segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO

REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO MARFRIG

*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 18.10.2010

BOI: R$ 5,50 a R$ 5,55
VACA: R$ 5,20 a R$ 5,25

OBS: *LIVRE DE FUNRURAL

PRAZO: 30 DIAS
Compras só a rendimento.

FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

ATENÇÃO


PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA- MERCADO FÍSICO / KG VIVO

FRIGORÍFICOS REGIONAIS

EM 18.10.2010
REGIÃO DE PELOTAS

KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 2,70 A R$ 2,85
VACA GORDA: R$ 2,45 A R$ 2,50

A RENDIMENTO:
BOI GORDO R$ 5,55 A 5,65
VACA GORDA R$ 5,25 A 5,35

FONTE: PESQUISA REALIZADA POR www.lundnegocios.com.br

COTAÇÕES



FONTE: CORREIO DO POVO

Carne Pampa

PREÇOS MÍNIMOS PARA NEGOCIAÇÃO DIA 18/10/2010
INDICADOR ESALQ/CEPEA DE 15/10/2010 - PRAÇA RS


Ver todas cotações Ver gráfico

MACHOSPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,60R$ 5,47
KG VivoR$ 2,80R$ 2,74
FÊMEASPrograma**H & B***
CarcaçaR$ 5,10R$ 5,05
KG VivoR$ 2,42R$ 2,40
** Programa - Indicador Esalq/Cepea MaxP L(6)
*** H & B - Indicador Esalq/Cepea Prz L(4)
PROGRAMA CARNE CERTIFICADA PAMPA
FONTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HEREFORD E BRAFORD

Boi Gordo: Oferta restrita e necessidade de compra tiram referência de preço em SP

Pouquíssima oferta e grande necessidade de compra fazem com que o mercado trabalhe sem referência de preço em São Paulo.
Foram observados negócios desde R$95,00/@ até R$98,00/@, à vista, livre do funrural, com escalas entre 1 e 3 dias na maior parte das empresas. O mercado está em alta.
Pelo gado do Mato Grosso do Sul as compras variam de R$90,00/@ a R$92,00/@, à vista, livre do funrural, em algumas ocasiões. As escalas também estão curtas, com 2 ou 3 dias.
Houve aumento nas cotações do boi e da vaca gorda em Minas Gerais, nas regiões do Triângulo Mineiro, norte do estado e Belo Horizonte, sendo que nesta última praça os preços subiram R$2,00/@.
A mesma variação foi observada em Goiânia-GO, com o preço do boi gordo chegando a R$92,00/@, a prazo, livre do funrural, ou até R$1,00/@ a mais em algumas ocasiões.
A demanda por carne está boa, sendo que as vendas no atacado foram boas no final de semana. Com isso, a tendência é de mercado firme, com possibilidade de alta no curtíssimo prazo.

Fonte: Scot Consultoria

Mercado continua a sua trajetória de alta diante de pouquíssima oferta disponível de animais terminados e consumo em alta

O mercado físico continua a sua trajetória de alta diante de pouquíssima oferta disponível de animais terminados e consumo em alta.
Em São Paulo, há situações muito divergentes. O leque de preços se abriu e há grande oscilação entre as ofertas de grandes e pequenos frigoríficos.
Os grandes apresentam desde preços indefinidos (situação típica das segundas-feiras) até R$92,00/@ à vista. Já os pequenos trabalham com preços de até R$100,00/@ a prazo, refl exo da situação atual, que é crítica.
As escalas em nada ajudam e atendem entre 1 e 3 dias, entre grandes e pequenos.
As chuvas melhoram aos poucos, mas a oferta de animais não aumenta mesmo com a ajuda do clima.
Estamos diante de um mercado esticado, mas muito firme, sem tendência de reversão por enquanto.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Carne com osso termina a semana em alta

O atacado de carne bovina com osso terminou mais uma semana em alta.

Todas as peças acumularam valorizações nos últimos sete dias. Veja tabela 1.



A escassez de oferta de boi gordo para ser abatido tem refletido também nos preços da carne bovina.

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, o traseiro 1x1 registra atualmente o preço recorde para a peça, R$7,70/kg.

Outro fator que tem dado força é o consumo interno que está aquecido, mesmo com as recentes altas nos preços.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Mais uma alta no preço do boi gordo

A última sexta-feira, como de costume, foi de poucos negócios no mercado do boi gordo.
Em São Paulo, de acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço da arroba do boi subiu. A referência está em R$95,00/@, a prazo, livre de imposto. Existem negócios em preços maiores.
As escalas atendem entre 2 e 3 dias, com poucos casos de programações melhores.
O cenário é o mesmo na maioria das regiões. Houve reajuste para os preços do boi gordo em dez das 31 praças pesquisadas.
Em curto prazo, a pequena oferta de animais para abate deve manter o mercado firme, com pressão de alta sobre as cotações.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Demanda internacional pela carne bovina brasileira recua devido à valorização no preço

“STOP ESTRANGEIRO”: No mês de setembro a demanda internacional recuou na compra da carne bovina brasileira, devido principalmente à valorização do preço. A combinação de preço em intensa valorização e câmbio em queda livre parece ter assustado o mercado internacional e com isso o volume embarcado teve apenas um desempenho razoável na comparação com os meses de agosto e julho. Com o envio de 16,73 mil toneladas de equivalente carcaça, o mês de setembro comprometeu o acumulado do terceiro trimestre do ano que fechou em 65,07 mil t (eq. carcaça).

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: IMEA

Mercado segue firme e preço futuro bate R$100/@

Mercado segue em alta e na última sexta-feira (15), o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 98,09/@, com valorização de R$ 1,31. O indicador a prazo teve alta de R$ 1,21, sendo cotado a R$ 98,61/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio



Mostrando a firmeza do mercado, os contratos com vencimento para novembro e dezembro na BM&FBovespa ultrapassaram os R$ 100,00/@. O vencimento novembro/10, teve variação positiva de R$ 1,93, fechando a R$ 100,71/@. Os contratos que vencem em dezembro/10 registraram valorização de R$ 1,98, fechando a R$ 100,23/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 15/10/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



A demanda continua alta e a oferta de boi segue bastante restrita, o que dá suporte para que os preços continuem subindo no curto prazo.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,70, o dianteiro a R$ 5,10 e a ponta de agulha a R$ 4,90. O equivalente físico foi calculado em R$ 94,83/@, com alta de 1,61%. O spread (diferença) entre indicador e equivalente caiu R$ 0,19 para R$ 3,26/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 722,08/cabeça, com valorização de R$ 3,06. A relação de troca subiu para 1:2,24.

FONTE: Equipe BeefPoint

Carne bovina brasileira na SIAL

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) está participando pela sexta vez da feira internacional de alimentos Sial, que está acontecendo em Paris.
A feira começou ontem, 17 de outubro, e vai até 21 de outubro de 2010. Na última edição, contou com quase 150 mil visitantes de mais de 185 países, sendo que quase a metade dos visitantes era do setor de distribuição e comércio de alimentos, 36% da indústria agroalimentar, 14% do setor de restaurantes e 5% do setor de serviços. Portanto, uma bela oportunidade para o Brasil conhecer novos fornecedores e encontrar oportunidades de negócios.
Hoje, 18 de outubro de 2010, haverá uma conferência para jornalistas de todo o mundo para discussão dos mitos, verdades e desafios de sustentabilidade da produção pecuária brasileira.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

TOUROS ANGUS E RED ANGUS E RED BRANGUS À VENDA ( 2 e 3 anos )

GENÉTICA DE PONTA






TRATAR COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 30283550

OBS: TEMOS TAMBÉM, PARA VENDA, NOVILHAS E VACAS RED BRANGUS

Cenário do mercado de reprodução

A estação de monta chegou.
Com isto a movimentação no mercado de insumos é grande, embora acredita-se que boa parte das vendas já tenha sido feita.
As vendas de materiais para inseminação e hormônios para IATF (inseminação artificial em tempo fixo) este ano devem superar as de 2009, acompanhando o crescimento observado nos últimos anos.
O preço do boi gordo em alta em plena saída de animais de confinamento e às vésperas do início da estação, quando os criadores planejam o manejo a ser adotado, colabora com o investimento na atividade.
Entre janeiro e meados de outubro o boi gordo em São Paulo subiu 23,3%. Em 2009, neste mesmo período o boi gordo caiu 8,0%.
O preço do boi gordo sustenta o preço da reposição, que é o produto direto da cria, e também influencia o investimento a ser feito na estação.
Tomando por base um bezerro desmama no Mato Grosso do Sul, por exemplo, o preço atual é 26,6% maior que no início do ano. É a segunda maior valorização no período desde 2003, atrás apenas da variação de 2008.
A retenção de matrizes continua. No primeiro semestre, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) elas compuseram 36,3% dos abates, ante 39,6% no mesmo período de 2009.
Temos boi gordo e reposição valorizados e retenção de fêmeas compondo um cenário otimista ao criador que pensa em investir.
E tal cenário tem surtido efeito, com a boa movimentação observada até o momento.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Leilão Virtual CFM 2010 oferece 150 touros Nelore CEIP

