quinta-feira, 10 de maio de 2018

Uruguay: Exportaciones en pie se triplicaron en el primer cuatrimestre


Las ventas de ganado en pie en abril totalizaron US$ 29 millones, se multiplicaron por nueve con respecto al mismo mes de 2017. Turquía fue el único destino de estas exportaciones en el mes, con más de 46.800 cabezas. Con las que acumula casi 110 mil en el primer cuatrimestre, tres veces más que las 36 mi del mismo período del 2017.

En el primer cuatrimestre del año las exportaciones en pie de Uruguay se triplicaron, pasaron de US$ 24 millones a casi US$ 70. Turquía es el destino de más del 80% de las ventas, seguido por Irak y Egipto con el 13% y 6% respectivamente.

Las ventas de ganado en pie posicionaron a Turquía como el tercer destino en importancia de las exportaciones totales en abril. Representaron tres cuartos de las exportaciones totales. Además, según el informe de exportaciones de Uruguay XXI, estas ventas indujeron la exportación de US$ 3 millones de ración para estos animales.

La principal empresa exportadora fue Gladenur S.A. (con una participación de 75%), seguida de Olkany S.A. (19%), Jawan S.A. (4%) y Escoltix S.A. (2%).

Fonte: Blasina y Asociados

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Rabobank: Confira principais previsões para o mercado de carne bovina

