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Desde fines de febrero el real se devaluó 13% frente al US$, en un drástico cambio de tendencia que implicará reacomodamientos importantes en el comercio internacional de materias primas agropecuarias. Preocupado por la fortaleza de su moneda a principios de este año, el gobierno decidió apuntalar al US$. El ministro de hacienda, Guido Mantega, dijo que todas las semanas anunciarían una medida para respaldar la divisa. Y ni siquiera fue necesario tanto. Bajaron la tasa de interés, elevaron los impuestos a las inversiones extranjeras de mediano plazo, y el mercado se acomodó a los deseos del gobierno. El US$ pasó de R$ 1,70 a fines de febrero a casi R$ 1,93 ayer, una devaluación de 13,5%. El peso uruguayo acompaña pero de muy lejos. En el mismo período se desvalorizó en el eje de 3%. El real es la variable de mayor incidencia en la economía uruguaya. Quizás en otras épocas lo fue el peso argentino, pero hace tiempo que la predominancia de Brasil es evidente. La debilidad de su moneda afecta no sólo los productos que se exportan a ese destino (carne ovina y vacuna, arroz, cebada y un largo etcétera), sino también en los terceros mercados en los que hay que competir con la producción brasileña. En el caso de la carne vacuna la incidencia es notoria. Un real debilitado implica pérdida de competitividad de la demanda interna brasileña respecto a la exportación. Por lo tanto, es lógico suponer que una proporción mayor de lo que produce se destine a la exportación en lugar de al consumo local. Y además, las expectativas para este año son de un aumento en la producción brasileña de carne vacuna, luego de varios años de descenso. Por lo tanto, seguramente haya un aumento significativo en los volúmenes de carne vacuna que Brasil vuelque al mercado internacional. Más oferta implicará presión a la baja sobre los precios del mercado internacional, máxime en momentos de crisis como el actual, en los que a la demanda se le dificulta para acompañar con un aumento en los volúmenes de compra. Es factible entonces que los precios internacionales de la carne vacuna, en especial los del Mercosur, acomoden algo a la baja. Eso ya está sucediendo en el caso de Europa. Habrá que ver qué pasa con Rusia.
FONTE: TARDÁGUILA AGROMERCADOS | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
sexta-feira, 4 de maio de 2012
PREOCUPAÇÃO DOS CONCORRENTES INTERNACIONAIS
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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Fiesp lança estudo com projeções do agronegócio para 2022
Outlook Brasil deve servir como guia para planejamento futuro do setor
Pela importância que o agronegócio representa para a economia brasileira e para o mundo, onde cumpre o papel de um dos maiores fornecedores de alimentos, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria com o Instituto de Estudos do Comércio e Negóciações Internacionais (Icone), elaborou as projeções para o agronegócio brasileiro na próxima década.
Outlook Brasil 2022 analisou 16 produtos agroindustriais – entre eles milho, soja, carnes e fertilizantes – e traçou projeções para o consumo doméstico, produção, exportação, importação, estoques, área plantada e consumo de fertilizantes. Impactos futuros desses segmentos na economia e infraestrutura de transporte do país também foram mensurados. Todos os resultados estão disponíveis no endereçowww.fiesp.com.br/outlookbrasil.
"A Fiesp trabalha pelo desenvolvimento do Brasil e, neste sentido, sempre atuou para garantir a integração e o crescimento dos diversos setores da economia”, explica Paulo Skaf, presidente da Fiesp. “Nosso Departamento do Agronegócio nasceu dessa visão e da necessidade de formular e propor políticas que levem em conta a interdependência natural entre a atividade agropecuária e a indústria de insumos e alimentos. Assim, como resultado dessa iniciativa, idealizamos o Outlook que, com certeza, irá contribuir de forma muito positiva para o país, ao antecipar as ações necessárias para promover o crescimento e a geração de empregos e riquezas para o Brasil.”
