segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Valorizações da reposição no ano

O bezerro de doze meses, o garrote e o boi magro, em São Paulo, estão cotados, em média, em R$750,00, R$960,00 e R$1.200,00, respectivamente.
Em relação ao início do ano, as respectivas altas foram de 19%, 21,5% e 30,4%.
As valorizações anuais indicam que as categorias jovens se valorizaram menos do que as mais eradas. É um sinal de que a bezerrada esteve mais ofertada do que as demais eras em 2010, provavelmente em função da retenção das fêmeas nos últimos anos.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

STJ - INCRA não é responsável em caso de invasão

Incra e MDA não são responsáveis por invasões do MST
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão da Justiça Federal que extinguiu ação de indenização movida por fazendeiro que teve a propriedade invadida por integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Para o proprietário, o Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lhe deviam indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 4,5 milhões.
Na ação, o proprietário da Fazenda Nova Jeruzalém (sic), composta de 728ha e localizada no complexo da Fazenda Barreirinho, em Unaí (MG), alegava que as entidades federais eram responsáveis pela invasão de suas terras. Segundo o autor, os entes públicos “são claramente cúmplices ou partícipes, porque ajudaram os invasores dos Sem-Terra através dos repasses de bilhões de reais dos cofres públicos, fornecendo-lhes alimentos, ônibus, caminhões [e] advogados”.
Ainda segundo o autor, os danos teriam ocorrido em invasão realizada por 600 membros do MST, em julho de 2003. Conforme alega, após serem notificados da sentença de reintegração de posse, teriam passado a destruir o patrimônio: “Os militantes, incentivados pelos chefes da quadrilha, movidos de fúria repentina, destruíram a casa sede, roubaram móveis, destruíram duas casas de caseiro, dois barracões de máquinas, paiol, chiqueiro, galinheiro, cortaram e derrubaram árvores frutíferas produtivas, devastando pastagens, demoliram esparramadeira de calcário, queimaram o trator [...], roubando motor, pneus e todas as peças mecânicas, roubaram as máquinas e equipamentos, arrancaram os palanques dos currais, esticadores e estacas das cercas de arames, roubando-as; desmontou o paiol, chiqueiro, galinheiro, roubando as madeiras, arames, palanques, estoques de milho, feijão, sementes de capim, móveis das casas; ainda roubaram uma plantadeira e uma colheitadeira” (sic).
Ilegitimidade
A ação foi extinta no primeiro grau, sem julgamento de mérito, porque o Incra e o MDA não poderiam constar como partes. Segundo o juízo inicial, as entidades apontadas como rés pelo proprietário das terras são absolutamente ilegítimas para responder à ação. Para ele, não cabe ao Incra a proteção da propriedade particular, e o MDA não possui capacidade processual para atuar em juízo.
Além disso, seria a segunda ação com o mesmo objetivo iniciada pelo autor. A primeira teve decisão similar. O juízo desse primeiro processo entendeu que nem o Incra nem a União poderiam ser responsabilizados pelos danos sofridos pela propriedade, já que não houve envolvimento de servidores públicos na alegada invasão. E, quanto à proteção da propriedade, o mesmo juízo afirmou que ela caberia ao Estado de Minas Gerais, que deveria ter garantido o cumprimento da reintegração determinada e evitado tumultos.
“A distribuição de cestas básicas pelo Incra aos integrantes do MST não transmuda a responsabilidade daquela autarquia, mesmo porque não existe nenhum nexo de causalidade entre o fato e as consequências danosas suportadas pelo autor”, concluiu a sentença da primeira ação.
STJ
No STJ, o proprietário insistiu na possibilidade de o Incra e o MDA serem partes da ação. Para isso, afirmou que eles teriam “concorrido solidariamente” com os “vândalos, falsos trabalhadores rurais”.
Para o ministro Luiz Fux, como o autor não recorreu da decisão na primeira ação, e deixou transcorrer o prazo após ter sido extinta sem julgamento de mérito, essa decisão transitou em julgado. Portanto, a nova ação, com as mesmas partes e causa de pedir, viola a coisa julgada material.
Segundo o relator, a ilegitimidade passiva afirmada sob alegação de falta de responsabilidade por fato de terceiro equivale à improcedência do pedido, e a sentença que a reconhece faz coisa julgada material ao transitar.
Fonte: STJ. 27 de novembro de 2010.

