quarta-feira, 27 de abril de 2016

Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Uruguaiana movimenta R$ 1,18 milhão


Na tarde de sábado (23), no recinto de remates do Parque da Associação Rural Agrícola e Pastoril, foi realizada a  Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Uruguaiana, promovida pelo Sindicato Rural de Uruguaiana.

Em pista 1.400 animais de produtores da região Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O faturamento de animais consignados à Tellechea & Bastos totalizaram R$ 1.181.940,00 com média de R$ 1.072,54 para 1.102 animais.

Os animais consignados à Virtual Remates perfizeram média de R$6,26/kg. Nesta edição em especial, os produtores fizeram doação para a campanha “Santa Causa”, cujo objetivo é ajudar na aquisição de equipamentos para a Oncologia da Santa Casa de Caridade de Uruguaiana.

Fonte: Sindicato Rural de Uruguaiana 

Feiras de Terneiros: Preço reduzido na largada do calendário de remates de outono

Uma das primeiras feiras da temporada, a Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Santo Antônio da Patrulha, ocorrida no dia 16 de abril, registrou média de R$ 6,35 o quilo — abaixo dos R$ 6,65 do ano passado, mas acima de outras feiras da temporada. O leiloeiro João Valter Medeiros pondera que a feira de 2015 teve resultado fora da curva, "excepcional", mas ressalta que o principal fator para a redução de preços este ano é o cenário econômico.
— O mercado financeiro está mais enxuto, há menos financiamentos e os juros subiram. A oferta está 10% maior, mas o poder de compra está menor. Vendemos tudo, mas o preço caiu — informa Medeiros.
O consultor da Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha pondera que os preços informados são médias. Na feira de Santo Antônio da Patrulha, por exemplo, um lote de 25 terneiros braford foi negociado a R$ 7,49 o quilo.
— Produção qualificada, apresentando uniformidade de peso e tamanho, e com certificações, permite vender o mesmo terneiro de 200 quilos a valores mais altos — ressalta Velloso.

Otimista, o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Francisco Schardong acredita que a concorrência externa e da venda direta reduzirá a oferta nas feiras, mas que os interessados encontrarão nos leilões animais de melhor qualidade.
— Estamos primando pela qualidade, não pela quantidade. Quem for a feiras, tem o selo de qualidade no brinco dos animais — afirma Schardong, confiante de que as médias ainda poderão subir até o final da temporada.
Cenário traz expectativa de estabilidade
Com os primeiros remates concluídos, a projeção para a temporada de outono 2016 é de preços estáveis, com possibilidade de alta mais comedida em relação ao que se registrou no ano passado, quando a média ficou em R$ 6,04 por quilo. Se no começo do ano a expectativa era de R$ 7, o Sindicato dos Leiloeiros Rurais do Rio Grande do Sul (Sindler-RS) reduziu a estimativa para cerca de R$ 6,50.
— A crise política até então não vinha prejudicando o agronegócio, mas agora chegou. Além disso, a quantidade de chuva atrapalhou a colheita do arroz e da soja, e também a chegada de caminhões em algumas propriedades. São diversos fatores contrários — considera o presidente do Sindler, Jarbas Knorr.
Outra preocupação do sindicato é em relação ao cenário favorável à exportação. Com o real mais desvalorizado na comparação ao mesmo período do ano passado, cresce o interesse do mercado internacional no gado brasileiro.
— Estamos vendendo muito terneiro para fora do país. Dois ou três navios já partiram e mais alguns estão por chegar, podendo levar de 30 mil a 40 mil animais. Isso pode reduzir a oferta nas feiras — avalia Knorr, sem estimar qual o percentual de queda na oferta.
Atualmente, a exportação tem papel positivo para o mercado de terneiros, aponta Fernando Velloso, da Assessoria Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha. Como o mau momento da economia brasileira afeta o consumo das famílias, incluindo a carne vermelha, o preço do boi gordo no mercado — principal referência do valor do terneiro — acaba sendo afetado.
— O setor de carnes tem sido muito competente em compensar parte da redução com crescimento da exportação. Se fosse depender apenas do mercado doméstico, o avanço dos preços do gado seria menor do que o projetado — analisa Velloso.


