sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Megaoperação embarca mais de 27 mil bois em navio no Porto de Santos

Há quase duas décadas cais santista não movimentava "carga viva".

Mais de 27 mil bois que eram criados em fazendas no interior de São Paulo estão sendo embarcados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, em um navio com destino a Turquia. A megaoperação deve durar até cinco dias e marca a retomada de movimentação de "carga viva" no complexo portuário santista após quase duas décadas.
A operação teve início na noite de quarta-feira (29), mas foi intensificada ao longo de quinta-feira (30), quando o cais passou a receber por hora três caminhões com 90 cabeças de gado cada. Os animais são procedente de fazendas localizadas em Altinópolis e em Sabino, distantes 500 quilômetros do litoral, aproximadamente.
Assim que chegam ao terminal portuário, os caminhões se posicionam de modo que os animais entrem em um corredor e depois passem por uma plataforma até embarcar no navio Nada, capaz de receber até 30 mil bois. A embarcação, de 12 decks (andares), possui veterinários e vaqueiros entre os 80 tripulantes.
Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
Operação especial foi montada para o embarque de animais em navio no Porto de Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
"Essa operação tem muito a ver com o momento que o porto vive. O exportador começou a procurar alternativa e Santos sempre foi colocado como um porto difícil e caro, mais dedicado a outras cargas. Ela mostra que há como atender essa demanda", explica o diretor comercial do terminal Ecoporto, Luiz Araújo.
Os trabalhos foram planejados nos últimos meses e contaram com o apoio da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pela equipe da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).
A aparente inexperiência na movimentação de animais Porto de Santos preocupou os envolvidos na operação. "Os fiscais do Mapa estão monitorando tudo. Tudo está muito limpo, diferente do que nós imaginamos anteriormente. O fluxo de carretas também está ocorrendo normalmente, sem problemas", afirma Araújo.
Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)
Embarcação deve receber 27 mil bois para serem transportados até a Turquia (Foto: Divulgação/Ecoporto)
A Codesp, que participou desse planejamento, prospecta oportunidades. "O porto tem que atender todas as demandas. Foi colocada uma nova possibilidade e ela está sendo adotada. Toda a cadeia logística está se mostrando favorável", explica o diretor de Relações com o mercado da estatal, Cleveland Sampaio Lofrano.
A perspectiva é que, em janeiro de 2018, um novo embarque de cabeças de gado deva ocorrer no cais santista. Tudo depende do resultado desta operação, prevista para terminar até segunda-feira (4), após o recebimento de todos os animais que deverão ser transportados até o porto em cerca de 300 caminhões.
As cabeças de gado tem como destino o Porto de Iskenderun, no Mar Mediterrâneo. A navegação dura aproximadamente 15 dias e os animais serão alimentados com pelo menos 60 toneladas de ração, que também foram embarcadas em Santos. Na Turquia, eles seguem para fazendas e, posteriomente, para consumo.
Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)
Embarcação está atracada no Porto de Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Renan Fiuza/G1)
O Nada, conforme informações oficiais, é considerado o maior navio em operação no mundo voltado para o transporte de animais vivos. Construído em 1993 para carregar contêineres e cargas de projeto, foi adaptado na última década. A embarcação tem 201 metros de comprimento e 32 metros de largura (boca).
A última vez que o Porto de Santos movimentou esse tipo de "carga" ocorreu em 2000, mas na direção inversa. Na ocasião, foram importados ao país pelo menos 647 avestruzes provenientes da Espanha, que foram descarregados no cais do Paquetá. No Estado, "cargas vivas" tem maior movimentação no porto de São Sebastião.
Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)
Ao menos 27 mil bois devem ser embarcados no navio atracado em Santos, SP (Foto: Renan Fiuza/G1)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Boi entre R$ 148/150 à vista para início dezembro, em SP, reflete ganho “expressivo” e equilibra as contas dos pecuaristas

Hoje as referências são a partir de R$ 145,00 a @. Com o valor apontado para os próximos dias, combinação do encurtamento da oferta de confinamento e melhora do consumo, o ano fecha bem, ainda que em termos absolutos o primeiro semestre mantém 2017 no vermelho para os criadores. Hedge para dezembro e janeiro são recomendados na bolsa de futuros.
Confira a entrevista com Gustavo Figueiredo - Analista da AgroAgility

