domingo, 28 de junho de 2015

IBGE mostra queda no abate de bovinos no primeiro trimestre de 2015

Conheça os dados do IBGE para abate de bovinos no primeiro trimestre de 2015.
I – Produção Animal no 1o trimestre de 2015
1. Abate de animais
1.1 – Bovinos
No 1o trimestre de 2015, foram abatidas 7,732 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade foi 9,3% menor que a registrada no trimestre imediatamente anterior (8,522 milhões de cabeças) e 7,7% menor que a apurada no 1o trimestre de 2014 (8,373 milhões de cabeças). O Gráfico I.1 mostra a evolução do abate de bovinos por trimestre, desde o 1o trimestre de 2010.
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Como não há variações acentuadas no peso médio das carcaças, sobretudo em nível nacional e entre os mesmos períodos do ano, a série histórica trimestral do peso acumulado de carcaças (Gráfico I.2) segue o mesmo comportamento da série do abate de bovinos. A produção de 1,837 milhões de toneladas de carcaças bovinas no 1o trimestre de 2015 foi 10,8% menor que a registrada no trimestre imediatamente anterior (2,058 milhões de toneladas) e 5,9% menor que a registrada no 1o trimestre de 2014 (1,952 milhões de toneladas). No 1o trimestre de 2015, o peso médio das carcaças foi de 237,5 kg/animal. No mesmo período do ano anterior foi de 233,2 kg/animal, diferença de 4,3 kg/animal (1,9%) em relação ao 1o trimestre de 2014.
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Em nível nacional, o abate de 641.098 cabeças de bovinos a menos no 1o trimestre de 2015, em relação a igual período do ano anterior, teve como destaque quedas em: Mato Grosso (-179.260 cabeças), Mato Grosso do Sul (-118.023 cabeças), Goiás (-105.748 cabeças), Minas Gerais (-72.018 cabeças), São Paulo (-70.402 cabeças) e Paraná (-43.186 cabeças). Parte dessas quedas foi compensada por aumentos em outras Unidades da Federação (UFs), com destaque aos aumentos ocorridos no Pará (+48.749 cabeças) e no Maranhão (+13.590 cabeças). No ranking nacional do abate de bovinos (Gráfico I.3), Mato Grosso continua na liderança, seguido por Mato Grosso do Sul e São Paulo.Captura de Tela 2015-06-26 às 14.45.51
Pela série histórica da participação de machos e fêmeas no abate total de bovinos (Gráfico I.4), observa-se que no 1o trimestre de cada ano ocorre intensificação no abate de fêmeas. Nesse período os pecuaristas intensificam o descarte de matrizes improdutivas, resguardando os machos à espera da engorda. No 1o trimestre de 2015 ocorreu redução de 3,1 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, indicando que os pecuaristas estão preocupados com a reposição do rebanho.Captura de Tela 2015-06-26 às 14.46.28
Segundo o indicador Esalq/BM&F Bovespa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Cepea, as médias mensais dos preços da arroba bovina de janeiro a março de 2015 mantiveram-se mais altas que nos respectivos meses de 2014 (Gráfico I.5). O aumento médio anual foi da ordem de 21,3%. Em 31 de março de 2015 foi registrada a marca recorde da série histórica: R$ 147,61/@, considerando o período de 23 de julho de 1997 a 31 de março de 2015.
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De acordo com o IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador oficial da inflação brasileira, com exceção da capa de filé, todos os cortes de carne bovina tiveram incremento de preços – a Pá até apresentou retração no preço – abaixo do índice geral de inflação acumulado de janeiro a março de 2015 (Gráfico I.6).
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As quedas ocorridas em volume, faturamento e preço médio da carne bovina in natura exportada (Tabela I.1) contribuíram para segurar o aumento dos preços dos cortes da carne bovina no mercado interno.
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Hong Kong (24,3% de participação), Egito (18,6%), Rússia (15,9%), Venezuela (7,9%), Irã (6,6%), Chile (5,3%), Itália (2,8%), Argélia (2,1%), Israel (1,8%) e Emirados Árabes Unidos (1,8%) foram os dez principais destinos da carne bovina in natura brasileira, respondendo juntos por 87,1% da carne exportada no 1o trimestre de 2015. Nesse período, a carne bovina foi exportada para 62 destinos.
Participaram da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, no 1o trimestre de 2015, 1.213 informantes de abate de bovinos. Dentre eles, 214 possuíam o Serviço de Inspeção Federal (SIF), 394 o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e 605 o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), respondendo, respectivamente, por 79,3%; 15,2% e 5,5% do peso acumulado das carcaças produzidas. Todas as UFs apresentaram abate de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária.
3. Aquisição de Couro
No 1o trimestre de 2015, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles que realizam o curtimento de pelo menos 5.000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 8,111 milhões de peças inteiras de couro cru de bovino. Essa quantidade foi 7,7 % menor que a registrada no trimestre imediatamente anterior e 11,9% menor que a registrada no 1o trimestre de 2014. Quanto à origem do couro, a maior parte teve procedência de matadouros e frigoríficos, seguida pela prestação de serviços, respondendo juntos por 91,3% do total apurado no período (Tabela I.7).
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A queda em nível nacional observada no comparativo dos 1os trimestres 2015/2014 ocorreu por quase todo País (Gráfico I.16). Das 20 Unidades da Federação (UFs) que possuem algum curtume elegível à pesquisa, apenas duas, Rondônia e Roraima, apresentaram aumento no volume de couro captado. As sete primeiras UFs que constam no Gráfico I.16 possuem mais de 5% da participação nacional, detendo juntas 76,5% do total de couro recebido pelos curtumes.
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No 1o trimestre de 2015, foram curtidas 8,143 milhões de peças inteiras de couro cru, representando quedas de 4,4% e 11,6% em relação ao total industrializado no trimestre imediatamente anterior e no 1o trimestre de 2014, respectivamente. A diferença de 31.868 peças de couro industrializadas a mais que a quantidade de peças de couro captada no 1o trimestre de 2015 teve origem dos próprios estoques dos curtumes. O método mais utilizado para o curtimento do couro cru foi ao cromo (97,1%), seguido pelo tanino (2,9%). Não houve curtimento por outros métodos, no 1o trimestre de 2015. O cromo foi utilizado em todas UFs enquadradas na pesquisa. O tanino foi utilizado em Santa Catarina (com 34,4% do total do couro curtido ao tanino), Rio Grande do Sul (28,2%), Paraná (16,5%), São Paulo (9,4%), Minas Gerais (8,7%), Pernambuco (2,1%) e em Rondônia (0,6%).
A diferença entre o total de peças inteiras de couro cru de bovino adquirido pelos curtumes (Pesquisa Trimestral do Couro) e a quantidade de bovinos abatidos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (Pesquisa Trimestral do Abate de Animais) pode ser entendida como uma proxy do abate não-fiscalizado. Contrastando as séries históricas dessas duas variáveis (Gráfico I.17) é possível inferir que o abate não-fiscalizado tem diminuído, chegando ao patamar de 4,7%, no 1o trimestre de 2015.
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Participaram da Pesquisa Trimestral do Couro, no 1o trimestre de 2015, 115 curtumes. Amazonas, Amapá, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Rio de Janeiro e Distrito Federal não possuem estabelecimentos elegíveis ao universo da pesquisa.
II – TABELAS DE RESULTADOS – BRASIL
Tabela II.1 – Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro e Produção de Ovos de Galinha – Brasil – trimestres selecionados de 2014 e 2015
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Tabela II.1.1 – Número de animais abatidos por espécie e variação anual, segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2014-2015
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Tabela II.1.2 – Peso total das carcaças de animais abatidos por espécie e variação anual, segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2014-2015
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Tabela II.1.3 – Número de animais abatidos, por espécie e tipo de inspeção sanitária – segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2015
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Tabela II.1.4 – Peso total das carcaças de animais abatidos, por espécie e tipo de inspeção sanitária, segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2015
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Tabela II.1.5 – Número de bovinos abatidos, por categoria animal, segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2015
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Tabela II.1.6 – Peso total das carcaças de bovinos abatidos, por categoria animal, segundo os trimestres, os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2015
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II.3 – Aquisição de Couro Cru Bovino – Brasil – 2015
Tabela II.3.1 – Quantidade de peças inteiras de couro cru bovino adquirida, por procedência, e recebida de terceiros, segundo os trimestres os meses e o acumulado do ano – Brasil – 2015
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Tabela II.3.2 – Quantidade total de peças inteiras de couro cru bovino adquirida e curtida, segundo os trimestres, os meses, e o acumulado do ano – Brasil – 2014-2015
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III – TABELAS DE RESULTADOS – UNIDADES DA FEDERAÇÃO – 1o TRIMESTRE
III.1 – Abate de Animais – Unidades da Federação – 1os trimestres de 2014 e 2015
Tabela III.1.1 – Quantidade e peso total de carcaças de bovinos abatidos e variação anual – Brasil e Unidades da Federação – 1os trimestres de 2014 e 2015
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III.3 – Aquisição de Couro Cru Bovino – Unidades da Federação – 1os trimestres de 2014 e 2015
Tabela III.3.1 – Quantidade de peças inteiras de couro cru bovino, total, adquirida e recebida, e variação anual – Brasil e Unidades da Federação – 1os trimestres de 2014 e 2015
Captura de Tela 2015-06-26 às 15.03.56Fonte: IBGE.