Essa ação reflete três anos de trabalho do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp e do Icone, em parceria com institutos de pesquisa internacionais, como o Center for Agricultural and Rural Development e o Food and Agricultural Policy Research Institute (Card/Fabri), da Universidade de Iowa/EUA (ISU), com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de outras instituições do setor.
Grãos e carnes
Destaque na balança comercial brasileira, a soja apresentará crescimento de 43% de suas exportações e a produção total atingirá a marca de 96,9 milhões de toneladas, puxada especialmente pelos ganhos de produtividade. Segundo o estudo da Fiesp, a região Centro-Oeste Cerrado consolidará sua posição de principal produtora, com 34% do total.
As projeções para os produtos da cesta básica, como o arroz e o feijão, por exemplo, são conservadoras. Mesmo com um tímido crescimento do consumo per capita, a produção projetada de arroz, que atingirá 14,1 milhões de toneladas em 2022, será insuficiente para atender o mercado interno. O fato resultará em um déficit comercial de 679 mil toneladas em 2022.
Já a produção de feijão deve aumentar 938 mil toneladas para atender a demanda doméstica, o que também será insuficiente para fazer frente ao consumo. Sendo assim, daqui a dez anos, o Brasil continuará sendo importador líquido de feijão, adquirindo no exterior um volume de 114 mil toneladas.
Em contrapartida, as exportações de carne de frango, bovina e suína apresentarão incrementos significativos. O Brasil continuará sendo um grande fornecedor para o mercado mundial, aumentando a sua participação como o maior exportador de carnes de frango e bovina, além de disputar o terceiro lugar em carne suína com o Canadá.
As exportações serão divididas da seguinte maneira: 5,9 milhões de toneladas de carne de frango, 2,7 milhões de toneladas de carne bovina e 700,2 mil toneladas de carne suína – um crescimento para o período projetado de 46%, 87% e 28% respectivamente. Estima-se que, em dez anos, a produção desses três produtos juntos atingirá a marca de 32,9 milhões de toneladas.
Fertilizantes
Para o setor de fertilizantes destaca-se a redução da dependência do Brasil em relação ao mercado internacional. Se atualmente o país importa 71% da sua necessidade de nutrientes (nitrogênio, fósforo e potássio), em 2022 esse percentual cairá para 56%. O fato se deve à ampliação da capacidade de produção da indústria de fertilizantes, que crescerá 54% no período.
Logística
A importância da logística de transporte da produção futura foi alvo de análise. Para isso, o estudo projetou três diferentes cenários, com destaque para aquele que considera a inclusão da hidrovia Teles Pires Tapajós como alternativa ao escoamento da safra de grãos, principalmente no Centro-Oeste Cerrado. Nessas condições, o fluxo total de transportes em ferrovias e rodovias seria reduzido em 4% e o transporte por hidrovias dobraria em 2022 em comparação a 2010.
Impactos socioeconômicos e ambientais
O Outlook Brasil também analisou a dinâmica do uso da terra. Os dados apontaram substancial redução da necessidade de novas áreas para produção agropecuária, consequência dos ganhos de produtividade e da ampliação das lavouras sobre as pastagens, que cederão 5,4 milhões de hectares para a produção de grãos.
O Outlook Brasil 2022 ainda realizou projeções para o incremento de renda e computou dados regionais. O estudo completo com resultados detalhados pode ser encontrado no sitewww.fiesp.com.br/outlookbrasil.
Departamento do Agronegócio (Deagro)
O agronegócio brasileiro é considerado um dos mais dinâmicos do mundo e representa, aproximadamente, 22% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Para oferecer maior suporte às indústrias deste setor, a Fiesp criou, em janeiro de 2007, o Departamento do Agronegócio (Deagro).
Formado por divisões que representam os quatro principais elos do agronegócio – Indústrias de Insumos, Agropecuária, Indústria de Alimentos e Comércio Exterior –, o Deagro trabalha alinhado ao conceito de cadeias produtivas para proporcionar o máximo de integração entre as diversas áreas que compõem o setor.