Fonte: Zero Hora, Caderno Campo & Lavoura 

1º Leilão Terneiro Angus Certificado em Cascavel / PR faz R$ 7,66 (machos) e R$ 6,51 (fêmeas)




1º Leilão Terneiro Angus Certificado, realizado sábado (23/4) em Cascavel (PR), superou todas as expectativas ao atingir média de R$ 7,66 por quilo para os machos e R$ 6,51 para as fêmeas. Depois de duas horas e 15 minutos de vendas, foram comercializados todos os 727 animais levados à pista com faturamento total de R$ 1.183.380,00.
O lote mais valorizado foi o ofertado por Cassiano Camargo, de Medianeira (PR). Os 29 machos saíram pelo valor médio de R$ 2.310,00 por cabeça e R$ 8,68/kg para José Lauri Griedeler, da CooperAliança, de Guarapuava (PR). O mesmo pecuarista arrematou o lote destaque entre as fêmeas. A oferta de oito terneiras do criador Antônio Henrique Neto, de Pérola (PR), atingiu a marca de R$ 2.610,00 por cabeça e R$ 8,52/kg depois de uma disputa acirrada em pista. As compras foram concentradas em criadores da região de Cascavel e Guarapuava, informou o sócio da Panorama Leilões Devair Bortolato.
Segundo o inspetor técnico da Angus Luís Augusto Copetti, que é responsável pela certificação dos terneiros na região de Cascavel, o resultado refletiu a alta padronização dos lotes e a seleção meticulosa. O profissional informa que a escolha dos animais para composição foi criteriosa, trabalhando apenas com exemplares entre 210 e 240 quilos. “Apertei muito na avaliação dos bezerros, o que resultou em um excelente padrão dos 32 lotes ofertados. Eliminei os animais menores e os mais pesados”, pontuou Copetti, que esperava vendas na casa dos R$ 7,00/kg para machos e R$ 6,00/kg para fêmeas. “Quem veio comprar a viu o padrão, pagou até um pouco mais e ficou satisfeito”, completou.
O sócio-proprietário da Panorama Leilões Cleber Bortolato disse que a previsão já era positiva antes da venda. “Fizemos vídeos dos animais, divulgamos muito o leilão e já estávamos otimistas. Mesmo assim, o leilão superou a expectativa”. Segundo Bortolato, o que motiva essa demanda aquecida pelo gado Angus na região é o resultado que o Programa Carne Angus vem trazendo aos pecuaristas. “A bonificação pelo animal bem acabado e toda a demanda final de mercado vêm motivando esses bons resultados”.

Fonte: ABA 

3º Remate Alianza del Pastilzal fatura R$ 2,3 milhões


3º Remate Alianza del Pastilzal ocorreu em 23 de abril em Lavras do Sul.  

Foram 1380 fêmeas bovinas inscritas, mas alguns animais não chegaram ao parque devido a chuva, reduzindo assim a oferta em relação ao anunciado. 

A venda totalizou 1308 animais com arrecadação de R$ 2.317.080,00, valor médio geral R$ 1.771,47, peso médio geral de 347,89 kg e média geral por quilo de R$ 5,09
NÚMEROS POR CATEGORIAS:
  • Vaquilhonas: 367 - valor médio R$ 1.378,15 - peso médio 279,34 - média por kg 4,93
  • Vacas: 100 - valor médio R$ 1.766,50 - peso médio 379,47 - média por kg 4,66
  • Vacas prenhes: 195 - valor médio R$ 2.175,79 - peso médio 442,40 - média por kg 4,92
  • Vaquilhonas prenhes: 558 - R$ valor médio 1.998,58 - peso médio 377,12 - média por kg 5,30
  • Terneiras: 78 - valor médio R$ 912,31 - peso médio 165,50 - média por kg 5,51
  • Vacas com cria: 10 - valor médio R$ 2.400,00 - peso médio 497,00 - média por kg 4,83
Fonte: Sindicato Rural de Lavras do Sul

segunda-feira, 25 de abril de 2016

RESULTADO FEIRA DE TERNEIROS DE SANTIAGO abril 2016



FEIRA DE TERNEIROS DE SANTIAGO
MÉDIAS
Terneiros: R$ 6,01
Terneiras: R$ 5,63
Novilhas: R$ 5,41