Acompanhando o excelente desempenho das vendas de touros Nelore desde o Megaleilão CFM de agosto e as vendas diretas na fazenda, a Agro-Pecuária CFM, maior projeto especializado na produção de touros Nelore CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) do país, coloca em oferta 150 touros Nelore da safra 2008, próximo dia 15 de novembro, no Leilão Virtual CFM 2010, a partir das 20h30 (horário Brasília) com transmissão pelo Canal do Boi.
Segundo Luis Adriano Teixeira, coordenador de pecuária da CFM, a temporada de vendas de touros da CFM este ano tem se caracterizado pelo grande interesse dos pecuaristas por efetivar compras, com investimento em genética comprovada para ganho de peso a pasto, visando deixar tudo pronto para a estação de monta que se aproxima.
“No próximo feriado de 15 de novembro, todos os pecuaristas que ainda não realizaram suas compras de touros terão uma nova oportunidade de adquirir reprodutores de altos índices na avaliação do programa de seleção da CFM, com condições muito especiais de pagamento e frente”, destaca.
Para facilitar ainda mais as compras, o Leilão Virtual de Touros CFM 2010 terá as mesmas vantagens comerciais oferecidas no Megaleilão CFM. “Os pecuaristas terão a disposição pagamento em 14 parcelas (2+2+10), com um pacote de economias criadas pela CFM. Além disso, será garantido frete rodoviário gratuito para todo o país na compra de cargas fechadas de touros (16 ou 24 reprodutores)”, explica Luis Adriano Teixeira.
Outro ponto importante do leilão Virtual é a comodidade de comprar os touros CFM diretamente da sua residência ou fazenda, evitando a necessidade do deslocamento do cliente até o recinto de leilões. “Com isso o pecuarista economiza tempo e, principalmente, dinheiro”, conclui Teixeira.
Mais informações sobre o Leilão Virtual CFM 2010 podem ser obtidas pela central de atendimento: telefone 0800 127 111 ou ainda pelo e-mail faleconosco@agrocfm.com.br. E os cadastros devem ser feitos pela Central Leilões pelo telefone (18) 3608-0999.

As informações são da assessoria de imprensa do evento.
FONTE: Agrolink

Congresso Mundial da Raça Brahman

Programação do evento terá atividade em Uberlândia na terça-feira (19)
Criadores de gados da raça Brahman, técnicos, profissionais do agronegócio e estudantes vão participar do “Farm Tour” (visita técnica) na Fazenda Morro Alto II, na BR-365, saída de Uberlândia, na manhã da próxima terça-feira (19). A visita faz parte da programação do XV Congresso Mundial da Raça Brahman realizado em Uberaba entre os dias 17 e 24 de outubro.
Esta é a primeira vez que o Congresso é realizado no Brasil, que é o terceiro maior detentor do rebanho da raça Brahman, atrás apenas de Austrália e Colômbia. Para o evento, são esperadas mais de três mil pessoas e, especialmente para o Farm Tour, cerca de 300 estrangeiros de mais de 20 países.
Trinta pequenos e médios produtores de gado de corte de Uberlândia também vão participar da visita técnica.

FONTE: CORREIO DE UBERLÂNDIA

SUCESSO NA MOSTRA DE TOUROS DA ESTÂNCIA BELA VISTA

Com a presença de mais de cem pessoas , clientes de Livramento e de diversos municípios , foi realizado com muito sucesso na Estância Bela Vista a mostra de touros que participarão do 46º Remate Particular da Bela Vista e convidados..

Com a presença do Presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Sr Fernando Lopa, da Presidente do Conselho Técnico da referida entidade , a Sra Thais Lopa , e do Sr Guilherme Dias , responsável pelo Programa de Carne Pampa, iniciou-se as atividades da mostra de touros da Bela Vista.

Em primeiro lugar a Sra Thais Lopa explanou todos os programas em realização promovidos pela Associação, como Programa Pampa Plus de Avaliação Genética, os Remates Chancelados , O Ranking da Associação, o Programa de Avaliação a Campo realizado na Embrapa (PAC) .

Explanou também o grande crescimento que as Raças Hereford e Braford vem obtendo em venda de reprodutores e sêmen a nível de Brasil, sendo que a Raça Braford foi a Raça de maior crescimento de venda de sêmen do ano 2009.

Após foi exposto pelo Sr Guilherme Dias o Programa de Carne Pampa que beneficia com um Plus de preços a venda de animais Hereford e Braford , através dos Frigoríficos Silva e Marfrig.

Também explanou o novo Programa de Certificação de Terneiros , o mais novo Projeto da Associação.

Logo em seguida a Sra Celina Maciel, proprietária da Bela Vista fez um breve comentário a respeito do sistema de produção da estância, salientando os anos de investimento em melhoramento e a busca pela produção de uma genética superior..

Destacou a comprovação desta Genética através da contratação de 13 touros Braford produzidos pela Bela Vista em coleta nas maiores Centrais de Inseminação do Brasil, inclusive com venda de sêmen para diversos paises do Mercosul.

Falando especificamente na produção de reprodutores o Dr. Pedro Brasil, assessor técnico da estância , explicou a seleção criteriosa que inicia ao desmame , buscando sempre animais de tamanhos moderados,.boa conformação carniceira, prepúcios corretos, bons perímetros escrotais aliados a dados de avaliação positivos.

Ressaltou também a questão da Rusticidade garantida dos animais desse criatório , visto que todos os animais são criados em um sistema de pastagens naturais.

Finalizando foi realizada uma vistoria em vários lotes de touros, tendo sido destacado a padronização e o alto padrão racial dos animais que serão apresentados no dia 19 de outubro, terça-feira, data em que será realizado o 46º Remate Bela Vista e Convidados

FONTE: ESTÂNCIA BELA VISTA

Iagro reúne produtores para iniciar teste da GTA eletrônica

A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) realiza na segunda-feira (18), às 14 horas, uma reunião com dez produtores rurais, selecionados pelo órgão para realização do teste de emissão da Guia de Trânsito Animal eletrônica (e-GTA), e dez representantes de frigoríficos que atuam no Estado para apresentação do novo sistema e início da fase experimental na próxima quarta-feira (20).
Durante a reunião serão entregues aos produtores as máquinas e os cartões magnéticos que devem ser utilizados para emitir a guia. Os proprietários rurais e os representantes da indústria de carne também vão receber todas as instruções necessárias para operar o sistema. A diretora-presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo, explica que para emissão da e-GTA “quando o produtor vender o gado, o comprador (que pode ser um outro produtor ou o frigorífico) deve dar anuência para a transação”.
O cartão contém um ship com todas as informações referentes à propriedade rural cadastrada em nome do produtor. A máquina para leitura do dispositivo eletrônico vai estar interligada, via satélite, ao sistema da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para envio de dados em tempo real.
O equipamento estará disponível em todos os postos da Iagro no Estado e nas sedes dos sindicatos rurais. A máquina também poderá ser adquirida pelo produtor que apresentar interesse pelo grande volume de transações efetuadas em nome de sua propriedade.
A guia traz o número de bovinos macho e fêmea ao qual o documento faz referência, a marca do rebanho, procedência, localidade de destino, finalidade, meio de transporte, datas das vacinações contra brucelose e aftosa. Para emissão da e-GTA é preciso anuência do médico veterinário responsável pela propriedade, cadastrado na Iagro. O documento também especifica a localização da emissão do GTA e a identificação do terminal utilizado. A guia possui ainda um código de barras para leitura nos postos de fiscalização da agência.

