EM 20 .03.2010
REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50
TERNEIRAS R$ 2,30 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,15 A R$ 2,30
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
sábado, 20 de março de 2010
PREÇOS DE GADO- MERCADO FISICO / KG VIVO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

INFORMAÇÃO
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 20.03.2010
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 20.03.2010
REGIÃO DE PELOTAS
BOI: DE R$ 5,05 a R$ 5,15
BOI: DE R$ 5,05 a R$ 5,15
VACA: DE R$ 4,65 a R$ 4,75
OBS: Compras só a rendimento.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.
OBS: Compras só a rendimento.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.
COMENTÁRIO do BLOG:
O RIO GRANDE DO SUL , AO CONTRÁRIO DO RESTO DO BRASIL , VEM NOS ÚLTIMOS DIAS COM TENDÊNCIA DE QUEDA
MODERADA DOS PREÇOS DE BOI E VACA GORDA.ESTA TENDÊNCIA VEM SENDO ATRIBUÍDA ALÉM DO BOM VOLUME EXISTENTE DE GADO GORDO,AO FATO DA LIBERAÇÃO DE ÁREAS PARA O PLANTIO DE PASTAGENS DE INVERNO,COMO TAMBÉM A FALTA DE UM MELHOR RESULTADO NAS EXPORTAÇÕES E NO CONSUMO PER CAPITA DE CARNE NO ESTADO.O PREÇO SÓ NÃO CAIU EM MAIORES PERCENTUAIS PELO MOTIVO DOS FRIGORÍFICOS ESTAREM AUMENTANDO SUAS ESCALAS DE ABATE PARA REPOR SEU ESTOQUE , QUE SEGUNDO DIZEM , NÃO SÃO SUPERIORES A 4 DIAS.
MODERADA DOS PREÇOS DE BOI E VACA GORDA.ESTA TENDÊNCIA VEM SENDO ATRIBUÍDA ALÉM DO BOM VOLUME EXISTENTE DE GADO GORDO,AO FATO DA LIBERAÇÃO DE ÁREAS PARA O PLANTIO DE PASTAGENS DE INVERNO,COMO TAMBÉM A FALTA DE UM MELHOR RESULTADO NAS EXPORTAÇÕES E NO CONSUMO PER CAPITA DE CARNE NO ESTADO.O PREÇO SÓ NÃO CAIU EM MAIORES PERCENTUAIS PELO MOTIVO DOS FRIGORÍFICOS ESTAREM AUMENTANDO SUAS ESCALAS DE ABATE PARA REPOR SEU ESTOQUE , QUE SEGUNDO DIZEM , NÃO SÃO SUPERIORES A 4 DIAS.
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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CASARÃO REMATES
Resultado do leilão do dia 18/03 Pelotas . veja as médias.
Leilão realizado nesta última quinta feira na Rural de Pelotas, comercializou 704 bovinos, pista limpa e ágil, com 100% de vendas. Um dos destaques da oferta foi a venda das 100 Vacas Angus da Fazenda da Divisa, gado que foi um diferencial neste leilão, as 100 Vacas obtiveram a média de R$ 935,00. As demais categorias tiveram as seguintes cotações:
- Vacas c/cria ao pé R$ 1.108,00
- Vacas de Invernar R$ 736,00
- Novilhos 3 anos R$ 826,00
- Novilhos 2 anos R$ 629,00
- Novilhos 1 ano R$ 487,00
- Vaquilhonas 2 anos R$ 649,00
- Vaquilhonas 3 anos R$ 711,00
Leilão realizado nesta última quinta feira na Rural de Pelotas, comercializou 704 bovinos, pista limpa e ágil, com 100% de vendas. Um dos destaques da oferta foi a venda das 100 Vacas Angus da Fazenda da Divisa, gado que foi um diferencial neste leilão, as 100 Vacas obtiveram a média de R$ 935,00. As demais categorias tiveram as seguintes cotações:
- Vacas c/cria ao pé R$ 1.108,00
- Vacas de Invernar R$ 736,00
- Novilhos 3 anos R$ 826,00
- Novilhos 2 anos R$ 629,00
- Novilhos 1 ano R$ 487,00
- Vaquilhonas 2 anos R$ 649,00
- Vaquilhonas 3 anos R$ 711,00
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Frigoríficos terão que pagar gado antes de retirar da fazenda

A Bolsa de Carnes do Brasil, um produto novo criado pela Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), garante o pagamento antecipado da arroba do boi gordo. Apenas mediante a garantia do depósito na conta da BBM, o frigorífico poderá retirar o gado dos currais. O novo produto será apresentado aos criadores de Mato Grosso no dia 6 de abril, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), pelos diretores da BBM, controlada pela BM & FBovespa. O lançamento oficial será no dia 12, na Famasul, em Campo Grande (MS).
