quarta-feira, 1 de abril de 2015

Luciano Sperotto Terra é o novo presidente da ABHB


PAC-ABHB-64
No último dia 31 de março de 2015, foi eleito por unanimidade e em chapa única, o nova Diretoria da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Luciano Sperotto Terra, sócio proprietário da Estância Tamanca de Santa Vitória do Palmar, foi eleito como Presidente da entidade para um mandato de 3 anos.
Entre os objetivos da nova diretoria eleita estão a ampliação da participação de animais nacionais no mercado de sêmen de bovinos de corte no Brasil e a ampliação do projeto Carne Pampa e de exportação de genética HB brasileira.
 Abaixo segue a nominata da nova Diretoria eleita:
TRIÊNIO 2015-2018
Diretoria de Administração:
Presidente: Luciano Augusto Sperotto Terra – Santa Vitória do Palmar – RS
Vice-Presidente: Edson Ribeiro Colombo – Lages – SC
Vice-Presidente de Promoção das Raças: Pedro Monteiro Lopes – Itaqui – RS
Diretor Administrativo: Luciano Dornelles de Dornelles – Uruguaiana – RS
Diretor de Eventos: Celso Jaloto Ávila Junior – São Gabriel – RS
Diretor Financeiro: Gustavo Camponogara – Bagé – RS
Diretor de Marketing: Miguel Augusto Bitencourt Barbará – Uruguaiana – RS
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Conselho Consultivo:
Membros eletivos titulares:
1 – Luciano Correa Morrone – Santa Vitória do Palmar – RS
2 – Humberto Jardim Machado – Dom Pedrito – RS
3 – Francisco Geraldo Pereira de Souza – São Gabriel – RS
Membros Suplentes:
1 – Ademir Hoinaski Filho – Palmas – PR
2 – Luiz Antonio dal Magro – São Miguel do Oeste – SC
3 – Fernando Faria Fonseca  – Rio Verde – GO
Conselho Fiscal:
Membros Titulares:
1 – Ricardo Madeira Camps – Rosário – RS
2 – Sergio Renato Dias Barbieri – Bagé – RS
3 – Rafael Momm  – Itapema – SC
 Membros Suplentes:
1 – Marcelo Xavier – Santa Maria – RS
2 – Dirceu Menna Barreto de Abreu Netto – São Gabriel – RS
3 – Joaquim Hernandez – São Gabriel – RS
 Conselho Técnico
Presidente - Eduardo Valério Teixeira Souza – São Gabriel – RS
Hereford
Coordenador -Ricardo Amaral Furtado – Santana do Livramento – RS
Fernando Preis Cavalcanti – Uruguaiana – RS
Marcelo Alves Pimentel – Pelotas – RS
Gedeão Avancini Pereira – Bagé – RS
João de Oliveira Gazal – Santa Vitoria do Palmar – RS
Guilherme Ulrich Duarte – Uruguaiana-RS
 BRAFORD
Coordenador – Ricardo Vieira Borges – São Gabriel – RS
Eduardo de Souza Soares – Santana do Livramento – RS
Thais Maria Bento Pires Lopa – Alegrete – RS
Eduardo Cavalcanti Eichenberg – Alegrete – RS
Fernando Flores Cardoso –Embrapa Pecuária Sul– RS
fonte: ABHB

