sexta-feira, 20 de maio de 2016

La exportación de vacas a Brasil dinamiza mercado


Negocio es por hasta 1.000 vacas para frigorífico del sur.
Sequía en Paysandu
Pablo Antúnez.
La exportación de vacas gordas uruguayas con destino a faena en Brasil ya es una realidad y hoy cruza la frontera el segundo embarque con destino a un frigorífico de Rio Grande do Sul, en el marco de un negocio, en principio, por 1.000 cabezas.
La empresa Dremsol S.A. realizó la compra en forma rápida, completando el volumen de embarque durante dos semanas. Fuentes de la empresa dijeron a El País que el negocio abarca unas 200 vacas, en un aproximado de envío de cinco camiones y hasta ahora la única limitante es la falta de camiones habilitados para el transporte de ganado internacional.
La meta es que si el mercado de haciendas en Uruguay se estabiliza y el tipo de cambio permite que se sigan concretando negocios, se podría aumentar hasta el triple de lo programado. El sur de Brasil muestra una falta importante de ganado gordo debido a la sequía que padeció y las haciendas procedentes de Mato Grosso se encarecieron bastante, abriendo la opción de que los frigoríficos brasileños compren ganado gordo en Uruguay, pues manejan en el mercado las mismas razas británicas y tienen a sus consumidores acostumbrados a esa calidad de carne.
El precio de este primer negocio ronda US$ 1,25 por kilo en primera balanza por vacas pesadas libres de preñez. Mientras tanto se hacen gestiones para concretar una nueva habilitación que permita duplicar o triplicar el volumen a exportar, según supo El País.
“En momentos en que no hay mucho ganado gordo, ni novillos, ni vacas, toda demanda agregada en el mercado influye para valorizar los precios y de hecho la hacienda tuvo una valorización importante en la última semana”, aseguró Gabriel Capurro a El País , representante de la Asociación Rural del Uruguay (ARU) en la Junta Directiva del Instituto Nacional de Carnes (INAC).
Para Capurro esa valorización del ganado gordo “está demostrando que la oferta es escasa y la demanda está más activa. En la medida que haya demanda agregada va a influir en una valorización más rápida de los ganados”, afirmó.
A su vez, el delegado de la ARU en INAC consideró que es muy importante este negocio con vacas gordas concretado con la industria cárnica brasileña, porque “es una categoría que en Uruguay se había desvalorizado mucho y la salida influirá para que vuelva a retomar valores más cercanos a los novillo gordo”.
La exportación de ganado en pie, ya sean terneros livianos para engorde y faena en destino, así como ganado gordo directo para la industria, “ha sido un seguro que los productores siempre han reclamado y que influye en forma importante cuando tenemos caída de precios como las que hubo previo a este momento de la recuperación”, explicó Capurro.
La exportación en pie le posibilita al productor “la posibilidad de defender el negocio ganadero cuando hay caídas importantes de precios, como las que se venían dando en el mercado de ganado gordo en semanas anteriores”, agregó.
Es importante también la oportunidad de poder sacar vacas antes del invierno, pues es habitual que el productor engorde las vacas que fallaron en los servicios y las envíe a faena, pues le ayudan a hacer caja.
La pizarra de la Asociación de Consignatarios de Ganado abrió la semana cotizando la vaca gorda a precios de entre US$ 1,19 y US$ 1,20 en pie, mientras que a la carne cotiza a entre US$ 2,41 y US$ 2,46 por kilo, en el marco de un mercado local donde la puja por ganado gordo permiten mejorar los valores y hacer más negocios.
Mientras tanto también está firme la exportación de terneros en pie hacia Turquía, hacia donde saldrán, en el próximo mes y medio, unos 50.000 vacunos, según confirmó el director de la División Sanidad Animal del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca, Federico Fernández. A eso hay que sumarle el interés de China por ganado para faena, donde Uruguay puede exportar en el marco de los protocolos sanitarios ya vigentes.
fonte: Rurales El Pais

