quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

URUGUAINA - NOITE DA PECUÁRIA 2ª Edição


A 1ª edição da Noite da Pecuária atendeu seu objetivo que era proporcionar a sociedade de Uruguaiana e Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul um ambiente de discussão técnica de excelência em pecuária.
Irão ocorrer 10 eventos mensais, entre os meses de março e dezembro de 2014, sempre na primeira 2ª feira do mês as 19h.
A 2ª Noite da Pecuária ocorrerá no dia 10 de março de 2014, as 19:00 horas, no Salão Nobre do Parque do Sindicato Rural de Uruguaiana (Pastoril), onde iremos discutir sobre Gestão na Pecuária.
“Noite da Pecuária integrando a universidade e o campo”
Noite
Informações: noitedapecuaria@gmail.com ou telefone             (55) 9693 2785      
Fonte: Associação e Sindicato Rural de Uruguaiana

Cotações do gado gordo e de reposição em 05.02.2014 - PELOTAS - RS

PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS



*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
 EM 05.02.2014

BOI:    R$ 8,10 a R$ 8,40
VAC
A: R$ 7,70 a R$ 7,90

PRAZO: 30 DIAS

*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
 NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.   

FONTE: PESQUISA REALIZADA

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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS



  REGIÃO DE PELOTAS

 *PREÇO POR KG VIVO
   EM 05.02.2014

   KG VIVO:
   BOI GORDO:    R$ 4,00 A R$ 4,30
   VACA GORDA: R$ 3,50 A R$ 3,60

   PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS

   FONTE: PESQUISA REALIZADA
   POR http://www.lundnegocios.com.br

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PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS


REGIÃO DE PELOTAS
EM 05.02.2014        

TERNEIROS  R$ 3,90 A R$ 4,30  
TERNEIRAS  R$ 3,60 A R$ 4,00
NOVILHOS    R$ 3,80 A R$ 4,20
NOVILHAS    R$ 3,60 A R$ 3,90
BOI MAGRO R$ 3,60 A R$ 3,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,90 A R$ 3,00

*GADO PESADO NA FAZENDA

FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br

600 NOVILHOS A VENDA

NOVILHOS
Lote: 0215
Quantidade: 600
Peso Médio: 300
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1,5
Raça: Cruza Angus
Animal: Novilhos
Valor: R$ 4,50
Cidade: Guaiba
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Cruza Angus pretos e vermelhos.Conhecem cocho.Área de pouco carrapato.
Imagens do lote

230 NOVILHOS A VENDA


NOVILHOS
Lote: 0213
Quantidade: 230
Peso Médio: 390
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1,5
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Novilhos
Valor: R$ 4,00
Cidade: Sta. Vitoria do Palmar
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Gado para terminar rapidamente em confinamento.Conhecem cocho. Área de pouco carrapato. 90% Angus
Imagens do lote

NOVILHAS A VENDA

NOVILHAS
Lote: 0214
Quantidade: 15
Peso Médio: 290
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 1,5
Raça: Cruza Angus
Animal: Novilhas
Valor: R$ 3,80
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Não são carrapateadas. Excelente gado.
Imagens do lote

Exportações de carne bovina crescem 17% em janeiro

Embarque de carne in natura registrou alta em volume e receita em janeiro ante 2013

As exportações de carne bovina brasileira in natura atingiram 105,1 mil toneladas em janeiro, alta de 17,4% sobre o mesmo mês de 2013 e recuo de 5,6% ante dezembro do ano passado. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Os embarques registraram faturamento de US$ 458,9 milhões em janeiro, alta de 12,1% na comparação com o mesmo período do ano passado e retração de 11,5% em relação a dezembro.

O preço médio da tonelada atingiu US$ 4,3 mil, queda de 6,2% ante o valor de dezembro e de 4,6% contra janeiro do ano passado.
Fonte: Portal DBO

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Gado gaúcho continua saindo de casa


As vendas de gado em pé do Rio Grande do Sul para outros Estados seguem avançando. No ano passado, cresceram 26% em relação a 2012, chegando a 47,64 mil cabeças, segundo dados do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura.