O índice Rabobank Seven-Nation Beef subiu durante outubro e novembro, impulsionado por melhorias nos preços do gado nos Estados Unidos:
TPP
A versão de 11 membros da Parceria Trans-Pacífico (TPP) deverá gerar ganhos para os países exportadores de carne bovina Austrália, Nova Zelândia, México e Canadá – através de tarifas reduzidas no principal importador mundial de carne bovina do Japão, além de tarifas reduzidas em países importadores menores como Chile, Vietnã e Peru.
China abre mais mercado de carne bovina para o mundo
A China está permitindo mais importações de carne bovina e países importadores, intensificando a concorrência no mercado. O acesso à carne bovina resfriada foi concedido para a Argentina – o quarto país depois da Austrália, dos EUA e da Nova Zelândia a receber tal acesso.
Em carne bovina congelada, a Bielorrússia obteve aprovação e duas instalações foram oficialmente credenciadas em janeiro. A China também assinou um protocolo para a importação de carne bovina da França e do Reino Unido, e provavelmente iniciará embarques nos próximos meses.
Além disso, o primeiro carregamento de gado vivo do norte da Austrália – principal região de exportação de gado vivo – chegou em janeiro. Este barco é a indicação mais forte de que um comércio de gado vivo pode se tornar mais permanente.
Acordo entre Mercosul e UE
Uma nova proposta para permitir que os países do Mercosul enviem 99.000 toneladas de carne bovina para a UE com tarifas mais baixas foi apresentada como parte dessa longa discussão comercial. Este é um volume significativo, dado que as importações totais de carne bovina da UE nos últimos dois anos foram entre 204.000 toneladas e 270.000 toneladas.
O Brasil, a Argentina e o Uruguai já são os principais fornecedores da UE (responsáveis por 63% do total das importações da UE) – o Brasil sozinho respondeu por 107.000 toneladas em 2017. Os negociadores do Mercosul estão aparentemente buscando um aumento, para 150.000 toneladas. Esse impasse pode prolongar ainda mais as discussões, que já correm o risco de atraso devido às eleições brasileiras.
Produção dos EUA parece ainda mais forte
As previsões no final de 2017 foram de que a produção de carne bovina dos EUA vai crescer mais de 3%, ou um adicional de 360.000 toneladas. No início de 2018, com números atualizados de bovinos, condições favoráveis de mercado, e dado que grandes áreas dos EUA estão em seca, os aumentos de produção foram revistos em até cerca de 5%, ou cerca de 700.000 toneladas.
Brasil
O Rabobank estima que a produção brasileira de carne bovina aumentará em cerca de 5% durante 2018, reforçada por um número crescente de vacas que serão descartadas devido à queda dos preços dos bezerros.
Depois de ter diminuído 8% durante o primeiro semestre de 2017, as exportações brasileiras de carne bovina se recuperaram e terminaram 2017 mais do que 9%, em volume, em relação a 2016. Além disso, os preços médios de exportação também aumentaram 4%.
Hong Kong foi o principal destino em 2017, comprando mais de 350.000 toneladas de carne bovina do Brasil, um aumento de cerca de 25% em relação a 2016. A China foi o segundo maior comprador de carne bovina brasileira, importando mais de 210.000 toneladas: quase 30% mais do que em 2016.
O PIB do Brasil deve aumentar entre 2% e 3% em 2018, o que, por sua vez, deve apoiar uma recuperação consistente do consumo doméstico de carne bovina. Alguma demanda adicional será mais do que bem-vinda, à medida que uma oferta adicional – estimada em cerca de 400.000 toneladas – deverá estar disponível em 2018, quando a produção total de carne bovina brasileira deverá ultrapassar 9,8 milhões de toneladas.
Os frigoríficos se beneficiarão de maior produtividade e melhor utilização da capacidade resultando em custos fixos mais baixos em 2018. Do lado do produtor de gado, a maior disponibilidade de gado para engorda também deve resultar em menores custos. No entanto, o ritmo da recuperação do consumo local será fundamental na definição dos preços do gado vivo.
Oceania
Os impactos sazonais estão novamente impulsionando o mercado australiano. Com as condições mais secas entre janeiro e fevereiro, a demanda do produtor diminuiu e os preços caíram.
As previsões do tempo não são muito fortes para as chuvas que poderiam reduzir a seca e que estimulariam a demanda de reabastecimento em Queensland. Assim, os preços podem continuar caindo no primeiro trimestre.
O abate de bovinos em 2017 foi 2% menor que em 2016, com 7,2 milhões de cabeças. Os números foram mais fortes no segundo semestre do ano, com os abates sendo5% maior do que o período correspondente em 2016, ilustrando que a manutenção de ações para a reconstrução estava diminuindo e – à medida que o rebanho se reconstrói – mais animais chegaram ao mercado.
As exportações em 2017 refletiram o aumento da produção, que subiu 3%, para 1,01 milhão de toneladas. As exportações de gado vivo (engorda e abate) em 2017 foram 22% menores do que em 2016, com 760.466 cabeças.
As condições de seca em Queensland – que respondem por 40% do rebanho australiano – atrasarão o processo de reconstrução e limitarão o crescimento da produção até 2018.
Na Nova Zelândia, o abastecimento interno mais apertado e a melhoria do retorno das exportações ajudarão a sustentar os preços do gado. No entanto, o fortalecimento do dólar neozelandês em relação ao dólar americano desde o início de dezembro (quase 6%) continua a criar ventos contrários para os processadores. Consequentemente, o Rabobank espera que os preços permaneçam relativamente estáveis nos próximos três meses.
Os abates totais na Nova Zelândia nos primeiros três meses da temporada 2017/18 (out-dez) foram 15,5% maiores do mesmo período do ano passado. Desde dezembro, a maioria das principais regiões produtoras de gado tem recebido chuvas significativas, restaurando os níveis de ração e reduzindo a oferta de gado para os processadores.