Como funciona
Para poder emitir a e-GTA o pecuarista deve renovar seu cadastro na Agência Estadual de Defesa Sanitária e ter um responsável técnico pela propriedade cadastrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e no Ministério da Agricultura. Outro requisito exigido é estar com a vacinação do rebanho em dia – contra febre aftosa e brucelose – e não possuir nenhuma pendência sanitária em nome da propriedade.
De acordo com Maria Cristina o dispositivo terá a mesma segurança que um cartão de crédito e ainda será submetido ao Ministério da Agricultura para aprovação, antes de ser adotado oficialmente. Mesmo depois que o sistema eletrônico seja liberado a todos os produtores, a guia em papel continuará a ser emitida pela agência.
No período em que o sistema estiver em processo de avaliação, que deve durar um período de 60 dias, serão emitidas guias eletrônicas para transações de compra, venda, abate, transferência e leilão de bovinos.
Em Mato Grosso do Sul existem cerca de 50 mil produtores de bovinos. A Iagro emite aproximadamente 360 mil Guias de Trânsito Animal por mês.
A implantação da e-GTA é mais um passo para a modernização tributária do setor produtivo promovida pelo governo do Estado, que inclui também a emissão da Nota Fiscal do Produtor Eletrônica (NFP-e). A nova forma de expedição da guia vai proporcionar mais agilidade aos proprietários rurais

FONTE: GAZETA DO PANTANAL

Cooperativa de MS vai vender carne diretamente ao varejo

SÃO PAULO - No início de 2011 uma cooperativa de pecuaristas de Campo Grande (MS) começará a vender carne bovina diretamente ao varejo. A ideia é agregar valor à produção, industrializando a matéria-prima e reduzindo a dependência da empresa frigorífica, o que aumentará as margens do produtor. Segundo o coordenador da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famato) e presidente do Sindicato Rural de Campo Grande (MS), José Lemos Monteiro, a cooperativa bovina de Campo Grande terá inicialmente a participação de 20 pecuaristas da região, que inclui cidades como Maracaju e Pantanal. O volume inicial previsto de venda será de 4 mil a 5 mil animais/ano, com um mínimo de 200 animais/ano por produtor e negócios regulares de cinco a seis vezes por ano. O abate dos bois será realizado em um frigorífico prestador de serviço a ser eleito pela cooperativa e o custo dessa operação será absorvido pela própria cooperativa.
"Até o final do ano teremos toda a papelada pronta para começar a operar em 2011. Queremos funcionar como prestadores de serviço e queremos vender para o varejo - especialmente em casas de carnes próprias - assim como a JBS-Friboi está fazendo", explicou Monteiro hoje, no seminário "Dificuldades de relacionamento entre pecuarista e a agroindústria da carne bovina", promovido pelo Centro de Conhecimento em Agronegócios (Pensa) da Fundação Instituto de Administração (FIA). "A iniciativa não é pioneira, mas todas as outras tentativas não deram certo. O objetivo é conseguir o incremento de preço para o produtor rural que o varejo tem conseguido", completou.
De acordo com estudos preliminares do Sindicato Rural de Campo Grande (MS), o produtor vende seu produto normalmente abaixo do custo de produção, enquanto a indústria trabalha com margem bruta de 15% a 20% e o varejo, de 80% a 120%. "A lucratividade real da indústria e do varejo ainda é desconhecida, mas tenho certeza que a média dos pecuaristas brasileiros está operando sem margem de lucro", ressaltou o executivo.
Para a médica veterinária e analista da Scot Consultoria, Maria Gabriela Tonini, a formação da cooperativa bovina é positiva para o setor. "É uma ótima ideia. O duro é convencer todo mundo a participar. Mas é um caminho para juntar a força da produção para a negociação com o resto da cadeia", disse.
Conseboi
Monteiro também adiantou que a Câmara Setorial de Bovinos de Corte de Mato Grosso do Sul também está estudando a viabilidade da criação do Conseboi, que funcionaria igual ao Consecana - da cadeia produtiva da cana-de-açúcar - e do Conseleite, do leite. "Os conselhos são necessários para harmonizar as relações entre os produtores rurais e as indústrias. Mas para o setor de bovinos o grande desafio é o preço, já que as variações da arroba do boi são praticamente diárias", declarou.

FONTE: ESTADÃO

CASARÃO REMATES - PELOTAS

LEILÃO DA EXPOFEIRA VENDE 1.333 ANIMAIS POR R$ 797 MIL

O leilão de GADO GERAL da Expofeira de Pelotas, que ocorreu nesta ultima quinta, dia 14/10, foi um sucesso absoluto. O grande diferencial do leilão foi a expressiva oferta de animais de qualidade, onde se os lotes de vacas com cria, os lotes de vaquilhonas foram os mais disputados. O leilão comercializou 1.225 bovinos e 109 ovinos em apenas 3 horas de leilão, com um faturamento total de R$ 797.000,00

Médias por categoria:

- Terneiros 464,00

- Terneiras 496,00

- Vacas c/cria ao pé 1.182,00

- Vacas de Invernar 743,00

- Vaquilhonas 1,5 562,00

- Vaquilhonas 2,5 767,00

- Novilhos 1,5 662,00

- Novilhos 2,5 916,00

FONTE: CASARÃO REMATES

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Boi Gordo: praças sobem mais e na BM&F preço supera R$ 100,00

A oferta é mínima. A sexta-feira normalmente é um dia de poucos negócios e, com o cenário atual de pouca oferta, praticamente não ocorreram compras nesta manhã. Com isto o preço do boi gordo subiu e a referência está em R$ 95,00/@, a prazo, livre de imposto, em São Paulo. No mercado futuro os contratos subiram mais uma vez, e o vencimento para novembro superou a marca dos R$ 100,00.
Para os frigoríficos ainda existem negócios, mas a preços maiores. As escalas atendem entre 2 e 3 dias, com poucos casos de programações melhores. O cenário é o mesmo na maioria das regiões. Hoje houve reajuste para os preços do boi gordo em dez das 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
Em Goiás, na região sul, o boi gordo subiu e é negociado por R$90,50/@, a prazo, livre de imposto, alta de 4% em 30 dias. Crescimento maior que os 3,2% de valorização média nas praças pesquisadas.
No Mato Grosso, alta no norte e sudoeste. Nestas regiões o boi gordo vale R$87,00/@ e R$88,00/@, a prazo, livre de imposto. A região Norte do Mato Grosso registra a maior valorização no último mês, 8,7%.
No mercado atacadista com osso, a ponta de agulha (charque) teve reajuste e está cotada em R$4,40/kg.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

Boi gordo: arroba supera R$ 100 para novembro na BM&F

Depois de iniciar os negócios nesta sexta-feira acima dos R$ 99/arroba, por volta de 12h30 o vencimento novembro do mercado do boi gordo atingiu o esperado patamar dos R$ 100,00 para os contratos negociados a futuro na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuro).
De acordo com a analista de mercado Lygia Pimentel, da XP Agro, essa alta de preços do boi gordo teve início em dezembro do ano passado, em pleno início da safra. Depois disso, o mercado físico andou bem, mas os futuros acompanharam "de longe" o movimento, o que acabou levando a um primeiro semestre pessimista. O alto custo do boi magro, a relação de troca ruim e os preços futuros vigentes na época não estimularam o confinador a colocar seus animais no cocho.
Agora, diante de uma entressafra com poucos animais de pasto e pouquíssimos animais de cocho, o mercado físico sobe vertiginosamente e os futuros acompanham o "atraso".
Como não há indicação de reversão desta tendência no curto prazo, o sentimento é positivo para o fim de outubro, novembro e dezembro. Os preços do boi no mercado físico estão entre os mais altos do periodo histórico, embora na BM&F já chegaram a alcançar os R$103,00/@ em 2008. Por isso o ajuste para os R$100,00 desta sexta-feira já era esperado desde a semana passada e, apesar de chamar a atenção, não surpreendeu aqueles que acompanham o mercado. Mas o fato é que uma importante resistência (a barreira dos R$ 100,00) foi rompida.
A pouca oferta de animais terminados tem deixado os preços esticados e em alta praticamente contínua há algum tempo, complicando a situação da indústria, que precisa se desdobrar para conseguir preencher as programações de abate de modo a não forçar as cotações para cima.
Nos últimos dias, no entanto, isso não tem sido possível. Apenas na última semana o boi em São Paulo subiu 3,26%, de acordo com a pesquisa da XP Agro, e as escalas de abate seguiram encurtando de 5 para 3 dias úteis, em média.
O segundo turno do confi namento não promete mudar muito a situação, já que o alto preço do boi magro e a relação de troca ruim não estimularam o confi nador no primeiro semestre.
Sendo assim, a tendência ainda é de mercado firme para esta entressafra.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

ATENÇÃO


Semana de forte alta no boi gordo

O mercado do boi gordo está firme e o preço da arroba em alta.
Em São Paulo, depois de patinar em R$92,00/@, a prazo, livre de imposto, nas últimas semanas de setembro e começo de outubro, as cotações deslancharam.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço de referência no estado é R$94,50/@, a prazo, livre de imposto, com negócios sendo realizados em patamares mais altos.
Em cinco dias a arroba do boi gordo subiu 2,2%, fato que demonstra a menor oferta de animais terminados em relação à procura.
A saída dos animais de cocho não tem mexido com o mercado e a previsão é de que o cenário seja este até meados de novembro.
Nem mesmo a redução de 12,5% no volume de carne bovina exportada em setembro tirou a sustentação do mercado. No mercado interno a demanda é boa e os preços da carne no atacado subiram.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

