
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
ATENÇÃO
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:55
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
PREÇOS MÉDIOS DE GADO- MERCADO FÍSICO / KG VIVO*
EM 17.01.2011REGIÃO DE PELOTAS
TERNEIROS R$ 2,80 A R$ 3,00
TERNEIRAS R$ 2,50 A R$ 2,60
NOVILHOS R$ 2,80 A R$ 2,90
BOI MAGRO R$ 2,70 A R$ 2,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,15 A R$ 2,20
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:54
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COTAÇÕES
| |||||||||||||||||||||||||||||||
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:53
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COTAÇÕES
FONTE: CORREIO DO POVO
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:46
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
ENTREVISTA: Confira a entrevista com Lygia Pimentel - Consultora - XP Investimentos
Boi Gordo: preços sobem na BM&F por causa das dificuldades de oferta causada pelas chuvas. Estradas e pontes são fatores de alta nos preços. Perspectiva para o médio prazo é de continuidade dos preços firmes para a pecuária.
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:45
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Algumas altas para o bezerro, mas mercado ainda lento
Houve alta de preços para o bezerro em algumas praças na semana passada. Porém, não pode ser considerado um comportamento padrão.
Em São Paulo, a valorização semanal para o bezerro de doze meses foi de 1,3%. A cotação atual é de R$710,00 por cabeça.
Outros estados que registraram alta para a categoria foram Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.
A maior alta semanal para a categoria ocorreu neste último estado, de 3,3%. O bezerro de doze meses, padrão de cruzamento industrial, está cotado em R$610,00 por cabeça.
A própria conjuntura do boi gordo no estado contribuiu para este fato. Desde o início janeiro, as cotações subiram 3,6% e 3,2% em Erechim e Pelotas, respectivamente. A seca na região contribuiu para este comportamento.
A movimentação no mercado de reposição, embora um pouco melhor que nas semanas anteriores, ainda é lenta.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Em São Paulo, a valorização semanal para o bezerro de doze meses foi de 1,3%. A cotação atual é de R$710,00 por cabeça.
Outros estados que registraram alta para a categoria foram Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.
A maior alta semanal para a categoria ocorreu neste último estado, de 3,3%. O bezerro de doze meses, padrão de cruzamento industrial, está cotado em R$610,00 por cabeça.
A própria conjuntura do boi gordo no estado contribuiu para este fato. Desde o início janeiro, as cotações subiram 3,6% e 3,2% em Erechim e Pelotas, respectivamente. A seca na região contribuiu para este comportamento.
A movimentação no mercado de reposição, embora um pouco melhor que nas semanas anteriores, ainda é lenta.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:45
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Carnes com abate religioso ganham espaço nas agroindústrias brasilerias
Brasil aumenta qualificação para atender mercados como o muçulmano e o judaicoAlguns povos condicionam sua alimentação a preceitos religiosos. Hindus não comem carne bovina, por considerarem a vaca um animal sagrado. Budistas também evitam carne e costumam adotar o estilo vegetariano. Judeus e muçulmanos, por sua vez, não aceitam a ingestão de carne suína, já que para os padrões dessas religiões, o porco é um animal impuro. Nessas duas últimas culturas, as carnes bovina e de aves são permitidas, desde que o animais tenham sidos mortos sob as bênçãos de suas crenças. As agroindústrias brasileiras vêm se especializando para atender as exigências desses mercados nos quais a fé rege também os hábitos alimentares.
O incremento das exportações para o Oriente Médio, onde a maioria da população (90%) segue os preceitos do líder espiritual Maomé, despertou o interesse de frigoríficos e, por outro lado, ampliou a possibilidade de compra da população daqueles países e de outros que seguem as mesmas leis, a exemplo dos asiáticos Malásia e Indonésia. Carnes com abate diferenciado, conhecido como halal, ganham espaço nas linhas de produção de grandes empresas.
Na prática, o termo halal significa permitido para consumo, mas o conceito ultrapassa o simples consentimento, tratando de princípios que vão do respeito a todos os seres vivos até questões sanitárias. A preocupação com a higiene do alimento estende-se ao bem-estar do animal, no caso dessas proteínas. Para os islâmicos, o ritual de abate do boi ou do frango deve ser feito apenas pela degola, para garantir a morte instantânea do animal. No sistema tradicional de abate bovino, a insensibilização por meio de métodos que levam ao atordoamento deve ser feita antes da sangria. Todos os procedimentos com o abate devem ser realizados por um muçulmano praticante, em geral árabe, treinado especificamente para essa função.
O oficio do degolador é estritamente ligado às tradições religiosas e o abate, permeado de ritos. Cada animal que passa pela mão desse profissional, é oferecido a Alá antes de ser morto. Com um facão minuciosamente afiado em punho, ele pronuncia, em árabe, a frase “em nome de Deus” e sacrifica o animal. Omar Chahine, supervisor islâmico do frigorífico Minerva, em Barretos (SP), explica que esse oferecimento ocorre na intenção de que o animal não sofra, e que o sacrifício seja apenas para o sustento de quem dele se alimenta. “É um agradecimento pelo alimento e mostra que o trabalho é voltado exclusivamente à alimentação humana, sem crueldade pela morte de outro ser vivo”, afirma. Sempre que possível, o animal deve estar posicionado na direção da cidade sagrada de Meca (Arábia Saudita), intensificando o caráter ritualístico do ato.
