domingo, 21 de junho de 2015

A importância da coleta de dados na Pecuária será tema na BeefExpo


A importância da coleta de dados na Pecuária será tema na BeefExpo


Renato Pavan Anderlini, Médico Veterinário com pós-graduação pela Unesp de Botucatu, apresenta na BeefExpo 2015 o tema "Coleta e Análise de dados na Pecuária, uma ferramenta para melhorar os seus resultados no campo". O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro no Recanto Cataratas – Thermas Resort e Convention, em Foz do Iguaçu no Paraná, e reunirá discussões e debates sobre todos os elos da cadeia produtiva.
 
“Apresentaremos aos produtores, técnicos e fornecedores a importância de se medir para melhorar os indicadores zootécnicos e econômicos, principalmente quando se resolve intensificar a produção”, afirma Anderlini. Também segundo o palestrante, é por meio desse processo que a responsabilidade de um bom resultado se intensifica.
 
O médico reforça a ideia de que gestão da informação é uma ação barata e eficaz, visto que o desafio de se coletar dados corretos pode ser facilmente superado com tecnologia e práticas corretas. “Diante de um mercado mais maduro em termos de gestão, com um preço de boi firme como vem se apresentando, acreditamos que teremos um aumento de demanda para serviços relacionados à Gestão da Informação”, completa o especialista.
 
Para Renato, a BeefExpo chega para preencher um espaço importante na Pecuária latino-americana, pois será uma oportunidade para reunir os principais fornecedores, produtores e técnicos do setor. “Nossa extensão territorial exige que tenhamos pelo menos um evento anual onde se possa reunir os principais atores da cadeia produtiva da carne”, opina Renato. A BeefExpo chega para transformar essa necessidade em oportunidade e informação.
 
 
 
Empresas confirmadas
 
Diversas empresas com importante atuação no ramo confirmaram presença no evento: Agroceres Multimix, ABS Pecplan, DSM Tortuga, Rubber Tank, Senepol Nova Vida, Multbovinos, Costa Consultoria Assessoria Pecuária, FSL Angus Itu, Alltech, Alta Genetics, Cinergis, CRI Genética, Yes, Minerva Foods, ANCP, Oligo Basics, Fockink, Vencofarma, Sindi Castilho, CRV Lagoa e Phileo.
 
 
 
BeefExpo na mídia
 
As mais importantes mídias da América Latina, com foco na Pecuária de Corte, divulgam o evento: Norte Ganadero, México Ganadero, Radio Casado con El Campo, Agro Revenda, Revista BeefWorld, Agrolink, Elitte Rural, Folha Agrícola, Publique, Safras&Mercado, Sistema Brasileiro do Agronegócio, Canal do Boi, Agron, Mundo do Agronegócio, Grupo Agro, Boi Pesado, Rural Centro, Boi a Pasto e SindiRural.
 
 
 
Apoios
 
São parceiras do evento as principais entidades latino-americanas do setor, como Iguassu Convention Bureau, Sociedade Rural Brasileira, Itamaraty, Seab/PR, Asbia, Núcleo Feminino do Agronegócio, Sistema Ocepar, Agência Rurally, Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul, Sindicato dos Criadores do Distrito Federal, Somma Consultoria Agropecuária, Scot Consultoria, Revista Agrícola, Cooperativa Agroindustrial de Londrina, Sistema Famasul, Itaipu, Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha, Sindirações, Agrifatto, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne e Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais. A Embrapa é coorganizadora da BeefExpo.
 
As maiores associações do Agronegócio da América Latina também apoiam o evento: Asociación Rural del Paraguay, Sociedad Rural Argentina, Asociación Rural del Uruguay, Charolais Uruguay, Associação Brasileira de Limousin, Federación de Asociaciones Rurales del Mercorsur, Associação Nacional dos Confinadores, Associação Brasileira de Angus, Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Associação Brasileira de Hereford e Braford, Associação dos Criadores de Nelore do Brasil e Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio.
 
 
 
Sobre a BeefExpo 2015
 
A BeefExpo 2015 – uma visão 360o da Pecuária de Corte – é um evento único e inovador, pois, irá reunir palestras de gestão e inovação tecnológica, conhecimento, relacionamento e festa no mesmo ambiente, além dos maiores pecuaristas do Brasil e da América Latina, para discutir a Pecuária do futuro.
 
A feira exclusiva de negócios contará com a presença das principais empresas do segmento, abordando as inovações de Equipamentos, Genética, Nutrição, Processamento, Reprodução, Instalações e de Saúde Animal. Paralelamente à grande feira, acontecem os painéis simultâneos, o Beef Management e o Beef 360º.
 
O evento contará com tradução simultânea para espanhol, inglês e português, já que são aguardados participantes de mais de 35 países. Além de homenagens aos melhores pecuaristas e profissionais do setor no Prêmio Melhores do Ano BeefWorld edição 2015, o Prêmio 50 Maiores Confinadores do Brasil e aos Melhores Trabalhos Científicos.
 
Ainda será promovido o Festival da Carne Bovina, que irá proporcionar uma grande confraternização na sede do evento, o Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, com total estrutura, conforto e facilidades para os participantes. Ohotel oferece amplas áreas de lazer, praça de entretenimento e diversão para todas as idades, com serviços de alta qualidade.
 
