terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Mapa lança programa para aumentar produção de carne e de leite


Mapa lança programa para aumentar produção de carne e de leite

Plano Mais Pecuária foi organizado por um comitê executivo formado por técnicos e autoridades da pasta da Agricultura, que acompanhará a execução dos projetos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou ontem (17) um programa destinado a aumentar a produção de leite e carne até 2023. O Plano Mais Pecuária, dividido nos eixos Mais Leite e Mais Carne, pretende aumentar a produtividade do gado leiteiro em 40%, elevando, assim, de 35 bilhões para 46,8 bilhões de litros a produção anual da bebida. Além disso, tem a meta de dobrar a produtividade do gado de corte, passando de 1,3 para 2,6 bovino por hectare.

Uma das estratégias usadas para atingir os objetivos será o melhoramento genético. O governo apoiará financeiramente iniciativas de incentivo e treinamento da inseminação artificial. O objetivo é, até 2023, disponibilizar cerca de 252 mil touros reprodutores ao ano. O plano também pretende usar ações de marketing para aumentar o número de consumidores de leite e de carne, lançar editais para pesquisas que ajudem a desenvolver novos produtos e firmar parcerias para capacitar técnicos e produtores rurais.

Ainda segundo o Mapa, até 2016, todo o leite captado pela indústria deve estar de acordo com os padrões oficiais, com redução da prevalência de brucelose e tuberculose. Quanto à produção de carne, o objetivo é que até 2018 todos os estados tenham aderido ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal.
O Plano Mais Pecuária será organizado por um comitê executivo formado por técnicos e autoridades da pasta da Agricultura, e este órgão acompanhará a execução dos projetos.

*Com informações da Agência Brasil

Vacas com cria a venda em Rio Grande

VACAS COM CRIA
Lote: 0225
Quantidade: 110
Peso Médio: 370
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 3-4
Raça: Cruza Européia
Animal: Vacas com cria
Valor: R$ 1.800,00
Cidade: Santa Vitória do Palmar
Estado: RS
País: Brasil
Observação: 65 vacas de 1ª cria, vermelhas e pretas com terneiros de 130kg e 45 vacas pampas de 2ªcria com terneiros de 90kg.Couro Limpo
Imagens do lote

Vacas de invernar a venda em Rio Grande

VACAS DE INVERNAR
Lote: 0227
Quantidade: 40
Peso Médio: 390
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 5-7
Raça: Shorthorn
Animal: Vacas de Invernar
Valor: R$ 3,00
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Vacas já preparadas,carcaçudas, que quando gordas vão pesar muito acima de 500 kg. Gadasso.Prontas para engordarem bem rápido.Rara oportunidade de negócio.
Imagens do lote

Os 7 maiores impactos do clima anormal de 2014 na arroba

NOTÍCIAS DO FRONT
A pecuária Goiana e Brasileira em uma visão de curto, médio e longo prazo, escrita
por quem a vive e precisa de repostas imediatas (Edição de 16/fev/14 a 22/fev/14)

Recrutas do exército de abnegados,

Na semana passada comparamos a novidade de termos uma condição climática tão diferente do esperado para os meses de jan/fev (fato que trouxe um ingrediente muito “apimentado” para o cenário de preços do boi gordo), tal qual a chegada do “primo rico” a uma festa já animada. Vamos então, neste texto, ver o que o primo pode proporcionar ao evento em andamento (curva de preços do boi).