É preciso ainda dissociar os elementos vitais e, por isso, é preconizada a retirada total do sangue do animal. “A doença vive no sangue e queremos um animal saudável”, diz o supervisor-geral de abate da Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal), Tamer Mansur. Dessa forma, a sangria é uma parte importante, assim como os cuidados no pré-abate. Antes da morte, o boi ou o frango deve descansar, no mínimo, 12 horas “para não ficar agitado e esvaziar o estômago”, diz Omar Chahine. Deve-se evitar, também, que tenham comido ração com proteína animal ou recebido hormônios. O post mortem também é regido pela doutrina e as carcaças halal são separadas das convencionais. O contato com o produto convencional é estritamente proibido, mesmo já embalado.
Na prática, o termo halal significa permitido para consumo, mas o conceito ultrapassa o simples consentimento, tratando de princípios que vão do respeito a todos os seres vivos até questões sanitárias. A preocupação com a higiene do alimento estende-se ao bem-estar do animal, no caso dessas proteínas. Para os islâmicos, o ritual de abate do boi ou do frango deve ser feito apenas pela degola, para garantir a morte instantânea do animal. No sistema tradicional de abate bovino, a insensibilização por meio de métodos que levam ao atordoamento deve ser feita antes da sangria. Todos os procedimentos com o abate devem ser realizados por um muçulmano praticante, em geral árabe, treinado especificamente para essa função.
O oficio do degolador é estritamente ligado às tradições religiosas e o abate, permeado de ritos. Cada animal que passa pela mão desse profissional, é oferecido a Alá antes de ser morto. Com um facão minuciosamente afiado em punho, ele pronuncia, em árabe, a frase “em nome de Deus” e sacrifica o animal. Omar Chahine, supervisor islâmico do frigorífico Minerva, em Barretos (SP), explica que esse oferecimento ocorre na intenção de que o animal não sofra, e que o sacrifício seja apenas para o sustento de quem dele se alimenta. “É um agradecimento pelo alimento e mostra que o trabalho é voltado exclusivamente à alimentação humana, sem crueldade pela morte de outro ser vivo”, afirma. Sempre que possível, o animal deve estar posicionado na direção da cidade sagrada de Meca (Arábia Saudita), intensificando o caráter ritualístico do ato.
É preciso ainda dissociar os elementos vitais e, por isso, é preconizada a retirada total do sangue do animal. “A doença vive no sangue e queremos um animal saudável”, diz o supervisor-geral de abate da Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal), Tamer Mansur. Dessa forma, a sangria é uma parte importante, assim como os cuidados no pré-abate. Antes da morte, o boi ou o frango deve descansar, no mínimo, 12 horas “para não ficar agitado e esvaziar o estômago”, diz Omar Chahine. Deve-se evitar, também, que tenham comido ração com proteína animal ou recebido hormônios. O post mortem também é regido pela doutrina e as carcaças halal são separadas das convencionais. O contato com o produto convencional é estritamente proibido, mesmo já embalado.
Cada frigorífico tem na equipe um degolador e um supervisor de abate. A certificação do produto halal, que hoje alcança mercados no Oriente Médio, África e Ásia, é feita há mais de 30 anos por empresas especializadas, como a Cibal Halal e o Centro de Divulgação do Islam para a América Latina (CDIAL). Com equipes próprias para averiguar todo o processo, essas empresas dão a garantia ao importador de que a produção foi realizada segundo os preceitos da religião.
O Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura não atua em certificações de cunho religioso, como a halal. No entanto, todo estabelecimento, independentemente do tipo de abate realizado, conta com fiscais que examinam as áreas dos matadouros e frigoríficos e verificam o cumprimento de programas relativos à higiene, à documentação do estabelecimento e às condições de saúde do animal.
O mercado halal em todo o mundo é estimado em mais de US$ 400 bilhões, com crescimento de 15% ao ano. Dados da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras) apontam que 33% da produção de frango do Brasil são destinadas ao mercado halal, tendo a Arábia Saudita como o principal comprador. Na carne bovina, o percentual chega a 40%, com destaque para o Egito.
No frigorífico Minerva, em Barretos, esse abate foi incorporado à rotina diária e é realizado em uma área específica. Bruno Cunha, diretor de exportações para o Oriente Médio do grupo, conta que a produção é de 15 mil toneladas por mês de carne bovina e a demanda só aumenta, desde 1993, quando foi iniciado o comércio com aquela região. O investimento nas relações com países muçulmanos é tão expressivo que o frigorífico mantém escritórios em diversas nações, como Líbano, Arábia Saudita e Argélia.
Promovendo o produto nacional
Para ampliar esse mercado, a Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB) ajuda a promover produtos nacionais em eventos do setor e feiras de alimentos. Em parceria com o Ministério da Agricultura, a entidade já realizou missões aos Emirados Árabes, Argélia e Egito, com destaque para as carnes halal.
O secretário-geral da entidade, Michel Alaby, ressalta que pelo menos metade dos US$ 480 bilhões anuais movimentados pelo mercado halal vêm dos países árabes. Ele vê o sistema de abate como vantagem competitiva para as indústrias brasileiras. “Há grande chance de crescer, mas devemos nos preparar, pois essa é uma certificação oneros a que exige tempo e trabalho. Mas as empresas deveriam investir mais, por se tratar de um mercado cativo”, ressalta. Malásia, Inglaterra, Estados Unidos, Turquia e Egito são grandes fornecedores de alimentos industrializados halal no mundo.