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) foi eleita devido à sua localização estratégica, próximo a produtores e às fronteiras com outros países, como Argentina e Paraguai, além da grande infraestrutura turística oferecida, abrindo as portas para que pessoas de toda a América Latina estejam presentes no melhor evento da Pecuária de Corte latino-americano.
 
 
 
Sobre a SafewayAgro
 
Há mais de 15 anos no mercado, a Safeway se consolidou como uma das mais importantes promotoras de eventos do Agronegócio do Brasil. Desde 2001, realizando a cada dois anos a PorkExpo, maior e melhor evento da Suinocultura mundial, a empresa lança este ano a BeefExpo, maior evento latino-americano da Pecuária de Corte.
 
Forte como o mercado da proteína animal e com a marca associada à inovação, experiência, confiança e credibilidade, a Safeway ainda se destaca no setor de Agronegócio com publicações de grande relevância nas áreas de Pecuária de Corte, Suinocultura e Avicultura, com as revistas BeefWorld, PorkWorld e AveWorld, além de portais de notícias que oferecem conteúdo diferenciado e atual.
 
 
 
Informações:
 
Evento: BeefExpo 2015 – Uma visão 360º da Pecuária de Corte
 
Data: 21 e 22 de outubro
 
Local: Recanto Cataratas - Thermas Resort & Convention
 
Realização: SafewayAgro - Comunicação para o Agronegócio
 
Telefone: 19. 3305.2295
 
E-mail: contato@sspe.com.br
 
Hotsite: www.beefexpo.com.br
 
Facebook: www.facebook.com.br/beefexpo
 
 
 
Para mais informações sobre o evento:
 
Thais Carvalho – marketing@sspe.com.br
 
Fonte: BeefWorld

Primeiro inverno sob influência do El Niño em mais de meia década

O inverno que começa neste domingo às 13h38m será fortemente influenciado neste ano pelo El Niño, configurado no Oceano Pacífico pela primeira vez desde 2009/2010. Neste começo de inverno, o fenômeno apresenta intensidade moderada, contudo no decorrer da estação pode passar a forte. Tal estágio pode ser atingido em curto prazo, já que a intensificação do fenômeno se dá rapidamente. Os efeitos do El Niño já começaram a ser sentidos no Estado durante o outono e tendem a ser mais acentuados no inverno, especialmente na segunda metade da estação entre agosto e setembro.
Mapa de anomalia da temperatura da superfície do mar mostra significativo aquecimento das águas do Pacífico Equatorial Central e Leste nesta terceira semana de junho (Imagem: NOAA)
A MetSul Meteorologia enfatiza que este dia 21 marca somente o começo astronômico do inverno porque climatologicamente ele já teve início ainda no fim de maio com registros de vários dias com temperatura abaixo de zero no Rio Grande do Sul nas primeiras três semanas de junho. O outono termina com oito dias com mínimas negativas no Rio Grande do Sul, sete delas ocorridas em junho e a menor de -3,8ºC em São José dos Ausentes no dia 20. O inverno marca justamente o período mais frio do ano no Rio Grande do Sul. As jornadas mais frias costumam ocorrer sob influência de ciclones extratropicais intensos no Atlântico Sul e que são responsáveis por impulsionar massas de ar muito gelado para o Estado. Quando o frio está acompanhado de um ciclone potente, é comum os gaúchos terem o vento Minuano, sensação térmica negativa, minimas muito baixas, geada ampla e em alguns casos neve. Ocorre que mesmo no inverno são normais dias com calor, especialmente durante agosto e setembro. Não raro nestes meses chegam a ocorrer sequências de vários dias quentes. 
Geada branqueou a paisagem em Ana Rech, Caxias do Sul, agora em junho de 2015 - Felipe Campagnoni/SBT-RS
De acordo com o prognóstico dos meteorologistas da MetSul, o fenômeno El Niño tende a trazer, historicamente, temperatura acima da média no inverno com maior número de dias de temperatura amena ou elevada. Isso não pode ser interpretado como ausência de frio intenso. Mesmo sob El Niño podem ocorrer episódios de frio intenso a extremo no Estado. Em 2009, primeiro ano do último episódio de El Niño, o Rio Grande do Sul registrou durante a segunda metade do mês de julho uma das mais potentes ondas de frio dos últimos 30 anos no Estado para depois em agosto experimentar uma sequência de dias de muito calor com temperatura atípica. Em anos prévios de El Niño houve frio intenso tardio até em setembro, e com neve, como em 2002. Por isso, a expectativa é que em 2015 haja alternância destes períodos amenos ou quentes com outros de frio intenso, logo sem frio regular e constante por semanas seguidas como é mais comum sob La Niña. 
E a neve? Ausente no ano passado, a neve pode aparecer este ano no Rio Grande do Sul. Previsão de neve somente pode ser feita no curto prazo, mas a história mostra que em anos de El Niño houve episódios de enorme relevância histórica, mesmo em invernos que na temperatura média não chegaram a ser muito frios. Dois dos anos análogos de El Niño usados pela MetSul em seu prognóstico climático para 2015, tiveram grandes nevadas, o que não significa se repetirão. Em 1957, em julho, uma nevada histórica atingiu o Planalto Sul catarinense. Em agosto de 1965, após enormes enchentes na Metade Norte, episódio incomum na história gaúcha trouxe neve com impressionantes acumulações no Centro e Norte do Rio Grande do Sul. Em várias cidades da Metade Norte foi a maior precipitação de neve já documentada.
Históricas grandes nevadas de julho de 1957 (esquerda) e agosto de 1965 (direita) – Fotos de arquivo pessoal
Atenção! A MetSul Meteorologia adverte que o El Niño deve ter um significativo impacto no regime de chuva no Sul do Brasil neste inverno com precipitação acima da média e número de dias igualmente acima do normal, principalmente na segunda metade da estação. A maioria das regiões deverá ter precipitação acima da média, especialmente as Metades Oeste e Norte do Estado. Alerta-se que são altamente prováveis episódios de chuva excessiva a extrema com volumes bastante altos com transtornos como alagamentos, inundações, interrupção de estradas, quedas de barreiras, além de cheias de rios. Foi o que ocorreu no primeiro ano do último evento de El Niño com chuva excessiva em agosto e setembro de 2009.
Enchente em Montenegro, Vale do Caí, no extremamente chuvoso setembro de 2009 – Fábio Winter/Arquivo Jornal NH
A MetSul alerta ainda que a transição de períodos amenos ou quentes para frios no inverno pode se dar bruscamente com alto risco de tempo severo na forma de temporais com vento forte e granizo, especialmente se estiver presente um fenômeno conhecido como corrente de jato de baixos níveis, que traz ar quente e vento Norte com forte intensidade antecedendo a chuva e os temporais. Essas correntes de vento quente a cerca de 1500 mil metros de altitude são comuns horas antes da chegada de uma frente fria intensa associada a um grande ciclone. O Rio Grande do Sul tem histórico até de tornados graves no inverno, especialmente na Serra. Em 2009, no último El Niño, setembro teve temporais de grande intensidade com um tornado arrasador F-4 (vento acima de 300 km/h) no Oeste de Santa Catarina.
fonte: MetSul