1)      COMO ESTÁ O NOSSO TETO (SP/MS)?
A próxima semana começa com escalas, ainda que não confortáveis, mas mais tranquilas para os frigoríficos. Ocorre que quem pagou os R$ 120/@ fez a escala da semana (17 a 21). O dia “D” em termos de escala da próxima semana (dia em que a maioria das indústrias se encontra) é sexta (21/fev), e não mais a terça, como na semana passada. Obs.: mais um termo que será muito usado nos textos de agora em diante: dia “D” da escala.
Em outras palavras, o impacto dos R$ 120/@, cada vez mais comum, pesou um pouco e o volume de compras melhorou, mas nada ainda que sinalize uma “enxurrada de boi”, pois ainda tem frigorífico precisando de boi gordo para a próxima quinta (20).
Em termos de preço, temos: mercado físico Esalq/BMF saiu de R$ 116,37 av (variando de R$ 113,50 a R$120) e chegou em R$ 118,27 av (variando de R$ 116 a R$120) nesta semana. Notem que a variação foi na mínima do mercado, principalmente.
No MS, como tem ocorrido, as escalas seguem o padrão de SP, com preços de R$ 110 av até R$ 112av para os frigoríficos pequenos.
Mais uma semana de quebras constantes de recordes, o que com os demais eventos citados nos levam a colocar o status do BEEFRADAR em: “estabilidade(45%)/alta leve (55%)”.

2)      E AQUI, NA TERRA DO PEQUI?
Do jeito que o mercado vai, o goiano não vai aprender a surfar, pois é “só marolinha no GO”. Parece que tem um “mata burro” de SP para GO e a alta se perde um pouco de lá para cá…
As escalas estão mais apertadas que a média de SP, encontrando-se entre terça e quinta da semana que se inicia hoje. Mesmo assim e ainda com todas estas marcas de preços sendo quebradas em SP, a @ de GO foi apenas para o R$ 104av x R$ 106ap, com ágio EU adicional de +R$ 2/@ e sobre preço de até R$ 1 nas condições acima (o melhor preço do estado no relatório do CEPEA baixou voltou para o R$ 108ap).
Com isto, o diferencial de base do boi de GO x SP médio da semana atingiu -R$ 12,26/@, enquanto que o diferencial de vaca GO x boi GO seguiu estável, entre -6% e -7%.
Há espaço para o preço de GO melhorar, desta forma, alteramos o BEEFRADAR para:“estabilidade(40%)/alta leve (60%)”.

3)      HORA DO QUILO:
Hum… Preço do boi gordo no Jornal Nacional… Isto não é bom… Estava demorando. Começou. Conheço do final desta história…