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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Santa Catarina se torna mais um estado certificador de carcaças Hereford e Braford

fonte:ABHB
O inicio da certificação de carcaças das raças Hereford e Braford no estado de Santa Catarina é um passo muito importante para a solidificação da expansão dos caras brancas no território nacional. Santa Catarina é um estado que possui uma pecuária relativamente pequena, porém bastante intensiva e tradicional.
No dia 16 de maio foi oficializado no estado, no Sindicato Rural de Lages, o inicio da certificação de carcaças HB. Esta parceria é realizada através do Programa Carne Pampa, que faz parte da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). Estiveram presentes no evento o vice Presidente da ABHB, Edson Ribeiro Colombo, o gerente do Programa Carne Pampa, Alfredo Drissen, e o proprietário do frigorífico, Laercio Espindola.
A raça Hereford é criada já há bastante tempo nos campos catarinense, porém a Braford cresce a cada ano e os seus novilhos são os mais procurados e valorizados pelos terminadores.
De acordo com o gerente do Programa Carne Pampa, Alfredo Drissen, “no âmbito de carne de qualidade, o estado é bastante promissor, pois possui um dos maiores PIBs relativos do país, fator que eleva a porcentagens de pessoas dispostas a consumir um produto de qualidade superior”, destaca.
A ABHB acredita na pecuária catarinense e se sente muito honrada em iniciar as certificações no estado através do Programa Carne Pampa. De acordo com o gerente do Programa Carne Pampa “esta parceria é muito importante no ponto de vista pela expansão do programa de carne para todas as regiões do Brasil”, finaliza.
Os abates serão realizados a partir do mês de julho no Frigorífico São João e as bonificações chegarão até 10%. Confira as bonificações a seguir.
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Pelotas recebeu circuito de workshops do Programa Carne Angus