Frigoríficos divulgam carne Angus em SC

fonte: ABA
Frigorífico São João destacou qualidades da carne Angus.Crédito: Ana Carolina
Frigorífico São João destacou qualidades da carne Angus.Crédito: Ana Carolina
Os frigoríficos São João, de São João do Itaperiú (SC), e Silva, de Santa Maria (RS), marcaram presença na ExpoSuper 2015, feira do setor supermercadista realizada em Joinville (SC). A exposição, que terminou nesta quinta-feira (18/6) no Complexo ExpoVille, reuniu mais de 40 mil visitantes para conferir as novidades do varejo. O evento, organizado pela Associação Catarinense de Supermercados, é um dos maiores em geração de negócios do Estado de Santa Catarina. Entre as metas está integrar o setor e apresentar novas tecnologias e oportunidade. “Os estandes estavam repletos de clientes degustando o sabor da carne Angus certificada, mostrando satisfação e orgulho em trabalhar com um produto de excelente qualidade”, pontuou a técnica Ana Carolina Mendes, que representou a Associação Brasileira de Angus na exposição.
Na área com mais de 300 estandes, os frigoríficos apresentaram as vantagens e diferenciais da carne Angus certificada, a única raça habilitada dentro do novo sistema de rotulagem de indicação genética no Brasil. Destacando a maciez e o sabor diferenciado da Angus, o Frigorífico São João aproveitou a ocasião para expor os tradicionais cortes da linha de churrasco e receber clientes. Mesma estratégia adotada pelo Frigorífico Silva. “A feira foi muito boa, bem movimentada. Conseguimos atender nosso objetivo de manter contato com o supermercadistas da região”, pontuou o diretor de marketing do Silva, Magnus Costa, reforçando a importância de fortalecer a marca Best Beef.
sc 2
Frigorífico Silva apresentou linha de corte. Crédito: Ana Carolina

Preço do boi deve se acomodar no 2º semestre, mas 2015 será rentável para o pecuarista

