terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Brasil inicia 2014 com crescimento de 11,7% no volume de carne bovina exportada

Mês de janeiro registrou um total de 130,4 mil toneladas negociadas, somando US$ 555,8 milhões em faturamento
O mercado de exportação de carne bovina brasileiro abriu o ano de 2014 com o pé direito ao registrar um volume de exportação de 130,4 mil toneladas e faturamento de US$ 555,8 milhões. O crescimento foi de 11,7% em volume e 7,4% em faturamento na comparação com janeiro de 2013.
Clique no gráfico e confira a exportação de carne bovina no Brasil
Assim como aconteceu durante o ano passado, Hong Kong foi o principal mercado para a carne brasileira no primeiro mês de 2014, somando US$ 125 milhões (31 mil toneladas exportadas), seguido da Rússia, União Europeia, Venezuela e Irã.
Posição
País
Faturamento US$ (jan /2014)
Volume em toneladas (jan/2014)
1
HONG KONG
US$ 125.747.926,50
31.199,35
2
RÚSSIA
US$ 86.580.394,07
23.188,64
3
UNIÃO EUROPEIA
US$ 60.704.395,74
8.928,75
4
VENEZUELA
US$ 60.278.670,57
11.342,59
5
IRÃ
US$ 56.439.259,20
12.749,49
6
EGITO
US$ 55.281.382,79
16.642,79
7
CHILE
US$ 26.882.549,85
5.357,42
8
EUA
US$ 11.639.604,63
1.112,41
9
EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
US$ 7.722.945,83
1.556,42
10
ARGÉLIA
US$ 6.837.800,58
1.458,86
Na lista dos dez principais mercados da carne no mundo, destaque para o Irã, que teve um faturamento 11 vezes maior comparado ao mesmo período do ano passado, subindo de US$ 5,1 milhões para US$ 56,4 milhões.
“Temos uma expectativa bastante positiva para este país no decorrer do ano. Um sinal do potencial deste mercado é que, só em janeiro, os clientes iranianos já importaram mais de ¼ do total de todo o ano passado”, explica o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP), Antônio Jorge Camardelli. Também mereceram destaque as expansões dos negócios com o Egito (incremento de 106%) e Emirados Árabes (57,8%).
A carne in natura também continua sendo a categoria de produtos brasileiros mais desejada pelos importadores em todo mundo, atingindo um faturamento superior a US$ 458,8 milhões.
Posição
Categoria
Faturamento US$
Volume (toneladas)
1
In natura
US$ 458.873.085,90
105.149,44
2
Miúdos
US$ 54.809.086,70
17.945,71
3
Industrializada
US$ 35.566.186,91
6.013,39
4
Tripas
US$ 5.385.047,13
1.151,70
5
Salgadas
US$ 1.209.138,00
234,79
“Este é o primeiro passo rumo a mais um ano de recordes para a exportação de carne brasileira, com a expectativa de atingirmos a marca de US$ 8 bilhões”, afirma Camardelli. Para atingir este número, a Abiec aposta na manutenção de seu status sanitário, assim como na abertura de novos mercados neste ano, como os Estados Unidos, por exemplo.
Fonte: Abiec, adaptado pela equipe feed&food.

Alta de 31,6% no preço do boi gordo no Rio Grande do Sul em quatro meses

140214 2
As cotações do boi gordo estão firmes até o momento no estado, que giram entre R$8,30 e R$8,50 por quilo da carcaça, a prazo, segundo os preços pesquisados pela Lance Agronegócios.
Isto representa uma alta de 31,6% de outubro a fevereiro, ou R$2,00/kg da carcaça. Este movimento de alta acontece após o pico de oferta durante a retirada dos animais de áreas de pastagem para entrada das lavouras de verão.
Porém, esta valorização foi mais forte este ano. Segundo levantamento da Scot Consultoria, considerando o mesmo período, nos dez anos anteriores, o aumento de preços foi de 7,3%, em média, sendo que o maior valor foi de 23,4% em 2010/2011.
O início do ano mais chuvoso que o normal também colabora para a firmeza nas cotações, já que o pecuarista consegue reter os animais pela boa disponibilidade de pasto, o que permite espera de preços melhores.
Ou seja, o cenário está mais favorável que de costume, mas cuidados devem ser tomados. Historicamente falando, há queda de 1,1% em março, ante fevereiro, na média de 2003 a 2012, devido ao incremento na oferta de animais que geralmente acontece.
O mais aconselhável é que o pecuarista faça vendas compassadas, já que o preço está firme e em alta. Esperar por valores ainda maiores pode ser arriscado, porque quando as cotações começam a cair, a tendência é que todo mundo queria vender, o que pressiona ainda mais o mercado.
Vale lembrar que está é uma análise baseada em dados de anos anteriores, não deve ser considerada como regra, e sim como mais um fator para embasamento na tomada de decisão.
Por Renato Bittencourt
Lance Agronegocios