Na Fiesp, o departamento representa trinta sindicatos e mais trinta entidades representativas nacionais e lida, constantemente, com questões como tributação na cadeira de alimentos, política agrícola, facilitação de comércio, sanidade e qualidade de alimentos e legislações ambientais.
Dentre as prioridades do Deagro, está a publicação de estudos estratégicos que ajudem a aumentar a competitividade dos diversos setores do complexo agroindustrial brasileiro, antecipando tendências e oferecendo informações de qualidade. Além deste Outlook Brasil 2022, o departamento já lançou estudos sobre as tendências do consumidor de alimentos, sobre o peso dos tributos nos alimentos no Brasil, entre outros.
As publicações na íntegra e outras informações sobre o departamento podem ser encontradas no site www.fiesp.com.br/agronegocio.
FONTE: Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp
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Detectan en Franja de Gaza nueva cepa de fiebre aftosa
Vacunos
La Organización de Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) confirmó hoy los temores de la propagación de la nueva cepa de fiebre aftosa detectada en la Franja de Gaza.
La cepa fue encontrada en animales enfermos en Rafah, ciudad fronteriza con Egipto, en la variante SAT2, nueva para la región, por lo que los animales no han adquirido resistencia.
Sila SAT2 se adentra en Medio Oriente amenazaría a los países del Golfo, al sur y al este de Europa, y tal vez más allá, aseguró Juan Lubroth, Jefe del Servicio Veterinario dela FAO.
Con reservas todavía escasas de vacunas contra el virus SAT2, la prioridad es limitar los movimientos de animales para evitar su propagación, añadió.
Los movimientos de animales desde el delta del Nilo hacia el este por la península del Sinaí y hacia el norte adentrándose en la Franja de Gaza son los de mayor riesgo para la propagación de la cepa SAT2 del virus de la fiebre aftosa en Medio Oriente.
En esa región el ganado es un componente principal de la seguridad alimentaria familiar.
El virus de la fiebre aftosa se transmite a través de la saliva de animales enfermos, puede vivir fuera de un receptor durante mucho tiempo y se propaga fácilmente.
Confirmó que se ha tenido constancia de otra cepa del virus SAT2 en ganado en Bahrein, pero sólo en un centro de cuarentena.
Israel ya realizó una vacunación selectiva a lo largo de su frontera sur para crear una zona de protección para los rebaños de animales con mayor riesgo.
La Franja de Gaza recibirá un lote de 20 mil dosis de vacuna para proteger a su ganado vacuno, y tan pronto como sea posible se proporcionarán 40 mil dosis adicionales para ovejas y cabras.
La FAO y la Comisión Europea para la Lucha contra la Fiebre Aftosa(EuFMD, por sus siglas en inglés) negocian con productores y bancos de vacunas para encontrar proveedores de inmunizaciones en caso de que siga la propagación de la fiebre aftosa.
Fuente: Notimex adaptado para Todoelcampo.
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Exportação de gado em pé no RS
A empresa Angus International Exportação de Animais Ltda, exportou nesta ultima segunda-feira (30.04.2012) um novo lote de novilhos.
Segundo a sua assistente financeira Denise Afra, foram exportados 6.621animais, com no máximo 4 dentes, europeus ou suas cruzas, com peso superior a 430 kg, pela qual a empresa pagou para sua aquisição, o valor de R$ 3,30 o kg vivo.
Todos animais tem como destino final a Turquia.
O Rio Grande do Sul, tem sido o estado no Brasil escolhido para este tipo de exportação, em função da qualidade do rebanho gaúcho e a grande presença de criadores de gado europeu.
FONTE: LUND NEGÓCIOS
Segundo a sua assistente financeira Denise Afra, foram exportados 6.621animais, com no máximo 4 dentes, europeus ou suas cruzas, com peso superior a 430 kg, pela qual a empresa pagou para sua aquisição, o valor de R$ 3,30 o kg vivo.