domingo, 24 de abril de 2016

Cachoeira do Sul - FEIRA DE TERNEIROS TEM PISTA LIMPA COM MÉDIAS ACIMA DE MERCADO



A 43ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de outono comercializou todos os animais colocados em pista no fim da tarde da última quarta-feira, 20. Ao todo, 1.019 reses, entre terneiros, terneiras e novilhas entraram na pista do Sindicato Rural de Cachoeira do Sul no evento que é considerado uma das principais vitrines da pecuária do município.
De acordo com dados fornecidos pelo Núcleo de Produtores de Terneiros de Cachoeira do Sul (NPTC) apontam que os preços médios do quilo vivo ficaram acima do que é atualmente praticado no mercado da pecuária. Os terneiros ficaram numa cotação média de R$ 6,62, as terneiras em R$ 5,53 e as novilhas a R$ 5,31.
O presidente do NPTC, Vinícius Só Porto, considerou esta edição da feira um sucesso absoluto, tanto pela liquidez quanto pelas médias alcançadas. O faturamento médio ficou em R$ 1.109.000,00, Porto avalia que a pecuária e o agronegócio como um todo vêm atuando na contramão da crise e estão segurando os números da balança comercial brasileira. “Estes setores estão puxando a economia e enfrentando a crise econômica brasileira”, comemora Porto.
Feira teve compradores de vários municípios
A 43ª Feira de Terneiros vendeu a maior parte de sua oferta para compradores de Cachoeira, mas foram registrados também compradores de municípios como Lajeado, Soledade, Cruzeiro do Sul, Vila Nova do Sul, Jacuizinho, entre outros. “Nós aumentamos a quantidade com a mesma qualidade das feiras anteriores”, destaca Porto.
O NPTC faz um agradecimento especial ao Sindicato Rural, à Inspetoria Veterinária, aos produtores, aos compradores, aos colaboradores e aos escritórios Servicon Negócios Rurais e Escritório Rural Cachoeira. O destaque desta edição ficou por conta do pecuarista Cacaio Lima, da Fazenda Boa Esperança, que obteve cinco premiações nos julgamentos da feira.
fonte: O Correio




quinta-feira, 21 de abril de 2016

Planejamento: Gado de corte em pastagens de terceiros


Terneiros angus em pastagem de inverno no Rio Grande do Sul

Gado de corte em pastagens de inverno

Em grande parte do Rio Grande do Sul iniciam-se as movimentações para implantação de pastagens de inverno para o gado de corte em áreas de cultivo de soja.
Independente da forma implantação, seja através de sobressemeadura no estágio R7 da planta ou com a utilização de semeadora em linha após a colheita, a expectativa de abundante oferta alimentar para o gado de corte durante o inverno já promove diversas mudanças no cenário.
Concomitantemente com estas ações, ocorre uma maior procura no gado de corte por categorias de reposição como novilhos, vacas de invernar e terneiros, o que pode ser observado pelo aumento da valorização destas no mesmo período.

Área de soja

Segundo a Conab, a área plantada de soja aumentou 31% em 2015 frente a 2010, o que corresponde a mais de 1 milhão de hectares, que antes eram destinados ao gado de corte já que as áreas de milho e arroz não se alteraram significativamente.
Esta pecuária de oportunidade, pecuária entre sojas ou safrinha de boi, como queiram chamar, está com margens cada vez mais apertadas, caso não haja plano de continuidade para colocação dos animais após o plantio de soja, pode ser inviável.

Variação de preços

Historicamente, o principal vale de queda de preço do gado gordo no rio grande do sul era abril, onde a oferta crescia devido à aproximação das geadas, os sistemas eram praticamente baseados em campo nativo, que produz muito menos no inverno.
Na média dos últimos 6 anos a queda de preço mais significativa é de julho a outubro, devido à grande disponibilidades de pastagens de inverno e necessidade de retirada dos animais das áreas de plantio de soja.
Tabela. Variação média do preço do boi gordo no Rio Grande do Sul de outubro a dezembro, diferença no valor recebido num animal do mesmo peso, apenas mudando o mês de venda e equivalente em kg de carcaça dessa diferença.
Preço do boi
Fonte: Lance Agronegócios
Se observarmos a tabela acima, concluiremos que é muito impactante na rentabilidade do negócio ter planejamento de continuidade, ou seja, nada mais do que qual estratégia usaremos para levar estes animais ate dezembro?
No ano passado, quem vendeu animais em dezembro, ao invés de outubro, faturou aproximadamente R$ 400,00 a mais por cabeça, é muita diferença.
Independente do agente de produção ser pecuarista ou agricultor, o que pode-se observar é que todo movimento em massa no mercado, tende a ter resultados aquém do esperado.
Comprar quando todos compram e vender quando todos vendem, faz com que o resultado fique somente a cargo da quantidade de quilos produzidos durante o período, ainda tendo que “pagar” o deságio de preço em muitos casos, o que muitas vezes torna a operação inviável.
Por Eduardo Castilho

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Brasil exporta 7,58 mil cabeças de bovino vivo em março



Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no mês de março foram exportados 7,58 mil cabeças de bovino vivo, com faturamento total de US$5,14 milhões.