Se concretó exportación de vacas en pie con destino a Brasil


La firma Dremsol SA realizó las compras en forma muy rápida y están completas esta semana y la que viene.
Según fuentes de la empresa, si el mercado se estabiliza en Uruguay y el tipo de cambio acompaña se aumentará el volumen que podría aumentar hasta el triple de lo programado.
Explicaron que se trata de unas 200 vacas por cargas, un aproximado de cinco camiones por envío, y hasta el momento la única limitante es la escasez de vehículos ganaderos habilitados para el transporte internacional. Prevén exportar un total de 1.000 vacunos.  El precio ronda los U$ 1,25 por kilo en primera balanza por vacas pesadas libre de preñez. Además, afirmaron que se están haciendo gestiones para lograr nuevas habilitaciones que permitan duplicar o triplicar los envíos.
Aseguraron que es de estilo comenzar con poco volumen para que los trámites de frontera vayan tomando dinámica.
El destino es para una planta de Río Grande del Sur y serán para consumo interno, las vacas uruguayas son muy apreciadas en el sur de Brasil por ser mayormente de razas británicas y el consumidor las diferencia perfectamente de las carnes cebuinas del norte de Brasil.
fonte: Rurales EL PAIS

terça-feira, 17 de maio de 2016

Carta Insumos - Milho caro. Menos boi no cocho e preço da arroba subindo




Milho caro. Menos boi no cocho e preço da arroba subindo

O pecuarista de São Paulo comprou em abril o equivalente a 3,27 sacas de milho com a receita de uma arroba, o que corresponde a 196,2 quilos do insumo. Em 2015, no mesmo período, era possível adquirir 324,0 quilos. 

O impacto disso na operação de confinamento

Em uma dieta hipotética, em que o fornecimento de milho é de quatro quilos por cabeça por dia, por exemplo, com a receita proveniente de uma arroba vendida em abril de 2016 em São Paulo, foi possível comprar milho para 49 dias de cocho. Em 2015, o confinador comprava grão suficiente para alimentar um bovino por 81 dias. 

Isso mostra porque em qualquer roda de conversa de pecuaristas o assunto deste ano quase sempre é como “lidar” com o preço do milho, e que confinamento, no primeiro giro, será complicado. 

Mas, a dor de cabeça com os custos hoje, pode ser o alívio de amanhã. É isso mesmo. Em primeira análise, pode parecer estranho pensar que o milho ajudará o resultado de algum pecuarista em 2016, ainda mais do confinador. Mas enfim, seguiremos com a análise.

Pressão de baixa veio com a seca

Não chove desde o começo da segunda quinzena de abril no Brasil Central (figura 1). Essa situação começa a influir no mercado do boi gordo. A pressão de baixa começou e as referências de preços foram reajustadas para baixo.

Em abril, nas 31 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, os preços caíram, em média, 2,76%. No Sul da Bahia, por exemplo, a queda foi de 6,36%. E, ao que parece, sem previsões de chuvas no próximo mês e com possível queda de temperatura, os pastos vão perder capacidade de suporte. Com isso, por menor que seja a pressão, por mais que alguns pecuaristas estejam preparados para entregar os animais “em conta gotas”, ela deve continuar em maio. Nada novo. Movimento conhecido, típico de final de safra.

Mas até quando a pressão de baixa durará e qual o piso de preços é a pergunta que se faz o pecuarista. 

Pois bem, munido de resultados de pesquisa, de informações colhidas com confinadores e de fundamentos de mercado, pode-se tecer alguns comentários a respeito do tempo que pode durar a pressão sobre os preços, seja ela pequena ou grande. E o mercado do milho tem total influência nisso. O mercado do insumo, inclusive, poderá determinar um cenário que contraria ao do comportamento médio entre 2014 e 2015.