Todos animais tem como destino final a Turquia.
O Rio Grande do Sul, tem sido o estado no Brasil escolhido para este tipo de exportação, em função da qualidade do rebanho gaúcho e a grande presença de criadores de gado europeu.
FONTE: LUND NEGÓCIOS
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
ESTAMOS INTERMEDIANDO A VENDA DE SILAGEM DE MILHO
ATENÇÃO Srs. PECUARISTAS
foto ilustrativa
ESTAMOS INTERMEDIANDO A VENDA DE SILAGEM DE MILHO .
FORNECEMOS DESDE A SILAGEM CORTADA E DESCARREGADA, ATÉ SILO PRONTO EM SUA FAZENDA .
MAIORES INFORMAÇÕES PELOS FONES 8111.3550 OU 9994.1513 COM LUND
foto ilustrativa
![]() |
ESTAMOS INTERMEDIANDO A VENDA DE SILAGEM DE MILHO .
FORNECEMOS DESDE A SILAGEM CORTADA E DESCARREGADA, ATÉ SILO PRONTO EM SUA FAZENDA .
MAIORES INFORMAÇÕES PELOS FONES 8111.3550 OU 9994.1513 COM LUND
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Angus News - Programa 05
FONTE: YOUTUBE
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Exposição Nacional 2012 - HEREFORD E BRAFORD
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD
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LUND NEGÓCIOS
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PROCURAMOS CAMPO PARA ARRENDAR
*ESTAMOS PROCURANDO CAMPO DE PECUÁRIA PARA ARRENDAMENTO
*BUSCAMOS ÀREA COM ATÉ 500 Ha
*PREFERENCIALMENTE LOCALIZADO EM UMA DISTÂNCIA NÃO SUPERIOR A 150 KM DA CIDADE DE PELOTAS
*PAGAMENTO DO ARRENDAMENTO ANTECIPADO
TRATAR COM LUND PELOS FONES (053) 81113550 ou 99941513
*BUSCAMOS ÀREA COM ATÉ 500 Ha
*PAGAMENTO DO ARRENDAMENTO ANTECIPADO
TRATAR COM LUND PELOS FONES (053) 81113550 ou 99941513
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Mercado do boi gordo especulado
Mercado especulado e com muitas tentativas de negócio abaixo da referência.
Em São Paulo existem ofertas de compra de R$92,00/@ a R$96,00/@ à vista, livre de funrural. A boa oferta de boiadas no Mato Grosso do Sul e Goiás, onde parte dos frigoríficos paulistas se abastece, favorece a pressão de baixa no estado.
Apesar disso, nos valores menores, o mercado trava e a referência permanece em R$94,50/@, à vista.
O escoamento da produção em bom nível ajuda a regular os preços.
Assim como os preços, as escalas estão muito variadas. Enquanto algumas indústrias estão escaladas até final da próxima semana, outras trabalham com programações de dois dias.
No Sul de Minas Gerais, a oferta melhorou e os compradores aumentaram a pressão sobre o mercado, o que reduziu em R$1,00 o preço da arroba.
No mercado atacadista de carne bovina, as vendas boas, principalmente de traseiro, elevaram os preços das peças.
FONTE: SCOT CONSULTORIA, COM MATÉRIA ADAPTADA OU RESUMIDA POR LUND NEGÓCIOS
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Mercado do boi gordo pressionado
Em São Paulo, embora os vendedores ainda estivessem voltando aos negócios nesta quarta-feira (2/5), a pressão de baixa se manteve.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, os negócios com o boi gordo ocorrem ao redor de R$94,50/@, à vista.
As escalas atendem entre três e quatro dias, na maioria dos casos.
No Sul de Minas há relatos de dificuldade no escoamento da carne, o que tem gerado pressão de baixa. A oferta está razoável e os negócios ocorrem ao redor de R$89,00/@, à vista.
