quinta-feira, 2 de junho de 2011

Brasil enviará delegação a Moscou para discutir proibição à carne

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou a informação do bloqueio da Rússia às importações de carne de 85 empresas brasileiras. Ainda hoje, o Mapa deve divulgar uma nota oficial informando seu posicionamento sobre o embargo.

De acordo com o diretor de Relações com Investidores do Frigorífico Minerva, Eduardo Takeiti, informou que o grupo ficou fora do bloqueio.

"A companhia (Minerva) não opera nos Estados embargados. No fim, a notícia se mostra positiva para nós, já que pode ser uma oportunidade de aumentarmos nossa participação de mercado nas exportações para aquele país. Mesmo se fôssemos atingidos (pelas restrições), temos bastante flexibilidade para atender o mercado de outras unidades", disse Takeiti.

Entre as empresas que sofreram com a proibição estão unidadades da Brasil Foods, JBS, Marfrig, Aurora e Doux Frangosul.

Uma missão do Ministério de Agricultura vai a Moscou na segunda quinzena para discutir com autoridades russas a proibição a entrada de carnes brasileiras originárias dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, segundo informação da embaixada brasileira na capital russa.

O anúncio da interdição foi feito hoje pelo governo russo. Atinge a entrada de carnes de 85 frigoríficos e entrará em vigor no dia 15. Segundo a embaixada, durante a visita do vice-presidente Michel Temer a Moscou, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, já tinha tratado das questões sanitárias relacionadas ao acesso das carnes brasileiras com seu colega russo Serguei Dankvert.

Ocorre que a medida anunciada hoje por Moscou é considerada exagerada e alimenta a especulação de que poderia ser uma reação irritada à ausência de progressos para o Brasil dar o sinal verde a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Os russos querem entrar na OMC até o fim do ano, apos mais de dez anos de negociações, mas precisam anter fazer concessões não só ao Brasil, como a outros produtores agrícolas como Argentina, Austrália, Canadá, e também aos EUA e União Europeia.

A embaixada brasileira em Moscou diz não ver, porém, qualquer vinculação entre as tratativas mantidas com as autoridades russas em Moscou sobre as condições sanitárias de acesso do mercado russo e as negociações em Genebra de acessão da Rússia à OMC.

Embargo russo afeta 3 unidades da JBS, mas empresa seguirá exportando

Três unidades da JBS foram afetadas pela decisão da Rússia de proibir a importação de proteína animal advinda dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

A empresa vai prosseguir com suas exportações para Rússia por meio de oito fábricas no Brasil nas regiões fora do embargo, "além da sua plataforma de produção existente fora do país".

"A companhia acredita que as autoridades dos dois países trabalharão de forma conjunta para solucionar as eventuais pendências causadoras do embargo em um curto espaço de tempo", manifestou na nota.

Matéria do Valor desta quinta-feira dá conta que o Brasil vai enviar uma missão à Rússia para discutir a questão da proibição da carne brasileira dos três Estados.
FONTE: MAPA

Boi/CEPEA: Clima frio eleva oferta; preços da arroba e da carne caem

Os preços do boi gordo e da carne seguem em queda no mercado brasileiro. Colaboradores do Cepea relatam que a demanda no mercado atacadista da Grande SP não tem sido suficiente para sustentar as cotações da carne, que acumularam queda semelhante à do Indicador do Boi Gordo ESALQ/BM&FBovespa no correr de maio. Enquanto a carcaça com osso desvalorizou 4,56% no mês, o Indicador recuou 4,47% - dados do Cepea. Frango e carne suína também registram quedas acentuadas. De modo geral, o clima mais frio tem elevado a oferta de animais. Em termos gerais, as quedas diárias do Indicador não foram expressivas, apesar de predominantes, com variações inclusive positivas em alguns dias de maio. Com a oferta um pouco maior que nos meses anteriores e os preços da carne em baixa no atacado, compradores têm exercido forte pressão para negociar o boi a valores menores.

FONTE: Cepea/Esalq

Brasil cumpre apenas 4% da cota Hilton

Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil ficará muito distante de cumprir o volume de vendas de cortes nobres bovinos para a União Europeia, ao qual tem direito dentro da chamada Cota Hilton. Estimativa da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec) indica que o país conseguirá vender apenas cerca de 400 toneladas do volume total de 10 mil toneladas no ano-cota iniciado em julho de 2010 e que se encerra em junho deste ano.

No ano-cota anterior, o 2009/2010, o desempenho do Brasil já havia sido pífio. As empresas de carne bovina conseguiram exportar apenas 791 toneladas dentro da cota Hilton, ou menos de 8% do volume total. O Brasil não tem sido capaz de cumprir a Hilton porque a UE exige, desde 2009, que os cortes vendidos dentro da cota sejam provenientes apenas de animais rastreados desde a desmama (10 meses de vida) e que sejam alimentados só a pasto, sem nenhum tipo de suplementação a partir de então.

