| Região de PELOTAS em: 27/11/2017 Preço da Carne a Rendimento BOI: 9,40 - 9,80 VACA: 8,40 - 8,80 PRAZO: 30 DIAS KG VIVO: BOI GORDO: 4,70 - 4,90 VACA GORDA: 4,00 - 4,20TERNEIROS 5,30 - 6,30 TERNEIRAS 4,70 - 5,00 NOVILHOS 4,70 - 5,20 NOVILHAS 4,60 - 4,90 BOI MAGRO 4,40 - 4,50 VACA DE INVERNAR 3,60 - 3,70 *PREÇO MÉDIO. NÂO ESTÃO INCLUIDAS BONIFICAÇÕES. PRAZO DE 30 DIAS. Fonte: Pesquisa realizada por: http://wwwlundnegocios.com.br |
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Cotações gado gordo e reposição 27.11.2017
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Rússia suspende importação de carne suína e bovina do Brasil
A Rússia suspendeu a importação de carne bovina e suína do Brasil a partir de 1º de dezembro, alegando descumprimento de normas sanitárias, informou nesta segunda-feira o Serviço Federal de Controle Veterinário e Fitossanitário (Rosselkhoznadzor).
Segundo o órgão, a medida tem como objetivo proteger os consumidores russos da presença de ractopamina na carne brasileira, um substância usada como aditivo para promover o crescimento da massa muscular do animal.
Um porta-voz do Rosselkhoznadzor disse à imprensa russa que a restrição às importações é temporária.
"O Rosselkhoznadzor se viu obrigado a tomar medidas urgentes para proteger os consumidores russos e o mercado alimentício interno, impondo, a partir de 1º de dezembro, restrições temporárias às importações do Brasil de todos os produtos a base de carne suína e bovina", afirmou o porta-voz.
Recentemente, o Rosselkhoznadzor já tinha anunciado que adotaria um regime adicional de controle das carnes brasileiras produzidas por seis empresas, que não estariam cumprindo as normas veterinárias e sanitárias da Rússia.
O órgão alertou que se novos problemas fossem detectados, as importações dessas empresas seriam vetadas.
A Rússia é o quinto maior importador de carnes e de derivados de carne do Brasil.
fonte: Jornal Floripa
Segundo o órgão, a medida tem como objetivo proteger os consumidores russos da presença de ractopamina na carne brasileira, um substância usada como aditivo para promover o crescimento da massa muscular do animal.
Um porta-voz do Rosselkhoznadzor disse à imprensa russa que a restrição às importações é temporária.
"O Rosselkhoznadzor se viu obrigado a tomar medidas urgentes para proteger os consumidores russos e o mercado alimentício interno, impondo, a partir de 1º de dezembro, restrições temporárias às importações do Brasil de todos os produtos a base de carne suína e bovina", afirmou o porta-voz.
Recentemente, o Rosselkhoznadzor já tinha anunciado que adotaria um regime adicional de controle das carnes brasileiras produzidas por seis empresas, que não estariam cumprindo as normas veterinárias e sanitárias da Rússia.
O órgão alertou que se novos problemas fossem detectados, as importações dessas empresas seriam vetadas.
A Rússia é o quinto maior importador de carnes e de derivados de carne do Brasil.
fonte: Jornal Floripa
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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sábado, 18 de novembro de 2017
Brasil manda R$ 1 bilhão de carne para China
Um em cada três quilos de carne exportados atualmente pelo Brasil desembarca em Hong Kong ou na China. Na prática significa dizer que os chineses da antiga colônia britânica, que lidera as importações, e da China continental, em segundo lugar, compram todo mês mais de R$ 1 bilhão em carne bovina, suína e de frango do Brasil.
Hong Kong já gastou neste ano R$ 6,2 bilhões para comprar 687 mil toneladas de carne brasileira, segundo dados do Ministério da Agricultura. Os embarques diretos para a China, por sua vez, alcançaram R$ 4,73 bilhões e 539 mil toneladas.
Essa concentração não é muito boa, porque se eles resolvem fechar o mercado da noite para o dia estaremos perdidos, diz Paulo Rossi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Bovinocultura da Universidade Federal do Paraná. Por outro lado, observa Rossi, os chineses ajudam muito o Brasil num momento em que antigos compradores desapareceram, como a Venezuela, ou diminuíram significativamente as compras, como a Rússia.