SCOT CONSULTORIA

AZEVÉM BRS PONTEIO

LUND NEGÓCIOS INFORMA AOS CLIENTES QUE PARA O ANO DE 2011 ESTAREMOS DISPONIBILIZANDO azevém para pastagem de inverno BRS PONTEIO
O destaque na alimentação animal é o azevém BRS Ponteio, primeira cultivar dessa forrageira desenvolvida pela Embrapa. Os técnicos e produtores que já a utilizaram destacam a possibilidade de entrada dos animais cerca de 20 dias mais cedo que nas pastagens de azevém comum, o florescimento mais tardio e a maior proporção de folhas em relação a colmos apresentada pelas plantas. Com a BRS Ponteio, o pecuarista pode contar com pastagens produtivas e de qualidade por um maior período. Além disso, tem a confiabilidade de adquirir uma cultivar registrada, com características constantes, e garantida pela Embrapa.( NOTICIA DIVULGADA EM 29.08.2010 AGROLINK)

TRATAR COM LUND PELOS FONES 8111.3550 OU 9994.1513

Açougue espanhol instala máquina de carne na frente da loja para vendas 24 horas

Produtos dentro da máquina variam de acordo com a estação
  Divulgação

Todos já ouvimos falar de máquinas de refrigerantes, salgadinhos e até mesmo livros, mas o açougue Izarzugaza, que possui três lojas no norte da Espanha, foi além. Os donos do empreendimento disponibilizaram em sua loja na cidade de Mundaka uma máquina que vende carnes empacotadas 24 horas em qualquer dia da semana. Os produtos variam de acordo com a estação: no verão, é comum encontrar sanduíches mais leves e saladas de macarrão; no inverno, uma variedade maior de carnes, linguiças e salsichas estão disponíveis.
A Izarzugaza também oferece a possibilidade de seus clientes fazerem as compras on-line, além de instalar, em suas lojas, uma tecnologia de pedidos via tela de toques. Na tela de toques, o maior benefício é poder fazer o pedido em várias línguas diferentes, passando pelo inglês, português, italiano, francês e alemão. Desde 1906 no mercado de carnes, a Izarzugaza é um empreendimento da família que batiza a loja. A empresa possui duas filiais em Bermeo e uma em Mundaka.

FONTE: PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS

O ano da carne

Para os criadores de gado, o ano de 2010 foi glorioso. As cotações bateram recorde atrás de recorde. A alta do preço da carne de boi no açougue pode ter sido pesada para o consumidor. Mas teve uma influência favorável para os criadores de frangos e suínos. O Nélson Araújo registrou o clima do setor.
Os produtores de carne recuperaram o fôlego em 2010. Todos têm motivo para comemorar, com mais ou menos entusiasmo. No mercado do frango, o Brasil ampliou de novo as exportações, passando outra vez os Estados Unidos. De cada dez frangos exportados no mundo, quatro foram produzidos no Brasil. No entanto, no município de Holambra, em São Paulo, a avaliação do avicultor Waldomiro Guarnieri não é de muita euforia. “O ano de 2010 para a avicultura foi razoavel”, disse.

Como 95% dos produtores de frango, Waldomiro Guarnieri está no sistema de integração. A empresa para quem trabalha lhe manda o pintinho, a ração e dá a assistência técnica. Ele vigia a engorda.
No sistema de integração o pagamento é feito de acordo com uma tabela que independe das oscilações de mercado. O ganho do produtor varia conforme o resultado do lote. Quanto mais o frango engorda e quanto menos ave morre na granja, mais ele ganha.
Ao contrário de 2009, em 2010 houve reajuste da tabela. Os aumentos variaram de 6%, em Santa Catarina, a 10%, em São Paulo. Mas, só vieram no segundo semestre. O presidente da Associação Paulista de Avicultura, Érico Pozzer, disse que a reação deu apenas para equilibrar. “Nós precisamos ganhar dinheiro em 2011. A gente vem de dois anos muito machucados. E 2010 vai ficar no zero a zero. Nós vamos apenas empatar”, calculou.