Vamos explicar melhor


Insumos mais caros, menos boi no cocho

Nos dois últimos anos, tivemos preços da arroba caindo entre maio e junho. Nesses anos, o confinamento era uma operação rentável, principalmente em 2014, quando o retorno total do investimento chegou, em alguns casos, a 20,0%. Note na figura 2.


Considerando um boi magro com 12 arrobas, comprado entre o final de abril e começo de maio, quando estava cotado em R$2,05 mil/cabeça, uma diária que varia de R$8,50 a R$9,00 por cabeça em São Paulo, - e existem diárias mais caras - a conta só fecha vendendo esse bovino a partir de R$156,34/@.

Sabendo disso, agora veja a figura 3. Em abril, em nenhum dia do mês, os vencimentos para junho na BM&F Bovespa atingiram o preço de equilíbrio, R$156,34. Como o mercado físico, em maio, deverá estar pressionado negativamente, e sabendo que os contratos na BM&F Bovespa são diretamente influenciados pelo mercado físico, o contrato de junho não deve ter fôlego para ser precificado acima do ponto de equilíbrio em curto prazo.


Existe confinador que reduziu custos, comprou melhor, recriou melhor, e tem um custo de dieta menor mas, na simulação apresentada na tabela 1 usamos preços referência de mercado, e eles indicam que boa parte dos agentes vivem essa realidade. 


Ou seja, custos maiores e preço de venda sem força para alta momentânea, a ponto de inviabilizar a operação de confinamento no primeiro giro, como está acontecendo, tem como resultado final menos boi terminado em junho. Então, nesse mês, as indústrias que sempre garantem parte de suas programações com boi de cocho, terão dificuldade de compra de matéria prima. Isso ocorrendo, pode ser que tenhamos aí a interrupção do movimento baixista e, diferente do ocorrido em 2014 e 2015, os preços voltem a subir. Essa é a oportunidade para o mercado de milho dar um pouco de alegria ao pecuarista em 2016.

E, como o mercado futuro é influenciado pelo físico, poderemos ter os contratos de outubro voltando a subir, ajudando então o preço de venda no segundo giro de bois confinados.
fonte: Scot Consultoria

segunda-feira, 16 de maio de 2016

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Feira de Terneiras e Vaquilhonas de Caçapava do Sul fatura 1,8 milhões

Feira de Terneiras e Vaquilhonas de Caçapava do Sul fatura 1,8 milhões
Nesta quinta-feira (12), foi realizada, a etapa das fêmeas da Feira de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas de Caçapava do Sul. Na oportunidade, foram comercializadas 100% das 1403 fêmeas, sendo 249 vaquilhonas prenhes, 412 vaquilhonas de sobreano e 742 terneiras. As vaquilhonas prenhes obtiveram a média final de R$ 5,65/Kg, com uma média por cabeça de R$ 2.202,00.

Já nas vaquilhonas de sobreano, a média por Kg ficou em R$ 5,58 e a média por cabeça foi de R$ 1.456,00, enquanto que as terneiras foram vendidas por R$ 5,44/Kg, num valor final médio de R$ 841,00.

Segundo o leiloeiro rural Enio Dias dos Santos, da EDS REMATES, o grande destaque da comercialização foram os lotes com padrão racial definido, que foram vendidos por valores muito superiores as médias das suas respecitivas categorias. Nas vaquilhonas prenhes, os lotes premiados saíram por mais de R$ 3 mil.

A feira foi uma promoção do Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Caçapava do Sul, com o apoio do Sindicato Rural e da SEAPA. O martelo esteve sob o comando de EDS Remates e Socever.

O próximo evento oficial que ocorrerá em Caçapava do Sul é a 9ª Feira de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas da Guarda Velha, programada para o dia 21 de maio, com oferta de 900 animais.

