quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Vacas cruza Angus vazias a venda


VACAS VAZIAS
Lote: 0418
Quantidade: 28
Peso Médio: 410
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 3-4
Raça: Cruza Angus
Animal: Vacas vazias
Valor: R$ 1.900,00
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Vacas embaladas, carcaçudas ótimas para confinamento ou pastagem. saem rapidamente gordas para abate. 
Imagens do lote


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Argentina envía a Uruguay protocolo sanitario para importar hacienda en pie

Resultado de imagem para gado no uruguai
Con la intención de atenuar la escasez de hacienda para consumo que supone el ciclo de retención de vientres que ha comenzado en otoño de 2015 en el país, el Servicio de Sanidad y Calidad Agroalimentaria (Senasa) está enviando un protocolo a Uruguay para habilitar el ingreso de hacienda en pie de este país para engorde y faena. Así lo explicó José Luis Ferro, director nacional de Sanidad Animal del organismo. "Se pidió un estudio al área de cuarentena, y ahora el área de Internacionales está enviando un protocolo al Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca (MGAP) de Uruguay. Ellos deberán analizarlo y aceptarlo o pedir modificaciones. Estos procesos son largos", indicó el funcionario.
En declaraciones a Radio Carve, el funcionario argentino explicó que habrá dos protocolos de importación, uno para animales destinados a engorde y faena y otro para reproducción. Este último es el que rige desde la década de 1990 por el cual ya hubo una fluida corriente de negocios.
Con el protocolo de faena y engorde, la expectativa es que los animales puedan formar parte de la cuota Hilton, siempre que se valide el sistema de trazabilidad.
El objetivo del gobierno argentino es tender a moderar el aumento de los precios de la carne y de la hacienda, teniendo en cuenta el fuerte proceso de retención y la consecuente menor disponibilidad de animales para faena. Sin embargo, el especialista Miguel Gorelik, editor de la publicación Valor Carne, es escéptico sobre la efectividad de esta medida. Al analizar las distintas posibilidades de importación, ya sea de ganado o carne, dijo que “la posibilidad concreta de importar carne o hacienda con efecto sobre el nivel de precios internos en el corto plazo es muy remota”, aunque agregó que “esto no significa que deba abandonarse el intento de facilitar esta operatoria”.
La eliminación del cepo cambiario en Argentina acercó los precios de la hacienda en ese país a los que rigen actualmente en Uruguay. En el caso de las categorías para faena y engorde, las diferencias de precios actuales no parecen ser suficientes como para permitir una corriente comercial fluida. Sin embargo en el caso de las categorías de cría, teniendo en cuenta las referencias del remate de Rosgan en Rosario la semana pasada y las de ACG en Uruguay, hay categorías como las de terneras y vaquillonas preñadas para las que los precios en Argentina son más de 30% superiores. Seguro que no van a hacer bajar los precios de la carne en Argentina, pero bien pueden ser un piso importante para los precios de estas categorías en Uruguay.

arguru
fonte: Tardaguila  Agromercados

Expectativa de preços para o terneiro safra 2016 no RS. Uma visão pessoal.




Como todos os anos faço, a pedido de amigos e clientes, dou minha opinião pessoal, sobre como acho que vai se comportar a safra de preços de terneiros no RS.