Levantamento da CCAB mostra que os países árabes importam cerca de US$ 70 bilhões de produtos agroindustriais e que o Brasil supre apenas 10% desse total. Alaby acredita que é possível abocanhar fatias maiores desse mercado, desde que se preste mais atenção à importância da agregação de valor aos produtos. Nesse fluxo, as carnes halal apresentam esse diferencial, na opinião do secretário da entidade.
Abate para judeus
Em menor escala no Brasil, mas seguindo princípios semelhantes aos do halal, a certificação kosher (ou kasher) é feita especificamente para atender consumidores judeus. O termo se aplica a alimentos preparados de acordo com as normas alimentares da religião judaica, a kashrut. O abate de bois e aves é supervisionado por um rabino e, assim como na religião muçulmana, denota a conexão entre o homem e Deus por meio da alimentação.
De acordo com a doutrina judaica, os alimentos ingeridos são absorvidos por todo o corpo, afetando atributos da personalidade. Para os praticantes da religião, aves de rapina e suínos têm o poder de acentuar a agressividade e estão proibidos pela Torá, o livro sagrado dos judeus.
A degola também é a base do abate kosher, realizado com instrumento específico para o corte das artérias carótidas e veias jugulares. O ritual leva o nome de schechitá e os sacerdotes responsáveis são chamados de shocatim, como explica Albert Cohen, rabino da Congregação e Beneficência Sefardi Paulista. A saúde do corpo e da alma, tanto do animal, quanto de quem vai consumir a carne, é importante para um povo com mais de trinta séculos de tradições. “O sistema vem das origens do povo de Israel e visa a diminuir ao máximo o sofrimento do animal”, afirma.
Cohen conta ainda que a lei judaica proíbe o abate na presença de outros animais para evitar que presenciem a aflição da espécie. A ingestão do sangue também não é bem vista pela religião. Após a morte do animal, a carne é salgada com o propósito de absorver todo o líquido, conservá-la e protegê-la de micróbios.
Segundo Albert Cohen, a carne kosher de boi ou frango produzida no Brasil é embarcada basicamente para os israelenses. “Dependendo da época, há vários frigoríficos trabalhando para exportar a Israel”. Ele cita o caso de uma planta em José Bonifácio (SP), que abate, por mês, 10 mil bois destinados àquele mercado. Para atender a comunidade judaica brasileira, o volume é de dois mil animais mensais.
FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Eline Santos
Autor: Eline Santos
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:31
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 16 de janeiro de 2011
Arroba subiu 56,75% em 2010
No ano passado, a arroba do boi gordo atingiu recordes históricos, sendo que o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo foi cotado a R$ 119,41/@ no dia 11 de novembro de 2010. Nos 12 meses do ano passado este indicador acumulou valorização de 36,70%, com média de R$ 89,53/@.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo

Se refinarmos um pouco mais a análise olhando a valorização entre o piso dos preços (R$ 76,18) e o pico (R$ 119,41), temos que em 2010 a arroba subiu 56,75%, essa é a maior variação dos últimos 10 anos.
Como deve ser o comportamento dos preços em 2011? Utilize o espaço para cartas do leitor para nos enviar sua opinião.
Gráfico 2. Variação entre o preço mais baixo e o mais alto

FONTE: BEEFPOINT
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo
Se refinarmos um pouco mais a análise olhando a valorização entre o piso dos preços (R$ 76,18) e o pico (R$ 119,41), temos que em 2010 a arroba subiu 56,75%, essa é a maior variação dos últimos 10 anos.
Como deve ser o comportamento dos preços em 2011? Utilize o espaço para cartas do leitor para nos enviar sua opinião.
Gráfico 2. Variação entre o preço mais baixo e o mais alto
FONTE: BEEFPOINT
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:19
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Abate de bovinos em 2010
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Comércio exterior do País depende de cinco produtos
O jornal Valor mostrou há poucos dias como as exportações do Brasil dependeram de um número reduzido de commodities e também do mercado chinês: cinco commodities (minério de ferro, petróleo bruto, complexo soja, açúcar e complexo carne) representaram no ano passado 43,3% do total das exportações, compradas essencialmente pela China.
FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO resumida por LUND NEGÓCIOS
FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO resumida por LUND NEGÓCIOS
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
ALEMANHA TEM 4,7 MIL FAZENDAS INTERDITADAS COM CARNE CONTAMINADA
O problema teria começado quando uma usina de biodiesel vendeu o combustível reaproveitado para uma fábrica de rações animais. O biodiesel reciclado contaminou com uma toxina chamada dioxina as rações.
Para Fernando Sampaio, diretor e coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), o problema traz à tona o protecionismo dos países europeus em relação à exportação de carnes.
“Eles usam a questão sanitária para barrar a entrada dos produtos brasileiros lá quando, na verdade, eles que estão tendo problemas e nós temos”, diz.
Dados da Abiec apontam que o Brasil chegou a exportar US$ 1,4 bilhão de carnes para Europa. Atualmente, esse montante é de US$ 400 milhões.
FONTE: IG
Para Fernando Sampaio, diretor e coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), o problema traz à tona o protecionismo dos países europeus em relação à exportação de carnes.
“Eles usam a questão sanitária para barrar a entrada dos produtos brasileiros lá quando, na verdade, eles que estão tendo problemas e nós temos”, diz.
Dados da Abiec apontam que o Brasil chegou a exportar US$ 1,4 bilhão de carnes para Europa. Atualmente, esse montante é de US$ 400 milhões.