Por considerar que as exigências prejudicam o Brasil, os exportadores consideram ir à Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a União Europeia. "As empresas não acham boi que tenha sido rastreado desde a desmama [para abater]", afirma Fernando Sampaio, diretor executivo da Abiec. Isso ocorre, explica, porque os pecuaristas que fazem cria de animais são mais resistentes a investir na rastreabilidade dos animais. "Apenas o pecuarista que faz a engorda e vende ao frigorífico consegue obter prêmio; quem faz a cria não", observa.

Ao não cumprir a cota, o Brasil deixa de ser beneficiado pelo prêmio que a Hilton embute em relação às exportações de carne bovina fora dessa cota. Para esse volume de cortes de alta qualidade, a tarifa de importação é de 20% ad valorem. Fora da cota, o imposto é de 12,8% mais € 3.041 por tonelada.

Os brasileiros se queixam porque a União Europeia trata de forma diferente outros países que vendem cortes na Cota Hilton, sem exigir alimentação só a pasto, por exemplo. No caso dos EUA, os animais têm de ser alimentados durante pelo menos 100 dias com uma alimentação equilibrada de alta concentração energética, contendo, pelo menos, 70 % de cereais, ou seja, em confinamento.

A Argentina também tem de cumprir a exigência de alimentar os animais apenas a pasto desde o desmame para obter carne em conformidade com o exigido pela UE. Sampaio observa, porém, que as pastagens na Argentina têm maior teor de proteína que as do Brasil. "Vamos pedir à União Europeia a alteração da definição da Cota Hilton para o Brasil. O objetivo é desvincular o conceito de carne de alta qualidade do processo de alimentação", afirma Sampaio. Se os europeus resistirem, o Brasil deverá recorrer ao órgão de solução de controvérsias da OMC.

Por trás do não cumprimento da cota Hilton está a conturbada implantação do sistema de rastreabilidade bovina no Brasil, que desde sempre enfrentou fortes resistências de pecuaristas. Considerando que há gargalos no sistema, a União Europeia definiu, a partir de 2008, que apenas uma lista restrita de fazendas rastreadas localizadas em áreas habilitadas poderia fornecer bois para abate e venda de carne ao bloco em qualquer tipo de exportação. Pouco mais de 2 mil fazendas estão certificadas atualmente, segundo a Abiec.

Essa restrição continua afetando as exportações de carne bovina em geral ao bloco europeu. Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas do produto à UE somaram 33.474 toneladas, 19,5% abaixo de igual intervalo de 2010, segundo a Abiec. Como comparação, em todo o ano de 2007, antes das restrições, as vendas totais ao bloco alcançaram 195.240 toneladas.

Os embarques totais de carne do Brasil no primeiro quadrimestre - para todos os destinos - somaram 354.225 toneladas, queda de 13,82% em relação aos primeiros quatro meses de 2010. A receita subiu 11,95%, para US$ 1,670 bilhão, conforme a Abiec.

FONTE: Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint

URUGUAY - Exportaciones de ganado en pie se multiplicaron por tres (y están muy cerca de la leche)

Si bien la soja sigue reinando como principal producto exportado por Uruguay (creció 51,9% entre enero y mayo respecto del mismo periodo de 2010) con un acumulado a esta altura del año superior a los US$ 500 millones, el rubro que más creció en lo que va del año es el ganado en pie cuyas exportaciones se multiplicaron por tres (318,3% más que en el mismo lapso del año pasado), según los últimos datos relevados por Uruguay XXI. Con el 2,8% del total de las exportaciones, la venta ya suma US$ 93 millones y casi alcanza lo exportado en leche (US$ 110 millones) y casi duplicó las ventas de pescado congelado (US$ 53 millones) en el período considerado.

Casi US$ 2 de cada US$ 10 exportados viene de Brasil, país al cual se vendieron mercaderías por US$ 575 millones en lo que va del año. El segundo destino de las exportaciones fue la Zona Franca de Nueva Palmira (US$ 358 millones). China está tercero con US$ 297 millones.
FONTE: INFONEGÓCIOS

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Boi Gordo: Pressão de baixa parece ter perdido força


A pressão de baixa parece ter perdido força.

Em São Paulo aumentaram os negócios por R$98,00/@, a prazo e 96,00/@, à vista, livres de funrural. As ofertas menores estão reduzidas e a especulação diminuiu.

Além da melhora na venda de carne durante a semana, comprar bois está ficando mais difícil.

