segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Terneiros a venda
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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JBS/Friboi deverá financiar Dilma 2014
por Ossami Sakamori
Folha: Sob o argumento de promover a internacionalização e reduzir a informalidade, o BNDES injetou, por da meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014.
Folha 05/1/2014: Em meio às celebrações da virada do ano, o BNDES selou um acordo para, mais uma vez, favorecer o grupo Marfrig, um dos "campeões nacionais" do governo Lula. Com uma dívida de quase R$ 6,7 bilhões e valendo R$ 2,1 bilhões na Bolsa, o Marfrig está numa situação financeira muito delicada. Em meados de 2013, o grupo repassou a Seara ao concorrente JBS, que assumiu R$ 5,85 bilhões em dívidas.
Comentário:
Sempre, as notícias vem em conta gotas. Mas, as maracutaias dos governos Lula & Dilma, pelo menos no âmbito do BNDES, estão blindadas. O dinheiro dos empréstimos ou participações do banco de fomento federal, somem no ralo, sem dar mínima explicação ao mercado e ao contribuinte. Foi o que aconteceu com os empréstimos do BNDES, no montante declarado pelo próprio BNDES em R$ 10,6 bilhões concedidos ao grupo OGX. Simplesmente, ninguém explicou para onde foi parar.
As notícias que a Folha levantou, fala-se em passivo do grupo de empresas frigoríficos junto ao BNDES em R$ 12,8 bilhões, que aparentemente corresponde às participações acionárias aos grupos de empresas citadas, via BNDESpar, braço de participação financeira do banco de fomento federal, BNDES. Isto é valor de aquisição das ações das companhias citadas no boom da Bolsa de Valores. Hoje, no mercado este montante de investimento deve estar valendo cerca de 20% do valor colocado pelo BNDES.
As notícias da Folha aponta que Mafrig se encontra em situação delicada. Consta na notícia, também, que JBS, outra empresa do ramo de frigorífico, assumiu uma dívida junto ao BNDES no montante de R$ 5,85 bilhões na aquisição da empresa Seara pertencente a Mafrig, para não deixar a Mafrig naufragar de vez. Foi dada uma espécie de sobrevida a Mafrig para evitar outro escândalo igual ao da empresa OGX do Eike Batista.
Há um inquérito corrento na área da Justiça Federal do estado de Rio de Janeiro, em investigação pelo MPF/RJ, sobre os empréstimos suspeitos do BNDES ao grupo Mafrig. Consta do inquérito, que a empresa Mafrig teria contratado uma empresa de consultoria que pertencia ao atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho. As maracutaias são feitas, intra muro, para evitar vazamento de informações negativos. No papel manipulado, aceita tudo! Assim como, a situação real da OGX foi escondido pelo próprio BNDES ao mercado acionário e ao público em geral.
O grupo Mafrig é apenas ponta de "iceberg" dos empréstimos fajutos do BNDES aos frigoríficos. Isto, não sou eu que estou a afirmar, mas no mercado financeiro, até engraxate da Bovespa sabe que o rombo maior vem da empesa JBS. Para quem não sabe, com a ajuda do Lula & Dilma, ogrupo se tornou maior empresa no setor de frigoríficos, senão, o maior faturamento do Brasil. Isto não quer dizer muita coisa. A maior empresa montadora nos EEUU, a GM, quase foi a pique, na crise financeira americana de 2008, se não fosse socorro do Obama.
O setor de frigoríficos é uma segmento que a margem da rentabilidade operacional é quase nula. A JBS não ganha no operacional, mas sim no financeiro, tanto quanto GM ganhava no financeiro ao invés de operacional, produzindo seus veículos. O grupo JBS está na corda bamba há muito tempo. Estima o mercado que o grupo JBS deve ao sistema BNDES, com empréstimos subsidiados, o Bolsa Empresário, num montante que beira R$ 30 bilhões. O patrimônio líquido da JBS é de R$ 8 bilhões, segundo balancete de 3ºT/ 2013, do próprio JBS, descontado os R$ 14,8 bilhões de valores intangíveis.
Bem, o conglomerado JBS, é dos outros Batistas, o Joesley e Wesley Batistas, famosos também no "jet set" nacional e internacional, com iate de US$ 40 milhões comprados indiretamente com o dinheiro do BNDES e seus jatinhos cruzando o País de norte ao sul, acontecem no mundo social, também.
Estes Batistas, tem comportamento megalomaníaco do outro Batista, o estelionatário Eike Batista. Acontecem e esbanjam o dinheiro nosso, o suado dinheiro do sistema BNDES. Os dois irmãos, são empresários que não tem 40 anos de idade e não herdaram fortuna dos pais. Ambos Batistas tem em comum os padrinhos Lula & Dilma. Isto explica.