Embora os preços de abate tenham diminuído um pouco no trimestre, os preços permaneceram relativamente firmes, apesar do forte aumento da produção doméstica.
A maior produção resultou em um aumento de 18% nas exportações no quarto trimestre de 2017. Combinado com fortes valores médios, o valor das exportações aumentou 29% em relação ao ano anterior.
UE
Estima-se que a oferta de carne bovina da UE aumente em 2018, devido a pequenos aumentos na produção e nas importações. Embora os preços na UE sejam variáveis, o Rabobank espera que os preços médios de 2018 sofram mais pressão.
A produção de carne bovina estabilizou em 2017, após vários anos de expansão. A oferta total da UE para 2017 foi estimada em 26,5 milhões de cabeças, ou 7,8 milhões de toneladas, um pouco abaixo do nível recorde de 2016.
As exportações e importações de carne bovina estavam perto do equilíbrio em 400.000 toneladas em 2017. Quase 75% das importações são provenientes da América do Sul e, em 2017, Argentina e Uruguai ganharam participação de mercado às custas do Brasil.
As negociações comerciais UE-Mercosul poderiam levar a um aumento dessas importações. Além do comércio de carne bovina, as exportações de animais vivos aumentaram 7%, para 1 milhão de cabeças, em 2017.
O consumo de carne bovina da UE vem caindo. No entanto, no sul da Europa – especialmente na Espanha e na Itália – o atual otimismo econômico sinaliza uma potencial demanda crescente por carne bovina.
China
O mercado chinês de carne bovina teve um forte desempenho nos últimos trimestres. Isso é refletido pelos constantes preços ao produtor desde agosto.
O preço de varejo da carne bovina também aumentou, em comparação com outras carnes.Em janeiro, o preço de varejo da carne bovina foi 2,5 vezes maior do que o da carne suína e 3,4 vezes maior do que o da carne de frango. Em janeiro de 2017, a diferença foi de 2,2 vezes e 3,3 vezes, respectivamente. A carne ovina, que é o substituto para a carne bovina, também registrou aumentos mais fortes nos preços nos últimos trimestres.
Os baixos volumes de produção causados por dois anos de seca no norte da China sustentaram os fortes preços da carne bovina e ovina. Além disso, a saída de pequenos e médios produtores de leite, motivada pela falta de rentabilidade, também contribuiu para o declínio da oferta de gado. Dado o longo ciclo de produção, espera-se que a oferta local de carne bovina seja limitada durante 2018.
Em 2017, as importações oficiais de carne bovina da China aumentaram em 20%, chegando a 695.000 toneladas. A competição entre exportadores sul-americanos tem sido intensa. O Uruguai superou o Brasil nos primeiros 11 meses, mas perdeu a primeira posição para o Brasil no último mês. Os dois países têm participações muito próximas nas importações totais da China em 2017, com o Brasil exportando 197.000 toneladas. A Argentina apresentou o maior crescimento, aumentando as exportações para a China em 66% em 2017.
A Argentina terá mais oportunidades em 2018, agora foi aprovada pela China para fornecer carne fresca refrigerada. Em 2017, os EUA e a Nova Zelândia obtiveram acesso ao mercado chinês de carne resfriada, que anteriormente só era acessível à Austrália. Devido aos altos preços, as importações da Austrália diminuíram 14% em 2017. No entanto, a Nova Zelândia apresentou um forte crescimento e, como resultado, o total de importações de carne resfriada caiu apenas 4% em relação ao ano anterior. Devido à tendência de premiumização no mercado consumidor chinês, espera-se que as importações de carne resfriada aumentem em 2018.
Estados Unidos
Os mercados de gado dos EUA iniciaram 2018 com otimismo cauteloso. 2017 terminou como o segundo ano mais rentável para os produtores de gado dos EUA – e, pelo menos para o primeiro trimestre de 2018, o impulso do mercado continua.
A expansão mais lenta que o esperado em 2017 e a pesada carga inicial de gado confinado criam uma oferta mais apertada do que o esperado e uma perspectiva de mercado mais brilhante para o segundo semestre de 2018. Os preços do gado no acumulado do ano estão em , ou acima, dos níveis esperados, apoiados por uma continuação da demanda sólida tanto no mercado interno quanto no externo.
Embora o tom do mercado tenha iniciado o ano com bases sólidas e continuação da lucratividade em todos os setores, há uma série de obstáculos potenciais que podem se tornar problemáticos à medida que o ano se desenrola.
Em primeiro lugar na lista de preocupações estão as condições de seca. Atualmente, existem 27 estados que estão mostrando vários graus de estresse hídrico. A população de vacas desses 27 estados é 31,4 milhões de cabeças, 76% da população de bovinos dos EUA.
Outras áreas que precisam de observação atenta são o risco de aumento dos pesos das carcaças. Atualmente, o número de animais confinados cresceu 8% em relação a um ano atrás. Devido à seca, as colocações nos confinamentos estão grandes e devem diminuir até o primeiro semestre do ano.
O fornecimento de boi gordo para o primeiro semestre do ano está definido – mas com uma boa disponibilidade de grãos a preços muito atraentes, será extremamente importante evitar o excesso de peso das carcaças para manter a produção total de carne bovina em níveis administráveis.
A outra incerteza no mercado são os incógnitas da política comercial dos EUA. As negociações do NAFTA estão em andamento, mas demoram para progredir. Ainda há discussão sobre a reabertura do KORUS, as tarifas ainda são um problema com o Japão e, houve comentários de que os EUA poderiam aderir ao TPP se as condições estivessem certas.
Canadá
O Canadá continua sendo um mercado cheio de sinais mistos. As condições de seca em uma parte do oeste do Canadá e a dificuldade em encontrar pastagem têm limitado os planos de expansão no setor. O rebanho de gado canadense, incluindo o número de vacas, continua estável ou marginalmente menor.
