segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 04.10.2010

BOI: R$ 5,40
VACA: R$ 5,10

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

COTAÇÕES




FONTE: CORREIO DO POVO

Carne Pampa


PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 04/10/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 01/10/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,56R$ 5,49
KG VivoR$ 2,78R$ 2,75
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,20R$ 5,13
KG VivoR$ 2,47R$ 2,44
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA

FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

TOUROS ANGUS E RED ANGUS À VENDA

GENÉTICA DE PONTA






TRATAR COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 30283550

OBS: TEMOS TAMBÉM, PARA VENDA, TOUROS E NOVILHAS RED BRANGUS

Compra de gado vivo para exportação

* ESTAMOS COMPRANDO GADO PARA EXPORTAÇÃO

CONDIÇÕES:

1- NOVILHOS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 380 KG
-CASTRADOS
-MÁXIMO 4 DENTES

Preço: R$ 2,90 kg/vivo-peso em Rio Grande (confinamento)

Preço: R$ 2,80 kg/vivo-peso na propriedade
com distância de ate 300 km do confinamento

Preço:R$ 2,70 kg/vivo-peso na propriedade
com distância acima de 300 km do confinamento


2 -TERNEIROS
-SOMENTE GADO EUROPEU
-PESO MÍNIMO 150 KG E PESO MÁXIMO 220 KG
-INTEIROS

Preço: R$ 2,50 kg/vivo-peso em Rio Grande
( confinamento )



Condições de pagamento: 10 dias úteis

TRATAR COM LUND PELOS TELEFONES 8111.3550 OU 3028.3550

ATENÇÃO


Momento de transição para a reposição

Existe pouca movimentação no mercado de reposição, em virtude da falta de interesse por parte dos compradores.
O principal motivo da fraca demanda é a situação das pastagens, que ainda não se recuperaram.
Este mercado se encontra em uma fase de transição. A tendência é que a partir de agora, com a chegada das chuvas, os negócios voltem a se aquecer, ainda que aos poucos.
Nas últimas semanas não foram registradas grandes alterações nos preços da reposição, não só pela pequena quantidade de negócios verificada, mas também como reflexo da estabilidade do mercado do boi gordo.
A oferta aparece, ainda que de forma tímida, fazendo com que os principais fatores capazes de alterar o rumo dos preços da reposição sejam a demanda, que deve voltar a se aquecer nos próximos meses, e o mercado do boi gordo, que sempre exerce influência sobre o preço dos animais para reposição.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

DF: Mapa define datas para testes do Sisbov

O calendário de implantação do projeto piloto do novo Serviço de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) nos estados que possuem indústrias habilitadas a exportar carne à União Europeia deve ser acertado em reuniões realizadas hoje e amanhã em Brasília.
No encontro entre os técnicos da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa) também deve ser apresentada a versão final da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que, segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Francisco Jardim, está praticamente finalizada. A intenção é que a fase de testes ocorra ainda neste semestre. Hoje, o Brasil tem 2.184 propriedades rurais aptas ao fornecimento de animais para abate em oito estados, 133 delas no RS.
A conclusão do sistema operacional de dados é condição para que substituir o atual processo em 2011. Apesar da previsão ministerial, há quem não acredite que o prazo seja cumprido devido a divergências dentro do próprio ministério e à necessidade de o sistema ser submetido ao crivo europeu. Embora menos burocrático que o atual, o Sisbov remodelado abre brechas para falhas, analisa um técnico do primeiro escalão do ministério. Pelo texto, as auditorias nas fazendas deixarão de ser feitas pelas certificadoras privadas, serviço que passará para o governo. E, com os atuais quadros públicos, hoje, o ministério não teria condições de atender ao crescimento de demanda. Questionado sobre o racha interno, Jardim desconversou. "Essas são apenas divergências técnicas."
O cenário praticamente parou o mercado de rastreabilidade no Estado. Segundo o diretor do Departamento de Defesa Agropecuária (DPA) da Secretaria da Agricultura, Cláudio Dagoberto Bueno, os veterinários têm feito só três auditorias ao mês. Parte dos pecuaristas gaúchos teme perder clientes e o investimento já feito para se adequar às regras do Sisvov.