Podcast

Confira a entrevista com Gustavo Figueiredo - Analista da AgroAgility

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Cotações gado gordo e reposição 27.11.2017



Região de PELOTAS 
em: 27/11/2017

Preço da Carne a Rendimento
BOI: 9,40 - 9,80
VACA: 8,40 - 8,80
PRAZO: 30 DIAS 


KG VIVO: 
BOI GORDO:
4,70 - 4,90
VACA GORDA:
4,00 - 4,20
TERNEIROS 
5,30 - 6,30
TERNEIRAS
4,70 - 5,00
NOVILHOS 
4,70 - 5,20
NOVILHAS 
4,60 - 4,90
BOI MAGRO
4,40 - 4,50
VACA DE INVERNAR
3,60 - 3,70
 
*PREÇO MÉDIO. NÂO ESTÃO INCLUIDAS BONIFICAÇÕES. PRAZO DE 30 DIAS.


Fonte: Pesquisa realizada
por: http://wwwlundnegocios.com.br

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Rússia suspende importação de carne suína e bovina do Brasil

A Rússia suspendeu a importação de carne bovina e suína do Brasil a partir de 1º de dezembro, alegando descumprimento de normas sanitárias, informou nesta segunda-feira o Serviço Federal de Controle Veterinário e Fitossanitário (Rosselkhoznadzor). 

Segundo o órgão, a medida tem como objetivo proteger os consumidores russos da presença de ractopamina na carne brasileira, um substância usada como aditivo para promover o crescimento da massa muscular do animal. 

Um porta-voz do Rosselkhoznadzor disse à imprensa russa que a restrição às importações é temporária. 

"O Rosselkhoznadzor se viu obrigado a tomar medidas urgentes para proteger os consumidores russos e o mercado alimentício interno, impondo, a partir de 1º de dezembro, restrições temporárias às importações do Brasil de todos os produtos a base de carne suína e bovina", afirmou o porta-voz. 

Recentemente, o Rosselkhoznadzor já tinha anunciado que adotaria um regime adicional de controle das carnes brasileiras produzidas por seis empresas, que não estariam cumprindo as normas veterinárias e sanitárias da Rússia. 

O órgão alertou que se novos problemas fossem detectados, as importações dessas empresas seriam vetadas. 

A Rússia é o quinto maior importador de carnes e de derivados de carne do Brasil. 
fonte: Jornal  Floripa

sábado, 18 de novembro de 2017

Brasil manda R$ 1 bilhão de carne para China



Um em cada três quilos de carne exportados atualmente pelo Brasil desembarca em Hong Kong ou na China. Na prática significa dizer que os chineses da antiga colônia britânica, que lidera as importações, e da China continental, em segundo lugar, compram todo mês mais de R$ 1 bilhão em carne bovina, suína e de frango do Brasil.

Hong Kong já gastou neste ano R$ 6,2 bilhões para comprar 687 mil toneladas de carne brasileira, segundo dados do Ministério da Agricultura. Os embarques diretos para a China, por sua vez, alcançaram R$ 4,73 bilhões e 539 mil toneladas.

“Essa concentração não é muito boa, porque se eles resolvem fechar o mercado da noite para o dia estaremos perdidos”, diz Paulo Rossi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Bovinocultura da Universidade Federal do Paraná. Por outro lado, observa Rossi, os chineses “ajudam muito” o Brasil num momento em que antigos compradores desapareceram, como a Venezuela, ou diminuíram significativamente as compras, como a Rússia.

“É bom mantermos uma relação comercial muito boa com os chineses, para não levar nenhum susto”, afirma o pesquisador. O que dá tranquilidade ao Brasil é o fato de não existir no mercado fornecedor melhor para a China. “Lá tem mais de um bilhão de pessoas, eles precisam da carne brasileira. Nós ainda oferecemos uma das carnes mais baratas para consumir, e com qualidade. Se fossem comprar dos americanos, os chineses pagariam muito mais caro”, sublinha Rossi.

