Laudo técnico apontou risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores MPT/DIVULGAÇÃO/JC Uma força-tarefa liderada pelo Ministério do Trabalho (MT) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) interditou nesta sexta-feira (19) o frigorífico da Marfrig, em Bagé, na região da Campanha. O MPT emitiu um laudo técnico de 68 páginas, em que aponta “condição de risco grave e iminente à saúde e à integridade física dos trabalhadores”. A ação é resultado da 51ª operação da força-tarefa dos frigoríficos gaúchos, realizada desde 2014. Esta fase marcou o retorno do MT ao grupo operacional. Foram suspensas a utilização de diversas máquinas, setores e serviços, como salas de abate e de instalações elétricas. As irregularidades detectadas pelo MPT incluem o atordoamento de animais, abate, desossa e resfriamento. Também foram registrados problemas no acesso à planta, no fornecimento de água potável aos empregados, concessão e gozo de pausas, instalações sanitárias e subnotificações de acidente de trabalho e violação à estabilidade acidentária. O local já havia sido interditado pelo Ministério do Trabalho em 2015, também devido à constatação de situação de risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores. A planta da Marfrig em Bagé abate, diariamente, 680 cabeças de gado e tem 890 empregados, que trabalham em turno único, de segunda a sexta-feira. Procurada, a Marfrig garantiu que aplica normas rígidas de segurança, zela pelo bem estar dos funcionários e está "adotando todas as medidas necessárias apontadas para a unidade de Bagé". Depois da vistoria, a empresa recebeu um prazo de 30 dias para manifestar interesse em firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC). O documento inclui o cálculo de multa pelo descumprimento de TAC anterior, firmado em 2016. A operação desta sexta foi a 51ª ação da força-tarefa estadual dos frigoríficos, que atua desde 2014, que tem realizado inspeções nas plantas de todas as regiões do estado. Até o momento, de acordo com o MPT, cerca de 41 mil empregados foram beneficiados em todo o estado e interdições de máquinas e atividades paralisaram 16 plantas. Confira a íntegra do posicionamento da empresa: “A Marfrig informa que aplica rígidas normas de segurança no ambiente de trabalho, além de zelar pelo bem-estar de seus funcionários e pela constante manutenção do espaço fabril de todas as suas unidades. Nesse sentido, a companhia está adotando todas as medidas necessárias apontadas para a Unidade de Bagé e dando todo suporte as autoridades”. -
fote:Jornal do Comércio
domingo, 21 de outubro de 2018
Ministério do Trabalho interdita frigorífico da Marfrig em Bagé
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Marfrig mantém ritmo acelerado de abates em Alegrete
Depois de um ano da reabertura da planta do frigorífico Marfrig em Alegrete, a indústria continua a pleno.
De acordo com o Sindicato da Indústria da Alimentação estão sendo abatidas 700 reses por dia. E a tendência é aumentar os abates.

Para manter todo este trabalho estão atuando na planta 670 trabalhadores, informa Marcos Rosse.
Ele diz que além disso adquiriram uma nova máquina, no setor de dessosa, para corte de costelas que chegou à unidade e, provavelmente, vão empregar mais gente para operar o equipamento. Ele lembra que existem cerca de mil currículos na empresa e de lá que vão selecionando os novos servidores.

Outra boa notícia é quanto a ação na Justiça, referente a questões em que empresa não cumpriu (itens da legislação trabalhista) e teria que pagar 5 milhões de multa. O sindicalista esclarece que a empresa se comprometeu a cumprir essas questões, na primeira audiência que aconteceu no mês de agosto.
Vera Soares Pedroso
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Feira de Terneiros de Cachoeira vendeu toda a oferta nesta quarta-feira
A 49ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Cachoeira do Sul comercializou nesta quarta-feira (10) toda a oferta de 477 animais colocados na pista do Sindicato Rural. O remate de primavera fez parte da programação da 67ª Feapec.
O faturamento geral do leilão foi de R$ 577,9 mil. O presidente do Núcleo de Produtores de Terneiros de Cachoeira do Sul, pecuarista Vinícius Só Porto, destacou a liquidez e a agilidade do rebanho. Toda a oferta foi comercializada em cerca de duas horas.