Fonte: Correio do Povo

Conjuntura: Mercosul deve se consolidar como principal produtor de proteína animal na próxima década.

Paraguai e Uruguai devem se juntar ao Brasil como grandes exportadores. Argentina ainda é dúvida.

Especialistas que participaram do 18º Congresso Mundial de Carne, em Buenos Aires, Argentina, afirmam que, impulsionado pelo Brasil, o Mercosul vai consolidar na próxima década sua posição de maior produtor global de proteína animal. Uruguai e Paraguai também devem aumentar a produção e se juntar ao Brasil como grandes exportadores do bloco. A dúvida gira em torno da Argentina. Se o país não mudar as regras para o setor, a recuperação da pecuária local estará comprometida.
Segundo Miguel Gorelick, o diretor de Assuntos Públicos da Quickfood, controlada pelo grupo brasileiro Marfrig, os países da América no Norte não recuperaram os mercados perdidos a partir de dezembro de 2003, por causa do surto da vaca louca. O USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, confirmou que o país ainda não retomou o mesmo patamar em exportações. Em 2003, as vendas externas de carne bovina foram de 1,138 milhão de toneladas e em 2009, último dado disponível, foram de 847,3 mil toneladas. No caso da Europa, Gorelick destaca que a região reduziu sua produtividade, o que levará o bloco a aumentar as importações para atender à demanda interna. Mas ressaltou que os países do Mercosul vão ter que ser mais eficientes. "Podem aumentar muito a produtividade, sem incorporar muito mais terras, respeitando a sustentabilidade", disse. Também defendeu a necessidade de criar uma autoridade supranacional que unifique a gestão da saúde animal no combate à febre aftosa e remova as barreiras para aumentar a produção de carne.

Fonte: Agência Estado

O que houve com o preço do boi desde o começo do ano

Os preços do boi gordo estiveram firmes e em alta na maior parte do tempo desde o início de 2010, acumulando alta de 20,73%. Acompanhe o comportamento do mercado do boi gordo na figura 1.



Na verdade, o único recuo observado desde janeiro, foi entre abril e maio, quando a “boca da seca” provocou pequeno aumento da oferta e os preços perderam sustentação por um período. Mas desde então, especialmente a partir de meados de julho, os preços registram alta quase que contínua.

Somente nos últimos dias, em função do ligeiro aumento da oferta de animais de confinamento, a cotação se estabilizou. Considerando que outubro e novembro são normalmente meses de boa oferta de animais de cocho, é possível que o mercado trabalhe em ambiente firme, porém com alta mais comedida na comparação com os últimos meses.

Esse comportamento vale para São Paulo e pode ser extrapolado para as outras regiões. Veja na tabela 1 a variação do preço do boi gordo entre janeiro e início de outubro de 2010.



Mas é válido lembrar que cada região tem sua característica própria, o que fez com que os preços variassem de maneira um pouco diferente.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

ATENÇÃO


Outubro começa com recuo no indicador de boi gordo

Na última sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 93,97/@, com desvalorização de R$ 0,12. O indicador a prazo registrou variação negativa de R$ 0,24, sendo cotado a R$ 94,97/@. Durante o mês de setembro, a variação acumulada foi de + 2,61%.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa também fechou em baixa. O primeiro vencimento, outubro/10, registrou retração de R$ 0,14, fechando a R$ 92,81/@. Os contratos que vencem em novembro/10 fecharam a R$ 93,67/@, com recuo de R$ 0,19.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 01/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10


No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,40, o dianteiro a R$ 4,80 e a ponta de agulha a R$ 4,70. O equivalente físico registrou alta de 0,80%, sendo calculado em R$ 90,53/@. O spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 3,45/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 703,61/cabeça, com alta de R$ 2,28. A relação de troca voltou a recuar ficando em 1:2,20.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi gordo: Oferta reduzida e preços valorizados Estado afora

