terça-feira, 25 de maio de 2010

PREÇOS DE BOI E VACA PARA CARNE A RENDIMENTO


REGIÃO DE PELOTAS
INFORMAÇÃO
*PREÇO DE CARNE A RENDIMENTO EM 25.05.2010
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BOI: R$ 5,15
VACA: R$ 4,70
OBS: *LIVRE DE FUNRURAL
PRAZO: 30 DIAS
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Compras só a rendimento.
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FONTE: Marca Negócios Rurais (comprador Marfrig da região)
FONE: 9981.1203 Humberto Costa.

CLIMA PROGNÓSTICO PARA O RIO GRANDE DO SUL

MAIO/JUNHO/JULHO DE 2010

Com a tendência de enfraquecimento das anomalias positivas do Pacifico Equatorial Central e a expansão da área de anomalias negativas no Pacifico Leste, associadas a também expansão das anomalias negativas do Oceano Atlântico Sudoeste (litoral da Argentina), espera-se redução no padrão da chuva para os próximos meses.
A análise detalhada dos modelos estatísticos (CPPMet/UFPel) indicam precipitações pouco a baixo do padrão climatológico para os próximos meses. Para o mês de maio (Figura 2) a tendência mostra precipitação pouco abaixo na maior parte do Estado. Para junho (Figura 3) os modelos apontam para precipitação pouco abaixo no centro, sul e oeste. Em julho (Figura 4) a tendência é de precipitação abaixo do padrão em todo o Estado.
Espera-se ao longo deste trimestre grandes variações nas temperaturas mínimas. Os modelos regionais apontam para o mês de maio (Figura 5) valores de temperatura mínima mensal pouco acima do padrão climatológico na metade norte do Estado. Em junho (Figura 6) os modelos apontam para padrões pouco abaixo do padrão, especialmente no oeste do Estado. Em julho (Figura 7) a tendência é de predominar temperaturas abaixo do padrão em todo o Estado.
As temperaturas máximas também apresentam variações semelhantes às temperaturas mínimas. Para o mês de maio (Figura 8) os modelos mostram temperaturas máximas mensais pouco acima do padrão no nordeste e próximo nas demais regiões. Para os meses de junho e julho (Figuras 9 e 10) a tendência é predominar temperaturas máximas abaixo do padrão climatológico, especialmente em julho.
Obs: Os valores das isolinhas nas Figuras 2, 3 e 4 correspondem aos valores médios climatológicos (mm) e as escalas de cores as classes de anomalias previstas (mm). As Figuras de 5 a 10 representam as médias climatológicas das temperaturas mínimas e máximas (ºC) e suas respectivas anomalias previstas (ºC).

Participantes:
Julio Marques – CPPMET/UFPEL (jmarques_fmet@ufpel.edu.br)
Gilberto Diniz – CPPMET/UFPEL (gilberto@ufpel.edu.br)
Solismar Damé Prestes - 8º DISME/INMET (solismar.prestes@inmet.gov.br)
Flávio Varone – 8º DISME/INMET (flavio.varone@inmet.gov.br)
A previsão contida nesse boletim é baseada no comportamento climático observado nos últimos meses, em Modelos Estatísticos de Previsão Climática desenvolvidos para o Rio Grande do sul e dados obtidos junto ao INMET e NOAA.O uso das informações contidas nesse boletim é de completa responsabilidade do usuário.

ALERTA DE MERCADO


Cruz Alta/RS destaca as fêmeas

A temporada de outono não está aquecida só para machos. Em Cruz Alta, 73,67% do faturamento de R$ 189,6 mil foi garantido pelas fêmeas. As médias do quilo vivo ficaram em R$ 2,89 para 196 terneiras e em R$ 2,80 para 55 vaquilhonas. O evento comercializou 104 terneiros por R$ 3,05.

FONTE: Correio do Povo

Equilíbrio de preços em Tapes/RS

Com sobra de 7% da oferta, a 15 Feira de Terneiros e Terneiras de Tapes, ocorrida no início do mês, vendeu 327 animais por R$ 168,45 mil. Os preços do quilo vivo das categorias foram bastante próximos, de R$ 2,68 para os terneiros, R$ 2,65 para as terneiras e R$ 2,62 para as vaquilhonas.