Esse quadro ganha interpretações diferentes em cada ponta do setor. Para os criadores, é uma chance de ampliar ganhos. Para a indústria, motivo de preocupação, já que há ociosidade de aproximadamente 30% na capacidade de abate.

Enquanto a oferta local não alcançar o potencial máximo – abate de 2,5 milhões de cabeça ao ano –, as vendas de gado em pé sempre serão vistas como algo preocupante, entende Ronei Lauxen, presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes do Estado (Sicadergs):

– Terneiros estão sendo selecionados para confinamento em São Paulo. Perdemos a oportunidade de qualificar nosso produto.

São Paulo realmente concentra as compras: foi destino de mais de 76% do gado em pé negociado em 2013. Um dos grandes compradores é a JBS, que não tem unidade de abate no Rio Grande do Sul. Terneiros e animais jovens produzidos aqui são levados para confinamento e depois se transformam em carnes premium.

A curto e médio prazo, não há sinais de mudança nesse quadro de crescimento das vendas interestaduais, avalia Fernando Velloso, da assessoria agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha. O contingente negociado dessa forma representa cerca de 2,5% do total de animais abatidos aqui, compara o consultor.

– Essa não é a principal causa da ociosidade da indústria – opina Velloso.

Lauxen argumenta que, apesar de reduzido, o volume pode representar o abate anual de dois frigoríficos médios gaúchos. No ano passado, a preocupação com esse tipo de venda fez com que a indústria sugerisse a adoção de taxa por cabeça negociada, mas a ideia não vingou.

fonte: ZERO HORA
INFORME RURAL | GISELE LOEBLEIN

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Principais indicadores do mercado do boi – 03-02-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.36.11
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,02%, nessa sexta-feira (31) sendo cotado a R$ 115,06/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 115,30.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.39.41
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 1,47%, cotado a R$ 866,26/cabeça nessa sexta-feira (31). A margem bruta na reposição foi de R$ 1032,23 e teve desvalorização de 1,17%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.40.10
Na sexta-feira (31), o dólar apresentou alta de 0,16% e foi cotado em R$ 2,43. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,14% sendo cotado a US$ 47,43. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 31/01/14
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.33.59
O contrato futuro do boi gordo para fev/14 apresentou alta de R$ 1,02 e foi negociado a R$ 116,80.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/14
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.40.33
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 110,66. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de -R$ 4,40 e sua variação apresentou baixa de R$ 4,35 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.36.22
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-02-03 às 08.41.06 
fonte: Beefpoint

O BOI ARREMETEU. A ARROBA FICOU “METIDINHA”

Por  em 3 de fevereiro de 2014
NOTÍCIAS DO FRONT
A pecuária Goiana e Brasileira em uma visão de curto, médio e longo prazo, escrita
por quem a vive e precisa de repostas imediatas (Edição de 02/fev/14 a 08/fev/14)

Aos que carregam o “pó da viagem”,

Já “rompemos” o primeiro mês do ano e o mês de fevereiro dá o “ar da sua graça”… Daqui a pouco o nosso maior vexame, ops, o nosso maior evento, a Copa. Este ano vai “passar voando”… Por falar em voar, “voando” mesmo, está outro cidadão!
Imagine um jato que acabara de arremeter e você, um sinalizador de pista de aeroporto, ficar na outra cabeceira da pista sinalizando para o avião, através de uma placa, que a sua velocidade máxima deveria ser de 120 km/h. O que você acha que acontece com você e a placa? Vamos ver a seguir.