Com apenas 7,3 milhões de habitantes, Hong Kong funciona como um hub de reexportações para a China, país ao qual se integrou em 1997, após 150 anos como colônia britânica, mas mantendo um elevado grau de autonomia econômica e legal. Foi considerada em 2015 a cidade mais livre do mundo pelo Índice de Liberdade Econômica, à frente de Cingapura.

Para o consultor Vlamir Brandalizze, a triangulação no caminho da carne – Brasil/Hong Kong/China – se explica pela política da boa vizinhança e preservação do parceiro comercial. Além de ter domínio regional e fácil acesso ao mercado chinês, Hong Kong é cliente assíduo da carne brasileira há mais de duas décadas, quando começou comprando carne suína e, depois, frango. “Alguns mercados asiáticos são cativos do pessoal de Hong Kong. Então, para não brigar com o teu cliente, é melhor deixar que ele faça a venda”, afirma Brandalizze. Ele aponta, contudo, um movimento crescente de instalação de escritórios de bancos, cooperativas e empresas brasileiras em Hong Kong que, a médio-longo prazo, vão acabar preenchendo os espaços ocupados hoje pelos traders anglo-chineses.

O Brasil faria bem em estudar a forma de atuação dos chineses de Hong Kong e dos americanos, dois grupos considerados “vendedores de verdade” no mercado internacional. “Nós somos apenas comprados. Na carne, e mesmo na soja, eles compram de nós e vendem lá fora. Ainda temos que aprender muito com os Estados Unidos, por exemplo, que vão, abrem mercado, fazem todo o transfer e entregam no local indicado. Aqui não. Saiu do porto, não temos nada a ver com a história”, critica Brandalizze.

Se fossem comer toda a carne que importam do Brasil para reexportar para a China e outros países asiáticos, os moradores de Hong Kong teriam de consumir pantagruélicos 3,5 quilos por dia, cada um. Em 25 dias, superariam o que os brasileiros comem num ano inteiro.
fonte: Cosas del Campo

Discutindo a exportação de gado em pé e se devemos castrar ou não castrar os terneiros!

Pelos recantos do Rio Grande do Sul, discutindo a exportação de gado em pé e se devemos castrar ou não castrar os terneiros! Nesta feita, em Piratini/RS.

Reprodutores: fechamento SINDILER da Temporada de Primavera RS 2017


O Sindicato dos Leiloeiros Rurais do RS (SINDILER) divulgou no início de novembro o fechamento da temporada de leilões primavera no estado. A entidade tem trabalhado na organização e divulgação destes importantes dados para o mercado gaúcho.
A temporada primavera/2017 faturou R$ 51 milhões com a venda de 9.069 animais (machos e fêmeas).
Alguns dados do levantamento da venda de reprodutores em leilões em 2017:
  • Ocorreu importante retração no número de animais e consequente faturamento.
    Foram vendidos 27% menos machos e 20% menos fêmeas em relação à temporada de leilões 2016;
  • Os grupos raciais Angus/Brangus e Braford/Hereford seguem sendo os mais representativos, ofertando praticamente 99% da venda de touros;
  • O grupo Angus/Brangus é o mais numeroso e representa 59% da venda de machos, somando 2.191 touros em um total de 3.720 animais;
  • A raça Braford obteve as melhores médias para touros, alcançando o valor de R$ 9,5 mil;
  • As fêmeas Angus PO foram as mais valorizadas, com média superior a R$ 6,7 mil;
Fonte: Informações do Sindiler, adaptado pela Assessoria Agropecuária 


Vendas curam tudo,Salve a exportação de terneiros!

Vendas curam tudo. Salve a exportação de terneiros!

Foto: Divulgação/Assessoria
Por Fernando Furtado VellosoAssessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha

Acredito muito nessa expressão do marketing (desconheço o autor e o Google não soube me responder). Quando os negócios estão ocorrendo e os produtos sendo demandados, até algumas falhas de gestão e de falta de produtividade são contornadas. Porém, quando as vendas param, não há boa gestão e qualidade total que resistam. As vendas estão para os negócios como o sangue circulante sendo bombeado com força e sem interrupção, para a manutenção da vida. Não é diferente na pecuária.