Paraguay exportará ganado en píe a Ecuador


2015-03-24 medina
Ecuador se dispone a importar 1000 animales en píe inicialmente, pero la demanda supera las 30000 cabezas con el fin de impulsar su ganadería con ejemplares adaptados, para lo cual Paraguay y su trabajo genético son hoy referentes.
La importación “está dada mediante un convenio marco firmado entre el Ministerio de Agricultura y Pesca de Ecuador y el Ministerio de Agricultura y Ganadería de Paraguay, encontrándose la cartera de estado nacional vinculada a los procesos de certificación y garantías para que cumplan con los requisitos exigidos desde Ecuador, interactuando a la vez con la Asociación Rural del Paraguay y el SENACSA para hacer posible la exportación” indicó Marcos Medina desde el Vice Ministerio de Ganadería.
“Paraguay inició su proceso de transformación ganadera al principio de la década de los 80, esos más de 30 años de mejoramiento genético a brindado ejemplares adaptados al subtrópico, lo cual no es fácil” argumenta Medina, quien además agrega que “esa adaptabilidad que conjuga componentes cebuinos y de razas europeas se encuentran en razas sintéticas como Braford y Brangus que hoy son una opción importante para países con clima tropicales y subtropicales y desde Ecuador se ha sabido identificar para mejorar su propia producción”.
Si bien en ésta primera exportación serán 1000 ejemplares “la necesidad de Ecuador es de 35.000 cabezas que puedan aportar al programa de mejoramiento genético que tiene este país” señaló.
Sobre las cuestiones burocráticas y los tiempos Medina hizo énfasis en que “al ser el Estado de Ecuador el comprador, se hace un poco mas complicadas ciertas cuestiones que estamos tratando de ajustar para que sea ágil”.
Germán Ruiz, como presidente de la ARP, informó que “en los próximos días se van a comenzar las exportaciones, se trata de animales de razas Brangus, Braford, Brahman y Nelore. Vaquillas preñadas y no preñadas que llegarán a Ecuador vía aérea en procura de incentivar su ganadería considerando que Paraguay es un país similar al suyo”.
En estos momentos, “estamos en la fase de sangría y cuarentena de unos 1000 animales, esperamos que en la segunda quincena del mes de abril se realicen los primeros envíos” aportó Hugo Idoyaga desde el SENACSA.
Fuente: www.elagro.com.py

terça-feira, 31 de março de 2015

Paraná inicia processo de reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação


Secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, participa da reunião do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária. N/F: Inácio Kroetz, diretor presidente da Adapar.Curitiba, 30-03-15.Foto: Arnaldo Alves / ANPr.Secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, participa da reunião do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária. N/F: Inácio Kroetz, diretor presidente da Adapar.Curitiba, 30-03-15.Foto: Arnaldo Alves / ANPr.
O Governo do Paraná apresentou ao Conselho Estadual de Sanidade Animal (Conesa), em reunião na segunda-feira (30), proposta para iniciar o processo para que o Estado seja reconhecido internacionalmente como área livre de febre aftosa sem vacinação, sob a chancela da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Para isso, tem que comprovar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a capacidade de manter a erradicação da doença nos rebanhos de bovinos e de búfalos existentes no Estado.

Entre os objetivos da mudança de status sanitário está a abertura de mercados mais atraentes para a exportação de carnes bovina e suína, como dos Estados Unidos, do Japão e da Coreia. Com isso, pretende-se elevar a renda e o emprego na pecuária paranaense e em toda sua cadeia produtiva. Atualmente, o Paraná é o primeiro Estado produtor de aves, o terceiro de suínos e nono produtor de bovinos, que no ano passado geraram receitas de US$ 2,36 bilhões, US$ 132 milhões e US$ 110 milhões, respectivamente.

Para obter a autorização do ministério e prosseguir com o processo o Paraná precisa cumprir um roteiro que envolve tarefas que já estão sendo executadas para que o Estado alcance, da mesma forma, o reconhecimento internacional de área livre da peste suína clássica junto à OIE.

As exigências para alcançar o status de área livre de peste suína clássica como para livre de febre aftosa sem vacinação são as mesmas. “Vamos ousar e avançar de uma vez porque o Paraná tem muito a ganhar no futuro”, propôs o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

A reunião do Conesa contou com a participação do diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Marques, e do superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, Gil Bueno de Magalhães.

POSTOS DE FISCALIZAÇÃO - O Paraná já cumpriu quase todos os requisitos necessários aos processos para o reconhecimento, faltando apenas a reestruturação física de postos de fiscalização nas áreas de fronteiras com São Paulo e Mato Grosso do Sul e a nomeação de servidores concursados para reforçar a Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), executora do processo.

