domingo, 23 de fevereiro de 2014

Fazendas a venda na região Sul do RS


1500 ha.Preço:7.500,00/ha.Pinheiro Machado/RS



















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700 ha.Preço:12.000,00/ha à vista.Bagé/RS



















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3000 ha.Preço:9.500,00/ha.Pelotas/RS













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800 ha.Preço:15.000,00/ha.Bagé/RS 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CAMPO A VENDA

*105 HA DE CAMPO A VENDA
*BEM PRÓXIMO A PELOTAS
*CAMPO MUITO LIMPO 100% APROVEITÁVEL
*IDEAL PARA :
*PLANTIO DE SOJA
*PLANTIO DE MILHO
*CABANHA
*CONFINAMENTO
*ETC
*CAMPO BEM FECHADO COM VEGETAÇÃO EM SEU ENTORNO

INFORMAÇÕES COM LUND FONES 053.99941513 ou 81113550











Por que a exportação de carne bovina no Brasil aumentou?


Por que a exportação de carne bovina no Brasil aumentou?
(*) por José Luiz Alves Neto
Essa semana fiquei feliz. Cheguei em casa ao fim do dia, liguei a televisão no canal 40, o Globonews, e passava o programa Conta Corrente destacando o crescimento das exportações brasileiras de carne bovina. A expansão, que em 2013 havia sido de 19% em volume e 14% em receita, alcançou 11,7% em volume janeiro de 2014, uma notícia que nós já havíamos repercutido. Fiquei contente com aquilo. É bem interessante um canal como o Globonews destacar o agronegócio, nesse caso específico a pecuária de corte. Mas aí, no auge da minha empolgação, o George Vidor, jornalista especializado em economia e comentarista do programa, expôs a sua opinião sobre os motivos que levaram ao crescimento das nossas vendas externas.
Segundo Vidor, a carne bovina brasileira, como é de maioria oriunda de animal Nelore, é uma carne com viés de saúde, principalmente porque a gordura facilmente se separa da carne. Isso é um verdadeiro absurdo. É um comentário que vai contra tudo o que é falado, discutido e trabalhado entre os pecuaristas de corte brasileiros.
Não concordo em nenhum momento que o aumento da exportação de carne bovina é por conta disso. Pelo contrário. O aumento da exportação de carne bovina ocorreu porque o mundo precisa de carne e o Brasil é um grande produtor. Bem ou mal, é verdade, o país trabalhou para abrir esses mercados. A gente produz de forma eficiente, então a nossa carne é barata para o mundo. Por isso cresceram as exportações.
Essa é a explicação. Não tem nada a ver com a carne de Nelore ser separada da gordura. Inclusive, nós escutamos todo santo dia especialistas dizerem que qualidade de carne está relacionada ao marmoreio (gordura entremeada no músculo) e acabamento de carcaça, que, por sua vez, depende de um plano nutricional tecnicamente organizado.
engenheiro agrônomo Roberto Barcellos, diretor da Beef&Veal, empresa de consultoria de projetos voltados à produção de carnes especiais, em depoimento à Rural Centro, também compartilhou a opinião de que nossas exportações estão em expansão por causa do preço. “É uma das mercadorias mais baratas do mundo”, reforçou Barcellos.
O Barcellos entende que esse fato de a nossa carne ser produzida majoritariamente a pasto e ter menos gordura que a norte-americana, uruguaia ou argentina, nossos principais concorrentes, pode ser utilizado como estratégia mais para frente, quando brigaremos por mercados que pagam mais pela qualidade. “Agregar valor na carne produzida a pasto, que é a característica nossa, seria algo a ser estruturado para o futuro”, projetou.
Na opinião do agrônomo, tanto quanto na minha, essa questão da carne saudável ainda não é explorada hoje e, por isso, não tem relação nenhuma com o aumento de exportações. O Roberto Barcellos lembrou ainda que a pouca cobertura de gordura hoje traz problemas para a indústria frigorífica. Altera o ph da carne, deixa a proteína escura, etc.
Enfim, hoje a carne bovina brasileira ainda não é tida como uma carne de qualidade tanto quanto a carne uruguaia, argentina ou americana. Acredito que o Vidor deu um escorregão ao tecer esse comentário dele. A notícia boa fica por conta do espaço que o setor agropecuário ganha a cada dia mais na grande mídia. Por que será?
Exportação de carne bovina no Brasil
No gráfico abaixo, comparando 2013 com 2012, percebe-se que o crescimento em relação a receita - primeiro gráfico - ficou em 14% (US$ 6,65 bilhões contra US$ 5,84 bilhões). Em volume - segundo gráfico -, o plus chega a 19% (1,5 milhão de toneladas contra 1,25 milhão de toneladas).
Exportações de carne bovina brasileira
Gráfico: Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes).
fonte: Rural Centro