Arroba encerra mais uma semana em alta com reportes de até R$ 85 pela arroba
MARCONDES MACIEL
O forte período de seca que assola o Estado nos últimos meses reduziu a oferta de boi gordo e acelerou os preços da arroba para o pecuarista, que nunca estiveram tão valorizados como agora. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a arroba encerrou a semana com preço médio de R$ 83,10 à vista, incremento de 1,12% em relação à semana anterior (R$ 82,18). Há informações, contudo, de que o boi gordo estaria sendo negociado por até R$ 85 nesta semana. A vaca gorda também teve seu preço valorizado nas últimas semanas devido à escassez de oferta e chegou a ser negociada a R$ 76,74/arroba, aumento de R$ 1,08/arroba em relação à semana anterior.
Na avaliação do vice-presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), José João Bernardes, os preços pagos atualmente ao produtor mato-grossense estão sendo remuneradores e permitem uma margem de lucro mesmo com os gastos extras com a aquisição de ração para o suprimento dos animais neste período de escassez de pastagens. Na semana passada, o melhor preço registrado foi de R$ 86/arroba, na região de Sorriso (420 quilômetros ao norte de Cuiabá).
No acumulado de janeiro a julho de 2010, a arroba do boi gordo obteve alta de 15,16%, sendo comercializada, no mês passado, a R$ 76,58/arroba, no pagamento à vista. Essa melhora nos preços da arroba do boi gordo acarretou um aumento no preço pago pelo gado de reposição. Neste contexto, o bezerro de desmama (5,50 arrobas) registrou no acumulado deste ano uma valorização de 11,01%, sendo comercializado no mês de agosto a R$ 601,58/cabeça.
Na avaliação dos analistas, o aquecimento nos preços da cadeia de gado de corte se intensificou devido ao clima seco que predomina na maior parte das regiões produtoras de Mato Grosso. Os preços do bezerro também seguem firme, sendo comercializado por até R$ 720/cabeça na maioria das regiões.
ABATES - Levantamento do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) mostra que devido à redução dos estoques na época da entressafra, os abates no mês de agosto ficaram em 358,01 mil cabeças, queda de 3,73% em relação a julho. O volume abatido de machos registrou ligeira queda de 0,8%, fechando o mês em 255,97 mil cabeças. Os abates das fêmeas registraram os menores volumes do ano, com 102,03 mil cabeças.
Entretanto, segundo análise do Imea, no acumulado do ano o abate total segue com incremento de 8,73% na comparação com o mesmo período de 2009, acumulando 2,98 milhões de cabeças. “Depois de dois anos atípicos, por conta de uma crise de demanda e crédito, neste ano parece que vamos ter dois períodos bem determinados de safra e entressafra”, apontam analistas, lembrando que o aumento nos preços pagos pela arroba, as escalas mais apertadas e um abate menor são sinais da “natural movimentação do mercado nesta época do ano”.
Quando analisados apenas os dados relacionados ao abate de fêmeas, nota-se que a sua proporção no abate total vem registrando queda desde março. Neste ano – acumulado de janeiro a agosto – foram abatidos 1,04 milhão de cabeças, representando 35% dos abates totais. No mês passado, essa representatividade atingiu 29%, porcentagem mensal que não era vista desde outubro do ano passado.
Os fatores que podem justificar a queda no volume do abate é o bom momento do preço do bezerro e a falta de pasto na maioria das regiões do Estado, situação que impossibilita a engorda desses animais em algumas propriedades.