1)      COMO ESTÁ O NOSSO TETO (SP/MS)?
Definitivamente, o padrão de escala mudou. Simplesmente, o boi sumiu. Isto fez o indicador do mercado físico Esalq/BMF sair de R$ 113,96 av (variando de R$ 112 a R$116) e chegar em R$ 115,06 av (variando de R$ 113 a R$117) nesta semana.
Enquanto isto, no MS, a arroba também está em alta com preços de R$ 109 av x R$ 110 ap e escalas ainda para dentro da semana. Em SP, as escalas estão entre a próxima segunda (03/fev) e a quinta (06/fev), e  ainda assim, com algumas indústrias “pulando” dias de abate.
Definitivamente o mercado deu uma “calcinada” na perna de baixa da arroba, e ainda por cima quebrou novamente o recorde nominal histórico da arroba, por duas vezes seguidas esta semana.
O status do BEEFRADAR vai para: “estabilidade(35%)/alta leve (65%)”.

2)      E AQUI, NA TERRA DO PEQUI?
De pouco a pouco, parece que a coisa vai ficando um pouco menos fácil para se comprar boi gordo em GO também, de modo que tem frigorífico ainda sem fechar a semana de abates que se inicia.
Consequentemente, do meio para o final da semana passada, voltaram a ser vistos os preços deR$ 104av x R$ 106ap, com ágio EU adicional de +R$1 ou 2/@. O melhor preço do estado no relatório do CEPEA voltou a ser o R$ 108ap.
Mesmo assim, o diferencial de base do boi de GO x SP “girou” a semana toda no nível de -R$ 10,50/@, pois não conseguiu acompanhar a alta do físico de SP. Enquanto isto, o diferencial de vaca GO x boi GO continua a mergulhar, já próximo de -8%, refletindo o aumento de oferta de fêmeas nas escalas.
O BEEFRADAR fica em: “estabilidade(45%)/alta leve (55%)”.

3)      HORA DO QUILO:
Mais uma em relação ao emprego: saiu esta semana o índice do IBGE cravando uma nova marca histórica de desemprego baixo: 5,4%. É o que me disse um amigo: contratou um vaqueiro e depois de gastar com a mudança do cidadão para a Fazenda, o camarada lhe disse que não andava a cavalo, pois “é perigoso”. A coisa está feia mesmo: agora tem que perguntar para vaqueiro se ele anda a cavalo, antes de contratar o “Dr”… O único lado bom disto, é que desemprego baixo com aumento de renda significa mercado interno consumidor (de carne) forte.


4)      O LADO “B” DO BOI:

4.1. O físico arremeteu. E o futuro decolou
Os balizadores da safra (contrato futuro da BMF para o mês de maio) e da entressafra (contrato futuro do boi do mês de outubro) foram na base da alta de R$ 1/dia a semana passada inteira. Fato muito raro mesmo!
Para se ter ideia do otimismo do mercado, a bolsa projeta que o maio fechará em linha com o preço de hoje, na verdade um pouco acima (R$ 115,30), indicando que o recorde nominal da arroba será quebrado novamente.
E mesmo com um comportamento de safra “fora da curva”, ainda joga mais 5% de alta para a entressafra, colocando o outubro em aproximadamente (R$ 121,30/@ em SP).
4.2. O quinteto mágico da semana
Estes cinco “indivíduos” deram sinais de alta forte na semana, e são “escoras” para a arroba, vejam:
1. Exportação (fechamos com crescimento de 13% em jan/14, frente ao ano passado). Segundo o Maurício de Palma Nogueira da Agroconsult, em excelente palestra realizada neste sábado na Fazenda Conforto em GO, teremos algo como 13% de incremento de exportações este ano. Além disto, paira no mercado com cada vez mais certeza a volta do Irã, de maneira forte às compras e também cada vez mais rumores de uma possível abertura do mercado americano para carne in natura brasileira (EUA aliás que teve ratificado o seu retorno aos níveis normais de crescimento da economia, com o anúncio do crescimento de 1,9% do PIB em 2013);
2. Dólar (atingiu o valor mais alto em 5 meses);
3. Preço da safra e da entressafra (como dito acima);
4. Indicador (mesmo tendo passado recentemente pelo rompimento de uma marca histórica, que foi o preço de R$ 115,01/@ em 03/jan, e normalmente haver uma queda consistente após eventos como este, desta vez foi diferente. Menos de 20d de mercado depois disto, novamente tivemos mais dois rompimentos de recordes nominais. Isto não é um fato qualquer, definitivamente. Isto não pode ser desconsiderado de uma análise mais ponderada;
5. Reposição: está com preços muito fortes, fortes mesmo. Em GO, p.ex., estamos com a cotação do bezerro, pelo relatório de preços regionais do CEPEA no seu maior valor histórico (R$ 860,00/cab). Vi um leilão em Nova Crixás-GO (“a terra do boi bom”) na última sexta em que os bezerros saíram por um valor de arroba com ágio de 40 a 50% em relação a arroba do boi gordo;
4.3. Ensinamentos do Maurício…
Como dissemos, ele nos brindou com uma excelente palestra de mercado no evento da Fazenda Conforto, neste final de semana em Nova Crixás-GO. Destacamos de sua palestra mais alguns pontos:
- além do incremento das exportações do Brasil, a Agroconsult prevê queda de 1 e 6,5% nas exportações de EUA e Austrália, respectivamente;
- Agroconsult trabalha com incremento de 14% em relação aos preços da arroba em 2014, frente a 2013;
- Má notícia para MG e GO: previsão de diferencial de base mais aberto;
- Boa notícia para TO, RO, PA e RS: previsão de diferencial de base mais estreito;
4.4. A pedra cantada
O nosso último parágrafo da semana passada continha a frase: “o produtor tem um aliado no curto prazo, a carne… Sim, a carne. Explico melhor: será começo de mês e volta às aulas. Se estes fatos levarem a carne a interromper a sua queda, a “natimorta” tentativa de baixa da arroba terá sucumbido mesmo!! Por isto acreditamos que o boi só escorregou. Começou a cair, mas arremeteu!”
E foi exatamente o que realmente aconteceu da última quarta-feira para frente. O atacado da carne arrancou o equivalente a R$4/@ em três dias, “calcinando” a tentativa de baixa. E isto foi o gatilho, como havíamos falado. Em seguida, a arroba disparou, levando o indicador a novamente romper o pico histórico nominal, confirmando que o boi arremeteu mesmo e com isto deixou a arroba bem “metidinha” no mercado, ou seja, ignorando que havia acabado de estabelecer um pico e já reescreveu novamente a história, cravando outro pico mais alto.
Lembra-se do sinalizador de pista de aeroporto com a plaquinha de 120km/h? Pois bem, o bovino fez igual ao jato, “patrolou” o sinalizador com placa e tudo, batendo os R$ 120/@ para o contrato futuro de outubro/14.
Neste cenário, cuidado para a alegria não se transformar em euforia e consequentemente em desordem. Ninguém sabe até onde vai o mercado. Nem você. Nem eu. Nem a Mãe Dinah.
Portanto, saiba seus custos e a margem de lucro que quer para o seu negócio. Faça destas informações o cerne da decisão de suas vendas. E nunca se esqueça: a melhor hora de vender é na alta.
Até o próximo, se assim Deus permitir…
Rodrigo Albuquerque
(@fazendaburitis / boicom20@gmail.com),
Trabalho feito a 4 mãos, com Ricardo Heise
(@boi_invest / r.heise@hotmail.com)

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Vocês viram o boi gordo por aí ?


Inicio de fevereiro ainda com tendência de alta nos preços do boi gordo no RS. Ainda não tem boi gordo para atender a demanda necessária no RS, ah! e não tem vaca gorda também. A hora é agora... Em função disso, reposição muito aquecida para todas as categorias.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Frigorífico JBS recebeu do governo petista mais de R$ 8 bilhões de reais

O filho do ex-presidente Lula, seria um dos donos da empresa do ramo da alimetação, uma das maiores do mundo