De todo modo, o brasileiro passou a comer mais frango, que dispara na liderança do consumo de carnes, o que animou Waldomiro Guarnieri a ampliar a granja. Há uma área pronta para receber outro galpão. Ele está convencido que para faturar mais precisa buscar ganhos de escala. “Nós estamos confiantes que no ano de 2011 as exportações vão continuar. O mundo virá comprar o frango brasileiro”, justificou.

O mundo deve continuar querendo também o nosso boi. Aliás, no ano que passou o consumidor brasileiro sentiu no bolso o que é comprar carne no mercado globalizado.
As donas de casa se assustaram com o custo da carne de boi em 2010. Alguns cortes chegaram a dobrar de preço. Um dos motivos que provocaram esse aumento foi a falta de boi no mercado. Faltou boi porque faltou vaca. É demorado para um bezerrinho ficar pronto para o abate.
A fazenda do seu Ilias de Oliveira fica no município de Monte Alegre, na divisa de Minas Gerais com Goiás. Ele faz o ciclo completo: cria, recria e engorda. Tem oito mil vacas para produzir bezerros. São as chamadas matrizes. Vicente de Souza é capataz num dos retiros.

No boi a pasto, da cobertura ao frigorífico são quatro anos. Acontece que por volta de 2005/2006 o preço estava muito baixo. Mal cobria os custos de produção. O seu Ilías disse o que o produtor faz nessas horas.
“Na falta de capital, o criador lança mão da matriz para se salvar. O preço não estava incentivando muito, o que causou essa falta de gado”, explicou seu Ilías.
Na virada de 2006/2007 muitos produtores mandaram para o frigorífico as matrizes que iriam parir a safra de 2010. Como resultado o preço da arroba explodiu. Passou o primeiro semestre na faixa dos R$ 80. Depois, foi subindo quase todo dia, sendo que, em meados de outubro, rompeu a barreira dos R$ 100 segundo a média calculada pelo Cepea.

De um modo geral, quem mexe com boi ganhou dinheiro em 2010. Mas quem estourou a boca do balão mesmo foi o pessoal que trabalha com confinamento. Eles tinham o animal pronto para o abate justo no pico do aumento.
O pecuaristas da região central de São Paulo, nos municípios de Sales e Novo Horizonte, Diogo Castilho e Fernando Costa pegaram a alta da alta.
“Eu consegui vender por R$ 113 a vista”, disse Castilho.
“Eu vendi por RF$ 120 a prazo”, falou Costa.

Além da matança de matrizes,Fernando e Diogo apontam outras causas que puxaram a cotação. Uma delas foi a seca prolongada que afetou praticamente todas as regiões pecuárias. A falta de pasto adequado atrasou a terminação e a preparação de bois para o confinamento. Desestimulados pelo preço baixo no primeiro semestre, muitos criadores confinaram menos este ano. Também contou muito o crescente aumento do consumo nos países emergentes, puxando o preço internacional. Quer dizer: tem mais gente em condições de comprar carne e menos bife no mercado.

Em dezembro, a cotação do boi gordo caiu e o mercado sinalizou que o tempo da vacas obesas que os criadores tiveram passou. Mas, houve uma conquista de patamar de preço. Ninguém acredita que a cotação retroceda abaixo dos R$ 90 por arroba. E o custo mais alto trouxe uma conseqüência curiosa no ranking das carnes, fazendo com que quem está na lanterna tenha mais animação para comemorar.