4)      O LADO “B” DO BOI:
4.1. O raio caiu duas vezes no mesmo lugar
Na semana passada escrevemos: “em todos os cinco pregões da semana o indicador quebrou a marca recorde nominal da história da arroba. Muito difícil isto acontecer de novo… Ou acontecerá na próxima?” Algo me dizia que aconteceria de novo. E aconteceu. Em todos os pregões da semana passada, aconteceu a quebra do recorde nominal da arroba. E, como não tenho medo de previsões para o curto prazo, acho difícil ver isto de novo em pouco tempo.
4.2. A noticia de ontem
É “coisa ruim” para a economia… Aqui vai: saiu na segunda passada o relatório Focus prevendo crescimento do PIB de 1,9% para 2014 e de 5,89% para a inflação deste ano. Portanto, perspectivas inalteradas: baixo crescimento, apesar de positivo, e inflação persistente.
E mais para o final da semana, saiu um relatório do BC que é um indicativo para o resultado do PIB que será divulgado pelo IBGE no dia 27 deste mês. Ele aponta um crescimento de 2,57% para 2013, um pouco acima do previsto pelo mercado, mas sinistramente também aponta para a chamada recessão técnica, pois o índice de atividade econômica decresceu nos 2 últimos trimestres. Só falta esta, a recessão. Vamos aguardar o IBGE.
Enquanto isto, a “motoqueira do planalto” só fica vendo o “Peru crescer”, veja:
4.3. O que o “primo rico” veio fazer na festa?
Vamos analisar abaixo de maneira mais profunda os 7 maiores impactos do clima adverso (o nosso “primo rico”) no cenário da arroba do boi gordo de 2014. Vamos lá:
  1. Mudança do modo de terminação dos animais para abate: é simples. Igual ao tal “reposicionamento das aeronaves em solo” que escutamos nos aeroportos do Brasil. Ou seja, com menos água, haverá menos pasto e menor chance de engordar animais via pastagem. Ou seja, é possível que a procura por confinamento, tais como boiteis, parcerias, etc, aumente. É o que está ocorrendo nas Fazendas que temos contato. Talvez parte da produção de pasto seja terminada em cocho. As aeronaves (bois) vão decolar (serem engordados), mas uma parte delas por outra pista (modo de terminação, que não o pasto). Boa notícia para quem vende o serviço de engorda em cocho;
  2. Antecipação de bois em confinamento: consequentemente ao primeiro item e aliado ao preço interessante do mercado futuro, pode haver uma revoada de bois para dentro dos confinamentos de primeiro giro…
  3. Aluguel de pasto: boa notícia também para quem tem pasto para alugar. Simples também. Se a fazenda está com menos pasto e como este insumo não pode ser produzido num “estalar de dedos”, uma forma de compensar é “crescer a fazenda”, alugando algum pasto. A demanda cresceu muito nos últimos 15 dias;
  4. Venda de gado magro/gordo: esta é outra forma rápida de resolver o problema. Simples, igualmente aos demais pontos: interromper a terminação, vendendo parte do gado magro. Esta semana sentimos consistentemente aumento da oferta de lotes e chegamos a comprar, fato não programado. Boa notícia para quem quer (e pode) fazer reposição (caso não esteja enganado, o recorde do preço do bezerro na BMF ocorreu também nesta semana: R$ 883,34 para o MS, na terça-feira). Igual ao magro, quem tem gado gordo pode e deve fazer o mesmo. Mesmo porque há o binômio: necessidade de alívio de Fazendas + preço em alta. Será que a melhora de escala vista esta semana já não reflete isto?
  5. Queda de GPD e da capacidade de suporte das Fazendas: já tem pasto que está com cara de julho, eu mesmo vi isto esta semana. Quem está organizado não deve perder ganho de peso, apenas capacidade de suporte. Mas as Fazendas menos organizadas com relação à pastagem, perderão capacidade e também desempenho nos animais empastados.
  6. Qualidade de carne em queda: é provável que haja piora na qualidade da carne ofertada para o mercado consumidor, o que parece ser confirmado por contatos que temos. Tudo conspira para isto, quer seja em função de animais empastados estarem ganhando menos peso; quer seja em função de haver venda de animais semi acabados. Sinal amarelo, pois carne pior e cara, não é um bom sinal em termos de sustentabilidade de preço.
  7. Mercado de grãos: a BMF já sinaliza impacto no preço do milho, cujo contrato futuro tem subido muito nos últimos dias. Bem na hora que começamos a nos aproximar do momento que, historicamente, tem sido o melhor para fechar preços de dieta: março/abril.  Difícil prever o real impacto nas diárias, mas que haverá impacto, isto é certo;

Dizem que “7 é conta de mentiroso”… São 7 também os pecados capitais… E o oitavo pecado, qual poderia ser? Perder um bom preço de venda é um forte candidato.

Até o próximo, se assim Deus permitir…
Rodrigo Albuquerque
(@fazendaburitis / boicom20@gmail.com),
Trabalho feito a 4 mãos, com Ricardo Heise
(@boi_invest / r.heise@hotmail.com)