Fonte: EDS Remates 

sábado, 14 de maio de 2016

Segunda etapa da Feira de terneiros de outono registra venda total


Comercialização teve pista limpa
Comercialização teve pista limpa
Crédito: Francisco Bosco
A segunda etapa da 42ª Feira de Outono de Terneiros, Terneiras e Vaquilhonas, realizada na tarde de quinta-feira, na Associação e Sindicato Rural de Bagé, encerrou com pista limpa.
No remate, foram comercializados os animais que por falha na realização do teste de tuberculina, não puderam ser ofertados na primeira fase, ocorrida em abril. Nesta segunda etapa, foram ofertados cerca de 800 animais, que geraram o valor de R$ 680 mil. Na média geral, o preço dos machos alcançou o montante de R$ 6,03; já entre as fêmeas o registrado foi de R$ 5,11.

Média de valores
Machos Oficial:                R$ 5,56
Machos Alternativa:          R$ 6,51
Fêmeas Oficial:                R$ 5,06
Fêmeas Alternativa:          R$ 5,18
Vaquilhonas:                     R$ 6,96

Média Geral: Machos: R$ 6,03
Fêmeas: R$ 5,11
fonte:Folha do Sul

Preços de gado no Uruguai


Brasil pode exportar 15 mil bovinos ao Egito por mês


País árabe vai retomar importação de gado vivo do Brasil após suspensão das compras, em 2014, devido a divergências relacionadas a testes de febre aftosa.

As exportações de gado vivo brasileiro para o Egito poderão atingir até 15 mil cabeças por mês e fazer do país do Norte da África o segundo maior comprador do Brasil na área, segundo estimativas do gerente de Relações Governamentais da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Tamer Mansour. Na quarta-feira (11), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou que o Egito vai voltar a comprar gado em pé do País, o que estava suspenso desde o segundo semestre de 2014.

“Essa retomada é muito positiva, afinal é um mercado que agora reabre suas compras de animais do Brasil. A carne produzida aqui tem que estar nos países árabes para que se reafirme a confiança na qualidade sanitária do gado brasileiro. Sobretudo porque o rebanho brasileiro é alimentado em pasto (com capim)”, afirmou Mansour.

Em 2014, o Egito deixou de importar gado brasileiro devido a divergências entre os serviços sanitários do Brasil e do Egito ao interpretar testes de laboratório para análise da febre aftosa. Desde então, os dois países passaram a trabalhar juntos para solucionar o impasse.

Gado vivo é importado por empresas que desejam abater o animal em suas plantas e atender uma demanda específica dos consumidores. Segundo Mansour, a retomada dessas importações não deverá afetar a venda de carne in natura do Brasil para o Egito. “São públicos diferentes. O gado vivo é para ser abatido no país e vendido ao consumidor local. Já a carne congelada tem como destino principal as indústrias”, disse.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em 2014 o Brasil exportou US$ 16,8 milhões em gado vivo para o Egito, em um total de 23 mil cabeças. No total, foram exportados US$ 633 milhões em um total de 624,5 mil animais naquele ano. Em 2015, já sem as vendas para o Egito, o faturamento com os embarques foi de US$ 198 milhões.

Ainda de acordo com os dados do MDIC, no ano passado o principal comprador de gado em pé do Brasil foi a Venezuela, que importou 117 mil cabeças. O Líbano foi o segundo maior importador, com 50 mil cabeças. A Jordânia foi o terceiro principal cliente e o Iraque foi o quarto.

Marcos Carrieri
marcos.carrieri@anba.com.br

fonte: AMBA Agencia de Noticias Brasil-Arabe

sexta-feira, 13 de maio de 2016

La raza Ultra Black ya esta en Paraguay



Jair Lima Directivo de la firma acompañado del Dr. Federico Krauer presentaron la nueva raza a ser introducida al mercado nacional.
ultra black