As médias superaram as expectativas de mercado do boi gordo, que hoje é comercializado a R$ 4,70 o quilo vivo. Na feira, o preço médio dos terneiros foi de R$ 5,44, as terneiras ficaram em R$ 4,58 e as novilhas em R$ 4,36.
fonte: MILOS SILVEIRA (milos.ocorreio@gmail.com)
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sábado, 6 de outubro de 2018
BR espera exportar até 150 mil bovinos/ano para a Arábia Saudita
Governos e empresários dos dois países se reunirão em novembro para acertar detalhes operacionais

Para acertar os detalhes operacionais e comerciais de exportação de bovinos vivos para a Arábia Saudita, integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Ministério de Meio Ambiente, Água e Agricultura daquele país (MEWA), além de empresários dos países, se reunirão em novembro, em Riade, capital da Arábia Saudita. O diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, disse que produtores brasileiros preveem exportar até 150 mil animais por ano destinados ao abate e reprodução.
No domingo, 30, o Brasil concluiu negociação iniciada em 2014 para a exportação de animais vivos à Arábia Saudita, durante missão organizada pelo Mapa. Na oportunidade, foi acertado o modelo de certificação que será firmado pelo Mapa para animais destinados aquele país.
A abertura de mercado foi baseada em resultados da missão veterinária saudita que esteve no Brasil em maio. Na oportunidade, inspetores sauditas visitaram os escritórios do ministério no Mato Grosso e no Pará, o laboratório oficial (Lanagro/PE), o porto de exportação de animais vivos localizado no Pará, e fazendas de criação e de exportação de gado. A missão técnica concluiu que os controles aplicados pelo Brasil para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) estão de acordo com as condições estabelecidas pela Arábia Saudita e pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Conforme o diretor, a exportação de gado vivo é uma atividade praticada somente por países que possuem rígido controle sanitário dos seus rebanhos. A exportação de gado também representa um canal de escoamento da produção, contribuindo para a melhoria da rentabilidade do produtor rural. Nos últimos sete anos (2010-2017), a atividade gerou US$ 3,7 bilhões. No ano passado, a exportação de bovinos vivo garantiu faturamento de mais de US$ 276 milhões e neste ano as exportações já superaram US$ 300 milhões.
Os sauditas também querem iniciar tratativas para a elaboração de normas (Certificado Zoosanitário Internacional) que viabilizem a importação de material genético de bois e de aves do Brasil. “A Arábia representa a possibilidade dos exportadores brasileiros diversificarem suas vendas no Oriente, em um mercado de alto poder aquisitivo”, observou o diretor.
Fonte: Mapa.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Arábia Saudita deve importar gado vivo do Brasil
O Ministério da Agricultura informou que a Arábia Saudita abriu seu mercado para o mel produzido no Brasil e acertou a manutenção das importações de carne bovina e de frango, além de ter aberto a possibilidade de ampliar a área de pescado. Em nota, o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, disse que, durante reunião no Ministério da Agricultura do país, foram fechados os últimos detalhes dos certificados zoosanitários internacionais relativos à exportação de gado vivo. “É um mercado interessante, que importa de diversas origens cerca de 7 milhões de animais por ano”, disse o secretário.
De acordo com Rangel, uma missão da Arábia Saudita no Brasil neste mês verificará não só garantias sanitárias às exportações, mas também as características do abate halal, abate religioso que tem uma exigência complementar sanitária.
O diretor do Departamento de Saúde Animal do ministério, Guilherme Marques, disse que a missão brasileira que está na Ásia se encontrou com autoridades sauditas do setor de segurança alimentar. Nessa reunião foram atualizadas informações em relação a atuações de fiscalizações realizadas no ano passado.
“Todo o relato que fizemos foi bem recebido, assim como todas as argumentações, aspectos e esclarecimentos necessários. Ficaram satisfeitos, principalmente, com a novidade do novo modelo de monitoramento e fiscalização de dados laboratoriais, que vai revolucionar a forma como a gente controla laboratórios e os laudos para certificação.”