É bom mantermos uma relação comercial muito boa com os chineses, para não levar nenhum susto, afirma o pesquisador. O que dá tranquilidade ao Brasil é o fato de não existir no mercado fornecedor melhor para a China. Lá tem mais de um bilhão de pessoas, eles precisam da carne brasileira. Nós ainda oferecemos uma das carnes mais baratas para consumir, e com qualidade. Se fossem comprar dos americanos, os chineses pagariam muito mais caro, sublinha Rossi.
Com apenas 7,3 milhões de habitantes, Hong Kong funciona como um hub de reexportações para a China, país ao qual se integrou em 1997, após 150 anos como colônia britânica, mas mantendo um elevado grau de autonomia econômica e legal. Foi considerada em 2015 a cidade mais livre do mundo pelo Índice de Liberdade Econômica, à frente de Cingapura.
Para o consultor Vlamir Brandalizze, a triangulação no caminho da carne Brasil/Hong Kong/China se explica pela política da boa vizinhança e preservação do parceiro comercial. Além de ter domínio regional e fácil acesso ao mercado chinês, Hong Kong é cliente assíduo da carne brasileira há mais de duas décadas, quando começou comprando carne suína e, depois, frango. Alguns mercados asiáticos são cativos do pessoal de Hong Kong. Então, para não brigar com o teu cliente, é melhor deixar que ele faça a venda, afirma Brandalizze. Ele aponta, contudo, um movimento crescente de instalação de escritórios de bancos, cooperativas e empresas brasileiras em Hong Kong que, a médio-longo prazo, vão acabar preenchendo os espaços ocupados hoje pelos traders anglo-chineses.
O Brasil faria bem em estudar a forma de atuação dos chineses de Hong Kong e dos americanos, dois grupos considerados vendedores de verdade no mercado internacional. Nós somos apenas comprados. Na carne, e mesmo na soja, eles compram de nós e vendem lá fora. Ainda temos que aprender muito com os Estados Unidos, por exemplo, que vão, abrem mercado, fazem todo o transfer e entregam no local indicado. Aqui não. Saiu do porto, não temos nada a ver com a história, critica Brandalizze.
Se fossem comer toda a carne que importam do Brasil para reexportar para a China e outros países asiáticos, os moradores de Hong Kong teriam de consumir pantagruélicos 3,5 quilos por dia, cada um. Em 25 dias, superariam o que os brasileiros comem num ano inteiro.
Hong Kong já gastou neste ano R$ 6,2 bilhões para comprar 687 mil toneladas de carne brasileira, segundo dados do Ministério da Agricultura. Os embarques diretos para a China, por sua vez, alcançaram R$ 4,73 bilhões e 539 mil toneladas.
Essa concentração não é muito boa, porque se eles resolvem fechar o mercado da noite para o dia estaremos perdidos, diz Paulo Rossi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Bovinocultura da Universidade Federal do Paraná. Por outro lado, observa Rossi, os chineses ajudam muito o Brasil num momento em que antigos compradores desapareceram, como a Venezuela, ou diminuíram significativamente as compras, como a Rússia.
É bom mantermos uma relação comercial muito boa com os chineses, para não levar nenhum susto, afirma o pesquisador. O que dá tranquilidade ao Brasil é o fato de não existir no mercado fornecedor melhor para a China. Lá tem mais de um bilhão de pessoas, eles precisam da carne brasileira. Nós ainda oferecemos uma das carnes mais baratas para consumir, e com qualidade. Se fossem comprar dos americanos, os chineses pagariam muito mais caro, sublinha Rossi.
Com apenas 7,3 milhões de habitantes, Hong Kong funciona como um hub de reexportações para a China, país ao qual se integrou em 1997, após 150 anos como colônia britânica, mas mantendo um elevado grau de autonomia econômica e legal. Foi considerada em 2015 a cidade mais livre do mundo pelo Índice de Liberdade Econômica, à frente de Cingapura.
Para o consultor Vlamir Brandalizze, a triangulação no caminho da carne Brasil/Hong Kong/China se explica pela política da boa vizinhança e preservação do parceiro comercial. Além de ter domínio regional e fácil acesso ao mercado chinês, Hong Kong é cliente assíduo da carne brasileira há mais de duas décadas, quando começou comprando carne suína e, depois, frango. Alguns mercados asiáticos são cativos do pessoal de Hong Kong. Então, para não brigar com o teu cliente, é melhor deixar que ele faça a venda, afirma Brandalizze. Ele aponta, contudo, um movimento crescente de instalação de escritórios de bancos, cooperativas e empresas brasileiras em Hong Kong que, a médio-longo prazo, vão acabar preenchendo os espaços ocupados hoje pelos traders anglo-chineses.
