas matrizes beira os 100%. “Vaca vazia fica só comendo capim e não da lucro” sentenciou o pecuarista ao apresentar sua produção de bezerros que chamavam a atenção pela qualidade e especialmente pela homogeneidade. “Não se identificava diferença alguma entre os filhos de monta natural e de inseminação artificial”, observou Medeiros.
Paradigma em muitas regiões do estado do Paraná, especialmente no oeste, o uso de reprodutores Angus para monta a campo é uma pratica considerada como fator de sucesso pela equipe da propriedade. “Os touros Angus cobrem muito bem a campo. Não param nunca. O único cuidado especial que temos é realizar um bom rodízio de touros. Aqui na fazenda, eles trabalham uma semana e descansam por uma semana” acrescentou o experiente funcionário que coordena os trabalhos na propriedade, Sr. Antistenis, que juntamente com seu filho realiza todo o manejo da propriedade.
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Estação de monta. Uma informação que chama a atenção e pode ser considerada falta de tecnologia por muitos desavisados é que a propriedade não utiliza estação de monta. A reprodução é realizada durante todo o ano. A explicação é bastante simples, informa a Sra. Olga Lazarin, esposa de Vicente Lazarin: “Fornecemos animais para a Aliança de Guarapuava 12 meses por ano. Para produzirmos animais hiperprecoces, precisamos ter nascimento em diferentes épocas do ano”.
Parasitas. O carrapato, terrível vilão da pecuária moderna, não é problema na propriedade. “Trabalhamos com rodízio de potreiros, utilizamos um produto homeopático no sal mineral e eventualmente, quando necessário, fazemos um tratamento pontual nos bezerros após a desmama. Não temos dificuldades com o carrapato pelo manejo e porque somos uma propriedade fechada. Assim não trazemos carrapato de fora” informou o proprietário.
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Os bezerros e suas mães são retirados de seus lotes de manejo após uma semana do parto e transferido para potreiros onde recebem Creep Feeding. Utilizando instalações extremamente simples, mas muito bem feitas e planejadas, os animais recebem a ração de creep feeding “ad libitum” junto ao cocho de sal mineral das vacas. O consumo médio do suplemento, formulado na propriedade (farelo de soja, quirera de milho e núcleo mineral) é de apenas 0,900kg/dia e garante uma desmama de excelentes bezerros (Machos 250kg e Fêmeas 240kg), que recebem tratamento sanitário ao nascimento com Dectomax®, repetido a cada 60 dias, e na desmama uma aplicação de Ivomec Gold®.
A recria dos animais é realizada a pasto. Durante a recria (dos 8 aos 10/12 meses), os animais recebem suplementação de 5kg/cb/dia de ração formulada na propriedade, com os mesmos ingredientes, para maximizar o ganho de peso e a velocidade de crescimento sendo conduzidos para um confinamento por apenas 45 dias antes do abate para terminação, onde o ritmo é acelerado, recebendo 9kg de ração e 6kg de feno por dia, sendo abatidos em sua absoluta maioria até os 14 meses de idade (controlado através da rastreabilidade da CooperAliança). “Veja bem, apenas 45 dias. A alimentação é desenhada para obter a máxima resposta da genética”, salienta Fábio Medeiros.
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Mas é no abate que os resultados mais impressionantes aparecem. A propriedade entrega, religiosamente, 20 novilhos/novilhas por mês para a CooperAliança (Contrato 240 – 20 animais x 12 meses). Os bezerros excedentes são comercializados a outros produtores. Os machos (inteiros) alcançam (dados de abate oficiais da cooperativa no ano de 2013) peso médio de 506 kg, peso de carcaça de 280kg, acabamento de gordura de 4,8mm em média e rendimento de carcaça de 55,28%. Já as fêmeas, são abatidas com 410 kg, carcaça de 214kg, acabamento médio de 5,6mm de gordura e rendimento de 52,25%. Com estes resultados, no ano de 2013 a propriedade alcançou um índice de tipificação dentro do Programa Carne Angus de 83% para os machos e 80% para as fêmeas, gerando uma rentabilidade adicional excepcional pois em média os produtores de Angus da Cooperaliança faturam valores de 16,44% acima do mercado (tabela Scot), sendo que em alguns casos, como o do Sr. Vicente, este sobre preço chega a 20%.
Fazendo uma conta rápida considerando 50% de abate de machos e 50% de fêmeas somente em animais terminados, a propriedade em ciclo completo produz em animais terminados cerca de 60 toneladas de carcaça. “Isso corresponde 225kg/hectare (Quase 450kg de peso vivo), valores que em sistema de ciclo completo são excepcionais. E a isso ainda deve ser somada a venda de bezerros. Tudo isso com a mão de obra de apenas 2 colaboradores”, analisa o gerente do programa de certificação de carcaças da Angus. Se considerarmos que um preço médio de R$ 132,00/@ (R$ 110,00/@ + 20%), temos uma receita por área de quase R$ 2.000,00 ou o equivalente a 44 sacas de soja (considerando o preço de R$ 45/saca).
“Os resultados desta fazenda mostram que é possível fazer pecuária intensiva com rentabilidade em áreas de terras caras (mas muito férteis) como é o caso do Paraná. Os segredos são a genética – utilizando boas mães nelore e o que há de melhor no Angus, a nutrição adequada a maximizar este potencial genético e a organização dos processos na propriedade. Os resultados de uma etapa têm reflexo direto nas etapas subsequentes. Estes resultados não são isolados. Há muitos produtores membros desta cooperativa que conseguem produzir Carne de Qualidade neste nível de excelência, confirmando o sucesso da genética Angus na região” conclui Fábio Medeiros.
fonte: ABA