No Pará, existe pressão de baixa, mas os negócios têm travado nos preços menores. Em Redenção ocorrem os menores valores no estado, R$85,50/@, à vista.
Em Marabá e Paragominas os bois gordos estão cotados, respectivamente, em R$87,00/@ e R$88,00/@, à vista.
No Paraná o pecuarista reluta em vender os animais, o que gerou valorização. Os negócios com o boi gordo ocorrem em R$93,00/@, à vista.
No mercado atacadista de carne com osso os preços estão estáveis e as vendas foram fracas nos últimos dias.
Há expectativa de melhora devido ao período do mês, com o varejo se estocando para o pagamento dos salários.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
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Uruguay se beneficia de los precios internacionales de la carne bovina
Llegó a US$ 3.865 y EE.UU. sigue comprando más volumen.
Estados Unidos siguió liderando las importaciones de carne bovina, desosada y madurada entre los mercados del Nafta, con una demanda que creció 29,2%, según los datos estadísticos del Instituto Nacional de Carnes.
Si bien Uruguay tiene menos carne para exportar, se beneficia de los valores internacionales. La tonelada de carne vacuna uruguaya sigue valorizándose y según los negocios concertados hasta el pasado 27 de abril, el precio creció 1,2%, llegando a US$ 3.865 (a igual fecha del año 2011 se pagaba US$ 3.817).
En tanto, la faena cayó 6,35% entre las mismas fechas de la comparación. La industria lleva procesados 617.051 cabezas frente a las 658.945 que se mataron en 2011 (siempre entre las fechas de la comparación anterior). Este será el año con la menor faena de la historia, pues están faltando los novillos que la sequía de 2008/09 le quitó a la ganadería uruguaya.
A nivel de mercados, también siguió creciendo la demanda de Canadá (6,7%). Este destino importó 5.501 toneladas peso canal (producto cárnico primario). Mientras tanto, México compró apenas 4 toneladas y son los primeros negocios que se hacen este año.
A nivel de la Unión Europea -un destino fundamental para la industria uruguaya, porque van los cortes de mayor valor de la res (lomos, bifes y cuadril)- la demanda no fue tan significativa, porque bajó 12%. Se embarcaron con este destino 16.379 toneladas hasta abril de 2012, cuando a igual fecha de 2011 se habían enviado 18.615 toneladas.
Israel es uno de los mercados que ha tenido un firme crecimiento en la importación de carne bovina, básicamente delanteros. La demanda subió 67% y significó el embarque de 14.835 toneladas frente a las 8.883 toneladas del año pasado.
A nivel del Mercosur también creció la demanda de carne bovina uruguaya (11,3%) en lo que va del año.
En la región el mayor crecimiento en la importación está dado por Chile (28,7%), un mercado que demanda calidad y cortes de animales jóvenes.
Los chilenos importaron 7.050 toneladas -siempre hasta el pasado 27 de abril- frente a las 5.477 toneladas registradas por el INAC a igual fecha del año anterior.
En el caso de Brasil se importó menos carne. Las compras cayeron 13% al llevarse 3.529 toneladas en lo que va del año. A este mercado también van algunos cortes de alto valor como las picanhas (tapas de cuadril) y cuadriles enteros.
En tanto, no es menor el crecimiento en las compras desde Argentina. En este caso mayoritariamente los envíos son asados. La demanda subió 26,1%. Fueron 347 toneladas frente a 275 toneladas registradas el año pasado a esta altura del año.
Venezuela también está comprando más carne bovina uruguaya. La demanda subió 29,5% -según los datos estadísticos del Instituto Nacional de Carnes- y el mercado se llevó 6.582 toneladas carcasa, cuando el año pasado había adquirido 5.080 toneladas.
Los importadores de China también subieron sus compras; el alza fue de 8,32%. Este es un mercado muy importante para la industria uruguaya porque es un fuerte importador de menudencias bovinas, principalmente de los productos del estómago del vacuno (mondongos y librillo), pero también de otros órganos que no tienen otros compradores. También llevan cortes de carne y en este destino Uruguay está autorizado para entrar con hueso. Para los frigoríficos uruguayos es un mercado que a futuro incrementará más la demanda de carne vacuna y menudencias.