Ao mesmo tempo, a fraqueza do dólar, os preços atraentes do grão, a forte demanda por carne bovina e o aumento das exportações de carne bovina e de gado de corte significaram que a demanda por gado tem sido excepcional.
Isso se refletiu na redução das exportações de gado para engorda para os EUA – queda de 33% em 2017 – e forte demanda por bezerros (até 100.000 cabeças de bezerros dos EUA foram exportadas para o Canadá em 2017).
Como resultado, a base de boi gordo canadense tem sido incrivelmente forte – tanto na comparação entre os preços do animal vivo do Canadá e nos EUA, quanto no preço vivo do Canadá para os futuros de gado vivo da CME. O aumento na base foi impulsionado pela demanda agressiva dos frigoríficos por boi gordo.
Os níveis básicos têm sido tão fortes que isso causou preocupações de uma bolha que deixa o mercado de gado canadense vulnerável a uma correção de preços acentuada.
Tem havido um aumento no consumo de carne bovina per capita. Ao mesmo tempo, as exportações de gado e carne para os EUA continuam fortes, assim como as exportações de carne bovina para outros destinos.
Indonésia
As importações de bovinos para engorda em 2018 devem chegar a 500.000 cabeças, estável com relação ao ano anterior, com uma série de direcionadores chave. Em primeiro lugar, a demanda sazonal do Ramadã e Idul Adha vai impulsionar os números de importação nos primeiros meses de 2018.
Em segundo lugar, um possível alívio nos preços do gado australiano apoiaria as margens de confinamento. A demanda emergente da China por gado para abate proveniente de áreas livres da língua azul é uma ameaça, mas inicialmente não se espera que coloque pressão restritiva sobre a disponibilidade de gado para engorda.
México
A expansão do rebanho deverá continuar até 2018, com o programa do governo para repovoar o rebanho tendo um impacto positivo. Além disso, os bons preços incentivaram a reprodução continuada do gado em operações de cria. No entanto, nem todos esses bovinos permanecem no México – o resultado é que a expansão do rebanho poderá desacelerar e afetar a produção nos próximos anos.
A produção de carne bovina aumentou em 2017, atingindo 1,92 milhão de toneladas, um aumento de 2,5%. Espera-se que a produção de carne cresça, com mais gado disponível para abate e aumento dos peso. Em 2018, a produção deverá aumentar em cerca de 47 mil toneladas, para 1,96 milhão de toneladas, um aumento de outros 2,5%.
O consumo interno deverá crescer em 1,6% em 2018, impulsionado principalmente por grupos de renda mais elevados. As exportações mexicanas deverão aumentar em mais 20.000 toneladas, para chegar a 300.000 toneladas em 2018. Mas pode haver incentivos para exportar ainda mais, com interesse renovado e a possibilidade de a Rússia começar a importar carne bovina do México em 2018. O México continuou a ser um exportador líquido de carne bovina em 2017, exportando 280.000 toneladas de carne bovina, importando 206.000 toneladas.
Blockchain
As aplicações da tecnologia blockchain estão sendo amplamente desenvolvidas na indústria de alimentos. Embora muitas das primeiras aplicações tenham sido motivadas pelo desejo de aumentar a rastreabilidade e a transparência, com foco na segurança alimentar, existem oportunidades na cadeia de fornecimento.
Em sua forma mais simples, blockchain é uma plataforma digital que armazena, facilita e verifica transações entre usuários. Transações ou blocos são registrados em um registro compartilhado. Entidades individuais, como produtores ou processadores, possuem sua própria cópia do registro, que é conectada a milhares de outros registros da rede. Quando uma transação é feita, um novo registro (ou bloco) é criado e verificado pela rede e adicionado ao blockchain. Isso permite interações seguras e quase instantâneas entre as empresas.
O fundamento do blockchain é que ele permite a rastreabilidade das informações na cadeia de valor, simplificando drasticamente o processo de verificação da origem do produto, atributos de qualidade e práticas de produção e processamento. Isso oferece enormes possibilidades em um mundo no qual os consumidores desejam produtos seguros e de alta qualidade e aumentam a visibilidade de atributos e práticas ao longo da cadeia de suprimentos.
Além de seu uso nas indústrias de alimentos, a ferramenta pode ser usada também na área de produção. Por exemplo, interoperabilidade do blockchain o torna superior às soluções atuais de compartilhamento de características genéticas, tornando mais simples acompanhar o desempenho produtivo. Uma cadeia incluindo, entre outros, o produtor, o confinamento, o produtor e a organização genética poderiam compartilhar o desempenho e verificar os valores genéticos, que são todos transferidos em tempo real na transação.
A abordagem do registro compartilhado do blockchain simplifica drasticamente os processos de burocráticos, como a reconciliação de transações e a geração de relatórios: um benefício para os processadores/frigoríficos de carne bovina e para os produtores.
Para obter valor, o blockchain exige o envolvimento de todas as partes interessadas ao longo da cadeia de valor. Mas ilustrar valor e calcular uma distribuição adequada de custos e benefícios pode levar um tempo considerável – e isso continua sendo a maior barreira à adoção em larga escala.
No caso da demanda por blockchain ou da utilização de blockchain liderada pelo varejo, os produtores e os que estão na cadeia de fornecimento podem se sentir encorajados a participar da blockchain – e serão os primeiros a adotar a tecnologia que se beneficiará dos prêmios e eficiências iniciais.
Fonte: Rabobank, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