 O preço do boi gordo deve ter um ajuste para baixo no segundo semestre deste ano, mas ainda assim, encerrar 2015 com preço maior que em 2014, tendo São Paulo como referência, segundo a consultora de mercado e sócia-diretora da Agrifatto, Lygia Pimentel, durante o seminário Perspectivas para o Agribusiness 2015/2016, promovido pela BM&FBovespa e pelo Ministério da Agricultura, em São Paulo.
A expectativa para o período de julho a dezembro é de R$ 146 por arroba. No mesmo período em 2014, o valor médio foi de R$ 129,36 a arroba. “Quando a gente fala em um preço menor, pode parecer que a gente ainda está sendo pessimista, mas o ano ainda será positivo para o preço do boi, ainda é satisfatório e nos nossos cálculos, traz algum tipo de lucro”.
Lygia avaliou que, mesmo “involuntariamente”, o mercado de boi gordo está mais favorável ao pecuarista neste momento. Na avaliação dela, o criador ainda consegue ter rentabilidade, mesmo com os custos mais altos de reposição do rebanho. O risco está no longo prazo, quando ele terá que vender o bezerro comprado agora em um cenário de oferta maior, em função da atual retenção de fêmeas. “Esse bezerro caro que ele comprou não se remunera lá na frente. O risco é altíssimo. Hoje ele está com a bola na mão, mas vai ter que transferir pra alguém”.
Para a consultora, o principal problema da cadeia produtiva está na demanda, que tem se mostrado cada vez mais fraca. O atual cenário econômico do País – com expectativa de retração econômica e alta da inflação – e concorrência com outras proteínas, como carne de frango e suína, que tem sido mais baratas, impactam na decisão de consumo. De acordo com ela, quando a renda sobe 10%, o consumo de carne bovina sobe 5%, a mesma relação ocorrendo em caso de queda. De acordo com a consultora, a expectativa de queda na renda é de 3%, o que significaria uma redução de 1,5% no consumo de produto bovino.
“Isso só de transferência para frango, suíno e ovos. É bastante preocupante, porque quem comia três bifes de carne bovina agora vai comer dois e um de carne de frango. E não dá para esperar muito do consumo interno neste ano”. Nas suas contas, o consumo de carne bovina no Brasil deve cair 12,31% em relação ao ano passado. Já a produção deve ter uma redução de 10% na mesma comparação.
Com o aperto na oferta e arroba mais cara, além de demanda enfraquecida, o segmento mais pressionado da cadeia produtiva neste momento é a indústria. Segundo ela, em todo o ano de 2009, 50 plantas fecharam ou interromperam atividades. Neste ano, antes do fim do primeiro semestre, já são 40 unidades de abate com atividade suspensa. “Não está tão ruim, mas está. O que está havendo é um ajuste produtivo ao atual nível de oferta em 2015”, disse.
Na avaliação da consultoria, um alívio na situação só deve ocorrer com um aquecimento nas exportações que, segundo ela, estão em um ritmo 14% menor que no ano passado. Ela acredita em um aquecimento das vendas externas no segundo semestre, levando a um resultado 8% menor que em 2014. No entanto, o desempenho depende da habilitações de plantas frigoríficas por parte de mercados já abertos para a carne bovina brasileira, como Malásia, Indonésia, China e Arábia Saudita.
“Se houver aumento das exportações, há duas alternativas: ou reativa as plantas e recontrata os funcionários, o que é mais lento; ou sai correndo para comprar bois se não fizer em tempo hábil. O que está salvando os frigoríficos é o mercado externo”.
Fonte: Revista Globo Rural, adaptada pela Equipe BeefPoint.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

CONVITE

Exibindo convite Angus.jpg

Referência de preços de gado no Uruguai

Foro Mercosur de la Carne alertó sobre riesgo de cesar vacunación anti-aftosa


FOROEsta semana sesionó en Montevideo el Foro Mercosur de la Carne (FMC) y realizó una conferencia de prensa para alertar acerca del riesgo de cesar en la región la vacunación contra la fiebre aftosa, cómo se planteó por parte de Foros internacionales.
Carlos Pedretti, presidente de FMC, y delegado de la Asociación Rural del Paraguay, señaló en la actividad que la institución “ratifica la necesidad de contar con un programa de control y erradicación de la fiebre aftosa de carácter supranacional ya que es una enfermedad transfronteriza que requiere la aplicación de medidas armonizadas y coordinadas entre los países de la región” y además se comunicó que se rechaza toda decisión nacional o sub nacional de cesar la vacunación sin tener fundamentos sanitarios.
Es importante destacar que la FMC está integrada por Confederaciones Rurales Argentinas, Consorcio de Exportadores de Carnes Argentinas, Sociedad Rural Argentina, Asociación Brasilera de las Industrias Exportadoras de Carne, Confederación de Agricultura y Pecuaria de Brasil, Sociedad Rural Brasilera, Asociación de la Industria Frigorífica del Uruguay, Asociación Rural del Uruguay, Cámara de la Industria Frigorífica del Uruguay, Federación Rural del Uruguay, Asociación Rural del Paraguay, y la Cámara Paraguaya de Carne.
fonte: Tardaguila Agromercados

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Estamos comprando para clientes


*160 TERNEIROS
*ANGUS
*INTEIROS
*PODEM ESTAR MAMANDO PARA DESMAME NO CAMINHÃO
*PESO MÉDIO DE 180 a 210 kg
*SOMENTE CARRAPATEADOS



*180 TERNEIROS
*ANGUS, HEREFORD, BRANGUS, BRAFORD E CARETAS
*CASTRADOS
*DESMAMADOS
*PESO MÉDIO DE 160 a 200 kg
*CARRAPATEADOS ou CONHEÇAM CARRAPATO


*NOVILHOS
*EUROPEUS
*PESO MÉDIO DE 270 A 320 kg
*CARRAPATEADOS


*VACAS ANGUS DEFINIDAS
*COM CRIA ou PRENHAS
*CARRAPATEADAS
* BUSCAMOS COMPRAR NA REGIÃO DE BAGÉ, DOM PEDRITO E SANTANA DO LIVRAMENTO POR MOTIVO DE LOGÍSTICA.