RS: Pelotas recebe circuito de workshops do Programa Carne Angus
A Associação Brasileira de Angus deu continuidade na última segunda-feira (15) ao circuito de workshops do Programa Carne Angus em Pelotas. Em uma noite fria, mas com casa cheia no parque da Associação Rural, o evento reuniu cerca de 100 pecuaristas. Segundo o presidente do Núcleo Sudeste Angus, Luiz Renato Leite Reis, foi uma excelente oportunidade de integração e esclarecimento. Além de dúvidas sobre a PGA e o sistema de bonificações do Carne Angus, o encontro foi um momento de aproximação entre a Associação Brasileira de Angus, criadores e investidores da região.
 
Uma das participações de destaque foi a do diretor do Programa Carne Angus, Reynaldo Salvador, que falou sobre o projeto e os ganhos adicionais que ele pode trazer aos pecuaristas. Ao lado do diretor de marketing da Angus, Ronaldo Oliveira, e da presidente do Conselho Técnico, Susana Macedo Salvador, o dirigente ainda relatou exemplos de criadores do Paraná que vêm garantindo altos índices de bonificação nos lotes entregues.
 
A política de ganhos extras também foi alvo da manifestação do gerente de fomento do Marfrig RS, Diego Brasil. Ele pontuou que, atualmente, nem todo o boi abatido na região recebe classificação para o programa e que os criadores precisam qualificar o processo para maximizar ganhos. Sem citar nomes, a coordenadora regional do RS do Programa Carne Angus, Ana Doralina Menezes, apresentou o caso de um pecuarista gaúcho que deixou de faturar mais de R$ 100 mil em um ano só por descuido no acabamento de carcaça e ganho de peso. Ela completou indicando oportunidade de rentabilidade extra aos criadores, que, lembrou, pode chegar a R$ 200,00 por cabeça. Segundo Ana Doralina, a região já vem obtendo bons resultados no programa, pois, ao atuar com integração lavoura-pecuária, há um trabalho mais detalhado e preciso. O evento ainda contou com palestra da Técnica Ana Carolina Mendes.
 
Mas não foram apenas as palestras que encantaram os participantes do encontro em Pelotas. A degustação de carne Angus realizada na sequência deu seguimento a debates animados que integraram tradicionais pecuaristas da região e novos investidores. A aproximação foi tão positiva que já nesta terça-feira, informou Luiz Renato Leite Reis, cinco novos criadores se associaram ao núcleo, que conta com mais de 50 criadores. “Foi um evento descontraído. Depois das palestras, o assunto se prolongou em pequenos grupos em uma noite muito agradável”, pontuou Oliveira.
 
O projeto Workshop Regional Carne Angus já esteve em cinco cidades com presença de mais de 450 pessoas. A proposta de aproximação com os criadores é incrementada pelo trabalho de visita às propriedades que criam Angus e cruza Angus em todo o Brasil. “Queremos estar mais perto do produtor, vivenciar junto com eles o dia a dia, as dificuldades e as oportunidades”, salientou o gerente do Carne Angus, Fábio Medeiros. Ao todo, a Associação Brasileira de Angus planeja a promoção de 16 eventos em 2015, que devem reunir mais de mil produtores.
 
Fonte: Associação Brasileira da Angus (ABA) 

domingo, 21 de junho de 2015

A importância da coleta de dados na Pecuária será tema na BeefExpo


A importância da coleta de dados na Pecuária será tema na BeefExpo


Renato Pavan Anderlini, Médico Veterinário com pós-graduação pela Unesp de Botucatu, apresenta na BeefExpo 2015 o tema "Coleta e Análise de dados na Pecuária, uma ferramenta para melhorar os seus resultados no campo". O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro no Recanto Cataratas – Thermas Resort e Convention, em Foz do Iguaçu no Paraná, e reunirá discussões e debates sobre todos os elos da cadeia produtiva.
 
“Apresentaremos aos produtores, técnicos e fornecedores a importância de se medir para melhorar os indicadores zootécnicos e econômicos, principalmente quando se resolve intensificar a produção”, afirma Anderlini. Também segundo o palestrante, é por meio desse processo que a responsabilidade de um bom resultado se intensifica.
 
O médico reforça a ideia de que gestão da informação é uma ação barata e eficaz, visto que o desafio de se coletar dados corretos pode ser facilmente superado com tecnologia e práticas corretas. “Diante de um mercado mais maduro em termos de gestão, com um preço de boi firme como vem se apresentando, acreditamos que teremos um aumento de demanda para serviços relacionados à Gestão da Informação”, completa o especialista.
 