José Batista Júnior, dono da JBS, grandes financiamentos na era Lula
Alexandre Zorzetti
O frigorífico JBS Friboi, se tornou a maior multinacional brasileira, no setor alimentício, graças à ajuda volumosa desempenhada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDS).
O proprietário desse 'império dos alimentos', José Batista Júnior, é possuidor de ínumeras empresas que adquiriu nos últimos anos, durante o governo petista. Swift, Friboi, Maturatta, Cabana Las Lilas, Pilgrim’s, Gold Kist Farms, fazem parte desse conglomerado.
José Batista Júnior, deve parte da fortuna aos financiamentos concedidos pelo BNDES, algo em torno dos R$ 8 bilhões de reais. O empresário possui pendengas judiciais com o Ministério Público por conta de fraudes tributárias, no entanto consegue financiamentos bilionários sem burocracia alguma.
Segundo apuração do jornal Folha de São Paulo, a JBS doou mais de R$ 18 milhões para campanhas eleitorais, petistas na maioria. O frigorífico deve ao Fisco mais de R$ 60 milhões. Apenas no estado de Goiás o conglomerado é acusado pelo MP por fraudes tributárias em mais de de R$ 10 milhões de reais. O BNDS é detentor de 25% do capital da empresa, com os R$ 8 bilhões financiados.
Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, assumiu a presidência do conselho de administração da J&F, holding de empresas que controla o frigorífico JBS. Quando José Batista Júnior, decidiu ano passado ser pré-candidato ao governo do estado de Goiás, Meireles ficou como responsável pela empresa, enquanto Batista buscava fortalecer o nome para as disputas eleitorais de 2014, nas terras do Planalto Central do Brasil.
Muitos levantam a questão se o filho do ex-presidente Lula, o Lulinha, seria um dos proprietários da JBS, com Meireles, e José Batista Júnior como os testas-de-ferro.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), investigou prática de cartel no setor, com a denúncia feita pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).
Durante a gravação de conversas realizadas pela Justiça,, o irmão de Batista Junior, Joesley Mendonça Batista, afirmou que existia um 'contrato de gaveta”'com o BNDES, quando o grupo assumiu uma dívida de R$ 11,2 milhões do grupo concorrente, Araputanga. O BNDS negou o 'contrato de gaveta', porém reconheceu 'erros' na operação e segundo a empresa Araputanga, favoreceu financeiramente a Friboi.
fonte: Portal i9

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Confira análise de custos e preços da pecuária de corte em 2013 [CNA e CEPEA]

Depois de dois anos de receita insuficiente para cobrir os custos de produção, a arroba do boi gordo voltou a subir mais do que as despesas com a pecuária de corte em 2013. Esta alta é justificada pela oferta restrita de animais e pelo aquecimento do consumo.
Enquanto os preços pagos aos pecuaristas pela arroba tiveram valorização de 17,15%, o Custo Operacional Efetivo (COE), que engloba os gastos do dia a dia na atividade, cresceu 9,19% no ano passado. Já o Custo Operacional Total (COT), que contempla o COE mais a recuperação da depreciação de patrimônio, registrou elevação de 8,58%.
As informações são do boletim Ativos da Pecuária de Corte, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Com o fechamento de 2013, a arroba do boi gordo superou o COT em 8,57 pontos percentuais, enquanto em relação ao COE a diferença foi de 7,96 pontos percentuais, impulsionada pela redução do número de animais confinados para abate e pela demanda firme.
Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços pagos ao pecuarista foi o bom desempenho das exportações, que ajudou a reduzir a quantidade de animais destinada ao mercado interno. “Apesar das incertezas macroeconômicas, como o aumento da inflação, o consumo interno manteve-se firme e o câmbio garantiu receita recorde com as exportações de carne bovina”, ressalta o estudo.
Em relação aos custos de produção, a alta dos preços do bezerro foi um dos fatores determinantes para a elevação das despesas dos pecuaristas em 2013. Segundo o estudo, o custo com a reposição de animais subiu 21,57% no ano passado, representando 38,81% do custo total da atividade.
Para 2014, as perspectivas são de que as exportações de carne bovina continuem com bom desempenho. “Além das estimativas para o dólar, também há negociações adiantadas para abrir novos mercados”, diz o boletim. Do lado da demanda interna, de acordo com o levantamento, o consumo de carne de boi deverá contar com o impulso da Copa do Mundo e das eleições presidenciais.
Confira análise completa abaixo:
Fonte: CNA, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Carne: indústria implanta “fase comercial” de chip eletrônico em cargas


criacao_boi_carne (Foto: Thinkstock)