sábado, 21 de abril de 2018

Ventas de ganado en pie a Turquía son “fluidas” y con “precios buenos”

Continúan las búsqueda de nuevos mercados.

Embarque de ganado en pie en el Puerto de Montevideo, exportacion de ganado vacuno, ND 20141027, foto Agustin Martinez
Las exportaciones de ganado en pie a Turquía “están fluidas”, pese a que las compras son realizadas por el gobierno turco y eso “no simpatiza” a varias empresas que operan en Uruguay, dado que “se manejan con megacontratos para una o dos empresas que terminan dominando el mercado y los embarques”, contó a Rurales El País Rodrigo González, presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en Pie.
Pese a esta situación poco cómoda para algunos exportadores, González reconoció que las empresas que venden actualmente al gobierno turco “se mueven en un mercado que está fluido y con precios que son considerados buenos para el momento”.
Explicó que esta relación con Turquía ha llevado a que las empresas que no logran contratos empiecen a buscar alternativas en otros mercados. “Los exportadores vivimos buscando mercados (…) Nos llegan solicitudes pero no son opciones similares a Turquía, que con una demanda de un millón de cabezas anuales Uruguay coloca entre el 25 a 30%. Tener ese negocio con otros mercados no resulta tan fácil”, señaló González.
El Departamento de Agricultura de los Estados Unidos (USDA, por sus siglas en inglés) había estimado en octubre del año pasado que Turquía importaría unas 700.000 cabezas en 2018, unos 200.000 animales menos versus las compras oficiales del 2017. Sin embargo, en su informe de abril elevó la demanda a 1,15 millones de vacunos, 250.000 reses más que en el año pasado.
El presidente de la Unión de Exportadores de Ganado en Pie aseguró que Turquía puede alcanzar esa importación pero afirmó que “todo puede pasar” con las colocaciones de Uruguay, entendiendo que podría existir una oportunidad para concretar la venta de más animales a ese país. “Depende de si las compras la sigue realizando el gobierno y de si las empresas quieren continuar vendiendo a precios más bajos de los que podrían alcanzar con el sector privado”, cerró.

fonte: El Pais

Turquía importará 250.000 vacunos en pie más en 2018, según el USDA

Compraría unas 1,15 millones de cabezas, en 2017 demandó 900.000 vacunos vivos.

Exportación de ganado en pie. Carga de barcos. Foto: archivo El País.
El Departamento de Agricultura de Estados Unidos (USDA, por sus siglas en inglés) actualizó su reporte anual de producción y comercialización mundial de carnes y animales en pie, y proyectó un incremento en las importaciones turcas de ganado en pie.
El USDA había estimado en octubre del año pasado que Turquía importaría unas 700.000 cabezas en 2018, unos 200.000 animales menos versus las compras oficiales del 2017. Sin embargo, en el reporte de abril elevó la demanda a 1,15 millones de vacunos, 250.000 reses más que en el año pasado.
Rafael Tardáguila, director de Faxcarne, comentó a Rurales El País que de cumplirse estas proyecciones “sería algo muy significativo para Uruguay”, que ha venido aumentando los volúmenes de exportación en los últimos años y también se refleja en los primeros meses del 2018.
Explicó que la Unión Europea es el principal proveedor de animales vivos a Turquía; y según el USDA, éstos elevarían las expectativas de exportación en unos 140.000 vacunos más. En segundo lugar, aparecen Australia y Brasil, pero no se prevé una oferta con grandes crecimientos. “De algún lado deben de salir esos animales y ahí puede estar la oportunidad para Uruguay”, comentó Tardáguila.
Comercio. El analista de mercados dijo que el primer trimestre del año fue “más intenso” para las exportaciones uruguayas de ganado en pie. De acuerdo a los datos de Aduanas, en ese período salieron del puerto de Montevideo unos 63.000 vacunos, un 58,7% frente a los mismos meses del año pasado que sumaron 26.000 reses.
fonte: El Pais

Uruguay - Plazarural vendió 54.603 vacunos en el último mes


En el segundo remate de abril fueron 17.559, el 86,5% de la oferta.