FONTE: IG
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Governo do RS libera abertura de açudes nas regiões Sul e da Campanha
O governo estadual autorizou, ontem (13), a construção de 159 açudes nas regiões Sul e da Campanha. Castigados pela seca, receberão as obras os municípios de Herval, Bagé, Dom Pedrito, Hulha Negra, Canguçu, Jaguarão, Pelotas, Piratini, São Lourenço do Sul, Arroio Grande, Cerrito, Pedras Altas, Pinheiro Machado e Turuçu. Conforme o secretário de Obras, Luiz Carlos Busato, o custo é de R$ 1,35 milhão. "Autorizamos as obras que já haviam sido licitadas no governo passado para que, em médio prazo, possamos contornar o problema da seca", avalia. As obras, licitadas para cinco empresas, podem começar na próxima semana.
Reunido ontem com sete prefeitos no Sindicato Rural de Pinheiro Machado, o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, também prometeu ações de longo prazo. Segundo ele, o governo irá desenvolver projetos regionais para acumular água no próximo inverno. Além disso, prometeu enviar máquinas para auxiliar na abertura de açudes e limpeza dos já existentes nas regiões Sul e Campanha. E destacou que solução para o problema da estiagem está em utilizar as estruturas da Fepagro, do Irga, da Emater e das universidades para identificar as bacias existentes e definir a construção de barragens que sustentem amplo projeto de irrigação.
Ontem, Pedro Osório e Hulha Negra engrossaram a lista de municípios gaúchos em situação de emergência. Segundo a Defesa Civil, sete prefeituras já obtiveram decreto e outras três (Pinheiro Machado, Cerrito e Piratini) emitiram notificações.
Presente no encontro, o prefeito de Pinheiro Machado, Luiz Fernando Leivas, também assinou decreto municipal de emergência nesta quinta-feira. "Pedimos para o secretário Mainardi que estude uma forma de buscar recursos para auxiliar os produtores que estão com toda a renda comprometida".
FONTE: Correio do Povo
Reunido ontem com sete prefeitos no Sindicato Rural de Pinheiro Machado, o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, também prometeu ações de longo prazo. Segundo ele, o governo irá desenvolver projetos regionais para acumular água no próximo inverno. Além disso, prometeu enviar máquinas para auxiliar na abertura de açudes e limpeza dos já existentes nas regiões Sul e Campanha. E destacou que solução para o problema da estiagem está em utilizar as estruturas da Fepagro, do Irga, da Emater e das universidades para identificar as bacias existentes e definir a construção de barragens que sustentem amplo projeto de irrigação.
Ontem, Pedro Osório e Hulha Negra engrossaram a lista de municípios gaúchos em situação de emergência. Segundo a Defesa Civil, sete prefeituras já obtiveram decreto e outras três (Pinheiro Machado, Cerrito e Piratini) emitiram notificações.
Presente no encontro, o prefeito de Pinheiro Machado, Luiz Fernando Leivas, também assinou decreto municipal de emergência nesta quinta-feira. "Pedimos para o secretário Mainardi que estude uma forma de buscar recursos para auxiliar os produtores que estão com toda a renda comprometida".
FONTE: Correio do Povo
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
23:12
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Mato Grosso comemora 15 anos sem aftosa
No próximo domingo (16 de janeiro), o setor produtivo rural de Mato Grosso terá uma ótima razão para comemorar. O estado completará 15 anos sem nenhum caso de febre aftosa em seu rebanho bovino e bubalino, o maior do país. O último registro de ocorrência da doença no estado foi no dia 16 de janeiro de 1996 no município de Colíder. Para o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, a situação de sanidade animal do Estado garante um status no mercado internacional. “É uma demonstração clara de que Mato Grosso não se preocupa só com a quantidade, é o maior rebanho comercial do país, com 27 milhões de cabeças, mas também com a qualidade, principalmente no aspecto sanitário”.
Depois de manter o estado livre da febre aftosa por uma década e meia, produtores rurais, iniciativa privada e governo têm como grande meta alcançar a erradicação definitiva da doença sem a necessidade de vacinação. Rui Prado, que também preside o Fundo Emergencial de Saúde Animal (FESA), ressalta que os 15 anos sem aftosa mostram que os produtores mato-grossenses realmente se conscientizaram – os índices de vacinação chegaram a quase 100% nas últimas etapas - e hoje podem comemorar esses números.
FONTE: Famato
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
20:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Boi gordo: Safra começa com pouca oferta de animais
Pouca movimentação no mercado do boi gordo.
Em São Paulo, a maioria dos negócios acontece por R$100,00/@ à vista livre de funrural. No entanto, existem ofertas de compra entre R$98,00/@ e R$102,00/@, nas mesmas condições.
Em geral, a entrada da safra, com a recuperação das pastagens, ainda não elevou a ofertas de animais terminados, ao mesmo tempo os frigoríficos não se lançam às compras com muito vigor, já que a venda de carne tem sido fraca.
No Mato Grosso do Sul, o preço de referência se mantém em R$94,00/@ à vista livre de imposto, com boiadas sendo compradas por R$95,00/@ à vista até R$94,00/@ a prazo, livre de imposto.
No Mato Grosso houve queda de preços em três praças pecuárias do estado. A dificuldade no escoamento da carne fez os frigoríficos reduzirem as ofertas de compra no estado. Porém, no sudeste do estado a procura por fêmeas cresceu nos últimos dias e fez as cotações subirem.