FONTE: Correio do Povo

Terneiros Angus são atração em pista em Rio Grande/RS

A negociação de terneiros no 3 Angus e Cruza, em Rio Grande/RS, somou R$ 171,27 mil. O evento vendeu 146 terneiras com média de R$ 2,60 o quilo vivo e 195 terneiros, por R$ 2,90 kg/vv. De acordo com Ronaldo Zechlinski, vice-presidente do Núcleo Sudeste de Criadores de Angus, o valor mais alto obtido foi de R$ 3,14 em lote de machos.

FONTE: Correio do Povo

Exportações brasileiras de carne bovina in natura nas duas primeiras semanas de maio

Segundo dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 54,6 mil toneladas equivalente carcaça (tec) de carne bovina in natura, nas duas primeiras semanas de maio. O faturamento total foi de US$166,3 milhões no período.
Em comparação ao mesmo período do ano passado, em volume, houve um aumento de 18% nos embarques. Já o faturamento cresceu 54% no período.
Os maiores importadores de carne bovina in natura brasileira, nestas duas primeiras semanas, foram Rússia, com 13,8 mil tec, e Irã, com 6,6 mil tec. Destaque para o Egito, com 4,45 mil tec, que ultrapassou Hong Kong (3,5 mil tec), e ocupa a terceira posição.

FONTE: PANTANALNEWS

Exportação Halal de carne bovina

Os produtos Halal (preparados de acordo com as regras islâmicas) representam um mercado que movimenta cerca de US$578 bilhões por ano, com taxa de crescimento acima de 15% e tem 2 bilhões de consumidores pelo mundo. São informações da Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal.
Em se tratando das exportações de carne bovina do Brasil, os países islâmicos estão cada vez mais representativos. Do volume de carne exportado pelo Brasil entre janeiro e abril (dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), cerca de 35% foi destinado aos países de maioria islâmica, seguindo as normas do abate Halal.
Esse mercado promissor fez com que a maioria dos frigoríficos exportadores adaptassem suas atividades para atender as normas exigidas por essas nações. Segundo as exigências das embaixadas dos países islâmicos, o abate Halal deve ser realizado em separado do não-Halal, sendo executado por um muçulmano mentalmente sadio, conhecedor dos fundamentos do abate de animais no Islã.
As normas a serem seguidas incluem o abate de animais saudáveis (em perfeitas condições físicas e aprovados pelas autoridades sanitárias), sendo necessário dizer a frase “Em nome de Alá, o mais bondoso, o mais Misericordioso” antes do abate. Os equipamentos e utensílios utilizados são próprios. A faca deve ser bem afiada, para permitir uma sangria única que minimize o sofrimento do animal.
O corte deve atingir a traquéia, o esôfago, artérias e a veia jugular, para que todo o sangue seja escoado e o animal morra sem sofrimento. Além disso, o produto deve estar devidamente rotulado, com informações como nome, SIF, endereço do fabricante, importador, distribuidor, etc.
No Brasil, existem cerca de 70 unidades frigoríficas certificadas para o abate Halal, que exportam para os países muçulmanos.

FONTE: PANTANALNEWS

Desempenho de embarque de carnes sobe 7,9%

As exportações brasileiras de carnes somaram US$ 58,692 milhões nas duas primeiras semanas de maio, período compreendido de 01 a 16. A média acumulada é 7,9% superior à média diária de abril, de US$ 54,413 milhões.
Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nessa segunda-feira (17). No comparativo com a média diária de maio de 2009, de US$ 46,981 milhões, o desempenho deste mês é 24,9% superior.