Na comparação com o mês anterior a queda foi de 44,4% para o faturamento e 34,9% para a quantidade de cabeças exportadas. Já em relação ao mesmo período do ano passado a queda foi de 80,1% e 70,3%, na mesma ordem.

Os países compradores foram: Venezuela, Angola e Turquia. A Angola não comprava animais do Brasil desde setembro de 2014.
fonte: Scot Consultoria

Preços médios em U$ de gado no Uruguai

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Exportação de carne bovina em março cresce 7,8% em faturamento e 21,4% em volume

A indústria de carne bovina brasileira registrou em março deste ano um faturamento de US$ 518 milhões, com o embarque de mais de 140 mil toneladas, um crescimento de 5,5% e 10,3%, respectivamente, em relação ao mês anterior. Os números de março – os maiores registrados ao longo de 2016 – também apontam crescimento de 7,8% em faturamento e 21,4% no volume exportado, em relação ao mesmo mês de 2015.
Entre os dez principais países importadores da carne bovina brasileira, destacam-se o Egito, China e o mercado recém conquistado da Arábia Saudita. Para o Egito, em março foram exportadas mais de 23 mil toneladas de carne bovina, um crescimento de 126,8% ante ao mesmo período do ano passado. A China que, está em quarto lugar no ranking, comprou o equivalente a quase US$62 milhões, pouco mais de 15 mil toneladas de carne brasileira. Já a Arábia Saudita, no seu mês de retomada, entra na nona colocação, com pouco mais de 3 mil toneladas, gerando um faturamento de US$ 11 milhões.
O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2016 com mais de 367 mil toneladas de carne bovina exportada – 15,94% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado. Somado, o faturamento nos três primeiros meses deste ano, de US$ 1,384 bilhão, supera ligeiramente o valor atingido no primeiro trimestre de 2015, de US$ 1,367 bilhão.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Antônio Jorge Camardelli, os resultados das exportações no primeiro trimestre confirmam a expectativa para 2016 de um faturamento próximo a US$ 7,5 bilhões e volume de cerca de 1,76 milhão de toneladas.
Categorias
No comparativo com fevereiro deste ano, todas as categorias apresentaram em março um incremento em toneladas, com destaque para a carne in natura. A categoria, a mais exportada pelo setor, atingiu em março um faturamento de mais de US$ 411 milhões e mais de 110 mil toneladas em exportações, um crescimento percentual de 5,78% e 11,54%, respectivamente, ante o mês anterior. Vale ressaltar também os resultados em março da categoria de tripas, que aumentou 20,3% em faturamento e 16,5% em volume, em relação ao mês anterior.

Agrolink com informações de assessoria

quarta-feira, 13 de abril de 2016

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Fenômeno climático La Niña vai ditar o ritmo da próxima safra


Fenômeno climático La Niña vai ditar o ritmo da próxima safra
Ao contrário da safra 2015/16, que sofreu (e ainda sofre) os impactos de uma das mais fortes ocorrências de El Niño das últimas duas décadas, o ciclo 2016/17 será marcado pela La Niña. Embora não haja um consenso em relação à intensidade do fenômeno, provocado pelo esfriamento das águas do oceano Pacífico, os meteorologistas afirmam que ele deve começar entre agosto e setembro deste ano, época de plantio do milho e da soja e de colheita do trigo.

Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Luiz Renato Lazinski, o El Niño perde intensidade entre o fim de maio e o começo de junho e cede espaço para um inverno regular, com tempo seco e temperaturas mais amenas. “O La Niña deve começar em setembro, com a possibilidade de geadas tardias, o que pode impactar na colheita do trigo. Na região Centro-Sul do país, o fenômeno será marcado por uma distribuição mais irregular de chuvas e por precipitações abaixo da média”, explica.
De acordo com o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar Meteorologia, o La Niña deve atingir o pico no verão de 2017. “Dependendo da intensidade, isso significa estiagem na região Sul do país e mais chuvas na região Centro-Norte, incluindo o Matopiba”, afirma. O último La Niña aconteceu na safra 2011/12.
O cenário climático da próxima safra exige cautela para os produtores, principalmente na região Sul. No caso do trigo, por exemplo, o excesso de chuvas provocado pelo El Niño quebrou parte da safra do Rio Grande Sul e do Paraná. Com o La Niña, a situação inverte. “Quem não perder por causa das geadas, vai conseguir colher trigo de uma ótima qualidade por causa do tempo mais seco”, diz Lazinski.
No caso das culturas de verão, como soja e milho, a falta de chuva pode influenciar diretamente no plantio e no desenvolvimento das plantas. “No La Niña é muito comum a ocorrência de veranicos ao longo da safra, alguns com mais de 20 dias, o que pode atrapalhar bastante”, afirma o meteorologista do Inmet.
No entanto, em outras regiões, como o Norte do Mato Grosso e o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que há três anos sofre com estiagem, haverá um clima mais favorável, com uma incidência maior de chuvas.