Para este ano temos um cenário que vem a facilitar a organização de meus pensamentos.
Começamos muito cedo balizando aqui no RS o preço de terneiros em R$ 6,00 para exportação, terneiros obrigatoriamente inteiros e europeus. Este setor, sem duvida alguma, vai ser o grande sustentador dos preços do terneiro este ano, mas lembro que é um segmento muito volátil, que depende muito mais do dólar, de fatores externos, do que qualquer outra coisa. Importante vai ser o volume que ele vai se encarregar de tirar de dentro do estado do RS, mantendo assim a relação da lei de oferta e procura equilibrada, pois como sabemos, tivemos um incremento de nascimento nesta safra ( como informa o NESPRO e leitura a qual recomendo
http://www.ufrgs.br/nespro/informativos/2/).
Claro que sempre existem os sonhadores, que acreditam em preços estratosféricos, estes vão ter em seu sonho uma sobre vida, pois como o ano esta sendo bom para os campos deixando eles empastados, vão poder  reter seus terneiros por um período maior, tentando maior preço e mais peso na hora de vender. A estes, recomendo que reflitam, pois quando chegar a hora, e se  a safra ainda não estiver comercializada, vem tudo ao mercado ao mesmo tempo, e assim como o terneiro passou nestes últimos 30 dias de R$ 5,50 para R$ 6,00 o inverso também pode ser ocorrer.
O mercado interno como PR, SP, MT e MS esta bem demandado também, mas com as mesmas necessidades, animais inteiros, com exceção do RS que prefere castrados e deveriam ser mais valorizados pelo risco que deixa de acontecer ao comprador, mas mesmo assim, não são. Também no RS, a procura por terneiros, sempre é um pouco mais tarde, necessitamos da liberação das áreas de pastagens para a intensificação das compras, o que vem a coincidir com a temporada das feiras oficias de terneiros. A respeito das feiras oficiais de terneiros, a grande demanda esta na compra por inteiros o que bate de frente com a exigência das feiras oficiais,da necessidade de serem castrados.Tomara que estas feiras não fiquem um pouco comprometidas, pois vão vir ocorrer já em um período onde outros setores já se abasteceram bastante dos terneiros do RS. No meu entender, o numero de animais nestas feiras oficiais neste ano de 2016, vão ser menores do que a média dos anos anteriores.
Portanto, acho que estamos em um ano bem positivo para quem cria, quem produz terneiros, acredito que o patamar médio vai flutuar entre os R$ 6,20 e R$ 6,50 claro muito em função da qualidade, o que considero muito bom para um ano onde todos os outros setores perderam competitividade, lucro etc. Vamos ver, se tiver que ser diferente, que seja para uma valorização maior ainda do terneiro, pois este segmento de cria durante muitos anos comeu o pão que o diabo amassou, mas mesmo assim nunca se entregou!!!  

Eduardo Lund
Médico Veterinário/ Lund negócios

Novilhas cruza Braford a venda

NOVILHAS
Lote: 0417
Quantidade: 10
Peso Médio: 360
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 2
Raça: Cruza Braford
Animal: Novilhas
Valor: R$ 5,20
Cidade: Herval
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Lindo lote de novilhas vazias, carrapateadas.
Imagens do lote

COMPRA DE TERNEIROS PARA SP, MS, MT e PR


ESTAMOS COMPRANDO TERNEIROS PARA CLIENTES DE SP, MS,MT e PR
*TERNEIROS BRAFORD, BRANGUS, MONTANA E EUROPEUS
* SOMENTE INTEIROS
*CARRAPATEADOS
* COM PESO ENTRE 160 E 220 KG.
*PAGAMENTO A VISTA...
Ver mais

COMPRA PERMANENTE DE TERNEIROS ANGUS


LUND NEGÓCIOS, EM  PARCERIA COM A COOPER ALIANÇA CARNES NOBRES/PR INFORMA QUE MANTEM COMPRA PERMANENTE DE TERNEIROS ANGUS NAS SEGUINTES CONDIÇÕES:
* ANGUS DEFINIDOS
*INTEIROS
*CARRAPATEADOS
*SAFRA NASCIDA EM 2015
*PAGAMENTO AVISTA
ENTRE EM CONTATO PARA MAIORES INFORMAÇÕES COM 
LUND 053.99941513  ou CHARLES 053.99915601





terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Principais indicadores do mercado do boi – 16-02-2016

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
15/02/16Diferença
12/Fev08/Fev13/Jan/16
Boi Gordo – Esalq/BM&F à vistaR$ 153,910,86%0,89%3,62%
Bezerro – Esalq/BM&F à vistaR$ 1.361,411,11%-0,43%2,68%
Margem bruta na reposiçãoR$ 1.178,110,57%2,47%4,74%
Boi Gordo – em dólaresUS$ 38,590,87%-1,41%3,56%
DólarR$ 3,99-0,01%2,34%0,06%
Fonte: Esalq/BM&F, Bacen, elaboração BeefPoint