CONTATO PELOS FONES 053.99941513(LUND) ou 99915601(CHARLES)

quarta-feira, 10 de junho de 2015

CONVITE


OFERTAMOS CAMPO DE PECUÁRIA PARA ARRENDAMENTO E PASTAGEM DE AVEIA PARA PARCERIA

CAMPO PARA ARRENDAMENTO

* ÀREA: 700 ha
*LOCALIZAÇÃO : REGIÃO DE PINHEIRO MACHADO
*PERIODO:  5 ANOS
*PREÇO: 45kg de boi/ha/ano  ANTECIPADO ANUALMENTE
*OBS: CAMPO DE BOA QUALIDADE, COM POSSIBILIDADE DE ALGUMAS ÀREAS PARA PLANTIO DE SOJA ( aproximadamente 300 ha ) COM ESTRUTURA DE MANGUEIRAS E LOCAL PARA FUNCIONÁRIO. A SEDE, JUNTAMENTE COM 10 ha AO SEU ENTORNO FICA COM O PROPRIETÁRIO, SENDO O RESTANTE DAS ESTRUTURAS DISPONÍVEIS PARA USO.
COMISSÃO DO NEGOCIO: 6% PAGO PELO ARRENDATÁRIO

PASTAGEM DE AVEIA PARA PARCERIA
*ÀREA : 150 ha
*LOCALIZAÇÃO: REGIÃO DE HERVAL
*PERIODO: DE 1º JULHO A 31 DE SETEMBRO DE 2015
*PREÇO: 60% DO GANHO DE PESO TOTAL PARA O PROPRIETÁRIO DA PASTAGEM E 40% DO GANHO DE PESO TOTAL PARA PARCEIRO. O PROPRIETÁRIO DA PASTAGEM SE RESPONSABILIZA PELA MÃO DE  OBRA PARA CUIDAR.
OBS; CARGA MÁXIMA PERMITIDA DE 500 kg DE PESO VIVO POR ha.
COMISSÃO DO NEGOCIO: 6% SENDO 3% PELO PROPRIETÁRIO E 3% PELO PARCEIRO.
PARA EFEITO DE COMISSÃO FICA ESTIPULADO UM PAGAMENTO DE 50% DO VALOR ESTIMADO DO NEGOCIO NO ATO E OS OUTROS 50% AJUSTADOS QUANDO DO FINAL DA PARCERIA.

INFORMAÇÕES SOMENTE PELOS FONES 053.99941513 (LUND) OU 99915601( CHARLES)

    foto ilustrativa

Balanço das feiras de outono aponta valorização de 20,5% no preço dos terneiros.

Acima das expectativas. É assim que o presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindiler-RS), Jarbas Knorr, define o resultado dos negócios fechados durante a temporada de feiras de outono no Estado.
Balanço feito pela entidade a partir das médias registradas durante os eventos aponta que o preço médio do quilo vivo do terneiro alcançou R$ 6,04 – 20,5% maior do que no ano passado.
– Anteriormente, eu havia dito que se chegasse a R$ 6 tínhamos de comemorar. E o resultado foi ainda melhor. Houve uma grande restrição de animais ofertados, além de uma venda particular expressiva antes das feiras oficiais, mas o valor foi superior à expectativa – disse Knorr.
Segundo Knorr, apesar da queda de 18,3% na quantidade de terneiros vendidos, a qualidade dos animais se sobressaiu – o peso médio foi de 178 quilos. Além de ressaltar a genética, o leiloeiro aponta outros fatores para o desempenho: o foco do produtor em investir na venda de terneiros, a existência de dados comparativos para medir este avanço e a capitalização do criador devido à supersafra de grãos:
– A soja vem fazendo uma grande metamorfose na pecuária. Botou dinheiro no bolso do produtor, que ficou mais seguro e teve condições de fazer investimentos e produzir mais.
Knorr ainda destaca o preço médio do quilo vivo das terneiras, que se aproximou de R$ 6, e ressalta a importância do avanço na procura por ventres para produzir e melhorar os rebanhos.
Fonte: Zero Hora

CRV Lagoa

ANPTC SUL Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte / Avaliação das feiras de outono 2015 de Terneiros(as) e Vaquilhonas










































FONTE: ANPTC pesquisada por Lund Negócios







terça-feira, 9 de junho de 2015

Previsões climaticas MET URUGUAY

JUNIO 2015 | Martes 9



Un frente semiestacionario en el norte del territorio nacional genera lluvias y algunas tormentas desde los últimos dias en mencionada región.
En lo que resta de este Martes 9/6, y primera parte del Miércoles 10/6 algunas precipitaciones podrían ser puntualmente intensas. Se esperan acumulados generalizados entre 20 y 40 mm, con picos de 70 mm en menos de 24 hs. No se descarta la caída de granizo (no dañino).

fonte: MET URUGUAY

ANPTC Sul - Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte

SINDILER divulga o fechamento da TEMPORADA DE OUTONO 2015 no RS.

SINDILER divulga o fechamento da TEMPORADA DE OUTONO 2015 no RS. 
Terneiros vendidos por valores 20,5% maiores (R$/kg) em 2015.