Projeto, em parceria com a USP e o governo, deve ser avaliado no final de março, segundo a Abiec

POR RAPHAEL SALOMÃO
A Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec)  inicou a operação em “fase comercial” do transporte de carga com informações armazenadas por um chip instalado nos lacres dos contêineres. De acordo com o presidente da entidade, Antônio Camardelli, a expectativa é, no final de março, ter uma análise mais ampla da viabilidade do sistema.
A ideia do lacre eletrônico é reduzir a burocracia e agilizar a liberação da carne para exportação nos portos brasileiros. Em vez do transportador levar uma série de documentos a serem apresentados às autoridades, os dados são armazenados em um chip.
Com o contêiner lacrado, as informações são repassadas automaticamente à Vigilância Agropecuária, ligada ao Ministério da Agricultura, também parceiro da iniciativa. A checagem é feita por meios eletrônicos no momento em que a carga chega ao porto. Na avaliação da indústria da carne bovina, a tecnologia pode reduzir em até 50 horas o tempo de liberação.
Desenvolvida em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a ferramenta foi testada com volumes menores de carga em 2013. Neste ano, de acordo com o presidente Abiec, Antônio Camardelli, começou a implantação em escala comercial.
“Vamos monitorando e, no final desse primeiro trimestre, queremos nos reunir com o pessoal da USP para analisar os resultados e ver o que pode ser agregado ao processo”, explica.
A intenção, segundo ele, é avaliar a eficiência operacional, o custo de implantação e o retorno financeiro para as empresas. A análise deve ser feita considerando grandes, médias e pequenas cargas. “Há o ganho de tempo e o financeiro”, diz Camardelli.
Halal
Antes mesmo de obter os resultados desta primeira implantação comercial do sistema eletrônico, Antônio Camardelli informa que já existe uma expectativa de ampliação. Um dos pontos é integrar à ferramenta os critérios relacionados à identificação e exportação de produtos halal, próprias dos países árabes.
O presidente da Abiec explica que este processo de liberação é mais complicado, pois envolve também a burocracia das embaixadas dos países consumidores. “O sistema halal também vai ser integrado aos lacres eletrônicos”, garante, dizendo que já vem sendo feitos contatos com governos de países árabes para discutir o assunto.
fonte : Revista Globo Rural

Palestra sobre Pastagens de Outono/Inverno


Estoques de carne bovina enxutos

por Maisa Modolo Vicentin


Mercado do boi gordo especulado.

Em São Paulo, a referência para a arroba do boi gordo está estável em R$113,50, à vista.

Os frigoríficos sentem dificuldade em adquirir boiadas terminadas, o que tem limitado as compras em valores abaixo da referência. No estado, as escalas mais longas chegam a cinco dias úteis.

A disponibilidade de animais também é limitada em outras regiões produtoras, o que gerou valorizações em quatro das trinta e uma praças pecuárias.

Em Mato Grosso do Sul, a alta em Dourados e Três Lagoas se deve em grande parte a maior demanda paulista nestas praças.

A melhor movimentação no mercado da carne, esperada para este final de semana, ainda não foi verificada. 

Ainda assim, os estoques enxutos e a tentativa de melhorar as margens, já acreditando em vendas melhores nos próximos dias, levaram a indústria a subir os preços.