Para o coordenador do CentroBoi, órgão ligado à Famato, Francisco Assis do Amaral, o novo sistema é a solução para acabar com a inadimplência dos frigoríficos e trará credibilidade para a comercialização. Como as operações só poderão ser feitas por corretor credenciado, o CentroBoi já está preparado para auxiliar o produtor na comercialização do boi à vista pelo novo sistema, da mesma forma que presta serviço aos criadores na negociação do gado no mercado futuro. Pelo sistema, cada operação custará 0,5% sobre o valor total. Não haverá taxa de corretagem. Estima-se um custo entre R$ 5 a R$ 7 por cabeça de gado. Hoje, as corretoras cobram entre R$ 12 e R$ 15.
Mas as vantagens não são apenas para os pecuaristas. Conforme Carlos Eduardo Dupas, vice-presidente da BBM e responsável pela regional de Campo Grande (MS), o novo sistema irá democratizar a oferta de gado, pois o pequeno frigorífico terá a mesma oportunidade e oferta do grande. Além disso, as industrias frigoríficas poderão planejar os abates, de forma que a estrutura não fique ociosa, trazendo prejuízo diário aos empresários, por conta do custo operacional.
O assessor de novos produtos da BBM, Edílson Alcântara, avalia que só com a Bolsa de Carnes o produtor estará fechando um negócio à vista. Hoje, segundo ele, as vendas chamadas “à vista” são realizadas com pagamentos em até sete dias. E mesmo assim o frigorífico primeiro leva o boi, e depois o produtor recebe. “Nesse mundo dinâmico, um dia pode fazer toda a diferença”.
O sistema comportará três modalidades de operações. Na venda em leilão, o produtor fará a oferta no sistema da bolsa detalhando as características do rebanho de boi gordo - apenas animais entre 15 e 23 arrobas. Ele transformará o gado em arrobas de carne e fixará um preço mínimo por arroba. De outro lado, o frigorífico analisará o rebanho e fará sua oferta.
Em caso de negócio, o frigorífico fixará, até as 17 horas do mesmo dia, a escala de recolhimento e de abate dos animais. Dois dias úteis antes, terá que depositar 90% do valor da operação na conta de liquidação da BBM, que avisará o pecuarista para preparar os animais. Em seguida, o frigorífico emitirá o romaneio de abate, com valor total de arrobas e preço final. O prazo será até o meio-dia do dia útil seguinte. Depois, a BBM fará o cálculo de liquidação. Se der a menos, a bolsa devolverá a diferença ao frigorífico. Se der a mais, o ajuste será feito entre as partes. Se um parte romper o contrato, um juiz arbitral da bolsa tentará a conciliação ou resolverá o caso em julgamento. Quem descumprir, paga 10% de multa.
FONTE: http://www.agromundo.com.br/
Para o coordenador do CentroBoi, órgão ligado à Famato, Francisco Assis do Amaral, o novo sistema é a solução para acabar com a inadimplência dos frigoríficos e trará credibilidade para a comercialização. Como as operações só poderão ser feitas por corretor credenciado, o CentroBoi já está preparado para auxiliar o produtor na comercialização do boi à vista pelo novo sistema, da mesma forma que presta serviço aos criadores na negociação do gado no mercado futuro. Pelo sistema, cada operação custará 0,5% sobre o valor total. Não haverá taxa de corretagem. Estima-se um custo entre R$ 5 a R$ 7 por cabeça de gado. Hoje, as corretoras cobram entre R$ 12 e R$ 15.