FONTE: Agência Safras

La Niña ameaça racionar chuvas na safra 2010/11

Os meteorologistas ainda não lançaram previsões completas sobre a primavera e o verão, mas estão recebendo dados de observatórios internacionais que indicam a ocorrência do fenômeno La Niña nos próximos meses. As águas do Oceano Pacífico, que estavam mais quentes que o normal durante o El Niño registrado no último ano, estão se resfriando lentamente. As mudanças devem inverter a tendência de chuvas em regiões como o Sul do Brasil – previsão que preocupa a agricultura.
Para o inverno, a notícia é boa, uma vez que favorece a produção de trigo. As previsões já apontam menos chuva e mais frio que no ano passado para essa fase de transição. O risco para o cereal passa a ser o de geadas tardias. Os grãos perdem utilidade na fabricação de farinha quando atingidos por temperaturas próximas de zero e gelo na fase final do ciclo, a partir do fim de agosto. Mesmo assim, a tendência é que a produtividade e a qualidade da produção deste ano sejam bem melhores que as de 2009, quando a chuva prejudicou mais de um terço da colheita.
O grande problema será para a safra de verão. Confirmado o La Niña, pode faltar água para a soja e o milho, os dois principais produtos da agricultura do Paraná. As chuvas em excesso que chegam aos campos do Sudeste dos Estados Unidos podem fazer falta aos produtores não apenas do Sul e do Centro-Oeste do Brasil. Argentina, Chile, Paraguai e Peru também tendem a sofrer com déficit hídrico. A preocupação se estende à produção de café, cana-de-açúcar e à própria pecuária. Já as regiões Norte e Nordeste do Brasil, ao contrário, podem receber até mais chuvas.
“Os principais centros meteorológicos do mundo estão apresentando sinais de La Niña para o segundo semestre”, afirma o meteorologista do Simepar Reinaldo Kneib, de Curitiba. Ainda não é possível, contudo, prever se haverá danos para a agricultura, pondera a meteorologista Ângela Beatriz da Costa, que atua no Instituto Agronômico do Paraná, em Londrina. “Ainda não é o momento de os produtores rurais se alarmarem”, afirma Renato Lazinski, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologa (Inmet).
Os especialistas afirmam que a partir de julho será possível dimensionar a força do La Niña e, aí sim, medir sua influência no clima do Paraná e de outras regiões agrícolas. O fenômeno tem características opostas às do El Niño. No Sul do Brasil tende sempre a reduzir as chuvas e a umidade do ar. No entanto, nem sempre se manifesta tão claramente quanto seu irmão. Ou seja, mesmo que as águas superficiais do Pacífico continuem se resfriando, a ocorrência de seca pode ser localizada ou nem mesmo se confirmar.
O que ocorre é que, a partir da mudança na temperatura do Pacífico, as massas de ar úmido da região amazônica não se deslocam para o Sul, permanecem na região ou seguem para o Nordeste. Dessa forma, estados como o Paraná passam a depender de chuvas que venham do Sul, nem sempre suficientes. Quanto maior o resfriamento das águas oceânicas, mais chances dessa alteração.
“A variação na temperatura das águas do Pacífico é muito lenta. Precisamos de meses para confirmar uma tendência como a do La Niña. O mais difícil, neste momento, é determinar a intensidade do fenômeno. Mas podemos dizer que a probabilidade de ele ocorrer é de aproximadamente 80%”, diz Reinaldo Kneib.

FONTE: Gazeta do Povo

Maquinário poderá ser bem impenhorável

Máquinas, equipamentos e implementos agrícolas usados pelos agricultores poderão passar a integrar lista de bens impenhoráveis previstos no Código de Processo Civil (CPC). Esse é o objetivo de proposta que está na pauta de votações da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, que se reúne nesta quarta-feira (26).
Pelo texto, passarão a ser impenhoráveis “equipamentos, implementos e máquinas agrícolas, desde que pertencentes a pessoa física ou a empresa individual produtora rural, exceto nos casos em que esses bens tenham sido objeto de financiamento e estejam vinculados como garantia ou quando respondam por dívida de natureza alimentar, trabalhista ou previdenciária”.
O projeto original (PLS 151/08), de autoria do senador Pedro Simon (PMDB-RS), será votado na forma de um substitutivo do relator, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e terá decisão terminativa na CCJ. Na redação original, o novo dispositivo estendia a impenhorabilidade tanto para pessoa física como para pessoa jurídica. O substitutivo limitou a medida apenas ao agricultor rural “pessoa física ou a empresa individual produtora rural”.