Enquanto permanecer os governos Lula & Dilma, os Batistas dos carnes Friboi do Tony Ramos, estarão na mídia e estarão blindados com o dinheiro fácil do BNDES. Só para lembrar, o presidente do Banco Central do Lula, o banqueiro Henrique Meirelles é o principal articulador do grupo junto ao governo da Dilma. Costa quente eles tem, até demais. Até quando o grupo JBS vai viver às custas do BNDES, ninguém sabe. Só Dilma sabe!
JBS/Friboi do conhecido comercial doTony Ramos é o próximo OGX, a sucumbir, se o governo PT perder eleições. Se Dilma ganhar eleições, a festa continua! E cada vez mais BNDES vai botar nosso dinheiro no Friboi do Tony Ramos. Com certeza absoluta, JBS será o principal financiador da campanha da Dilma. Quem sabe, Tony Ramos será o principal mascote da Dilma 2014.
Cai fora, Tony Ramos, antes que Friboi afunde!
Fonte: Blog Ossami Sakamori
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domingo, 9 de fevereiro de 2014
Governo da Argentina ameaça intervir novamente no preço da carne bovina
O secretário do Comércio da Argentina, Augusto Costa, ameaçou o setor de carnes com uma intervenção estatal para reduzir o preço desse alimento, após os aumentos detectados desde a brusca desvalorização da moeda argentina.
“O governo não hesitará em intervir no mercado para restabelecer a racionalidade em matéria de preços”, disse Costa durante uma reunião mantida com empresários do setor.
Costa afirma que o governo dispõe de ferramentas “para evitar e reverter as ações de especuladores que pretendem encarecer as mesas de todos os argentinos”. Segundo ele, “não há motivos” que justifiquem a alta do preço da carne, um dos alimentos básicos da dieta argentina, de forma que estimulou os empresários a baixar o preço aos valores existentes até a semana anterior, quando o peso se desvalorizou em mais de 11% em somente dois dias.
Segundo responsáveis do setor, a carne subiu nos últimos dias cerca de 15%. “Os aumentos começaram em 27 de janeiro e até agora não pararam. Já na sexta-feira da semana anterior (31 de janeiro) o mercado tinha estado mais caro e isso repercute nos açougues”, disse o vice-presidente da Associação dos Proprietários de Açougues, Alberto Williams. “O que os produtores, frigoríficos e açougues têm que pensar é que o consumidor é quem vai colocar um preço na carne, porque quando não pode, não compra”.
Comentário BeefPoint: o governo da Argentina segue com o mesmo modelo de intervenção econômica que quase destruiu a cadeia pecuária do país. Mesmo com todos os sinais de que a intervenção não funciona, e tem efeitos contrários, o governo segue com a mesma política. Um lembrete para nós brasileiros do impacto que políticas equivocadas podem trazer para um setor pujante. A Argentina tem enorme reputação no mercado mundial da carne bovina, exportando há mais de 100 anos, já tendo sido sinônimo de qualidade.
Fonte: Agência EFE, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
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VAQUILHONAS A VENDA
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URUGUAY - Preparan nueva exportación de ganado en pie para Egipto y Jordania
La empresa Gladenur está comprando terneros y vaquillonas preñadas en Uruguay y en Brasil con esos destinos -
Entre fines de febrero y principio de marzo saldrá desde Montevideo el barco de la empresa Gladenur con terneros en pie hacia Jordania y Egipto. En estos días ya se están cargando camiones de los campos de los productores al predio de concentración de la empresa, según confirmó a El Observador el gerente de compras de Gladenur, Mauricio Diez.
La firma está demandando 12.000 terneros enteros y castrados de razas carniceras británicas y sus cruzas (no se aceptan razas cebuinas ni lecheras) de 170 a 230 kilos; y se está pagando US$ 1,90 por kilo los de 200 a 230 kilos y US$ 2,00 el de 170 a 200 kilos.
La firma también está comprando vaquillonas preñadas, que aún no se están cargando porque se está afinando el protocolo sanitario que probablemente quede listo la semana que viene, explicó. El empresario señaló que hay mucha oferta de vaquillonas y que en estos días se empezó a agilizar la oferta de terneros, “como siempre pasa enero es tranquilo, porque mucha gente está de vacaciones y cuesta comprar. Pienso que en febrero, marzo y abril el mercado despegará bien”, comentó.
Indicó que este primer embarque, de no completarse con terneros de Uruguay, se completará en Brasil. La capacidad del buque es para 12.000 vacunos, pero aclaró que no solo irán terneros sino también vaquillonas preñadas.