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Terneiros a venda em Pelotas


TERNEIROS
Lote: 0217
Quantidade: 53
Peso Médio: 220
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,50
Cidade: Pelotas
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Excelente lote de terneiros de ano, cruza Red Angus.Área de pouco carrapato.Castrados
Imagens do lote

Terneiros a venda em Rio Grande

TERNEIROS
Lote: 0219
Quantidade: 40
Peso Médio: 200
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 6-7
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,50
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Terneiros cruza Angus x Shorthorn, nascidos na primavera 2013. 25 mamando e 15 já desmamados. Conhecem carrapato.Inteiros.
Imagens do lote

Novilhas a venda em Rio Grande

NOVILHAS
Lote: 0223
Quantidade: 40
Peso Médio: 250
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Meses
Idade: 1,5
Raça: Cruza Angus
Animal: Novilhas
Valor: R$ 3,80
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Lote bem padronizado.Ótimo lote de novilhas. Conhecem carrapato.Algumas vacas na foto não fazem parte do lote.
Imagens do lote

Novilhas a venda em Dom Pedrito

NOVILHAS
Lote: 0224
Quantidade: 40
Peso Médio: 260
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 1,5
Raça: Cruza Européia
Animal: Novilhas
Valor: R$ 3,90
Cidade: Dom Pedrito
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Carrapateadas e conhecem Mio-Mio. Bom lote.
Imagens do lote

ANGUS TV - O CANAL OFICIAL DA RAÇA ANGUS

domingo, 16 de fevereiro de 2014

CNA e ABRAFRIGO se reúnem com BNDES para abertura de uma linha de crédito a pequenos e médios frigoríficos


Numa reunião agendada pela Presidente da CNA, Senadora Kátia Abreu e realizada na última quinta-feira (13) na sede do BNDES, a Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) encaminhou ao Banco sua solicitação de abertura de uma linha de financiamento específica para pequenos e médios frigoríficos, nas modalidades de capital de giro e capital fixo. Para o Presidente Executivo da entidade, Péricles Salazar, “estas empresas estão praticamente ausentes do mercado de crédito que, atualmente, só privilegia os grandes empreendimentos do setor”. Participaram da reunião os representantes da CNA Sr.Bruno Barcelos Lucchi e Rosimeire Cristina dos Santos, o Presidente Executivo da ABRAFRIGO Péricles Pessoa Salazar, o Presidente do Conselho de Administração da ABRAFRIGO, José João Batista Stival, o Superintendente da Área Agropecuária do BNDES, Marcelo Porteiro Cardoso, Jaldir Freire Lima, Chefe do Departamento de Agroindústria,  Carlos Alberto Vianna da Costa e Mariana Maia, também do banco estatal.
Segundo Péricles Salazar, ficou decidido que a CNA, ABRAFRIGO e o BNDES  realizarão uma reunião em Brasília com os técnicos do Banco e as empresas e Sindicatos filiados a ABRAFRIGO para que sejam apresentadas as linhas de financiamento bem como as formas de execução dos projetos, além da troca de informações.

fonte: ABRAFRIGO

sábado, 15 de fevereiro de 2014

COMPRA DE NOVILHOS

INFORMAMOS, QUE ESTAMOS INTERMEDIANDO NA REGIÃO, A COMPRA DE NOVILHOS EUROPEUS PARA JBS.
MAIORES INFORMAÇÕES COMO PESO, EXIGÊNCIAS, CONDIÇÕES DE PAGAMENTO, ETC ENTRAR EM CONTATO COM LUND PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