As escalas de abate atendem 3 dias, em média, e depois de alguns frigoríficos diminuírem a pressão sobre os preços, conseguiram comprar melhor.

A pressão de compra das indústrias paulistas continua no Mato Grosso do Sul, onde as ofertas a R$93,00/@, a prazo, livre de imposto, também tem aumentado.

Houve reajuste de preços em Marabá-PA e no Oeste da Bahia, onde os compradores vinham encontrando dificuldades para alongar suas escalas de abate.

No mercado atacadista de carne bovina com osso a demanda cresceu e, com isso, os preços das peças subiram. Para o curto prazo novas alterações não estão descartadas.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Atacado de carne bovina em alta


O mercado atacadista de carne bovina com osso está em alta.

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços, que já haviam iniciado a semana em alta, voltaram a subir. Tabela 1.



A entrada do mês faz os varejistas aumentarem a pressão de compra, a fim de se estocarem, aguardando o pagamento dos salários, que normalmente levam a um aumento nas vendas.

A recente queda nos preços da arroba e alta nas cotações da carne bovina ajudam os frigoríficos a aliviarem suas margens.

Novos reajustes não estão descartados para o curto prazo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

O fim está próximo

Calma, não se assuste! Refiro-me ao fim desta safra.

É isso mesmo, o fim da safra parece estar se aproximando. Um importante driver que nos indica isso é o clima.

De acordo com o IRI, o tempo deverá seguir seco no Brasil central. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás deverão registrar precipitação abaixo do padrão considerado “regular” na próxima semana.

O volume de chuvas deverá voltar apenas a partir do dia 7/6. Os modelos climáticos apontam 5mm a 80mm para a primeira semana de junho. Mesmo assim, o volume só deverá melhorar a partir da segunda semana.

Isso significa que na próxima semana as condições de suporte das pastagens deverão declinar ainda mais do que o que vemos atualmente, ou seja, continuarão forçando a venda de animais por parte do pecuarista, que se verá encurralado.

Ou ele segura o gado à espera de preços melhores e paga o custo de uma alimentação melhor, ou vende a preços de safra e evita a perda de peso.
Porém, após um primeiro momento de necessidade de aliviar a pressão sobre as pastagens – o que acaba levando os preços abaixo – a oferta começa a recuar novamente. É neste momento que ofertas de preços mais altos pela arroba começam a aparecer.

Desde a metade de abril até agora, os preços já recuaram 6%, queda mais intensa e mais duradoura do que a observada em 2010.

Entretanto, de acordo com a Safras & Mercados, o Brasil abateu 10,152 milhões de bovinos no primeiro quadrimestre de 2011 contra 10,846 milhões de cabeças em 2010, queda de 6,4%.

Este também foi o menor volume abatido para o período desde 2004. Considerando apenas abril de 2011, quando foram abatidas 2,322 milhões de cabeças, a queda frente ao mesmo mês do ano passado foi de 15,8%.

Isso significa que a oferta de animais está mais curta, mas também que a demanda por carne bovina enfraqueceu, principalmente devido à perda de competitividade em relação ao frango e ao suíno, cujos preços recuaram significativamente no último mês. Com isso, estas carnes se tornaram mais baratas se comparados ao dianteiro bovino, por exemplo.

De toda forma, caso o consumo se anime nos próximos dias (afinal de contas, estamos no início do mês), ou caso os estoques enxuguem devido à redução da oferta de animais após a grande desova, poderemos ver o início da entressafra entrar na mira do mercado.

É apenas uma questão de tempo. Afinal de contas, o preço do bezerro continua lá em cima, a carne recuou 6%, o grosso da safra parece estar no fim e não parece que o aumento dos custos de produção dará trégua, o que poderá complicar a situação do volume de animais confinados no segundo semestre.

Vale lembrar, entretanto, que uma pesquisa preliminar de intenção de confinamento da Assocon aponta 31% de aumento em relação ao total confinado em 2010.

De toda forma, está na hora de pensar em proteção, não está?

FONTE: www.agroblog.com.br / autor Lygia Pimentel

Instalação da Câmara Setorial da Carne Bovina será nesta quinta-feira

Ao dar continuidade às ações das assembleias representativas do segmento agropecuário do Rio Grande do Sul, o secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, instala nesta quinta-feira (2), a Câmara Setorial da Carne Bovina. A reunião será às 9h, na sede da Secretaria, em Porto Alegre.

Entre os assuntos, destaque para o Programa Estadual de Valorização da Carne Gaúcha e o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Tuberculose e Brucelose – cuja ampliação já foi debatida na Câmara do Leite, além do Agregar-RS Carnes.

