quinta-feira, 9 de junho de 2011

Exportación ganado México a EEUU, estable en 2011-2012

Las exportaciones de ganado de México hacia Estados Unidos, que crecieron a inicios del año por una sequía que golpeó Texas, se mantendrán elevadas por los atractivos precios en ese país.


La exportación de ganado en pie a Estados Unidos se dispararon un 38 por ciento de enero a abril, comparado contra el mismo lapso del año pasado.

El Gobierno mexicano espera que la exportación de ganado en pie en el 2011/12 sea de entre 1.1 y 1.2 millones de cabezas, cantidad en línea con los 1.14 millones del ciclo actual, dijo a Reuters Hugo Fragoso, director general de salud animal de la Secretaría de Agricultura.

"Es muy probable que se comporte igual, porque la demanda es muy buena, el precio es muy bueno en los Estados Unidos, entonces esto atrae a los productores", dijo Fragoso en su oficina en la Ciudad de México.

Además los elevados precios de los granos están encareciendo la alimentación de los animales, lo que también impulsa las exportaciones, dijo el funcionario.

Los precios de la carne también se han elevado en México por los mayores costos de alimentación del ganado, pero es poco probable que suban más, explicó.

"El precio no puede subir más porque la gente dejaría de comprarlo", dijo.
FONTE: manzanilloxport.com

Núcleo abre ciclo de palestras de 2011

Na abertura do ciclo de palestras do Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé, que deverá ocorrer nos meses de junho e julho de 2011, o presidente Edison Paiva Junior anunciou a primeira. A conferência será na noite do dia 13 de junho, às 20h, no auditório do pavilhão de remates da Associação Rural de Bagé. O anfitrião será o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, Engenheiro Agrônomo e Doutor em Agroclimatologia, Gustavo Trentin, que na ocasião fará apresentação sob o título: Agroclimatologia Aplicada a Produção Pecuária. O presidente reforça o convite para o evento será aberto aos produtores e ao público interessado.
FONTE: www.

Sindicato pede Controle da saída de gado em pé de MS


Frear a saída de gado em pé de Mato Grosso do Sul e liberar a importação de gado dos países vizinhos (Paraguai e Bolívia) para abastecimento do consumo interno (Estado e União) e cumprimento dos contratos firmados pelos frigoríficos com o mercado externo, são medidas defendidas pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Campo Grande – Stiacgms para evitar o desabastecimento no período de entresafra que começa em julho.

E para concretizar essas sugestões, o presidente da entidade, Rinaldo de Souza Salomão esteve hoje pela manhã na Assembléia Legislativa e entregou ofício, em mãos, a todos os deputados da Casa. “É preciso que o poder legislativo estude o problema e acate as nossas sugestões para amenizar o impacto do período de entresafra na vida dos trabalhadores que correm risco de serem demitidos em massa dos frigoríficos”, justifica.

O sindicalista enviou semelhante ofício aos senadores e deputados federais da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional. “Pelas leis do Estado, não temos nenhum controle sobre a quantidade de gado que sai em pé do Estado para serem abatidos nos Estados vizinhos, principalmente São Paulo”, explica o sindicalista lembrando que o Estado perde muito com “nosso” gado que é abatido lá fora.

Outra sugestão dada aos parlamentares pelo sindicalista é de que para cada arroba de boi gordo que sai em pé de Mato Grosso do Sul, os vendedores tenham o mesmo compromisso com o Estado, em quantidade de arroba para ser abatido em MS.

“Acredito que nossos parlamentares podem criar leis que protejam o emprego dos trabalhadores sul-mato-grossenses e o consumo de carne a preços compatíveis com a renda das famílias assalariadas do Estado”, comentou Rinaldo Salomão que espera uma posição dos parlamentares da Assembléia Legislativa e da bancada de MS na Câmara Federal e no Senado.
FONTE: MS NOTICIAS

Exportação de gado em pé cai em 2011

Em maio de 2011 as exportações brasileiras de gado em pé registraram o menor volume do ano, com 21,3 mil animais embarcados

Em maio de 2011 as exportações brasileiras de gado em pé registraram o menor volume do ano, com 21,3 mil animais embarcados, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No mesmo mês de 2010 o país exportou 48,8 mil bovinos vivos, 129% mais.