Para Renato, a BeefExpo chega para preencher um espaço importante na Pecuária latino-americana, pois será uma oportunidade para reunir os principais fornecedores, produtores e técnicos do setor. “Nossa extensão territorial exige que tenhamos pelo menos um evento anual onde se possa reunir os principais atores da cadeia produtiva da carne”, opina Renato. A BeefExpo chega para transformar essa necessidade em oportunidade e informação.
 
 
 
Empresas confirmadas
 
Diversas empresas com importante atuação no ramo confirmaram presença no evento: Agroceres Multimix, ABS Pecplan, DSM Tortuga, Rubber Tank, Senepol Nova Vida, Multbovinos, Costa Consultoria Assessoria Pecuária, FSL Angus Itu, Alltech, Alta Genetics, Cinergis, CRI Genética, Yes, Minerva Foods, ANCP, Oligo Basics, Fockink, Vencofarma, Sindi Castilho, CRV Lagoa e Phileo.
 
 
 
BeefExpo na mídia
 
As mais importantes mídias da América Latina, com foco na Pecuária de Corte, divulgam o evento: Norte Ganadero, México Ganadero, Radio Casado con El Campo, Agro Revenda, Revista BeefWorld, Agrolink, Elitte Rural, Folha Agrícola, Publique, Safras&Mercado, Sistema Brasileiro do Agronegócio, Canal do Boi, Agron, Mundo do Agronegócio, Grupo Agro, Boi Pesado, Rural Centro, Boi a Pasto e SindiRural.
 
 
 
Apoios
 
São parceiras do evento as principais entidades latino-americanas do setor, como Iguassu Convention Bureau, Sociedade Rural Brasileira, Itamaraty, Seab/PR, Asbia, Núcleo Feminino do Agronegócio, Sistema Ocepar, Agência Rurally, Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul, Sindicato dos Criadores do Distrito Federal, Somma Consultoria Agropecuária, Scot Consultoria, Revista Agrícola, Cooperativa Agroindustrial de Londrina, Sistema Famasul, Itaipu, Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha, Sindirações, Agrifatto, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne e Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais. A Embrapa é coorganizadora da BeefExpo.
 
As maiores associações do Agronegócio da América Latina também apoiam o evento: Asociación Rural del Paraguay, Sociedad Rural Argentina, Asociación Rural del Uruguay, Charolais Uruguay, Associação Brasileira de Limousin, Federación de Asociaciones Rurales del Mercorsur, Associação Nacional dos Confinadores, Associação Brasileira de Angus, Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Associação Brasileira de Hereford e Braford, Associação dos Criadores de Nelore do Brasil e Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio.
 
 
 
Sobre a BeefExpo 2015
 
A BeefExpo 2015 – uma visão 360o da Pecuária de Corte – é um evento único e inovador, pois, irá reunir palestras de gestão e inovação tecnológica, conhecimento, relacionamento e festa no mesmo ambiente, além dos maiores pecuaristas do Brasil e da América Latina, para discutir a Pecuária do futuro.
 
A feira exclusiva de negócios contará com a presença das principais empresas do segmento, abordando as inovações de Equipamentos, Genética, Nutrição, Processamento, Reprodução, Instalações e de Saúde Animal. Paralelamente à grande feira, acontecem os painéis simultâneos, o Beef Management e o Beef 360º.
 
O evento contará com tradução simultânea para espanhol, inglês e português, já que são aguardados participantes de mais de 35 países. Além de homenagens aos melhores pecuaristas e profissionais do setor no Prêmio Melhores do Ano BeefWorld edição 2015, o Prêmio 50 Maiores Confinadores do Brasil e aos Melhores Trabalhos Científicos.
 
Ainda será promovido o Festival da Carne Bovina, que irá proporcionar uma grande confraternização na sede do evento, o Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, com total estrutura, conforto e facilidades para os participantes. Ohotel oferece amplas áreas de lazer, praça de entretenimento e diversão para todas as idades, com serviços de alta qualidade.
 
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) foi eleita devido à sua localização estratégica, próximo a produtores e às fronteiras com outros países, como Argentina e Paraguai, além da grande infraestrutura turística oferecida, abrindo as portas para que pessoas de toda a América Latina estejam presentes no melhor evento da Pecuária de Corte latino-americano.
 
 
 
Sobre a SafewayAgro
 
Há mais de 15 anos no mercado, a Safeway se consolidou como uma das mais importantes promotoras de eventos do Agronegócio do Brasil. Desde 2001, realizando a cada dois anos a PorkExpo, maior e melhor evento da Suinocultura mundial, a empresa lança este ano a BeefExpo, maior evento latino-americano da Pecuária de Corte.
 
Forte como o mercado da proteína animal e com a marca associada à inovação, experiência, confiança e credibilidade, a Safeway ainda se destaca no setor de Agronegócio com publicações de grande relevância nas áreas de Pecuária de Corte, Suinocultura e Avicultura, com as revistas BeefWorld, PorkWorld e AveWorld, além de portais de notícias que oferecem conteúdo diferenciado e atual.
 