O Brasil faria bem em estudar a forma de atuação dos chineses de Hong Kong e dos americanos, dois grupos considerados vendedores de verdade no mercado internacional. Nós somos apenas comprados. Na carne, e mesmo na soja, eles compram de nós e vendem lá fora. Ainda temos que aprender muito com os Estados Unidos, por exemplo, que vão, abrem mercado, fazem todo o transfer e entregam no local indicado. Aqui não. Saiu do porto, não temos nada a ver com a história, critica Brandalizze.
Se fossem comer toda a carne que importam do Brasil para reexportar para a China e outros países asiáticos, os moradores de Hong Kong teriam de consumir pantagruélicos 3,5 quilos por dia, cada um. Em 25 dias, superariam o que os brasileiros comem num ano inteiro.
fonte: Cosas del Campo
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Reprodutores: fechamento SINDILER da Temporada de Primavera RS 2017
O Sindicato dos Leiloeiros Rurais do RS (SINDILER) divulgou no início de novembro o fechamento da temporada de leilões primavera no estado. A entidade tem trabalhado na organização e divulgação destes importantes dados para o mercado gaúcho.
A temporada primavera/2017 faturou R$ 51 milhões com a venda de 9.069 animais (machos e fêmeas).
Alguns dados do levantamento da venda de reprodutores em leilões em 2017:
- Ocorreu importante retração no número de animais e consequente faturamento.
Foram vendidos 27% menos machos e 20% menos fêmeas em relação à temporada de leilões 2016; - Os grupos raciais Angus/Brangus e Braford/Hereford seguem sendo os mais representativos, ofertando praticamente 99% da venda de touros;
- O grupo Angus/Brangus é o mais numeroso e representa 59% da venda de machos, somando 2.191 touros em um total de 3.720 animais;
- A raça Braford obteve as melhores médias para touros, alcançando o valor de R$ 9,5 mil;
- As fêmeas Angus PO foram as mais valorizadas, com média superior a R$ 6,7 mil;
Fonte: Informações do Sindiler, adaptado pela Assessoria Agropecuária
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Vendas curam tudo,Salve a exportação de terneiros!
Vendas curam tudo. Salve a exportação de terneiros!
Foto: Divulgação/Assessoria
Por Fernando Furtado VellosoAssessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha
Acredito muito nessa expressão do marketing (desconheço o autor e o Google não soube me responder). Quando os negócios estão ocorrendo e os produtos sendo demandados, até algumas falhas de gestão e de falta de produtividade são contornadas. Porém, quando as vendas param, não há boa gestão e qualidade total que resistam. As vendas estão para os negócios como o sangue circulante sendo bombeado com força e sem interrupção, para a manutenção da vida. Não é diferente na pecuária.
Pois bem, em um momento muito crítico da pecuária brasileira e, em especial, da pecuária gaúcha que vivemos e conhecemos mais, é retomada com boa força a exportação de terneiros do RS para a Turquia. Em um período tão deprimido de preços para todas as categorias animais (boi gordo, reposição, gado de cria) o “navio” iniciou compras na faixa de R$ 5,80/kg para terneiros inteiros, praticamente 15 a 20% de sobrepreço ao boi gordo. Essa cotação está acima da média das vendas de terneiros na temporada de outono (desmame) e bastante superior aos negócios praticados para gado de reposição até a recente retomada de exportações de gado vivo no RS. A presença no Sul de raças europeias, preços de gado atrativos e cambio favorável fizeram a combinação para que as exportações de gado vivo voltassem à ativa. Esse fato foi muito importante para manter o pecuarista com confiança na cria, realizando investimento em reprodutores e melhoramento genético. Na largada da temporada de touros no Sul, o fato teve feliz sincronia com a nossa necessidade de alguma sinalização real e positiva no mercado.
A nossa indústria frigorífica (e até algumas federações de produtores) vem, há anos, batendo firme no discurso contrário à exportação de bovinos no Brasil, com um discurso já batido (e saturado): “estamos exportando divisas, matéria-prima que deveria ser processada no País para gerar mais riquezas”. A mesma indústria da Carne Fraca, Batista Brothers e tantos outros escândalos que derreteram o nosso mercado, sem se preocupar se o produtor teria canal de venda para o seu produto.
A exportação de bovinos vivos movimenta mais de 5 milhões de bovinos anualmente em todo o mundo, sendo equivalente a 2,5 vezes o abate do RS. Essa atividade existe por motivos religiosos, culturais ou até mesmo por questões puramente econômicas. A Austrália é um dos protagonistas, sendo o líder em exportações marítimas. Esse mesmo país é um dos maiores exportadores de carne do mundo e para mercados de alto valor. Logo, dizer que a exportação de boi vivo é uma atividade de países subdesenvolvidos ou que é algo incompatível com o desenvolvimento do mercado da carne de qualidade é desconhecimento ou falta de honestidade intelectual. Como dizia o finado Leonel Brizola: os “interésses” são muitos.