Considerando somente os dois últimos meses, a queda chegou a quase 8 mil cabeças.

O faturamento obtido, US$211,2 milhões, só é maior que o apresentado em fevereiro de 2009.

O destino dos animais foi o Líbano, 7,5 mil cabeças, e a Venezuela 13,7 mil.

Esses bovinos partiram do Rio Grande do Sul, 1,9 mil animais, e do Pará, 19,4 mil, principal Estado exportador brasileiro.

O real valorizado e a arroba do boi gordo em patamares elevados, comparado a anos anteriores, reduz a competitividade do produto nacional no mercado internacional.

Para se ter uma ideia, entre janeiro e maio do ao passado a quantidade de bovinos vivos exportados foi 246,3 mil cabeças, enquanto em 2011 o volume está em 156,7 mil.

FONTE:

Sebrae reúne gestores de projetos da cadeia da carne de seis estados

Nesta terça-feira, 7 de junho, das 8h às 18h, acontece em Campo Grande um encontro de trabalho entre gestores do Sebrae de Mato Grosso do Sul, Alagoas, Rio de Janeiro, Tocantins, Paraíba e Rio Grande do Sul responsáveis pelos projetos da cadeia produtiva da carne em seus estados.

A reunião será conduzida pelo gestor da carteira de projetos do setor, Helbert Danilo Freitas de Sá, do Sebrae Nacional, e terá a presença de representantes de entidades que atuam no segmento da bovinocultura. De acordo com o gerente de agronegócio do Sebrae/MS, Marcus Rodrigo de Faria, “o intuito é discutir ações dos projetos da carne em cada Estado, evidenciando pontos positivos, gargalos e receber informações de trabalhos estratégicos conduzidos pela Embrapa e o MAPA”, diz.

Entre os assuntos apresentados, estarão o projeto da Pecuária Orgânica do Pantanal, realizado pelo Sebrae em parceria com a ABPO - Associação Brasileira dos Produtores Orgânicos; o Programa Boas Práticas Agropecuárias (BPA) – Bovinos de Corte, da Embrapa, a Agenda Estratégica da Camara Setorial do MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o Programa Nacional de Carne Suína, da Associação Brasileira de Suinocultores. A reunião acontece no Sebrae, que fica à Avenida Mato Grosso, 1661, centro.
FONTE: MS AQUI

terça-feira, 7 de junho de 2011

PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 06.06.2011

BOI: R$ 6,50 a R$ 6,60
VACA: R$ 6,10 a R$ 6,30

PRAZO: 30 DIAS

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br/

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO

EM 06.06.2011
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,90

PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO


EM 06.06.2011
REGIÃO DE PELOTAS

TERNEIROS R$ 3,40 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,80 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 3,00 A R$ 3,15
NOVILHAS R$ 2,80 A R$ 3,00
BOI MAGRO R$ 2,90 A R$ 3,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,40 A R$ 2,50

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

E NÓS TEMOS QUE FINGIR QUE ACREDITAMOS! TENTE COMPRAR VACINA CONTRA BRUCELOSE AQUI NO SUL DO RS !!!!

Laboratórios veterinários já comercializaram 6 milhões de doses de vacina contra brucelose em 2011
Os laboratórios veterinários brasileiros comercializaram cerca de 6 milhões de doses de vacina contra brucelose entre janeiro e abril’2011 (para consumo até o final de maio) e mantêm cerca de 300 mil doses em estoques, atendendo à demanda prevista pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o período. Em 2010, a indústria colocou no mercado 19,3 milhões de doses, também suficientes para atender às necessidades previstas pelo MAPA para o Plano Nacional de Controle de Erradicação da Brucelose e da Tuberculose, que introduziu a vacinação obrigatória contra a brucelose bovina e bubalina em todo território nacional.

Por conta dessa disponibilidade, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), entidade que reúne os laboratórios fabricantes de vacinas contra brucelose, descarta a escassez do produto em 2011. “O Sindan trabalha com transparência e credibilidade, fornecendo todas as informações necessárias ao MAPA. As faltas eventuais se houver, não se devem à falta de vacina, mas a problemas isolados com os pontos comerciais”, ressalta Emilio Salani, diretor de operações do Sindan.