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018
Primavera abre com otimismo na pecuária

Início dos remates trouxe ânimo ao setor pelas médias alcançadas /TRAJANO SILVA REMATES/DIVULGAÇÃO/JC Guilherme Daroit
Ponto alto dos remates da pecuária gaúcha, a primavera chegou e trouxe, com ela, uma melhora nas expectativas do segmento para as vendas de animais. Mesmo em ano de crise na carne bovina, a busca por qualidade genética por parte dos compradores - muitos deles vindos de fora do Estado - tem surpreendido nos primeiros leilões e feiras. A boa largada é vista como uma baliza para o resto da temporada de vendas, que deve ser marcada pela liquidez e pelos preços iguais ou até melhores do que no ano passado. "A pecuária vem reagindo, e vemos que os remates estão superando o que era esperado", conta o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Francisco Schardong. As primeiras feiras, argumenta o dirigente, têm acontecido com pista limpa e preços melhores do que no ano passado. "Dá para se dizer que, pelo começo, tiramos uma boa perspectiva", diz. O sentimento é corroborado pelo leiloeiro Marcelo Silva, da Trajano Silva, que viu suas expectativas para a temporada mudarem após o primeiro remate, em Uruguaiana, no início da semana passada. "Até aí, nossa atitude era de moderado otimismo, achando que íamos fazer valores 10% inferiores ao ano passado", conta o leiloeiro, justificando a previsão pelo momento econômico e político do País e do próprio setor. O evento, entretanto, surpreendeu, com alta procura e preços até maiores aos de 2017, com touros vendidos na média acima de R$ 11 mil. O bom resultado mudou a chave para um real otimismo, segundo Silva, porque a largada costuma ser balizadora de toda a temporada, consolidando uma tendência de liquidez nos leilões. "O referencial é muito bom, e a ideia é de que os que virão agora absorvam esse otimismo", continua o leiloeiro. Para Schardong, boa parte da procura é explicada pelo aumento no número de compradores de fora do Estado - em especial, do Paraná. "Com o advento da questão da retirada da vacina (contra a febre aftosa), outros estados ficariam impedidos de comprar nossa genética, então é um momento propício para a venda de terneiros para eles", acrescenta o dirigente da Farsul. Nos últimos quatro anos, 7 mil animais foram vendidos para fora do Estado, e, neste ano, Schardong acredita que o movimento se fortalecerá ainda mais. André Crespo, da Casarão Remates, acrescenta que a demanda por reprodutores continuará de qualquer forma, independentemente do momento de baixa enfrentado pelo setor no ano, com queda nos preços da carne bovina. "O produtor tem que manter a atividade, seguir produzindo. É inevitável que vá comprar", defende o leiloeiro, lembrando que o mercado de venda de touros tem se mantido aquecido sempre, justamente por conta dessa necessidade. A opinião é semelhante à do leiloeiro Eduardo Knorr, da Knorr Leilões, que argumenta, porém, que é impossível passar incólume à crise do setor. "O grande alento é que para quem não investir em qualidade vai ser ainda mais difícil sair da crise", defende. O leiloeiro afirma que se dará por satisfeito caso os valores praticados na temporada se efetivarem em torno daqueles vistos no ano passado. - Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/650466-primavera-abre-com-otimismo-na-pecuaria.html)
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segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Missão brasileira busca aumentar exportação de carnes ao Egito
Mapa apresenta projeto piloto de certificação eletrônica facilitar o comércio com o país


O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, apresentou proposta ao governo egípcio de implantação de programa piloto de certificação eletrônica para a venda de carnes brasileiras ao Egito, o que deve alavancar as exportações do produto para o país africano.
A proposta faz parte do plano de desburocratização e modernização do Mapa e foi desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) e pela Universidade de São Paulo (USP). O Egito será o primeiro país a implantar o sistema eletrônico a ser levado a outros países importadores de carne bovina do Brasil.
Novacki se reuniu nesta segunda-feira (3), com o ministro de Abastecimento de Alimentos e Comércio do Egito, Ali Meselhy, e o chefe do comitê responsável pela análise e autorização de exportações de alimentos. O governo egípcio entendeu que o programa de certificação eletrônica vai permitir a desburocratização nos processos de exportação de carnes com consequentes ganhos para toda a cadeia produtiva.
A apresentação e a defesa técnica do projeto para as autoridades egípcias foram feitas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), por meio de seu vice-presidente, Rui Vargas, ressaltou a importância do novo sistema. As duas entidades integram a delegação brasileira na missão chefiada por Novacki.
Os principais produtos agropecuários vendidos pelo Brasil para o Egito no último ano foram carnes (38,14%), produtos do complexo sucroalcooleiro (29,98%) e cereais, farinhas e preparações (25,33%), gerando um total de US$ 2 bilhões em divisas para o Brasil.