A exportação de bovinos no Brasil ainda atende aos mercados do “segundo grupo” em termos de qualidade e preços praticados, mas o setor vem se preparando e trabalhando para acessar mercados mais especializados e de valor agregado (terneiras e novilhas europeias para reprodução, matrizes leiteiras, reprodutores, etc.). Esse avanço será muito positivo para os produtores do Sul do Brasil, pois nos oportunizará mais um canal de comercialização e trará mais uma força geradora de demanda e formadora de preço a nosso produto. Com o gado valorizado, investiremos mais em produção, intensificação dos sistemas, melhoramento genético, sanidade dos rebanhos, e tudo mais que for necessário para produzir mais e melhor. O pecuarista responde às demandas do mercado e investe em sua atividade, mas precisa da confiança de que o produto será absorvido e com valor justo. Com demanda forte, a velha discussão de preços perde o seu sentido.
Somos o que vivemos, lemos e também o que escrevemos. Aproveite tantos meios possíveis de informação para formar opinião baseada em boas e honestas informações. Em tantas conversas e encontros com amigos por nosso estado agradeço a sugestão do tocaio Fernando Petruzzi (Rédea Remates) para redigir este artigo e provocar esta discussão.
As vendas curam tudo
A nossa pecuária vinha doente e fragilizada. A retomada das exportações de terneiros no RS foi o primeiro medicamento para nos ajudar a levantar. Como dizia um senhor francês muito experiente com quem trabalhei com exportação de boi: “Fernando, at the end of the day (no fim do dia): o importante é vender”.
* Publicado na coluna Do Pasto ao Prato, Revista AG (Novembro, 2017)
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terça-feira, 14 de novembro de 2017
URUGUAY - Mercado de Reposição - semana de 04 a 11 / 11/ 2017
fonte: ACG
MERCADO DE REPOSICION
Semana No 45
Del 2017-11-05 al 2017-11-11. Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas. A levantar del establecimiento con pagos contado hasta 90 días. Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.
Comentario
CON BUENA DEMANDA Y MAYOR OFERTA MAS FLEXIBLE. SE DINAMIZAN LOS NEGOCIOS.| INDICE FLACO GORDO ACG | SEM. ANTERIOR | ACTUAL | |
| 1.253 | 1.2803 |
| Semana Anterior | Semana Actual | |||||||||||
| Min | Máx | Promedio | Min | Máx | Promedio | |||||||
| Terneros * | hasta 140 kg | USD / Kg | 2.10 | 2.25 | 2.18 | 2.10 | 2.20 | 2.16 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Terneros * | 141 a 180 kg | USD / Kg | 2.08 | 2.30 | 2.14 | 2.05 | 2.25 | 2.13 | ||||
| Terneros * | más 180 kg | USD / Kg | 1.85 | 2.20 | 2.02 | 1.85 | 2.28 | 2.05 | ||||
| Terneros enteros | más 160 kg | USD / Kg | 2.00 | 2.20 | 2.13 | 2.00 | 2.18 | 2.11 | ||||
| Novillitos | 201 a 240 kg | USD / Kg | 1.78 | 2.00 | 1.89 | 1.75 | 2.00 | 1.88 | ||||
| Novillos | 241 a 300 kg | USD / Kg | 1.70 | 1.82 | 1.77 | 1.70 | 1.90 | 1.77 | ||||
| Novillos | 301 a 360 kg | USD / Kg | 1.51 | 1.70 | 1.61 | 1.50 | 1.70 | 1.62 | ||||
| Novillos | más 360 kg | USD / Kg | 1.50 | 1.62 | 1.56 | 1.48 | 1.60 | 1.54 | ||||
| Novillos | HQB 481 | USD / Kg | 1.74 | 1.80 | 1.77 | 1.73 | 1.80 | 1.77 | ||||
| Terneras | hasta 140 kg | USD / Kg | 1.80 | 2.02 | 1.92 | 1.80 | 1.95 | 1.89 | ||||
| Terneras | 141 a 200 kg | USD / Kg | 1.75 | 1.95 | 1.84 | 1.75 | 1.87 | 1.81 | ||||
| Vaquillonas | 201 a 240 kg | USD / Kg | 1.60 | 1.90 | 1.71 | 1.50 | 1.80 | 1.62 | ||||
| Vaquillonas | más 240 kg | USD / Kg | 1.50 | 1.85 | 1.64 | 1.47 | 1.70 | 1.56 | ||||
| Vaquillonas y Vacas Preñadas | USD / Kg | 520 | 580 | 545.00 | 520 | 590 | 548.00 | |||||
| Vacas de Invernada | USD / Kg | 1.16 | 1.30 | 1.25 | 1.17 | 1.32 | 1.24 | |||||
| Piezas de Cría | USD / Kg | 320 | 350 | 342.00 | 300 | 375 | 340.00 | |||||
* HQB son negocios a 90 días
Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G.