Técnicos do Departamento de Defesa Agropecuária farão uma explanação sobre as ações que estão sendo desenvolvidas em prol da carne gaúcha, como rastreabilidade, fomento, melhoria do índice de produtividade, certificação de qualidade e padronização dos cortes, entre outros.


FONTE:Assessoria de Comunicação Social
imprensa@agricultura.rs.gov.br

Carne Certificada Pampa® estará na Feicorte 2011

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) confirma sua quarta participação na Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, a maior feira in door de pecuária de corte do mundo, com animais das raças Hereford e Braford. A 17ª Feicorte acontecerá entre os dias 13 e 17 de junho em São Paulo. O julgamento das raças HB será no dia 15 de junho (quarta-feia) às 18 horas na Pista 02 do Parque de Exposições Imigrantes.

A grande novidade deste ano ficará por conta da participação das raças Hereford e Braford no novo Espaço Carne, onde será apresentado em dois dias o Programa Carne Certificada Pampa®, o programa de certificação de carne de qualidade chancelada pela ABHB. Os visitantes poderão saborear a legítima carne HB, com selo de certificação, nos dias 13 (das 19h às 22h) e 15 de junho (das 12h às 15h), segunda e quarta-feira respectivamente.

Segundo o Gerente do Programa Carne Certificada Pampa®, Guilherme Dias, “o Espaço Carne será uma oportunidade de mostrar nosso trabalho de certificação de carne de qualidade ao consumidor durante a Feicorte. Nestes dois dias faremos apresentações e degustações e mostraremos a capacidade que as raças Hereford e Braford possuem de produzir um produto de alta qualidade e muita aceitação no mercado”.


A programação das raças HB em São Paulo:

Dia 11/06 - Entrada dos Animais
Dia 13/06 - Espaço Carne Hereford e Braford (19h às 22 h)
Dia 15/06 - Julgamento - 18 h - Pista 02
Dia 15/06 - Coquetel de Entrega de Prêmios - Stand da ABHB, logo após o julgamento
Dia 15/06 - Espaço Carne Hereford e Braford (12 h às 15h)


FONTE: assessoria de imprensa da ABHB

BOI GORDO - Confira a entrevista com Caio Junqueira - Cross Investimentos



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Governo abre novos mercados para carne

Terminou nesta terça-feira, 31 de maio, a missão à Indonésia, Malásia e Japão do diretor de Assuntos Sanitários e Fitossanitários do Ministério da Agricultura, Otávio Cançado. “O balanço da viagem é positivo porque a nossa presença nesses países é a garantia de que eles vão dar retorno das missões e das viagens realizadas ao Brasil”, avalia o diretor. O país conseguiu avançar nas negociações para a abertura do mercado de carnes bovina, suína e de aves.

Na Malásia, o diretor do Ministério da Agricultura recebeu a informação de que dois frigoríficos de carne bovina foram habilitados a exportar para o país asiático, um deles localizado em São Paulo e outro em Goiás. A autorização é o resultado das inspeções realizadas em fevereiro deste ano, pelas autoridades sanitárias da Malásia, a frigoríficos brasileiros. Ao todo, 22 indústrias de aves e duas de bovinos foram auditadas. “As autoridades informaram que, do ponto de vista sanitário, todos os frigoríficos de aves foram aprovados. Houve restrições somente quanto aos requisitos específicos da Malásia para abate halal”, explica Cançado. “Técnicos da Malásia virão ao Brasil para dar o treinamento e adequar o abate para possibilitar as exportações de aves ao país”, afirma. As unidades de carne bovina foram aprovadas em ambos os aspectos.

Durante reunião na Indonésia, com técnicos do Ministério da Agricultura, também ficou acertada a vinda de representantes até o fim do ano ao Brasil para habilitar frigoríficos brasileiros para exportação de carne de peru.
Em Tóquio, ficou acertada a vinda de uma missão japonesa ao Brasil na segunda quinzena de agosto. A viagem foi definida depois de reunião com técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão. O objetivo da missão é verificar o sistema de inspeção brasileiro para liberar as vendas de carne suína.

Além disso, o diretor concluiu a negociação de um novo certificado sanitário para aves com o Japão. O documento garante que, em caso de ocorrência de qualquer foco de doença, somente a área afetada ficará restrita a exportar e não o país inteiro, como acontece hoje. O Brasil já é o principal fornecedor de carne de aves para o Japão. Em 2010, a receita com carne de frango exportada para o país asiático ultrapassou US$ 200 milhões.

Saiba mais

Praticado pelos islâmicos, o abate halal envolve princípios tais como o bem-estar animal as questões sanitárias. O ritual de abate do boi ou do frango deve ser feito apenas pela degola, para garantir a morte instantânea do animal. Todos os procedimentos com o abate devem ser realizados por um muçulmano praticante, em geral árabe, treinado especificamente para essa função.