Emirados Árabes
Nos Emirados Árabes Unidos, reuniões realizadas no domingo (2), com a Apex-Brasil, agência que promove produtos e serviços brasileiros no exterior e atrai investimentos estrangeiros, e com representantes consulares e do setor privado serviram para prospectar oportunidades de comerciais em um ambiente de negócios favorável por sua condição de centro logístico de referência na região. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras para os Emirados Árabes Unidos somaram US$ 1,63 bilhão, concentrados no complexo sucroalcooleiro (53,38%) e carnes (39,12%).
Fonte: Assessoria de Comunicação Social MAPA
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Variação do preço do Kg do boi gordo no mês de Agosto
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018
URUGUAY-Exportaciones de ganado en pie no perdieron ritmo en agosto
Desde el 1 al 24 de agosto se han colocado 66.899 animales.

Embarque de ganado en pie en el Puerto de Montevideo, exportacion de ganado vacuno ND 20141027, foto Agustin Martinez
La exportación de ganado en pie sumó 66.899 animales embarcados desde el 1 al 24 de agosto, según publicó la consultora Tardáguila Agromercados. Estas colocaciones solo se ven superadas por el pasado junio con 85.713 animales vivos exportados.
Turquía se mantiene como el principal destino para los vacunos uruguayos con 62.829 cabezas importadas. Los negocios lo concretaron las firmas Gladenur (42.329 reses) y Olkany (20.500). Los restantes 4.070 fueron vientres enviados a China por el escritorio Di Santi & Romualdo.
De acuerdo a la información publicada, los embarques de Gladenur se hicieron a un valor medio de US$ 640 por cabeza y los de Olkany a US$ 580; las vaquillonas fueron negociadas en US$ 950 por animal.
Durante los últimos doce meses se han exportado 469.000 animales en pie, manteniendo un crecimiento constante del negocio
FONTE:El Pais
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quarta-feira, 22 de agosto de 2018
EVENTO PROMOVE O LANÇAMENTO OFICIAL DA 92ª EXPOFEIRA DE PELOTAS
A Associação Rural de Pelotas e o Sindicato Rural de Pelotas promovem nesta quarta-feira, dia 22, o lançamento oficial da 92ª Expofeira de Pelotas. O coquetel de lançamento da feira terá a presença de patrocinadores, colaboradores, expositores, associados e imprensa, e está agendado para ocorrer às 19h, no Salão Nobre do Parque de Exposições Ildefonso Simões Lopes.
Entre os destaques do evento estão a realização de grandes exposições com a presença de animais de alto valor genético e a Conferência Rural da Zona Sul, evento de caráter técnico-científico, com seminários que discutem o desenvolvimento das cadeias produtivas do agronegócio regional.
Outro ponto relevante é a programação paralela à qual fazem parte atrações como o Arte Na Rural, espaço artístico que busca valorizar a produção cultural local, e ainda mostras da gastronomia regional, produtos da agricultura familiar, máquinas e implementos agrícolas, além dos encontros e debates realizados pelos núcleos e associações de criadores.
A 92ª Expofeira de Pelotas é o evento referência do agronegócio na região Sul e ocorre de 8 a 14 de outubro de 2018, no Parque de Exposições Ildefonso Simões Lopes. A expectativa para este ano é de receber em torno de 50 mil visitantes durante todo o período do evento, que tem entrada gratuita de segunda, dia 8, a sexta-feira dia 12 de outubro. Estão também previstos leilões de bovinos e equinos, promovidos por criatórios de reconhecida qualidade genética, com uma projeção de movimentação econômica superior a R$ 30 milhões.
Estão confirmadas diversas atrações como os shows de Lisando Amaral, às 20h, e do grupo Alma Musiqueira, às 21h30min, no dia 8 de outubro. Os Serranos se apresentam no dia 9, às 21h. No dia 12 acontece o Festival Infantil às 16h e o show de Luiz Marenco às 21h. Todos esses, com entrada gratuita. Já no dia 13, às 21h, acontece o show de César Oliveira e Rogério Melo, com o ingresso inteiro ao custo de R$ 10, e no dia 10, o show nacional do cantor Gusttavo Lima.
A 92ª Expofeira de Pelotas é uma realização da Associação Rural e do Sindicato Rural de Pelotas, com a produção da X13 produções. Patrocinam o evento a Farsul/Senar, Badesul, Banrisul, Irga, Sicredi, BRDE, Ecosul e Caixa.