Consultado sobre la oferta de Brasil, dijo que los terneros tienen un peso parecido a los de Uruguay, pero destacó que la ventaja es el precio, que es más barato. “La prioridad está en Uruguay, porque la empresa está mejor montada acá, pero como a veces es difícil conseguir oferta hay que irse a otro lado”, comentó.
Diez agregó que actualmente Río Grande del Sur cambió mucho su rodeo vacuno respecto a 8 o 10 años atrás y es fácil conseguir ganado de razas británicas, “se ve muy poco ganado Cebú”, dijo.
El responsable de las compras de ganado de Gladenur comentó además que las expectativas de la empresa para este año son muy buenas. “Se llegó a un acuerdo con el gobierno, la operativa se hizo más ágil y estamos esperanzados de hacer buenos negocios”, señaló.
Además analizó que el récord de producción de terneros en Uruguay asegura una buena oferta. “De acuerdo a lo que hablamos con el ministro hay una oferta disponible de unos 300.000 terneros para exportación este año”, recordó.
De todos modos analizó que los actuales precios del ganado en Uruguay les sirven a estos mercados, pero si suben y llegan a los niveles de 2013 dejan de servir, “estos mercados no pagan igual que Turquía”, explicó.
Agregó que si los precios suben y Turquía no reabre su mercado para el ganado en pie, la empresa se tendrá que ir a Brasil. “Hay varias empresas en el negocio. La competencia y el afán de completar los barcos puede hacer que el mercado se caliente”, alertó.
fonte: El Observador
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sábado, 8 de fevereiro de 2014
Durante dia de campo promovido em Cafelândia (PR), produtores conferem ‘in loco’ os resultados excepcionais do uso da genética Angus em cruzamentos
A CooperAliança, cooperativa de pecuaristas parceira do Programa Carne Angus Certificada, realizou na última semana, no município de Cafelândia, região oeste do estado do Paraná, um dia de campo para demonstrar os avanços que os produtores da região estão tendo com a implantação de um sistema intensivo de produção e a adoção da genética Angus (seja por meio de inseminação artificial ou das por meio do crescente investimento na compra de touros Angus para cobertura a campo).
O local escolhido para a visita foi a fazenda do pecuarista Vicente Lazarin. Uma propriedade média, de 329 hectares. Diferentemente da maioria das propriedades do estado, onde as terras são extremamente valorizadas, e por isso são destinadas ao plantio de grãos, Lazarin direcionou esta área a atividade pecuária, montando um sistema de produção altamente intensivo, tendo a utilização de forragens como a base do sistema de produção. Da área total, a propriedade conta com 266 hectares de pastagens, formadas com braquiarão, estrela africana e aruana, manejada em sistema de rodízio de piquetes, observando a disponibilidade de pasto para maximizar a produtividade animal.
Questionado sobre a as razões para optar pelo Angus para os cruzamentos industriais conduzidos na propriedade, Lazarin é categórico: “Fazemos cruzamento industrial há muitos anos. Já experimentei de tudo que se possa imaginar. Agora chega de experiência. Já faz anos que só utilizo Angus. É a genética que me dá os melhores resultados em precocidade e em ganho de peso”, sentencia.
Inseminação e cobertura. Na área, são manejadas 380 matrizes da raça Nelore, inseminadas com Angus e repassadas por reprodutores da raça. “Encontramos um rebanho formado por excelentes ventres da raça Nelore, filhas de importantes genearcas,como Fajardo, entre outros touros destacados. O proprietário revelou que tem cuidado diferenciado com a produção de seus ventres, 100% através de inseminação com os melhores reprodutores Nelore disponíveis”, conta o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, que acompanhou a visita.
“Começamos fazendo apenas inseminação artificial, mas vimos como é importante fazer o repasse com touros para aumentar a produção de bezerros”, explica o produtor, informando que a taxa de natalidade em suas matrizes beira os 100%. “Vaca vazia fica só comendo capim e não da lucro” sentenciou o pecuarista ao apresentar sua produção de bezerros que chamavam a atenção pela qualidade e especialmente pela homogeneidade. “Não se identificava diferença alguma entre os filhos de monta natural e de inseminação artificial”, observou Medeiros.
Paradigma em muitas regiões do estado do Paraná, especialmente no oeste, o uso de reprodutores Angus para monta a campo é uma pratica considerada como fator de sucesso pela equipe da propriedade. “Os touros Angus cobrem muito bem a campo. Não param nunca. O único cuidado especial que temos é realizar um bom rodízio de touros. Aqui na fazenda, eles trabalham uma semana e descansam por uma semana” acrescentou o experiente funcionário que coordena os trabalhos na propriedade, Sr. Antistenis, que juntamente com seu filho realiza todo o manejo da propriedade.