Mas as vantagens não são apenas para os pecuaristas. Conforme Carlos Eduardo Dupas, vice-presidente da BBM e responsável pela regional de Campo Grande (MS), o novo sistema irá democratizar a oferta de gado, pois o pequeno frigorífico terá a mesma oportunidade e oferta do grande. Além disso, as industrias frigoríficas poderão planejar os abates, de forma que a estrutura não fique ociosa, trazendo prejuízo diário aos empresários, por conta do custo operacional.
O assessor de novos produtos da BBM, Edílson Alcântara, avalia que só com a Bolsa de Carnes o produtor estará fechando um negócio à vista. Hoje, segundo ele, as vendas chamadas “à vista” são realizadas com pagamentos em até sete dias. E mesmo assim o frigorífico primeiro leva o boi, e depois o produtor recebe. “Nesse mundo dinâmico, um dia pode fazer toda a diferença”.
O sistema comportará três modalidades de operações. Na venda em leilão, o produtor fará a oferta no sistema da bolsa detalhando as características do rebanho de boi gordo - apenas animais entre 15 e 23 arrobas. Ele transformará o gado em arrobas de carne e fixará um preço mínimo por arroba. De outro lado, o frigorífico analisará o rebanho e fará sua oferta.
Em caso de negócio, o frigorífico fixará, até as 17 horas do mesmo dia, a escala de recolhimento e de abate dos animais. Dois dias úteis antes, terá que depositar 90% do valor da operação na conta de liquidação da BBM, que avisará o pecuarista para preparar os animais. Em seguida, o frigorífico emitirá o romaneio de abate, com valor total de arrobas e preço final. O prazo será até o meio-dia do dia útil seguinte. Depois, a BBM fará o cálculo de liquidação. Se der a menos, a bolsa devolverá a diferença ao frigorífico. Se der a mais, o ajuste será feito entre as partes. Se um parte romper o contrato, um juiz arbitral da bolsa tentará a conciliação ou resolverá o caso em julgamento. Quem descumprir, paga 10% de multa.
FONTE: http://www.agromundo.com.br/
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quinta-feira, 18 de março de 2010
ATENÇÃO PECUARISTAS DA ZONA SUL

A PARTIR DE 22 DE MARÇO DE 2010 (SEGUNDA-FEIRA ) ESTARÃO SENDO REABERTAS AS COMPRAS DE TERNEIROS E TOUROS PARA EXPORTAÇÃO DE GADO VIVO.
CONFIRA
Angus International Exportação de Animais Ltda.
CNPJ 07.302.549/0001-80 IE: 0930373570
Abaixo condições de compra:
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 170 KG , EM NOSSA FAZENDA , PESO INDIVIDUAL - INTEIRO
Preço:
R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,40 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
Preço:
R$ 2,50 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,40 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
- GADO EUROPEU PESO MÍNIMO 200 KG , EM NOSSA FAZENDA , PESO INDIVIDUAL - CASTRADO
Preço:
R$ 2,40 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
Preço:
R$ 2,40 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 2,30 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
- TOURO
Preço:
R$ 2,00 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 1,90 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
R$ 1,70 p/Kg -- ZEBU
Preço:
R$ 2,00 p/Kg – EUROPEU PURO
R$ 1,90 p/Kg – CRUZA DE RAÇAS EUROPÉIAS
R$ 1,70 p/Kg -- ZEBU
Lembramos da importância de que os animais que sejam enviados a nossa concentração se ajustem as condições de compra.
1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.
2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.
3) Pesagem / Balança : Salientamos aos senhores que a pesagem será em local a definir no ato da negociação, porém esclarecemos que será em nossa propriedade ou em balança terceirizada vizinha à mesma.
- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.
Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.
1) Condições de pagamento : 10 dias úteis, a partir da chegada em nossa fazenda.
2) Condições Físicas e Sanitárias : Os animais recebidos deveram encontrar-se em boas condições físicas e sanitárias, do contrario serão refugados.
3) Pesagem / Balança : Salientamos aos senhores que a pesagem será em local a definir no ato da negociação, porém esclarecemos que será em nossa propriedade ou em balança terceirizada vizinha à mesma.
- Solicitamos nos confirmarem via fax ou telefone os lotes comprado, mencionando categoria, peso, procedência e raça, para que possamos planejar as cargas.
Vimos por meio deste fax informar aos senhores que nossos preços se manterão os mesmos desta condição até o final do embarque, assim como a pesagem na balança na Vila da Quinta - Rio Grande, por conseqüência não insistir neste assunto.