Além da confraternização, na festa de fim de ano os suinocultores tiveram uma alegria a mais para comemorar. O ano de 2010 vai entrar para a história. O resultado foi bem melhor do que se esperava.
“É um ano para fechar com chave de ouro. E 2011 também será”, avaliou o suinocultor Roberto Manhaosso.
Foi uma festança daquelas num salão elegante da capital mineira. No cardápio, a carne de porco brilhou. Havia uma constelação de pratos de base suína: travesseiro de leitão, recheado com farofa; escondidinho de costela assada e couve crocante; crostini de pernil; mini abóbora com joelho cozido na gordura por sete horas e espeto de damasco com presunto.

Por que tanta festa se o porco fica em último lugar no ranking de consumo de carne, no Brasil?
Em primeiro está o frango, com 43 quilos por habitante, por ano; em segundo, o boi, com 36 quilos por habitante; e em terceiro, a carne de suíno, com 15 quilos por habitante, por ano.
Acontece que na tabela de aumento anual de consumo o porco foi o campeão de 2010. O boi ficou em último, com aumento de apenas 1,4%. O frango cresceu 7,2%. E o consumo de carne suína aumentou 8,2%. Quer dizer que em 2010 a carne suína conquistou território, aumentando seu mercado.
José Arnaldo Cardoso Penna é criador independente, vice-presidente da Associação dos Suinocultores de Minas Gerais. Ele explicou que o mercado de carne suína aumentou porque a carne de boi ficou cara demais. O consumidor buscou alternativa no porco. A demanda maior repercutiu na cotação, que também bateu recordes: de R$ 2,60 por quilo chegou aos R$ 3,60, mantendo-se no pico da alta por quase três meses.

Teve criador que enfrentou dificuldades com a alta da ração de agosto para frente. Mas para quem estocou comida, aproveitando os preços baixos do primeiro semestre, o lucro do ano foi muito bom. Tanto que algumas semanas antes do Natal os funcionários da granja tiveram uma notícia surpreendente.
“Em função dos bons resultados da granja, consequência do bom trabalho dos funcionários este ano, nós vamos dar uma gratificação equivalente ao 14º salário”, avisou o criador.
Nos últimos dias de dezembro, o preço do suíno começou a recuar, surpreendendo os criadores que esperavam mais altas com as festas de final de ano. Mas, no acumulado de 2010, os resultados são bons.

FONTE: GLOBO RURAL

sábado, 25 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL

Mensagem - Foto
QUE DEUS NOS TRAGA SABEDORIA E HUMILDADE PARA ENFRENTARMOS O NOSSO DIA A DIA. BOM NATAL A TODOS AMIGOS, SÃO OS VOTOS DE LUND NEGÓCIOS!
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Brasil retoma exportações de carne para EUA

Norte-americanos consideram plano de controle do governo e das empresas eficiente para garantir a qualidade da carne.

As exportações de carne bovina termoprocessada para os Estados Unidos serão retomadas nesta segunda-feira, 27 de dezembro. A decisão de autorizar as vendas para o mercado norte-americano foi do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS, sigla em inglês) dos Estados Unidos, que constatou a eficiência dos planos de controle do governo e das empresas para garantir a qualidade da carne.


O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, considerou a reabertura das exportações de carne ao mercado norte-americano uma vitória da agropecuária brasileira. “Trata-se de um reconhecimento da qualidade dos nossos produtos, que certamente terá impacto na conquista de novos mercados.”
O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Nelmon Costa, disse que os norte-americanos verificaram a preocupação do Brasil em escolher os fornecedores e o cuidado dos produtores rurais em respeitar o prazo de carência da aplicação da ivermectina (vermífugo) até o abate dos animais.

O governo brasileiro decidiu, também, adotar a mesma metodologia aplicada pelos norte-americanos para avaliar o nível de ivermectina, a partir do exame no músculo do animal. “Já fizemos esse procedimento nas últimas análises de resíduo do medicamento em 460 amostras. Em nenhuma delas foi violado o nível de ivermectina permitido pelos Estados Unidos, de 10 partes por bilhão”, enfatiza Costa. A princípio, serão liberados 12 frigoríficos localizados em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A última missão do governo norte-americano esteve no Brasil no período de 31 de agosto a 22 de setembro de 2010. Na ocasião, os técnicos visitaram frigoríficos exportadores de carne bovina termoprocessada localizados em Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Exportações

As exportações de carne bovina termoprocessada estavam embargadas desde maio deste ano, devido à presença do vermífugo acima dos níveis considerados toleráveis pelos Estados Unidos. Em 2009, as vendas do produto para o mercado norte-americano renderam US$ 223,1 milhões, o que corresponde a 43,2 mil toneladas.