Se trata de la raza Ultra Black (cruza entre brangus y angus) la cual ya esta en los mercados de Estados Unidos y Australia siendo la Agroganadera Concepción la primera en criar dicha raza en toda Sudamérica.
Las ventajas de esta raza son un mayor porcentaje de animales con carne marmoleada algo bastante apetecido en los mercados internacionales como así también la mayor ganancia de peso lo cual conviene a los productores que deseen una rápida terminación de los animales.
Ultra Black fue muy bien visto en Estados Unidos y Australia por los productores de esos países, es una especie de Angus adaptada a los campos y sistemas similares a los nuestros.
En Estados Unidos encontraron está raza en condiciones similares a las de Paraguay. Luego de la experiencia propia de Agroganadera Concepción que fue muy buena se ha decidido lanzar el producto al mercado.
Federico Krauer definió a Ultra Black como “un Formula 1 para producir carne”.
Fuente: El Agro

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Brasil retoma exportação de gado vivo para o Egito


foto ilustrativa

Vendas foram liberadas com a aprovação do certificado zoossanitário brasileiro pelo governo egípcio
A partir de agora, os pecuaristas brasileiros poderão retomar as exportações de bovinos vivo para o Egito. Isto porque o governo egípcio    aprovou o certificado zoossanitário do Brasil para venda externa de gado em pé.
“Poderemos retomar um comércio que se tornou exitoso pela credibilidade, transparência e cooperação mútua entre os serviços veterinários brasileiro e egípcio”, disse o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques.
Entre 2009 e 2014, o Brasil foi fornecedor regular de bovinos para abate no Egito. Nesse período, o mercado brasileiro embarcou 75 mil cabeças de gado para aquele país.

No segundo semestre de 2014, as exportações de bovinos vivos foram interrompidas por causa de interpretações diferentes entre os serviços veterinários brasileiro e egípcio sobre testes laboratoriais de febre aftosa. Esses exames estavam previstos no protocolo firmado na época. Os dois países passaram, então, a renegociar um certificado veterinário que não impedisse o desembarque dos animais no Egito.
A última etapa dessa negociação foi realizada em Amã (Jordânia), em abril deste ano, durante a Conferência Regional para Aplicação de Padrões da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que contou com a participação do Mapa.
De acordo com Marques, o acesso e a manutenção de mercados importadores de bovinos são estratégicos para o Brasil, porque mostra o reconhecimento da excelência da condição sanitária do rebanho. “Isso é o resultado do esforço público e privado dentro do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, o Suasa.”
Em 2014, as exportações totais de bovinos vivos pelo Brasil atingiram cerca de US$ 680 milhões.
fonte: MAPA

Angus e Z5TV fecham parceria para transmissão de Leilões Chancelados


Angus e Z5TV fecham parceria para transmissão de Leilões Chancelados

Foto: Divulgação/Assessoria
Os leilões chancelados pela Associação Brasileira de Angus terão benefícios na transmissão com o canal de web Z5TV.

Parceria fechada recentemente com a empresa garante aos associados que chancelarem seus leilões desconto médio de 15% e uma série de outras vantagens. Além da utilização da plataforma para apresentar os animais e ampliar a rede de participantes em leilão, os criadores também terão sua programação divulgada pelos canais de comunicação da Z5TV: email marketing, Facebook, Twitter e Whatsapp.

A Z5TV dispõe de dois estúdios próprios, um localizado em Porto Alegre (RS) e outro em Santa Maria (RS) e está apta a transmitir leilões em qualquer região do Brasil.

A empresa iniciou suas atividades em setembro de 2015 e já tem em seu currículo mais de 40 transmissões de leilões presenciais e virtuais além de provas, julgamentos e exposições de raça. Segundo o diretor de marketing da Z5TV, Thales Silveira, é uma parceria muito positiva especialmente nesse momento. 

“Ela agrega valor ao mercado que vem buscando alternativas para reduzir os custos dos leilões”, frisou.

Os interessados em chancelar leilões devem entrar em contato direto com a Associação Brasileira de Angus.
Informações sobre o serviço da Z5TV podem ser obtidas por meio do email contatoz5tv@gmail.com ou pelo telefone (51) 9808-1164.