FONTE: ANGUS INTERNATIONAL EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS LTDA
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TEMPO PARA 19/03/2010
Região Sul
Na sexta-feira, a frente fria avança um pouco mais, causando chuvas na forma de pancadas sobre o oeste e sul do Rio Grande do Sul. Há risco de chuvas fortes entre Pelotas e Bagé. Já na maior parte da região Sul, o tempo permanece seco, ensolarado, quente e com baixa umidade relativa do ar.
Confira como fica o tempo nos próximos dias
Entre 20 e 24 de março, a previsão é de chuva generalizada, com destaque para boa parte do Rio Grande do Sul.
FONTE: SOMAR METEREOLOGIA
Na sexta-feira, a frente fria avança um pouco mais, causando chuvas na forma de pancadas sobre o oeste e sul do Rio Grande do Sul. Há risco de chuvas fortes entre Pelotas e Bagé. Já na maior parte da região Sul, o tempo permanece seco, ensolarado, quente e com baixa umidade relativa do ar.
Confira como fica o tempo nos próximos dias
Entre 20 e 24 de março, a previsão é de chuva generalizada, com destaque para boa parte do Rio Grande do Sul.
FONTE: SOMAR METEREOLOGIA
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Boi: Cotações firmes em todo País
A oferta de boi gordo segue bastante restrita na maioria das praças pesquisadas pelo Cepea. Nesse cenário, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 79,17 na quarta-feira, 17, patamar que não era verificado desde outubro do ano passado. Em sete dias, a alta foi de 1,37%. Na parcial de março, até 17, o aumento é de 2,18%. Apesar de frigoríficos ofertarem valores ligeiramente maiores na compra da arroba, pecuaristas seguiram bastante resistentes em novos negócios. Esses vendedores estão à espera de preços ainda maiores para comercializar. Além disso, pecuaristas estão com expectativa de aumento nas exportações brasileiras em abril, o que pode impulsionar os preços da arroba.
FONTE: Cepea/Esalq
FONTE: Cepea/Esalq
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Chile habilita mais 16 frigoríficos brasileiros
O governo do Chile liberou nesta quarta, dia 17, mais 16 frigoríficos brasileiros para exportar carne bovina in natura e congelada para o país. Em abril do ano passado, os chilenos já tinham liberado 18 unidades. Segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado, a meta agora é chegar a 42 plantas habilitadas.
O Chile proibiu os embarques de carne brasileira em 2005, quando focos de febre aftosa apareceram no Estado de Mato Grosso do Sul. Antes do embargo, 36 frigoríficos vendiam carne bovina in natura e congelada para o mercado chileno. O volume exportado em 2004 ultrapassou 104 mil toneladas.
A partir da notificação por parte dos técnicos do Chile, as exportações apresentaram quedas consecutivas. Em 2005, os embarques caíram quase pela metade, 66,5 mil toneladas. Em 2006, esse número foi para 5,3 mil toneladas. Em 2007 o número aumentou um pouco, para 6,4 mil toneladas. Em 2008 o Brasil registrou um dos piores desempenhos da história, com 2,5 mil toneladas exportadas para o Chile.
A recuperação começou a ocorrer a partir de abril de 2009 (5,3 mil toneladas), quando o governo chileno liberou 19 plantas frigoríficas do Brasil. Agora a Abiec espera primeiramente retomar os níveis pré-aftosa e depois seguir aumentando o volume de vendas.
FONTE: As informações são do Canal Rural, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
O Chile proibiu os embarques de carne brasileira em 2005, quando focos de febre aftosa apareceram no Estado de Mato Grosso do Sul. Antes do embargo, 36 frigoríficos vendiam carne bovina in natura e congelada para o mercado chileno. O volume exportado em 2004 ultrapassou 104 mil toneladas.
A partir da notificação por parte dos técnicos do Chile, as exportações apresentaram quedas consecutivas. Em 2005, os embarques caíram quase pela metade, 66,5 mil toneladas. Em 2006, esse número foi para 5,3 mil toneladas. Em 2007 o número aumentou um pouco, para 6,4 mil toneladas. Em 2008 o Brasil registrou um dos piores desempenhos da história, com 2,5 mil toneladas exportadas para o Chile.