RS terá grupo de análise de risco


RS terá grupo de análise de risco

O Rio Grande do Sul começa, a partir desta segunda-feira, um novo passo para o avanço do status de sanidade animal. Um curso sobre Análise de Risco aplicada à Vigilância de Enfermidades vai reunir um grupo de médicos veterinários ligados ao serviço oficial estadual e federal e também professores e estudantes de mestrado e doutorado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Além de pertencer a estas instituições, os participantes trabalham diretamente na área de epidemiologia”, informa o chefe do Serviço de Sanidade Animal da superintendência do Ministério da Agricultura do Rio Grande do Sul, Bernardo Todeschini.

Capacitar técnicos em análise de risco permite compreender onde estão os locais mais suscetíveis à ocorrência de enfermidades, podendo alocar recursos humanos e materiais com mais eficácia e resultados efetivos. “Com menos gente e aporte de verba se faz mais”, explica Todeschini.

Iniciativa pioneira
Este será o primeiro curso do tipo no país, com o objetivo específico de criar uma estratégia de uso comum em prol da sanidade animal, “constituindo um núcleo de análise de risco dentro no Rio Grande do Sul. Este tipo de trabalho já é realizado em muitos países desenvolvidos”, afirma Todeschini.

Conforme o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, já havia a compreensão da importância da capacitação dos técnicos oficiais em relação à análise de riscos. Por isso, o fundo já vinha alocando recursos e viabilizando a participação de técnicos em cursos realizados fora do país. Através de um Acordo de Cooperação Técnica entre Ufrgs, Mapa, Seapa e Fundesa, “foi possível trazer o curso para o Rio Grande do Sul, possibilitando a formação de um grupo maior de uma só vez”, explica Rogério Kerber.

A capacitação será realizada de 8 a 12 de junho na sede da Superintendência Federal da Agricultura em Porto Alegre. Os palestrantes serão os professores Gustavo Corbelini (Epilab/Favet-Ufrgs), Javier Sanchez, da Universidade da Ilha de Prince Edward (Canadá) e Gustavo Monti, Universidade Austral do Chile.

fonte: Agrolink com informações de assessoria

domingo, 7 de junho de 2015

Excelentes resultados marcam a última edição da PAC HB



SONY DSC
SONY DSC
A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) em parceria com a Embrapa Pecuária Sul realizou na última terça feira, 02 de junho, o Dia de Campo para apresentação dos resultados da Prova de Avaliação a Campo (PAC) com os reprodutores dos mais respeitados criatórios de Hereford e Braford do país, avaliados sob o mesmo manejo e condições ambientais. Só participam da avaliação os tourinhos selecionados entre os tops 40% a desmama dos programas de avaliação genética homologados pela ABHB.
Na 11º edição da prova na raça Hereford e 20º da raça Braford, a PAC HB é pioneira entre as provas de ganho de peso no Brasil e, neste ano, foram sete meses de pesagens alternadas em 28 dias, que contaram com a participação de 18 touros Hereford e 20 Braford de 15 criatórios.
Os animais foram avaliados em diferentes quesitos, definidos em conjunto entre a ABHB e a Embrapa Pecuária Sul, tais como ganho de peso, área de lombo, gordura subcutânea, pureza racial, conformação de carcaça e sexualidade. Este processo possibilitou identificar os animais superiores em termos de genética, o que os subdividiu em três classes de reprodutores: de elite, superiores e comerciais. Segundo o coordenador da PAC, Roberto Collares, o desempenho dos animais foi satisfatório, onde o ganho médio diário de peso para a raça Braford foi de 0,95 Kg, enquanto que os da raça Hereford o ganho foi de 0,91 Kg.
SONY DSC
SONY DSC
Com muitos anos de seleção genética, a Estância Guatambu, propriedade do criador Valter Pötter, venceu a PAC em cinco posições, sendo os três primeiros lugares na raça Hereford e o segundo e terceiro lugar na raça Braford. “Trabalhamos com programa de melhoramento genético há muito tempo por seleção de características produtivas, as quais são avaliadas na PAC, e os animais selecionados na propriedade com estes destaques vieram aqui e comprovaram isso nas posições que ficaram nas duas raças”, explica.
Na raça Hereford, a Estância Guatambu venceu as três primeiras posições.
Na raça Hereford, a Estância Guatambu venceu as três primeiras posições.
A PAC é uma prova que reflete animais produtivos a nível campo, e considera características de produção econômica na pecuária de corte, além de possui grande credibilidade na parceria entre a ABHB e a Embrapa à frente do programa. “Nosso apoio é total e somos pioneiros em participação, assim seguiremos sempre com as duas instituições participando deste tipo de prova, buscando sempre animais produtivos e mais eficientes da pecuária de corte”, frisa Pötter.
Durante a avaliação os animais foram submetidos a campo nas mesmas condições, no mesmo período, lugar, temperatura e alimentação. Para o vencedor da Prova na raça Braford, o proprietário da Estância Luz de São João, Celso Jaloto, “isso possui uma grande importância para mim e, também, para o produtor em si, o qual pode fazer uma avaliação de como está a sua genética, aonde pode melhorar, de que forma os seus animais ao serem comercializados serão agregadores de genética nos diversos rebanhos do Estado”, enfatiza.
Na raça Braford o vencedor foi da Estância Luz de São João.
Na raça Braford o vencedor foi da Estância Luz de São João.
Valorização dos animais que participam da PAC: os destaques da PAC tem um destino certo
O mercado busca animais com diferencial durante os leilões, em termos de desempenho, valorização e avaliação. Comercialmente, os animais que participam da prova, de acordo com Jaloto, com certeza terão um diferencial a mais, pois já foram testados, e quem compra esta genética sabe que está adquirindo um animal melhorador.
Dentre os remates, os compradores tem tanto a possibilidade de levar os animais para a sua propriedade quanto para centrais de inseminação, e ambos são muito bem valorizados em cifras. “Temos exemplos dos outros anos com valorização acima de 20% da média esses animais que participam da PAC e que tem um destaque em termos de desempenho”, lembra Valter Pötter.
Entre as novidades desta edição, após o encerramento da prova houve a realização do Teste de Consumo Alimentar Residual (CAR) – devido a uma Emenda Parlamentar implantada pelo Deputado Afonso Hamm (na qual as verbas para este teste foram liberadas) e o Perfil de DNA genotipado, com o objetivo de aumentar a gama de informações.
A programação do Dia de Campo ainda contou com a realização de duas palestras técnicas: uma com a pesquisadora Bruna Sollero abordando o tema “A utilização de touros jovens na transferência de tecnologia de melhoramento genético”, e o pesquisador Marcos Yokoo que irá abordar os resultados da pesquisa sobre consumo alimentar residual dos touros Hereford e Braford. Após a divulgação dos resultados e das palestras, foi feita uma apresentação dos animais que se destacaram na PAC, com comentários do pesquisador Joal Brazzale Leal.
SONY DSC
SONY DSC
SONY DSC
SONY DSC
SONY DSC