Fonte: Mapa

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Entrevista com Lygia Pimentel- Boi gordo

Frigoríficos voltam a pressionar cotações mas não conseguem comprar. A oferta restrita de animais sustenta preços apesar da demanda fraca.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

INFORMAÇÃO

Recebemos a informação,que com relação a nota que demos ontem em nosso blog www.lundnegocios.com.br
" CONDENAÇÃO DE CARCAÇAS DE VACAS" que as vacas condenadas por prenhêz acima de 7 meses são destinadas a conserva com pagamento de 50% de seu valor e não a graxaria como tínhamos anteriormente citado.

reveja a nota:

CONDENAÇÃO DE CARCAÇAS DE VACAS
Este artigo está deixando muita gente de orelha em pé!
Conforme alguns pecuaristas da região, algumas vacas gordas que vão ao abate em determinado frigorífico estão sendo condenadas por estarem com prenhez acima de 7 meses e indo para graxaria,levando a grandes prejuízos em função da venda a rendimento.
Para atender o pedido de vários pecuaristas, estamos abrindo espaço em nosso blog para esclarecimentos (caso haja interesse por parte dos responsáveis por esta medida)segundo informações, baseadas neste regulamento abaixo.

REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE
PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - RIISPOA
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPITULO III
Inspeção "Poste-Mortem"
SEÇÃO I
Generalidades-Bovídeos
Art. 182 - Gestação adiantada, parto recente e fetos - As carcaças de animais
em gestação adiantada ou que apresentem sinais de parto recente, devem ser
destinadas à esterilização, desde que não haja evidência de infecção.
§ 1º - Os fetos serão condenados.
§ 2º - A fim de atender hábitos regionais, a Inspeção Federal pode autorizar a
venda de fetos bovinos, desde que demonstrem desenvolvimento superior a 7 (sete)
meses, procedam de vacas sãs e apresentem bom estado sanitário.
§ 3º - É proibida a estocagem de fetos, bem como o emprego de sua carne na
elaboração de embutidos e enlatados.
§ 4º - Quando houver aproveitamento de couros de fetos, sua retirada deve ser
feita na graxaria.
DATA DO REGULAMENTO: 29 DE MARÇO DE 1952

FONTE: www.lundnegocios.com.br

Situação dos frigoríficos em 2010

O mercado esteve aquecido em 2010, os preços dos produtos pecuários, de uma maneira geral, subiram ao longo do ano.
Analisando sob o ponto de vista da indústria, o principal custo (boi gordo) subiu de maneira semelhante aos produtos comercializados pelas empresas, tanto no mercado interno quanto no mercado externo.
Veja na tabela 1 uma comparação entre a variação dos preços do boi, carne no mercado interno e externo ao longo de 2010.

Analisando somente os preços (lembrando que os custos não foram contemplados nesta análise), temos que a melhor situação foi para o frigorífico que comercializou a carne desossada com os subprodutos e derivados, cujo valor subiu mais que o boi gordo ao longo do ano.
A pior situação ficou para os frigoríficos focados na venda de carne bovina in natura para a União Européia, cujo preço médio subiu 16,80%, aumento bem menor que a alta da principal matéria-prima para a produção da carne, o boi gordo.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Calmaria no mercado de reposição

Mercado lento para a reposição. Muitos compradores estão fora do mercado.
A situação é parecida com o que ocorre no mercado do boi gordo. Calmaria de fim de ano.
Além disso, em diversas regiões existem relatos de que as pastagens ainda não se encontram em boas condições, devido ao atraso e irregularidade das chuvas, além das pragas.
Espera-se que o mercado de reposição retome o ritmo normal até fevereiro, com um maior volume de bois terminados comercializados e pastagens em melhores condições.
Com relação aos preços, houve pequenas variações, mas sem tendência definida. Isso em função da falta de negócios.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Boi gordo na semana