FONTE: Diário de Cuiabá

Remate 3 Marcas vende 80 touros rústicos em São Borja

Cabanhas Santa Clara, Guajuvira e São João comemoram 10ª edição de remate durante a Fenoeste
O Remate 3 Marcas vai colocar em pista 80 touros PO e CA da raça Aberdeen Angus, nesta terça-feira (05/10) às 14h, no Parque de Exposições General Serafim Dornelles Vargas do Sindicato Rural de São Borja (RS). O remate, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), é uma promoção das cabanhas Santa Clara (São Borja/RS), de Edmundo Barbará Ferreira, Guajuvira (Santo Antônio/RS), de Cláudio Roberto Nunes da Silva, e São João (São Borja/RS), de Ildefonso Barbará Dornelles. O remate ocorrerá em paralelo com a 4ª Feira de Agronegócios da Fronteira Oeste (Fenoeste).
De acordo com o proprietário da Cabanha Guajuvira, Cláudio Roberto Nunes da Silva, há 10 anos o Remate 3 Marcas se caracteriza pela venda de touros rústicos selecionados. “Já fazemos remate há 19 anos, porém estamos comemorando, neste ano, o décimo evento com o nome Remate 3 Marcas”, explica Cláudio. O proprietário salienta que estarão em pista animais puros e cruza Angus bem adaptados ao trabalho de campo e que já é grande a procura dos produtores pelos animais.
As condições de pagamento são em 15 parcelas (2+2+11); em 06 parcelas mensais (30+60+90+120+150+180 dias) ou 7% de desconto para pagamento à vista. O Plano Safra é outra forma disponibilizada (2+2 e o restante para 30/04/2010). Haverá ainda financiamento bancário via Banco do Brasil e Sicredi e Banrisul. O frete será gratuito para carregamento de trio de touros em distâncias até 100 km. Os trabalhos da leiloeira ficarão sob responsabilidade de Alexandre Crespo e Guarany Remates.

FONTE: assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus (ABA).

RS retoma mapeamento de fazendas

A superintendência do Ministério da Agricultura no RS (Mapa/RS) deve aportar R$ 282 mil para o georeferenciamento de propriedades de fronteira com a Argentina. Os recursos deverão ser utilizados em outubro, novembro e dezembro, possibilitando a retomada do trabalho interrompido em abril por falta de verba e disponibilidade técnica.
Conforme o veterinário Marcelo Göecks, do serviço de doenças vesiculares da Secretaria da Agricultura, a primeira, das cinco etapas do projeto, foi concluída com o mapeamento de 1.489 mil propriedades de Barra do Quaraí e Uruguaiana, num investimento de R$ 10,44 mil. "O trabalho foi concluído em 13 dias. Para a próxima etapa, precisaríamos de, pelo menos, dois meses, se contarmos com o mesmo número de profissionais." A segunda fase do georeferenciamento envolverá 17 municípios fronteiriços com a Argentina, totalizando 21,68 mil propriedades. "Estamos desde o início do ano esperando por essa verba."
A terceira etapa do mapeamento envolverá 18,43 mil propriedades rurais em dez municípios de Fronteira com o Uruguai e a quarta será voltada a 19,11 mil propriedades de 28 municípios que ligam o RS a Santa Catarina. "Depois disso, iremos em direção ao centro do Estado, começando pelos municípios que não fazem limites fronteiriços mas pertencem às regiões de Fronteira".
Dados do Sistema de Defesa Agropecuária do Mapa apontam que o Estado possui 323.828 mil propriedades rurais, sendo 24,36% localizadas em municípios de região de Fronteira com a Argentina e o Uruguai. Essas propriedades apresentam risco maior quanto à introdução de agentes patógenos.

Fonte: Correio do Povo

sábado, 2 de outubro de 2010

REMATE 02/10

VEJA O VÍDEO DO REMATE DE HEREFORD EM PELOTAS DIA O2.10.2010


CASARÃO REMATES

Médias do leilão, dia 30 de setembro em Pelotas

Publicado 01/10/2010 10:10

Leilão realizado nesta ultima terça feira, dia 30 de setembro, no local Retiro em Pelotas

