terça-feira, 19 de outubro de 2010

EUA definem datas para entrada de carnes brasileiras no país

Exportações de suínos começam em 30 de novembro; liberação do produto bovino deve ficar para ano que vem
As autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos definiram nesta terça, dia 19, em Washington, datas para a entrada de carnes brasileiras naquele país. Segundo o Ministério da Agricultura, as exportações de carne suína do Brasil começam a partir de 30 de novembro. Já a liberação da carne bovina in natura deve ficar para o ano que vem.
O governo americano havia descumprido o compromisso de comprar, até o fim de setembro, o produto de Santa Catarina. Na semana passada, o Itamaraty enviou uma carta acusando os Estados Unidos de comprometer a negociação firmada em junho, quando o Brasil suspendeu as retaliações a que teria direito, de acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC).

FONTE: CANAL RURAL

Economist: Índice Big Mac mostra distorções no câmbio

O Índice Big Mac, publicado pela "The Economist", pode ser uma prova das distorções cambiais que têm sido objeto de discussão por líderes das principais economias do planeta. Segundo artigo publicado na versão eletrônica da revista na última quinta-feira (14), um Big Mac, principal sanduíche da rede de fast-food McDonald's, custa apenas 14.5 yuans em Pequim e Shenzhen, na China, o equivalente a US$ 2,18 pela taxa cambial praticada pelo mercado. Nos Estados Unidos, entretanto, o mesmo sanduíche custa US$ 3,71. A diferença entre os preços significa que o yuan está subvalorizado em 40%.
A "Economist" lembrou que as tensões causadas por distorções no câmbio levaram o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, a reclamar que o país era uma vítima potencial de uma "guerra cambial". No Brasil, o mesmo Big Mac sai por cerca de US$ 5,26, indicando que o real está supervalorizado em 42%. O índice também sugere que o euro está supervalorizado em cerca de 29%.
No ano passado, a mesma pesquisa apontou que o brasileiro desembolsava o equivalente a US$ 4,02 (R$ 8,03) para saborear o carro-chefe da cadeia de fast-food, enquanto o preço médio nos EUA era de US$ 3,57. Segundo o índice, o real estava supervalorizado em 13% em relação ao dólar.

FONTE: O GLOBO, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Cabanha Escondida vende R$ 361,8 mil

O leilão da Cabanha Escondida e Convidados faturou R$ 361,8 mil nesta segunda-feira (18), em Alegrete (RS). Foram vendidos 147 exemplares. A média das fêmeas Braford foi de R$ 2,05 mil e, dos machos, de R$ 4,75 mil. Nas fêmeas Polled Hereford, a média ficou em R$ 1,92 mil, e nos touros, em R$ 5,52 mil. Entre os ovinos, a média dos machos Corriedale foi de R$ 888,00, e dos machos Ideal, de R$ 1,36 mil.

FONTE: Correio do Povo

Boi Gordo: preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais

Temos diante de nossos olhos um mercado particular. O atual panorama é raro e os preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais.
Em São Paulo, após valores registrados em R$100,00/@, as escalas de alguns frigoríficos melhoraram ligeiramente e hoje atendem algo entre 2 e 4 dias. E não poderia ser diferente.
Com o boi a R$100,00/@, o produtor considera interessante colocar o dinheiro no bolso. Não é mais hora de especular até onde os preços podem ir. De toda forma, ainda não é motivo para encarar o mercado de maneira diferente. As escalas melhoraram um pouco, é verdade, mas de maneira geral, a situação ainda continua bastante difícil.
Já não é uma questão de preços bons ou não, a questão é que não existe volume satisfatório de animais prontos para o abate e a situação não deverá mudar drasticamente no curto-prazo, podendo deixar o mercado mais lento, mas ainda firme.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

FONTE: IEPEC / NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Mercado do boi gordo segue em alta