Setor pecuário comemora temporada de outono

Comercialização de terneiros movimenta negócios no Estado
Comercialização de terneiros movimenta negócios no Estado
Crédito: Divulgação/FS
Na semana passada, a 13ª edição da Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas e a 4ª Feira de Ventres Selecionados obtiveram um faturamento de R$ 1,26 milhão e 910 animais comercializados, das raças Angus, Hereford, Braford e cruzas. Os eventos comerciais ocorreram durante a Expoleite/Fenasul, em Esteio e foram promovidos por Farsul, Secretaria da Agricultura e Pecuária, Gadolando, Associação Brasileira de Angus e Santa Úrsula Remates e contaram com apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford.
Conforme a Farsul, os números superaram os alcançados em 2014. O preço médio do quilo vivo do terneiro fechou em R$ 6,20, acima da média das feiras de outono. A Farsul trabalhava com preços médios do quilo do terneiro em R$ 6. Segundo o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong, o evento demonstrou que animal bom tem sempre o preço melhorado. “A pecuária mostrou que ainda tem força no Rio Grande”, disse.
Quem também avalia como muito positiva a temporada de outono é o médico veterinário e sócio-proprietário da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha, Fernando Velloso, que frisa que a comercialização dos terneiros foi dentro da expectativa do mercado, “ou seja, em um valor próximo a R$ 6, correspondendo a 20% de sobrepreço sobre o valor do boi gordo (aproximadamente. R$ 5)”, declara.
Velloso ressalta que em 2014 observou-se a continuidade de um fenômeno de melhor qualificação dos lotes vendidos, sendo mais padronizados em peso e genética (cruzamento ou raça). De outra parte, observou-se um fato positivo de boa valorização para a cotação de terneiros "pesados". “Usualmente os terneiros pesados (acima de 200 kg) tendem a ter menor cotação (valor por kg) e, em 2015, muitos lotes de animais pesados foram vendidos por cotações superiores a média das feiras. Essa situação mostra que os compradores estão mais tecnificados e exigentes, buscando animais de mais qualidade para um processo de engorda mais intensivo. É muito boa essa notícia para o produtor de terneiros, pois ele pode ter mais confiança em investimentos para a qualificação e maior peso dos terneiros à venda, através de melhor manejo das vacas de cria, do uso de suplementação para os terneiros (creep feeding) e outras tecnologias disponíveis para aumento do peso a desmama”, destaca o consultor.
Projetando a temporada de primavera, Velloso acredita que, pelas feiras concentrarem-se na venda de reprodutores, a expectativa também é muito favorável para o setor.
O consultor destaca que no ano passado foram comercializados, em média, por aproximadamente R$ 8,5 mil e esperam-se valores próximos de R$ 10 mil para 2015. “O cálculo usual de que um touro valha o equivalente a oito-10 terneiros ou três quatro novilhos gordos, nos dá tranquilidade de estimar valores próximos de 10 mil reais ou acima. As vendas de reprodutores no outono foram muito boas. Por exemplo, o Leilão Revolution (com touros Angus, Brangus, Hereford e Braford) fez média de R$ 6 mil para 300 touros de sobreano (entre 350-400 kg) e o Leilão Santo Izidro (Angus e Charolês) fez média superior a R$ 9,4 mil para mais de 150 touros prontos para reprodução” aponta.
 