A Expofeira e a Conferência Rural tem entrada gratuita de segunda (8) a sexta (12). No fim de semana, os ingressos na bilheteria do Parque custam R$ 10 inteira e R$ 5 para estudantes, idosos e professores. Crianças até 12 anos não pagam. A taxa de estacionamento será cobrada durante todos os dias da feira.
Foto: Edu Rickes
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Brasil terá concorrência dura dos EUA
O mercado de carne bovina continua bem nos Estados Unidos. O rebanho vem crescendo e atingiu 103 milhões de cabeças no início de julho, após ter recuado para até 88,5 milhões em 2014. O total de gado em confinamento somava 11,3 milhões de cabeças em julho, um recorde para o mês, e a produção de carne aumentou 4% no primeiro semestre em relação a igual período de 2017.
Dados do Usda (Departamento de Agricultura) dos Estados Unidos indicaram que os abates de vaca aumentaram 8% de janeiro a junho, em relação a igual período de 2017. O resultado é um aumento temporário na oferta de carne, que será seguido por uma desaceleração no crescimento no próximo ciclo do setor. Com demanda externa aquecida, os Estados Unidos elevam as exportações, aumentando a concorrência com o Brasil, líder mundial em vendas externas. A produção de carne bovina nos EUA poderá atingir 12,3 milhões de toneladas neste ano, 3% mais do que em 2017. Esse crescimento continua em 2019, mas em ritmo menor: 2,3%. As exportações estão previstas em 1,38 milhão de toneladas em 2018, 1,5% mais do que em 2017. Em 2019, poderão somar 1,43 milhão. O volume de carne de frango a ser exportado pelos americanos poderá atingir 3,1 milhões de toneladas neste ano, 1,2% acima do de 2017. Nos cálculos do Usda, a produção sobe para 19,3 milhões de toneladas, mantendo os EUA na liderança mundial e bem distantes do Brasil, o segundo maior (próximo de 13 milhões).
fonte: Folha de SP
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Vendas de carne bovina crescem 11% e somam US$ 3,5 bilhões
China é responsável por 56% da receita e Alemanha aumentou compras em mais de 330%
A carne bovina brasileira entrou em mais de 135 países, em 2017, totalizando 1,5 milhão de toneladas e divisas de US$ 6,1 bilhões. Já no acumulado de janeiro a julho deste ano, o Brasil vendeu 844 mil toneladas, acréscimo de 8,3% em comparação ao igual período do ano passado, representando US$ 3,5 bilhões (+11,1%). De acordo com os dados da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os principais mercados importadores da proteína animal produzida pelo Brasil, até julho deste ano, foram Hong Kong, China, Egito, Chile, Irã, Estados Unidos e Alemanha. O destaque do período foi a China, com alta de 56,4% (US$ 729 milhões) no valor importado do Brasil, com 158 mil toneladas (+43,8%) de carne bovina. Outro mercado comprador de relevância nos sete primeiros meses do ano foi a Alemanha, com alta de 338,4% no volume financeiro, ou US$ 133,8 milhões, o que corresponde a quase 6 mil toneladas. O Chile aumentou seu fluxo comercial com o Brasil. Suas compras no período tiveram incremento de perto de 80%, alcançando US$ 253 milhões. O volume chegou a quase 61 mil toneladas de carne bovina no acumulado do ano. Outro destaque no ranking da carne bovina brasileira é Hong Kong, que comprou US$ 879 milhões (+29,1%) e 212 mil toneladas (+18,1%). O Brasil disputa com a Índia a primeira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne bovina com aproximadamente, 1,85 milhão de toneladas, em 2017, de acordo com o relatório do USDA. Depois vem a Austrália (1,48 milhão t) e os Estados Unidos (1,3 milhão t). O país possui 217 milhões de cabeças de gado bovino e bubalino.