Segundo Inácio Afonso Kroetz, diretor presidente da Adapar, responsável pelo serviço de defesa agropecuária do Estado, já está em curso o processo de construção e de reformas de postos de fiscalização, com a colaboração financeira da iniciativa privada, que será beneficiada diretamente com esse processo.

Outros cinco postos já existentes serão adequados e serão reforçadas as fiscalizações volantes que monitoram o trânsito de animais e produtos de origem animal em todo Estado, para saber se estão de acordo com a legislação.

O Estado também se comprometeu em autorizar a nomeação de 169 novos servidores para reforçar os quadros de fiscalização da Adapar, já no início de maio.

DISCUSSÃO - Durante a reunião, foram apresentadas as consequências do processo para que o Paraná seja considerado área livre de febre aftosa sem vacinação, como o fechamento de fronteiras para o trânsito interestadual de algumas categorias de animais. A preocupação de alguns dos conselheiros referiu-se a movimentação de animais e a realização de exposições agropecuárias.

O diretor de Saúde Animal, Guilherme Marques, tranquilizou os conselheiros afirmando que, se todas as regras forem cumpridas, a legislação prevê exceções devidamente monitoradas tanto para a realização das exposições como PARA o transporte de animais para o abate dentro do Estado.

Aventou-se a possibilidade de o Paraná apresentar o pedido em bloco com outros estados como Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul ou em separado. Segundo Marques, agora é o momento de avançar para essas questões tanto no Brasil como na América do Sul, onde o vírus da doença não circula há mais de três anos. Ele elogiou o Paraná pela iniciativa e disse que está pronto a colaborar para concretizar esse projeto.

ROTEIRO - Para alcançar o novo status sanitário para as duas doenças, o Estado do Paraná terá que cumprir um roteiro que será avaliado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Se for iniciado agora, tem grande chance de obter o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação a partir de maio de 2017, afirmou Guilherme Marques, do Ministério da Agricultura.

Antes disso, o ministério fará uma auditoria para conferir se o Estado cumpriu todas as exigências feitas pelos órgãos federal e internacional, ação que será seguida de sorologia epidemiológica para demonstrar definitivamente a ausência de circulação do vírus no Paraná. Se tudo correr bem, o ministério apresenta o pedido à OIE em setembro do próximo ano, informou Marques.

Além da reestruturação física e de pessoal que, segundo Marques, representa o patrimônio que o Estado vai oferecer para o alcance do status sanitário referente às duas doenças, o Paraná deve proceder a próxima etapa de vacinação contra febre aftosa, em maio, com o máximo de adesão por parte dos produtores.

“Esta campanha, que será feita somente em animais jovens de zero a 24 meses, deverá ter o máximo de rigor”, recomendou.

DEFESA AGROPECUÁRIA - O Paraná está livre de febre aftosa com vacinação há 10 anos. Uma das iniciativas do Governo do Paraná para alcançar a excelência dos serviços de sanidade animal, conforme exigem o ministério da Agricultura e a OIE, foi criar a Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), autarquia vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, com mais autonomia técnico-financeira e com foco na prevenção e erradicação de doenças e pragas que podem afetar a agropecuária paranaense.

A reunião do Conesa contou com a presença dos conselheiros que representam entidades como Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, Associação Paranaense de Suinocultores, Sindicato da Indústria de Carnes do Paraná, Sociedade Rural do Paraná, FUNDEPC, Sindicato da Indústria do Leite, Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa, Cooperativa Frimesa, Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e empresas vinculadas como Adapar, Iapar, Emater e Ceasa

Font: Agencia de Noticias do Paraná
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segunda-feira, 30 de março de 2015

Marfrig compra unidades do Frigorífico Mercosul

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A Marfrig Global Foods anunciou hoje a compra de seis unidades do Frigorífico Mercosul por R$ 418 milhões. As unidades localizadas em Capão do Leão (RS), Mato Leitão (RS), Pirenópolis (GO), Tucumã (PA), Nova Londrina (PR) e Alegrete (RS) eram alugadas pela companhia desde 2009.
Por meio de fato relevante, a Marfrig informou que a quantia será paga em nove anos, com carência do empréstimo principal de três anos. A transferência da propriedade, segundo a empresa, poderá ocorrer pela aquisição direta dos ativos ou por intermédio da aquisição da sociedade que é dona das unidades.