 
 
Informações:
 
Evento: BeefExpo 2015 – Uma visão 360º da Pecuária de Corte
 
Data: 21 e 22 de outubro
 
Local: Recanto Cataratas - Thermas Resort & Convention
 
Realização: SafewayAgro - Comunicação para o Agronegócio
 
Telefone: 19. 3305.2295
 
E-mail: contato@sspe.com.br
 
Hotsite: www.beefexpo.com.br
 
Facebook: www.facebook.com.br/beefexpo
 
 
 
Para mais informações sobre o evento:
 
Thais Carvalho – marketing@sspe.com.br
 
Fonte: BeefWorld

Primeiro inverno sob influência do El Niño em mais de meia década

O inverno que começa neste domingo às 13h38m será fortemente influenciado neste ano pelo El Niño, configurado no Oceano Pacífico pela primeira vez desde 2009/2010. Neste começo de inverno, o fenômeno apresenta intensidade moderada, contudo no decorrer da estação pode passar a forte. Tal estágio pode ser atingido em curto prazo, já que a intensificação do fenômeno se dá rapidamente. Os efeitos do El Niño já começaram a ser sentidos no Estado durante o outono e tendem a ser mais acentuados no inverno, especialmente na segunda metade da estação entre agosto e setembro.
Mapa de anomalia da temperatura da superfície do mar mostra significativo aquecimento das águas do Pacífico Equatorial Central e Leste nesta terceira semana de junho (Imagem: NOAA)
MetSul Meteorologia enfatiza que este dia 21 marca somente o começo astronômico do inverno porque climatologicamente ele já teve início ainda no fim de maio com registros de vários dias com temperatura abaixo de zero no Rio Grande do Sul nas primeiras três semanas de junho. O outono termina com oito dias com mínimas negativas no Rio Grande do Sul, sete delas ocorridas em junho e a menor de -3,8ºC em São José dos Ausentes no dia 20. O inverno marca justamente o período mais frio do ano no Rio Grande do Sul. As jornadas mais frias costumam ocorrer sob influência de ciclones extratropicais intensos no Atlântico Sul e que são responsáveis por impulsionar massas de ar muito gelado para o Estado. Quando o frio está acompanhado de um ciclone potente, é comum os gaúchos terem o vento Minuano, sensação térmica negativa, minimas muito baixas, geada ampla e em alguns casos neve. Ocorre que mesmo no inverno são normais dias com calor, especialmente durante agosto e setembro. Não raro nestes meses chegam a ocorrer sequências de vários dias quentes. 
Geada branqueou a paisagem em Ana Rech, Caxias do Sul, agora em junho de 2015 - Felipe Campagnoni/SBT-RS
De acordo com o prognóstico dos meteorologistas da MetSul, o fenômeno El Niño tende a trazer, historicamente, temperatura acima da média no inverno com maior número de dias de temperatura amena ou elevada. Isso não pode ser interpretado como ausência de frio intenso. Mesmo sob El Niño podem ocorrer episódios de frio intenso a extremo no Estado. Em 2009, primeiro ano do último episódio de El Niño, o Rio Grande do Sul registrou durante a segunda metade do mês de julho uma das mais potentes ondas de frio dos últimos 30 anos no Estado para depois em agosto experimentar uma sequência de dias de muito calor com temperatura atípica. Em anos prévios de El Niño houve frio intenso tardio até em setembro, e com neve, como em 2002. Por isso, a expectativa é que em 2015 haja alternância destes períodos amenos ou quentes com outros de frio intenso, logo sem frio regular e constante por semanas seguidas como é mais comum sob La Niña. 
E a neve? Ausente no ano passado, a neve pode aparecer este ano no Rio Grande do Sul. Previsão de neve somente pode ser feita no curto prazo, mas a história mostra que em anos de El Niño houve episódios de enorme relevância histórica, mesmo em invernos que na temperatura média não chegaram a ser muito frios. Dois dos anos análogos de El Niño usados pela MetSul em seu prognóstico climático para 2015, tiveram grandes nevadas, o que não significa se repetirão. Em 1957, em julho, uma nevada histórica atingiu o Planalto Sul catarinense. Em agosto de 1965, após enormes enchentes na Metade Norte, episódio incomum na história gaúcha trouxe neve com impressionantes acumulações no Centro e Norte do Rio Grande do Sul. Em várias cidades da Metade Norte foi a maior precipitação de neve já documentada.
Históricas grandes nevadas de julho de 1957 (esquerda) e agosto de 1965 (direita) – Fotos de arquivo pessoal
Atenção! A MetSul Meteorologia adverte que o El Niño deve ter um significativo impacto no regime de chuva no Sul do Brasil neste inverno com precipitação acima da média e número de dias igualmente acima do normal, principalmente na segunda metade da estação. A maioria das regiões deverá ter precipitação acima da média, especialmente as Metades Oeste e Norte do Estado. Alerta-se que são altamente prováveis episódios de chuva excessiva a extrema com volumes bastante altos com transtornos como alagamentos, inundações, interrupção de estradas, quedas de barreiras, além de cheias de rios. Foi o que ocorreu no primeiro ano do último evento de El Niño com chuva excessiva em agosto e setembro de 2009.
Enchente em Montenegro, Vale do Caí, no extremamente chuvoso setembro de 2009 – Fábio Winter/Arquivo Jornal NH
MetSul alerta ainda que a transição de períodos amenos ou quentes para frios no inverno pode se dar bruscamente com alto risco de tempo severo na forma de temporais com vento forte e granizo, especialmente se estiver presente um fenômeno conhecido como corrente de jato de baixos níveis, que traz ar quente e vento Norte com forte intensidade antecedendo a chuva e os temporais. Essas correntes de vento quente a cerca de 1500 mil metros de altitude são comuns horas antes da chegada de uma frente fria intensa associada a um grande ciclone. O Rio Grande do Sul tem histórico até de tornados graves no inverno, especialmente na Serra. Em 2009, no último El Niño, setembro teve temporais de grande intensidade com um tornado arrasador F-4 (vento acima de 300 km/h) no Oeste de Santa Catarina.
fonte: MetSul