Salani informa que o ciclo de fabricação da vacina contra brucelose gira em torno de seis meses. Esse período envolve a produção, os controles internos, a coleta do MAPA para os testes, os próprios testes oficiais e a liberação dos lotes. “A demanda prevista pelo MAPA é muito importante para a indústria se preparar para a fabricação da vacina em quantidade suficiente para suprimento do mercado”, ressalta o diretor.

Zoonose de grande importância econômica, a brucelose é transmitida pelo trato gastrintestinal, pele e mucosas. Em alguns animais, como no bovino, a bactéria Brucella prolifera no útero e nas glândulas mamárias. Na fêmea prenha, provoca aborto nos estágios finais da gestação, afetando severamente a taxa de fertilidade e causando drástica redução da produção leiteira. Muitos animais aparentemente se recuperam espontaneamente da infecção, mas continuam eliminando bactérias na urina, secreção vaginal e no leite, podendo permanecer assim durante toda a vida, sendo importante fonte de infecção.

“A vacinação das fêmeas entre 3 e 8 meses de idade deve ser prática rotineira e é o melhor e mais econômico método de prevenção da brucelose. Basta uma dose nessa faixa etária para proteger as vacas durante toda a vida, evitando problemas reprodutivos e financeiros”, ressalta Emilio Salani.


FONTE:Nadia Andrade
Texto Assessoria de Comunicações

COTAÇÕES

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 06/06/2011
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 03/06/2011 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,60R$ 6,53
KG VivoR$ 3,30R$ 3,27
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 6,20R$ 6,15
KG VivoR$ 2,95R$ 2,92
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

COTAÇÕES


FONTE: CORREIO DO POVO

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Brasil X Rússia

O governo e o setor privado brasileiros vão ter que decidir entre o imediato e o longo prazo na recente disputa com a Rússia: resolver logo o embargo russo às carnes de 85 estabelecimentos exportadores de três Estados do país ou suportar a dificuldade do momento e garantir um melhor acesso de maneira permanente na Rússia.

Em negociações bilaterais, que duraram quase toda a semana passada em Genebra, ficou claro que, quanto mais o Brasil apertar Moscou por concessões no âmbito da entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC), mais os russos vão apertar em questões de sanidade para alavancar sua posição.

As autoridades em Brasília foram advertidas por especialistas de que não seria possível ganhar nos dois tabuleiros, tanto na acessão na OMC como na obtenção de resultados satisfatórios na área sanitária quando Moscou está na defensiva. Os russos têm pressa em finalizar a demorada negociação porque querem entrar no OMC até o fim do ano, durante a Conferência Ministerial do órgão.

O Valor apurou que nas negociações em Genebra, a cota total que a Rússia oferece para a carne suína é de 472 mil toneladas, mas 60% já foram dadas aos EUA e à União Europeia, sobrando muito pouco para o Brasil, que está na categoria "outros". O pior problema está na cota global para carne de frango, que os russos querem fixar em pouco mais de 250 mil toneladas, menos da metade de dois anos atrás. Para carne bovina, a cota total é de em 530 mil toneladas.

Desde o começo das discussões, os russos alertaram os brasileiros sobre problemas na inspeção sanitária nas carnes exportadas para seu mercado, pavimentando o terreno para a retaliação.

Na quinta-feira, quando o embargo a 85 unidades frigoríficas de Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso já tinha sido anunciado, foi a vez de a delegação brasileira dar um aviso aos russos: se com o embargo esperavam forçar um resultado rápido na OMC, trilhavam o caminho errado. Ao mesmo tempo, porém, em Brasília surgiam acusações de "corpo mole" por parte dos negociadores para fechar um acordo com os russos.

Só que está em jogo o acesso futuro para os produtos no mercado russo. Se o Brasil aceitar agora um acordo de cotas na OMC nas condições oferecidas pelo governo Putin, para Moscou levantar logo o novo embargo às carnes, o acesso ficará limitado de maneira permanente no mercado russo.