domingo, 10 de abril de 2016

Friboi lança Academia da Carne, plataforma de cursos para leigos e experts

Lançamento da Academia da Carne Friboi nesta terça-feira, em São Paulo
Lançamento da Academia da Carne Friboi nesta terça-feira, em São PauloCréditos: Glamurama

Depois de nove meses de muito trabalho, a Friboi lançou nesta terça-feira a Academia da Carne Friboi, uma plataforma que chega para revolucionar o conceito de branded content no Brasil. A ideia é transformar dos mais leigos aos mais experientes em verdadeiras autoridades quando o assunto é carne.
São cursos gratuitos que ensinam de tudo, desde temas como corte ideal para cada prato até dicas de preparo, tempero e especialidades como receitas regionais, churrasco e outros. “Os cursos são o conteúdo mais inovador. São cerca de cinco aulas com pouco mais de um minuto cada, que o usuário pode visualizar como preferir, e ao final, fazer uma provinha que lhe garante o certificado”, conta Maria Eugenia Campacci Rocha, Gerente Executiva de Marketing da JBS e responsável pelo projeto. Todos os chefs, entre eles seus três embaixadores, Ana Maria Braga, Olivier Anquier e Guga Rocha, Palmirinha, Carla Pernambuco, Felipe Bronze, Ana Luiza Trajano, Bel Coelho e Ivan Achcar foram escolhidos por terem cozinhas simples e receitas de fácil execução.
Foram produzidos exclusivamente centenas de vídeos, infográficos, matérias e galeria de fotos divididos em nove seções: Cortes, Receitas, Cursos, Dicas, Cozinha na TV, Pelo Brasil, Chefs, Toque Final e Perfil. Este último será como uma rede social e busca ampliar também o engajamento dos usuários, que poderão acumular certificados e receitas preferidas além de compartilhar seu ranking com os amigos na própria plataforma e em redes sociais, como o Facebook. Cinco atualizações semanais garantem novidades constantes, e além de tudo isso, um time composto por estudantes de gastronomia estará disponível on-line de segunda a segunda, das 9h às 24h, para dar mais detalhes e tirar dúvidas.