A recuperação começou a ocorrer a partir de abril de 2009 (5,3 mil toneladas), quando o governo chileno liberou 19 plantas frigoríficas do Brasil. Agora a Abiec espera primeiramente retomar os níveis pré-aftosa e depois seguir aumentando o volume de vendas.
FONTE: As informações são do Canal Rural, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Argentina busca reduzir preço da carne
Buenos Aires - O governo argentino prometeu aos frigoríficos liberar as exportações de cortes nobres de carne bovina, mas tenta forçar um acordo de preços para baratear a costela e os cortes traseiros, mais populares. A "tabela" sugerida de preços, que não foi divulgada oficialmente, inclui a redução pela metade do valor de alguns cortes no varejo.
Fontes do setor de carnes informaram que o governo destravou exportações a mercados vizinhos, como o Chile, por caminhões frigoríficos que já percorriam o trajeto e aguardavam apenas autorização aduaneira para cruzar a fronteira.
Mas o grande teste ocorrerá no fim de semana, quando é feita a maioria dos carregamentos de carne bovina em contêineres nos portos argentinos.
A restrição às vendas ao exterior, para evitar o desabastecimento no mercado doméstico argentino, causou reclamações da Federação de Trabalhadores da Indústria de Carne, que afirmou haver, inclusive, a possibilidade de demissões no setor, já que as empresas poderiam reduzir turnos de produção ou fechar unidades. Os frigoríficos empregam cerca de 15 mil pessoas, diretamente, na Argentina. Grupos brasileiros, como JBS e Marfrig, estão instalados no país.
Fonte: Valor Econômico
Autor: Daniel Rittner
Fontes do setor de carnes informaram que o governo destravou exportações a mercados vizinhos, como o Chile, por caminhões frigoríficos que já percorriam o trajeto e aguardavam apenas autorização aduaneira para cruzar a fronteira.
Mas o grande teste ocorrerá no fim de semana, quando é feita a maioria dos carregamentos de carne bovina em contêineres nos portos argentinos.
A restrição às vendas ao exterior, para evitar o desabastecimento no mercado doméstico argentino, causou reclamações da Federação de Trabalhadores da Indústria de Carne, que afirmou haver, inclusive, a possibilidade de demissões no setor, já que as empresas poderiam reduzir turnos de produção ou fechar unidades. Os frigoríficos empregam cerca de 15 mil pessoas, diretamente, na Argentina. Grupos brasileiros, como JBS e Marfrig, estão instalados no país.
Fonte: Valor Econômico
Autor: Daniel Rittner
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quarta-feira, 17 de março de 2010
PREÇOS DE GADO- MERCADO FISICO / KG VIVO
EM 17 .03.2010
REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50
TERNEIRAS R$ 2,30 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,15 A R$ 2,30
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,40 A R$ 2,50
TERNEIRAS R$ 2,30 A R$ 2,40
NOVILHOS R$ 2,15 A R$ 2,30
VACA DE INVERNAR R$ 1,90 A R$ 2,00
FONTE: PESQUISA REALIZADA POR WWW.LUNDNEGOCIOS.BLOGSPOT.COM
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Setor coureiro quer regras para estancar saída de bois

A retomada da atividade de coureiro no Brasil está provocando preocupação com a disponibilidade de matéria-prima. E um dos pontos é a exportação de bois vivos, que vem crescendo nos últimos anos. Em 2003, 2.156 bois vivos deixaram o Brasil tendo como destino o Líbano. A alegação era de que se tratava de algo muito específico, sem risco de tomar maior proporção. Porém, quatro anos mais tarde, o número de bois vivos exportados, segundo a Secretaria de Comércio Exterior do governo federal, saltou para 431 mil cabeças. Então, o presidente da Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul, Francisco Gomes, alertou para a necessidade uma atenção maior para o processo.
.
Fonte:DCI
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NOTÍCIA
Senado aprovou ontem, em decisão final, a isenção de Imposto de Renda na fonte sobre juros e comissões de empréstimos obtidos por todos os produtores rurais do país no exterior
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou ontem, em decisão final, a isenção de Imposto de Renda na fonte sobre juros e comissões de empréstimos obtidos por todos os produtores rurais do país no exterior. O benefício envolve apenas o crédito à produção agropecuária voltada à exportação.