Estação de monta. Uma informação que chama a atenção e pode ser considerada falta de tecnologia por muitos desavisados é que a propriedade não utiliza estação de monta. A reprodução é realizada durante todo o ano. A explicação é bastante simples, informa a Sra. Olga Lazarin, esposa de Vicente Lazarin: “Fornecemos animais para a Aliança de Guarapuava 12 meses por ano. Para produzirmos animais hiperprecoces, precisamos ter nascimento em diferentes épocas do ano”.
Parasitas. O carrapato, terrível vilão da pecuária moderna, não é problema na propriedade. “Trabalhamos com rodízio de potreiros, utilizamos um produto homeopático no sal mineral e eventualmente, quando necessário, fazemos um tratamento pontual nos bezerros após a desmama. Não temos dificuldades com o carrapato pelo manejo e porque somos uma propriedade fechada. Assim não trazemos carrapato de fora” informou o proprietário.
Os bezerros e suas mães são retirados de seus lotes de manejo após uma semana do parto e transferido para potreiros onde recebem Creep Feeding. Utilizando instalações extremamente simples, mas muito bem feitas e planejadas, os animais recebem a ração de creep feeding “ad libitum” junto ao cocho de sal mineral das vacas. O consumo médio do suplemento, formulado na propriedade (farelo de soja, quirera de milho e núcleo mineral) é de apenas 0,900kg/dia e garante uma desmama de excelentes bezerros (Machos 250kg e Fêmeas 240kg), que recebem tratamento sanitário ao nascimento com Dectomax®, repetido a cada 60 dias, e na desmama uma aplicação de Ivomec Gold®.
A recria dos animais é realizada a pasto. Durante a recria (dos 8 aos 10/12 meses), os animais recebem suplementação de 5kg/cb/dia de ração formulada na propriedade, com os mesmos ingredientes, para maximizar o ganho de peso e a velocidade de crescimento sendo conduzidos para um confinamento por apenas 45 dias antes do abate para terminação, onde o ritmo é acelerado, recebendo 9kg de ração e 6kg de feno por dia, sendo abatidos em sua absoluta maioria até os 14 meses de idade (controlado através da rastreabilidade da CooperAliança). “Veja bem, apenas 45 dias. A alimentação é desenhada para obter a máxima resposta da genética”, salienta Fábio Medeiros.
Mas é no abate que os resultados mais impressionantes aparecem. A propriedade entrega, religiosamente, 20 novilhos/novilhas por mês para a CooperAliança (Contrato 240 – 20 animais x 12 meses). Os bezerros excedentes são comercializados a outros produtores. Os machos (inteiros) alcançam (dados de abate oficiais da cooperativa no ano de 2013) peso médio de 506 kg, peso de carcaça de 280kg, acabamento de gordura de 4,8mm em média e rendimento de carcaça de 55,28%. Já as fêmeas, são abatidas com 410 kg, carcaça de 214kg, acabamento médio de 5,6mm de gordura e rendimento de 52,25%. Com estes resultados, no ano de 2013 a propriedade alcançou um índice de tipificação dentro do Programa Carne Angus de 83% para os machos e 80% para as fêmeas, gerando uma rentabilidade adicional excepcional pois em média os produtores de Angus da Cooperaliança faturam valores de 16,44% acima do mercado (tabela Scot), sendo que em alguns casos, como o do Sr. Vicente, este sobre preço chega a 20%.
Fazendo uma conta rápida considerando 50% de abate de machos e 50% de fêmeas somente em animais terminados, a propriedade em ciclo completo produz em animais terminados cerca de 60 toneladas de carcaça. “Isso corresponde 225kg/hectare (Quase 450kg de peso vivo), valores que em sistema de ciclo completo são excepcionais. E a isso ainda deve ser somada a venda de bezerros. Tudo isso com a mão de obra de apenas 2 colaboradores”, analisa o gerente do programa de certificação de carcaças da Angus. Se considerarmos que um preço médio de R$ 132,00/@ (R$ 110,00/@ + 20%), temos uma receita por área de quase R$ 2.000,00 ou o equivalente a 44 sacas de soja (considerando o preço de R$ 45/saca).