ANPTC comemora resultados
A Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte (ANPTC) junto a representantes da Regional Sul avaliaram, recentemente, as feiras de outono de terneiros, terneiras e vaquilhonas na região da Campanha. Ao todo, entraram mais de 10 mil animais em pista nos remates com a chancela da ANPTC, rendendo um faturamento acima de R$ 11,3 milhões no total. O presidente da ANPTC-Sul, Jaques Brasil de Souza, salienta que os eventos foram bem sucedidos. “A média que observamos ficou acima, em torno de 15 a 20% no quilo do boi. Também houve uma valorização nas fêmeas, isso demonstra que o produtor está preocupado em adquirir animais de qualidade e de valorizar a cria”, ressalta o dirigente que anuncia para agosto uma reunião da entidade para começar os trabalhos preparatórios para as feiras de primavera.
 
Maio de Ouro
O presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul, Jozé Ângelo Etchichury, destaca que as feiras de terneiros, terneiras e vaquilhonas foram positivas. A entidade também realizou uma programação extensa com eventos comerciais durante o mês de maio, o chamado “Maio de Ouro”. “Tivemos uma comercialização dentro das nossas expectativas. Os preços sofreram uma pequena variação para cima em relação ao mesmo período em 2014. Porém, se comparado com os remates de início do ano, a variação apontou uma pequena queda. Assim, o Maio de Ouro 2015 demonstrou um crescimento nos preços praticados no ano passado”, destaca Etchichury.
 
Conforme o presidente do Sindicato Rural de Lavras do Sul todos os eventos contaram com venda completa dos animais colocados em pista e que estavam em oferta. “A Feira de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas, que é oficial e realizada em duas etapas, apresentou um número menor de animais em sua primeira data, no dia 11 de abril. Já a segunda data, em 2 de maio e, na alternativa, no dia 9, do mesmo mês, contou com uma participação maior de produtores e andou dentro do mesmo nível  de cidades como Bagé, Caçapava do Sul, São Sepé, entre outras”, comenta Etchichury.
 
Números dos remates de Lavras do Sul
 
Feira de Outono II Etapa – (35ª edição) - 2 de maio
 
150 lotes, 2 564 terneiros faturamento total: R$ 2 775 250
46 terneiros de outono, média terneiro de outono R$ 1 328,70  peso médio 236,43 média kg 5,62
2518 terneiros de primavera, média terneiro de primavera R$ 1 077,89 peso médio 186,54 média kg 5,78
 
Média de preço geral R$ 1 082,39
Média kg geral 5,77
 
 
Feira Alternativa de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas ( 19ª edição) – 9 de maio
 
122 lotes, 1675 animais faturamento total: R$ 1 469 680
179 vaquilhonas, média R$ 1 108,88, peso médio 223,61 média kg R$ 4,96
17 vaquilhonas prenhes, média R$ 2 150, peso médio 393 kg, média kg R$ 5,47
726 terneiros, média R$ 849,63, peso médio 141,83, média kg R$ 5,99
753 terneiras, média R$ 820,46, peso médio 153,63, média kg R$ 5,34
 
Média kg geral 5,54
 
Remate Cite 27 – 16 de maio
 
65 lotes, 870 animais faturamento R$ 1 276 180
453 vaquilhonas, média R$ 1 345,85, peso médio 264,73 média kg R$ 5,08
30 vaquilhonas prenhes, média R$ 2 235, peso médio 333,50 kg, média kg R$ 6,70
250 vacas, média R$ 1 693,84, peso médio 390,03, média kg R$ 4,34
55 vacas prenhes, média R$ 2 049,09, peso médio 421,91, média Kg 4,86
21 vacas com cria, média R$ 2 397,62, peso médio 530,90, média kg R$ 4,52
 
Média kg geral 4,83
 
Remate de Ventres – 23 de maio
 
95 lotes, 1253 animais faturamento R$ 1 735 770
343 vaquilhonas, média R$ 1 341,22, peso médio 277,74 média kg R$ 4,83
85 vaquilhonas prenhes, média R$ 1 707,18, peso médio 324,93 kg, média kg R$ 5,25
396 vacas, média R$ 1 543,23, peso médio 371,89, média kg R$ 4,15
85 vacas prenhes, média R$ 2 055,06, peso médio 418,89, média Kg 4,91
44 vacas com cria , média R$ 2 004,77, peso médio 444,16, média kg R$ 4,51
300 terneiras, média R$ 855,37, peso médio 163,46 média kg 5,23
 
Média kg geral 4,64
 
Remate Invernada – 30 de maio
 
44 lotes, 524 animais faturamento R$ 832 750
103 vaquilhonas, média R$ 1 320,68, peso médio 283,71 média kg R$ 4,66
174 vacas, média R$ 1 518,33, peso médio 353,65, média kg R$ 4,29
43 vacas prenhes, média R$ 1 873,49, peso médio 417,40, média Kg 4,49
24 vacas com cria , média R$ 2 157,50, peso médio 451,83, média kg R$ 4,77
140 novilhos, média R$ 1 672,79 peso médio 345,03 média kg 4,85
40 vacas castradas. média R$ 1 650, peso médio 388,25, média kg 4,25
 
Média kg geral 4,54

fonte: Folha do Sul