LEIA MAIS: http://www.agromundo.com.br/?p=1985
FONTE: http://www.agromundo.com.br/
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou ontem, em decisão final, a isenção de Imposto de Renda na fonte sobre juros e comissões de empréstimos obtidos por todos os produtores rurais do país no exterior. O benefício envolve apenas o crédito à produção agropecuária voltada à exportação.
LEIA MAIS: http://www.agromundo.com.br/?p=1985
FONTE: http://www.agromundo.com.br/
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Perdas e ganhos na venda de carne para a UE
Europeus dificultam a entrada de cortes nobres, mas deverão abolir lista prévia de fazendas habilitadas
Na sempre conturbada relação comercial com a União Europeia, os exportadores de carne bovina têm atualmente uma razão para comemorar e outra para lamentar. Ao mesmo tempo em que decidiram afrouxar as exigências para exportação de carne ao bloco, os europeus mantêm, desde 2009, critérios para vendas de cortes nobres da Cota Hilton que estão causando mais prejuízos aos exportadores brasileiros.
Em reunião na segunda-feira, a missão técnica da UE, que visitou o país para inspecionar o sistema de defesa agropecuária, informou às autoridades brasileiras, a disposição de revogar a exigência de uma lista prévia de propriedades habilitadas a fornecer gado para abate e exportação de carne ao bloco. A relação continuaria a existir, mas passaria a ser administrada pelo Ministério da Agricultura, e não mais pelas autoridades europeias como atualmente exigido.
LEIA MAIS :http://www.porkworld.com.br/default.php?acao=documento&cod=9169
FONTE : VALOR ECONÔMICO / WWW.PORKWORLD.COM.BR
Na sempre conturbada relação comercial com a União Europeia, os exportadores de carne bovina têm atualmente uma razão para comemorar e outra para lamentar. Ao mesmo tempo em que decidiram afrouxar as exigências para exportação de carne ao bloco, os europeus mantêm, desde 2009, critérios para vendas de cortes nobres da Cota Hilton que estão causando mais prejuízos aos exportadores brasileiros.
Em reunião na segunda-feira, a missão técnica da UE, que visitou o país para inspecionar o sistema de defesa agropecuária, informou às autoridades brasileiras, a disposição de revogar a exigência de uma lista prévia de propriedades habilitadas a fornecer gado para abate e exportação de carne ao bloco. A relação continuaria a existir, mas passaria a ser administrada pelo Ministério da Agricultura, e não mais pelas autoridades europeias como atualmente exigido.
LEIA MAIS :http://www.porkworld.com.br/default.php?acao=documento&cod=9169
FONTE : VALOR ECONÔMICO / WWW.PORKWORLD.COM.BR
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MERCADO FUTURO
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Argentina revê posição e libera exportação de carnes
SÃO PAULO - O governo argentino decidiu retomar as exportações de carne bovina. A liberação foi anunciada no fim da tarde de ontem após reunião com membros do setor. Buenos Aires havia sinalizado, no último sábado, a suspensão temporária de embarques e anunciado na manhã de ontem a proibição. A medida seria uma tentativa de reduzir preços no mercado interno, que chegaram a registrar, este ano, alta de 40%.
No entanto, mesmo com a retomada, o equilíbrio do setor na Argentina só será recuperado em pelo menos dois anos, já que os efeitos da redução dos rebanhos nos últimos anos são sentidos apenas agora. A previsão para o país é de oferta apertada para 2010 e 2011.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=107042
FONTE: www.agrolink.com.br
No entanto, mesmo com a retomada, o equilíbrio do setor na Argentina só será recuperado em pelo menos dois anos, já que os efeitos da redução dos rebanhos nos últimos anos são sentidos apenas agora. A previsão para o país é de oferta apertada para 2010 e 2011.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=107042
FONTE: www.agrolink.com.br
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terça-feira, 16 de março de 2010
PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

INFORMAÇÃO
VACA: DE R$ 4,70 a R$ 4,80
.
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 16.03.2010
REGIÃO DE PELOTAS
.EGIÃO
BOI: DE R$ 5,05 a R$ 5,15
VACA: DE R$ 4,70 a R$ 4,80
.