Nas negociações em Genebra ficou claro que Moscou está numa situação complicada porque se comprometeu com a maior parte das cotas de carnes para os EUA e a UE, enquanto o Brasil se queixa em relação aos volumes que restaram a seus exportadores. Numa situação inusitada, representantes russos chegaram a sugerir que o Brasil procurasse os EUA para negociar um pedaço maior das cotas. A resposta foi de que quem tem de fazer isso são, evidentemente, os russos.

No caso de suínos, o Brasil tem perdido terreno por causa da discriminação feita pelos russos em favor dos produtores americanos e europeus. A fatia brasileira caiu de 58% para 39,6% das importações russas entre 2002-2009.

Na mesa de negociações para a entrada na OMC, os russos voltaram a fixar cota de 472 mil toneladas para carne suína. Em dezembro, tinham reduzido o volume para 250 mil toneladas. Mas o novo volume só dura até dezembro de 2014 e garante 202 mil toneladas para os americanos e 80 mil para os europeus. Sobram 40% para os outros fornecedores, incluindo o Brasil. A tarifa intracota seria de 15% e a extra-cota, de 75%.

A partir de janeiro de 2015, a cota diminui para pouco mais de 300 mil toneladas, sendo 180 mil para os EUA e a UE. Essa redução seria compensada por alíquota extra cota menor, de 60%. Em 2020, acabaria o sistema de cotas e a tarifa consolidada final para importação de carne suína seria de 20%. No caso do frango, antes havia cota de 700 mil toneladas quase toda destinada aos Estados Unidos. Depois de brigar com Washington, a Rússia propôs cota de pouco mais de 250 mil toneladas, mas com espaço também para outros exportadores. Quanto à carne bovina, o montante acenado por Moscou era de 530 mil toneladas. Nos últimos anos, o Brasil forneceu metade do total comprado pela Rússia.

O setor privado brasileiro e o Ministério da Agricultura sempre pediram para a diplomacia ser dura na negociação. Mas quem conhece o assunto sabe que não dá para ganhar nos dois cenários ao mesmo tempo, diante da defensiva russa. Hoje, representantes de produtores de carnes e do governo brasileiro discutem o tema.

FONTE: Valor Econômico

Estarei lá!!!Começa nesta terça-feira o Congresso Internacional da Carne


Inicia amanhã (07.06) o Congresso Internacional da Carne 2011. Realizado pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e International Meat Secretariat (IMS), o evento acontecerá no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, e terá 23 palestrantes de nove países diferentes (Brasil, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos, Paraguai e Uruguai).

A programação vai até quinta-feira (09.06) e abrange diversos assuntos de interesse para profissionais, empresários e estudantes da cadeia da carne. Com o tema “Carne de Qualidade Para Todos os Povos”, haverá palestras e painéis sobre as relações de mercado, barreiras sanitárias e tarifárias, nutrição animal e humana, sustentabilidade na produção pecuária e casos de sucesso com marketing da carne no mundo.

Também será dado destaque aos países vizinhos sul-americanos, com palestras sobre a pecuária no Paraguai, a criação de ovinos no Uruguai e o cooperativismo na indústria Colombiana. Os palestrantes do Congresso foram agrupados por tema e após as apresentações haverá mesas de discussão com espaço para as perguntas do público. O evento conta ainda com a presença da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Senadora Kátia Abreu, e o Ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

Nos intervalos das palestras, o público terá a oportunidade conhecer melhor os cortes de carne e como aproveitá-los melhor. O especialista Marcelo Bolinha, irá apresentar a Vitrine da Carne para mostrar na prática a qualidade da carne brasileira. Como atividade paralela, a Embrapa Gado de Corte oferece, no dia 7, uma visita técnica à empresa onde os visitantes poderão conferir a tecnologia pesquisada e empregada na pecuária do País.

No Brasil, o evento conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural – FUNAR e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS – Senar/MS, do Fórum Permanente da Pecuária de Corte da CNA, do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e Convention Visitors Bureau, e é patrocinado por John Deere, Marfrig, Seara, AllFlex, JBS, Safe Trace, Valefert, Serrana Nutrição Animal, Fecomércio, Sindan, Sebrae, Fiems e Banco do Brasil.