TOUROS ANGUS E RED ANGUS À VENDA

GENÉTICA DE PONTA
ESTÃNCIA REFUGIO DAS PEDRAS
PEDRO OSÓRIO
DE FERNANDA RIEMKE
( SUCESSÃO ROBERTO RAMALHO E CLEONICE )






TRATAR COM LUND PELOS FONES 81113550 OU 30283550

OBS: TEMOS TAMBÉM, PARA VENDA, TOUROS E NOVILHAS RED BRANGUS

Concentração de frigoríficos pode ser positiva desde que não interfira no mercado

A Scot Consultoria participou do 4º Encontro de Estudos Agrários GEA/USP, realizado no auditório da Sociedade Rural Brasileira em 14 de outubro de 2010. O tema abordado foi a concentração na indústria da carne, suas conseqüências e desafios.
Foi um debate bastante produtivo, com opiniões diversas sobre as conseqüências da concentração da indústria da carne no Brasil.
Resumidamente, o que foi tratado é que a concentração (seja do setor de carnes ou de qualquer outro setor) é uma tendência em todo o mundo e que o fato de que 10 frigoríficos no Brasil possuem cerca de 30% do mercado não representa significativa concentração sob o ponto de vista de todo o território nacional. É lógico que as peculiaridades de uma região para outra devem ser levadas em consideração.
Desde que não prejudique o consumidor ou o fornecedor (pecuaristas), a concentração do setor ajuda na solidificação do mercado externo, profissionalização e regulamentação da atividade. No entanto, foi quase que um consenso de que a relação entre pecuaristas e frigoríficos ainda tem muito a melhorar e somente com os esforços das partes (especialmente da organização e união dos produtores) é que o equilíbrio nesta relação pode ser atingido.
A situação de pulverização dos fornecedores e concentração no lado da indústria é observada em vários setores e uma relação equilibrada entre as partes leva tempo e exige esforço de todos para que aconteça.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Concentração no setor de carnes divide opiniões

A concentração no setor de carnes, que teve seu movimento mais intenso nos últimos dois anos com a crise econômica mundial, divide opiniões na cadeia produtiva do segmento. "A concentração mostra a potência da força do nosso país no setor. Mas tem que haver equilíbrio nesse movimento para haver a proteção ao produtor rural", afirmou o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho da Silva, no evento "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", promovido hoje pela entidade em sua sede em São Paulo.
Segundo o coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, que representou a entidade no evento, embora houvesse um movimento intenso de fusões e aquisições no setor nos últimos anos, os 10 maiores frigoríficos do País detêm 30% do mercado nacional de abate. "Além disso, 50% dos abates no Brasil ainda ocorrem de forma informal", disse Sampaio. "Mas não adianta nada uma indústria ter, por exemplo, 20% a 30% do mercado nacional, se em um único Estado é responsável por 100% dos abates", rebateu Ramalho da Silva.
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, reconhece que a concentração traz alguns benefícios para o setor, mas ao mesmo tempo defende o cuidado com o produtor. "A concentração é favorável dentro do limite que não interfira e prejudique a negociação entre produtor e frigorífico. Há a necessidade de se buscar o mercado externo para a carne brasileira, - o que abre caminho para o produtor acessar esse ''novo'' cliente - mas sem reprimir o mercado interno", disse.
Para ele, além da concentração, outro fator de preocupação nos últimos anos é o movimento intenso de recuperação judicial das empresas do setor. "A lei de recuperação judicial não pode acontecer somente para benefício da empresa e sim da cadeia produtiva. Tem frigorífico que pediu recuperação judicial e conseguiu renegociar a dívida com fornecedores em 20 anos, o que é ruim. Tem que ter uma interferência do governo na atividade produtiva, para que ninguém saia no prejuízo", disse, citando o caso do frigorífico Independência, em recuperação judicial desde maio de 2009. "O Independência deixou mais de R$ 70 milhões em débitos com credores fornecedores e só em Goiás há um produtor que tem R$ 8 milhões remanescentes para receber", declarou.
Já para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-GO), Antônio Flávio Camilo de Lima, falta uma atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no apoio à expansão das pequenas e médias companhias do setor. "O que tem que ser questionado é se o BNDES tem emprestado dinheiro para quem pratica sonegação fiscal e não tem financiado os pequenos e médios para sobreviverem nesse mercado", falou.
A regulação de contratos agroindustriais foi uma das soluções apresentadas pelo advogado de direito civil e agrário da Campos Scaff Advogados, Fernando Campos Scaff, como um mecanismo de proteção ao produtor na consolidação do setor. "Com a concentração, a tendência é que haja o acirramento da desigualdade da relação produtor/indústria, onde o produtor é a parte mais fraca e a empresa, a mais forte. Para isso não ocorrer, precisamos regular e tipificar os contratos agroindustriais", sugeriu. Já para a professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, Sylvia Saes, a concentração está presente hoje em todos os segmentos da economia brasileira: financeiro, transportes, entre outros. "De certa forma, com todos as suas consequências e desafios, a concentração dos frigoríficos tem profissionalizado o setor, que ainda carece de evoluir tecnologicamente e em suas atividades de gestão", apontou.

FONTE: ESTADÃO

Pecuaristas querem mais incentivo para pequenos e médios frigoríficos

Representantes da pecuária devem fazer uma mobilização pedindo mais incentivos aos pequenos e médios frigoríficos. Mas isso deve ficar só para o ano que vem. A afirmação foi feita nesta quinta, dia 14, pelo presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho. A entidade realizou, em São Paulo, um debate sobre a indústria frigorífica. No encontro "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", realizado em São Paulo, os pecuaristas criticaram o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dizendo que o banco só beneficia os grandes frigoríficos, e cobraram mais ação do governo no setor.
O encontro marcou o Dia Nacional da Pecuária. Em discussão as conseqüências e os desafios do setor de carnes diante do recente movimento de fusões e aquisições na indústria frigorífica. Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o Brasil possui 700 plantas em funcionamento - mais de 100 controladas pelos cinco maiores grupos do país. Estas companhias são responsáveis por 90% das exportações de carne bovina e por 35% do mercado interno.
Pecuaristas e pequenos e médios frigoríficos reclamam da concentração no mercado e criticam o BNDES que, segundo eles, só repassa recursos para grandes empresas, por empréstimos ou em troca de participação acionária.
Para o presidente do Fundo de Desenvolvimento Agropecuário de Goiás (Fundepec), Antônio Flávio, quanto menos concorrência no mercado, mais difícil vender o gado e receber mais por ele. Segundo Flávio, hoje o produtor não tem nenhuma garantia.
Durante o debate, o presidente da SRB anunciou que no ano que vem será realizada uma ação conjunta com diversos setores para solicitar ao governo investimentos nos pequenos e médios frigoríficos.