Brasil inicia 2014 com crescimento de 11,7% no volume de carne bovina exportada

Mês de janeiro registrou um total de 130,4 mil toneladas negociadas, somando US$ 555,8 milhões em faturamento
O mercado de exportação de carne bovina brasileiro abriu o ano de 2014 com o pé direito ao registrar um volume de exportação de 130,4 mil toneladas e faturamento de US$ 555,8 milhões. O crescimento foi de 11,7% em volume e 7,4% em faturamento na comparação com janeiro de 2013.
Clique no gráfico e confira a exportação de carne bovina no Brasil
Assim como aconteceu durante o ano passado, Hong Kong foi o principal mercado para a carne brasileira no primeiro mês de 2014, somando US$ 125 milhões (31 mil toneladas exportadas), seguido da Rússia, União Europeia, Venezuela e Irã.
Posição
País
Faturamento US$ (jan /2014)
Volume em toneladas (jan/2014)
1
HONG KONG
US$ 125.747.926,50
31.199,35
2
RÚSSIA
US$ 86.580.394,07
23.188,64
3
UNIÃO EUROPEIA
US$ 60.704.395,74
8.928,75
4
VENEZUELA
US$ 60.278.670,57
11.342,59
5
IRÃ
US$ 56.439.259,20
12.749,49
6
EGITO
US$ 55.281.382,79
16.642,79
7
CHILE
US$ 26.882.549,85
5.357,42
8
EUA
US$ 11.639.604,63
1.112,41
9
EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
US$ 7.722.945,83
1.556,42
10
ARGÉLIA
US$ 6.837.800,58
1.458,86
Na lista dos dez principais mercados da carne no mundo, destaque para o Irã, que teve um faturamento 11 vezes maior comparado ao mesmo período do ano passado, subindo de US$ 5,1 milhões para US$ 56,4 milhões.
“Temos uma expectativa bastante positiva para este país no decorrer do ano. Um sinal do potencial deste mercado é que, só em janeiro, os clientes iranianos já importaram mais de ¼ do total de todo o ano passado”, explica o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec, São Paulo/SP), Antônio Jorge Camardelli. Também mereceram destaque as expansões dos negócios com o Egito (incremento de 106%) e Emirados Árabes (57,8%).
A carne in natura também continua sendo a categoria de produtos brasileiros mais desejada pelos importadores em todo mundo, atingindo um faturamento superior a US$ 458,8 milhões.
Posição
Categoria
Faturamento US$
Volume (toneladas)
1
In natura
US$ 458.873.085,90
105.149,44
2
Miúdos
US$ 54.809.086,70
17.945,71
3
Industrializada
US$ 35.566.186,91
6.013,39
4
Tripas
US$ 5.385.047,13
1.151,70
5
Salgadas
US$ 1.209.138,00
234,79
“Este é o primeiro passo rumo a mais um ano de recordes para a exportação de carne brasileira, com a expectativa de atingirmos a marca de US$ 8 bilhões”, afirma Camardelli. Para atingir este número, a Abiec aposta na manutenção de seu status sanitário, assim como na abertura de novos mercados neste ano, como os Estados Unidos, por exemplo.
Fonte: Abiec, adaptado pela equipe feed&food.

Alta de 31,6% no preço do boi gordo no Rio Grande do Sul em quatro meses

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As cotações do boi gordo estão firmes até o momento no estado, que giram entre R$8,30 e R$8,50 por quilo da carcaça, a prazo, segundo os preços pesquisados pela Lance Agronegócios.
Isto representa uma alta de 31,6% de outubro a fevereiro, ou R$2,00/kg da carcaça. Este movimento de alta acontece após o pico de oferta durante a retirada dos animais de áreas de pastagem para entrada das lavouras de verão.
Porém, esta valorização foi mais forte este ano. Segundo levantamento da Scot Consultoria, considerando o mesmo período, nos dez anos anteriores, o aumento de preços foi de 7,3%, em média, sendo que o maior valor foi de 23,4% em 2010/2011.
O início do ano mais chuvoso que o normal também colabora para a firmeza nas cotações, já que o pecuarista consegue reter os animais pela boa disponibilidade de pasto, o que permite espera de preços melhores.
Ou seja, o cenário está mais favorável que de costume, mas cuidados devem ser tomados. Historicamente falando, há queda de 1,1% em março, ante fevereiro, na média de 2003 a 2012, devido ao incremento na oferta de animais que geralmente acontece.
O mais aconselhável é que o pecuarista faça vendas compassadas, já que o preço está firme e em alta. Esperar por valores ainda maiores pode ser arriscado, porque quando as cotações começam a cair, a tendência é que todo mundo queria vender, o que pressiona ainda mais o mercado.
Vale lembrar que está é uma análise baseada em dados de anos anteriores, não deve ser considerada como regra, e sim como mais um fator para embasamento na tomada de decisão.
Por Renato Bittencourt
Lance Agronegocios