| EN PIE | A LA CARNE | ||||||||||||
| SEM. ANT | ACTUAL | % | SEM. ANT | ACTUAL | % | ||||||||
| NOVILLOS GORDOS | 1.69 | 1.65 | 3.10 | 3.04 | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| VACAS GORDAS | 1.48 | 1.44 | 2.90 | 2.82 | |||||||||
| VAQUILLONAS GORDAS | 1.61 | 1.58 | 3.01 | 2.96 | |||||||||
Nota: Los precios en pie contado son USD 0,02 menos que a plazo. Los precios en Segunda Balanza contado son USD 0,04 menos que a plazo.
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China responde por quase 40% da exportação de carne bovina do Brasil em 2017, diz Abrafrigo

As exportações brasileiras de carne bovina para a China cresceram 16,5 por cento no acumulado do ano até outubro, para 449,18 mil toneladas, e já representam 37,5 por cento do total embarcado pelo país no período, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta segunda-feira, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Conforme a Abrafrigo, as importações chinesas de carne bovina brasileira significavam 25 por cento do total comercializado pelo Brasil em 2014 e apenas 4 por cento em 2005.
"Essas importações têm potencial de crescimento ainda maior porque calcula-se que o crescimento da demanda por carnes bovina, suína e de aves na China devido ao recente movimento de urbanização do país e a mudança nos hábitos alimentares é superior a 300 mil toneladas por ano", citou a Abrafrigo.
O Brasil recebeu recentemente autorização para que 22 novas plantas frigoríficas possam exportar para a China, sendo que há ainda outras 36 em processo de habilitação, lembrou a associação.
Por José Roberto Gomes
Reuters
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sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Aumentam exportações de bovinos vivos do Brasil
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em outubro o Brasil exportou 57,9 mil cabeças de bovinos vivos, com faturamento total de US$42,19 milhões
Em relação a setembro a alta foi de 195,4%. Já em relação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 63,2%. No acumulado de 2017, foram exportadas 306,5 mil cabeças, alta de 35,3% em relação a 2016. Entre os países importadores estão: Líbano, Egito, Turquia e Iraque, sendo que a Turquia é hoje o principal comprador do Brasil. Em outubro, 42,8% do total embarcado, foi exportado para o país.
fonte: Scot Consultoria
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quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Castrar ou não castrar seus terneiros, será que esta é a questão?
Nos últimos tempos tenho sido muito questionado por criadores e produtores de terneiros sobre se devem ou não castrar sua produção.
Prontamente, respondo que não tenho a menor dúvida (opinião particular minha, e espero que respeitem, apesar de alguns discordarem), de que na conjuntura atual de mercado, sou totalmente a favor de que deixem seus terneiros INTEIROS, pelo menos, nos primeiros meses até o começo da safra, até eles atingirem algum determinado peso. E digo isso por diversos motivos, entre eles a valorização que TERNEIROS INTEIROS ultimamente têm tido em relação aos castrados no RS.
O mercado gaúcho, de invernadores, principalmente, busca por terneiros castrados, mas um mercado atualmente muito aquecido, onde hoje a procura é maior que a oferta, como o mercado dos outros estados da federação que comumente vêm buscar animais aqui e o mercado da
exportação de gado em pé, basicamente, só compram terneiros INTEIROS, valorizando às vezes até 20% a mais o terneiro INTEIRO em relação ao castrado. Não se baseando somente nestes aspectos, produtores que vendem terneiros, ao não castrar, permitem que sua produção não passe pelo stress, perda de peso, entre outras coisas.
Então agora eu pergunto:
-Porque não aguardar para castrar em outra fase, castrar no inverno, se caso após a época de maior concentração de vendas como a safra de março, abril, maio e até junho não tiver conseguido vender a estes mercados que citei anteriormente?
-Se os mercados melhores pagadores pedem terneiros inteiros, por que vamos nadar contra a maré, castrando ao nascer?
-Porque descartar este mercado tão prematuramente?