MAPA
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Principais indicadores do mercado do boi –20-08-2018
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
| 17/08/18 | Diferença | |||
| 16/Ago | 10/Ago | 17/Jul/18 | ||
| Boi Gordo – Esalq/BM&F à vista | R$ 144,95 | 0,10% | -0,34% | 3,02% |
| Bezerro – Esalq/BM&F à vista | R$ 1.175,71 | -0,15% | -0,04% | 1,67% |
| Margem bruta na reposição | R$ 1.215,97 | 0,35% | -0,64% | 4,36% |
| Boi Gordo – em dólares | US$ 36,81 | -1,37% | -2,66% | 1,14% |
| Dólar | R$ 3,94 | 1,49% | 2,38% | 1,86% |
| Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint | ||||
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo apresentou alta de 0,10%, nessa sexta-feira (17) sendo cotado a R$ 144,95/@. O indicador a prazo foi fechado em R$ 147,18.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta

O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,15%, cotado a R$ 1175,71/cabeça nessa sexta-feira (17). A margem bruta na reposição foi de R$ 1215,97 e apresentou alta de 0,35%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar

Na sexta-feira (17), o dólar apresentou alta de 1,49% e foi cotado em R$ 3,94. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 1,37%, sendo cotado a US$ 36,81. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 17/08/18
| Vencimento | Fechamento | Diferença do dia anterior | Contratos em aberto | Contratos negociados | |
| Ago/18 | 145,05 | -0,10 | 1.292 | 99 | |
| Set/18 | 147,00 | -0,45 | 530 | 34 | |
| Out/18 | 148,90 | -0,20 | 7.296 | 1.471 | |
| Nov/18 | 148,70 | -0,30 | 219 | 13 | |
| Dez/18 | 149,75 | -0,20 | 248 | 0 | |
| Jan/19 | 150,10 | -1,05 | 59 | 0 | |
| Mai/19 | 146,95 | -1,05 | 219 | 73 | |
| Ago/18 | 152,15 | 0,00 | 0 | 0 | |
| Set/19 | 157,55 | 0,00 | 0 | 0 | |
| Out/19 | 155,15 | 0,00 | 25 | 0 | |
| Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SP | Indicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS | ||||
| Data | À vista R$/@ | A prazo R$/@ | Data | À vista R$/cabeça | A prazo R$/cabeça |
| 09/08/18 | 144,85 | 146,26 | 09/08/18 | 1177,27 | 1155,00 |
| 10/08/18 | 145,45 | 145,95 | 10/08/18 | 1176,16 | 1154,70 |
| 13/08/18 | 144,85 | 145,52 | 13/08/18 | 1187,25 | 1162,67 |
| 14/08/18 | 144,30 | 144,88 | 14/08/18 | 1192,06 | 1169,49 |
| 15/08/18 | 142,65 | 143,52 | 15/08/18 | 1191,99 | 1180,57 |
| 16/08/18 | 144,80 | 146,33 | 16/08/18 | 1177,43 | 1210,00 |
| 17/08/18 | 144,95 | 147,18 | 17/08/18 | 1175,71 | . |
| Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint. | |||||
O contrato futuro do boi gordo para ago/18 apresentou baixa de R$ 0,10 e foi negociado a R$ 145,05 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para ago/18

Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
| 17/08/18 | Diferença | |||
| 16/Ago | 10/Ago | 17/Jul/18 | ||
| Traseiro (1×1) | R$ 11,20 | -0,88% | -4,27% | 0,90% |
| Dianteiro (1×1) | R$ 7,50 | -1,32% | -6,25% | 0,00% |
| Ponta Agulha | R$ 7,60 | 0,00% | -5,00% | 1,33% |
| Equiv. Físico | R$ 139,34 | -0,93% | -4,98% | 0,66% |
| Spread Eq. Físico/Esalq | – R$ 5,61 | -34,86% | -571,43% | -146,43% |
| Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint | ||||
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 139,34. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de -R$ 5,61 e apresentou baixa de R$ 1,45 em relação ao dia anterior. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: BeefPoint
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
Produtores se manifestam a favor das exportações de gado contra projeto de deputado e contra governo de SP
Exportadores, pecuaristas, Abeg, SRB, Assocon, estivadores, médicos veterinários, transportadoras estão desde a manhã na Assembleia Legislativa tentando convencer os deputados a rejeitaram projeto que deverá ser votado às 16h30 ou adiar a votação para que eles possam conhecer melhor a realidade dessa atividade, que recusa a acusação de maus tratos nas exportações.
Ricardo Barbosa - Presidente da AbreavPodcast
Entrevista com Ricardo Barbosa - Presidente da Abreav sobre o Projeto de lei contra a exportação de Gado em pé
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fonte: Noticias Agricolas
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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