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,86%, nessa segunda-feira (15) sendo cotado a R$ 153,91/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 154,61.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 1,11%, cotado a R$ 1361,41/cabeça nessa segunda-feira (15). A margem bruta na reposição foi de R$ 1178,11 e teve valorização de 0,57%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na segunda-feira (15), o dólar apresentou baixa de 0,01% e foi cotado em R$ 3,99. O boi gordo em dólares registrou valorização de 0,87% sendo cotado a US$ 38,59. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 15/02/16
VencimentoFechamentoDiferença do dia anteriorContratos em abertoContratos negociados 
Fev/16155,580,285.006648 
Mar/16157,290,49534193 
Abr/16156,950,5512040 
Mai/16156,600,982.259412 
Jun/16157,990,99100 
Jul/16159,680,8650 
Ago/16161,330,7610 
Set/16162,940,6910
Out/16164,520,6377848 
Indicador de Preço Disponível do Boi Gordo Esalq/BM&F – Estado de SPIndicador de Preço Disponível do Bezerro Esalq/BM&F – Estado de MS
DataÀ vista
R$/@
A prazo
R$/@
DataÀ vista
R$/cabeça
A prazo
R$/cabeça
05/02/16152,55153,5005/02/161367,341377,41
08/02/16152,55153,5008/02/161367,341377,41
09/02/16152,55153,5009/02/161367,341377,41
10/02/16151,91153,1810/02/161364,011420,78
11/02/16152,61154,2511/02/161345,00.
12/02/16152,60153,2312/02/161346,42.
15/02/16153,91154,6115/02/161361,411455,00
Fonte: Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.

O contrato futuro do boi gordo para fev/16 apresentou alta de R$ 0,28 e foi negociado a R$ 155,58 em relação ao dia anterior.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/16
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seção cotações.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
15/02/16Diferença
12/Fev08/Fev13/Jan/16
Traseiro (1×1)R$ 12,200,00%1,67%-6,15%
Dianteiro (1×1)R$ 7,800,00%1,30%-3,70%
Ponta AgulhaR$ 7,800,00%1,30%1,30%
Equiv. FísicoR$ 174,420,00%1,63%-5,95%
Spread Eq. Físico/EsalqR$ 20,51-R$ 1,31R$ 1,45-R$ 16,41
Fonte: Boletim Intercarnes, elaboração BeefPoint

No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 174,42. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do indicador do boi gordo foi de R$ 20,51 e sua variação apresentou baixa de R$ 1,31 no dia. Conforme mostra a tabela acima.
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
O Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo. Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.
fonte: BeffPoint

EXPORTAÇÃO DE GADO EM PÉ

ESTAMOS COMPRANDO PARA CLIENTE
*TERNEIROS EUROPEUS, SOMENTE INTEIROS, COM PESO ENTRE 180 E 300 KG.
*PAGAMENTO A VISTA
INTERESSADOS EM MAIORES INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM
LUND NEGÓCIOS PELOS FONES  053.99941513 (LUND) ou 053.99915601 (CHARLES)


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Brasil já tem 65 frigoríficos habilitados a exportar para a China, diz Mapa


Brasil já tem 65 frigoríficos habilitados a exportar para a China, diz Mapa
Ads by RealTimeAd Options
O Brasil tem 65 frigoríficos habilitados a exportar para a China, após a mais recente lista de aprovações divulgada na semana passada, segundo cálculos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O Mapa informou na quinta-feira (4) que 17 plantas brasileiras foram habilitadas pelo governo chinês na mais recente lista, das quais cinco de carne bovina. Também foram habilitadas oito de aves e quatro de suínos, o mesmo número total informado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) um dia antes, porém, citando nove de aves e três de suínos.
Os mais novos frigoríficos de carne bovina habilitados estão em São Paulo (3) e Minas Gerais (2). Os de aves ficam no Paraná (3), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (2) e São Paulo (1). Já os de suínos estão no Rio Grande do Sul (2) e Santa Catarina (2).
O Mapa estima que cada estabelecimento deverá exportar cerca de US$ 20 milhões em produtos para o país asiático anualmente. “Com esse importante esforço, as exportações brasileiras do setor de carnes devem crescer em valor e volume em 2016.
fonte: Rural Centro