Mercado em alta.
Em São Paulo a maior parte dos negócios com o boi gordo sai por R$97,00/@, à vista, livre do funrural, porém, existem registros de compras realizadas em até R$100,00/@, a prazo, livre do imposto. As escalas seguem curtas, atendendo entre 2 e 3 dias, mesmo com abates reduzidos em grande parte das indústrias.
A cotação do boi gordo subiu também no Oeste da Bahia, no Mato Grosso (Sudoeste e Sudeste), Maranhão, Paragominas-PA, Rondônia, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Os pecuaristas, observando altas sucessivas nos preços do boi gordo, têm segurado como podem os animais, a fim de negociar valores maiores. Mas o fato é que realmente existe pouca oferta de animais prontos para o abate em todo o país e por mais que os preços subam, as compras não vão fluir com facilidade por enquanto.
As chuvas estão aparecendo na maior parte das regiões, mas ainda leva tempo até que o pasto se recupere a ponto de dar suporte para a engorda dos animais. A expectativa é que o volume de animais para o abate comece a aumentar mais para o final do ano. Até lá, o mercado deve seguir firme, ainda mais se a demanda por carne continuar aquecida.
No mercado atacadista de carne bovina, as vendas boas e a oferta pequena fizeram os preços subirem.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Se vienen más subas de la carne: el ganado subió 27 por ciento en un mes

El ganado subió 27 por ciento en un mes y anticipa más alzas al mostrador, mientras que el novillo tocó un promedio de 8,40 pesos el kilo vivo en el Mercado de hacienda de Liniers y se ubica por encima de los dos dólares, una cotización récord.


El ternero, en tanto, trepó a más de tres dólares.
Las principales categorías de consumo registraron un salto importante en sus cotizaciones y volvieron a presionar sobre el mostrador, que desde hoy tiene nuevas alzas en torno al 10 por ciento, de acuerdo con el corte vacuno y la calidad.
Así lo confirmó un matutino porteño hoy al resaltar que la suba de la carne vacuna le pone a la inflación de este mes un piso del dos por ciento.
El aumento que registró el novillo durante la primera mitad de octubre, que llegó al 15 por ciento, es causal de un punto porcentual del alza del índice de precios.
De este modo trepó un 15 por ciento en dos semanas en el índice novillo y se disparó un 27 por ciento en el último mes,
Si se comparan los precios del cierre de ayer con el tercer lunes de septiembre, el índice de esa categoría del mercado concentrador porteño había quedado en 6,63 pesos el kilo vivo.
Ya ese precio duplicaba el valor al que se negociaban los novillos hacia fines de septiembre de 2009.
En esa época comenzaba la fuerte liquidación de hacienda debido a la política oficial de congelar los precios y a la sequía.
De acuerdo con el último informe de la Cámara de la Industria de la Carne (Ciccra), con datos hasta agosto, la liquidación quedó en evidencia en el período junio-octubre de 2009.
En ese período, se marcó el nivel de faena promedio mensual más elevado en al menos 31 años.
Mientras, entre junio y agosto pasados, Ciccra detectó ‘uno de los promedios mensuales de faena más bajos‘ de las últimas tres décadas.
‘Con esos precios en Liniers, el kilo de milanesas no puede bajar de 35‘ pesos, estimó Alberto Williams, de los carniceros porteños, en diálogo con un matutino.
Por lo tanto, en promedio, el incremento de ese corte popular subió entre el 10 y el 25 por ciento en lo que va del mes.
Para Williams los bolsillos de los consumidores están agotados para asumir nuevas subas.
En tanto, la Asociación de Productores de Carnes Santafesinas que preside Luis Moreno convocó a la movilización para encontrar soluciones creativas en el sector que eviten la caída del stock.
La entidad presentó un primer borrador del ‘Plan para la Retención de Terneras‘ al ministro de la Producción de la provincia de Santa Fe, Juan José Bertero.
Concurrieron los integrantes de la conducción de Aprocarsa, Moreno, Norberto Antonelli, Andrés Bullorini, Elvio Gianoglio y Sebastián Roch.
Desde Aprocarsa seguirán ‘insistiendo en que las políticas ganaderas aplicadas por el Ejecutivo Nacional fueron, cuanto menos, partícipes necesarias del crimen que se cometió con la ganadería bovina en general‘.
‘Y con los pequeños y medianos criadores en particular. Si no reconocen los errores cometidos, jamás encontrarán el remedio adecuado‘, se destacó.
Consideraron que ‘el tiempo, en esta ocasión, sencillamente nos juega en contra: las decisiones deben tomarse sin prisa pero sin pausa, ya que marzo del 2011 -destete de terneras- está aquí nomás‘.