No mercado atacadista de carne bovina com osso, a redução da demanda, principalmente por carne de traseiro, comum nessa época do ano, levou à queda de preços para o traseiro. As cotações da ponta de agulha também caíram.
Clique AQUI e veja a análise completa.
Fonte: Scot Consultoria
Em São Paulo, a maioria dos negócios acontece por R$100,00/@ à vista livre de funrural. No entanto, existem ofertas de compra entre R$98,00/@ e R$102,00/@, nas mesmas condições.
Em geral, a entrada da safra, com a recuperação das pastagens, ainda não elevou a ofertas de animais terminados, ao mesmo tempo os frigoríficos não se lançam às compras com muito vigor, já que a venda de carne tem sido fraca.
No Mato Grosso do Sul, o preço de referência se mantém em R$94,00/@ à vista livre de imposto, com boiadas sendo compradas por R$95,00/@ à vista até R$94,00/@ a prazo, livre de imposto.
No Mato Grosso houve queda de preços em três praças pecuárias do estado. A dificuldade no escoamento da carne fez os frigoríficos reduzirem as ofertas de compra no estado. Porém, no sudeste do estado a procura por fêmeas cresceu nos últimos dias e fez as cotações subirem.
No mercado atacadista de carne bovina com osso, a redução da demanda, principalmente por carne de traseiro, comum nessa época do ano, levou à queda de preços para o traseiro. As cotações da ponta de agulha também caíram.
Clique AQUI e veja a análise completa.
Fonte: Scot Consultoria
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
20:50
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Frigoríficos e pecuaristas intensificam queda de braço e volume de negócios segue reduzido
Nesta semana o mercado seguiu trabalhando com baixo volume de negócios e os preços da arroba do boi gordo continuaram apresentando forte oscilação.
Na última quarta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 102,78/@, acumulando variação negativa de 0,24% na semana. Por outro lado o indicador a prazo teve alta de 0,22% no mesmo período (05/01 a 12/01), sendo cotado a R$ 104,18/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

Em 2011, até o momento, o indicador a prazo registrou queda de 1,97%, já que no último de 2010 a arroba valia R$ 106,27/@. Já no primeiro dia do ano houve um recuo de 1,93% e daí em diante a arroba seguiu oscilando bastante.
Analisando o que aconteceu com este indicador no ano passado temos uma valorização acumulada nos 12 meses do ano de 36,05%. Se ampliarmos um pouco a foto, podemos dizer que do piso (R$ 76,18/@ apurado no dia 08 de janeiro) ao pico de preços (R$ 119,41/@ no dia 11 de novembro) o ganho foi de 56,75%.
Esse tipo de variação é que fez a Acrimat e o Imea avaliarem 2010 como um ano positivo para a pecuária. "Houve no segundo semestre uma recuperação extremamente positiva nos preços da arroba e a manutenção nos preços dos custos de produção", disse o presidente da Acrimat, José João Bernardes.
Nesta semana publicamos o artigo: 2010: A pecuária de corte em gráficos,que mostra a evolução do principais indicadores no ano de 2010. 2011 seguirá no mesmo ritmo?
Durante a última semana o mercado físico não apresentou grandes alterações, assim volume de ofertas e de negócios efetivados não aumentou significantemente. Apesar disso, os frigoríficos aumentaram a pressão por recuos no preços da arroba, forçando grandes oscilações nos preços. Em Sã Paulo, os frigoríficos tentam comprar, sem grande sucesso, animais abaixo dos R$ 100,00/@, mas ainda encontrando resistência por parte dos pecuaristas. Agentes do mercado do boi gordo comentam que no Mato Grosso do Sul a oferta é um pouco melhor e é possível adquirir animais a R$ 94,00/@, à vista.
Segundo os analistas do Cepea, "operadores do setor pecuário continuam realizando poucos negócios devido à visão pouco clara sobre os níveis de oferta e demanda neste começo de ano. Quanto à oferta de animais, segue baixa, mas frigoríficos continuam cautelosos para ofertar valores maiores".
Caio Junqueira Neto, da Cross Investimentos, comentou no Twitter que a "oferta de boi no MS é confortável a R$ 95,00 a ponto de industrias estarem com a semana que vem pronta e algumas plantas se encontram fora das compras".
Segundo Diogo Castilho, "as escalas estão um pouco mais longas no MS, MT, SP e algumas plantas de GO. Ofertas aumentando gradativamente, principalmente com vacas".
O leitor do BeefPoint, Laerson Pietrobon, de Palmital/PR, comentou que na sua região (centro do Paraná) a oferta está escassa e a chuva dificulta o embarque de animais para abate. "O preço do boi gordo gira em torno de R$ 98,00 e o da vaca de R$ 90,00. A oferta é pequena, pois na virada do ano foi abatido o que tinha de bovinos acabados", completou.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na BM&FBovespa, a semana foi de alta em todos os contratos de boi gordo negociados. O primeiro vencimento, janeiro/11, fechou o pregão de quarta-feira (12/01) valendo R$ 101,18/@, com variação positiva de R$ 0,76 na semana. Os contratos que vencem em fevereiro/11 registraram alta de R$ 1,90, fechando a R$ 98,90/@ e os que vencem em maio/11 estão valendo R$ 91,96/@ (+ R$ 0,51 no período analisado).