“Os resultados desta fazenda mostram que é possível fazer pecuária intensiva com rentabilidade em áreas de terras caras (mas muito férteis) como é o caso do Paraná. Os segredos são a genética – utilizando boas mães nelore e o que há de melhor no Angus, a nutrição adequada a maximizar este potencial genético e a organização dos processos na propriedade. Os resultados de uma etapa têm reflexo direto nas etapas subsequentes. Estes resultados não são isolados. Há muitos produtores membros desta cooperativa que conseguem produzir Carne de Qualidade neste nível de excelência, confirmando o sucesso da genética Angus na região” conclui Fábio Medeiros.
fonte: ABA
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Durante dia de campo promovido em Cafelândia (PR), produtores conferem ‘in loco’ os resultados excepcionais do uso da genética Angus em cruzamentos
A CooperAliança, cooperativa de pecuaristas parceira do Programa Carne Angus Certificada, realizou na última semana, no município de Cafelândia, região oeste do estado do Paraná, um dia de campo para demonstrar os avanços que os produtores da região estão tendo com a implantação de um sistema intensivo de produção e a adoção da genética Angus (seja por meio de inseminação artificial ou das por meio do crescente investimento na compra de touros Angus para cobertura a campo).
O local escolhido para a visita foi a fazenda do pecuarista Vicente Lazarin. Uma propriedade média, de 329 hectares. Diferentemente da maioria das propriedades do estado, onde as terras são extremamente valorizadas, e por isso são destinadas ao plantio de grãos, Lazarin direcionou esta área a atividade pecuária, montando um sistema de produção altamente intensivo, tendo a utilização de forragens como a base do sistema de produção. Da área total, a propriedade conta com 266 hectares de pastagens, formadas com braquiarão, estrela africana e aruana, manejada em sistema de rodízio de piquetes, observando a disponibilidade de pasto para maximizar a produtividade animal.
Questionado sobre a as razões para optar pelo Angus para os cruzamentos industriais conduzidos na propriedade, Lazarin é categórico: “Fazemos cruzamento industrial há muitos anos. Já experimentei de tudo que se possa imaginar. Agora chega de experiência. Já faz anos que só utilizo Angus. É a genética que me dá os melhores resultados em precocidade e em ganho de peso”, sentencia.
Inseminação e cobertura. Na área, são manejadas 380 matrizes da raça Nelore, inseminadas com Angus e repassadas por reprodutores da raça. “Encontramos um rebanho formado por excelentes ventres da raça Nelore, filhas de importantes genearcas,como Fajardo, entre outros touros destacados. O proprietário revelou que tem cuidado diferenciado com a produção de seus ventres, 100% através de inseminação com os melhores reprodutores Nelore disponíveis”, conta o gerente do Programa Carne Angus Certificada, Fábio Medeiros, que acompanhou a visita.
“Começamos fazendo apenas inseminação artificial, mas vimos como é importante fazer o repasse com touros para aumentar a produção de bezerros”, explica o produtor, informando que a taxa de natalidade em suas matrizes beira os 100%. “Vaca vazia fica só comendo capim e não da lucro” sentenciou o pecuarista ao apresentar sua produção de bezerros que chamavam a atenção pela qualidade e especialmente pela homogeneidade. “Não se identificava diferença alguma entre os filhos de monta natural e de inseminação artificial”, observou Medeiros.
Paradigma em muitas regiões do estado do Paraná, especialmente no oeste, o uso de reprodutores Angus para monta a campo é uma pratica considerada como fator de sucesso pela equipe da propriedade. “Os touros Angus cobrem muito bem a campo. Não param nunca. O único cuidado especial que temos é realizar um bom rodízio de touros. Aqui na fazenda, eles trabalham uma semana e descansam por uma semana” acrescentou o experiente funcionário que coordena os trabalhos na propriedade, Sr. Antistenis, que juntamente com seu filho realiza todo o manejo da propriedade.
Estação de monta. Uma informação que chama a atenção e pode ser considerada falta de tecnologia por muitos desavisados é que a propriedade não utiliza estação de monta. A reprodução é realizada durante todo o ano. A explicação é bastante simples, informa a Sra. Olga Lazarin, esposa de Vicente Lazarin: “Fornecemos animais para a Aliança de Guarapuava 12 meses por ano. Para produzirmos animais hiperprecoces, precisamos ter nascimento em diferentes épocas do ano”.
Parasitas. O carrapato, terrível vilão da pecuária moderna, não é problema na propriedade. “Trabalhamos com rodízio de potreiros, utilizamos um produto homeopático no sal mineral e eventualmente, quando necessário, fazemos um tratamento pontual nos bezerros após a desmama. Não temos dificuldades com o carrapato pelo manejo e porque somos uma propriedade fechada. Assim não trazemos carrapato de fora” informou o proprietário.