No mercado atacadista de carne com osso, o boi casado de animais castrados teve alta e está cotado em R$7,15 o quilo.

fonte: Scot Consultoria

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

BOI/CEPEA: Oferta restrita de animais para abate eleva preços na semana

 Nos últimos sete dias, o ritmo de negociações de animais para abate esteve relativamente lento. Segundo pesquisadores do Cepea, apesar de frigoríficos continuarem pressionando as cotações da arroba, por conta da desvalorização da carne no atacado, a oferta restrita de animais se sobressaiu, levando a novos aumentos de preços. Na quarta-feira, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa (estado de São Paulo) fechou a R$ 114,55, alta de 1,42% em relação à quarta anterior. No acumulado de janeiro, no entanto, acumula baixa de 0,18%. No mercado atacadista de carne com osso, o preço da carcaça casada de boi permaneceu praticamente estável entre 22 e 29 de janeiro (leve alta de 0,1%), cotada a R$ 7,39/kg na quarta-feira. No acumulado de janeiro (até o dia 29), porém, acumula desvalorização de 5%. 
Fonte: Cepea 

Arroba do boi subiu mais do que custo de produção

Diferentemente da arroba, o COT variou de forma homogênea entre os Estados

DA AGÊNCIA ESTADO
O ano de 2013 pode ser considerado positivo para o pecuarista brasileiro, já que o preço da arroba de boi gordo subiu mais do que os custos de produção. A avaliação é de técnicos da Superintendência Técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), divulgada em boletim mensal. Em 2012, ao contrário, a arroba acumulou desvalorização de 5,36%, enquanto o COT se elevou em 4,36%, prejudicando fortemente a margem do setor produtivo.

Conforme os técnicos, a arroba do boi gordo no ano passado apresentou valorização de 17,15% (indicador Esalq/BM&FBovespa), enquanto a variação do Custo Operacional Total (COT) na pecuária ficou em 8,58%. Entre outros fatores, o consumo interno manteve-se firme em 2013 e o câmbio garantiu receita recorde com as exportações de carne bovina.

Além disso, a oferta restrita de animais para abate no mercado doméstico contribuiu para forte valorização do boi gordo. Segundo a CNA/Esalq, o consumo firme de carne bovina em 2013 pode ter sido favorecido, ainda, pelo aumento nos preços das carnes concorrentes (suína e de frango).

Entre os Estados que compõem a 'média Brasil' (GO, MG, MT, MS, PA, PR, RO, RS, SP e TO), o destaque de 2013 foi para o Rio Grande do Sul, onde a elevação da arroba ficou 9,98 pontos porcentuais acima do COT. Ao analisar os preços do boi gordo, verifica-se que predominaram incrementos no intervalo de 15,58% a 19,82% entre os Estados pesquisados, mostra a pesquisa.

Diferentemente da arroba, o COT variou de forma homogênea entre os Estados. A alta mais expressiva em 2013 ocorreu no Paraná, de 10,68%. Já Tocantins foi o Estado que apresentou o menor aumento, de respectivamente 6,43%, no mesmo período.

A alta de preços do bezerro foi determinante para elevar os custos em 2013, de acordo com os técnicos. De janeiro a dezembro, na 'média Brasil', o animal acumulou aumento de 21,57%. A compra de bezerros representou, na média do ano, 38,81% do COT. A elevação mais expressiva dos custos para aquisição de animais foi verificada em Mato Grosso do Sul, de 23,49%, ao passo que o menor ficou com Minas Gerais, de 6,79%.

No mercado externo, a valorização do dólar em relação ao real, somada à recuperação gradativa da crise de 2009, favoreceu os embarques brasileiros de carne bovina, que bateram o recorde de receita em 2013, de US$ 6,7 bilhões. Para 2014, as perspectivas continuam positivas, como o câmbio a R$ 2,40. Existe expectativa de retomada de mercados importantes, como China e Arábia Saudita. Também há negociações adiantadas para abrir mercados como Tailândia e Camboja.

Em 2014, o consumo interno de carne de boi deverá ter impulso da Copa do Mundo. Em contrapartida, os técnicos da CNA/Esalq ponderam que é preciso considerar aspectos macroeconômicos desfavoráveis, entre eles, o déficit público, aumento da taxa de juros, baixo volume de investimento e a projeção de inflação elevada, em 6%. 'Se os custos de produção se comportarem como em 2013, aumentando acima da inflação, será importante que o pecuarista esteja atento para administrar os recursos de forma eficiente, se planejando para não 'perder' as vantagens da maior receita', concluem os técnicos.