Novillo tipo cotizó US$ 1.212 en marzo
Reflejando la valorización de la tonelada de carne bovina uruguaya, el novillo tipo que calcula el Instituto Nacional de Carnes (INAC), a marzo, subió 1,8% y llegó a US$ 1.212 por cabeza.
En el análisis por componentes continúa la baja del cuero, se dan valores estables para las menudencias y subproductos y para los cortes de carne en la exportación. La canal al mercado interno presentó un incremento importante, según los datos del INAC.
El INAC presume que se haya alcanzado un cierto “escalón” o meseta en el valor del Novillo Tipo. Según la visión del organismo, para la superación del valor deberán mejorar las condiciones de la demanda en los mercados mundiales, particularmente en la Unión Europea y los Estados Unidos. Esto no solo tiene efectos directos en esos mercados sino indirectos en otros mercados relevantes para el Uruguay como la Federación Rusa, Israel o China, según establece el INAC.
FONTE; EL PAÍS
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Expansão do agronegócio continuará forte até 2022
O agronegócio brasileiro continuará a crescer a taxas maiores do que a produção média mundial de grãos, carnes e açúcar
Haverá uma desaceleração no ritmo de expansão agrícola no país até 2022 em relação aos últimos dez anos, mas ainda assim será um incremento vigoroso. Essa é uma das principais conclusões do mais amplo estudo já realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre o setor, que será divulgado hoje. O trabalho consolida uma nova postura da entidade em relação ao agronegócio e sua importância inclusive para outros setores da economia.
Realizado em parceria com o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), o "Outlook Brasil - Projeções para o Agronegócio" está focado em dez grandes cadeias (algodão, arroz, cana, trigo, feijão, milho, soja, carne bovina, carne de frango e carne suína).
O levantamento estima que o Produto Interno Bruto (PIB) dos principais segmentos analisados vai ter um crescimento de 42% até 2022, para R$ 578,2 bilhões. Apesar do avanço pujante, a participação desse universo de produtos no PIB nacional tende a cair de 11%, em 2010, para 9% em 2022, em virtude do fortalecimento do setor de serviços.
FONTE:PORTAL DO AGRONEGÓCIO
Haverá uma desaceleração no ritmo de expansão agrícola no país até 2022 em relação aos últimos dez anos, mas ainda assim será um incremento vigoroso. Essa é uma das principais conclusões do mais amplo estudo já realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre o setor, que será divulgado hoje. O trabalho consolida uma nova postura da entidade em relação ao agronegócio e sua importância inclusive para outros setores da economia.
Realizado em parceria com o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), o "Outlook Brasil - Projeções para o Agronegócio" está focado em dez grandes cadeias (algodão, arroz, cana, trigo, feijão, milho, soja, carne bovina, carne de frango e carne suína).
O levantamento estima que o Produto Interno Bruto (PIB) dos principais segmentos analisados vai ter um crescimento de 42% até 2022, para R$ 578,2 bilhões. Apesar do avanço pujante, a participação desse universo de produtos no PIB nacional tende a cair de 11%, em 2010, para 9% em 2022, em virtude do fortalecimento do setor de serviços.
FONTE:PORTAL DO AGRONEGÓCIO
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Rússia ameaça suspender importações de carne do Brasil a partir de junho
Relatando os resultados do encontro ocorrido no início de abril em Buenos Aires entre o Secretário de Defesa Agropecuária do Brasil, Ênio Antonio Marques Pereira, e o Diretor do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor), Sergey Dankvert, o site oficial do órgão sanitário russo observa, entre outras considerações, que a parte brasileira concordou com as conclusões russas que levaram o órgão a cassar a licença de alguns estabelecimentos que exportavam carnes para a Rússia. Os comentários do Rosselkhoznadzor estão voltados, principalmente, para questões envolvendo as exportações de carnes bovina e citam, a propósito, que a não-solução dessas pendências pode conduzir a uma interrupção temporária das importações russas. Indo mais além, na última segunda-feira (30 de abril), o site especializado Global Meat noticiou, citando Sergey Dankvert, que a Rússia avalia a possibilidade de suspender completamente a importação de carnes do Brasil.