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Terneiros a venda em Pelotas


TERNEIROS
Lote: 0217
Quantidade: 53
Peso Médio: 220
Sexo: Machos
Tipo idade: Anos
Idade: 1
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,50
Cidade: Pelotas
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Excelente lote de terneiros de ano, cruza Red Angus.Área de pouco carrapato.Castrados
Imagens do lote

Terneiros a venda em Rio Grande

TERNEIROS
Lote: 0219
Quantidade: 40
Peso Médio: 200
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 6-7
Raça: Cruza Angus
Animal: Terneiros
Valor: R$ 4,50
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Terneiros cruza Angus x Shorthorn, nascidos na primavera 2013. 25 mamando e 15 já desmamados. Conhecem carrapato.Inteiros.
Imagens do lote

Novilhas a venda em Rio Grande

NOVILHAS
Lote: 0223
Quantidade: 40
Peso Médio: 250
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Meses
Idade: 1,5
Raça: Cruza Angus
Animal: Novilhas
Valor: R$ 3,80
Cidade: Rio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Lote bem padronizado.Ótimo lote de novilhas. Conhecem carrapato.Algumas vacas na foto não fazem parte do lote.
Imagens do lote

Novilhas a venda em Dom Pedrito

NOVILHAS
Lote: 0224
Quantidade: 40
Peso Médio: 260
Sexo: Fêmeas
Tipo idade: Anos
Idade: 1,5
Raça: Cruza Européia
Animal: Novilhas
Valor: R$ 3,90
Cidade: Dom Pedrito
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Carrapateadas e conhecem Mio-Mio. Bom lote.
Imagens do lote

ANGUS TV - O CANAL OFICIAL DA RAÇA ANGUS

domingo, 16 de fevereiro de 2014

CNA e ABRAFRIGO se reúnem com BNDES para abertura de uma linha de crédito a pequenos e médios frigoríficos


Numa reunião agendada pela Presidente da CNA, Senadora Kátia Abreu e realizada na última quinta-feira (13) na sede do BNDES, a Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) encaminhou ao Banco sua solicitação de abertura de uma linha de financiamento específica para pequenos e médios frigoríficos, nas modalidades de capital de giro e capital fixo. Para o Presidente Executivo da entidade, Péricles Salazar, “estas empresas estão praticamente ausentes do mercado de crédito que, atualmente, só privilegia os grandes empreendimentos do setor”. Participaram da reunião os representantes da CNA Sr.Bruno Barcelos Lucchi e Rosimeire Cristina dos Santos, o Presidente Executivo da ABRAFRIGO Péricles Pessoa Salazar, o Presidente do Conselho de Administração da ABRAFRIGO, José João Batista Stival, o Superintendente da Área Agropecuária do BNDES, Marcelo Porteiro Cardoso, Jaldir Freire Lima, Chefe do Departamento de Agroindústria,  Carlos Alberto Vianna da Costa e Mariana Maia, também do banco estatal.
Segundo Péricles Salazar, ficou decidido que a CNA, ABRAFRIGO e o BNDES  realizarão uma reunião em Brasília com os técnicos do Banco e as empresas e Sindicatos filiados a ABRAFRIGO para que sejam apresentadas as linhas de financiamento bem como as formas de execução dos projetos, além da troca de informações.

fonte: ABRAFRIGO

sábado, 15 de fevereiro de 2014

COMPRA DE NOVILHOS

INFORMAMOS, QUE ESTAMOS INTERMEDIANDO NA REGIÃO, A COMPRA DE NOVILHOS EUROPEUS PARA JBS.
MAIORES INFORMAÇÕES COMO PESO, EXIGÊNCIAS, CONDIÇÕES DE PAGAMENTO, ETC ENTRAR EM CONTATO COM LUND PELOS FONES 053.99941513 ou 81113550