FONTE: WWW.DIARIONORTE.COM

Leilão Só Angus vende 159 animais por R$ 603,3 mil em Pelotas

Pelotas/RS
Fazendo a comercialização do maior número de animais apresentados nos últimos dez anos, o Leilão Só Angus negociou no último sábado 159 animais da raça Aberdeen Angus, de pelagens preta e vermelha, por R$ 603,3 mil. Foram vendidos 92 touros Angus, entre dois e três anos, com média de R$ 5,2 mil e 67 vaquilhonas de até dois anos com média de venda de R$ 1,8 mil.
O maior comprador do remate foi Mauro Antônio Costa Martins, de Rio Grande, que levou 6 touros por R$ 43,2 mil, ficando também com o touro dupla marca de tatuagem 1437, animal mais valorizado, por R$ 8,5 mil. De acordo com informações da assessoria Satolep Press, as propriedades do Grupo Só Angus foram responsáveis pela produção de 36% das vacas líderes PC e 17% dos touros jovens superiores para acasalamento do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo), em base nacional.
Estiveram em pista o trio de touros, geração 2008, grande campeão PC da Expointer 2010, grande campeão e melhor touro PC na 3ª Nacional de Rústicos de Pelotas, da Cabanha Albardão (Santa Vitória do Palmar/RS), de Carlos Inácio Talavera Campos. E o trio de fêmeas, da Cabanha Santa Amábile (Pedras Altas/RS), de Sérgio Tessaro, que levou o reservado grande campeão PO da 3ª Exposição Nacional de Rústicos de Pelotas.
“Em mais uma edição do evento, apresentamos animais com genética diferenciada e pequeno desvio padrão, confirmando uma oferta nivelada”, reforça Campos, ao lembrar que as premiações obtidas pelos animais em Exposições Ranqueadas ABA não se refletiram em preços impraticáveis, dando apenas certificação aos clientes de estarem adquirindo genética pura.
O Grupo Só Angus é formado pelas cabanhas Santa Amélia, Santa Joana, Tradição e Agropecuária Albardão (todas de Santa Vitória do Palmar/RS) e Santa Amábile (Pedras Altas/RS). Os animais foram selecionados pela FF Velloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária e a leiloeira foi a Guarany Remates.
O evento, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), teve degustação da carne Angus com assados na parrilla e na chapa, fornecida pelo Frigorífico Coqueiro (São Lourenço do Sul/RS), para tradicionais compradores da praça de Pelotas, além da presença de criadores uruguaios, como Carlos Guinovart e Maria Mattos, da Cabanha Bayucua, que também prestigiaram o evento.

Fonte: Associação Brasileira de Angus

Veja o vídeo:


Melhora poder de compra do pecuarista em relação à reposição

Enquanto o mercado do boi gordo está em alta, os preços da reposição estão estáveis na maior parte das praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
Houve uma correção de preços do boi gordo na comparação com a reposição no segundo semestre, já que as categorias de reposição vinham de alta expressiva nos primeiros seis meses do ano.
Entre julho e outubro o boi gordo em São Paulo acumula alta de 16%, enquanto o bezerro de 7@ teve alta de 1,3%.
Para fins de comparação, de janeiro a junho, em São Paulo, o boi gordo subiu 5,6%, enquanto o bezerro desmamado e o boi magro tiveram aumentos de 24,6% e 14,1%, respectivamente.
A expectativa é de que a relação de troca se mantenha em patamares favoráveis na comparação com o primeiro semestre.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi Gordo: preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais

Temos diante de nossos olhos um mercado particular. O atual panorama é raro e os preços hoje vigentes nunca foram vistos, falando em valores nominais.
Em São Paulo, após valores registrados em R$100,00/@, as escalas de alguns frigorífi
cos melhoraram ligeiramente e hoje atendem algo entre 2 e 4 dias. E não poderia ser diferente.
Com o boi a R$100,00/@, o produtor considera interessante colocar o dinheiro no bolso. Não é mais hora de especular até onde os preços podem ir. De toda forma, ainda não é motivo para encarar o mercado de maneira diferente. As escalas melhoraram um pouco, é verdade, mas de maneira geral, a situação ainda continua bastante difícil.
Já não é uma questão de preços bons ou não, a questão é que não existe volume satisfatório
de animais prontos para o abate e a situação não deverá mudar drasticamente no curto-prazo, podendo deixar o mercado mais lento, mas ainda firme.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.