Autor: Sato Comunicação

Desafio: não vamos mais falar de UA/ha

Participei na última semana de maio de um evento em Goiânia realizado pela Exagro para apresentar os dados do benchmarking 2010 de seus clientes. É um levantamento de dados de cada uma das fazendas dentro de um sistema de comparação e ranqueamento. Desde a primeira vez que conheci esse sistema, fiquei muito animado com o potencial de mudança e avanço para a pecuária de corte brasileira.

Falei, lá no início de 2010, ao pessoal da Exagro: esse método de comparação vai mudar como as conversas acontecem. Vai mudar como vocês conversam com os clientes, como os clientes conversam entre si, como os clientes recomendam vocês, como vocês divulgam e atraem novos clientes e até como vocês conversam internamente sobre a empresa, equipe e clientes. E o que vi há duas semanas reforçou essa minha percepção.

O benchmarking (sistema de comparação, usando parâmetros iguais em cada fazenda) é uma maneira de tornar vísivel, fácil de ver, perceber e analisar o que não é tão fácil de ver. É muito fácil saber qual o preço do boi, do bezerro hoje. É muito fácil saber quanto choveu esse mês, esse ano. É relativamente fácil saber quantas UA/ha temos em determinada fazenda.

Mas é muito mais difícil saber qual a receita líquida (RL) por ha. E isso é o mais importante. Pouco importa qual a lotação da sua fazenda, se você não tem uma receita líquida alta. O desafio do benchmarking é mudar a conversa, mudar o discurso, de quem fala do tempo, do preço e da lotação, mas não fala do mais importante: a receita líquida por ha. Na apresentação dos resultados se falou muito mais de receita líquida do que de qualquer outro indicador.

Veja no gráfico abaixo, que inclui todas as fazendas clientes da empresa, que entraram na avaliação. Não há correlação nenhuma entre receita líquida (lucro) e preço de venda do gado.



Ou seja, uma fazenda que está numa região de preços mais altos não tem maior receita líquida do que outra que está numa região de preços da @ mais baixos. Porque isso ocorre? Primeiro, porque há outros fatores mais determinantes na receita líquida, como eficiência produtiva e comercial. Se você vende seu boi gordo barato, mas é muito eficiente em comprar um bezerro e engordá-lo, isso pouco importa na rentabilidade final do seu negócio.

O mesmo ocorre por regiões. Na tabela abaixo, a receita líquida média das regiões é muito parecida. Minha conclusão: para sua fazenda ser lucrativa (alta receita líquida) o mais importante é você produzir bem, de forma eficiente e comprar e vender seus animais numa mesma faixa de preços (ou seja, se tem preço de venda baixo, tem que pagar barato na compra também).



Ficou claro, ao ver os resultados das melhores fazendas, que a excelência não era apenas técnica, mas também comercial. Os melhores resultados de RL são de fazendas que são eficientes na produção e competentes na compra e venda de animais.

E vão além disso: a decisão do momento de comprar e vender animais é inter-relacionada com a parte técnica e comercial. Não adianta esperar mais alguns dias/semanas para vender o gado, visando uma valorização do preço, se a fazenda não vai suportar essa carga animal. O mesmo é verdade na compra. Impressionante como essas melhores fazendas orquestram com maestria o lado técnico e comercial.

Outro ponto mais interessante é que as fazendas mais produtivas (@/ha ano) não foram as mais lucrativas. Mais importante do que se maximizar a produção por ha, é maximizar a receita líquida. Interessante notar inclusive que a correlação entre arrobas produzidas por animal com receita líquida por ha foi um pouco maior do que a correlação de arrobas produzidas por ha com receita líquida por ha.

Analisando todos esses números, gostaria de se estimular um desafio para a pecuária de corte. Que não mais falássemos de carga animal medida em UA/ha, que apenas mede estoque e não mede produção. Será muito mais produtivo se falarmos em arrobas produzidas por ha. Faz muito mais sentido se nosso plano não é ter um grande rebanho, mas uma grande produção.