A certificação do produto halal, que hoje alcança mercados no Oriente Médio, África e Ásia, é feita há mais de 30 anos por empresas especializadas. Em todo o mundo, o mercado halal é estimado em mais de US$ 400 bilhões, com crescimento de 15% ao ano.

O Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura não atua em certificações de cunho religioso. No entanto, todo estabelecimento, independentemente do tipo de abate realizado, conta com fiscais que examinam as áreas dos matadouros e frigoríficos e verificam o cumprimento de programas relativos à higiene, à documentação do estabelecimento e às condições de saúde do animal.

FONTE:AVICULTURA INDUSTRIAL

O boi de volta aos dois dígitos


Maurício Palma Nogueira, eng. agrônomo, diretor da Bigma Consultoria
mauricio@bigma.com.br
Reprodução permitida desde que citada a fonte
O mês de maio terminou e a reta final do mercado pecuário levou os preços novamente para os dois dígitos.

A cotação da arroba do boi gordo, que atingiu o pico histórico em valores nominais durante o último novembro, recuou 4,77% ao longo do mês. Em São Paulo, no indicador do Cepea, de mercado físico a vista, a cotação da arroba começou o mês em R$102,67 e terminou em R$97,77.

Veja a evolução diária dos indicadores do Cepea, na figura 1.

Figura 1.
Evolução do preço diário do boi gordo em São Paulo – 12 meses em R$ nominais/@

Fonte: Cepea – elaboração Bigma Consultoria

Até o dia 20 de maio, a queda de preços ainda não havia sido suficiente para levar a cotação para baixo dos cem reais por arroba. Mas a continuidade da queda dos preços até o final do mês trouxe os preços de volta aos dois dígitos, como pode ser observado na figura 2, na análise de média mensal dos últimos doze meses, o mesmo período analisado na figura 1.

Figura 2.
Evolução do preço médio do boi gordo, mercado físico a vista, em São Paulo – 12 meses em R$ nominais/@

Fonte: Cepea – elaboração Bigma Consultoria

Em relação a abril os preços recuaram 3,73%, acumulando queda de 11,36% em relação ao pico, de novembro.

Mesmo assim, os preços médios do mês foram 25,12% acima dos de maio de 2010 . Em valores, as cotações atuais estão R$20,00/@ acima este ano.

E maio é o mês típico do período de safra, quando geralmente as cotações atingem os patamares mais baixos do ano. Portanto, em 2011 o comportamento é típico com a particularidade de uma oscilação mais suave e valores bem acima do registrado um ano antes. Trata-se um aparente salto de patamar nas cotações.

O mercado seguiu pressionado no final do mês e ainda segue neste início de junho. Mas, a expectativa de recuperação no mercado interno de carnes pode reverter a tendência no curto prazo.

Rogério Goulart, na Carta Pecuária dessa semana, brincou que os frigoríficos chacoalharam a árvore e colheram os frutos que estavam maduros e prontos para cair.

Faz sentido. É evidente que a experiência dos pecuaristas, sabendo das dificuldades deste período do ano, cuja marca é a chegada do frio, recomenda que animais prontos sejam vendidos nesse momento. Tentar estender a permanência dos mesmos nos pastos até que as cotações voltem a melhorar, pode significar custos mais altos, que não compensam o avanço das cotações.

Sem contar a própria necessidade de administrar as pastagens para o restante do ano. O resultado é o recuo.

Veja a análise do dia 31 de maio no informativo de mercado da XP-Agro: “Pastos mais secos, descarte de fêmeas que não serão mais destinadas à reprodução e a liberação de animais que não deverão ser vacinados contra a febre aftosa são as principais causas para este movimento (de baixa).”

É impossível prever preços. E a grande pergunta de ontem, numa reunião da Bigma Consultoria com pecuaristas, é se os preços reverteriam agora em junho. É possível, diante de todo o contexto.

A mesma condição das pastagens, que assusta o pecuarista nesse momento, depõe a favor dos preços mais elevados para o segundo semestre.
Se a carne reagir satisfatoriamente, a demanda irá acelerar a já enxutíssima oferta de boi, e os preços reagirão ainda em junho.

Afirmação óbvia, dirão alguns. Mas é isso mesmo. O mercado segue regras básicas e muitas vezes a simplicidade de seu funcionamento até assusta, ou frustra.

Embora muitas vezes a gente acabe procurando explicação no inexplicável, a regra é bem simples. Se as vendas de carne não forem suficientes para enxugar mais ainda a quantidade de boi ofertado, as cotações não avançam.