Os bezerros e suas mães são retirados de seus lotes de manejo após uma semana do parto e transferido para potreiros onde recebem Creep Feeding. Utilizando instalações extremamente simples, mas muito bem feitas e planejadas, os animais recebem a ração de creep feeding “ad libitum” junto ao cocho de sal mineral das vacas. O consumo médio do suplemento, formulado na propriedade (farelo de soja, quirera de milho e núcleo mineral) é de apenas 0,900kg/dia e garante uma desmama de excelentes bezerros (Machos 250kg e Fêmeas 240kg), que recebem tratamento sanitário ao nascimento com Dectomax®, repetido a cada 60 dias, e na desmama uma aplicação de Ivomec Gold®.
A recria dos animais é realizada a pasto. Durante a recria (dos 8 aos 10/12 meses), os animais recebem suplementação de 5kg/cb/dia de ração formulada na propriedade, com os mesmos ingredientes, para maximizar o ganho de peso e a velocidade de crescimento sendo conduzidos para um confinamento por apenas 45 dias antes do abate para terminação, onde o ritmo é acelerado, recebendo 9kg de ração e 6kg de feno por dia, sendo abatidos em sua absoluta maioria até os 14 meses de idade (controlado através da rastreabilidade da CooperAliança). “Veja bem, apenas 45 dias. A alimentação é desenhada para obter a máxima resposta da genética”, salienta Fábio Medeiros.
Mas é no abate que os resultados mais impressionantes aparecem. A propriedade entrega, religiosamente, 20 novilhos/novilhas por mês para a CooperAliança (Contrato 240 – 20 animais x 12 meses). Os bezerros excedentes são comercializados a outros produtores. Os machos (inteiros) alcançam (dados de abate oficiais da cooperativa no ano de 2013) peso médio de 506 kg, peso de carcaça de 280kg, acabamento de gordura de 4,8mm em média e rendimento de carcaça de 55,28%. Já as fêmeas, são abatidas com 410 kg, carcaça de 214kg, acabamento médio de 5,6mm de gordura e rendimento de 52,25%. Com estes resultados, no ano de 2013 a propriedade alcançou um índice de tipificação dentro do Programa Carne Angus de 83% para os machos e 80% para as fêmeas, gerando uma rentabilidade adicional excepcional pois em média os produtores de Angus da Cooperaliança faturam valores de 16,44% acima do mercado (tabela Scot), sendo que em alguns casos, como o do Sr. Vicente, este sobre preço chega a 20%.
Fazendo uma conta rápida considerando 50% de abate de machos e 50% de fêmeas somente em animais terminados, a propriedade em ciclo completo produz em animais terminados cerca de 60 toneladas de carcaça. “Isso corresponde 225kg/hectare (Quase 450kg de peso vivo), valores que em sistema de ciclo completo são excepcionais. E a isso ainda deve ser somada a venda de bezerros. Tudo isso com a mão de obra de apenas 2 colaboradores”, analisa o gerente do programa de certificação de carcaças da Angus. Se considerarmos que um preço médio de R$ 132,00/@ (R$ 110,00/@ + 20%), temos uma receita por área de quase R$ 2.000,00 ou o equivalente a 44 sacas de soja (considerando o preço de R$ 45/saca).
“Os resultados desta fazenda mostram que é possível fazer pecuária intensiva com rentabilidade em áreas de terras caras (mas muito férteis) como é o caso do Paraná. Os segredos são a genética – utilizando boas mães nelore e o que há de melhor no Angus, a nutrição adequada a maximizar este potencial genético e a organização dos processos na propriedade. Os resultados de uma etapa têm reflexo direto nas etapas subsequentes. Estes resultados não são isolados. Há muitos produtores membros desta cooperativa que conseguem produzir Carne de Qualidade neste nível de excelência, confirmando o sucesso da genética Angus na região” conclui Fábio Medeiros.
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Cenário altista para o boi gordo em quase todo o país
O mercado do boi segue em ambiente firme. Das 31 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, houve alta em sete delas para o boi e para a vaca na última quarta-feira (5/2).
A dificuldade em compor as escalas de abate, devido à oferta restrita de boiadas terminadas, tem sido o principal fator para este cenário altista.
As indústrias paulistas têm buscado lotes de animais nas praças vizinhas com bastante frequência.
Com isso, em Mato Grosso do Sul houve alta nos preços nas três praças pecuárias do estado. Em Dourados o animal terminado tem sido negociado por R$109,00/@, à vista.
Em Rondônia, mesmo com uma melhor situação de pastagens, em relação ao Brasil Central, a oferta é bastante limitada, levando ao sucessivo aumento nos preços. O boi gordo no estado está cotado em R$104,00/@, à vista.