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

As projeções do Mercado Futuro

por Multitrade
A bolsa de mercadorias e futuros (BM&F) basicamente funciona intermediando as negociações entre pessoas querendo comprar contratos (em nosso caso de bois) e outras querendo vender. E podemos interpretar da mesma maneira como qualquer outro produtor, quem compra um contrato é por que acha que o valor dele está barato e quem vende acha que está caro. Assim quem compra acha que vai subir o preço e quem vende acha que vai cair.
Então os agentes do mercado futuro estão constantemente fazendo projeções para os preços da arroba, tentando entender os movimentos no mercado físico e as previsões de oferta e demanda, para tentar saber se um contrato está caro ou barato para determinado mês de vencimento.
Quando a maior parte das pessoas que operam este mercado estão achando que a arroba está barata para determinado mês, entra mais gente interessada em comprar do que vender, então a arroba sobe. Mas ela se valoriza até um momento que começa a ficar caro, então entra mais gente querendo vender e assim ela se estabiliza ou volta a cair.
Mas como o mercado não consegue prever com muita facilidade a quantidade real de oferta de animais para os meses mais longos, ele se baseia bastante no que esta acontecendo no atual momento do mercado físico e pelo histórico de anos anteriores. Caso a arroba esteja subindo em determinado momento, o mercado futuro ficará otimista e além de subir o contrato com vencimento mais curto, ele também valoriza os contratos com vencimentos mais longos. O contrário também acontece e quando a arroba começa a cair no físico, cai mais ainda nos vencimentos mais longos. Com maior ou menor intensidade dependo da época.
Atualmente, vivemos no mercado futuro um momento de extremo otimismo para todos vencimentos de 2014. Este otimismo realmente tem um balizamento concreto pela atual falta de animais para o abate e as expectativas de um ótimo consumo externo durante todo o ano. Com uma possível melhora no consumo interno devido à Copa do Mundo e Eleições presidências. Mas como dissemos anteriormente, este otimismo pode perder força caso em algum momento o mercado perceba uma melhora pontual na oferta de animais. O que não deverá acontecer no curto prazo, mas no médio prazo é bastante provável.
Então mesmo o pecuarista que não tem animais prontos para vender neste momento, pode aproveitar para negociar parte dos seus animais no mercado futuro que anda bastante otimista e garantir uma boa rentabilidade para o seu negócio. E lembre-se, é melhor vender quando está caro do que quando está barato. Então quando achar que um preço já é bastante interessante, realize o lucro e não corra o risco do prejuízo.
Pensem nisto!

O QUE O MERCADO FUTURO ESTA VENDO ESTA SEMANA
  • O mercado futuro continua muito otimista para os próximos meses, balizado na atual falta de oferta de animais;
  • Com as escalas de abate no estado de SP em torno de 3 dias não possibilita nenhuma tentativa de recuos nos preços por parte das indústrias frigoríficas;
  • Com os estoques pequenos de carne e bem ajustados, as indústrias tem conseguido manter suas margens, o que tem sido benéfico também para as cotações do boi gordo;
  • O mercado começa a acreditar que a carência de bois para o abate deverá se manter por todo o ano e em contra partida o consumo interno deverá ajudar mais ainda em 2014;
  • Hoje o futuro já precifica uma alta de mais R$2,00 no indicador ESALQ/BM&F até o final do mês. O contrato de fevereiro é cotado à R$119,65/@ neste momento;
  • Já para os próximos 3 meses as cotações são um pouco mais baixas, mas mesmo assim ainda é maior que o atual indicador. Mostrando como os agentes deste mercado estão bastante otimistas para este ano;
  • O contrato mais negociado com vencimento no segundo semestre (out/14), já é cotado à R$124,35. A diferença entre o outubro e o maio tem girado em torno de R$7,00;
  • As previsões são para o retorno das chuvas ainda neste final de semana nas principais regiões afetadas nos últimos meses pela forte estiagem. Mas isso não deverá resolver o problema de oferta no curto prazo.
Fico por aqui, qualquer dúvida ou discussão estamos à disposição.
Grande abraço!
Guilherme Reis