Pois bem, em um momento muito crítico da pecuária brasileira e, em especial, da pecuária gaúcha que vivemos e conhecemos mais, é retomada com boa força a exportação de terneiros do RS para a Turquia. Em um período tão deprimido de preços para todas as categorias animais (boi gordo, reposição, gado de cria) o “navio” iniciou compras na faixa de R$ 5,80/kg para terneiros inteiros, praticamente 15 a 20% de sobrepreço ao boi gordo. Essa cotação está acima da média das vendas de terneiros na temporada de outono (desmame) e bastante superior aos negócios praticados para gado de reposição até a recente retomada de exportações de gado vivo no RS. A presença no Sul de raças europeias, preços de gado atrativos e cambio favorável fizeram a combinação para que as exportações de gado vivo voltassem à ativa. Esse fato foi muito importante para manter o pecuarista com confiança na cria, realizando investimento em reprodutores e melhoramento genético. Na largada da temporada de touros no Sul, o fato teve feliz sincronia com a nossa necessidade de alguma sinalização real e positiva no mercado.

A nossa indústria frigorífica (e até algumas federações de produtores) vem, há anos, batendo firme no discurso contrário à exportação de bovinos no Brasil, com um discurso já batido (e saturado): “estamos exportando divisas, matéria-prima que deveria ser processada no País para gerar mais riquezas”. A mesma indústria da Carne Fraca, Batista Brothers e tantos outros escândalos que derreteram o nosso mercado, sem se preocupar se o produtor teria canal de venda para o seu produto. 

A exportação de bovinos vivos movimenta mais de 5 milhões de bovinos anualmente em todo o mundo, sendo equivalente a 2,5 vezes o abate do RS. Essa atividade existe por motivos religiosos, culturais ou até mesmo por questões puramente econômicas. A Austrália é um dos protagonistas, sendo o líder em exportações marítimas. Esse mesmo país é um dos maiores exportadores de carne do mundo e para mercados de alto valor. Logo, dizer que a exportação de boi vivo é uma atividade de países subdesenvolvidos ou que é algo incompatível com o desenvolvimento do mercado da carne de qualidade é desconhecimento ou falta de honestidade intelectual. Como dizia o finado Leonel Brizola: os “interésses” são muitos.

A exportação de bovinos no Brasil ainda atende aos mercados do “segundo grupo” em termos de qualidade e preços praticados, mas o setor vem se preparando e trabalhando para acessar mercados mais especializados e de valor agregado (terneiras e novilhas europeias para reprodução, matrizes leiteiras, reprodutores, etc.). Esse avanço será muito positivo para os produtores do Sul do Brasil, pois nos oportunizará mais um canal de comercialização e trará mais uma força geradora de demanda e formadora de preço a nosso produto. Com o gado valorizado, investiremos mais em produção, intensificação dos sistemas, melhoramento genético, sanidade dos rebanhos, e tudo mais que for necessário para produzir mais e melhor. O pecuarista responde às demandas do mercado e investe em sua atividade, mas precisa da confiança de que o produto será absorvido e com valor justo. Com demanda forte, a velha discussão de preços perde o seu sentido. 

Somos o que vivemos, lemos e também o que escrevemos. Aproveite tantos meios possíveis de informação para formar opinião baseada em boas e honestas informações. Em tantas conversas e encontros com amigos por nosso estado agradeço a sugestão do tocaio Fernando Petruzzi (Rédea Remates) para redigir este artigo e provocar esta discussão. 

As vendas curam tudo
A nossa pecuária vinha doente e fragilizada. A retomada das exportações de terneiros no RS foi o primeiro medicamento para nos ajudar a levantar. Como dizia um senhor francês muito experiente com quem trabalhei com exportação de boi: “Fernando, at the end of the day (no fim do dia): o importante é vender”.