fonte:arenadopavini.com.br

Justiça suspende proibição ao uso de avermectinas

A Instrução Normativa no 13/2014 do Ministério da Agricultura, que proibiu temporariamente o uso de avermectinas de longa ação foi suspensa pela 17a Vara Federal do Distrito Federal. Na prática, a Justiça acolheu os argumentos do Sindam, sindicato patronal que representa a indústria veterinária, liberando as vendas e a produção do vermífugo.
Conforme o juiz Victor Cretella Silva, a decisão de proibir o medicamento foi “abrupta” e “potencialmente contraditória” com a postura anterior do próprio Ministério da Agricultura, que menos de um mês antes recomendava apenas que os medicamentos fossem vendidos sob controle especial.
Quando a proibição foi criada, Ministério da Agricultura alegou riscos à exportação de carne bovina, por conta das diversas detecções de resíduos em carne enlatada exportada para os EUA.
Para o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Carnes (Abiec), Antônio Camardelli, a decisão deve ser “acatada”. Indagado sobre o risco de novas detecções de resíduos, ele enfatizou que o clima de entendimentos entre indústria veterinária e frigoríficos contribui para “mitigar os riscos”, como demonstra a parceria em torno da campanha de combate ao contrabando de avermectina.
Fonte: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Aberta a lista de adesão para o jantar na Churrascaria Lobão (Pelotas), paralelo ao LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 LANCE RURAL / PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS

Está aberta a lista de adesão para o jantar na Churrascaria Lobão (Pelotas), paralelo ao LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 LANCE RURAL / PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS que ocorrerá no próximo dia 13.04.2015 (segunda-feira) as 21h. Pecuaristas interessados em maiores informações, entrar em contato pelo email lund@lundnegocios.com.br ou com Laura pelos fones 053.30283550 ou 053.84822364. Lembramos que o evento também estará sendo transmitido pelo C2Rural. Este evento é organizado por LUND NEGÓCIOS, RÉDEA REMATES e sob a coordenação de Assessoria Agropcuária FFVelloso & Dimas Rocha e Canal Rural.
Aguardamos seu contato. Compareça!!!

Frigorífico Silva tem abates liberados pelo Ministério do Trabalho


As principais adequações foram feitas pela empresa, que ainda terá um prazo para realizar outras melhorias
 O Frigorífico Silva, em Santa Maria, está liberado para retomar os abates bovinos,suspensos desde a última sexta-feira. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) realizaram uma nova vistoria na empresa na tarde desta quinta-feira. Na última semana, eles haviam realizado uma inspeção no local e identificaram problemas relacionados à saúde dos trabalhadores, como máquinas sem proteção que ofereciam risco de ferimentos e até morte, o que levou à interdição da empresa.
— Os riscos graves e iminentes à saúde dos funcionários foram sanados. As máquinas receberam as proteções necessárias e a maioria das adequações foram feitas — afirma o auditor fiscal do MTE Mauro Müller.
De acordo com o auditor, pequenas adequações ainda precisam ser feitas, mas nenhuma apresenta risco iminente à saúde dos funcionários. Um relatório foi enviado ao Ministério do Trabalho e Emprego e o frigorífico terá um prazo, ainda não definido, para fazer as melhorias que faltam.
Durante a última semana, a empresa abriu com 50% dos funcionários e alguns setores funcionaram, mas em um ritmo menor de trabalho. Caminhões ficaram impedidos de descarregar gado no local.