Fonte: XP Agro

Boi gordo: indicador a prazo é cotado a R$ 100,13

Com mercado firme, nesta segunda-feira (18) o indicador a prazo subiu R$ 1,52 sendo cotado a R$ 100,13/@, o maior valor da história do indicador. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 99,27/@, com valorização de R$ 1,18.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa também fechou em alta. O primeiro vencimento, outubro/10, teve variação positiva de R$ 1,59, fechando a R$ 101,29/@. Os contratos que vencem em novembro/10 registraram valorização de R$ 1,49, fechando a R$ 102,20/@.

Segundo Infomoney, o dólar (PTAX) fechou em alta nesta segunda-feira (18), sendo cotado a R$ 1,6678, com valorização de 0,49%, diante rumores cada vez mais forte de que o governo intervirá no mercado novamente para evitar o ritmo de valorização do real.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 18/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



Mercado segue ainda muito firme e as escalas continuam curtas. Segundo Renata Fernandes, da Indusval Corretora, a tendência de oferta restrita deve permanecer por pelo menos 15 dias. "O confinamento não é suficiente para atender a demanda interna e externa, além do que não tem boi a pasto", comenta ela.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,80, o dianteiro a R$ 5,10 e a ponta de agulha a R$ 5,00. O equivalente físico foi calculado em R$ 95,75/@, com alta de 0,96%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente subiu para R$ 3,53/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 714,41/cabeça, com forte desvalorização de R$ 7,67. A relação de troca subiu para 1:2,29.

FONTE: Equipe BeefPoint

Diferencial entre Tocantins e São Paulo caiu pela metade

Os preços do boi gordo estão subindo em todo o país, pois a oferta pequena dificulta os negócios e os frigoríficos têm sido obrigados a pagar mais pelo gado.
Desde o começo do ano os preços subiram cerca de 25,4%, considerando a média das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria. As maiores altas ocorreram em Goiânia (+33% desde janeiro), Sudoeste do Mato Grosso (+32,5%) e Sul do Tocantins (+31,3%).
Comparando o valor do boi gordo destas praças com São Paulo, temos que houve uma diminuição do diferencial em relação aos anos anteriores. Isso porque o boi gordo se valorizou mais nestas regiões na comparação com São Paulo.
Enquanto que o diferencial de preços entre São Paulo e Goiânia ficou em 7% desde 2002, em outubro ficou em 4,20%. Já o diferencial entre São Paulo e Sudoeste do Mato Grosso, que foi de 11,7% desde 2002, atingiu a média de 7,2% em outubro. No Sul do Tocantins a diferença é ainda mais significativa: diferencial médio em relação a São Paulo de 17% desde 2002 e 7,4% em outubro.
A oferta nestas regiões, seja por gado confinado ou por animais terminados a pasto, está menor que em São Paulo, atualmente, o que tem promovido maiores altas na comparação com o mercado paulista.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Três países compraram 68% da carne bovina in naturado Brasil em setembro

A Rússia foi o maior comprador da carne bovina brasileira in natura em setembro, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Do total exportado pelo Brasil, 31,3% do volume foi destinado para a Rússia.
O segundo maior comprador foi o Irã, responsável pela compra de 20,2% do total de carne bovina in naturaexportada em setembro.
O terceiro maior comprador foi o Egito, respondendo por 16,3% das compras, seguido da Venezuela, Itália e Hong Kong.
Juntos, os três maiores mercados foram responsáveis pela compra de quase 68% da carne bovina brasileirain natura em setembro.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Mercado do boi gordo em forte alta

A oferta de animais para abate é mínima e o consumo segue aquecido.