Uruguai: Poder de compra real del ternero aumentó 21% anual en enero


Poder de compra real del ternero aumentó 21% anual en enero

Foto: Divulgação/Assessoria
Los precios del ternero han logrado cierta independencia coyuntural de los del gordo en los últimos meses, sosteniendo e incluso elevando sus cotizaciones en dólares. Esto, junto con la aceleración de la devaluación de la moneda estadounidense, bien por encima del ritmo de la inflación, ha permitido una recuperación en el poder de compra real de los terneros de más de 20% en enero, comparado con el mismo mes del año anterior.
No pasa lo mismo con el poder de compra del novillo gordo, aunque también mejoró de forma interesante. En enero el valor medio de esta categoría fue, de acuerdo a las referencias que maneja la Asociación de Consignatarios de Ganado, de US$ 1,65 el kilo carcasa, una caída de 4,5% respecto al primer mes de 2015. Pero con una devaluación de 25,9% en el período (el dólar pasó de promediar $ 24,5 en enero de 2015 a $ 30,8 el mes pasado) y una inflación de 9,7%, el poder de compra real de un kilo de novillo aumentó 10,3%. Claro que muchos de los costos de una empresa que comercializa novillos gordos cotizan en dólares, por lo que esta mejora debe ser relativizada.

En el caso de los criadores, que tienden a ser predios más chicos y con una mayor proporción de trabajo familiar, el costo de vida es uno de los importantes dentro de la canasta de gastos, por lo que seguramente la mejora de la cotización del dólar tiene un impacto mayor. Además, lejos de bajar, el precio medio de los terneros en enero aumentó 5,3% en dólares, a US$ 2,12 el kilo en promedio (ACG); un año atrás promediaba US$ 2,02. A ello hay que sumarle el mayor poder de compra de esos dólares, lo cual determina un aumento real del kilo de ternero de 20,9% respecto al que tenía un año atrás.

Lógicamente, estos predios también deben pagar muchos insumos en dólares, pero la incidencia del costo de vida tiende a ser mayor que en el caso de las empresas invernadoras.

El precio del ternero podrá corregir a la baja en las próximas semanas, arrastrado finalmente por la tendencia del gordo, que es una de las principales variables determinantes de su valor. Otra es el clima, y si sigue sin llover, será un argumento bajista adicional. Pero hay otras —algunas de las cuales fueron manejadas en este mismo espacio en agosto del año pasado— que le dieron sostén a esta categoría, caso de la firme demanda de la exportación de ganado en pie y el espacio dejado por la agricultura.

Que los criadores logren un buen resultado económico es clave para el futuro del sector, ya que es una condición indispensable para el impulso de la producción y para la futura oferta de animales de esta categoría y también de gordo para los frigoríficos. Aunque también es importante que haya un equilibrio lógico entre los distintos eslabones de la cadena. 

Hoy en día el kilo de ternero tiene un precio 34% superior al del gordo, un indicador que insinúa transitar por una fase intensa de retención dentro del ciclo ganadero, cosa que no es tal (la faena de vacas supera con holgura a la de novillos y es mayor a la del año pasado). Desde este punto de vista, parece probable una disminución del índice flaco/gordo, la cual factiblemente se dé por una baja del ternero y no por una suba del gordo. Igualmente, el negocio del ternero parece en estos momentos a salvo de barquinazos demasiado fuertes que tiren su poder de compra a niveles más bajos que los del año pasado.

Buenas nuevas para la zafra de terneros que está a la vuelta de la esquina.

Fonte: Tardaguila Agromercados