FONTE: Diário de Cuiabá

Uruguayos consumieron 91,6 kilos de carne per cápita en 2009

De ellos, 58,2 kilos corresponden a carne bovina

Durante el año 2009 el consumo de carnes por parte de la población uruguaya se situó en 91.6 kgs/Hab/Año siendo ésta una cifra elevada si se realiza una comparación con las manejadas por FAO en lo referente al consumo en los países desarrollados (66.8 kgs/Hab/Año) y en vías de desarrollo (32.1 kgs/Hab/Año).
El 90.3% del total de la carne expedida desde las plantas de faena con destino al mercado interno corresponde a la carne bovina, seguida por la porcina y luego la ovina. Los kilogramos de carne expedidos desde las plantas de faena, los kilogramos de carne importada y el consumo de la misma en establecimientos rurales (faena predial) son los componentes que arrojan la cifra del consumo per cápita de carne bovina de 58.2 kgs/Hab/Año en el año 2009.
El dato surge de dividir 192.760.862 kilos de carne bovina consumida en el mercado interno entre 3.314.466 habitantes en el país. En el año 2009 se registró la cifra más alta de los últimos años en lo que refiere al consumo de carne bovina.
Los kilogramos de carne expedidos desde las plantas de faena mostraron un incremento por quinto año consecutivo.
En 2009 se registró un aumento del consumo de carne bovina de 3.5 kgs/Hab/Año en comparación con el año anterior.

FONTE: WWW.OBSERVA.COM.UY

Bom outono para os terneiros


A feira de terneiros da Fenasul, que começará, quinta-feira, no Parque Assis Brasil, em Esteio, deverá ser um marco na valorização destes animais. As feiras do interior vêm registrando bons preços para os vendedores, com destaque para os angus certificados, que estão conseguindo sobrepreço 8,9% acima dos terneiros em geral. Arthur Villamil de Castro, em Dom Pedrito, obteve preços de R$ 3,42 a R$ 3,70 o quilo vivo; em Pelotas, Genuino Farias Ferreira obteve preços até R$ 3,56 Kg/vv; em Bagé, Edson Paiva Júnior vendeu por até R$ 3,53. Na Fenasul, haverá 500 terneiros angus certificados à venda.

EXCLUSIVO: Frigoríficos são obrigados a pagar mais para aparecer boi no mercado

As cotações da arroba do boi gordo começam a semana impulsionadas pelas altas da passada, comercializadas a R$ 80,00 à prazo em São Paulo como preço referencial e à vista, trabalham entre R$ 78,00 e R$ 79,00. Praça de Mato Grosso Sul também registram alta no valor da arroba que é pago até R$ 76,00 à vista e à prazo, R$ 77,00.
Apesar dos preços reagirem após semanas em queda, é possível perceber que a falta de animais no mercado obrigará os frigoríficos a pagarem mais pelo boi e já encurtaram suas escalas entre dois e quatro dias. Porém, o atacado e o varejo começam a enxugar seus estoques, o que poderá beneficiar as empresas frigorificas.
Segundo Hyberville Neto da Scot Consultoria, o ideal para as empresas seria manter escalas de pelo menos cinco dias, entretanto, depende muito da estrutura e estratégia de cada frigorífico. Para os pecuaristas, com preços em alta a tendência é aparecer animais no mercado, assim, vale também muito da necessidade e estratégia de cada produtor para aproveitar melhores preços.

Fonte: Redação Notícias Agrícolas

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Impostos na venda de fazendas agropecuárias no Brasil

Você que está vendendo uma fazenda para comprar outra, sabe que parte do valor da venda terá que ser desembolsado no pagamento de impostos?
O imposto que normalmente incide na venda de um imóvel é o Imposto de Renda sobre Ganho de Capital (IRGC) ou Lucro Imobiliário.
Como desde 1995 o valor dos imóveis declarados no Imposto de Renda não podem ser atualizados, os mesmos estão bastante defasados em relação ao valor de mercado.