A boa notícia é que nesse início de junho as vendas parecem estar melhorando um pouco. Vamos ver.

Por outro lado, em contraposição à reação do mercado de carnes, está a oferta de bois para abate.

Continuando na metáfora, o equilíbrio depende da quantidade de “frutos” que ainda podem cair da árvore chacoalhada. Vale lembrar, que quando os frutos param de cair, os “chacoalhões” costumam ser um pouco mais fortes.

Por isso, pelo menos nos próximos dias, a tendência é de pressão ainda maior nos preços do boi, conforme constatado nos informes da Scot Consultoria e da XP Agro, veiculados no último dia de maio.

Para o segundo semestre, a leitura do mercado continua a mesma. As forças favoráveis às elevações nas cotações continuam mais evidentes do que as contrárias. Em outras palavras, os preços devem reagir. O difícil sempre é acertar quando começam e até em que patamares chegam.
FONTE: BIGMA CONSULTORIA

Exportação australiana de boi sob risco

O ministro da Agricultura da Austrália, Joe Ludwig, suspendeu ontem as exportações de gado bovino vivo para 11 abatedouros na Indonésia. A medida foi tomada depois que reportagem de televisão mostrou animais sendo maltratados nessas empresas antes do abate.

As imagens provocaram condenação generalizada no país, por parte de legisladores, grupos defensores de bem-estar animal, sindicatos de trabalhadores e produtores de gado. Os nomes dos abatedouros não foram divulgados pelo ministro.

O episódio pode colocar em risco as exportações de animais vivos da Austrália para abate. A Meat & Livestock Australia (MLA) estima que esse mercado, que inclui principalmente bovinos e ovelhas, empregue 13 mil pessoas na área rural do país e movimente US$ 1,9 bilhão. No ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2010, o país exportou 873,5 mil bovinos por US$ 744,9 milhões, de acordo com a MLA.

A Indonésia é o maior comprador de gado bovino vivo da Austrália. Adquiriu 520 mil animais em 2010 ou cerca de 60% das exportações totais.
Riwantoro, diretor de pecuária do Ministério da Agricultura da Indonésia, admitiu que "há fragilidades em alguns abatedouros, mas continuaremos a treiná-los sobre como tratar o gado".

FONTE: Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

COLOMBIA - Nueve mil reses más para Líbano


Subastar está a la espera de que los libaneses confirmen que la primera exportación de ganado en pie, que se materializó el 10 de mayo, llegó ese país sin inconvenientes.

Sincelejo. Desde hoy, a eso del mediodía, está previsto que comience el embarque de 9 mil reses en el muelle El Bosque, en Cartagena. Esta será la segunda exportación de ganado en pie al Líbano que realiza Subastar. La primera la realizó el 10 de mayo.

Tres mil 950 reses, el número de animales que Subastar exportó por primera vez al Líbano.

William Botero, su gerente, en diálogo con EL MERIDIANO de Sucre, explicó que a los libaneses les vendieron machos enteros entre 250 y 350 kilos.

La embarcación de los animales, según Subastar, demorará de 7 a 9 días. La motonave de bandera libanesa que los transportará es el Zeim–1.

La procedencia de los animales es de todos los departamentos de la Costa Caribe, de aproximadamente 100 predios, en especial de los departamentos más cercanos al puerto, Bolívar, Magdalena, Cesar y Atlántico.

Logística

Según Botero, para transportar a los animales se necesitarán 200 camiones, que harán 500 viajes aproximadamente.

En cuanto a precios, indicó que a los vendedores se les paga un precio justo, entre 2 mil 500 pesos y 2 mil 700, el kilo.

"La exportación es de mucha importancia para los ganaderos, debido a que da muestra de la consolidación del mercado libanés", puntualizó.

Agregó que Subastar vende los animales con destino final al Líbano, pero los compradores son los que deciden si los van a comercializar a otros países con los que tengan protocolos sanitarios.

Botero consideró que las exportaciones al país asiático no deben suspenderse, debido a que se ha demostrado que son rentables para el sector. Lo que se debe hacer, según él, es que el Gobierno les brinde incentivos a los ganaderos para tener en su hato más vacas productoras, que potencialicen la cría.

Reiteró que la exportación en estos momentos se ha convertido en la salvación para los ganaderos que han resultado afectados por la ola invernal.

En cuanto a si se exporta o no ganado en pie al Líbano, reiteró que sería mejor vender carne en canal, pero si quieren comprar ganado en pie, hay que venderlo.