E o passo além, é falar de RL por ha, e não mais produção. A Fazenda Nova Zelândia, campeã em RL em 2010 entre os clientes da Exagro, não é a que mais produz por ha, mas que é mais eficiente em transformar custeio em produção. Tem um baixo custeio e uma alta produção. Não faz muito com muito. Faz muito com pouco. É muito produtiva, com baixo custo. Um exemplo para analisarmos, estudarmos e entendermos.

Veja a tabela abaixo. A fazenda tem uma produção de arrobas por ha acima da média, com um custeio muito abaixo da média (quase a metade).



A pecuária lucrativa passa por entendermos o que é mais importante e focarmos nisso, deixando de dar atenção a outras métricas, que talvez sejam mais fáceis de medir, mas são pouco importantes para o resultado final. Para se chegar a uma elevada receita líquida precisamos medir e aprimorar a produção de @ por ha e por animal, sem aumentar muito o custeio. A fazenda Nova Zelândia, é um exemplo, que não precisamos copiar, mas precisamos entender, analisar e usar como inspiração.
FONTE: BEEFPOINT

domingo, 5 de junho de 2011

CONGRESSO INTERNACIONAL DA CARNE 2011


Nesta semana, estaremos presente no Congresso Internacional da Carne, que acontece nos dias 08 e 09 de junho Ao longo dos próximos dias, apresentaremos todas as novidades e tendências com relação a cadeia da carne. AGUARDE!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Um belo empreendimento ! Boas idéias devem ser divulgadas.

Confinamento Pasturas

CAPACIDADE DE ANIMAIS

O Confinamento Pasturas Agronegócios tem capacidade para confinar até 5.060 animais.

PLANOS DE CONFINAMENTO
VANTAGENS E BENEFÍCIOS

Atuamos de forma eficiente na engorda de bovinos para propiciar ao investidor a terminação dos

animais no período de entressafra.

LOCALIZAÇÃO

Marque uma visita ao Confinamento. Ligue para (17) 3305-1767.

Frigorífico Silva suspende contratações de 150 novos funcionários devido a embargo da Rússia

Com o embargo da Rússia à carne brasileira, o Frigorífico Silva, de Santa Maria, foi obrigado a suspender a contratação de 150 novos funcionários, que estava prevista para ocorrer em breve, conforme o blog havia divulgado poucas semanas atrás.
O Frigorífico Silva foi afetado diretamente pelo embargo porque o abatedouro exporta 30% de sua produção, sendo que a carne vendida para a Rússia corresponde a 85% das exportações do abatedouro. Além de suspender as novas contratações, o frigorífico anunciou que reduzirá de 500 para 400 o número de abates diários a partir da semana que vem.
Em Júlio de Castilhos, a Abatedouro Castilhense também pode ser afetado. É que, em breve, o Castilhense deve passar por uma vistoria para poder voltar a exportar carne suína. Se o embargo persistir por muito tempo, o abatedouro não conseguirá vender carne para a Rússia, que é um potencial comprador.
O governo brasileiro está se mobilizando e, na próxima segunda-feira, dia 6, tentará reverter o embargo russo.
FONTE: BLOG A VAREJO

México - Contrae exportación de ganado al bajar precio EU


Acopiadores de ganado en Estados Unidos bajaron en 10 centavos el precio por libra de novillo macho en pie, lo que propició entre productores de la región una contracción en las exportaciones.

El ofrecimiento de 1.50 dólares la libra bajó hasta 1.40 y según Héctor Barberena Aguirre, presidente de la Asociación Ganadera Local, habría influido en dejar de exportar aproximadamente mil cabezas mensuales.

“Todavía en el mes de Mayo, cuando se pagaba a 1.50 dólares la libra de ganado macho en pie, eran exportados a Estados Unidos alrededor de seis mil novillos, hoy estaremos enviando cinco mil”, expresó.

Sin embargo aseguró que el ofrecimiento de compra de mercado norteamericano sigue siendo bueno, aunque ya no se reflejaría como hasta hace dos meses, debido a la caída en el precio.

Este fenómeno de alta importación comenzó a observarse desde el año pasado, luego de ser diezmados los campos del estado de Texas y gran parte de Estados Unidos a causa de las fuertes heladas.