As projeções do Mercado Futuro

por Multitrade
A bolsa de mercadorias e futuros (BM&F) basicamente funciona intermediando as negociações entre pessoas querendo comprar contratos (em nosso caso de bois) e outras querendo vender. E podemos interpretar da mesma maneira como qualquer outro produtor, quem compra um contrato é por que acha que o valor dele está barato e quem vende acha que está caro. Assim quem compra acha que vai subir o preço e quem vende acha que vai cair.
Então os agentes do mercado futuro estão constantemente fazendo projeções para os preços da arroba, tentando entender os movimentos no mercado físico e as previsões de oferta e demanda, para tentar saber se um contrato está caro ou barato para determinado mês de vencimento.
Quando a maior parte das pessoas que operam este mercado estão achando que a arroba está barata para determinado mês, entra mais gente interessada em comprar do que vender, então a arroba sobe. Mas ela se valoriza até um momento que começa a ficar caro, então entra mais gente querendo vender e assim ela se estabiliza ou volta a cair.
Mas como o mercado não consegue prever com muita facilidade a quantidade real de oferta de animais para os meses mais longos, ele se baseia bastante no que esta acontecendo no atual momento do mercado físico e pelo histórico de anos anteriores. Caso a arroba esteja subindo em determinado momento, o mercado futuro ficará otimista e além de subir o contrato com vencimento mais curto, ele também valoriza os contratos com vencimentos mais longos. O contrário também acontece e quando a arroba começa a cair no físico, cai mais ainda nos vencimentos mais longos. Com maior ou menor intensidade dependo da época.
Atualmente, vivemos no mercado futuro um momento de extremo otimismo para todos vencimentos de 2014. Este otimismo realmente tem um balizamento concreto pela atual falta de animais para o abate e as expectativas de um ótimo consumo externo durante todo o ano. Com uma possível melhora no consumo interno devido à Copa do Mundo e Eleições presidências. Mas como dissemos anteriormente, este otimismo pode perder força caso em algum momento o mercado perceba uma melhora pontual na oferta de animais. O que não deverá acontecer no curto prazo, mas no médio prazo é bastante provável.
Então mesmo o pecuarista que não tem animais prontos para vender neste momento, pode aproveitar para negociar parte dos seus animais no mercado futuro que anda bastante otimista e garantir uma boa rentabilidade para o seu negócio. E lembre-se, é melhor vender quando está caro do que quando está barato. Então quando achar que um preço já é bastante interessante, realize o lucro e não corra o risco do prejuízo.
Pensem nisto!

O QUE O MERCADO FUTURO ESTA VENDO ESTA SEMANA
  • O mercado futuro continua muito otimista para os próximos meses, balizado na atual falta de oferta de animais;
  • Com as escalas de abate no estado de SP em torno de 3 dias não possibilita nenhuma tentativa de recuos nos preços por parte das indústrias frigoríficas;
  • Com os estoques pequenos de carne e bem ajustados, as indústrias tem conseguido manter suas margens, o que tem sido benéfico também para as cotações do boi gordo;
  • O mercado começa a acreditar que a carência de bois para o abate deverá se manter por todo o ano e em contra partida o consumo interno deverá ajudar mais ainda em 2014;
  • Hoje o futuro já precifica uma alta de mais R$2,00 no indicador ESALQ/BM&F até o final do mês. O contrato de fevereiro é cotado à R$119,65/@ neste momento;
  • Já para os próximos 3 meses as cotações são um pouco mais baixas, mas mesmo assim ainda é maior que o atual indicador. Mostrando como os agentes deste mercado estão bastante otimistas para este ano;
  • O contrato mais negociado com vencimento no segundo semestre (out/14), já é cotado à R$124,35. A diferença entre o outubro e o maio tem girado em torno de R$7,00;
  • As previsões são para o retorno das chuvas ainda neste final de semana nas principais regiões afetadas nos últimos meses pela forte estiagem. Mas isso não deverá resolver o problema de oferta no curto prazo.
Fico por aqui, qualquer dúvida ou discussão estamos à disposição.
Grande abraço!
Guilherme Reis

Principais indicadores do mercado do boi – 14-02-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.05.38
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,11%, nessa quinta-feira (13) sendo cotado a R$ 117,76/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 118,87.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.24.49
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,23%, cotado a R$ 879,31/cabeça nessa quinta-feira (13). A margem bruta na reposição foi de R$ 1063,73 e teve valorização de 0,39%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.25.12
Na quinta-feira (13), o dólar apresentou alta de 0,63% e foi cotado em R$ 2,42. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,52% sendo cotado a US$ 48,60. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 13/02/14
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.26.09
O contrato futuro do boi gordo para mar/14 apresentou alta de R$ 1,01 e foi negociado a R$ 119,31.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para mar/14
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.25.34
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 115,53. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de – R$ 2,23 e sua variação apresentou baixa de R$ 0,38 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.05.49
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.26.00
fonte: Beefpoint