FONTE: Canal Rural

Setor discute concentração dos frigoríficos

A concentração no setor de carnes, que teve seu movimento mais intenso nos últimos dois anos com a crise econômica mundial, divide opiniões na cadeia produtiva do segmento. "A concentração mostra a potência da força do nosso país no setor. Mas tem que haver equilíbrio nesse movimento para haver a proteção ao produtor rural", afirmou o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Cesário Ramalho da Silva, no evento "A Concentração na Indústria de Carnes - Consequências e Desafios", promovido hoje pela entidade em sua sede em São Paulo.
Segundo o coordenador de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, que representou a entidade no evento, embora houvesse um movimento intenso de fusões e aquisições no setor nos últimos anos, os 10 maiores frigoríficos do País detêm 30% do mercado nacional de abate. "Além disso, 50% dos abates no Brasil ainda ocorrem de forma informal", disse Sampaio. "Mas não adianta nada uma indústria ter, por exemplo, 20% a 30% do mercado nacional, se em um único Estado é responsável por 100% dos abates", rebateu Ramalho da Silva.
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, reconhece que a concentração traz alguns benefícios para o setor, mas ao mesmo tempo defende o cuidado com o produtor. "A concentração é favorável dentro do limite que não interfira e prejudique a negociação entre produtor e frigorífico. Há a necessidade de se buscar o mercado externo para a carne brasileira, - o que abre caminho para o produtor acessar esse ''novo'' cliente - mas sem reprimir o mercado interno", disse.
Para ele, além da concentração, outro fator de preocupação nos últimos anos é o movimento intenso de recuperação judicial das empresas do setor. "A lei de recuperação judicial não pode acontecer somente para benefício da empresa e sim da cadeia produtiva. Tem frigorífico que pediu recuperação judicial e conseguiu renegociar a dívida com fornecedores em 20 anos, o que é ruim. Tem que ter uma interferência do governo na atividade produtiva, para que ninguém saia no prejuízo", disse, citando o caso do frigorífico Independência, em recuperação judicial desde maio de 2009. "O Independência deixou mais de R$ 70 milhões em débitos com credores fornecedores e só em Goiás há um produtor que tem R$ 8 milhões remanescentes para receber", declarou.
Já para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-GO), Antônio Flávio Camilo de Lima, falta uma atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no apoio à expansão das pequenas e médias companhias do setor. "O que tem que ser questionado é se o BNDES tem emprestado dinheiro para quem pratica sonegação fiscal e não tem financiado os pequenos e médios para sobreviverem nesse mercado", falou.
A regulação de contratos agroindustriais foi uma das soluções apresentadas pelo advogado de direito civil e agrário da Campos Scaff Advogados, Fernando Campos Scaff, como um mecanismo de proteção ao produtor na consolidação do setor. "Com a concentração, a tendência é que haja o acirramento da desigualdade da relação produtor/indústria, onde o produtor é a parte mais fraca e a empresa, a mais forte. Para isso não ocorrer, precisamos regular e tipificar os contratos agroindustriais", sugeriu. Já para a professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo, Sylvia Saes, a concentração está presente hoje em todos os segmentos da economia brasileira: financeiro, transportes, entre outros. "De certa forma, com todas as suas consequências e desafios, a concentração dos frigoríficos tem profissionalizado o setor, que ainda carece de evoluir tecnologicamente e em suas atividades de gestão", apontou.

FONTE: Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint

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Boi Gordo: Mercado em alta em várias praças

Mercado em alta em várias praças.
Em São Paulo, a dificuldade em comprar animais causou reajuste. O preço referência no estado está em R$94,50/@, prazo, livre de imposto. O preço das fêmeas também subiu e elas são negociadas por 89,00/@, nas mesmas condições.
As programações de abate atendem entre 2 e 3 dias, com abates em níveis reduzidos.
A demanda paulista e local se somam e superam a oferta no Mato Grosso do Sul, onde o preço do boi gordo subiu em Dourados e Campo Grande. Nestas praças os animais são negociados por R$90,50/@ e R$91,00/@, respectivamente, a prazo, livres de imposto.
O diferencial de base de Campo Grande em relação à Barretos – SP está em -3,7%, mais curto que a média em 2010, de -4,6%.
No Sul de Minas Gerais a oferta enxuta e demanda firme fizeram o preço do boi gordo subir. A referência está em R$91,00/@, a prazo, livre de imposto, alta de 5,8% em 30 dias.
No mercado atacadista houve reajustes para todas as peças devido à pouca oferta. O traseiro avulso é negociado por R$7,70/kg, valor 6,2% maior que há 30 dias e o maior valor nominal já negociado.

Clique aqui e confira as cotações do boi.

Fonte: Scot Consultoria

A arroba tem fôlego para subir mais?

Nesta quarta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo foi cotado a R$ 97,09/@, o maior valor registrado na série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Esalq/USP (Cepea), que tem início em julho de 1997.

O pico anterior ocorreu em 07 de julho de 2008, quando o valor apurado foi de R$ 95,73/@. Em relação ao ano passado, a variação acumulada é de +23,10%. Em 13 de outubro de 2009, arroba do boi gordo a prazo foi cotada a R$ 78,87/@.

Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo



No mercado físico a oferta segue restrita e isso tem dificultado a vida dos compradores, pois em muitas regiões mesmo elevando os preços pagos pela arroba as escalas não evoluem.

Em sua página no twitter, Gustavo Figueiredo postou a seguinte mensagem: "Colapso de oferta no boi!!!! Sem oferta no Brasil todo..."

Também no Twitter, Caio Junqueira Neto comentou: "primeira ligação do dia é frigorífico atrás de boi gordo. Preço? R$ 95 à vistinha! Onde será que vai parar isso? 100 mesmo? Tem gente achando que vai até+". "Nunca vi uma falta de oferta tão grande! Outubro volta a ser entressafra como a muito tempo não se via!", completou.


FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

Boi Gordo: Mercado ainda se mostrou firme nesta manhã, se comparado a ontem

O mercado ainda se mostrou firme nesta manhã, se comparado a ontem. Após algumas altas, inclusive na praça balizadora (São Paulo), hoje houve pouca movimentação de preços nas praças vizinhas. Parece que o diferencial está se corrigindo.
As escalas continuam curtas, reflexo da baixa oferta de animais de pasto e também de animais confinados, que não aparecem em volume suficiente para fazer as cotações balançarem.
As chuvas chegaram e ajudaram a aumentar ligeiramente a oferta de bois de cochohá
algumas semanas, mas em algumas regiões não foram suficientes, o que prejudicou mais ainda a situação. Há relatos de propriedades que perderam animais no Centro-Oeste devido à seca, mesmo após a precipitação.
Ocorre que o pequeno volume de chuva prejudica ainda mais a pastagem que não consegue se desenvolver em substrato pobre.
Por enquanto o cenário segue bastante firme e parece que será assim durante toda a entressafra, mesmo que em menor ritmo.

Clique aqui e confira a análise na íntegra.

Fonte: XP Agro

Mais um reajuste no preço do boi gordo

O mercado do boi gordo teve nova alta, após a oferta parada de segunda-feira, véspera de feriado.
Nos últimos trinta dias o aumento é de 2,2%.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o preço referência em São Paulo está em R$94,00/@, a prazo, livre de imposto. Este valor é 23,3% maior que no início do ano.
Em 2009, nesta mesma época, o preço do boi gordo acumulava queda de 8,6%.
As vacas acompanharam a movimentação do boi gordo. O preço referência subiu e está em R$88,50/@, a prazo, livre de imposto. Alta de 2,9% em 30 dias e 24,1% em 2010.
Vale destacar que já estamos em meados de outubro e o confinamento não tira a firmeza do mercado.

FONTE: SCOT CONSULTORIA

Aposta na venda direta

Os pecuaristas que investem em gado na primavera gaúcha têm uma nova ferramenta comercial à disposição. O Grupo Aliança Genética, formado pelas cabanhas Corticeira, Ave Maria, Pitangueira e Estância Santa Marta, lançou ontem (13), em Porto Alegre, o Pro a Pro - Produtor a Produtor, uma venda direta focada nos clientes que, por ventura, não conseguiram comprar em seus leilões ou que preferem adquirir diretamente na fazenda. Com oferta de 200 touros e vaquilhonas Angus, Brangus, Braford e Hereford, o evento acontecerá no dia 22, na sede da Santa Marta, em São Borja. Os animais serão vendidos com preço pré-fixado, frete free de acordo com a carga e desconto para pagamento à vista.
Cada cabanha terá um birô no local para negociar o pagamento. Entre as vantagens está a redução de custo, que chega a 20% no caso de animais em exposição ou remates, considerando despesas da comissão da leiloeira e inscrição. No caso de quem já compra fora do remate, o chamariz será o seguro de 90 dias dos machos, explica Luis Felipe Cassol, da Corticeira. O shopping a céu aberto permitirá aos clientes conferirem o material simultaneamente, o que não é possível ao final da temporada, quando as opções são limitadas. A centralização das vendas diretas acaba com um outro transtorno, o da movimentação de compradores nas propriedades por meses a fio, o que sempre muda a rotina de animais e peões, lembra Luiz Fernando Palmeiro, da Ave Maria. A Santa Marta ainda oferecerá uma condição extra nos seus touros. A propriedade se compromete a adquirir os terneiros nascidos da monta desses machos na primavera de 2011 com adicional de 5%.