O diretor comercial do frigorífico, Cléber da Silva, afirmou que não tinha informações para repassar para à imprensa. O coordenador de marketing, Magnus Costa, disse que enviaria um comunicado, mas até o momento não havia entrado em contato com a reportagem.
Fonte: Diário de Santa Maria 

quinta-feira, 26 de março de 2015

Desvalorização do real transforma dona da Friboi em máquina de fazer dinheiro

Problemas políticos e econômicos desvalorizam a moeda e impulsionam as vendas de carne da JBS, gerando faturamentos recordes
SÃO PAULO – Os acionistas da JBS SA estão lucrando com os problemas políticos e econômicos do Brasil conforme a acelerada desvalorização da moeda do país impulsiona as vendas de carne, gerando quantias recordes.

A dívida emitida pela empresa com sede em São Paulo, que comprou rivais americanas como Pilgrim’s Pride e Swift & Co. para se tornar a maior produtora de carne do mundo, proporcionou o maior retorno dentre os 160 valores mobiliários de empresas brasileiras acompanhados pela Bloomberg este ano. Os US$ 750 milhões em notas com vencimento em 2024 tiveram ganho de 4,2%, ante um resultado médio de 2,8% de prejuízo.
O surto de gastos do diretor executivo Wesley Batista no exterior, que trouxe a dívida a patamares recordes em 2012, está proporcionando recompensas enquanto a queda do real para o valor mais baixo em 12 anos faz aumentar o valor da receita da JBS no exterior.
A moeda é a que mais se desvalorizou dentre as principais divisas do mundo enquanto a presidente Dilma Rousseff enfrenta dificuldades para reverter a situação econômica e uma investigação de corrupção desgasta a confiança dos investidores. O banco central disse na terça feira, 24, que vai extinguir um programa de swap cambial que sustentou o real nos dois anos mais recentes.
Para a JBS, 'alta do dólar foi uma bênção', diz diretor (Foto: Reuters)
Para a JBS, ‘alta do dólar foi uma bênção’, diz analista (Foto: Reuters)

“A alta do dólar foi uma bênção para a JBS”, disse por telefone Carlos Gribel, diretor de investimentos de renda fixa da Andbanc Brokerage, desde Miami. “É minha opção preferida entre as empresas brasileiras de alto rendimento.”
O rendimento dos títulos da JBS com vencimento em 2024, classificados como BB pela Standard & Poor’s, caíram de 7,47% para 6,99% no final do ano passado. Isso diminuiu a distância em relação a obrigações semelhantes vendidas pela rival americana Tyson Foods Inc., com classificação BBB, de 3,88 pontos para 3,72 pontos no mesmo período.
A JBS, que recebe quase 80% de suas vendas em dólares, protegeu sua dívida denominada em dólares contra aquilo que Batista chamou de “exposição ao panorama político brasileiro”. Ele conversou com os investidores no dia 15 de agosto quando o dólar valia R$ 2,26. Na terça feira, a moeda americana era negociada no Brasil cotada em R$ 3,14.
A geração de dinheiro foi multiplicada em mais de sete vezes, chegando ao recorde de R$ 4,7 bilhões (US$ 1,5 bilhão) no ano passado, enquanto a dívida líquida caiu para 2,1 vezes a renda antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização, ante 3,7 vezes um ano atrás e 4,3 vezes no segundo trimestre de 2012, de acordo com dados proporcionados pela empresa.
A processadora de carnes conseguiu cortar seu nível de endividamento enquanto gastava mais de US$ 5 bilhões desde 2013 em acordo para expandir suas atividades no ramo das carnes de aves, suínos e alimentos processados no Brasil, México e Austrália. Batista, cujo pai, José Batista Sobrinho, fundou a JBS em 1953, disse aos investidores em 12 de março que o foco da empresa está em reduzir a dívida e ampliar as margens de lucro das operações existentes, e não estaria interessada em novas aquisições.
A Pilgrim’s Pide, empresa de carne de frango e alimentos processados de Greeley, Colorado, e controlada pela JBS, vendeu US$ 500 milhões em notas no dia 4 de março oferecendo juros de 5,75%, os mais baixos já anunciados por uma unidade da JBS.
“Conforme métricas como a alavancagem e a geração de caixa melhoraram, pudemos renovar nossas linhas de crédito a custos que refletem melhor nossa situação”, disse o diretor de relações com o investidor da JBS, Jeremiah O’Callaghan, por telefone na terça feira desde Nova York. “Trata-se de um círculo virtuoso.”
As obrigações brasileiras têm apresentado um dos piores desempenhos entre os mercados emergentes esse ano enquanto as tentativas do ministro das finanças Joaquim Levy no sentido de restaurar a confiança dos investidores são enfraquecidas pelo crescente tumulto político e insatisfação pública.
Embora otimista em relação aos resultados da JBS e às perspectivas para a indústria da carne, o diretor de análise de mercados emergentes da Sterne Agee & Leach Inc., Revisson Bonfim, disse por telefone a partir de Nova York que o desempenho das obrigações da empresa foi negativamente afetado pelas preocupações com o crescente escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras e suas principais terceirizadas.
“As obrigações poderiam ter se valorizado mais se não fosse por essas preocupações políticas”, disse Bonfim. “A JBS é uma empresa excelente.”
A Fitch Ratings subiu a nota da JBS de BB- para BB no dia 3 de outubro. No mês passado, a Standard & Poor’s disse que a nota BB poderia aumentar conforme a proporção de alavancagem é mantida sob controle de acordo com uma abordagem mais conservadora para os acordos financiados por crédito.
“Estou otimista em relação às empresas de proteínas”, disse por e-mail Ian McCall, que ajuda a administrar US$ 103 milhões da Quesnell Capital SA, de Genebra. “A JBS trará um bom desempenho para os investidores.” /Tradução de Augusto Calil
fonte: Gerson Freitas Jr. e Paula Sambo
BLOOMBERG NEWS