Por isso que sempre falo: A QUESTÃO NÃO É CASTRAR OU NÃO CASTRAR, A QUESTÃO QUE DEVE SER DISCUTIDA É A ÉPOCA EM QUE DEVEMOS FAZER OU NÃO ESTE MANEJO!!!
Se o mercado de inteiros não estiver bom até uma determinada data que não altere tanto o manejo da fazenda no dia a dia, castre, mas não perca a oportunidade de atender ao mercado de inteiros, pelo menos por algum tempo.
Após castração, não tem mais como colar suas bolas para torná-los inteiros novamente, mas se o mercado se tornar favorável aos castrados, é só fazê-la.
Portanto não vejo por que a dúvida e a discussão, em alguns casos, até ferrenha sobre isso.
Meu conselho: inicialmente não castre, não vá com tanta sede ao pote, aguarde e depois de estudar os mercados e ver como estão se comportando, aí sim, decida qual a melhor opção para você.
Eduardo Lund
Méd. Veterinário
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Compramos terneiros inteiros para exportação
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
China vai autorizar exportação de mais 22 plantas frigoríficas do Brasil
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, confirmou nesta quarta-feira, 1, ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que mais 22 plantas frigoríficas – 11 de bovinos e 11 de aves – receberão a autorização de exportação para a China. “Falta agora só a visita técnica no Brasil”, disse. Segundo o ministro, cada planta frigorífica liberada tem potencial de gerar US$ 50 milhões de dólares por ano em negócios, “somando mais de US$ 1 bilhão” anualmente. “Temos mais 36 plantas que poderão ser credenciadas numa segunda rodada, após ajustes de documentos”, relatou o ministro.
Atualmente, 56 unidades brasileiras são autorizadas a exportar para a China, 39 de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos, de acordo com o Ministério da Agricultura. Após a deflagração da Operação Carne Fraca, em meados de março, a China chegou a suspender por uma semana as importações chinesas de carne brasileira, mas o comércio foi retomado.
Maggi atribuiu a autorização dada pelo governo chinês à visita feita por ele e o presidente Michel Temer ao país entre o fim de agosto e o começo de setembro. Durante encontro bilateral, o presidente chinês, Xi Jinping, elogiou a carne brasileira e disse ser consumidor e “garoto propaganda” do produto. À época, Maggi declarou que previa a habilitação de novas plantas frigoríficas em cerca de 60 dias, com a finalização do negócio e início das exportações até o encerramento do ano.
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Sugestões e prioridades para a cadeia da carne bovina
Pela primeira vez em décadas, o MAPA trouxe uma proposta de evolução, baseada em criteriosa avaliação epidemiológica, inclusive com análise da situação em vizinhos. Este avanço se deve ao notável empenho do Ministro Blairo Maggi, conhecedor há anos do desejo persistente da federação da agricultura do seu estado a FAMATO. A referida proposta foi discutida com diferentes segmentos, cadeias de produção e entidades de produtores e de profissionais. Este posicionamento foi também debatido em reuniões internacionais como COSALFA, GIEFA, OIE das Américas, FARM, CVP e Fórum organizado pelo CNPC e FAESP.
O CNPC apresentou sua sugestão baseada em reuniões e eventos com debates nacionais e internacionais desde o fórum internacional realizado em novembro de 2015 até reunião do GIEFA em abril de 2017. A proposta feita pela a instituição está apresentada a seguir:
O CNPC sugeriu antecipar retiradas da vacinação para:
- BLOCO 1 (AC e RO) 1º SEM. 2019;
- BLOCO 2 (AM, RR, AP e PA) 2º SEM. 2019;
- BLOCO 3 (MA, PI, CE, RN, PB, PE e AL) 2º SEM. 2019;
- BLOCO 4 (BA, SE, TO, GO, DF, MT, MS, MG, RJ, ES, SP e PR) 1º SEM. 2020;
- BLOCO 5 (RS) 1º SEM. 2021 OU EM DECISÃO CONJUNTA COM URUGUAI.
Na Câmara Setorial houveram discussões e um grupo foi formado com representantes da ABIEC, ABRAFRIGO, ASSOCON, CNA, CNPC, Federações de Agricultura de Goiás e do Paraná, SINDAN e SRB.
As entidades CNA, CNPC, Federação do Paraná e SINDAN foram às únicas que enviaram opiniões e ou comentários. As três iniciais concordaram em iniciar a retirada da vacinação, todavia a CNA recomendou que o lote 4 abrangendo MT, MS, SP, PR, GO, TO, MG, RJ, ES, BA e DF fosse subdividido em lotes menores, porém com o mesmo cronograma de não vacinação. Apenas o SINDAN propôs atrasar em dois anos a retirada no AC e RO.