Frigoríficos divulgam carne Angus em SC

fonte: ABA
Frigorífico São João destacou qualidades da carne Angus.Crédito: Ana Carolina
Frigorífico São João destacou qualidades da carne Angus.Crédito: Ana Carolina
Os frigoríficos São João, de São João do Itaperiú (SC), e Silva, de Santa Maria (RS), marcaram presença na ExpoSuper 2015, feira do setor supermercadista realizada em Joinville (SC). A exposição, que terminou nesta quinta-feira (18/6) no Complexo ExpoVille, reuniu mais de 40 mil visitantes para conferir as novidades do varejo. O evento, organizado pela Associação Catarinense de Supermercados, é um dos maiores em geração de negócios do Estado de Santa Catarina. Entre as metas está integrar o setor e apresentar novas tecnologias e oportunidade. “Os estandes estavam repletos de clientes degustando o sabor da carne Angus certificada, mostrando satisfação e orgulho em trabalhar com um produto de excelente qualidade”, pontuou a técnica Ana Carolina Mendes, que representou a Associação Brasileira de Angus na exposição.
Na área com mais de 300 estandes, os frigoríficos apresentaram as vantagens e diferenciais da carne Angus certificada, a única raça habilitada dentro do novo sistema de rotulagem de indicação genética no Brasil. Destacando a maciez e o sabor diferenciado da Angus, o Frigorífico São João aproveitou a ocasião para expor os tradicionais cortes da linha de churrasco e receber clientes. Mesma estratégia adotada pelo Frigorífico Silva. “A feira foi muito boa, bem movimentada. Conseguimos atender nosso objetivo de manter contato com o supermercadistas da região”, pontuou o diretor de marketing do Silva, Magnus Costa, reforçando a importância de fortalecer a marca Best Beef.
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Frigorífico Silva apresentou linha de corte. Crédito: Ana Carolina

Preço do boi deve se acomodar no 2º semestre, mas 2015 será rentável para o pecuarista

 O preço do boi gordo deve ter um ajuste para baixo no segundo semestre deste ano, mas ainda assim, encerrar 2015 com preço maior que em 2014, tendo São Paulo como referência, segundo a consultora de mercado e sócia-diretora da Agrifatto, Lygia Pimentel, durante o seminário Perspectivas para o Agribusiness 2015/2016, promovido pela BM&FBovespa e pelo Ministério da Agricultura, em São Paulo.
A expectativa para o período de julho a dezembro é de R$ 146 por arroba. No mesmo período em 2014, o valor médio foi de R$ 129,36 a arroba. “Quando a gente fala em um preço menor, pode parecer que a gente ainda está sendo pessimista, mas o ano ainda será positivo para o preço do boi, ainda é satisfatório e nos nossos cálculos, traz algum tipo de lucro”.
Lygia avaliou que, mesmo “involuntariamente”, o mercado de boi gordo está mais favorável ao pecuarista neste momento. Na avaliação dela, o criador ainda consegue ter rentabilidade, mesmo com os custos mais altos de reposição do rebanho. O risco está no longo prazo, quando ele terá que vender o bezerro comprado agora em um cenário de oferta maior, em função da atual retenção de fêmeas. “Esse bezerro caro que ele comprou não se remunera lá na frente. O risco é altíssimo. Hoje ele está com a bola na mão, mas vai ter que transferir pra alguém”.
Para a consultora, o principal problema da cadeia produtiva está na demanda, que tem se mostrado cada vez mais fraca. O atual cenário econômico do País – com expectativa de retração econômica e alta da inflação – e concorrência com outras proteínas, como carne de frango e suína, que tem sido mais baratas, impactam na decisão de consumo. De acordo com ela, quando a renda sobe 10%, o consumo de carne bovina sobe 5%, a mesma relação ocorrendo em caso de queda. De acordo com a consultora, a expectativa de queda na renda é de 3%, o que significaria uma redução de 1,5% no consumo de produto bovino.
“Isso só de transferência para frango, suíno e ovos. É bastante preocupante, porque quem comia três bifes de carne bovina agora vai comer dois e um de carne de frango. E não dá para esperar muito do consumo interno neste ano”. Nas suas contas, o consumo de carne bovina no Brasil deve cair 12,31% em relação ao ano passado. Já a produção deve ter uma redução de 10% na mesma comparação.
Com o aperto na oferta e arroba mais cara, além de demanda enfraquecida, o segmento mais pressionado da cadeia produtiva neste momento é a indústria. Segundo ela, em todo o ano de 2009, 50 plantas fecharam ou interromperam atividades. Neste ano, antes do fim do primeiro semestre, já são 40 unidades de abate com atividade suspensa. “Não está tão ruim, mas está. O que está havendo é um ajuste produtivo ao atual nível de oferta em 2015”, disse.
Na avaliação da consultoria, um alívio na situação só deve ocorrer com um aquecimento nas exportações que, segundo ela, estão em um ritmo 14% menor que no ano passado. Ela acredita em um aquecimento das vendas externas no segundo semestre, levando a um resultado 8% menor que em 2014. No entanto, o desempenho depende da habilitações de plantas frigoríficas por parte de mercados já abertos para a carne bovina brasileira, como Malásia, Indonésia, China e Arábia Saudita.
“Se houver aumento das exportações, há duas alternativas: ou reativa as plantas e recontrata os funcionários, o que é mais lento; ou sai correndo para comprar bois se não fizer em tempo hábil. O que está salvando os frigoríficos é o mercado externo”.
Fonte: Revista Globo Rural, adaptada pela Equipe BeefPoint.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