No mercado atacadista de carne com osso houve alta para o boi casado de animais castrados. A valorização foi de 3,9% em sete dias e o preço referência está em R$7,34/kg.
A demanda estável nos próximos dias deve sustentar as cotações.
fonte: Scot Consultoria
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
URUGUAINA - NOITE DA PECUÁRIA 2ª Edição
A 1ª edição da Noite da Pecuária atendeu seu objetivo que era proporcionar a sociedade de Uruguaiana e Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul um ambiente de discussão técnica de excelência em pecuária.
Irão ocorrer 10 eventos mensais, entre os meses de março e dezembro de 2014, sempre na primeira 2ª feira do mês as 19h.
A 2ª Noite da Pecuária ocorrerá no dia 10 de março de 2014, as 19:00 horas, no Salão Nobre do Parque do Sindicato Rural de Uruguaiana (Pastoril), onde iremos discutir sobre Gestão na Pecuária.
“Noite da Pecuária integrando a universidade e o campo”
Informações: noitedapecuaria@gmail.com ou telefone (55) 9693 2785
Fonte: Associação e Sindicato Rural de Uruguaiana
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Cotações do gado gordo e de reposição em 05.02.2014 - PELOTAS - RS
PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - CARNE A RENDIMENTO NO RS
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO
EM 05.02.2014
BOI: R$ 8,10 a R$ 8,40
VACA: R$ 7,70 a R$ 7,90
PRAZO: 30 DIAS
BOI: R$ 8,10 a R$ 8,40
VACA: R$ 7,70 a R$ 7,90
PRAZO: 30 DIAS
*PREÇOS MÉDIOS À PRAZO NA REGIÃO DE PELOTAS.
NESTES PREÇOS NÃO ESTÃO INCLUÍDAS AS BONIFICAÇÕES.
FONTE: PESQUISA REALIZADA
____________________________________________________________________________________________________
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PREÇOS MÉDIOS DE BOI GORDO E VACA GORDA - KG VIVO NO RS
REGIÃO DE PELOTAS
EM 05.02.2014
KG VIVO:
BOI GORDO: R$ 4,00 A R$ 4,30
VACA GORDA: R$ 3,50 A R$ 3,60
PRAZO PARA PAGAMENTO: 30 DIAS
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
POR http://www.lundnegocios.com.br
_______________________________________________________________________________________
PREÇOS MÉDIOS DE GADO - MERCADO FÍSICO / KG VIVO NO RS
REGIÃO DE PELOTAS
EM 05.02.2014
TERNEIROS R$ 3,90 A R$ 4,30
TERNEIRAS R$ 3,60 A R$ 4,00
NOVILHOS R$ 3,80 A R$ 4,20
EM 05.02.2014
TERNEIROS R$ 3,90 A R$ 4,30
TERNEIRAS R$ 3,60 A R$ 4,00
NOVILHOS R$ 3,80 A R$ 4,20
NOVILHAS R$ 3,60 A R$ 3,90
BOI MAGRO R$ 3,60 A R$ 3,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,90 A R$ 3,00
BOI MAGRO R$ 3,60 A R$ 3,80
VACA DE INVERNAR R$ 2,90 A R$ 3,00
*GADO PESADO NA FAZENDA
FONTE: PESQUISA REALIZADA
POR http://www.lundnegocios.com.br
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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600 NOVILHOS A VENDA
NOVILHOS
| ||||
| Lote: 0215 | ||||
| Quantidade: 600 | ||||
| Peso Médio: 300 | ||||
| Sexo: Machos | ||||
| Tipo idade: Anos | ||||
| Idade: 1,5 | ||||
| Raça: Cruza Angus | ||||
| Animal: Novilhos | ||||
| Valor: R$ 4,50 | ||||
| Cidade: Guaiba | ||||
| Estado: RS | ||||
| País: Brasil | ||||
| Observação: Cruza Angus pretos e vermelhos.Conhecem cocho.Área de pouco carrapato. | ||||
| ||||
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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16:36
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230 NOVILHOS A VENDA
NOVILHOS
| ||||
| Lote: 0213 | ||||
| Quantidade: 230 | ||||
| Peso Médio: 390 | ||||
| Sexo: Machos | ||||
| Tipo idade: Anos | ||||
| Idade: 1,5 | ||||
| Raça: Aberdeen Angus | ||||
| Animal: Novilhos | ||||
| Valor: R$ 4,00 | ||||
| Cidade: Sta. Vitoria do Palmar | ||||
| Estado: RS | ||||
| País: Brasil | ||||
| Observação: Gado para terminar rapidamente em confinamento.Conhecem cocho. Área de pouco carrapato. 90% Angus | ||||
| ||||
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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NOVILHAS A VENDA
NOVILHAS
| ||||||
| Lote: 0214 | ||||||
| Quantidade: 15 | ||||||
| Peso Médio: 290 | ||||||
| Sexo: Fêmeas | ||||||
| Tipo idade: Anos | ||||||
| Idade: 1,5 | ||||||
| Raça: Cruza Angus | ||||||
| Animal: Novilhas | ||||||
| Valor: R$ 3,80 | ||||||
| Cidade: Rio Grande | ||||||
| Estado: RS | ||||||
| País: Brasil | ||||||
| Observação: Não são carrapateadas. Excelente gado. | ||||||
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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16:30
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Exportações de carne bovina crescem 17% em janeiro
Embarque de carne in natura registrou alta em volume e receita em janeiro ante 2013
As exportações de carne bovina brasileira in natura atingiram 105,1 mil toneladas em janeiro, alta de 17,4% sobre o mesmo mês de 2013 e recuo de 5,6% ante dezembro do ano passado. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
Os embarques registraram faturamento de US$ 458,9 milhões em janeiro, alta de 12,1% na comparação com o mesmo período do ano passado e retração de 11,5% em relação a dezembro.