Presidente da CNA divulga nota de esclarecimento sobre indicação para o MAPA

Tendo em vista matéria publicada na edição de hoje de O Estado de S. Paulo, informando que a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, teria “sugerido” o nome do veterinário Ênio Marques à presidente Dilma Rousseff para comandar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cabem os seguintes esclarecimentos:
1. Seja como presidente da CNA, seja como senadora da República, não fiz qualquer gestão política para indicar o atual assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ênio Marques, para o cargo de ministro, a despeito de sua reconhecida competência profissional.
2. A CNA defende os interesses de mais de cinco milhões de produtores rurais, exercitando o diálogo republicano com todos os órgãos de governo, independentemente de eventuais indicações políticas.
3. A CNA continuará mantendo excelente relacionamento institucional com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como sempre o fez, na defesa de políticas públicas que atendam aos interesses do país e da agropecuária brasileira.
4.  Por fim, a CNA confia que a Presidência da República saberá indicar um nome à altura de um setor que tem fundamental importância para a economia nacional.
                                                                                                                                                                               Brasília, 20 de fevereiro de 2014.
Senadora Kátia Abreu
Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
fonte: CNA

Conheça os maiores mercados de exportação de gado em pé da Austrália em 2013

O relatório sobre as exportações de bovinos vivos da Austrália do Meat and Livestock Australia (MLA) e do Livecorp confirmaram que o mês de dezembro teve um grande volume de exportações de bovinos vivos (em pé).
Dados oficiais confirmam que no mês de dezembro de 2013, a indústria pecuária do norte da Austrália enviou 100.993 bovinos à Indonésia, à medida que respondeu à demanda repentina do país por altos volumes de importação para reverter a escassez de carne bovina no país, que estava inflacionando os preços.
No mesmo mês, de acordo com os últimos dados, a indústria também exportou 12.497 bovinos ao Vietnã, 7.840 a Israel, 4.543 a Brunei e 1.915 bovinos à Malásia.
No final do ano de 2013, o total de bovinos exportados da Austrália à Indonésia foi de 454.152 bovinos, seu maior volume desde 2010, quando foram exportados 521.000 cabeças.
Além da Indonésia, os principais mercados que apresentaram crescimento para o ano foram Israel, que comprou 96% mais bovinos do que em 2012, para 98.320 toneladas, e Vietnã, que aumentou as importações em 1.897%, de apenas 3.353 em 2013 para 66.951 no ano passado.
Segundo informações do Australian Bureau of Statistics (ABS), até o terceiro trimestre de 2013, a Austrália exportou 451,3 mil cabeças de bovinos vivos, sendo este volume 4,6% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando o país exportou 431,4 mil cabeças.
Conheça os 10 maiores destinos dos bovinos vivos da Austrália em 2013:
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Os 10 maiores portos de exportação de gado vivo australiano em 2013 foram:
  • Darwin: 345.336
  • Fremantle: 147.036
  • Portland: 97.050
  • Broome: 73.099
  • Townsville: 65.355
  • Wyndham: 33.517
  • Karumba: 14.519
  • Geraldton: 14.498
  • Brisbane: 12.899
  • Port Hedland: 8.300
Fonte: Beefcentral.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.