quinta-feira, 9 de junho de 2011
Exportación ganado México a EEUU, estable en 2011-2012
Núcleo abre ciclo de palestras de 2011
Sindicato pede Controle da saída de gado em pé de MS
Frear a saída de gado em pé de Mato Grosso do Sul e liberar a importação de gado dos países vizinhos (Paraguai e Bolívia) para abastecimento do consumo interno (Estado e União) e cumprimento dos contratos firmados pelos frigoríficos com o mercado externo, são medidas defendidas pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Campo Grande – Stiacgms para evitar o desabastecimento no período de entresafra que começa em julho.
E para concretizar essas sugestões, o presidente da entidade, Rinaldo de Souza Salomão esteve hoje pela manhã na Assembléia Legislativa e entregou ofício, em mãos, a todos os deputados da Casa. “É preciso que o poder legislativo estude o problema e acate as nossas sugestões para amenizar o impacto do período de entresafra na vida dos trabalhadores que correm risco de serem demitidos em massa dos frigoríficos”, justifica.
O sindicalista enviou semelhante ofício aos senadores e deputados federais da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional. “Pelas leis do Estado, não temos nenhum controle sobre a quantidade de gado que sai em pé do Estado para serem abatidos nos Estados vizinhos, principalmente São Paulo”, explica o sindicalista lembrando que o Estado perde muito com “nosso” gado que é abatido lá fora.
Outra sugestão dada aos parlamentares pelo sindicalista é de que para cada arroba de boi gordo que sai em pé de Mato Grosso do Sul, os vendedores tenham o mesmo compromisso com o Estado, em quantidade de arroba para ser abatido em MS.
“Acredito que nossos parlamentares podem criar leis que protejam o emprego dos trabalhadores sul-mato-grossenses e o consumo de carne a preços compatíveis com a renda das famílias assalariadas do Estado”, comentou Rinaldo Salomão que espera uma posição dos parlamentares da Assembléia Legislativa e da bancada de MS na Câmara Federal e no Senado.
Exportação de gado em pé cai em 2011
Sebrae reúne gestores de projetos da cadeia da carne de seis estados
terça-feira, 7 de junho de 2011
PREÇOS DE BOI GORDO E VACA GORDA PARA CARNE A RENDIMENTO
REGIÃO DE PELOTAS*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 06.06.2011
BOI: R$ 6,50 a R$ 6,60
VACA: R$ 6,10 a R$ 6,30
PRAZO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.
PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO/KG VIVO
REGIÃO DE PELOTAS
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 3,15 A R$ 3,30
VACA GORDA: R$ 2,70 A R$ 2,90
PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO
EM 06.06.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 3,40 A R$ 3,50
TERNEIRAS R$ 2,80 A R$ 3,00
NOVILHOS R$ 3,00 A R$ 3,15
BOI MAGRO R$ 2,90 A R$ 3,00
VACA DE INVERNAR R$ 2,40 A R$ 2,50
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
E NÓS TEMOS QUE FINGIR QUE ACREDITAMOS! TENTE COMPRAR VACINA CONTRA BRUCELOSE AQUI NO SUL DO RS !!!!
COTAÇÕES
PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 06/06/2011 INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 03/06/2011 - PRAÇA RS Ver todas cotações Ver gráfico
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COTAÇÕES
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Brasil X Rússia
O governo e o setor privado brasileiros vão ter que decidir entre o imediato e o longo prazo na recente disputa com a Rússia: resolver logo o embargo russo às carnes de 85 estabelecimentos exportadores de três Estados do país ou suportar a dificuldade do momento e garantir um melhor acesso de maneira permanente na Rússia.
Em negociações bilaterais, que duraram quase toda a semana passada em Genebra, ficou claro que, quanto mais o Brasil apertar Moscou por concessões no âmbito da entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC), mais os russos vão apertar em questões de sanidade para alavancar sua posição.