LEIA MAIS: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=68096#impostos-na-venda-de-fazendas-agropecurias-no-brasil

FONTE: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Franceses transformam Champs-Elysées em fazenda

Os agricultores franceses se instalaram na Avenida Champs-Elysées, uma das principais vias de Paris, e a transformaram em uma espécie de fazenda, para chamar a atenção dos cidadãos diante da grave crise que atinge o setor.


Foto 1. Avenida Champs-Elysées foi tomada por plantação de diferentes plantas e árvores durante 'Nature Capitale', promovido por agricultores. (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)

Com a iniciativa batizada de "Nature Capitale", os organizadores esperam atrair 2 milhões de pessoas entre domingo (23) e segunda-feira de Pentecostes, feriado na França.

Em uma superfície superior a um quilômetro, os agricultores plantaram um gramado com mais de 150 mil plantas, 650 árvores e flores de diversas espécies. Além disso, trouxeram alguns animais, montaram um espaço dedicado à apicultura e pontos de venda de produtos característicos de todas as regiões do país.

Os promotores pretendem "mostrar a diversidade do país, mas, sobretudo, apresentar quem são os homens e mulheres que estão por trás de tudo isto", afirma em declarações ao jornal "Le Parisien" William Villeneuve, presidente do sindicado dos Jovens Agricultores (JA), um dos patrocinadores do evento.

A união, que representa 55 mil fazendeiros, quer mostrar ao público - e ao governo - os esforços exigidos para se produzir o que é consumido nas refeições na França.
"Trata-se de restabelecer o contato com o público sobre o que é nossa profissão e o que eles esperam dela", disse William Villeneuve.

"Eles querem os produtos mais baratos do mundo, ou querem produtos que paguem aos produtores?",perguntou ele. No último ano, os agricultores franceses tiveram seus ganhos reduzidos em cerca de um terço, em média, por causa da queda do preço dos produtos, entre outras coisas.


Foto 2. Toneladas de terra, além de milhares de plantas e árvores foram espalhados por mais de um quilômetro de extensão/AFP







FONTE: As informações são do G1, BBC Brasil e jornal O Globo, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Boi gordo termina a sexta-feira em alta

Na última sexta-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 80,42/@, com valorização de R$ 0,03. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,15, sendo cotado a R$ 81,41/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, relação de troca, câmbio



A BM&FBovespa fechou em alta, com o primeiro vencimento, maio/10, apresentando valorização de R$ 0,06, fechando a R$ 81,18/@. Os contratos que vencem em outubro/10 fecharam a R$ 85,30/@, com alta de R$ 0,07.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 21/05/10



Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10



No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 6,10, o dianteiro a R$ 3,80 e a ponta de agulha a R$ 3,50. O equivalente físico foi calculado a R$ 72,98/@, com variação negativa de 2,27% na semana. O spread (diferença) entre indicador de boi gordo e equivalente subiu para R$ 7,45/@, acima da média dos últimos 12 meses que é de R$ 3,60/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico



O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 729,04/cabeça, com valorização de R$ 0,62. A relação de troca segue em 1:1,82.

FONTE: André Camargo, Equipe BeefPoint

COTAÇÕES



Fonte: Correio do Povo

Terneiros Angus certificados obtêm suprema valorização nas feiras de outono no Rio Grande do Sul



Terneiros Angus certificados obtêm suprema valorização nas feiras de outono no Rio Grande do SulA valorização do terneiro Angus certificado nesta temporada de comercialização de animais, no outono gaúcho, aponta para sobrepreços de até 8,9% dos terneiros Angus certificados sobre os demais terneiros colocados à venda, nos recintos de negócios. Em Dom Pedrito, por exemplo, as vendas de 103 terneiros Angus certificados (todos machos) da PAP Villamil de Castro chegaram ao preço médio de R$ 3,42 quilo (Kg) vivo (vv). O preço top do remate realizado, em 23 de abril, no entanto, foi arrematado por R$ 3,70 Kg/vv – lote com terneiros Angus certificados comprado por Vanderlei Garcia, da Quiri Agropecuária (Dom Pedrito/RS). Conforme o administrador da PAP, Arthur Villamil de Castro, a venda de terneiros Angus certificados teve valorização de 8,9% sobre a comercialização de terneiros com cruza britânica que saíram ao preço médio de R$ 3,14 Kg/vv, no seu remate.