* Publicado na coluna Do Pasto ao Prato, Revista AG (Novembro, 2017)

terça-feira, 14 de novembro de 2017

URUGUAY - Mercado de Reposição - semana de 04 a 11 / 11/ 2017

fonte: ACG

MERCADO DE REPOSICION

Semana No 45
Del 2017-11-05 al 2017-11-11. Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas. A levantar del establecimiento con pagos contado hasta 90 días. Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.

Comentario

CON BUENA DEMANDA Y MAYOR OFERTA MAS FLEXIBLE. SE DINAMIZAN LOS NEGOCIOS. 
INDICE FLACO GORDO ACGSEM. ANTERIORACTUAL
1.2531.2803

Semana AnteriorSemana Actual
MinMáxPromedioMinMáxPromedio
Terneros *hasta 140 kgUSD / Kg2.102.252.182.102.202.16
Terneros *141 a 180 kgUSD / Kg2.082.302.142.052.252.13
Terneros *más 180 kgUSD / Kg1.852.202.021.852.282.05
Terneros enterosmás 160 kgUSD / Kg2.002.202.132.002.182.11
Novillitos201 a 240 kgUSD / Kg1.782.001.891.752.001.88
Novillos241 a 300 kgUSD / Kg1.701.821.771.701.901.77
Novillos301 a 360 kgUSD / Kg1.511.701.611.501.701.62
Novillosmás 360 kgUSD / Kg1.501.621.561.481.601.54
NovillosHQB 481USD / Kg1.741.801.771.731.801.77
Ternerashasta 140 kgUSD / Kg1.802.021.921.801.951.89
Terneras141 a 200 kgUSD / Kg1.751.951.841.751.871.81
Vaquillonas201 a 240 kgUSD / Kg1.601.901.711.501.801.62
Vaquillonasmás 240 kgUSD / Kg1.501.851.641.471.701.56
Vaquillonas y Vacas PreñadasUSD / Kg520580545.00520590548.00
Vacas de InvernadaUSD / Kg1.161.301.251.171.321.24
Piezas de CríaUSD / Kg320350342.00300375340.00

Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G.


EN PIEA LA CARNE
SEM. ANTACTUAL%SEM. ANTACTUAL%
NOVILLOS GORDOS1.691.653.103.04
VACAS GORDAS1.481.442.902.82
VAQUILLONAS GORDAS1.611.583.012.96

China responde por quase 40% da exportação de carne bovina do Brasil em 2017, diz Abrafrigo

© Reuters.  China responde por quase 40% da exportação de carne bovina do Brasil em 2017, diz Abrafrigo
As exportações brasileiras de carne bovina para a China cresceram 16,5 por cento no acumulado do ano até outubro, para 449,18 mil toneladas, e já representam 37,5 por cento do total embarcado pelo país no período, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta segunda-feira, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Conforme a Abrafrigo, as importações chinesas de carne bovina brasileira significavam 25 por cento do total comercializado pelo Brasil em 2014 e apenas 4 por cento em 2005.
"Essas importações têm potencial de crescimento ainda maior porque calcula-se que o crescimento da demanda por carnes bovina, suína e de aves na China devido ao recente movimento de urbanização do país e a mudança nos hábitos alimentares é superior a 300 mil toneladas por ano", citou a Abrafrigo.
O Brasil recebeu recentemente autorização para que 22 novas plantas frigoríficas possam exportar para a China, sendo que há ainda outras 36 em processo de habilitação, lembrou a associação.
Por José Roberto Gomes
Reuters

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Aumentam exportações de bovinos vivos do Brasil


Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em outubro o Brasil exportou 57,9 mil cabeças de bovinos vivos, com faturamento total de US$42,19 milhões
Em relação a setembro a alta foi de 195,4%. Já em relação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 63,2%. No acumulado de 2017, foram exportadas 306,5 mil cabeças, alta de 35,3% em relação a 2016. Entre os países importadores estão: Líbano, Egito, Turquia e Iraque, sendo que a Turquia é hoje o principal comprador do Brasil. Em outubro, 42,8% do total embarcado, foi exportado para o país.
fonte: Scot Consultoria

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Castrar ou não castrar seus terneiros, será que esta é a questão?