As autoridades em Brasília foram advertidas por especialistas de que não seria possível ganhar nos dois tabuleiros, tanto na acessão na OMC como na obtenção de resultados satisfatórios na área sanitária quando Moscou está na defensiva. Os russos têm pressa em finalizar a demorada negociação porque querem entrar no OMC até o fim do ano, durante a Conferência Ministerial do órgão.
O Valor apurou que nas negociações em Genebra, a cota total que a Rússia oferece para a carne suína é de 472 mil toneladas, mas 60% já foram dadas aos EUA e à União Europeia, sobrando muito pouco para o Brasil, que está na categoria "outros". O pior problema está na cota global para carne de frango, que os russos querem fixar em pouco mais de 250 mil toneladas, menos da metade de dois anos atrás. Para carne bovina, a cota total é de em 530 mil toneladas.
Desde o começo das discussões, os russos alertaram os brasileiros sobre problemas na inspeção sanitária nas carnes exportadas para seu mercado, pavimentando o terreno para a retaliação.
Na quinta-feira, quando o embargo a 85 unidades frigoríficas de Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso já tinha sido anunciado, foi a vez de a delegação brasileira dar um aviso aos russos: se com o embargo esperavam forçar um resultado rápido na OMC, trilhavam o caminho errado. Ao mesmo tempo, porém, em Brasília surgiam acusações de "corpo mole" por parte dos negociadores para fechar um acordo com os russos.
Só que está em jogo o acesso futuro para os produtos no mercado russo. Se o Brasil aceitar agora um acordo de cotas na OMC nas condições oferecidas pelo governo Putin, para Moscou levantar logo o novo embargo às carnes, o acesso ficará limitado de maneira permanente no mercado russo.
Nas negociações em Genebra ficou claro que Moscou está numa situação complicada porque se comprometeu com a maior parte das cotas de carnes para os EUA e a UE, enquanto o Brasil se queixa em relação aos volumes que restaram a seus exportadores. Numa situação inusitada, representantes russos chegaram a sugerir que o Brasil procurasse os EUA para negociar um pedaço maior das cotas. A resposta foi de que quem tem de fazer isso são, evidentemente, os russos.
No caso de suínos, o Brasil tem perdido terreno por causa da discriminação feita pelos russos em favor dos produtores americanos e europeus. A fatia brasileira caiu de 58% para 39,6% das importações russas entre 2002-2009.
Na mesa de negociações para a entrada na OMC, os russos voltaram a fixar cota de 472 mil toneladas para carne suína. Em dezembro, tinham reduzido o volume para 250 mil toneladas. Mas o novo volume só dura até dezembro de 2014 e garante 202 mil toneladas para os americanos e 80 mil para os europeus. Sobram 40% para os outros fornecedores, incluindo o Brasil. A tarifa intracota seria de 15% e a extra-cota, de 75%.
A partir de janeiro de 2015, a cota diminui para pouco mais de 300 mil toneladas, sendo 180 mil para os EUA e a UE. Essa redução seria compensada por alíquota extra cota menor, de 60%. Em 2020, acabaria o sistema de cotas e a tarifa consolidada final para importação de carne suína seria de 20%. No caso do frango, antes havia cota de 700 mil toneladas quase toda destinada aos Estados Unidos. Depois de brigar com Washington, a Rússia propôs cota de pouco mais de 250 mil toneladas, mas com espaço também para outros exportadores. Quanto à carne bovina, o montante acenado por Moscou era de 530 mil toneladas. Nos últimos anos, o Brasil forneceu metade do total comprado pela Rússia.
O setor privado brasileiro e o Ministério da Agricultura sempre pediram para a diplomacia ser dura na negociação. Mas quem conhece o assunto sabe que não dá para ganhar nos dois cenários ao mesmo tempo, diante da defensiva russa. Hoje, representantes de produtores de carnes e do governo brasileiro discutem o tema.