Durante dia de campo promovido em Cafelândia (PR), produtores conferem ‘in loco’ os resultados excepcionais do uso da genética Angus em cruzamentos

A CooperAliança, cooperativa de pecuaristas parceira do Programa Carne Angus Certificada, realizou na última semana, no município de Cafelândia, região oeste do estado do Paraná, um dia de campo para demonstrar os avanços que os produtores da região estão tendo com a implantação de um sistema intensivo de produção e a adoção da genética Angus (seja por meio de inseminação artificial ou das por meio do crescente investimento na compra de touros Angus para cobertura a campo).
O local escolhido para a visita foi a fazenda do pecuarista Vicente Lazarin. Uma propriedade média, de 329 hectares. Diferentemente da maioria das propriedades do estado, onde as terras são extremamente valorizadas, e por isso são destinadas ao plantio de grãos, Lazarin direcionou esta área a atividade pecuária, montando um sistema de produção altamente intensivo, tendo a utilização de forragens como a base do sistema de produção. Da área total, a propriedade conta com 266 hectares de pastagens, formadas com braquiarão, estrela africana e aruana, manejada em sistema de rodízio de piquetes, observando a disponibilidade de pasto para maximizar a produtividade animal.
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Questionado sobre a as razões para optar pelo Angus para os cruzamentos industriais conduzidos na propriedade, Lazarin é categórico: “Fazemos cruzamento industrial há muitos anos. Já experimentei de tudo que se possa imaginar. Agora chega de experiência. Já faz anos que só utilizo Angus. É a genética que me dá os melhores resultados em precocidade e em ganho de peso”, sentencia.
Inseminação e cobertura. Na área, são manejadas 380 matrizes da raça Nelore, inseminadas com Angus e repassadas por reprodutores da raça. “Encontramos um rebanho formado por excelentes ventres da raça Nelore, filhas de importantes genearcas,como Fajardo, entre outros touros destacados. O proprietário revelou que tem cuidado diferenciado com a produção de seus ventres, 100% através de inseminação com os melhores reprodutores Nelore disponíveis”, conta o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, que acompanhou a visita.
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“Começamos fazendo apenas inseminação artificial, mas vimos como é importante fazer o repasse com touros para aumentar a produção de bezerros”, explica o produtor, informando que a taxa de natalidade em suas matrizes beira os 100%. “Vaca vazia fica só comendo capim e não da lucro” sentenciou o pecuarista ao apresentar sua produção de bezerros que chamavam a atenção pela qualidade e especialmente pela homogeneidade. “Não se identificava diferença alguma entre os filhos de monta natural e de inseminação artificial”, observou Medeiros.
Paradigma em muitas regiões do estado do Paraná, especialmente no oeste, o uso de reprodutores Angus para monta a campo é uma pratica considerada como fator de sucesso pela equipe da propriedade. “Os touros Angus cobrem muito bem a campo. Não param nunca. O único cuidado especial que temos é realizar um bom rodízio de touros. Aqui na fazenda, eles trabalham uma semana e descansam por uma semana” acrescentou o experiente funcionário que coordena os trabalhos na propriedade, Sr. Antistenis, que juntamente com seu filho realiza todo o manejo da propriedade.
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Estação de monta. Uma informação que chama a atenção e pode ser considerada falta de tecnologia por muitos desavisados é que a propriedade não utiliza estação de monta. A reprodução é realizada durante todo o ano. A explicação é bastante simples, informa a Sra. Olga Lazarin, esposa de Vicente Lazarin: “Fornecemos animais para a Aliança de Guarapuava 12 meses por ano. Para produzirmos animais hiperprecoces, precisamos ter nascimento em diferentes épocas do ano”.
Parasitas. O carrapato, terrível vilão da pecuária moderna, não é problema na propriedade. “Trabalhamos com rodízio de potreiros, utilizamos um produto homeopático no sal mineral e eventualmente, quando necessário, fazemos um tratamento pontual nos bezerros após a desmama. Não temos dificuldades com o carrapato pelo manejo e porque somos uma propriedade fechada. Assim não trazemos carrapato de fora” informou o proprietário.