Nos últimos tempos tenho sido muito questionado por criadores e produtores de terneiros sobre se devem ou não castrar sua produção.
Prontamente, respondo que não tenho a menor dúvida (opinião particular minha, e espero que respeitem, apesar de alguns discordarem), de que na conjuntura atual de mercado, sou totalmente a favor de que deixem seus terneiros INTEIROS, pelo menos, nos primeiros meses até o começo da safra, até eles atingirem algum determinado peso. E digo isso por diversos motivos, entre eles a valorização que TERNEIROS INTEIROS ultimamente têm tido em relação aos castrados no RS.
O mercado gaúcho, de invernadores, principalmente, busca por terneiros castrados, mas um mercado atualmente muito aquecido, onde hoje a procura é maior que a oferta, como o mercado dos outros estados da federação que comumente vêm buscar animais aqui e o mercado da
exportação de gado em pé, basicamente, só compram terneiros INTEIROS, valorizando às vezes até 20% a mais o terneiro INTEIRO em relação ao castrado. Não se baseando somente nestes aspectos, produtores que vendem terneiros, ao não castrar, permitem que sua produção não passe pelo stress, perda de peso, entre outras coisas.
Então agora eu pergunto:
-Porque não aguardar para castrar em outra fase, castrar no inverno, se caso após a época de maior concentração de vendas como  a safra de março, abril, maio e até junho não tiver conseguido vender a estes mercados que citei anteriormente?
-Se os mercados melhores pagadores pedem terneiros inteiros, por que vamos nadar contra a maré, castrando ao nascer?
-Porque descartar este mercado tão prematuramente?
Por isso que sempre falo: A QUESTÃO NÃO É CASTRAR OU NÃO CASTRAR, A QUESTÃO QUE DEVE SER DISCUTIDA É A ÉPOCA EM QUE DEVEMOS FAZER OU NÃO ESTE MANEJO!!!
Se o mercado de inteiros não estiver bom até uma determinada data que não altere tanto o manejo da fazenda no dia a dia, castre, mas não perca a oportunidade de atender ao mercado de inteiros, pelo menos por algum tempo.
Após castração, não tem mais como colar suas bolas para torná-los inteiros   novamente, mas se o mercado se tornar favorável aos castrados, é só fazê-la.
Portanto não vejo por que a dúvida e a discussão, em alguns casos, até ferrenha sobre isso.
Meu conselho: inicialmente não castre, não vá com tanta sede ao pote, aguarde e depois de estudar os mercados e ver como estão se comportando, aí sim, decida qual a melhor opção para você.

Eduardo Lund
Méd. Veterinário
Lund Negócios

Compramos terneiros inteiros para exportação


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

China vai autorizar exportação de mais 22 plantas frigoríficas do Brasil


O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, confirmou nesta quarta-feira, 1, ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que mais 22 plantas frigoríficas – 11 de bovinos e 11 de aves – receberão a autorização de exportação para a China. “Falta agora só a visita técnica no Brasil”, disse. Segundo o ministro, cada planta frigorífica liberada tem potencial de gerar US$ 50 milhões de dólares por ano em negócios, “somando mais de US$ 1 bilhão” anualmente. “Temos mais 36 plantas que poderão ser credenciadas numa segunda rodada, após ajustes de documentos”, relatou o ministro.
Atualmente, 56 unidades brasileiras são autorizadas a exportar para a China, 39 de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos, de acordo com o Ministério da Agricultura. Após a deflagração da Operação Carne Fraca, em meados de março, a China chegou a suspender por uma semana as importações chinesas de carne brasileira, mas o comércio foi retomado.
Maggi atribuiu a autorização dada pelo governo chinês à visita feita por ele e o presidente Michel Temer ao país entre o fim de agosto e o começo de setembro. Durante encontro bilateral, o presidente chinês, Xi Jinping, elogiou a carne brasileira e disse ser consumidor e “garoto propaganda” do produto. À época, Maggi declarou que previa a habilitação de novas plantas frigoríficas em cerca de 60 dias, com a finalização do negócio e início das exportações até o encerramento do ano.