FONTE: Valor EconômicoEstarei lá!!!Começa nesta terça-feira o Congresso Internacional da Carne
Inicia amanhã (07.06) o Congresso Internacional da Carne 2011. Realizado pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e International Meat Secretariat (IMS), o evento acontecerá no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, e terá 23 palestrantes de nove países diferentes (Brasil, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos, Paraguai e Uruguai). A programação vai até quinta-feira (09.06) e abrange diversos assuntos de interesse para profissionais, empresários e estudantes da cadeia da carne. Com o tema “Carne de Qualidade Para Todos os Povos”, haverá palestras e painéis sobre as relações de mercado, barreiras sanitárias e tarifárias, nutrição animal e humana, sustentabilidade na produção pecuária e casos de sucesso com marketing da carne no mundo. Também será dado destaque aos países vizinhos sul-americanos, com palestras sobre a pecuária no Paraguai, a criação de ovinos no Uruguai e o cooperativismo na indústria Colombiana. Os palestrantes do Congresso foram agrupados por tema e após as apresentações haverá mesas de discussão com espaço para as perguntas do público. O evento conta ainda com a presença da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Senadora Kátia Abreu, e o Ministro da Agricultura, Wagner Rossi. Nos intervalos das palestras, o público terá a oportunidade conhecer melhor os cortes de carne e como aproveitá-los melhor. O especialista Marcelo Bolinha, irá apresentar a Vitrine da Carne para mostrar na prática a qualidade da carne brasileira. Como atividade paralela, a Embrapa Gado de Corte oferece, no dia 7, uma visita técnica à empresa onde os visitantes poderão conferir a tecnologia pesquisada e empregada na pecuária do País. No Brasil, o evento conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural – FUNAR e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS – Senar/MS, do Fórum Permanente da Pecuária de Corte da CNA, do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e Convention Visitors Bureau, e é patrocinado por John Deere, Marfrig, Seara, AllFlex, JBS, Safe Trace, Valefert, Serrana Nutrição Animal, Fecomércio, Sindan, Sebrae, Fiems e Banco do Brasil. Autor: Sato Comunicação |
Desafio: não vamos mais falar de UA/ha
Falei, lá no início de 2010, ao pessoal da Exagro: esse método de comparação vai mudar como as conversas acontecem. Vai mudar como vocês conversam com os clientes, como os clientes conversam entre si, como os clientes recomendam vocês, como vocês divulgam e atraem novos clientes e até como vocês conversam internamente sobre a empresa, equipe e clientes. E o que vi há duas semanas reforçou essa minha percepção.
O benchmarking (sistema de comparação, usando parâmetros iguais em cada fazenda) é uma maneira de tornar vísivel, fácil de ver, perceber e analisar o que não é tão fácil de ver. É muito fácil saber qual o preço do boi, do bezerro hoje. É muito fácil saber quanto choveu esse mês, esse ano. É relativamente fácil saber quantas UA/ha temos em determinada fazenda.
Mas é muito mais difícil saber qual a receita líquida (RL) por ha. E isso é o mais importante. Pouco importa qual a lotação da sua fazenda, se você não tem uma receita líquida alta. O desafio do benchmarking é mudar a conversa, mudar o discurso, de quem fala do tempo, do preço e da lotação, mas não fala do mais importante: a receita líquida por ha. Na apresentação dos resultados se falou muito mais de receita líquida do que de qualquer outro indicador.
Veja no gráfico abaixo, que inclui todas as fazendas clientes da empresa, que entraram na avaliação. Não há correlação nenhuma entre receita líquida (lucro) e preço de venda do gado.
Ou seja, uma fazenda que está numa região de preços mais altos não tem maior receita líquida do que outra que está numa região de preços da @ mais baixos. Porque isso ocorre? Primeiro, porque há outros fatores mais determinantes na receita líquida, como eficiência produtiva e comercial. Se você vende seu boi gordo barato, mas é muito eficiente em comprar um bezerro e engordá-lo, isso pouco importa na rentabilidade final do seu negócio.