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 05/01/10 e 12/01/11

O preço do bezerro apresentou maior retração melhorando um pouco a situação de quem precisa repor o rebanho, já que a relação de troca subiu para 1:2,41. O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 703,13/cabeça, com desvalorização de 1,78% na semana, mas ainda está 17,34% mais caro do que o apurado no mesmo período do ano passado.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista x relação de troca

FONTE: BEEFPOINT
Na última quarta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 102,78/@, acumulando variação negativa de 0,24% na semana. Por outro lado o indicador a prazo teve alta de 0,22% no mesmo período (05/01 a 12/01), sendo cotado a R$ 104,18/@.
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio
Em 2011, até o momento, o indicador a prazo registrou queda de 1,97%, já que no último de 2010 a arroba valia R$ 106,27/@. Já no primeiro dia do ano houve um recuo de 1,93% e daí em diante a arroba seguiu oscilando bastante.
Analisando o que aconteceu com este indicador no ano passado temos uma valorização acumulada nos 12 meses do ano de 36,05%. Se ampliarmos um pouco a foto, podemos dizer que do piso (R$ 76,18/@ apurado no dia 08 de janeiro) ao pico de preços (R$ 119,41/@ no dia 11 de novembro) o ganho foi de 56,75%.
Esse tipo de variação é que fez a Acrimat e o Imea avaliarem 2010 como um ano positivo para a pecuária. "Houve no segundo semestre uma recuperação extremamente positiva nos preços da arroba e a manutenção nos preços dos custos de produção", disse o presidente da Acrimat, José João Bernardes.
Nesta semana publicamos o artigo: 2010: A pecuária de corte em gráficos,que mostra a evolução do principais indicadores no ano de 2010. 2011 seguirá no mesmo ritmo?
Durante a última semana o mercado físico não apresentou grandes alterações, assim volume de ofertas e de negócios efetivados não aumentou significantemente. Apesar disso, os frigoríficos aumentaram a pressão por recuos no preços da arroba, forçando grandes oscilações nos preços. Em Sã Paulo, os frigoríficos tentam comprar, sem grande sucesso, animais abaixo dos R$ 100,00/@, mas ainda encontrando resistência por parte dos pecuaristas. Agentes do mercado do boi gordo comentam que no Mato Grosso do Sul a oferta é um pouco melhor e é possível adquirir animais a R$ 94,00/@, à vista.
Segundo os analistas do Cepea, "operadores do setor pecuário continuam realizando poucos negócios devido à visão pouco clara sobre os níveis de oferta e demanda neste começo de ano. Quanto à oferta de animais, segue baixa, mas frigoríficos continuam cautelosos para ofertar valores maiores".
Caio Junqueira Neto, da Cross Investimentos, comentou no Twitter que a "oferta de boi no MS é confortável a R$ 95,00 a ponto de industrias estarem com a semana que vem pronta e algumas plantas se encontram fora das compras".
Segundo Diogo Castilho, "as escalas estão um pouco mais longas no MS, MT, SP e algumas plantas de GO. Ofertas aumentando gradativamente, principalmente com vacas".
O leitor do BeefPoint, Laerson Pietrobon, de Palmital/PR, comentou que na sua região (centro do Paraná) a oferta está escassa e a chuva dificulta o embarque de animais para abate. "O preço do boi gordo gira em torno de R$ 98,00 e o da vaca de R$ 90,00. A oferta é pequena, pois na virada do ano foi abatido o que tinha de bovinos acabados", completou.
Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.
Na BM&FBovespa, a semana foi de alta em todos os contratos de boi gordo negociados. O primeiro vencimento, janeiro/11, fechou o pregão de quarta-feira (12/01) valendo R$ 101,18/@, com variação positiva de R$ 0,76 na semana. Os contratos que vencem em fevereiro/11 registraram alta de R$ 1,90, fechando a R$ 98,90/@ e os que vencem em maio/11 estão valendo R$ 91,96/@ (+ R$ 0,51 no período analisado).
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa e contratos futuros de boi gordo (valores à vista), em 05/01/10 e 12/01/11
O preço do bezerro apresentou maior retração melhorando um pouco a situação de quem precisa repor o rebanho, já que a relação de troca subiu para 1:2,41. O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 703,13/cabeça, com desvalorização de 1,78% na semana, mas ainda está 17,34% mais caro do que o apurado no mesmo período do ano passado.
Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista x relação de troca
FONTE: BEEFPOINT
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
20:47
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Uruguai exportou 195 mil bovinos para abate ou engorda em 2010
Segundo dados do Ministério da Agricultura do Uruguai, as exportações de bovinos vivos do país em 2010, para abate ou engorda, totalizaram 195.451 cabeças.
Desse total, 86,7% foi para abate e 13,3% para engorda. Se somarmos também os animais exportados para reprodução, o total dos embarques chega a 207.050 cabeças.
Este total de cabeças exportadas é 11,4% superior ao exportado em 2009, de 185.814 cabeças.
Considerando apenas os animais para abate ou engorda, o resultado de 2010 foi 11,4% maior do que o de 2009.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Desse total, 86,7% foi para abate e 13,3% para engorda. Se somarmos também os animais exportados para reprodução, o total dos embarques chega a 207.050 cabeças.
Este total de cabeças exportadas é 11,4% superior ao exportado em 2009, de 185.814 cabeças.
Considerando apenas os animais para abate ou engorda, o resultado de 2010 foi 11,4% maior do que o de 2009.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
11:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Preços da arroba nos últimos 50 anos
Ontem, Rogério Goulart, editor da Carta Pecuária, publicou um gráfico bastante interessante no seu site que vale ser observado com um pouco mais de calma. Veja abaixo a evolução da arroba do boi gordo desde 1960.