O preço médio da tonelada atingiu US$ 4,3 mil, queda de 6,2% ante o valor de dezembro e de 4,6% contra janeiro do ano passado.
Fonte: Portal DBO
As exportações de carne bovina brasileira in natura atingiram 105,1 mil toneladas em janeiro, alta de 17,4% sobre o mesmo mês de 2013 e recuo de 5,6% ante dezembro do ano passado. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
Os embarques registraram faturamento de US$ 458,9 milhões em janeiro, alta de 12,1% na comparação com o mesmo período do ano passado e retração de 11,5% em relação a dezembro.
O preço médio da tonelada atingiu US$ 4,3 mil, queda de 6,2% ante o valor de dezembro e de 4,6% contra janeiro do ano passado.
Fonte: Portal DBO
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Gado gaúcho continua saindo de casa
As vendas de gado em pé do Rio Grande do Sul para outros Estados seguem avançando. No ano passado, cresceram 26% em relação a 2012, chegando a 47,64 mil cabeças, segundo dados do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura.
Esse quadro ganha interpretações diferentes em cada ponta do setor. Para os criadores, é uma chance de ampliar ganhos. Para a indústria, motivo de preocupação, já que há ociosidade de aproximadamente 30% na capacidade de abate.
Enquanto a oferta local não alcançar o potencial máximo – abate de 2,5 milhões de cabeça ao ano –, as vendas de gado em pé sempre serão vistas como algo preocupante, entende Ronei Lauxen, presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes do Estado (Sicadergs):
– Terneiros estão sendo selecionados para confinamento em São Paulo. Perdemos a oportunidade de qualificar nosso produto.
São Paulo realmente concentra as compras: foi destino de mais de 76% do gado em pé negociado em 2013. Um dos grandes compradores é a JBS, que não tem unidade de abate no Rio Grande do Sul. Terneiros e animais jovens produzidos aqui são levados para confinamento e depois se transformam em carnes premium.
A curto e médio prazo, não há sinais de mudança nesse quadro de crescimento das vendas interestaduais, avalia Fernando Velloso, da assessoria agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha. O contingente negociado dessa forma representa cerca de 2,5% do total de animais abatidos aqui, compara o consultor.
– Essa não é a principal causa da ociosidade da indústria – opina Velloso.
Lauxen argumenta que, apesar de reduzido, o volume pode representar o abate anual de dois frigoríficos médios gaúchos. No ano passado, a preocupação com esse tipo de venda fez com que a indústria sugerisse a adoção de taxa por cabeça negociada, mas a ideia não vingou.
fonte: ZERO HORA
INFORME RURAL | GISELE LOEBLEIN
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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09:46
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Principais indicadores do mercado do boi – 03-02-2014
Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,02%, nessa sexta-feira (31) sendo cotado a R$ 115,06/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 115,30.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou alta de 1,47%, cotado a R$ 866,26/cabeça nessa sexta-feira (31). A margem bruta na reposição foi de R$ 1032,23 e teve desvalorização de 1,17%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na sexta-feira (31), o dólar apresentou alta de 0,16% e foi cotado em R$ 2,43. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,14% sendo cotado a US$ 47,43. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 31/01/14
O contrato futuro do boi gordo para fev/14 apresentou alta de R$ 1,02 e foi negociado a R$ 116,80.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/14
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 110,66. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de -R$ 4,40 e sua variação apresentou baixa de R$ 4,35 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
fonte: Beefpoint
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Eduardo Lund / Lund Negócios
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