Mercado lento.
Embora a oferta de animais terminados esteja razoável, sem grandes volumes, as vendas de carne estão fracas, o que fornece certo equilíbrio aos preços.
De maneira geral, os frigoríficos estão com as programações de abate até o final do ano (cerca de 5 dias). Quem ainda não comprou até a próxima semana, mantém as cotações estáveis para fazer os negócios fluírem. Os que já fizeram as escalas tentam derrubar o mercado, sem sucesso.
Para janeiro, a expectativa é de mercado mais frio. Dois pontos a serem observados.
O primeiro é que geralmente as vendas de carne caem entre dezembro e janeiro, o que acaba refletindo no apetite de compra dos frigoríficos.
O segundo é até que ponto os animais que tiveram suas vendas antecipadas para aproveitar os bons preços de novembro ou dezembro, farão falta no mercado no próximo mês.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Às vésperas do Natal arroba volta a subir

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,76/@, com valorização de R$ 1,08. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,38, sendo cotado a R$ 106,55/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 22/12/10


Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10


Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina



Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)




FONTE:André Camargo, Equipe BeefPoint

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CONDENAÇÃO DE CARCAÇAS DE VACAS

Este artigo está deixando muita gente de orelha em pé!
Conforme alguns pecuaristas da região, algumas vacas gordas que vão ao abate em determinado frigorífico estão sendo condenadas por estarem com prenhez acima de 7 meses e indo para graxaria,levando a grandes prejuízos em função da venda a rendimento.
Para atender o pedido de vários pecuaristas, estamos abrindo espaço em nosso blog para esclarecimentos (caso haja interesse por parte dos responsáveis por esta medida)segundo informações, baseadas neste regulamento abaixo.

REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE
PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - RIISPOA
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPITULO III
Inspeção "Poste-Mortem"
SEÇÃO I
Generalidades-Bovídeos
Art. 182 - Gestação adiantada, parto recente e fetos - As carcaças de animais
em gestação adiantada ou que apresentem sinais de parto recente, devem ser
destinadas à esterilização, desde que não haja evidência de infecção.
§ 1º - Os fetos serão condenados.
§ 2º - A fim de atender hábitos regionais, a Inspeção Federal pode autorizar a
venda de fetos bovinos, desde que demonstrem desenvolvimento superior a 7 (sete)
meses, procedam de vacas sãs e apresentem bom estado sanitário.
§ 3º - É proibida a estocagem de fetos, bem como o emprego de sua carne na
elaboração de embutidos e enlatados.
§ 4º - Quando houver aproveitamento de couros de fetos, sua retirada deve ser
feita na graxaria.
DATA DO REGULAMENTO: 29 DE MARÇO DE 1952

FONTE: www.lundnegocios.com.br

Indicador permanece praticamente estável (R$ 106,17)

Nesta terça-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 104,68/@, com desvalorização de R$ 0,35. O indicador a prazo registrou leve alta de R$ 0,01, sendo cotado a R$ 106,17/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio


Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 21/12/10

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para dezembro/10



O leitor do BeefPoint, Frederico Medeiros de Souza, informou através do formulário de cotações do BeefPoint que na Redenção/PA, o boi gordo, destinado a exportação de gado vivo, está sendo vendido a R$ 96,00/@, com prazo de 30 dias. "Compradores de navio estão pagando este preço, enquanto frigoríficos tentam apregoar R$ 90,00/@ como preço. Não sei se estão cumprindo escalas", completa Souza.
Jéssica Guimarães Gomes comentou que em Itapetinga/BA, a arroba do boi gordo está cotada R$ 92,00.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Tabela 3. Atacado da carne bovina



Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista (R$/cabeça)x relação de troca (boi gordo de 16,5@ por bezerros)


FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Entrevista com Maria Gabriela Tonini - Scot Consultoria