FONTE: EL MERIDIANO de SUCRE

terça-feira, 31 de maio de 2011

Mercado do boi gordo segue pressionado com aumento de oferta e ritmo lento das exportações

Boi: preços caem em São Paulo e negócios já chegam à casa dos R$94,00/@. O boi casado também caiu e nesta terça-feira(31) os negócios ocorrem na casa de R$5,90. Pressão vem da queda nas exportações de carne e do aumento no volume de animais terminados.


Mercado do boi gordo inicia a semana pressionado, com registro de queda nos preços em várias praças pecuárias. Em São Paulo e no Mato Grosso, por exemplo, a arroba já é negociada a entre R$ 94,00 a R$ 95,00. O boi casado também caiu nesta terça-feira, com negociações em torno de R$ 5,90.

As condições desfavoráveis de pastagens ocasionada pela queda das temperaturas nas regiões produtoras ocasiona um aumento de oferta de animais no mercado. Além disso, a desvalorização cambial e a lentidão das exportações de carne bovina para o Oriente Médio e para a Rússsia deixam o mercado ainda mais enfraquecido. "Esse acúmulo de carne no mercado interno perante uma demanda fraca faz com que a carne caia e impossibilite o frigorífico de pagar mais", comenta o operador de mercado da InterBolsa, André Criveli.



André acredita que, mesmo com o início do mês, período em que geralmente há maior capitalização da populção e consequente recuperação do mercado, os preços da arroba não devem ganhar fôlego. No curto prazo, o operador acredita que ios preços permaneçam estáveis com possibilidades de leves baixas, com a queda das temperatiras. "Já para o segundo semestre, o mercado deve ficar mais firme, mas nada muito promissor até o final do ano", acredita.

Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Marília Pozzer

Governo unifica limite de crédito agrícola em R$ 650 mil


Teto passa a valer em 1º de julho, quando começa novo ciclo de produção.
A cana-de-açúcar, por exemplo, contava com um limite de R$ 275 mil.


O governo unificou o limite de crédito de custeio para todas as culturas e atividades agrícolas em R$ 650 mil, conforme divulgação feita nesta terça-feira (31) por representantes dos ministérios da Agricultura e da Fazenda.
O novo teto passa a valer em 1º de julho, quando começa oficialmente no Brasil um novo ciclo de produção. Até agora, só contavam com essa quantia as culturas de frutas, milho e algodão ou para lavouras irrigadas de arroz, feijão, mandioca, soja, sorgo ou trigo. Para o feijão e o arroz de lavouras não irrigadas, por exemplo, o produtor tinha acesso a um crédito máximo de até R$ 500 mil com condições diferenciadas. A cana-de-açúcar contava com um limite de R$ 275 mil e as demais culturas, R$ 200 mil.
"Com a unificação tentamos tirar um pouco da concentração em algumas culturas", explicou o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt.

O detalhamento dessa nova linha, no entanto, será apresentado na divulgação do Plano de Safra 2011/2012. O anúncio ainda não foi marcado oficialmente, pois está em fase de acerto de agenda com o Palácio do Planalto. Segundo o novo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, a divulgação deverá ser feita no período de 10 a 17 de junho.

Outras linhas
O governo também ampliou de R$ 200 mil para R$ 300 mil o limite de financiamento de investimento ao amparo de recursos obrigatórios ao crédito rural. Decidiu ainda criar uma linha de crédito, no valor de R$ 750 mil, para a aquisição de reprodutores e matrizes bovinas e bubalinas.

Também consta desses ajustes para custeio, investimento e comercialização a criação de uma Linha Especial de Crédito (LEC) para a laranja. A LEC já existe para várias culturas, mas não enquadrava a produção de citros. O valor desta linha é de até R$ 30 milhões. O governo elevou ainda os parâmetros considerados no financiamento a cooperativas para pré-custeio ou para a aquisição de insumos e bens para fornecimento aos cooperados.

Classe média
Para a classe média rural, o governo optou por ampliar de R$ 500 mil para R$ 700 mil a renda bruta anual para o enquadramento no Pronamp. Nesse programa, o limite de crédito para custeio foi elevado de R$ 275 mil para R$ 400 mil e o de investimento, de R$ 200 mil para R$ 300 mil.

FONTE: G1

RS - Hoje é o último dia para vacinar contra a febre aftosa

Os produtores rurais têm até esta terça-feira (31) para vacinarem seus bovídeos jovens e adultos contra a febre aftosa, quando se encerra a primeira etapa da campanha de imunização do rebanho gaúcho. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) vem fiscalizando e, em alguns casos, aplicando a vacina. A agulha oficial é, principalmente, para o produtor enquadrado no Pronaf, com até 50 cabeças, e que recebe gratuitamente as doses do Governo do Estado.