Logrando dispersar 17.559 cabezas, el 86,5% de lo ofertado, Plazarural cerró un mes extraordinario. En los últimos 30 días el grupo ofertó 66.539 vacunos, de los cuales vendió efectivamente 54.603.
“Fue un desafío grande con las más de 21 mil reses que el consorcio ofreció en su segundo remate del mes, con mucha incertidumbre por lo que pasa con la agricultura y la falta de agua en el país”, analizó Alejandro Zambrano Zerbino.
El presidente de Plazarural dijo que luego de un inesperado primer día, “donde los negocios cortos sorprendieron al mercado” (se vendieron casi 4.000 terneros a US$ 2,17); ayer se vio un mercado más corriente en la ternera “manteniendo el promedio de US$ 1,78, pero mejorando la expectativa en el resto, incluso en los preñado con casi 75% de ventas de la voluminosa oferta a un buen promedio de US$ 525 .
Zambrano aseguró que la dinámica quedó claramente reflejada “por la puntualidad en que se condujeron las ventas en todo momento y la cantidad de gente que participó en vivo desde el hotel Cottage (con sorteo de premios entre todos los asistentes).
Y así, dijo, “Plaza demostró una vez más la fortaleza del sistema de ventas, casi que único en el mundo, que alcanzó valores de referencia difíciles de conseguir en negocios en el campo”.
Muy bueno.
El Ing. Fernando Indarte Gianoni destacó la “altísima colocación de terneros enteros y destetados “, así como las vacas invernada, “con gran mercado siguiendo el mercado del ganado gordo”. Dijo que estos negocios cortos, así como el novillo grande, “que estuvo muy demandado para encerrar”.
En todas las hembras, el Ing. Indarte sostuvo que influyó significativamente la calidad de los ganados. “Fueron bien vendidos los ganados preñados de buena clase teniendo en cuenta que paren en primavera”. En esta categoría, resaltó que el máximo fue por lote Hereford de la liquidación de Catalogne en Salto”.
Para Indarte, el resultado de este remate, “es una muestra más de la dinámica que está teniendo la ganadería, tanto en faena, como en reposición”.
Dentro de ello dijo que “el negocio más corto subió, de la mano de la suba del gordo, con expectativa que se valorice”.
Y en la cría, “los ganados definidos cotizaron, lo que se enmarca en la clara apuesta a la calidad de la cría y es bueno”.
Indarte analizó que “es una de las primeras veces que, en un traspié climático, los ganados cotizan” y mencionó que afuera hay demanda por lo que la industria faena todo lo que hay y eso le da dinámica”. Y con la reposición igual, “mucha tecnología nueva, la gente tiene menos pereza de dar ración y se superan estos momentos difíciles como los de ahora. La gente puede ajustar carga sin malvender el ganado, sino todo lo contrario”, expresó.
fonte: El Pais

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Exportação brasileira de bovinos vivos chega a 143,2 mil cabeças em 2018


Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em março o Brasil exportou 45,2 mil cabeças de bovinos vivos, com faturamento total de US$34,54 milhões
Em relação ao mesmo período do ano passado, a quantidade e o faturamento foram 19,3% e 25,5% maiores, respectivamente. Os animais tiverem como destinos a Turquia (33,0 mil cabeças), o Líbano (9,3 mil cabeças) e a Jordânia (2,8 mil cabeças). Atualmente, a Turquia é a principal compradora de bovinos vivos do Brasil. No primeiro trimestre do ano, foram enviados 102,9 mil bovinos vivos para o país, o que corresponde a 71,9% do total exportado pelo Brasil no período.
MDIC

Feira de Terneiros de outono foi um sucesso, na terça-feira


Aconteceu, na terça-feira (dia 17), às 16h, no parque de exposições Francisco Simões Pires, do sindicato Rural de São Sepé, a Feira de Terneiros de Outono, com realização da Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte (ANPTC Sul).
Na oportunidade, foram comercializados 865 animais, sendo um remate de pista limpa. O preço médio ficou na casa de 5,70 o quilo, e o peso médio foi de 178. Houve, ainda, premiação por categorias.
(Foto: Gabriel Haag)
O evento se repete na semana que vem, no mesmo horário e local, porém, para a comercialização de fêmeas (terneiras e vaquilhonas). A previsão é de que 800 animais sejam ofertados.
Confira, abaixo, a relação de premiações:
Jurados:
-Presidente do núcleo, José Rodrigues Santini, e, o pecuarista e agricultor Luis Augusto Soares;
Entrega por: presidente do núcleo, Cidinei Scherer.
Segundo melhor lote de terneiros:
Brinco: 80;
Mangueira: 42;
Proprietário: Luiz Fernando Xavier Lenz;
Entrega por: Renato Mota.
Lote mais homogêneo:
Brinco: 68;
Mangueira: 11;
Proprietário: Vera Kessler e filhos;
Entrega por: Flávio Martins;
Lote mais pesado:
Brinco: 38;
Mangueira: 31;
Proprietário: Amélia de Melo Cunha;
Entrega por: presidente do sindicato Rural de São Sepé, José Aurélio Silveira;
Melhor lote de terneiros:
Brinco: 38;
Mangueira: 31;
Proprietário: Amélia de Melo Cunha;
Entrega por: presidente do sindicato Rural de São Sepé, José Aurélio Silveira;
Por Gabriel Haag (com fotos: Luís Carlos Machado e Gabriel Haag)
Da redação | Grupo A Palavra

terça-feira, 17 de abril de 2018

Rebanho bovino por região


Centro-Oeste lidera em número de cabeças, mas região Norte vem surpreendendo no crescimento