Clique na imagem para ampliá-la.
As informações são da Carta Pecuária.
Clique na imagem para ampliá-la.
As informações são da Carta Pecuária.
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
11:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Novos prazos para renegociação de dívidas: 30 de junho
A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou na terça-feira (11-01) a Lei 12.380, que trata, entre outras medidas, de mudanças no processo de amortização de dívidas de produtores rurais. A decisão atende à reivindicação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e de parlamentares representantes do setor agropecuário, alterando a Lei 11.775, de 2008, que, estabeleceu uma série de vantagens para o pagamento desses débitos. Uma das novidades é a ampliação, para 30 de junho deste ano, do prazo para liquidação ou renegociação de operações inscritas na Dívida Ativa da União (DAU) e aquelas referentes ao Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira Baiana. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União.
Em relação à DAU, com a extensão da data, ficam suspensas até 30 de junho as execuções fiscais das operações de crédito e o prazo de prescrição das dívidas. A medida também incluiu, nas condições previstas na DAU, passivos contratados junto ao extinto Banco Nacional de Crédito Cooperativo, além dos financiamentos do Programa Nacional para Aproveitamento de Várzeas Irrigáveis (Provárzeas) e do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados – Fase II (Prodecer II). Quem procurar os bancos para liquidar ou renegociar o saldo devedor poderá obter descontos sobre o valor do passivo. No caso das dívidas contraídas em áreas de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e do Prodecer II, haverá acréscimo de 10 pontos percentuais.
Já as dívidas da atividade cacaueira também terão descontos para quem quiser repactuar ou quitar o passivo. Tanto os benefícios quanto o novo prazo envolvem as quatro etapas do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira, que contemplaram produtores prejudicados com o surgimento da vassoura de bruxa, praga que afetou as lavouras principalmente no sul da Bahia no fim da década de 90. Com a sanção da lei, também passam a fazer parte dos benefícios, nas condições previstas para a quarta etapa do programa, as operações contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) ou no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) até 30 de abril de 2004.
Ainda na lei sancionada, há medidas voltadas para operações de investimentos do Pronaf e operações de custeio ou investimentos dos Fundos Constitucionais (FCO e FNO e FNE). Pela regra, fica proibida a contratação de novos empréstimos até a amortização total dos débitos, com exceção para empréstimos destinados a obras de irrigação, drenagem, proteção ou recuperação de solo ou áreas degradadas, fruticultura, carcinicultura, florestamento ou reflorestamento.
Fonte: CNA
Em relação à DAU, com a extensão da data, ficam suspensas até 30 de junho as execuções fiscais das operações de crédito e o prazo de prescrição das dívidas. A medida também incluiu, nas condições previstas na DAU, passivos contratados junto ao extinto Banco Nacional de Crédito Cooperativo, além dos financiamentos do Programa Nacional para Aproveitamento de Várzeas Irrigáveis (Provárzeas) e do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados – Fase II (Prodecer II). Quem procurar os bancos para liquidar ou renegociar o saldo devedor poderá obter descontos sobre o valor do passivo. No caso das dívidas contraídas em áreas de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e do Prodecer II, haverá acréscimo de 10 pontos percentuais.
Já as dívidas da atividade cacaueira também terão descontos para quem quiser repactuar ou quitar o passivo. Tanto os benefícios quanto o novo prazo envolvem as quatro etapas do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira, que contemplaram produtores prejudicados com o surgimento da vassoura de bruxa, praga que afetou as lavouras principalmente no sul da Bahia no fim da década de 90. Com a sanção da lei, também passam a fazer parte dos benefícios, nas condições previstas para a quarta etapa do programa, as operações contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) ou no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) até 30 de abril de 2004.
Ainda na lei sancionada, há medidas voltadas para operações de investimentos do Pronaf e operações de custeio ou investimentos dos Fundos Constitucionais (FCO e FNO e FNE). Pela regra, fica proibida a contratação de novos empréstimos até a amortização total dos débitos, com exceção para empréstimos destinados a obras de irrigação, drenagem, proteção ou recuperação de solo ou áreas degradadas, fruticultura, carcinicultura, florestamento ou reflorestamento.
Fonte: CNA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
11:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Brasil exportou 40% mais carne bovina para o Oriente Médio em 2010
As exportações brasileiras de carne bovina para o Oriente Médio tiveram um crescimento expressivo em 2010, tanto em volume quanto em faturamento.
Em volume, a alta foi de 40%, passando de 288,7 mil toneladas equivalente carcaça (tec) para 401,9 mil tec. Já o faturamento registrou aumentos ainda maiores, chegando quase a 70% de alta de um ano para outro. O resultado passou de US$756,16 milhões em 2009 para US$1,28 bilhão em 2010.
A expansão deste mercado mostra a sua importância para a carne brasileira. Em 2010, o Oriente Médio gerou mais receita para o Brasil nas exportações de carne do que a União Européia e mesmo a Rússia, dois grandes mercados para a carne brasileira.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Em volume, a alta foi de 40%, passando de 288,7 mil toneladas equivalente carcaça (tec) para 401,9 mil tec. Já o faturamento registrou aumentos ainda maiores, chegando quase a 70% de alta de um ano para outro. O resultado passou de US$756,16 milhões em 2009 para US$1,28 bilhão em 2010.
A expansão deste mercado mostra a sua importância para a carne brasileira. Em 2010, o Oriente Médio gerou mais receita para o Brasil nas exportações de carne do que a União Européia e mesmo a Rússia, dois grandes mercados para a carne brasileira.