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CADASTRO AMBIENTAL RURAL - CAR


Criado pela Lei 12.651/2012 o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um ato declaratório de âmbito nacional e obrigatório para todos os imóveis rurais. Só no estado do Rio Grande do Sul serão aproximadamente 441 mil imóveis rurais que deverão ser cadastrados. O CAR tem a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo uma base de dados para o controle, o monitoramento, o planejamento ambiental e econômico e o combate ao desmatamento. O prazo para o cadastramento é de 01 ano, contando da data de sua implantação, prorrogável por mais um, e a partir de 28 de maio de 2017 será obrigatório para o produtor ter acesso ao crédito rural nas instituições bancárias.
É de total responsabilidade do proprietário rural as informações declaradas, que são elas: identificação do proprietário/posseiro, comprovação da propriedade/posse, dados do imóvel, localização georreferenciada do imóvel, bem como o detalhamento das áreas de preservação permanente (APP), reserva legal (caso houver), áreas de remanescente de vegetação nativa, áreas consolidadas, entre outras. A data base para estas informações é 22 de julho de 2008, ou seja, o proprietário terá que informar como estava a propriedade nesta data.
A demarcação do perímetro da propriedade e o detalhamento interno da mesma serão executados a partir de imagens de satélite do ano de 2011, após, o CAR será encaminhado ao Órgão Ambiental competente que fará um comparativo com imagens de satélite de 2008. Caso tenham ocorrido mudanças o proprietário terá que comprovar a legalidade das mesmas. Por exemplo, se ocorreu um descapoeiramento após 22 de julho de 2008, o proprietário terá que comprovar mediante alvará de licenciamento a legalidade do fato, caso contrário poderá ocorrer multa pela infração.
Para as propriedades de até 04 módulos fiscais, ou seja, aquelas que se enquadram no PRONAF, assentamentos de reforma agrária, terras indígenas e comunidades tradicionais o CAR será feito de forma gratuita pelo poder público. Para as áreas acima de 04 módulos o próprio produtor poderá cadastrar, ou contratar assistência técnica para efetuar o cadastro.
Como vantagens para os produtores rurais podemos citar a comprovação da regularidade ambiental, a segurança jurídica, o acesso ao crédito, o planejamento da propriedade, bem como acessar certificações de mercado buscando agregar valor ao seu produto.

por Cristiano Costalunga Gotuzzo
Engº Agrônomo – CREA/RS 131395 –
Instrutor do SENAR
Proprietário da Empresa GEOPLAN


Cotações do gado gordo e de reposição em 12.02.2014 - PELOTAS - RS

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 12.02.2014

BOI:    R$ 8,10 a R$ 8,50
VAC
A: R$ 7,80 a R$ 8,00

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 12.02.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 4,10 A R$ 4,30
   VACA GORDA: R$ 3,50 A R$ 3,70

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 12.02.2014      

TERNEIROS  R$ 4,00 A R$ 4,50
TERNEIRAS  R$ 3,80 A R$ 4,10
NOVILHOS    R$ 3,80 A R$ 4,20
NOVILHAS    R$ 3,70 A R$ 4,00
BOI MAGRO R$ 3,70 A R$ 3,90
VACA DE INVERNAR R$ 2,90 A R$ 3,00

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

Desvendando o ENTRECOT

Continuando no tema Entrecot, confira o vídeo e entenda um pouco mais sobre o badalado corte. Bela dica para o próximo assado!
fonte:Carnes, cortes & sabores

Dr. Pecuária: Doenças transmitida por carrapatos

fonte: Canal Rural

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

NOVILHOS A VENDA

NOVILHOS
Lote: 0218
Quantidade: 135
Peso Médio: 330
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 2
Raça: Hereford
Animal: Novilhos
Valor: R$ 4,00
Cidade: Santa Vitória do Palmar
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Gado padrão.Couro Limpo.Mochos e aspados.
Imagens do lote

Avaliação Genética


Punta del Este + Angus + Criollos = Loco de especial


Pecuária no Brasil: quanto valerá um bezerro em 2014/2015?


Pecuária no Brasil: quanto valerá um bezerro em 2014/2015?