FONTE: Correio do Povo

Boas perspectivas na pecuária

A pecuária rio-grandense vive um bom momento econômico-financeiro, com os preços do boi e do cordeiro em alta - o do boi aumentou quase 24%, desde janeiro; o do cordeiro mais de 50% -, mas esta boa situação financeira não está se refletindo em alguns dos remates de primavera. As pistas, em geral, têm sido “frouxas” e os criadores não muito dispostos a colocar a mão no bolso para obter genética. Há exceções positivas, é claro, mas também as há negativas, com produtor querendo pagar apenas R$ 1.000,00 ou R$ 1.500,00 por novilha e pouco mais de R$ 3.000,00 por touros de alta qualidade de raças britânicas. Mesmo assim, como diz Luiz Fernando Palmeira, da Fazenda Ave Maria, “as perspectivas futuras da pecuária são muito boas, há demanda de carne e falta de oferta de bois”.
Boas II
Luiz Fernando, em parceria com Felipe Cassol, da Fazenda Curticeira, Alexandre Cenarchi, da Fazenda Santa Marta, e Fabíola Lopes, da Fazenda Pitangueira, vão realizar um leilão de gado diferente, dia 22, na Fazenda Santa Marta, em São Borja. Venderão mais de 200 animais – touros e vaquilhonas - para quem não “gosta de comprar” em remate. Cada animal terá o preço numa tabuleta pendurada no pescoço e o interessado tratará diretamente com o dono, sem intermediação de leiloeiro, sem comissão, com seguro e frete grátis. E a Santa Marta ainda se compromete a pagar 5% a mais do que o preço de mercado pelos terneiros nascidos dos animais comprados e que serão desmamados em abril de 2012.
Angus
Cem touros e cem vaquilhonas da raça angus estarão sendo vendidos, dia 16, no remate Só Angus das fazendas Albardão, Santa Amábile, Santa Amélia, Santa Joana e Tradição, às 12h, na Associação Rural de Pelotas, com financiamento bancário e seguro de vida de 150 dias. Haverá almoço com degustação de carne angus. Este é um remate que já tem 10 anos, segundo Gabriela Mazza, da Satoleppress.
Hereford
O maior leilão de animais hereford e braford, os melhores da pecuária brasileira, será realizado, dia 23, às 14h, no Parque do Sindicato Rural de Dom Pedrito, pelas fazendas Guatambu, Alvorada e Caty. Estarão em pista 150 touros e 300 novilhas prenhes com genética Delta G, sob o martelo da Knorr Remates. Raça de origem britânica, fornecedora de carne nobre de alta qualidade, a hereford é uma marca registrada dos campos da Fronteira gaúcha. Dia 19, Valter José, da Guatambu, e Adroaldo Pötter, da Caty, farão o lançamento do remate, às 12h, na churrascaria Barranco. O Sindicato Rural de Dom Pedrito apresentará a revista Ação e Produção, com informações sobre o agronegócio no município.

FONTE: JORNAL DO COMERCIO

MAPA e produtores unem esforços para tornar o Brasil livre da aftosa

Suspensão da vacina não é consenso entre os bovinocultores
A erradicação da febre aftosa traz boas perspectivas para a cadeia produtiva da carne bovina, como a abertura de novos mercados e o incremento na produção e na rentabilidade. Por esse motivo, o controle e a possível eliminação da doença são preocupações constantes no Brasil.
No Dia da Pecuária, comemorado em 14 de outubro, o Agrolink promove um debate com entidades representantes do setor acerca das políticas públicas de controle e erradicação desta doença, que representa uma grande ameaça à saúde dos rebanhos e também do ser humano.
A meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é tornar o país livre da doença com vacinação já em 2011. A longo prazo, porém sem data pré-estabelecida, a intenção é transformar o Brasil em Zona Livre de Aftosa sem vacinação.
A suspensão da vacinação, entretanto, é uma medida polêmica e provoca divergências entre os pecuaristas. “A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) é enfaticamente contra a retirada da vacinação neste momento, justamente por perceber que o sistema de vigilância não é totalmente seguro como gostaríamos”, afirma Eduardo Biagi, presidente da entidade. “Embora a atividade viral seja baixa, isso se deve ao fato do pecuarista estar efetivamente vacinando o rebanho”, acrescenta. Já para José Antonio Fontes, presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte (ANPBC), a suspensão da vacinação deve ser realizada simultaneamente em todas as regiões do Brasil e em conjunto com os países limítrofes. “Somos contrários a suspensão da vacina contra febre aftosa por estado ou por uma região”, conclui Fontes.

A simples mudança do status sanitário para Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação traria uma série de benefícios à pecuária brasileira. O primeiro deles, lembra Eduardo Biagi, se refere à credibilidade e a imagem positiva do país. A possibilidade da abertura de novos e exigentes mercados à carne nacional é um dos argumentos fundamentais a favor da suspensão da vacina. De acordo com a assessoria de imprensa do MAPA, os principais mercados que poderiam ser conquistados com a medida são o Japão, os Estados Unidos e a África do Sul. Além disso, os custos de produção diminuiriam, pois os produtores não precisariam mais comprar vacinas. “Isso também facilitaria a viabilização de protocolos sanitários, permitindo a exportação de material genético de zebuínos do Brasil”, declara o presidente da ABCZ.
Entretanto, a suspensão da vacina reduz a proteção do rebanho, deixando-o mais suscetível. Nesse caso, em uma possível reincidência da aftosa, sua difusão seria muito mais rápida. “Cria-se então um problema maior, não só pela perda de mercados para onde nossa carne é exportada como também uma perda para os criadores, como aconteceu no Uruguai há alguns anos”, alerta Biagi. Para Fontes, “a organização e integração entre os bovinocultores e governo de forma organizada e sem interesses políticos eleitoreiros e/ou partidários será uma proteção contra estes riscos”.
Atualmente, campanhas de vacinação atingem todos os estados brasileiros, com exceção de Santa Catarina, que foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007. Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal são livres da doença com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará (Amazonas) apresentam a mesma classificação. Os demais estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como alto risco, e Amazonas e Amapá, risco desconhecido.
Para os dirigentes da ABCZ e da ANPBC, a política brasileira de controle da doença é eficiente, já que a atividade viral no país tem sido baixa. Mas ainda é preciso avançar na questão da vigilância. Na opinião de Eduardo Biagi, seria preciso, ainda, informatizar o processo e interligar o sistema nacionalmente. “Precisamos também desenvolver um programa de vigilância nas fronteiras ou ações via Itamaraty visando ampliar o programa de controle brasileiro para países como Bolívia e Paraguai principalmente; este é um esforço desenvolvido pelo GIEFA (Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa) e apoiado pela ABCZ”, acrescenta o presidente da ABCZ. José Antonio Fontes acredita que é preciso informar o público sobre a importância da imunização contra a febre aftosa e a ausência de risco ao consumidor de carne vacinada.
Para um estado receber o status de Zona Livre de Aftosa Sem Vacinação, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento avalia se o local alcançou percentual superior a 90% nas duas últimas campanhas de vacinação, o serviço veterinário estadual e o trânsito de animais de estados e países vizinhos.

FONTE: AGROLINK

Acordo: Brasil e Russia perto de um acordo para exportação de carnes.

Posição definitiva de Moscou será conhecida no final de outubro, durante reunião da OMC.

As condições para importação da carne brasileira pela Russia só serão conhecidas no fim de outubro durante reunião do Conselho Geral da OMC, Organização Mundial do Comércio, em Genebra, Suiça. O governo russo sinalizou que poderá melhorar as condições de entrada das carnes brasileiras em seu mercado, em contrapartida, quer ampliar suas exportações de trigo, fertilizantes e outros agroquímicos para o mercado brasileiro.
Após 18 anos de negociações, a Rússia quer se tornar membro da OMC até o fim do ano. Para isso, precisa fazer concessões a vários países a fim de ter apoio ao seu pleito. Durante reunião com Elena Skrinnik, ministra da agricultura russa, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi,que chefiou missão brasileira em Moscou nos dias 11 e 12 de outubro, insistiu que o Brasil não quer ser discriminado. " Temos condições de fornecer as melhores carnes para o mercado russo em condições mais vantajosas, inclusive para os consumidores", disse.
De acordo com o jornal Valor Econômico, Skrinnik lembrou que o Brasil já é o principal fornecedor de carne bovina e este ano sequer preencheu a cota de exportação de carne suína. Dados do Ministério da Agricultura confirmam que o Brasil embarca por ano o equivalente a US$ 1 bilhão em carne bovina para a Rússia.
No caso da carne suína, houve queda nas exportações este ano porque os russos não querem pagar o preço cobrado pelo Brasil. Com o real valorizado, o produto brasileiro perdeu competitividade. Em anos anteriores, a participação da carne suína brasileira na Rússia caiu, de 70,7% em 2005 para 39,6% em 2009, enquanto a fatia dos EUA e da UE pulou de 24,2% para 53,4%, neste período, depois que a Russia privilegiou os dois grandes parceiros com cotas de acesso. Para o frango, a Rússia admitiu que poderá estabelecer cota sem discriminação geográfica para a importação do produto. Se a cota for aberta a todos, o Brasil tem condições de competir.