Citando o Rosselkhoznadzor, o Global Meat informa que em 2011 o Brasil forneceu para a Rússia 227 mil toneladas de carne bovina, 134 mil toneladas de carne suína e 70 mil toneladas de carne de frango, volumes que corresponderam a quedas de, respectivamente, 19%, 40% e 50% sobre 2010. E conclui: “Em junho próximo, o suprimento da carnes do Brasil [para a Rússia] pode cessar completamente”.
Clique aqui para acessar, em inglês, o relatório do Rosselkhoznadzor. E aquipara ler em detalhes a notícia (também em inglês) do Global Meat.
Citando o Rosselkhoznadzor, o Global Meat informa que em 2011 o Brasil forneceu para a Rússia 227 mil toneladas de carne bovina, 134 mil toneladas de carne suína e 70 mil toneladas de carne de frango, volumes que corresponderam a quedas de, respectivamente, 19%, 40% e 50% sobre 2010. E conclui: “Em junho próximo, o suprimento da carnes do Brasil [para a Rússia] pode cessar completamente”.
Clique aqui para acessar, em inglês, o relatório do Rosselkhoznadzor. E aquipara ler em detalhes a notícia (também em inglês) do Global Meat.
FONTE: AVISITE
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78ª ExpoZebu: Leilões comercializam mais de R$ 2,7 milhões
Os remates da ExpoZebu 2012 comercializaram R$2.781.880,00, com a venda de 162 lotes e média/lote de R$ 16.155,15.
Na tarde de ontem, dois leilões foram realizados: o 11º Elite Gir Terras de Kubera e Santa Bárbara e Mutum aconteceu no Tartesal Leilopec e faturou R$ 556.800,00, com a venda de 40 lotes e média/lote de R$ 13.920,00; e o Leilão Dia D (nelore), no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos, com a comercialização de R$ 417.800,00 em 23 lotes, média/lote de R$18.165,22. À noite, no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos, o Leilão Berço da Índia (gir) faturou R$ 533.120,00, com 33 lotes vendidos e média/lote de R$16.155,15.
Hoje (02/05), às 13h, no Tartesal ABCZ, aconteceu o 2º Leilão Elite do Leite Gir Leiteiro. À noite, às 20h, no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos, acontece o 4º Leilão Excelência da Raça – Gir Leiteiro, no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Carmargos; e, às 20h30, o 23º Leilão Chácara Naviraí (nelore), às 20h30, no Tartesal Leilopec.
Para amanhã (03/05), estão programados os remates Leilão Gir Leiteiro Puro de Origem, às 13h, no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Carmargos; e o 2º Leilão Guzerá Navaraí, no Tartesal Leilopec. Às 20h, três leilões serão realizados: 17º Leilão de Embriões Nova Era/VR-JO e Convidados (nelore), no Tartesal VR; 1º Leilão Essência Tabapuã, no Centro de Eventos RKC; e o 2º Leilão Seleção Ouro do Gir Leiteiro, no Tartesal Leilopec. Confira a programação completa dos remates da ExpoZebu 2012 no site www.abcz.org.br.
A 78ª ExpoZebu é realizada entre os dias 28 de abril a 10 de maio. A feira é promovida pela ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), com o patrocínio da Vale Fertilizantes, Nestlé, Banco do Brasil, Tortuga e Coca-Cola, e apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Governo de Minas, Apex-Brasil, CEMIG, Polo de Excelência em Genética Bovina e FAZU.
Larissa Vieira | Imprensa ABCZ
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