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Os bezerros e suas mães são retirados de seus lotes de manejo após uma semana do parto e transferido para potreiros onde recebem Creep Feeding. Utilizando instalações extremamente simples, mas muito bem feitas e planejadas, os animais recebem a ração de creep feeding “ad libitum” junto ao cocho de sal mineral das vacas. O consumo médio do suplemento, formulado na propriedade (farelo de soja, quirera de milho e núcleo mineral) é de apenas 0,900kg/dia e garante uma desmama de excelentes bezerros (Machos 250kg e Fêmeas 240kg), que recebem tratamento sanitário ao nascimento com Dectomax®, repetido a cada 60 dias, e na desmama uma aplicação de Ivomec Gold®.
A recria dos animais é realizada a pasto. Durante a recria (dos 8 aos 10/12 meses), os animais recebem suplementação de 5kg/cb/dia de ração formulada na propriedade, com os mesmos ingredientes, para maximizar o ganho de peso e a velocidade de crescimento sendo conduzidos para um confinamento por apenas 45 dias antes do abate para terminação, onde o ritmo é acelerado, recebendo 9kg de ração e 6kg de feno por dia, sendo abatidos em sua absoluta maioria até os 14 meses de idade (controlado através da rastreabilidade da CooperAliança). “Veja bem, apenas 45 dias. A alimentação é desenhada para obter a máxima resposta da genética”, salienta Fábio Medeiros.
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Mas é no abate que os resultados mais impressionantes aparecem. A propriedade entrega, religiosamente, 20 novilhos/novilhas por mês para a CooperAliança (Contrato 240 – 20 animais x 12 meses). Os bezerros excedentes são comercializados a outros produtores. Os machos (inteiros) alcançam (dados de abate oficiais da cooperativa no ano de 2013) peso médio de 506 kg, peso de carcaça de 280kg, acabamento de gordura de 4,8mm em média e rendimento de carcaça de 55,28%. Já as fêmeas, são abatidas com 410 kg, carcaça de 214kg, acabamento médio de 5,6mm de gordura e rendimento de 52,25%. Com estes resultados, no ano de 2013 a propriedade alcançou um índice de tipificação dentro do Programa Carne Angus de 83% para os machos e 80% para as fêmeas, gerando uma rentabilidade adicional excepcional pois em média os produtores de Angus da Cooperaliança faturam valores de 16,44% acima do mercado (tabela Scot), sendo que em alguns casos, como o do Sr. Vicente, este sobre preço chega a 20%.
Fazendo uma conta rápida considerando 50% de abate de machos e 50% de fêmeas somente em animais terminados, a propriedade em ciclo completo produz em animais terminados cerca de 60 toneladas de carcaça. “Isso corresponde 225kg/hectare (Quase 450kg de peso vivo), valores que em sistema de ciclo completo são excepcionais. E a isso ainda deve ser somada a venda de bezerros. Tudo isso com a mão de obra de apenas 2 colaboradores”, analisa o gerente do programa de certificação de carcaças da Angus. Se considerarmos que um preço médio de R$ 132,00/@ (R$ 110,00/@ + 20%), temos uma receita por área de quase R$ 2.000,00 ou o equivalente a 44 sacas de soja (considerando o preço de R$ 45/saca).
“Os resultados desta fazenda mostram que é possível fazer pecuária intensiva com rentabilidade em áreas de terras caras (mas muito férteis) como é o caso do Paraná. Os segredos são a genética – utilizando boas mães nelore e o que há de melhor no Angus, a nutrição adequada a maximizar este potencial genético e a organização dos processos na propriedade. Os resultados de uma etapa têm reflexo direto nas etapas subsequentes. Estes resultados não são isolados. Há muitos produtores membros desta cooperativa que conseguem produzir Carne de Qualidade neste nível de excelência, confirmando o sucesso da genética Angus na região” conclui Fábio Medeiros.
fonte: ABA

Cenário altista para o boi gordo em quase todo o país

O mercado do boi segue em ambiente firme. Das 31 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, houve alta em sete delas para o boi e para a vaca na última quarta-feira (5/2).

A dificuldade em compor as escalas de abate, devido à oferta restrita de boiadas terminadas, tem sido o principal fator para este cenário altista.

As indústrias paulistas têm buscado lotes de animais nas praças vizinhas com bastante frequência.

Com isso, em Mato Grosso do Sul houve alta nos preços nas três praças pecuárias do estado. Em Dourados o animal terminado tem sido negociado por R$109,00/@, à vista. 

Em Rondônia, mesmo com uma melhor situação de pastagens, em relação ao Brasil Central, a oferta é bastante limitada, levando ao sucessivo aumento nos preços. O boi gordo no estado está cotado em R$104,00/@, à vista.

No mercado atacadista de carne com osso houve alta para o boi casado de animais castrados. A valorização foi de 3,9% em sete dias e o preço referência está em R$7,34/kg.

A demanda estável nos próximos dias deve sustentar as cotações.

fonte: Scot Consultoria