Fonte: Valor Econômico

JMT destaca reprodutores Brangus

O 10 Leilão Brangus de Santa Maria, realizado pela JMT Agropecuária, faturou ontem R$ 297,5 mil. Foram vendidos 47 touros das raças Brangus e Red Brangus. A média geral foi de R$ 6,33 mil. O leiloeiro Marcelo Silva creditou o bom desempenho em pista à performance que a JMT vem alcançando com participações em feiras e leilões no Centro-Oeste. "A empresa realiza anualmente um leilão em Campo Grande (MS). Isso ajuda a capilarizar a clientela."
O exemplar mais caro do remate foi o touro, de três anos, JMT Vermelhão, adquirido por R$ 12,75 mil, pela Cabanha Campo Novo, de Restinga Seca.
FONTE: Correio do Povo

Cabanha Umbu Negocia vende mais de R$ 829 mil para RS, PR e SP

A Cabanha Umbu (Uruguaiana/RS), de Angelo Bastos Tellechea, vendeu R$ 829,6 mil com a comercialização de 282 lotes Angus e Brangus em remate Cabanha Umbu Negocia, promovido no último domingo, com transmissão do vivo do Canal Rural. No remate, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), foram negociados 149 animais da raça Aberdeen Angus, entre machos e fêmeas, por R$ 473,8 mil. De acordo com Angelo Bastos Tellecha, o remate teve resultado positivo com a comercialização de oferta qualificada, onde o produtor teve satisfação com a compra realizada, fazendo um excelente investimento. “Além da manutenção dos já tradicionais clientes da Cabanha Umbu, tivemos novos cliente neste ano, levando nossos animais além da fronteira do Rio Grande como Paraná e São Paulo”, finaliza o proprietário.
Os 64 machos vendidos, de pelagem preta e vermelha, tiveram média de R$ 4,4 mil, somando a comercialização de R$ 287,7 mil. As 85 fêmeas somaram R$ 186,1 mil. O animal mais valorizado foi o touro Angus no lote 35, tatuagem 1416, de pelagem vermelha, comprado por Artenio Celestino Alves, Cabanha e Agropecuária Campo Novo, de Restinga Seca (RS). Maior comprador da raça Aberdeen Angus foi João Carlos Spagnol, da Estância Caiubá (Rio Grande/RS) ao levar 20 fêmeas pelo valor de R$ 55,5 mil. Foram negociados 43 machos PO por R$ 4,7 mil de média e 21 PC, entre CA e dupla marca, por R$ 4 mil de média. Das fêmeas que passaram pela pista da Umbu, as 34 PO tiveram média de R$ 2,8 mil e as 51 PC atingiram o valor médio de R$ 1,7 mil.

As informações são da assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Angus (ABA).
FONTE: Agrolink

Bagé/RS negocia bovinos

O remate Santa Cecília e Banhado faturou R$ 600 mil, ontem (13) em Bagé. Pista ágil e limpa resultou em preço médio para touros Angus de R$ 6,3 mil, de R$ 5,5 mil para Hereford e de R$ 1,8 mil para vacas e vaquilhonas Hereford e Aberdeen Angus.

FONTE: Correio do Povo

Leilão Marca Angus vende R$ 200 mil em pista do Sindicato Rural de Camaquã/RS

O Leilão Marca Angus, de João Francisco Bade Wolf, da Cabanha dos Tapes (Arambaré/RS) vendeu R$ 200 mil com a comercialização de 64 animais da raça Aberdeen Angus na pista do Sindicato Rural de Camaquã, em Camaquã (RS). O leilão, chancelado pela Associação Brasileira de Angus (ABA), comercializou 28 machos Angus e obteve médias de R$ 5.28 mil para animais PC e R$ 5.21 para os PO. As 36 fêmeas comercializadas obtiveram médias superiores a R$2 mil para as PO, R$ 1,6 mil para fêmeas CA e R$ 1 mil para as AD.

O animal mais caro do Leilão Marca Angus foi o lote 02, tatuagem BW91, filho do touro Whitestone Widespread, adquirido por R$ 9.9 mil pelos compradores Antônia e Natal Ferreira Furucho, que é Presidente do Grupo Record RS. O maior comprador da noite foi Maria Inês Blessmann Berta, que adquiriu 09 lotes Angus por R$ 57.150,00. O evento, que teve transmissão ao vivo do C2Rural, contou com a presença de diversos produtores que acompanhavam a 44º Expofeira de Camaquã, que acontecia no município. O Leilão Marca Angus teve os trabalhos da leiloeira Knorr Remates e Guilherme Minssen no martelo.

FONTE: Carolina Behr
Luciana Bueno Escritório de Comunicação
angus.imprensa@gmail.com

Leilão Virtual Genética, da Casa Branca Agropastoril e VPJ Pecuária, vende R$ 642,8 mil

O Leilão Virtual Genética Tropical, promovido pela Casa Branca Agropastoril (Fama/MG), de Paulo de Castro Marques, e VPJ Pecuária (Jaguariúna/SP), de Valdomiro Poliselli Jr., obteve faturamento de R$ 642.8 mil com a comercialização de 162 animais da raça Aberdeen Angus. A média das vendas registradas no leilão virtual, que contou com a transmissão do Canal Rural, foi de R$ 3,9 mil. Rubens Alberto Kowalski, de Ortigueira (PR), foi o maior comprador da noite ao somar R$ 61.4 mil.

O lote 09, com três novilhas Red Angus POA, foi o lote de maior cotação do leilão, sendo adquirido por Kowalski pelo valor de R$ 11,5 mil. A leiloeira responsável foi a Programa Leilões e Anibal Ferreira bateu o martelo.

FONTE: Carolina Behr
Luciana Bueno Escritório de Comunicação
angus.imprensa@gmail.com

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Boi Gordo: Mercado segue com escalas mais curtas e ofertas maiores

A segunda-feira foi morta para a compra de bovinos, devido ao feriado de ontem (12/10). Com isto, o os frigoríficos iniciaram a quarta-feira com escalas mais curtas e ofertas maiores.
O preço referência em São Paulo subiu para R$94,00/@, a prazo, livre de imposto. Existem negócios a preços maiores. As escalas atendem entre 2 e 3 dias, com poucas exceções de programações mais confortáveis. O preço atual é 23,3% maior que no início do ano.
O preço das fêmeas também subiu. Hoje são negociadas por R$88,50/@, a prazo, livre de imposto. Valor 24,1% maior que no início do ano.
Assim como em São Paulo, houve reajustes em diversas praças.
Em Três Lagoas-MS, onde foi feriado na segunda-feira e não houve negócios, o preço referência subiu para R$91,00/@, a prazo, livre de imposto. É grande a dificuldade em comprar animais. A alta em 2010 chega a 29,4% para o preço do boi gordo.
Em Marabá-PA, o preço referência para a compra do boi gordo subiu e está em R$85,00/@, a prazo, livre de imposto. Em relação ao início do ano a alta é de 24,3%.
No mercado atacadista a oferta é enxuta, mas houve recuo no preço da ponta de agulha (charque), que está cotada em R$4,20/kg.

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Fonte: Scot Consultoria

O BRASIL VISTO PELA ARGENTINA!