(*) por Carlos Gattass
Nos últimos 12 ou 13 meses nosso bezerro de cada dia (nelore de 180 kg) subiu nada mais, nada menos que R$ 200/cabeça. Utilizando números arredondados, ele passou de R$ 700 para R$ 900. Isso mesmo, R$ 5/kg de peso vivo é o valor atual na praça de Campo Grande/MS, ou seja, R$ 150/@ de bezerro. E ainda está subindo. A alta foi de 28,5% para o bezerro enquanto a @ do boi gordo em SP subiu de R$ 97 para R$ 115, totalizando 18,5%. Mas isso vai até aonde?
20062007var. 07/06 2008var. 08/072010var. 10/082011var. 11/102012var. 12/112013var. 13/12
março31939825%58046%6126%73720%660-11%7189%
abril33642326%63049%6412%75718%665-12%75413%
maio33641323%65258%6551%74814%662-11%75814%
junho31941430%72074%653-9%6956%651-6%74014%
média32841226%64557%640-1%73415%659-10%74213%
Tabela: cotação do bezerro Nelore 180 kg em MS (praça Campo Grande) desde 2006. O ano de 2009 não foi inserido na tabela por se tratar do período pós-crise financeira. Os números coloridos mostram as variações positivas ou negativas em relação ao ano anterior.
Pois é, a dinâmica dos rebanhos realmente mudou. A idade de abate diminuiu, as grandes fazendas de cria estão cada vez mais raras (as que ainda existem já não vendem toda a produção ou não vendem nada) e, como conclusão, a relação de troca vem ficando apertada.
Na minha avaliação, esse é um caminho sem volta no curto, médio e longo prazos por vários motivos citados nos artigos anteriores, inclusive pela pressão ambiental - a tal produção sustentável. Criar dá muito trabalho. Criar é para poucos.
Mas eu havia perguntado: essa valorização vai até onde? Se fizermos a conta baseada no boi gordode 17@ vendido por +/-R$ 130/@ (R$ 2.200/boi), compraremos 2,2 bezerros de cerca de R$ 1000. Se esse mesmo boi gordo for vendido por R$ 145/@ (R$ 2.450) comprará 2,2 bezerros de cerca de R$ 1100. Achou caro? Mas esse provavelmente será o preço do bezerro (nelore de 180 kg) em 2014/2015 se a @ do boi remunerar o necessário. Só falta subir mais R$ 100 em 2014 e R$ 100 em 2015. É mole ou quer mais?
fonte: Agroeditorial

Pecuária no Brasil: será que a arroba ainda sobe 15% em 2014?


Pecuária no Brasil: será que a arroba ainda sobe 15% em 2014?


(*) por Carlos Gattass
Em 2013, mais precisamente em junho, quando a @ do boi gordo em SP valia algo em torno de R$ 100, ou até em setembro, quando valia aproximadamente R$ 108,00, parecia muito otimismo pensar numa @ de R$ 145,00 para 2015, que corrigiria toda a inflação do período. Estávamos satisfeitos com uma pequena melhora, que nem sequer remunerava a inflação, muito menos o aumento do custo de produção.