Marina Zaia
O Centro-Oeste é a região com a maior produção de bovinos. Tendo essa informação como base, o que esperar dos rebanhos estaduais desta região nos próximos anos? Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul manterão a elevada produção do Centro-Oeste?
O maior rebanho é o do Mato Grosso, composto por 30,2 milhões bovinos (figura 1), segundo dados do último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2016.
Desde 2010 a quantidade de cabeças do rebanho deste estado aumentou 5,4%, e a produção de carne subiu 17,8%, alcançando a marca de 1,2 mil toneladas. Esse número pode ser interpretado como resultado do investimento em intensificação da produção.
Nos outros estados do Centro-Oeste, o rebanho caiu 2,5% no Mato Grosso do Sul e aumentou 7,2% em Goiás. Goiás ultrapassou o Mato Grosso do Sul em quantidade de cabeças de bovinos.
Figura 1.
Rebanho bovino por estado em milhões de cabeças.

O aumento da participação de fêmeas no abate de bovinos foi um dos fatores de redução do rebanho em regiões do Centro Oeste.

Contudo, o crescimento e intensificação da atividade pecuária acabou reduzindo o efeito do abate de fêmeas.

Olhando para a figura 1, não imaginamos que há muita história para ser contatada sobre esse retrato da pecuária e que houve um caminho percorrido por cada estado para chegar nestes patamares. Frente a esse cenário, alguns estados merecem destaque.

De 2000 até hoje as alterações no mercado pecuário foram diversas. Algumas regiões aumentaram o investimento em bovinocultura e outras diminuíram (figura 2).

Figura 2.
Participação das regiões brasileiras na composição do rebanho nacional em 2010 (esquerda) e 2016 (direita)

Apesar do crescimento contido, a região Centro-Oeste continua na liderança, com 75,1 milhões de cabeças, posição conquistada há tempos.

Mas a região do Brasil que merece destaque é a Norte. Região na qual a pecuária, vem caminhando a passos largos.

Nos últimos anos ela foi a região que aumentou a participação na composição do rebanho nacional, saindo de 14% para 22%. Os estados que alavancaram esta subida foram, em ordem de importância, Rondônia e Pará.

Sabemos que o avanço da agricultura empurra a pecuária para terras menos valorizadas e o potencial de crescimento destes estados tem atraído investidores.

As dificuldades também são diversas e envolvem questões políticas, sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas. Dentre elas podemos citar a disputa pela posse da terra, a preservação ambiental e a infraestrutura, entre outros obstáculos.

Em todas regiões existem limitações e viabilidade de desenvolvimento da atividade pecuária, cabe ao investidor avaliar os custos de oportunidade e tecnificar a produção para tornar a atividade competitiva na região escolhida.

*Marina Zaia é analista de mercado da Scot Consultoria.
Sc

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Tempo: Frente fria chega ao Sul do Brasil e causa tempestades sobre o RS nesta 5ª feira


A frente fria prevista ontem pelos principais institutos meteorológicos já chegou ao Sul do Brasil nesta quinta-feira (12) e já deve causar tempestades em áreas do Rio Grande do Sul durante todo o dia, segundo alerta o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Nos próximos dias, as instabilidades avançam para outros estados da região.
Segundo o instituto, são esperadas em áreas do Rio Grande do Sul chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm no dia e as precipitações podem vir acompanhadas de ventos intensos (60-100 km/h) e queda de granizo. Podem ocorrer corte de energia, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Veja o mapa com a previsão de precipitação acumulada para até 72 horas (13/04 a 15/04) para todo o Brasil:
Mapa com a previsão de precipitação acumulada para até 72 horas (13/04 a 15/04) para todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
O modelo Cosmo do Inmet mostra que as tempestades previstas para o Rio Grande do Sul não devem durar muito tempo e avançam para os outros estados da região já neste final de semana. Essa condição pode prejudicar pontualmente os trabalhos de colheita da primeira safra no campo, mas também fica a preocupação com o granizo.
De acordo com dados do Deral (Departamento de Economia Rural), a colheita da soja no Paraná estava em 91% até segunda-feira (09). Enquanto que a colheita da 1ª safra de milho totalizava 73% e o plantio da 2ª safra estava finalizado e em desenvolvimento. O Paraná é o segundo maior produtor de soja do país, mas também há produção representativa nos outros estados da região.
Veja o mapa das áreas com previsão de tempestades nesta 5ª feira:
Mapa das áreas com previsão de tempestades nesta 5ª feira  -Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
Aviso para as áreas: Campanha, Encosta Do Sudeste, Serra Do Sudeste, Depressão Central, Planalto Médio, Missões, Alto Uruguai, Litoral Gaúcho
Em entrevista nesta semana ao Notícias Agrícolas, Morgana Almeida, chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet, destacou que a frente fria chega acompanhada de um sistema de alta pressão que deve derrubar as temperaturas e incidir também sobre o Mato Grosso do Sul, a região Sudeste e a parte Sul do Centro-Oeste entre o final de semana e o início da próxima semana.
As chuvas também seguem no Centro-Norte do país, principalmente, por conta da  influencia da  Zona de Convergência Intertropical. Ainda nesta quinta-feira, o Inmet alerta para a possibilidade de altos acumulados de chuva e potenciais perigos em Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Veja o mapa com a precipitação acumulada em todo o Brasil nos últimos cinco dias:
Mapa com a precipitação acumulada em todo o Brasil nos últimos cinco dias - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