Joana Colussi: indústria de carne acuada por fiscalização.

Assustados com a interdição do Frigorífico Silva, um dos maiores abatedouros de bovinos do Rio Grande do Sul, representantes da cadeia produtiva se mobilizam para não deixar o setor cair em uma crise maior – à medida que a fiscalização chegar a outras indústrias de carne. O temor é compreensível, já que a força-tarefa do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego fechou as portas, mesmo que temporariamente, de uma das empresas mais tradicionais do setor no Estado.
– Se um frigorífico do porte do Silva foi interditado temos de avaliar o que fazer para evitar que outras operações inviabilizem a nossa atividade. É uma questão que nos assusta, não há como negar – admite Ronei Lauxen, presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados (Sicadergs).
Em reunião nesta quinta-feira em Porto Alegre, convocada pela entidade, representantes da indústria e de produtores irão discutir ações para proteger o setor. A fiscalização que interditou o Frigorífico Silva, de Santa Maria, foi a primeira de uma série que será cumprida ao longo do ano em frigoríficos de bovinos e de suínos para verificar as condições de trabalho. No ano passado, com o alvo nas indústrias de aves, as vistorias interditaram temporariamente seis unidades de importantes empresas.
– A atividade dos frigoríficos é o segundo setor que mais causa acidentes de trabalho e adoecimento no Estado, atrás apenas da área hospitalar — alerta o auditor-fiscal do Trabalho Mauro Marques Müller, coordenador estadual do Projeto Frigoríficos, força-tarefa executada desde janeiro de 2014.
Conforme Müller, as irregularidades mais comuns vão do ritmo excessivo de trabalho, passando por máquinas sem proteção, movimentação manual de cargas maléficas à saúde até jornada de trabalho prolongada.
Com mais de 300 indústrias de carne bovina, que abatem em média 8 mil animais por dia, o Rio Grande do Sul tem no setor a geração de mais de 10 mil empregos. A preocupação, sem dúvida, é mais do que justificável neste momento.
Fonte: Zero Hora

terça-feira, 24 de março de 2015

Terneiras Angus a venda

Terneiros Angus a Venda

CAR — Cadastro Ambiental Rural — O que é?