Friboi se aproxima do consumidor ao lançar plataforma digital Academia da Carne

Após ser uma das signatárias do acordo pelo meio ambiente em 2009 e liderar o pacto pela qualidade da carne no ano passado em Mato Grosso do Sul, a JBS volta a protagonizar o que pode se tornar um verdadeiro pacto pelo marketing da carne bovina no Brasil.
Por meio de sua marca Friboi, a empresa apresentou na terça-feira (5) o que considera ser um novo e importante passo no relacionamento com os consumidores, ao colocar no ar a plataforma Academia da Carne Friboi – academiadacarnefriboi.globo.com.
Trata-se de um canal de brand content pioneiro no mercado nacional, que reúne todos os tipos de conteúdo para ajudar os consumidores, tais como dicas, cursos, técnicas e receitas sobre carne bovina. Conhecido também como marketing de conteúdo, esse conceito visa a fortalecer e associar valores à marca, trabalhar o engajamento e aproximar-se dos consumidores.
Mais um marco histórico
No dia do lançamento, o presidente da Divisão Carnes da JBS, Renato Costa, disse à CarneTec que aquele era um passo transformador, mais um marco para a empresa, assim como em 2009 (acordo com o Greenpeace) e 2015 (Pacto Sinal Verde).
“São alguns marcos que existem na nossa história, e este eu considero que é um marco, sim. Criamos uma ferramenta de comunicação direta com o consumidor, uma plataforma digital em que ele terá acesso ao produto, desde o boi, localização dos cortes, até as formas de preparo – a pecuária, via indústria, conversando com o consumidor. Sabemos se tratar de um desafio, mas nós temos bastante conteúdo para compartilhar com o consumidor”, afirmou Costa.
A ação conta com três embaixadores de peso: a apresentadora Ana Maria Braga e os renomados chefs de cozinha Olivier Anquier e Guga Rocha, que atuam diretamente na elaboração dos conteúdos.
Compõem ainda o time de especialistas e chefs que dão suporte ao site: Felipe Bronze, Ana Luiza Trajano, Jimmy McManis, Ivan Aschar, Clarice Chwartzmann, Flavio Myiamura, Carla Pernambuco, Mônica Rangel, Arthur Sauer, André Castro, Tereza Paim, Fabio Vieira e Kathia Zanatta.
Além disso, a produção dos vídeos, matérias e infográficos da Academia da Carne Friboi tem a assinatura da Globo, que ainda hospeda, amplifica e qualifica a audiência do site.
Marketing positivo da carne
Segundo Maria Eugênia Rocha, gerente executiva da Div. Carnes da JBS e responsável pela criação da plataforma, a ação permitirá inclusive expor os benefícios da carne bovina à saúde dos consumidores.
“Temos parceria com nutricionistas mostrando quais são os benefícios da carne – vitamina B12 e ferro nos níveis encontrados na carne, nenhum outro alimento tem. E com essa plataforma, estamos indo para um mundo completamente novo, com ‘n’ espaços para se divulgar isso também. Já temos essa pauta desenhada para desenvolvermos novos conteúdos em cima de segurança alimentar e nutrição”, revelou Maria Eugênia à CarneTec.
Os processados cárneos à base de proteína bovina ainda não são foco da Academia Friboi, mas a executiva não descartou a inclusão futura desta linha de alimentos na plataforma. “Num segundo momento, pode ser que sim, mas agora estamos focando na carne in natura”, disse ela a este portal.

Facilidade para o consumidor Totalmente interativa, a plataforma foi pensada em formato mobile first, que privilegia a mobilidade e facilita a navegação via smartphone. No primeiro acesso, o internauta tem a opção de fazer um rápido login e, uma vez cadastrado, tem o seu perfil personalizado de forma randômica com os temas mais buscados por ele dentro do site. “Até agora a Friboi tinha contato com os consumidores no momento pré-compra, com ações publicitárias e campanhas de mídia, e na hora da compra, nos supermercados e açougues. Agora estaremos presentes também na hora do preparo, do consumo e pós-consumo. Será um relacionamento muito mais próximo e direto. Queremos que todos tenham confiança e conteúdo para falar sobre carne”, finalizou Maria Eugênia. 

Fonte: CarneTec, por Patrick Parmigiani

Medias das Feiras de TERNEIROS em SC

A 35ª Feira do Terneiro de Caçador (SC) 03/04/2016

 Ofertou 504 animais. 
Conforme publicado pela Tarumã Remates, as médias foram as seguintes: 

  • 312 Terneiros: R$ 7,60 Kg 
  • 192 Terneiras: R$ 7,00 Kg
Fonte: Tarumã Remates


FEIRA DE TERNEIROS - LAGES (SC) 02/04/16
A CAMARGO AGRONEGÓCIOS informou os seguintes resultados em sua página na internet: 
TERNEIROS: R$ 7,93
TERNEIRAS: R$ 6,99
BOIS: R$ 5,84
NOVILHAS (18 MESES): R$ 5,66
NOVILHAS (24 MESES): R$ 5,00
NOVILHAS (36 MESES): R$ 5,21
VACAS PRENHAS: R$ 6,23
VACAS COM CRIA: R$ 5,10
VACAS FALHADAS: R$ 4,27

Resultados da Feira de Terneiros(as) de Lavras do Sul Abril /2016

Feiras de Terneiros: Lavras do Sul faz R$ 5,98 (machos) e R$ 5,25 (fêmeas)

Lavras do Sul faz R$ 5,98 (machos) e R$ 5,25 (fêmeas)

Foto: Divulgação/Assessoria
XXXVI FEIRA DE OUTONO I ETAPA - LAVRAS DO SUL / RS 

Resultados da Feira de Outono de Lavras do Sul, ocorrida em 09/04/16. 
Media da feira: 
  • Machos R$ 5,98/kg 
  • Fêmeas R$ 5,25/kg
Melhor lote da feira e Lote campeão nos machos: 
Média: 209 kg - Preço: R$ 6,22/kg
Lote campeão nas fêmeas: 
Média: 155 kg - Preço: R$ 5,48/kg

Jurados: Fábio Brandão, Jean Santos, Samuel Souza
Fonte: Acessoria Veterinária