Houveram portanto opiniões e contribuições que a diretoria do Departamento de Saúde Animal e a Secretaria de Defesa Agropecuária já analisaram, comentaram e agora divulgaram a proposta definitiva por meio da portaria do número 116, publicada em 02 de outubro passado no diário oficial da união.
A vacinação será retirada com o seguinte cronograma:
- AC e RO – Primeiro semestre de 2019;
- AM, RR, AM e PA – Primeiro semestre de 2020;
- MA, PI, CE, RN, PB, PE e AL – Primeiro semestre de 2020;
- BA, DF, ES, GO, NG, RJ, SE, SP e TO – Primeiro semestre de 2021;
- MT, MS, PR, RS e SC (já livre) – Primeiro semestre de 2021.
Meta é tornar o país oficialmente livre da doença sem vacinação com reconhecimento internacional a partir de 2023
O Brasil precisa retirar a vacinação, desejo da imensa maioria dos produtores rurais.Apenas criadores desatualizados e retrógrados podem ser contra a evolução do programa. O país tem 122 milhões de cabeças em 14 unidades da federação que estão entre 20 e 24 anos sem focos. Esta condição abrange os estados de SC, AC, GO, SE, MT, SP, ES, MG, PI, RJ, CE, BA, TO e DF. Outros 9 estados envolvendo PE, RO, AL, AP, PB, RN, RS, RR e MA estão entre 16 e 20 anos sem focos e possuem mais de 30 milhões de cabeças. Os quatro estados restantes representados por PA, AM, PR e MS estão entre 11 e 13 anos sem a doença e somam mais de 52 milhões de cabeças.
Eis a situação por estados até agora:
Tabela I: FEBRE AFTOSA: Resumo das últimas ocorrências em estados brasileiros + tempos decorridos até setembro de 2017
| UF | TEMPO DECORRIDO | REBANHO ATUAL |
| Distrito Federal | Maio 1993 – 24 anos + 4 meses | 97.362 |
| Santa Catarina | Dezembro 1993 – 23 anos + 9 meses | 4.386.498 |
| Acre | Junho 1995 – 22 anos + 4 meses | 2.904.732 |
| Goiás | Agosto 1995 – 22 anos + 1 mês | 21.846.644 |
| Sergipe | Setembro 1995 – 22 anos | 1.189.119 |
| Mato Grosso | Janeiro 1996 – 21 anos + 8 meses | 29.259.830 |
| São Paulo | Março 1996 – 21 anos + 6 meses | 10.425.614 |
| Espírito Santo | Abril 1996 – 21 anos + 5 meses | 2.221.748 |
| Minas Gerais | Maio 1996 – 21 anos + 4 meses | 23.950.720 |
| Piauí | Fevereiro 1997 – 20 anos + 7 meses | 1.635.919 |
| Rio de Janeiro | Março 1997 – 20 anos + 6 meses | 2.323.375 |
| Ceará | Abril 1997 – 20 anos + 5 meses | 2.543.636 |
| Bahia | Maio 1997 – 20 anos + 4 meses | 10.783.415 |
| Tocantins | Maio 1997 – 20 anos + 4 meses | 8.409.696 |
| Pernambuco | Fevereiro 1998 – 19 anos + 7 meses | 1.924.280 |
| Alagoas | Setembro 1999 – 18 anos | 1.214.241 |
| Amapá | Outubro 1999 – 17 anos + 11 meses | 311.646 |
| Paraíba | Fevereiro 2000 – 17 anos + 6 meses | 1.249.956 |
| Rio Grande do Norte | Agosto 2000 – 17 anos + 1 mês | 958.178 |
| Rio Grande do Sul | Maio 2001 – 16 anos + 4 meses | 13.280.844 |
| Roraima | Junho 2001 – 16 anos + 3 meses | 795.244 |
| Maranhão | Agosto 2001 – 16 anos + 1 mês | 7.705.794 |
| Pará | Junho 2004 – 13 anos + 3 meses | 21.181.933 |
| Amazonas | Setembro 2004 – 13 anos | 1.215.288 |
| Paraná | Fevereiro 2006 – 11 anos + 7 meses | 9.327.651 |
| Mato Grosso do Sul | Abril 2006 – 11 anos + 5 meses | 20.461.286 |
O PANAFTOSA mostra que não temos circulação viral e nem risco da mesma em regiões fronteiriças. Os países vizinhos da região centro-oeste, onde temos enorme fronteira seca também apresentam ausência de circulação viral dos vírus aftósicos. Além disso, a epidemiologia mostra que após 4 ou 5 anos sem focos, um país ou uma região pode prescindir da vacinação.