Não haverá prorrogação da vacinação. A partir de amanhã, as aquisições de vacinas precisam ter autorização da Inspetoria Veterinária e Zootécnica (IVZ) que atende o município do criador. Os inadimplentes podem ser autuados e multados.

Embora já estejam sendo contabilizados os números da vacinação, apenas no dia 30 de junho a digitação estará terminada. “Somente então teremos o índice vacinal real”, asseverou Eraldo Marques, diretor do Departamento de Defesa Agropecuária.

Pela previsão dos técnicos, cerca de 90% do gado gaúcho está imunizado. A segunda etapa da vacina contra a febre aftosa ocorre durante o mês de novembro e se destina aos animais jovens, de até 24 meses de idade. Os bovídeos adultos não necessitam desse reforço.


Assessoria de Comunicação Social
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Em MS, confinamentos já recebem o gado para engorda

O manejo foi antecipado por causa da falta de chuva e do pasto seco. Como o preço da ração subiu, os criadores estão cautelosos.


A imagem típica do inverno já aparece nos campos de Mato Grosso do Sul. Há quase um mês sem chuva significativa, o verde das pastagens dá lugar a uma cobertura amarelada, sinal de que a oferta de alimento para o rebanho está bem menor.

O pasto já começa a sentir os efeitos, em alguns, o volume diminuiu e está secando. O gado teve de ser mandado para confinamento.

Fernando Flores, que além de pecuarista, gerencia um confinamento, está preocupado com o clima porque só restaram os animais mais leves, que também estão com os dias contados no pasto. Até julho, as 1.200 cabeças estarão confinadas.

O milho é a base da alimentação no confinamento. Do ano passado para cá, a saca do grão praticamente dobrou no mercado. Em 2010 chegou a ser vendida por menos de R$ 13, este ano, já é negociada por R$ 24. O diretor da Associação Nacional dos Confinadores em Mato Grosso do Sul diz que além da variação, a incerteza no mercado da carne pode atrapalhar novos investimentos. “O mercado hoje está bastante depressivo em termos de preço para o futuro. Ainda não temos as posições definidas, mas em pouco tempo o mercado deve começar a equacionar”, explica João Borges.

Fonte: Globo Rural

Boi: Mercado futuro fechou em queda para todos os vencimentos

Em um pregão ainda menos movimentado do que o da sexta passada, o mercado futuro fechou em queda para todos os vencimentos. Foram negociados 3.001 contratos, sendo 1.472 no mai11 e 1.414 no out11, com 32,19% de day trade e liquidação de 489 posições, sendo que no mai11 612 posições froam liquidadas. No mercado físico o dia também foi de poucos negócios e a mínima e máxima a prazo recuaram 1 real a R$ 99,28 (R$ 97,00 L) e R$ 100,31 (R$ 98,00 L). A mínima e máxima a vista ficaram estáveis a R$ 98,02 (R$ 95,76 L) e R$ 100,21 (R$ 97,90 L). O Indicador a vista cedeu R$ 0,17 a R$ 98,77 e o a prazo caiu R$ 0,50 a R$ 99,96, com prazo de pagamento de 34 dias. No atacado o traseiro subiu 0,35% a R$ 7,24/kg, o dianteiro recuou 1% a R$ 4,95/kg e a P.A. recuou 0,26% a R$ 4,79/kg. O Boi equivalente recuou 0,14% a R$ 90,38/@.

Clique nos links abaixo e confira as análises na íntegra:

Bovinocultura de Corte: Abate recua novamente e o percentual de fêmeas permanece alto

VACAS NO GANCHO: O abate de bovinos de Mato Grosso no mês de abril ficou em 353,4 mil cabeças, uma diminuição de 6,2% em relação ao mês de março, quando o número de animais era de 376,9 mil cabeças. Nesse período, o destaque ficou para o maior descarte de fêmeas pelos produtores, grande parte em razão da menor disponibilidade de alimentação devido ao impacto causado pela morte de pastagens no Estado. Diante desse aumento da oferta de vacas para o abate, os frigoríficos passaram a aumentar o preenchimento das escalas com fêmeas, fazendo com que a participação que era de 36,4% e 35,5% nos meses de março e abril de 2010 passasse para 51,9% e 51,4% nos respectivos meses de 2011. Desse modo, ao mesmo tempo em que se gerou essa maior oferta de fêmeas no mercado, observou-se uma ampliação no diferencial do preço pago entre a arroba da vaca e do boi gordo. Apesar de se tratar de uma estratégia focada no curto prazo pelos pecuaristas, acuados pela menor disponibilidade de pasto e aumento dos custos de arrendamento, esse descarte no longo prazo pode vir a regular a oferta futura de bezerros suavizando os impactos conhecidos pelo ciclo da pecuária de corte.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: Imea