Tal combinação faz com que os preços subam, na tentativa dos frigoríficos melhorarem as compras.

Em São Paulo, embora a amplitude de valores nos quais o boi gordo é negociado seja grande, o preço referência atual é R$97,00/@, a prazo, livre de imposto. Valor 5,4% maior que há 30 dias.

Em relação ao início do ano a alta é de 27,3%. Veja a figura 1.



Observe a trajetória de alta desde o início do ano, com uma ligeira inversão de tendência na desova dos animais de pasto, devido à menor qualidade das pastagens, em maio.

Tal movimento de alta não ocorreu somente em São Paulo. Veja mais em: Diferencial entre Tocantins e São Paulo caiu pela metade .

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Associação dos Produtores de Carne Pampa Gaúcho da Campanha Meridional tem novo presidente

Bagé/RS

Uma assembléia ocorrida ontem (18) a tarde definiu a nova diretoria da Associação dos Produtores de Carne Pampa Gaúcho da Campanha Meridional (Apropampa).

O produtor rural José Carlos Paiva Severo assume a presidência da entidade, e ao seu lado, como vice-presidente, Valter José Potter. O Conselho de Administração é composto por Édison Paiva Junior, Ricardo Weiler e Ronaldo Jacintho Cantão.

Os novos diretores tomam posse na semana que vem, durante a Farm Show, em Dom Pedrito. A solenidade ocorre no dia 27 de outubro, às 19h, no Parque de Exposições Juventino Correa de Moura.

Uma das novidades da Apropampa é a remuneração diferenciada para o associado que abater o gado no frigorífico conveniado – o Marfrig.

A bonificação vai variar de 1% a 2% sobre o que já é pago aos produtores de aco rdo com as tabelas de classificação das raças Angus e Hereford. Outra novidade é a inclusão das raças Braford e Brangus nesta lista, que também são bonificadas pela indústria.

Fonte: Rural de Bagé

Carne bovina já custa mais do que bacalhau

A oferta de boi gordo para abate continua escassa. A arroba atinge até R$ 97 no mercado físico de São Paulo, enquanto as cotações do primeiro contrato do mercado futuro superaram os R$ 100.
No fechamento de ontem, a arroba foi negociada a R$ 101,29 na BM&FBovespa, o maior valor registrado desde meados de 2008.
Com essa elevação constante, os preços da carne bovina estão 23% acima dos de há um ano no mercado físico.
Está mais em conta para o consumidor paulistano comprar um quilo de filé de bacalhau extra limpo, tipo Porto, do que um quilo de picanha.
Um mercado de São Paulo negociava o bacalhau a R$ 37 por quilo ontem, enquanto a picanha estava a R$ 44.
Essa alta acelerada da carne ocorre devido à escassez de animais. Há quatro anos, os preços da carne bovina despencaram e os pecuaristas foram obrigados a abater as vacas devido à falta de remuneração no setor.
A diminuição no nascimento de bezerros provocou a falta de animais prontos para abate. A escassez coincidiu com elevação do consumo interno e crise internacional no abastecimento de proteínas animais.
Além disso, o setor vive o pico da entressafra, quando normalmente os preços se aceleram.
Mesmo com a alta dos preços internos das carnes, o consumo não caiu o quanto se imaginava. Com isso, as vendas internas compensam mais do que as exportações para alguns cortes de carne, principalmente devido ao real valorizado.
Foi essa valorização da moeda brasileira que permitiu o barateamento do bacalhau no mercado interno.
A alta da carne de boi sustenta também as de suíno e a de frango.

Fonte: Folha de São Paulo

Produção de carnes na Argentina deve recuar em 2011

A produção de carnes na Argentina deverá recuar para 2,55 milhões de toneladas no ano que vem, segundo previsão do Serviço Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos EUA. Se confirmado, o resultado será inferior aos 2,6 milhões de toneladas estimados para 2010 e o pior resultado desde 2002. As exportações do produto, por sua vez, devem ficar inalteradas em 300 mil toneladas, conforme o órgão.