Boi gordo: custos da pecuária neste 2010 sobem 20%, mas preços médios sobem mais: 36%. Nesse momento o mercado está de lado, com retorno das altas só depois da virada do ano. Cotações na BM&F voltam a subir.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Com demanda, bois confinados podem crescer em 2011, diz Assocon

Em 2010, volume de bois confinados no país recuou 8%
Após um ano de queda no confinamento de bois, 2011 sinaliza para uma recuperação, sustentada nos preços da arroba e na demanda.
– Ainda é cedo para falar se teremos volume maior de confinados para 2011, já que os produtores começam a confinar somente a partir de junho, mas se a demanda continuar aquecida podemos ver sim um crescimento do volume de bois terminados em confinamento – disse à Agência Estado o zootecnista Bruno Andrade, da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon).
Neste ano, o volume de bois confinados no país recuou 8%, passando de 2,2 milhões de cabeças para pouco menos de 1,99 milhão de cabeças. Isso porque os preços do boi magro e do boi gordo no mercado futuro no primeiro semestre não eram atrativos. A situação se inverteu no segundo semestre e a demanda - tanto interna quanto externa - ficou mais aquecida e a rentabilidade para o confinador cresceu.
Segundo Andrade, há vários fatores a serem considerados para um incremento do volume de confinados. Primeiro, a taxa de reposição.
– Hoje, ela está muito boa, por volta de 2,4 vezes, por conta da alta da arroba do boi gordo. Mas os preços do bezerro e dos grãos ainda estão altos e precisamos ver como eles vão se comportar em 2011 – explicou Andrade.
Goiás é o Estado com maior volume de bois de confinamento, com uma média anual de 900 mil cabeças. Mato Grosso vem em seguida, com 590 mil cabeças/ano, e São Paulo, com 342 mil cabeças/ano, conforme dados da Assocon.
Oferta e preços
Mesmo com expectativa quanto a um volume maior de confinados em 2011, o executivo da Assocon espera para 2011 oferta limitada de animais terminados para o abate e preços firmes para a arroba do boi.
– O que se observa é um movimento de retenção de fêmeas, mas vai demorar mais um pouco para recompormos todo nosso rebanho – declarou Andrade, citando uma pesquisa da Associação dos Criadores do Mato Grosso (Acrimat) segundo a qual a oferta de animais em Mato Grosso será normalizada somente em 2014.

FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Tarso Genro disse... querer paz no campo

O governador eleito Tarso Genro fez hoje uma visita de cortesia ao presidente da Farsul, Carlos Sperotto. Levou junto o futuro secretário da agricultura, Luiz Fernando Mainardi, que também é produtor rural.
O encontro durou 30 minutos. A Farsul foi uma pedra no sapato do governo Olívio. Ou o governo Olívio foi uma pedra no sapato do agronegócio. Tarso sabe disso e parece querer agir de forma distinta.
O futuro governador garantiu diálogo permanente da Farsul com a secretaria da agricultura para realização de projetos conjuntos e abriu contato direto da Farsul com o Palácio Piratini.
Sobre o MST, Tarso disse que preza e respeita o movimento, mas quer se antecipar aos conflitos para que não ocorrame que vai trabalhar pela manutenção da paz no campo.
Quem viver, verá! Com efeito, só haverá Paz no Campo se forem respeitados o direito de propriedade e a livre iniciativa !

Fonte: DiegoCasagrande.com.br

Menor abate de bovinos na Argentina desde 1998

A demanda por carne na Argentina e a oferta pequena de animais para o abate tem feito os preços subirem no país.
Segundo a Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário da Argentina (ONCCA), para 2010, a estimativa é que o número de animais abatidos caia 38% na comparação com 2009, registrando o menor abate desde pelo menos 1998, veja a figura 1.


A limitação imposta pelo governo para as exportações de carne bovina desestimulou a atividade e provocou aumento do abate nos últimos anos, refletindo em menor oferta atualmente. Com isso, os preços dos animais para o abate estão subindo. O preço médio do gado abatido em 2010 está cerca de 87% acima da média de 2009.

FONTE: SCOT CONSULTORIA