Fonte: Z5TV 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Embarque de boi vivo no Porto do Itaqui estimula pecuaristas do Maranhão


Porto do Itaqui consolida operação de embarque de carga de bois vivos. Foto: Karlos Geromy/Secap
Porto do Itaqui consolida operação de embarque de carga de bois vivos. Foto: Karlos Geromy/Secap
Mais uma operação de embarque de carga de bois vivos, exclusivamente de rebanhos maranhenses, foi iniciada pelo Porto do Itaqui no domingo (8). Até quinta-feira (12), serão embarcados 7.700 cabeças de gado no navio MV Nabolsi com destino ao Líbano. A iniciativa consolida o esforço do Governo do Estado em abrir o Porto do Itaqui para o produtor maranhense, dinamizando a economia local e estimulando os pecuaristas do estado.
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) realiza a operação pelo berço 100, observando o disposto na Portaria nº 268/2015, que regulamenta as normas de atracação no Porto do Itaqui. Essa é a sexta operação de embarque de carga viva pelo Itaqui, consolidando uma série de procedimentos operacionais a partir de rígidas regras sanitárias, de segurança e controle ambiental.
A carga é de responsabilidade da Agroexport Trading e Agronegócio, empresa exportadora, que nomeou a Pedreiras Transporte como operadora portuária. Foi estimada a contratação de 40 a 50 caminhões para o transporte do gado vivo entre o Estabelecimento de Pré-Embarque (EPE) – uma fazenda localizada em Matões do Norte (MA) – e o Porto do Itaqui. A fazenda foi vistoriada e sua estrutura foi aprovada pelo Serviço de Inspeção e Saúde Animal SISA/SFA/MA do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para realização dos embarques de gado vivo pelo Porto do Itaqui.
O embarque de gado maranhense é mais um importante passo nas ações do Governo do Estado para consolidar a cadeia produtiva de carne e couro, esforço encampado pelas Secretarias de Estado de Indústria e Comércio (Seinc) e Agricultura e Pesca (Sagrima). Também está prevista a adequação de pátio, possibilitando, além da exportação de gado vivo, a exportação de carne processada e acondicionadas em contêineres frigoríficos.
fonte: Blog dos Leões