No artigo "Pecuária no Brasil 2013: fase de alta do ciclo está próxima", dissemos que estávamos próximos de uma forte recuperação de preços. "Já considero 2013 um ano de recuperação em relação a 2012 e, na minha avaliação, 2014 e 2015 serão ainda melhores, ainda mais com a mistura de Copa do Mundo (de Futebol, em 2014), inflação, ano político e custos de produção elevados", registra o conteúdo publicado no dia dez de junho de 2013.
Depois, no artigo "É loucura projetar arroba do boi gordo a R$ 145?", de 25 de setembro do ano passado, consta que o boi de R$ 103/@ no MS naquela época, que era o boi de R$ 108 em SP, não era excelente ainda. "Ele não está nem perto de bom. Em SP, no pico da alta de 2010, a @ era cotada em torno de R$ 115. Aplicando uma inflação de 5% ao ano durante 2011, 2012 e 2013, essa mesma @ de boi teria que valer R$ 130 a R$ 135 para remunerar tão bem quanto em 2010, isso sem considerar o aumento do custo de produção", está escrito.
Veja na tabela abaixo números do Indicador ESALQ/BM&FBovespa à vista, sem Funrural, desde 2006 (exceto 2009, ano de crise). Em parênteses, as variações em comparação com os valores do ano anterior.
200620072008201020112012
Máxima (R$)61,775,51 (22,3%)92,24 (22,15%)114,48 (24,11%)107,08 (-6,47)99,81 (-6,79%)
Média (R$)51,5359,39 (15,2%)82,4 (38,7%)86,47 (4,9%)99,39 (14,9%)94,8 (-4,7%)
Mínima (R$)47,1451,81 (9,9%)70,09 (35,2%)73,17 (4,3%)93,73 (28%)88,71 (-5,4%)
Fonte: Cepea / Esalq-USP
Então, recapitulando, de 2006 até 2010 tivemos um aumento de mais de 100% no preço da @, quando saímos de +/- R$ 50 para R$ 114. Usando números arredondados e desconsiderando a variação de 2009, ano pós-crise financeira, podemos dizer que a @ do boi em SP passou da casa dos R$ 50 para a casa dos R$ 70 em 2007, de R$ 70 para R$ 90 em 2008 e de R$ 90 para R$ 110 em 2010. Tivemos bem claramente três anos de alta (com 2009 no meio), um ano que o mercado andou de lado (2011) e um ano de baixa (2012). Mas até aqui tudo é passado. E o futuro?
Previsão é uma coisa complicada de se fazer, mas vamos lá!
Do jeito que a coisa vai...
1) Com o dólar mais alto e as exportações a todo vapor (diga-se de passagem, para 2014 a previsão é de 20% de aumento segundo a ABIEC);
2) Consumo interno firme; 

3) Áreas de pastagem diminuindo em todo o país (relembre o quadro aqui)
;
4) Bezerro valorizado e pouco ofertado (veja as cotações);
5) Ano de eleição federal e copa do mundo (rios de dinheiro são despejados na economia, e "dá-lhe, churrasco!");
6) Inflação sem dar trégua;
... com certeza teremos preços bem melhores e, com isso, o valor de R$ 145/@ não vai ser uma coisa do outro mundo. Meu preço alvo para a @ do boi em SP no fim de 2014 é R$ 130 (teto do canal de alta).
Hoje o contrato futuro para outubro de 2014 já vale R$ 122 na BM&F Bovespa e o JBS já paga para o boi do final de julho, aqui no MS, R$ 111/112 por @. Por esses motivos recomendamos: tem queinvestir em gado de corte.
Que venha o segundo semestre de 2014!
fonte: Agroeditorial 

São Paulo lidera a exportação de carne bovina in natura

Estado é o que mais exporta, apesar da retração de 15,6% nos últimos cinco anos

Gilmar de Souza
Foto: Gilmar de Souza
São Paulo participou com 27,1% do volume de exportação
As exportações de carne bovina in natura foram de 1,18 milhão de toneladas em 2013, aumento de 25,3%, na comparação com 2012, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). São Paulo participou com 27,1% desse volume, o equivalente a 321,1 mil toneladas. O desempenho representa um aumento de 21,1%, em relação ao resultado do ano anterior, quando a exportação foi de 265,3 mil toneladas. É o Estado que mais exporta, apesar da retração de 15,6% desde 2008.


Na segunda colocação em 2013 ficou Mato Grosso, com 227,3 mil toneladas e crescimento de 31,2%, frente a 2012. Desde 2008 a exportação cresceu 41,8% em volume. Foi o maior aumento absoluto no intervalo. Em 2008, São Paulo participou com 37,2% da quantidade de carne bovina embarcada, enquanto Mato Grosso respondeu por 15,7% do total. Desde então, São Paulo perdeu 10,1 pontos percentuais e o detentor do maior rebanho nacional ganhou 3,5 pontos.
Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia completam o grupo dos cinco maiores exportadores. O conjunto embarcou 83,0% da carne bovina in natura em 2013. O Estado de Mato Grosso do Sul registrou o segundo maior incremento absoluto nos embarques entre 2008 e 2013, com um volume de 46,4 mil toneladas. A maior quantidade de fêmeas abatidas nos últimos anos pode ter sido um dos fatores que colaboram para o aumento dos embarques do Estado. Como possui boa parte do rebanho destinado à cria e ciclo completo, o efetivo de fêmeas é grande.
Carne industrializada
A primeira posição também fica com São Paulo quando se trata de carne industrializada. A expressividade é ainda maior que para a carne in natura. De cada 100 quilos de carne industrializada exportada, 65,4 saíram do Estado. Foram 65,7 mil toneladas, das 100,5 mil embarcadas no último ano. Em faturamento, a participação foi de 70,5%.
Na segunda colocação aparece o Rio Grande do Sul, com 32,3% do volume e 23,4% do faturamento. Os dois estados compõem 97,7% da quantidade e 94,0% do faturamento.
SCOT CONSULTORIA