* Vacas de Invernar 711,00

* Vacas com cria ao pé 992,00

* Novilhos 2,5 anos 894,00

* Terneiros 452,00

* Vaquilhonas 1,5 anos 510,00

FONTE: CASARÃO REMATES

Abate bovino tem alta de 7,2% entre 1º e 2º trimestres

No 2º trimestre de 2010 foram abatidas 7,587 milhões de cabeças de bovinos, alta de 7,2% com relação ao trimestre imediatamente anterior e de 10 % na comparação com o mesmo período de 2009. Os dois índices de crescimento confirmam tendência de retomada do crescimento, após forte retração verificada a partir do 3° trimestre de 2008. O número de cabeças abatidas retornou ao patamar de 7,6 milhões de unidades, alcançado no período anterior à crise financeira internacional.
A variação de 10,0% frente ao mesmo período de 2009 resulta dos desempenhos das regiões Sul e Centro-Oeste, que cresceram respectivamente 26,1% e 12,9%. Mato Grosso, com alta de 145 mil cabeças abatidas, destaca-se entre as unidades da federação.

O peso de carcaças somou 1,825 milhão de tonelada, cerca de 8,0% a mais que no período imediatamente anterior, e de 12,2% frente ao 2º trimestre de 2009. O peso médio cresceu 0,68% em relação ao 1º trimestre, registrando 240,6 kg por animal.

Participaram da pesquisa 1.437 informantes, sete a menos que no 1º trimestre.

No 2º trimestre, foram abatidos 1,236 bilhões de unidades de frangos, alta de 2,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e de 5,8% em relação ao mesmo período de 2009. O peso total de carcaça foi de 2,670 milhões de toneladas, 5,6% maior entre os dois últimos trimestres. Em relação ao mesmo período de 2009, o aumento foi ainda maior (8,8%). O peso médio dos animais variou 3,1%, passando de 2,09 kg para 2,16 kg.

Participaram da pesquisa 321 informantes, um a menos que no trimestre anterior.

O abate de suínos cresceu 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, e de 6,6% na comparação com o mesmo período de 2009. Com isso, a produção somou 8,067 milhões de cabeças. Desde o 3º trimestre de 2008, o volume de suínos abatidos vem superando o de bovinos.

Foram produzidas 767,396 mil toneladas, alta de 5,8% em relação ao trimestre anterior, e de 4,9% em relação ao 2° trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa de abate de suínos 885 informantes, 11 a menos que no trimestre anterior.

A aquisição de leite somou 4,906 bilhões de litros no 2° trimestre, queda de 6,3% sobre o 1º trimestre e aumento de 14,2% sobre o mesmo período de 2009. Minas Gerais adquiriu 27,8% do total, seguido pelo Rio Grande do Sul (12,8%).

Minas Gerais, frente ao mesmo período de 2009, registrou aumento significativo de 20,1%; e o Rio Grande do Sul de 10,2%. No acumulado do semestre, a produção de leite cresceu 9,9% sobre o mesmo semestre do ano anterior.

Houve produção de 4,889 bilhões de litros de leite industrializado no 2º trimestre, queda de 6,2% com relação ao período imediatamente anterior e alta de 14,5% em relação ao 2º trimestre de 2009.

Participaram da pesquisa 2.043 informantes.

A aquisição de couro cru de bovino ficou em 9,157 milhões no 2º trimestre, 7,7% acima do verificado no 1º trimestre e 12,3% maior que o alcançado no mesmo período de 2009. A principal origem do couro adquirido foram os matadouros frigoríficos (63,0%). São Paulo foi quem mais adquiriu couro no 2º trimestre (18,6% do total nacional), seguido de Mato Grosso (13,5%).

Cerca de 29,1% de todo o couro recebido para ser curtido vem de Mato Grosso, seguido do Rio Grande do Sul (18,8%). Foram efetivamente industrializadas 9,193 milhões de unidades, alta de 8,8% sobre o 1º trimestre e de 14,3% frente ao 2º trimestre de 2009. O principal produto usado em seu curtimento é o cromo (em 95,9% dos casos); apenas 4,1% do couro é curtido usando-se o tanino. A diferença entre a aquisição de peças de couro com o volume de animais abatidos ficou em 20,7% no 2º trimestre, contra 20,2% no 1º trimestre e 18,2% no mesmo período de 2009.