Mercado mundial de la carne con sube y bajas

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En los primeros meses del año continuaron con la suba iniciada en noviembre. Sin embargo, el USDA recortó sus proyecciones de crecimiento y los precios aún están en baja, aunque su desempeño es mejor que el de otras commodities. Que pasó con los líderes, país por país.
En los primeros meses del año, el desempeño de los embarques de los seis principales exportadores mundiales, que representan las tres cuartas partes del total, muestra que continúa el rebote en volumen iniciado en noviembre último.
Por su parte, la comparación de las ventas de cada mes y de los promedios de 12 meses móviles, indica que tras los récords en volumen y valor registrados en 2014, ambas variables retrocedieron en 2015.
Según la revisión del USDA de abril, las exportaciones mundiales cayeron 5% en 2015, al perderse 500 mil toneladas del total de las 10 millones alcanzadas en el año previo.
En ese contexto, los precios también se vieron afectados. De acuerdo al seguimiento mensual que hacemos en Valor Carne de los registros de seis de los principales exportadores, el valor promedio ponderado fue 4% más bajo que en 2014. En detalle, los países del Mercosur (no se toma a la Argentina) tuvieron el retroceso más importante, entre 6 y 10%; mientras que la India y EE.UU. bajaron 2%. Sólo Australia logró avanzar un 1%.
Como se puede ver, los porcentajes de caídas distan mucho de lo que ha venido sucediendo con la mayoría de las commodities, lo que ubica al mercado de la carne vacuna en una situación de privilegio.
Pero el comportamiento del promedio de precios de 2015 conforma una línea descendente a lo largo del año, que todavía continúa y no queda claro si está por revertirse o hay más bajas en el horizonte.
Como venimos
El precio promedio de marzo, último dato disponible, resultó 13% más bajo que el de 2014. Los tres países del Mercosur considerados se ubican 20% por debajo de aquella base; EE.UU. y Australia están en el eje de -10%; y la India acusó una caída de sólo el 5%, siendo el proveedor que más barato vende por tonelada, tratándose principalmente de carne de búfalo.
En estos primeros meses del año el exportador que arrancó con más vigor fue Brasil, con un crecimiento interanual en los volúmenes de 30 y 35% en febrero y marzo, que en abril se planchó más hasta +5%, sobre los deteriorados tonelajes de un año atrás. La caída en las ventas a Rusia y Hong Kong está en 30-40% interanual, mientras que Egipto observa un crecimiento de 30% y se consolidó como primer destino.
Otro exportador con números en azul en estos meses es Uruguay con una mejora de 3%. Los embarques a China sostienen un crecimiento interanual del 70%, mientras se registran caídas del 15% para UE e Israel y del 50% para Canadá, con estabilidad de EE.UU., que el año pasado fue un gran destino.
La India, Australia y Paraguay registran bajas interanuales del orden del 15%.
Las ventas indias a Vietnam y a Egipto retrocedieron igual que el promedio, a Tailandia se desplomaron 40% y crecieron hacia Malasia y Arabia Saudita.
Los australianos exportaron a EE.UU. y Japón, sus dos principales clientes, 10-15% menos pero hubo aumentos hacia China y Corea de entre 15 y 25%.
Paraguay mostró este primer trimestre altibajos en relación a los mismos meses de 2015 como resultado de caídas hacia Rusia y Brasil, del 30%, y hacia Vietnam, del 20%. En el margen positivo, el crecimiento hacia Israel fue explosivo y acumula una mejora del 5% con el conjunto de los demás mercados.
Conclusiones
Mientras las ventas en volumen se vienen recuperando desde fines de 2015, los precios no están mostrando algo parecido, pero se han reducido mucho menos que otras materias primas, lo que habla de la fortaleza del mercado.
En opinión de Valor Carne, la perspectiva no es pesimista. Si bien en este año no se va a crecer en volumen, el motivo reside más en los problemas productivos de algunos exportadores, como por ejemplo Australia, que por dificultades entre los importadores.
El USDA, que pronosticó en octubre un aumento de las exportaciones mundiales de 4% para este año, lo corrigió a 1% en la revisión de abril.
En el gráfico siguiente se observa la evolución de las líneas que representan los volúmenes colocados por los seis exportadores seleccionados, con un despegue desde el mínimo alcanzado en octubre y la trayectoria de los precios, representados por las barras, que se muestran en territorio negativo, sin inflexión hasta el momento.
Fuente: Valor Carne

Santo Izidro supera R$ 1,5 milhão em faturamento


Leilão Santo Izidro 01 - Crédito Trajano Silva Remates Divulgação
Realizado na tarde desta terça-feira, 10 de maio, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o tradicional remate da cabanha Santo Izidro, de
Dilermando de Aguiar (RS), superou o R$ 1,5 milhão em faturamento na comercialização de 230 lotes de animais das raças Angus e Charolês. A média geral do evento fechou em R$ 6,17 mil.
De acordo com o leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, que conduziu as vendas no recinto, o resultado do leilão da Santo Izidro acabou confirmando as suas expectativas que haviam sido verificadas no início da temporada de outono de manutenção dos patamares de preços e médias do ano anterior. “Tivemos médias parecidas com o ano passado no geral”, avalia.
Um dos grandes destaques do evento foi a venda da fêmea da raça Charolês Tanit 2508 de Santo Izidro, que foi grande campeã da Expointer 2015, comercializada a R$ 28,5 mil para um comprador do Estado de São Paulo. Nas médias por raça, o Angus atingiu R$ 8,21 mil nos machos e R$ 3,86 mil nas fêmeas. Já o Charolês alcançou média de R$ 8,18 mil nos machos e R$ 3,72 mil nas fêmeas.
fonte: Trajano Silva