OBS: Compras só a rendimento.
OBS: Compras só a rendimento.
.
FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
.
FONE: 9981.1203 Humberto Costa
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NOTÍCIA DO MERCADO DE CARNE BOVINA NO URUGUAI
Se consolida la suba del ganado de reposición
Como veíamos en la anterior entrega de esta revista, el precio de todas las categorías de hacienda para el campo estaba en alza, debido a una variedad de causas, casi todas interrelacionadas, que se presentaron si-multáneamente.
Este proceso de suba tiene lugar con bastante tardanza, ya que las condiciones para que ocurriera estaban dadas desde hace tiempo, por lo menos desde diciembre pasado. Tardó, pero una vez que se instaló, la suba no hizo más que acelerarse.
Como se aprecia en la gráfica, los valores actuales, sobre todo de terneros y novillos jóvenes, marcan un notable repunte respecto a lo que ocurrió en el último año.
Ganado gordo
Uno de los factores principales que apuntala el alza tiene que ver con el precio de los ganados de engorde, que no ha parado de aumentar desde me-diados de diciembre, hace dos meses.
El incremento ha sido de pequeña escala pero constante: en este período el novillo acumula un aumento de 9% en segunda balanza, y continúa subiendo.
Las vacas, que siguen constituyendo la mayor parte de la faena, llegando casi a un inusual 58% del total, subieron más: 12% en el mismo período.
Exportaciones
La demanda externa de carne, que sigue firme y con muy buenas perspectivas, alimenta las expectativas y fortalece el mercado de reposición.
El precio promedio al que se coloca nuestro producto se encuentra casi 6% por encima de igual período del año pasado y todo indica que continuará con esas características.
Entre otros elementos, se piensa que en los próximos meses Argentina habrá de dejar nuevamente un espacio libre para nuestras ventas en Europa y Rusia, fundamentalmente.
También se registran exportaciones en pie, que contribuyen a reforzar los valores de todas las categorías, tanto gordas como de reposición.
Mercado interno
Tampoco hay que desmerecer el papel que el abasto tiene en estos momentos, acrecentado por un buen número de turistas de alto consumo de carne y otros productos alimenticios.
El precio de la carne en gancho (media res novillo/vaca) distribuida al mercado interno subió casi 18% en dólares en tres meses, por efecto, fundamentalmente, de la caída del tipo de cambio.
Forraje
No obstante, el motor principal de la suba de la reposición no es tanto la colocación de carne como la enorme oferta de forraje que hoy tienen nuestros campos, debido a la primavera y al verano lluvioso: desde siempre, el pasto infla los precios del ganado.
Para mejor, habrá abundantes reservas (henos y silos) y granos –por las cosechas de verano y también por los descartes de la exportación– para destinar a la alimentación de los animales.
Stock
El otro factor que incide en la entonación del mercado es la baja dotación que hoy tiene el país: hay poco ganado en los campos debido al fracaso del entore del año pasado, que se traduce en una merma de 600 o 700 mil terneros en la marcación y destete del próximo otoño.
La escasa oferta actual y la demanda febril por esta categoría anticipan lo que habrá de ocurrir en la zafra.
FONTE :www.elpais.com.uy
Como veíamos en la anterior entrega de esta revista, el precio de todas las categorías de hacienda para el campo estaba en alza, debido a una variedad de causas, casi todas interrelacionadas, que se presentaron si-multáneamente.
Este proceso de suba tiene lugar con bastante tardanza, ya que las condiciones para que ocurriera estaban dadas desde hace tiempo, por lo menos desde diciembre pasado. Tardó, pero una vez que se instaló, la suba no hizo más que acelerarse.
Como se aprecia en la gráfica, los valores actuales, sobre todo de terneros y novillos jóvenes, marcan un notable repunte respecto a lo que ocurrió en el último año.
Ganado gordo
Uno de los factores principales que apuntala el alza tiene que ver con el precio de los ganados de engorde, que no ha parado de aumentar desde me-diados de diciembre, hace dos meses.
El incremento ha sido de pequeña escala pero constante: en este período el novillo acumula un aumento de 9% en segunda balanza, y continúa subiendo.
Las vacas, que siguen constituyendo la mayor parte de la faena, llegando casi a un inusual 58% del total, subieron más: 12% en el mismo período.