Participaram da pesquisa 136 informantes no 2º trimestre, um a menos que no período imediatamente anterior.

A produção de ovos de galinha foi de 610,627 milhões de dúzias no 2º trimestre, praticamente estável (0,9%) frente ao período anterior e com alta de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2009.

Em todos os meses do 1º semestre, a produção foi maior que a dos respectivos períodos do ano anterior. A maior produção veio de São Paulo (30,4% do total nacional), seguido de Minas Gerais (12,0%); e as maiores variações positivas ocorreram em Mato Grosso (75,7%) e Rio Grande do Norte (44,6%). Já as principais quedas foram registradas no Distrito Federal (-22,2%) e em Pernambuco (-8,6%).

Participaram da pesquisa 1.536 informantes, contra 1.542 no 1º trimestre.

FONTE: IBGE

Devon marca presença na Expofeira Pelotas com julgamento e leilão

A Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD) participa de mais uma edição da Expofeira de Pelotas, feira agropecuária que acontece de 28 de setembro a 12 de outubro. Para este ano, a programação da raça inclui o julgamento e remate de touros rústicos no dia 5 de outubro. Um dos destaques será um exemplar PO da Agropecuária Corticeiras Ltda (Cristal-RS), uma das cabanhas mais premiadas e reconhecidas pela qualidade de seus animais.
A Estância da Gruta (Capão do Leão-RS) e a Cabanha Timbaúva (Pedras Altas-RS) também participam da Expofeira com sete e três touros, respectivamente. A Timbaúva é uma tradicional criadora de animais mochos. O julgamento será conduzido pelo veterinário Gustavo Isaacsson. O leilão acontece às 21h e o julgamento, às 15h do dia 5 de outubro.

FONTE: As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABCD).

SP: ministro da Agricultura visita Ourofino e oficializa a comercialização da vacina da aftosa

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, esteve hoje (1º) em Cravinhos/SP na sede do Grupo Ourofino, acompanhado pelo secretário da defesa agropecuária, Francisco Jardim, o diretor de defesa agropecuária do Mapa, Enio Marques, o chefe de gabinete do ministério, Milton Elias Ortolan, entre outras autoridades. Eles foram recepcionados pelos sócios-fundadores da Ourofino, Norival Bonamichi e Jardel Massari.
Durante o encontro, o ministro reforçou por que fez questão de dar a notícia pessoalmente. “É muito importante para nós ver uma empresa nacionalconquistar esse protagonismo num mercado tradicionalmente dominado por empresas estrangeiras”, disse o ministro.
“O grupo hoje é referência e a vacina para o Brasil é estratégica”, disse o secretário da defesa agropecuária, Francisco Jardim.
Enio Marques parabenizou o trabalho da Ourofino e confirmou a decisão em beneficio da empresa. “Impressionante o quanto vocês cresceram. A partir deste momento, vocês estão liberados para a comercialização da vacina contra a febre aftosa”, disse.
O ministro da Agricultura falou sobre a missão significativa. “Admiro muito a Ourofino. O que estamos fazendo aqui hoje é justiça. Por isso vim cumprimentá-los. Como ministro, sou obrigado a apoiar quem contribui para o progresso do país”, disse Rossi.
Norival Bonamichi agradeceu a visita e falou sobre perspectivas.”Somos os terceiros no ranking de saúde animal, com a vacina vamos lutar pela primeira posição”, disse. Sobre a importância de uma empresa 100% brasileira entrar no mercado de vacinas contra a febre aftosa, o ministro foi incisivo.
“A aftosa ainda é um problema no Brasil. Santa Catarina já está livre da doença, mas os outros estados ainda levarão um tempo até erradicá-la. A sanidade nos rebanhos é, portanto, essencial. E uma empresa brasileira neste mercado tem relevante importância estratégica”, disse. Os lotes estão prontos e serão comercializados durante a campanha de vacinação, em novembro.

Fonte: Ourofino Agronegócio