CONVITE

Exibindo convite Angus.jpg

Referência de preços de gado no Uruguai

Foro Mercosur de la Carne alertó sobre riesgo de cesar vacunación anti-aftosa


FOROEsta semana sesionó en Montevideo el Foro Mercosur de la Carne (FMC) y realizó una conferencia de prensa para alertar acerca del riesgo de cesar en la región la vacunación contra la fiebre aftosa, cómo se planteó por parte de Foros internacionales.
Carlos Pedretti, presidente de FMC, y delegado de la Asociación Rural del Paraguay, señaló en la actividad que la institución “ratifica la necesidad de contar con un programa de control y erradicación de la fiebre aftosa de carácter supranacional ya que es una enfermedad transfronteriza que requiere la aplicación de medidas armonizadas y coordinadas entre los países de la región” y además se comunicó que se rechaza toda decisión nacional o sub nacional de cesar la vacunación sin tener fundamentos sanitarios.
Es importante destacar que la FMC está integrada por Confederaciones Rurales Argentinas, Consorcio de Exportadores de Carnes Argentinas, Sociedad Rural Argentina, Asociación Brasilera de las Industrias Exportadoras de Carne, Confederación de Agricultura y Pecuaria de Brasil, Sociedad Rural Brasilera, Asociación de la Industria Frigorífica del Uruguay, Asociación Rural del Uruguay, Cámara de la Industria Frigorífica del Uruguay, Federación Rural del Uruguay, Asociación Rural del Paraguay, y la Cámara Paraguaya de Carne.
fonte: Tardaguila Agromercados

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Estamos comprando para clientes


*160 TERNEIROS
*ANGUS
*INTEIROS
*PODEM ESTAR MAMANDO PARA DESMAME NO CAMINHÃO
*PESO MÉDIO DE 180 a 210 kg
*SOMENTE CARRAPATEADOS



*180 TERNEIROS
*ANGUS, HEREFORD, BRANGUS, BRAFORD E CARETAS
*CASTRADOS
*DESMAMADOS
*PESO MÉDIO DE 160 a 200 kg
*CARRAPATEADOS ou CONHEÇAM CARRAPATO


*NOVILHOS
*EUROPEUS
*PESO MÉDIO DE 270 A 320 kg
*CARRAPATEADOS


*VACAS ANGUS DEFINIDAS
*COM CRIA ou PRENHAS
*CARRAPATEADAS
* BUSCAMOS COMPRAR NA REGIÃO DE BAGÉ, DOM PEDRITO E SANTANA DO LIVRAMENTO POR MOTIVO DE LOGÍSTICA.








CONTATO PELOS FONES 053.99941513(LUND) ou 99915601(CHARLES)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

CONVITE


OFERTAMOS CAMPO DE PECUÁRIA PARA ARRENDAMENTO E PASTAGEM DE AVEIA PARA PARCERIA

CAMPO PARA ARRENDAMENTO

* ÀREA: 700 ha
*LOCALIZAÇÃO : REGIÃO DE PINHEIRO MACHADO
*PERIODO:  5 ANOS
*PREÇO: 45kg de boi/ha/ano  ANTECIPADO ANUALMENTE
*OBS: CAMPO DE BOA QUALIDADE, COM POSSIBILIDADE DE ALGUMAS ÀREAS PARA PLANTIO DE SOJA ( aproximadamente 300 ha ) COM ESTRUTURA DE MANGUEIRAS E LOCAL PARA FUNCIONÁRIO. A SEDE, JUNTAMENTE COM 10 ha AO SEU ENTORNO FICA COM O PROPRIETÁRIO, SENDO O RESTANTE DAS ESTRUTURAS DISPONÍVEIS PARA USO.
COMISSÃO DO NEGOCIO: 6% PAGO PELO ARRENDATÁRIO

PASTAGEM DE AVEIA PARA PARCERIA
*ÀREA : 150 ha
*LOCALIZAÇÃO: REGIÃO DE HERVAL
*PERIODO: DE 1º JULHO A 31 DE SETEMBRO DE 2015
*PREÇO: 60% DO GANHO DE PESO TOTAL PARA O PROPRIETÁRIO DA PASTAGEM E 40% DO GANHO DE PESO TOTAL PARA PARCEIRO. O PROPRIETÁRIO DA PASTAGEM SE RESPONSABILIZA PELA MÃO DE  OBRA PARA CUIDAR.
OBS; CARGA MÁXIMA PERMITIDA DE 500 kg DE PESO VIVO POR ha.
COMISSÃO DO NEGOCIO: 6% SENDO 3% PELO PROPRIETÁRIO E 3% PELO PARCEIRO.
PARA EFEITO DE COMISSÃO FICA ESTIPULADO UM PAGAMENTO DE 50% DO VALOR ESTIMADO DO NEGOCIO NO ATO E OS OUTROS 50% AJUSTADOS QUANDO DO FINAL DA PARCERIA.