No leilão oficial do Sindicato Rural de Dom Pedrito, realizado em 07 de maio, no município, nova supremacia dos animais Angus certificados. O Condomínio Sylvio Claudio Scalzilli obteve sobrepreço de 4,5% com a venda das terneiras Angus certificadas. Conforme um dos administradores do Condomínio, Felipe Moura, as 177 fêmeas Angus certificadas saíram ao preço médio de R$ 3,22 Kg/vv sobre as demais terneiras negociadas no recinto, que, obtiveram valor médio de R$ 3,08 Kg/vv. Já nos terneiros Angus certificados, os lotes mais valorizados do Condomínio Sylvio Claudio Scalzilli saíram por R$ 3,34 Kg/vv e R$ 3,24 Kg/vv, respectivamente, acima da média geral da feira promovida por Dom Pedrito que obteve valor médio de R$ 3,13 Kg/vv para os machos. O Condomínio vendeu 200 machos Angus certificados.

Em Pelotas, o Leilão Influência, ocorrido em 28 de abril, comercializou todos os 100 terneiros Angus certificados apresentados. Os animais da Fazenda Calafate (Rio Grande/RS), de Genuino Farias Ferreira, tiveram preço médio de R$ 3,28 Kg/vv com destaque para o lote mais valorizado arrematado pela Granja Mangueira Ltda (Pelotas/RS) por R$ 3,56 Kg/vv. Conforme o leiloeiro responsável, Eduardo Knorr, os produtores estão atentos ao diferencial que os animais Angus certificados agregam. “Esse terneiro, quando for para abate, também vai ter preço diferenciado ao se considerar que é animal Angus e que deverá se enquadrar no Programa Carne Angus Certificada que proporciona bonificações”, analisou.




Em Bagé, novo exemplo. Enquanto os machos em geral saíram pelo valor médio de R$ 3,10 Kg/vv na 36ª Feira Oficial de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas, realizada em 29 de abril, dois lotes de terneiros Angus certificados (animais cruza Angus) foram comercializados por R$ 3,53 Kg/vv e R$ 3,20 Kg/vv, respectivamente. Conforme o presidente do Núcleo de Terneiros de Bagé (que promove a feira), Edson Paiva Júnior, o comprador está muito criterioso na hora de realizar os negócios. “Ele está valorizando cada vez mais se são animais cruzados de raça britânica”, avaliou. Como informou o vendedor Arthur Villamil de Castro, além do mercado para animais de engorda estar em ascensão, em função da baixa oferta, colabora para o diferencial de preços “a padronização dos lotes e serem terneiros Angus certificados, pois significa que a qualidade genética estará garantida”.
Informações adicionais sobre o Terneiro Angus Certificado, da Associação Brasileira de Angus (ABA), podem ser obtidas na sede da ABA através do fone (51) 3328 9122 ou pelo e-mail:atendimento@angus.org.br.

Fonte: Associação Brasileira de Angus/Assessoria de Imprensa Luciana Bueno; MTb/RS 8508

Cotações


Atualização: 24/05/2010
Arroz em casca (sc)
R$ 27,00
Soja (sc)
R$ 35,30
Milho (sc)
R$ 17,00
Sorgo (sc)
R$ 15,00
Trigo (sc)
R$ 22,00
Boi Gordo (kg)
R$ 2,45
Terneiro (kg)
R$ 2,70
Vaca Gorda (kg)
R$ 2,15
Vaca de Invernar (kg)
R$ 1,95
Capão (kg)
R$ 2,00
Cordeiro (kg)
R$ 2,20
Mel (Kg)
R$ 3,60

FONTE: SINDICATO RURAL DE DOM PEDRITO