A retirada da vacinação vai ampliar a confiança internacional em nossa defesa ou vigilância sanitária. Teremos também mais chances de entrar em um segmento de carne bovina que importa mais de 1 bilhão de dólares anualmente, desde que não haja vacinação. Os preços que pagam são substancialmente melhores.
Deixar de vacinar bovinos contra aftosa possibilitará que suinocultores do Paraná e Rio Grande do Sul possam também ingressar em mercados altamente interessantes com preços altos como Japão, Taiwan e Coréia do Sul entre outros,onde até recentemente só S.Catarina com muito esforço conseguiu.
Além destes benefícios vamos ter menos gastos com a aquisição das vacinas, redução de perdas de peso na toalete pós-abate, menor movimentação de rebanhos com reduzidos riscos de acidentes e também menores prejuízos com abortos nas propriedades que fazem inseminação artificial a tempo fixo (IATF).
Precisamos agora assegurar recursos para a vigilância sanitária, discutir desde já os bancos de antígenos e de reservas de vacinas com os diferentes fabricantes do produto no território brasileiro para estimular a competição entre eles e identificar a proposta mais competitiva. Esta questão deve envolver entidades de criadores, da cadeia e fornecedores da vacina. A dimensão do rebanho brasileiro recomenda que este banco esteja em território nacional. Outros países podem se associar, se assim desejarem.
Algumas vezes vemos informações irreais para gerar intranquilidade entre criadores pouco esclarecidos tais como: os estados que retirarem a vacinação irão ficar sem vacina se houver eventual reincidência da doença. Isto não tem cabimento, pois haverá produção em quantidade e uso da vacina até que os lotes 4 e 5 cessem a vacinação. Não esqueçamos que o MAPA pode direcionar o envio da vacina para onde desejar em eventual emergência! Não é a indústria que tomará este tipo de decisão, mas sim o governo federal. Defesa do rebanho nacional é tema sério! Fabricantes que operam no país sabem disso, mas a constituição do banco de reserva é grande prioridade e deve estar assegurada dentro dos próximos dois anos. O tema deve ser também monitorado pelas Câmaras Setoriais da Carne e do Leite.
Mas a câmara deve ainda analisar e sugerir soluções e cobrar celeridade para diversos outros temas que identificamos abaixo:
- Cronograma das medidas modernizadoras da vacina contra aftosa (retirada da saponina, redução do volume de dose, via de aplicação, etc.) já anunciadas pelo ministro;
- Modificar o calendário de vacinação contra aftosa para evitar riscos de abortos 4 vezes maiores na IATF;
- Abastecimento de tuberculina e antígenos para brucelose, onde a demanda não tem sido atendida pela produção dos fornecedores atuais;
- Orientação e apoio a pequenos e médios frigoríficos;
- Harmonizar dentro da nossa realidade as normas de transporte de bovinos vivos;
- Analisar e debater a questão do crédito rural para a atividade;
- Sugerir créditos motivadores para recuperação de pastagens;
- Incentivar a criação de cruzamentos industriais para permitir entrar no lucrativo segmento de carne “gourmet”;
- Estimular programas de rastreabilidade;
- Logística Reversa para assegurar “campo limpo”;
- Divulgar normas de bem-estar animal;
- Seguro Rural-importante para pecuária? De que forma?
- Analisar e opinar sobre pleito da indústria de gelatina e colágenos solicitado pela ABIA , informando o DIPOA;
- Analisar a composição atual da câmara para se evitar desequilíbrio na representação de segmentos. Sugerir ao Ministro uma composição baseada apenas em entidades de abrangência nacional, sugerindo algumas inclusões de importantes ausentes.
Estas são as prioridades no momento e aceitamos sugestões de todos os envolvidos, pois apenas três reuniões rotineiras por ano é fator limitante para melhor aproveitamento. De posse de posicionamentos dos membros,pretendemos antes da próxima reunião submetê-los ao Ministro. A Câmara deve opinar sobre os problemas econômicos que afetam a atividade!
Devemos trabalhar com afinco para manter a Câmara Setorial da Carne Bovina viva e operativa nestes tempos difíceis, que o Ministro Blairo Maggi e sua equipe lideram com muita eficiência. Podemos sim concorrer em muito para a meta de atingir 10% do mercado global do agro e colocar produtos com valor agregado nos mercados importadores, mostrando ao mundo que nossa carne é segura,sustentável, competitiva e pode disputar também o atraente mercado” gourmet”.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
00:23
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