FONTE: PRIMEIRA HORA

RUSSIA - Escola para caubóis

Iniciativa pode reduzir dependência do país, que importou aproximadamente US$ 1 bilhão só em carne brasileira no ano passado

Por Peter Van Dyk, especial para a Gazeta Russa

Meia dúzia de caubóis se senta ao redor de uma mesa comprida em um alojamento recém-construído, à espera do almoço.Eles passaram a manhã inteira na rotina de sempre – o rebanho de 1,5 mil bovinos está dando cria e este tem sido um mês cheio.

Mas, ao chegar a comida, lembram que não estão em casa, ou seja, em Montana, nos Estados Unidos.“Não temos constrangimento em dizer isso. Comemos carne, muita carne”, diz Darrell Stevenson, fazendeiro norte-americano que se associou a dois empresários russos para criar o Rancho Stevenson-Sputnik, na região de Voronej, no sul da Rússia.

“Uma das mais difíceis etapas de adaptação para esses caubóis tem sido a mudança de dieta”, completa.O almoço é uma sopa, espaguete e empada de carne.

Diante desses homens, os pratos parecem pequenos. Todos os caubóis norte-americanos emagreceram, mas eles não estão ali de férias. “É tudo diferente, desde a comida até a cultura e a estrutura local. Só o clima é o mesmo”, diz Dan Conn, caubói que já concluiu o primeiro dos dois meses que ficará no rancho.O tempo pode ser o mesmo de Montana, mas a terra é muito diferente. “Alguns dos solos mais férteis do mundo estão nessa região. Isso não existe no lugar de onde eu venho”, diz Stevenson.

O gado angus importado custou aproximadamente US$ 7 milhões e o investimento total no rancho gira em torno de US$ 19 milhões, dos quais quase US$ 15 milhões foram subsidiados pelo governo por meio de empréstimo do Sberbank, o maior banco de varejo da Rússia.“O que a Rússia precisa é de gado vivo e, em relação a isso, eles estão pensando muito a frente e estão bastante empenhados”, diz Stevenson. O país importa regularmente de 40 mil a 50 mil bovinos vivos por ano, segundo os EUA.Só durante o ano de 2011, o país importou mais de US$ 1 bilhão do Brasil, ou quase 300 mil toneladas do produto.

O governo quer reduzir esse número, e a Doutrina de Segurança Alimentar assinada pelo presidente Dmítri Medevdev há um ano define que a Rússia produza domesticamente 85% da carne consumida até 2020.Um dos sócios russos da empreitada, Serguei Gontcharov afirma que reduzir as importações é tão importante para o governo que os subsídios cobrem um de cada quatro dólares injetados no projeto.“Em um gado como o nosso, uma vaca custa de US$ 3 mil a US$ 4 mil, e os touros, de US$ 6 mil a US$ 8 mil”, diz Gontcharov. Parte do valor está relacionado aos custos do transporte, que foi feito por avião ou navio a partir da Europa, da Austrália ou da América. “A esses preços, podemos facilmente pagar o banco e até mesmo lucrar [com a venda]”, completa.

Sputnik, a empresa de Gontcharov nos entornos de São Petersburgo, já está envolvida no processo de transferência de embriões de gado e fertilização in vitro. “Queriam o melhor da tecnologia e dos recursos, mas o que eles precisavam mesmo era de gestão, talvez até mais do que o gado vivo em si”, diz Stevenson.

A fazenda tem três veterinários qualificados, mas alguns dos camponeses nunca trabalharam com gado antes. Depois de um mês no serviço, entretanto, o russo Leonid já se apresenta como caubói.“É a primeira vez que faço esse trabalho. Quando as vacas começam a dar cria, nós as trazemos para dentro e tomamos conta delas. Se os bezerros adoecem, nós os aquecemos”, conta entusiasmado.

O chefe dos veterinários, Aleksandr Narítsin, admite que teria sido impossível tomar conta do rebanho sem a ajuda estrangeira.No início de dezembro não havia praticamente nada na região. Agora, mais de 900 bezerros já nasceram na fazenda.