terça-feira, 10 de abril de 2018

Martin Secco: com compra da National Beef, Marfrig foca mercado de carne bovina


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Com a estratégia anunciada nesta segunda-feira, 9, a Marfrig está apostando todas suas fichas no mercado de carne bovina. Essa estratégia contempla a compra do frigorífico norte-americano National Beef e a venda da Keystone, subsidiária da empresa nos Estados Unidos voltada à produção de carne de frango. A Marfrig espera concluir as duas operações ainda neste semestre.
Embora tenha aprovação unânime do Conselho de Administração, segundo o CEO da Marfrig, Martin Secco, a companhia ainda precisa da aprovação de órgãos antitruste e também do BNDES, hoje o segundo maior acionista da empresa com 33,7% de participação, atrás apenas dos controladores (35%). A expectativa do executivo é de que o banco estatal, que tem dois assentos no colegiado, aprove a compra. Para os executivos da empresa, a reação positiva do mercado nesta segunda-feira é um fator favorável a essa possível aprovação. As ações ordinárias da empresa chegaram a subir quase 20% nesta manhã na B3.
“Nossa decisão é de colocar o foco no negócio bovino”, disse o CEO da Marfrig, Martin Secco, durante coletiva com jornalistas nesta manhã em São Paulo. A norte-americana National Beef abate 12 mil cabeças de gado por dia – o que deve elevar o abate diário total da Marfrig para 35 mil cabeças – e realiza parcerias com pecuaristas locais para a aquisição de bovinos. Por ano, segundo Secco, esses criadores parceiros entregam cerca de 700 mil cabeças para a National Beef, todas provenientes de confinamentos. “O boi é mais caro do que o (do mercado) spot ou de outros acordos, mas é mais rentável. É uma associação de ganha-ganha”, disse Secco. O executivo acrescentou que pretende explorar esse modelo de negócio nas operações da empresa na América do Sul, inclusive no Brasil.
Além da associação com criadores, Secco ressaltou, ainda, o acesso a importantes mercados globais importadores de carne bovina que a Marfrig deve ganhar com a National Beef, caso do Japão. “Devemos entrar no Japão também pelo Uruguai nos próximos meses”, disse, citando esperar que o mercado dos EUA à carne bovina in natura brasileira seja reaberto ainda neste semestre.
O CFO da empresa, Eduardo Miron, afirmou que a Marfrig está apostando na bovinocultura em um momento de ciclo positivo – quando a oferta tende a crescer por questões de sazonalidade – tanto nos Estados Unidos e América do Sul.
Para realizar a compra da National Beef, de cerca US$ 1 bilhão, a Marfrig realizou dois empréstimos com o Rabobank. “Temos uma parceria de longa data com o banco”, disse Miron. Posteriormente, a empresa pretende sanar esses empréstimos com a venda da Keystone e atingir uma alavancagem de 2,5 vezes até o fim deste ano.
Questionado sobre a possibilidade da venda da Keystone não ocorrer, Miron disse que a empresa deve se manter com um nível de alavancagem confortável, mas que acha difícil que a operação não tenha sucesso. “A venda da Keystone não é algo difícil. Ela tem um histórico fantástico e os ativos são interessantes. Vemos players dentro e fora dos EUA que se beneficiaram dessa operação. A nosso ver a probabilidade da não execução da venda é extremamente baixa”, disse Miron.
fonte: Isto É