Com preço em alta, mercado da carne bovina renderá R$ 8 bilhões neste ano

O mercado de carne bovina começa 2014 com o preço do boi gordo em alta no mercado interno, mas na exportação as cotações em dólar recuaram em janeiro. Há um fator garantidor de bons preços no transcurso do ano – a queda do real perante o dólar. Em janeiro, a cotação média do dólar ficou em R$ 2,38, uma diferença de 17% acima do mesmo mês de 2013.
A explicação aventada para o recuo de janeiro foi o mix de carne vendido. As empresas brasileiras exportaram mais cortes de dianteiro e poucos cortes de traseiros, mais nobres e caros. Uma das razões para isso são as menores compras da Europa, que normalmente importa mais no começo do ano para atender ao aumento do consumo após a Páscoa. Como neste ano, o evento religioso ocorrerá mais tarde, as importações também foram postergadas. A previsão é de o mercado recuperar ainda no mês de fevereiro. No fim de 2013, a Abiec (Associação brasileira das indústrias exportadoras de carne) estimou que os embarques da carne bovina renderão o recorde de R$ 8 bilhões neste ano.
fonte: Campo Grande News

Rússia libera dois frigoríficos brasileiros para exportação de carne bovina

Nesta segunda-feira (10), foi publicado, oficialmente, a liberação de dois frigoríficos brasileiros exportadores de carne brasileira pelo Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor). Os aprovados foram o SIF 1251 (Frigorífico Astra do Paraná) e o SIF 2153 (VPR Brasil Importações e Exportações). 
fonte: Noticias Agricolas

Exportação - Desempenho das carnes na primeira semana de fevereiro

 No decorrer do mês elas podem perder o ímpeto inicial. Mas é inegável que as carnes iniciaram fevereiro sinalizando resultados bem mais promissores que os de janeiro passado.

Traduzindo, isso significa que nos cinco primeiros dias úteis do mês (de um total de 20 dias úteis) o volume embarcado gerou receita média diária da ordem de US$68,577 milhões, valor que colocou as carnes como o segundo produto brasileiro exportado no período, atrás apenas dos minérios de ferro.

Mas não só isso. A receita obtida, ainda pela média diária, apresentou aumento de 22,5% em relação à média diária de janeiro passado, isto podendo indicar que, para o exportador, o ano enfim começou.

Indo além, a receita média atual (capaz de sofrer alguma diluição nos 15 dias úteis restantes do mês) corresponde, no momento, ao segundo melhor desempenho das carnes nos últimos 13 meses. Ou seja, de janeiro de 2013 até agora só fica atrás (mas não muito) do resultado registrado em novembro passado (US$69,555 milhões).

Quem mais vem contribuindo para esse desempenho é a carne bovina que, a despeito de um preço médio cerca de 6% menor que o de um ano atrás, registra aumento de volume que, se mantido no restante do mês, pode significar aumento de mais de 60% sobre fevereiro de 2013.

Com esse dinamismo, a carne bovina tende a tornar-se o carro-chefe da receita cambial gerada pelas carnes, ocupando a posição que há décadas pertence à carne de frango.

Esta, por sua vez, registra sensível melhora em relação a janeiro passado, ao mesmo tempo em que sinaliza aumento de volume em comparação a fevereiro do ano passado. Ou seja: os embarques do produto in natura no mês tendem a ficar próximos das 300 mil toneladas, aumentando mais de 12% sobre o mesmo mês de 2013.

Infelizmente, porém, seu preço médio se encontra, por ora, 15% abaixo daquele registrado há um ano. E isso deve gerar receita cambial não só 4% a 5% menor que a de um ano atrás, mas também inferior à da carne bovina.

Em fevereiro de 2013, a carne de frango in natura respondeu por 54,9% da receita cambial do mês, enquanto as carnes bovina e suína responderam por, respectivamente, 35,3% e 9,8%. A tendência de fevereiro corrente é a carne bovina responder por 46,4% do total, enquanto à carne de frango caberão 45%. À carne suína restam 8,6%.

fonte:Avisite Redação