O mesmo ocorre por regiões. Na tabela abaixo, a receita líquida média das regiões é muito parecida. Minha conclusão: para sua fazenda ser lucrativa (alta receita líquida) o mais importante é você produzir bem, de forma eficiente e comprar e vender seus animais numa mesma faixa de preços (ou seja, se tem preço de venda baixo, tem que pagar barato na compra também).
Ficou claro, ao ver os resultados das melhores fazendas, que a excelência não era apenas técnica, mas também comercial. Os melhores resultados de RL são de fazendas que são eficientes na produção e competentes na compra e venda de animais.
E vão além disso: a decisão do momento de comprar e vender animais é inter-relacionada com a parte técnica e comercial. Não adianta esperar mais alguns dias/semanas para vender o gado, visando uma valorização do preço, se a fazenda não vai suportar essa carga animal. O mesmo é verdade na compra. Impressionante como essas melhores fazendas orquestram com maestria o lado técnico e comercial.
Outro ponto mais interessante é que as fazendas mais produtivas (@/ha ano) não foram as mais lucrativas. Mais importante do que se maximizar a produção por ha, é maximizar a receita líquida. Interessante notar inclusive que a correlação entre arrobas produzidas por animal com receita líquida por ha foi um pouco maior do que a correlação de arrobas produzidas por ha com receita líquida por ha.
Analisando todos esses números, gostaria de se estimular um desafio para a pecuária de corte. Que não mais falássemos de carga animal medida em UA/ha, que apenas mede estoque e não mede produção. Será muito mais produtivo se falarmos em arrobas produzidas por ha. Faz muito mais sentido se nosso plano não é ter um grande rebanho, mas uma grande produção.
E o passo além, é falar de RL por ha, e não mais produção. A Fazenda Nova Zelândia, campeã em RL em 2010 entre os clientes da Exagro, não é a que mais produz por ha, mas que é mais eficiente em transformar custeio em produção. Tem um baixo custeio e uma alta produção. Não faz muito com muito. Faz muito com pouco. É muito produtiva, com baixo custo. Um exemplo para analisarmos, estudarmos e entendermos.
Veja a tabela abaixo. A fazenda tem uma produção de arrobas por ha acima da média, com um custeio muito abaixo da média (quase a metade).
A pecuária lucrativa passa por entendermos o que é mais importante e focarmos nisso, deixando de dar atenção a outras métricas, que talvez sejam mais fáceis de medir, mas são pouco importantes para o resultado final. Para se chegar a uma elevada receita líquida precisamos medir e aprimorar a produção de @ por ha e por animal, sem aumentar muito o custeio. A fazenda Nova Zelândia, é um exemplo, que não precisamos copiar, mas precisamos entender, analisar e usar como inspiração.
domingo, 5 de junho de 2011
CONGRESSO INTERNACIONAL DA CARNE 2011

Nesta semana, estaremos presente no Congresso Internacional da Carne, que acontece nos dias 08 e 09 de junho Ao longo dos próximos dias, apresentaremos todas as novidades e tendências com relação a cadeia da carne. AGUARDE!!!
sábado, 4 de junho de 2011
Um belo empreendimento ! Boas idéias devem ser divulgadas.
Confinamento Pasturas
| CAPACIDADE DE ANIMAIS |
O Confinamento Pasturas Agronegócios tem capacidade para confinar até 5.060 animais.
| PLANOS DE CONFINAMENTO |
| VANTAGENS E BENEFÍCIOS |
Atuamos de forma eficiente na engorda de bovinos para propiciar ao investidor a terminação dos
animais no período de entressafra.
| LOCALIZAÇÃO |
Marque uma visita ao Confinamento. Ligue para (17) 3305-1767.
Frigorífico Silva suspende contratações de 150 novos funcionários devido a embargo da Rússia
México - Contrae exportación de ganado al bajar precio EU