Principais indicadores do mercado do boi – 14-02-2014

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.05.38
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou alta de 0,11%, nessa quinta-feira (13) sendo cotado a R$ 117,76/@. O indicador a prazo foi cotado em R$ 118,87.
A partir de 2/jan/12 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.24.49
O indicador Esalq/BM&F Bezerro apresentou baixa de 0,23%, cotado a R$ 879,31/cabeça nessa quinta-feira (13). A margem bruta na reposição foi de R$ 1063,73 e teve valorização de 0,39%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.25.12
Na quinta-feira (13), o dólar apresentou alta de 0,63% e foi cotado em R$ 2,42. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,52% sendo cotado a US$ 48,60. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 13/02/14
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.26.09
O contrato futuro do boi gordo para mar/14 apresentou alta de R$ 1,01 e foi negociado a R$ 119,31.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para mar/14
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.25.34
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$ 115,53. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de – R$ 2,23 e sua variação apresentou baixa de R$ 0,38 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.05.49
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
Captura de Tela 2014-02-14 às 08.26.00
fonte: Beefpoint

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CADASTRO AMBIENTAL RURAL - CAR


Criado pela Lei 12.651/2012 o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um ato declaratório de âmbito nacional e obrigatório para todos os imóveis rurais. Só no estado do Rio Grande do Sul serão aproximadamente 441 mil imóveis rurais que deverão ser cadastrados. O CAR tem a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo uma base de dados para o controle, o monitoramento, o planejamento ambiental e econômico e o combate ao desmatamento. O prazo para o cadastramento é de 01 ano, contando da data de sua implantação, prorrogável por mais um, e a partir de 28 de maio de 2017 será obrigatório para o produtor ter acesso ao crédito rural nas instituições bancárias.
É de total responsabilidade do proprietário rural as informações declaradas, que são elas: identificação do proprietário/posseiro, comprovação da propriedade/posse, dados do imóvel, localização georreferenciada do imóvel, bem como o detalhamento das áreas de preservação permanente (APP), reserva legal (caso houver), áreas de remanescente de vegetação nativa, áreas consolidadas, entre outras. A data base para estas informações é 22 de julho de 2008, ou seja, o proprietário terá que informar como estava a propriedade nesta data.
A demarcação do perímetro da propriedade e o detalhamento interno da mesma serão executados a partir de imagens de satélite do ano de 2011, após, o CAR será encaminhado ao Órgão Ambiental competente que fará um comparativo com imagens de satélite de 2008. Caso tenham ocorrido mudanças o proprietário terá que comprovar a legalidade das mesmas. Por exemplo, se ocorreu um descapoeiramento após 22 de julho de 2008, o proprietário terá que comprovar mediante alvará de licenciamento a legalidade do fato, caso contrário poderá ocorrer multa pela infração.
Para as propriedades de até 04 módulos fiscais, ou seja, aquelas que se enquadram no PRONAF, assentamentos de reforma agrária, terras indígenas e comunidades tradicionais o CAR será feito de forma gratuita pelo poder público. Para as áreas acima de 04 módulos o próprio produtor poderá cadastrar, ou contratar assistência técnica para efetuar o cadastro.
Como vantagens para os produtores rurais podemos citar a comprovação da regularidade ambiental, a segurança jurídica, o acesso ao crédito, o planejamento da propriedade, bem como acessar certificações de mercado buscando agregar valor ao seu produto.

por Cristiano Costalunga Gotuzzo
Engº Agrônomo – CREA/RS 131395 –
Instrutor do SENAR
Proprietário da Empresa GEOPLAN