Ministério do Meio Ambiente
Organização governamental · 282.484 curtidas
 · 20 de março às 19:10 · Editado · 
 Se você é um proprietário ou posseio de imóvel rural não pode esquecer de realizar o Cadastro Ambiental Rural, até 5 de maio.
Quando você adere ao ‪#‎CAR‬ fica em dia com a lei e consegue acesso a linhas de crédito rural. 
 Acesse mais informações aqui no ‪#‎SiteMMA‬.
Todos os proprietários de imóveis rurais e posseiros que queiram estar em dia com a lei e acessar linhas de crédito rural devem fazer a inscrição no...
MMA.GOV.BR

segunda-feira, 23 de março de 2015

Frigorífico Silva, de Santa Maria, segue fechado

Desde sexta-feira, foi proibida a entrada de novas cargas de gado e abates no frigorífico


Frigorífico Silva, de Santa Maria, segue fechado Jean Pimentel/Agencia RBS
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS
 Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ainda aguarda o pedido de vistoria por parte do Frigorífico Silva, interditado na última sexta-feira, por problemas no ambiente de trabalho que ofereciam riscos à saúde dos funcionários.
Segundo o auditor fiscal do MTE, Mauro Müller, as melhorias, geralmente, são rápidas, mas o prazo depende da empresa, que precisa contratar serviços para as adequações nos setores e para proteção das máquinas apontadas na vistoria. O MTE acredita que nesta semana o pedido de vistoria seja feito pelo frigorífico.
O diretor comercial do frigorífico Cléber da Silva informou que a indústria está parada e apenas alguns funcionários seguem trabalhando no local. Ele não deu previsão para a reabertura da empresa, que teve os abates suspensos.
— Há prejuízo financeiro, sim, mas ainda não temos estimativa de quanto — afirma.
O frigorífico foi interditado durante a primeira força-tarefa que investiga frigoríficos bovinos e suínos do Rio Grande do Sul. Até agora, empresas de Passo Fundo, Montenegro, Lajeado e Garibaldi já foram interditadas e tiveram que assumir o compromisso de uma série de melhorias apontadas pelo MPT.
DIÁRIO DE SANTA MARIA

domingo, 22 de março de 2015

Terneiros Angus do Grupo Araucária fazem mais de R$ 7,50 de média

Leilão Grupo Araucária 2015

5º Leilão do Grupo Aracuária ocorreu neste sábado (21) em Ponta Grossa, PR. Foram ofertados 588 terneiros e terneiras certificadas Angus (TAC) e o evento faturou R$ 861 mil. 
Conforme os organizadores, os valores para machos superaram R$ 7,50/kg e para fêmeas R$ 6,70. 

Entres os vendedores podemos exemplificar com os resultados de dois integrantes do Grupo Araucária: 



  • Pecuária Veiga Lopes 
    Machos: R$ 7,95 
    Fêmeas: R$ 6,68 
  • Jota PecuáriaMachos: R$ 7,82 
    Fêmeas: R$ 6,81  

Os resultados comprovam a alta demanda por animais de qualidade no PR, especialmente para fins de engorda. O trabalho contínuo do Grupo Araucária em qualificar e diferenciar o seu produto (terneiros) tem fidelizado clientes e gerado boa valorização aos animais. Desde 2012 a Assessoria Agropecuária presta serviços ao grupo e nesta época foram definidas as especificações do "Terneiro Araucária" e de seu sistema de produção. Um investimento que tem se mostrado efetivo é o uso da inseminação artificial e de touros Angus e Brangus superiores. 

Fonte: Grupo Araucária e Assessoria Agropecuária 

FINCANDO OS PÉS NO CHÃO, NOSSO PROJETO NÃO PARA !!! LEILÃO CERTIFICADO Nº 6

                                                    

                                                                         

Lote de terneiros já inscrito para o LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS

Lote de terneiros já inscrito para o LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS,
Informe-se , participe!!!
Para inscrições de lotes vendedores ou cadastro para compradores, entre em contato pelos fones 053.99941513 (LUND), 99915601 (CHARLES), 99438760 (PETRUZZI), e 051.98358100 (ASSESSORIA AGROPECUÁRIA FFVELLOSO e DIMAS ROCHA)