FONTE: Valor Econômico

Primeira Geração de bezerros filhos de Touros Polled Hereford e Vacas Nelore demonstram a eficiência da genética Hereford

O zootecnista e criador, Paulo. Goulart atendeu a equipe de jornalismo da ABHB, para uma entrevista sobre a sua utilização do gado Hereford no Mato Grosso do Sul.

Paulo Goulart tem sua fazenda localizada na cidade de Paranaíba, no Mato Grosso do Sul, região em que segundo ele as raças Hereford e Braford ainda não são amplamente divulgadas e conhecidas. Paulo utiliza a genética Polled Hereford há um ano, porém a mais de 17 anos conhece os resultados deste cruzamento, e pelo segundo ano consecutivo comprou touros Polled Hereford de importante criatório gaucho, relatando que não teve nenhum problema com carrapatos, nem com a fertilidade dos animais; realizou o exame andrológico antes da temporada de monta e nenhum touro obteve resultado negativo, o que confirma o sucesso do investimento. Segundo o zootecnista, é importante observar o correto manejo dos animais para que estes possam desenvolver todo o seu potencial produtivo livres de problemas relativos à adaptação, bem como, ressalta, adquirir touros provenientes de criatórios de qualidade e que forneçam genética adaptada.

O criador ressalta também que, com sua experiência d e 28 anos como zootecnista, não encontrou nenhuma raça taurina que pudesse produzir bezerros de excelente qualidade, precocidade e terminação de carcaça rápida, como o Hereford. Por isso, a procura cada vez maior dos frigoríficos da região por novilhos cruzas Hereford e Braford, como solução para poder abater animais jovens e bem terminados, atendendo a fatia de mercado que busca uma carcaça "tipo exportação".

Com o sucesso obtido, Paulo Goulart pretende iniciar o controle do rebanho para chegar ao Braford definitivo, objetivando dessa maneira agregar maior valor ao seu criatório. Sobre a implantação da raça em sua fazenda, por ser um dos pioneiros no estado do Mato Grosso do Sul a utilizar a raça Hereford, afirma: “vejo um potencial enorme de crescimento tanto para os Polled Hereford como os Braford, uma vez que os pecuaristas da região desconhecem o potencial da raça”.

Segundo a visão de Paulo Goulart, os Bezerros de cruza PH x Nelore são os mais apropriados à sua região e possuem um excelente desenvolvimento e padrão racial.

Apesar da distância, ele diz que mantém-se informado através do site da ABHB (www.abhb.com.br) sobre as novidades e notícias do Hereford e Braford.

FONTE: Lorena Riambau Garcia
Assessoria de Comunicação ABHB
ascom.hereford@braford.com.br

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PARA REFLEXÃO: novo pico da arroba do boi

Agora não dá para falar nada. No que tange o mercado futuro, agora de tarde a arroba fez um novo pico de preços.

Que beleza.


É o mercado futuro fazendo história.


OU

Quantos gramas de ouro uma arroba consegue comprar?

Aparentemente, já foi bem mais do que agora.

Se você por acaso tem acompanhado a evolução das questões financeiras, notará que o ouro está em alta desde o início da década. E permanece em alta hoje.

O que tem a ver boi com pecuária? Ora, tudo. No passado se vendia-se bois/garrotes/bezerros e recebia-se ouro, que era (ou não) depositado no banco. Tão próximo quanto o início do século XX ainda era assim em algumas regiões.



Faz tempo que nós aqui na nossa atividade de pecuária paramos de utilizar o dólar como indexador de nossos resultados. Usamos ouro ao invés.

Ouro pode ser comprado livremente na BVMF. É só falar com o seu corretor.

FONTE: CARTA PECUÁRIA

FRIGORÍFICO

Frigorifico Silva SIF 1733 (Santa Maria/RS) passará a exportar carne bovina de alta qualidade- Cota Hilton para a União Européia.

FONTE: MEATCONSULTING

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*

EM 18.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.
.

TERNEIROS R$ 2,55 A R$ 2,65
TERNEIRAS R$ 2,20 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,45 A R$ 2,55
BOI MAGRO R$ 2,40 A R$ 2,50
VACA DE INVERNAR R$ 2,00 A R$ 2,10
.
*GADO PESADO NA FAZENDA
.
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br