FONTE: SCOT CONSULTORIA
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
11:09
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CAÇA AOS INVESTIDORES ÁRABES
Atrair investimentos estrangeiros para o agronegócio brasileiro é uma das metas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para 2011. No topo da lista de países com maior potencial para tanto estão aqueles do Oriente Médio e do Extremo Oriente. Por que esses dois grupos? A explicação está no fato de que, além de dispor de recursos, essas nações têm nas políticas de segurança alimentar, ou seja, no abastecimento de suas populações, uma prioridade. No mundo árabe, ganham destaque nesse cenário a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Aqui, os estrangeiros podem investir principalmente em culturas como grãos e na indústria de laticínios, entre outras possibilidades.
"O Brasil tem um papel relevante para os países do Oriente Médio e do Extremo Oriente no que se refere à segurança alimentar", afirma o assessor de investimentos estrangeiros do Mapa, Maurício Fleury Curado. "Vários países dessas regiões produzem pouco e precisam de parceiros seguros para abastecê-los de alimentos", diz.
Nesse sentido, afirma Curado, a demanda dessas nações está de acordo com o plano do Mapa, que é atrair investimentos para o agronegócio brasileiro. "Vamos firmar parcerias para que os estrangeiros possam investir mais aqui", diz. Esses aportes de recursos seriam feitos em culturas como grãos, na indústria de laticínios, na agroindústria de modo geral e até mesmo em infraestrutura e logística.
Segundo Curado, a ideia é atrair os investimentos a partir de propostas que saiam das empresas de cada área, a serem capacitadas com o apoio do Mapa. "Vamos organizar fóruns setoriais com empresários do agronegócio brasileiro para preparar as empresas e desenvolver oportunidades", diz. Poderão participar companhias de todo o país, mas "naturalmente elas vão estar melhor preparadas nos estados em que a atividade agrícola é mais forte, como os das regiões Centro Oeste e Sul", conforme o assessor do ministério.
Para colocar o plano em prática, o Mapa deve estar presente em pelo menos cinco missões comerciais no exterior ao longo de 2011, em locais ainda a serem definidos. Isso além das reuniões com o empresariado nacional. "Em novembro do ano passado, participamos de quatro seminários com investidores árabes no Kuwait, Riad, Doha e Abu Dhabi", diz Curado.
Os produtos do agronegócio brasileiro são exportados hoje para 200 países. Somente a carne bovina nacional tem 142 compradores internacionais, para 146 da carne de frango. Entre os meses de janeiro e novembro de 2010, as vendas externas do setor para o mundo árabe foram de R$ 7,9 bilhões, cifra 29% maior em comparação com 2009.
Ainda no bloco árabe, os maiores importadores do País no setor agroindustrial, entre janeiro e novembro de 2010, foram Arábia Saudita, Egito, Emirados, Argélia e Marrocos, nessa ordem. Somente os sauditas compraram US$ 2,7 bilhões, com US$ 1,8 bilhão comercializados para o Egito.
FONTE: Agência Anba
"O Brasil tem um papel relevante para os países do Oriente Médio e do Extremo Oriente no que se refere à segurança alimentar", afirma o assessor de investimentos estrangeiros do Mapa, Maurício Fleury Curado. "Vários países dessas regiões produzem pouco e precisam de parceiros seguros para abastecê-los de alimentos", diz.
Nesse sentido, afirma Curado, a demanda dessas nações está de acordo com o plano do Mapa, que é atrair investimentos para o agronegócio brasileiro. "Vamos firmar parcerias para que os estrangeiros possam investir mais aqui", diz. Esses aportes de recursos seriam feitos em culturas como grãos, na indústria de laticínios, na agroindústria de modo geral e até mesmo em infraestrutura e logística.
Segundo Curado, a ideia é atrair os investimentos a partir de propostas que saiam das empresas de cada área, a serem capacitadas com o apoio do Mapa. "Vamos organizar fóruns setoriais com empresários do agronegócio brasileiro para preparar as empresas e desenvolver oportunidades", diz. Poderão participar companhias de todo o país, mas "naturalmente elas vão estar melhor preparadas nos estados em que a atividade agrícola é mais forte, como os das regiões Centro Oeste e Sul", conforme o assessor do ministério.
Para colocar o plano em prática, o Mapa deve estar presente em pelo menos cinco missões comerciais no exterior ao longo de 2011, em locais ainda a serem definidos. Isso além das reuniões com o empresariado nacional. "Em novembro do ano passado, participamos de quatro seminários com investidores árabes no Kuwait, Riad, Doha e Abu Dhabi", diz Curado.
Os produtos do agronegócio brasileiro são exportados hoje para 200 países. Somente a carne bovina nacional tem 142 compradores internacionais, para 146 da carne de frango. Entre os meses de janeiro e novembro de 2010, as vendas externas do setor para o mundo árabe foram de R$ 7,9 bilhões, cifra 29% maior em comparação com 2009.
Ainda no bloco árabe, os maiores importadores do País no setor agroindustrial, entre janeiro e novembro de 2010, foram Arábia Saudita, Egito, Emirados, Argélia e Marrocos, nessa ordem. Somente os sauditas compraram US$ 2,7 bilhões, com US$ 1,8 bilhão comercializados para o Egito.
FONTE: Agência Anba
Postado por
Eduardo Lund / Lund Negócios
às
16:47
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)