INFORMAÇÕES SOMENTE PELOS FONES 053.99941513 (LUND) OU 99915601( CHARLES)

    foto ilustrativa

Balanço das feiras de outono aponta valorização de 20,5% no preço dos terneiros.

Acima das expectativas. É assim que o presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindiler-RS), Jarbas Knorr, define o resultado dos negócios fechados durante a temporada de feiras de outono no Estado.
Balanço feito pela entidade a partir das médias registradas durante os eventos aponta que o preço médio do quilo vivo do terneiro alcançou R$ 6,04 – 20,5% maior do que no ano passado.
– Anteriormente, eu havia dito que se chegasse a R$ 6 tínhamos de comemorar. E o resultado foi ainda melhor. Houve uma grande restrição de animais ofertados, além de uma venda particular expressiva antes das feiras oficiais, mas o valor foi superior à expectativa – disse Knorr.
Segundo Knorr, apesar da queda de 18,3% na quantidade de terneiros vendidos, a qualidade dos animais se sobressaiu – o peso médio foi de 178 quilos. Além de ressaltar a genética, o leiloeiro aponta outros fatores para o desempenho: o foco do produtor em investir na venda de terneiros, a existência de dados comparativos para medir este avanço e a capitalização do criador devido à supersafra de grãos:
– A soja vem fazendo uma grande metamorfose na pecuária. Botou dinheiro no bolso do produtor, que ficou mais seguro e teve condições de fazer investimentos e produzir mais.
Knorr ainda destaca o preço médio do quilo vivo das terneiras, que se aproximou de R$ 6, e ressalta a importância do avanço na procura por ventres para produzir e melhorar os rebanhos.
Fonte: Zero Hora

CRV Lagoa

ANPTC SUL Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte / Avaliação das feiras de outono 2015 de Terneiros(as) e Vaquilhonas










































FONTE: ANPTC pesquisada por Lund Negócios







terça-feira, 9 de junho de 2015

Previsões climaticas MET URUGUAY

JUNIO 2015 | Martes 9



Un frente semiestacionario en el norte del territorio nacional genera lluvias y algunas tormentas desde los últimos dias en mencionada región.
En lo que resta de este Martes 9/6, y primera parte del Miércoles 10/6 algunas precipitaciones podrían ser puntualmente intensas. Se esperan acumulados generalizados entre 20 y 40 mm, con picos de 70 mm en menos de 24 hs. No se descarta la caída de granizo (no dañino).

fonte: MET URUGUAY

ANPTC Sul - Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte

SINDILER divulga o fechamento da TEMPORADA DE OUTONO 2015 no RS.

SINDILER divulga o fechamento da TEMPORADA DE OUTONO 2015 no RS. 
Terneiros vendidos por valores 20,5% maiores (R$/kg) em 2015.


RS terá grupo de análise de risco


RS terá grupo de análise de risco

O Rio Grande do Sul começa, a partir desta segunda-feira, um novo passo para o avanço do status de sanidade animal. Um curso sobre Análise de Risco aplicada à Vigilância de Enfermidades vai reunir um grupo de médicos veterinários ligados ao serviço oficial estadual e federal e também professores e estudantes de mestrado e doutorado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Além de pertencer a estas instituições, os participantes trabalham diretamente na área de epidemiologia”, informa o chefe do Serviço de Sanidade Animal da superintendência do Ministério da Agricultura do Rio Grande do Sul, Bernardo Todeschini.

Capacitar técnicos em análise de risco permite compreender onde estão os locais mais suscetíveis à ocorrência de enfermidades, podendo alocar recursos humanos e materiais com mais eficácia e resultados efetivos. “Com menos gente e aporte de verba se faz mais”, explica Todeschini.

Iniciativa pioneira
Este será o primeiro curso do tipo no país, com o objetivo específico de criar uma estratégia de uso comum em prol da sanidade animal, “constituindo um núcleo de análise de risco dentro no Rio Grande do Sul. Este tipo de trabalho já é realizado em muitos países desenvolvidos”, afirma Todeschini.

Conforme o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, já havia a compreensão da importância da capacitação dos técnicos oficiais em relação à análise de riscos. Por isso, o fundo já vinha alocando recursos e viabilizando a participação de técnicos em cursos realizados fora do país. Através de um Acordo de Cooperação Técnica entre Ufrgs, Mapa, Seapa e Fundesa, “foi possível trazer o curso para o Rio Grande do Sul, possibilitando a formação de um grupo maior de uma só vez”, explica Rogério Kerber.

A capacitação será realizada de 8 a 12 de junho na sede da Superintendência Federal da Agricultura em Porto Alegre. Os palestrantes serão os professores Gustavo Corbelini (Epilab/Favet-Ufrgs), Javier Sanchez, da Universidade da Ilha de Prince Edward (Canadá) e Gustavo Monti, Universidade Austral do Chile.

fonte: Agrolink com informações de assessoria