“Agradecemos imensamente aos norte-americanos. Se não fossem eles, nós estaríamos correndo atrás de uma única vaca o dia todo – eles conseguem trazê-las de volta em 10 minutos”, diz Narítsin.Quando o gado chegou de Chicago ao aeroporto Cheremétivo, nos arredores da capital, os funcionários do local não foram tão ágeis.

Stevenson recorda que uma vaca escapou na transferência do Boeing 747 para o caminhão que as levaria ao rancho. O aeroporto ficou fechado para pousos por quase uma hora, até que a fugitiva foi encurralada e levada para dentro do transporte.Ensinar os colegas russos a cuidar do rebanho foi a parte mais difícil do trabalho para os caubóis. “Quando a oportunidade surgiu, apareceram dois ou três deles sobre seus cavalos em apenas alguns minutos. Tivemos que mostrar a eles como colocar sela em um cavalo – acho que nenhum deles tinha montado realmente antes. Um deles caiu de cabeça no segundo dia”, conta Stevenson.

Para o caubói Dan Conn, nem todo trabalhador rural tem o que é preciso para realizar o trabalho. “Nós somos rancheiros de nascença, pecuaristas, e ensinar alguém que é relativamente novo no ramo, que nunca teve ao seu redor mais que uma vaca leiteira ou alguns porcos e ovelhas, é um grande desafio”, diz.Já Stevenson vê o empreendimento como uma oportunidade de colaborar para o progresso local, além de uma importante troca de cultura.“É uma porção do mundo que tem muitos recursos naturais e que é plenamente capaz de fazer isso”, acredita.

Este artigo foi escrito por Peter Van Dyk , especialmente para a edição da Gazeta Russa, que circulou com o jornal Folha de São Paulo na segunda-feira, 30 de maio de 2011.

CARNES: ESTADO NUTRICIONAL DO GADO GAÚCHO É NORMAL

Nas regiões do Rio Grande do Sul onde a pecuária de corte é uma atividade econômica importante para a configuração da matriz produtiva regional, nesta estação do ano, devido à menor luminosidade e queda nas temperaturas, o desenvolvimento do campo nativo é lento, apresentando forrageiras com baixo valor nutricional. Isso reduz a produtividade do rebanho. A engorda e manutenção dos animais estão sendo retomadas com o suprimento de pastagens cultivadas, especialmente as gramíneas anuais como aveia e azevém. Na região de Bagé, em virtude do menor volume de chuvas no período, o desenvolvimento vegetativo das pastagens de inverno recentemente implantadas foi retardado. De maneira geral, o estado nutricional sanitário do rebanho de bovinos de corte do Estado é normal, considerando esta época do ano. Em alguns municípios, apesar da proximidade do inverno, ainda ocorre a incidência de carrapatos, moscas do chifre e casos esporádicos de tristeza parasitária, com baixa taxa de mortalidade. Permanece a campanha de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. O preço do gado gordo apresentou um leve aumento durante a semana. Após a realização das tradicionais feiras de terneiros, quando o preço máximo alcançou R$ 4,50/Kg/Vivo. No entanto, os preços praticados em algumas propriedades na região de Porto Alegre oscilou entre R$ 3,60 a R$ 3,80/Kg/Vivo para esta categoria animal. Por ocasião da realização do toque nas vacas para identificar o índice de prenhez e projetar a taxa de desfrute do rebanho, em algumas propriedades na região de Bagé, está se constatando a redução de até 50% na natalidade de terneiros na primavera, devido aos efeitos da estiagem prolongada ocorrida naquela região. Por outro lado, na região Sul do Estado, os diagnósticos de gestação em bovinos têm dado bons índices nas vacas solteiras e vaquilhonas, (80 a 90%), sendo baixos os índices das vacas com terneiro ao pé (30 a 40%). Estes últimos ventres estão com estado corporal abaixo do ideal para a época do ano. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater (RS). Preços pagos aos pecuaristas na Região Sul: Boi gordo: R$ 3,00 a R$ 3,40/kg vivo, com 30 dias de prazo Vaca gorda: R$ 2,70 a R$ 3,00/kg vivo, com 30 dias de prazo. Terneiro vivo: R$ 450,00 (Rio Grande) (CBL)
FONTE: EMATER