BRASIL, EL AS EN LA MANGA DE ARGENTINA

Brasil es el as en la manga de la Argentina, y la mejor carta que el país puede jugar para insertarse en el mundo y desarrollar todo el potencial. Qué cambia y qué permanece estable tras las elecciones.
Con 25 millones de ciudadanos fuera de la pobreza desde 2003 y 30 millones que pasaron a formar parte de una clase media altamente consumista, Brasil, la mayor economía del Cono Sur y la octava mundial, está viviendo, para muchos, el mejor momento de su historia.
Y, sin dudas, esta transformación no es sólo un dato para la Argentina. Durante los primeros ocho meses de 2010, el 30% del aumento de las exportaciones argentinas (crecieron un 22%) se explica por el aumento de las ventas externas a Brasil, principal destino de nuestras exportaciones y país para el que la Argentina es el tercer vendedor luego de los Estados Unidos y China.
¿Qué puede esperar la Argentina, cuya economía está fuertemente ligada al desempeño de su vecino país, luego del ballottage? Dilma Rousseff o José Serra no son lo mismo en términos políticos, pero muchos apuestan a que la dinámica del crecimiento continúe más allá de los tintes políticos.
“Durante el gobierno de Cardoso, Brasil inició un proceso de reformas estructurales que cambiaron su identidad estratégica y su perfil productivo. Ambos inescindibles y de naturaleza estructural. Lula los hizo viables gracias a una exitosa asociación con el capital privado nacional y a un perdurable romance con el capital extranjero. Sea Rousseff o Serra la cabeza del ejecutivo poco podrán modificar del rumbo del Brasil emergente”, apunta convencido Juan Recce, director ejecutivo del Centro Argentino de Estudios Internacionales (CAEI).
Según Miguel Angel Broda, el Producto Bruto Interno de Brasil crecería 7,3% en 2010 y 4,5% en 2011, aunque con ciertos desafíos por resolver en el futuro. “La economía brasileña tiene presiones estructurales: altos impuestos y apreciación de su moneda que lo ubican entre los países más caros del mundo, con un sector público sobredimensionado e ineficaz”, explicó. Desde 2002, la inversión extranjera directa pasó de US$ 26.463 millones a 30.875 millones. Pero este gran flujo de inversiones presiona al real hacia su apreciación, lo que genera una amenaza para la competitividad de sus exportaciones y de su industria nacional.
En los últimos tres meses, el real se fortaleció un 4,8% frente al dólar y, de alguna forma, el gobierno se convirtió en una víctima de su propio éxito, al conseguir un mayor ingreso de capitales, pero una revalorización de su moneda al mismo tiempo.
Para el economista Camilo Tiscornia, ése es uno de los grandes desafíos de Brasil: “Al igual que otros emergentes, Brasil tiene que resolver la revaluación de su moneda. La clave es ganar competitividad con más inversión privada y reduciendo el gasto público”.
Por otro lado, uno de los principales objetivos para la economía brasileña es hacer sustentable su crecimiento, hoy fuertemente dependiente de sus exportaciones y en especial de sus ventas externas de commodities, que significan el 70% de sus exportaciones. De hecho, más de la mitad (56%) del índice de acciones de la Bolsa de San Pablo, el Bovespa, se compone de empresas productoras de commodities, que venden al mercado asiático. Sólo las dos firmas petrolera y minera, Petrobras y Vale, representan más del 25% del índice.

Aprovechar oportunidades
El fuerte aumento de sus exportaciones reflejó factores exógenos que tienen que ver con el favorable contexto internacional que fortaleció los mercados de las commodities agrícolas y metálicos, pero fue también el resultado de aprovechar las oportunidades como estrategia de desarrollo promovida por el Estado y por los grupos empresarios que buscaron el mercado externo como una opción permanente de ingresos. Además, las políticas de incentivo a la renta y el combate a la pobreza a través del programa Bolsa Familia generaron un mayor impulso de la demanda interna, sumado al crédito al consumo. Así, el mercado interno está surgiendo como otra fuerza que dinamiza el crecimiento.
Y aquí es donde la clase media, que hoy alcanza a más del 50% de un país de 193 millones de personas, juega un rol estratégico como principal destinatario de la producción. La expansión de la clase media fue una de las obsesiones del gobierno de Lula para quien Brasil no será un país soberano y libre hasta que su población no esté en condiciones de votar y pensar.
En 2008, Brasil se transformó en el segundo exportador mundial de alimentos, después de Estados Unidos, sobre la base de un esfuerzo de 20 años de innovación tecnológica en los estados centrales de Mato Grosso, Goiás y Paraná. Entonces, la producción agropecuaria se extendió hacia el Nordeste en los estados de Bahía, Piauí y Maranhao, donde hoy se encuentra una de las últimas reservas de tierras fértiles aún no utilizadas.
Como resultado, hoy Brasil se sitúa entre los tres mayores productores mundiales de carne bovina y su producción de granos cubre 47,3 millones de hectáreas. A través de la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa) se desarrollaron variedades de alta calidad nutricional, adaptadas a las necesidades de los agricultores y con gran resistencia a plagas. Esto permitió que Brasil aumentara su producción de granos un 80% en los últimos diez años, pasando de 83 millones de toneladas a 149.
Según la FAO, la demanda mundial de alimentos se duplicará en los próximos 20 años y Brasil aumentará su producción y su exportación de alimentos en un 40% de aquí a 2019, a través de un nuevo salto tecnológico en su forma de encarar la producción. Si estos pronósticos se confirman, éste sería uno de los flujos de comercio mundial más grandes de los próximos años.
Sin embargo, la necesidad de infraestructura es una cuenta pendiente y podría limitar el crecimiento de la agricultura. “La deuda más importante es la falta de inversiones públicas necesarias para mejorar el sistema de infraestructura y logística del transporte, incluidas vías férreas, puertos e hidrovías”, señala Raúl Roccatagliata, responsable del Instituto de Negociaciones Internacionales de la Sociedad Rural Argentina.
Por otra parte, Brasil busca afianzar una matriz industrial competitiva e innovadora y acelerar su crecimiento a través de la fuerte asociación entre la academia, el sector corporativo y el sector público, tres grandes núcleos de poder, con una continuidad dentro de la agenda política por la fuerte consonancia de intereses y proyectos entre la Federación de Industrias de San Pablo e Itamaraty.

Pragmatismo
En el plano de su política exterior, el economista Pablo Kornblum destaca el pragmatismo de Brasil y señala como ejemplo los 15 acuerdos de cooperación energética que firmó con Venezuela en 2009. “Sin ideologías, Brasil extiende nichos de mercado en cualquier parte del mundo a través de acuerdos y expande su beneficio comercial”, señala Kornblum.
Para Recce, Brasil busca además consolidar su vocación bicontinental. “Se considera a sí mismo como un actor que tiene anclaje en dos continentes.” Por un lado, Petrobras tiene un régimen diferenciado de explotación de los recursos naturales en su espacio geográfico, con un Estado socio y gerenciador de los recursos naturales, para intentar evitar la apreciación de la moneda y la pérdida de competitividad de sus bienes industriales y, por el otro, Embrapa despliega proyectos en Africa para explotar minas y producir biocombustibles. Recce considera además que Brasil cambió su identidad estratégica para insertarse en el mundo como un Estado capaz de generar regímenes regionales: “Multipolarizar el sistema no sólo tiene que ver con la defensa y el poder militar de los Estados, sino con el tamaño de sus mercados y el rol industrial que ocupen dentro del sistema de producción mundial”.
Pero ¿qué sucede entonces a nivel Mercosur? Para el presidente de la Cámara de Exportadores, Enrique Mantilla, Brasil seguirá optimizando su autonomía, compatible con un Mercosur sin un desarrollo institucional fuerte que le quite flexibilidad para mantener abiertas sus opciones en las negociaciones internacionales en un mundo que aún no muestra una recuperación económica definitiva. “Es el contexto mundial el que escribirá el texto”, dijo.
“Aunque Rousseff proclame “más y mejor Mercosur” y los social demócratas, con Serra a la cabeza, digan entre líneas que “Brasil es Pelé y el Mercosur una pelota de plomo, Brasil no puede proyectarse al mundo desde Sudamérica sin la Argentina”, opina Recce, y agrega: “Ambos saben que los dividendos de la integración comercial, física y política se materializan antes que en renta, en un ambiente regional estable, seguro y cooperativo”.
Según Félix Peña, la esencia del Mercosur pasa por la relación entre la Argentina y Brasil, y esto se vio reflejado en la cumbre de San Juan, en agosto. “Lo más importante que ocurrió fue la cumbre entre la Argentina y Brasil, y la reafirmación de la cooperación nuclear. La calidad de la relación entre la Argentina y Brasil constituye el núcleo duro de la estabilidad política y democrática en Sudamérica.”
Para Peña, la relación es esencial en la transformación productiva conjunta y en la articulación de encadenamientos productivos que se orienten a aprovechar el escenario mundial. Y, en este sentido, no hay que subestimar el aporte que significa para Brasil la relación con la Argentina en términos de mano de obra calificada y de creatividad.
No obstante, según Peña esta relación bilateral se instala en el Mercosur como plataforma para negociar y competir en el mundo, pero “en un contexto internacional de varias opciones, en el que nadie querrá quedar pegado a nadie, y todos los actores querrán desarrollar una estrategia de alianzas múltiples, motivo por el cual habrá que usar formas de negociación heterodoxas”.
Socios con escalas, velocidades y políticas diferentes, el riesgo hacia el futuro para la Argentina está abierto y es quizás el de instalarse en una dinámica de centro y periferia productiva con un Brasil que ha comenzado a jugar en otras ligas por su peso relativo demográfico, comercial y productivo, y por haber sabido aprovechar las oportunidades mundiales.

María Martini

Para LA NACION

80%

Gracias al trabajo hecho por la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria, que desarrolló variedades de alta calidad nutricional y resistencia a las plagas, la producción de granos creció 80% en los últimos diez años

70%

De las ventas externas de Brasil son commodities; uno de los principales objetivos para la economía del vecino país es hacer sustentable su crecimiento, muy dependiente de las exportaciones de ese tipo

FONTE: LA NACION