Exportaciones
La demanda externa de carne, que sigue firme y con muy buenas perspectivas, alimenta las expectativas y fortalece el mercado de reposición.
El precio promedio al que se coloca nuestro producto se encuentra casi 6% por encima de igual período del año pasado y todo indica que continuará con esas características.
Entre otros elementos, se piensa que en los próximos meses Argentina habrá de dejar nuevamente un espacio libre para nuestras ventas en Europa y Rusia, fundamentalmente.
También se registran exportaciones en pie, que contribuyen a reforzar los valores de todas las categorías, tanto gordas como de reposición.
Mercado interno
Tampoco hay que desmerecer el papel que el abasto tiene en estos momentos, acrecentado por un buen número de turistas de alto consumo de carne y otros productos alimenticios.
El precio de la carne en gancho (media res novillo/vaca) distribuida al mercado interno subió casi 18% en dólares en tres meses, por efecto, fundamentalmente, de la caída del tipo de cambio.
Forraje
No obstante, el motor principal de la suba de la reposición no es tanto la colocación de carne como la enorme oferta de forraje que hoy tienen nuestros campos, debido a la primavera y al verano lluvioso: desde siempre, el pasto infla los precios del ganado.
Para mejor, habrá abundantes reservas (henos y silos) y granos –por las cosechas de verano y también por los descartes de la exportación– para destinar a la alimentación de los animales.
Stock
El otro factor que incide en la entonación del mercado es la baja dotación que hoy tiene el país: hay poco ganado en los campos debido al fracaso del entore del año pasado, que se traduce en una merma de 600 o 700 mil terneros en la marcación y destete del próximo otoño.
La escasa oferta actual y la demanda febril por esta categoría anticipan lo que habrá de ocurrir en la zafra.
FONTE :www.elpais.com.uy
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Negaron permisos de exportación de carne vacuna y habría nuevas reglamentaciones
*NOTíCIA DO MERCADO DE CARNE BOVINA NA ARGENTINA
QUEM DIRIA QUE ISTO IRIA ACONTECER UM DIA?
LA MEDIDA NO ALCANZA A LOS TERMOPROCESADOS NI CORTES DE CUOTA HILTON
16-03-2010 / Para el día de hoy podría haber nuevas reglamentaciones para la autorización de los permisos de exportación. En principio sólo se puede enviar cortes Hilton, menundencias y termoprocesadas. En 2009 hubo record en las ventas.
La carne, un producto de alto consumo
Por Merino Soto
Ayer fueron “denegados” 535 ROEs Rojos (permisos) para exportar carne vacuna, según se consigna en la página web de la Oficina Nacional de Control Comercial Agropecuario (ONCCA). Hoy habría nuevas resoluciones desde la Secretaria de Comercio Interior.
“Para nosotros las exportaciones están cerradas”, aseguraron fuentes de la industria frigorífica y agre garon:?“Hasta última hora no recibimos ninguna notificación oficial si no só lo un llamado telefónico de que la Aduana no iba a dejar salir los envíos al exterior”.
LEIA MAIS: http://www.elargentino.com/nota-82093-Negaron-permisos-de-exportacion-de-carne-vacuna-y-habria-nuevas-reglamentaciones.html
FONTE: www.elargentino.com
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ALERTA DE MERCADO
FONTE RURAL BUSINESS
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Sistema Brasileiro de Certificação Sanitária é confiável, diz chefe de missão da União Europeia
Brasília - “As visitas aos estabelecimentos (frigoríficos e propriedades rurais) habilitados à exportação de carne bovina in natura para a União Europeia nos permitem concluir que o sistema dá garantias quanto ao registro, controle, identificação e inspeção dos animais e seus produtos. Confiamos no Sistema Brasileiro de Certificação Sanitária.” A afirmação é do chefe da Missão do Escritório de Alimentação e Veterinária da União Europeia (FVO, sigla em inglês), Joergen Alveen, que participou de reunião final, nesta segunda-feira (15), em Brasília.
LEIA MAIS: http://www.agrolink.com.br/noticias/NoticiaDetalhe.aspx?codNoticia=107003
FONTE: www.agrolink.com.br
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FONTE: www.agrolink.com.br
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