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Al embudo

El gobierno turco concentrará las compras de ganado en pie con un programa de apoyo a los productores de ese país. En el mercado local se indicó que hay plazo hasta el 1 de julio para que llegue el ganado a ese país.
04/05/16

El mercado de exportación de ganado en pie hacia Turquía nuevamente trajo ruidos y versiones sobre cambios en las reglas de juego. Operadores de la firma Gladenur dijeron a radio Carve que se podrá enviar ganado en pie a Turquía antes del 1 de julio por lo cual apenas se podría embarcar lo ya comprado y que esté en las cuarentenas. En tanto, desde la empresa Escoltix señalaron a radio Rural que el ganado que llegue después del 1 de julio tendrá que pagar una tasa de 60% frente a una actual que es del orden de 15%. En ambos casos se indicó que es el gobierno el que a partir de ahora centralizará las importaciones de ganado en pie. Para los operadores de Escoltix, al ser licitaciones por cifras altas, hay una fuerte posibilidad de descuentos en los precios con valores más competitivos del ganado brasileño y el australiano respecto al uruguayo.

Un informe de la representación del USDA en Turquía destacó que el gobierno de ese país “ha recientemente comenzado un nuevo programa de subsidios para jóvenes productores”. Es así que el Directorio General de Establecimientos Agrícolas –dependiente del Ministerio de Alimentación, Agricultura y Ganadería- comprará 50.000 cabezas de ganado (para engorde, cría y toros) desde los países autorizados. “El gobierno trabajará directamente con las organizaciones de exportadores de los países habilitados sin ningún tipo de contratista intermediario”, añadió el informe.
fonte: Agrotemário

“Mucho interés” en China por la importación de vacunos en pie

Hay “mucho interés” en China para la compra de vacunos en pie de razas carniceras, aseguró Alejandro Berrutti, principal de United Breeders and Packers, noticia comunicada al operador por el embajador uruguayo en China, Fernando Lugris, durante la recepción organizada en las últimas horas por el INAC en el Grand Hyatt hotel de Shanghái.
Berrutti no dudó en calificar esta noticia como “una de las más positivas que tuvimos durante esta feria en Shanghái”. El interés sería por la compra de ganado en pie que, “por las condiciones y especificaciones que nos dieron, son muy similares a los que están llevando hoy Turquía o Egipto”, agregó el operador.
Recordó que China es un mercado que tiene los acuerdos sanitarios muy encaminados, ya que es una plaza que está abierta para el ganado lechero y hacia donde una empresa frigorífica colocó un par de años atrás ganado en pie de la raza Aberdeen Angus. “Se trata de algo que no es una utopía, sino que puede estar muy cerca”, aseguró Berrutti.
El embajador Lugris explicó que hay zonas de China que no tienen hacienda y que están importando animales vivos desde Australia, directos a faena, que llegan vía aérea, lo cual sorprende por los valores a los que tienen que estar desembarcando. Consultado Berrutti sobre si tiene alguna referencia de los precios a los que están llegando los animales, el operador lo negó, dijo que no se habló de precios, sino de interés y de especificaciones, así como del interés del Ministerio de Relaciones Exteriores y también del de Ganadería de abrir esta puerta.
Respecto a la intensa actividad en la feria del Sial en Shanghái, Berrutti dijo que “no da el tiempo para atender a todos quienes preguntan por carnes, menudencias o carne ovina. Reuniones que son muy rápidas de manera de poder atender a la mayor cantidad posible de quienes manifiestan interés”. 

fonte: Tardaguila Agronegocios

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Produtores terão crédito recorde de R$ 202,88 bilhões no Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017


Volume de financiamentos é 8% maior do que na safra anterior. Recursos para custeio a juros controlados cresceram 20%
O Plano Agricultura e Pecuário 2016/2017 destinará R$ 202,88 bilhões de crédito aos produtores rurais brasileiros, valor recorde que representa aumento de 8% em relação à safra anterior (R$ 187,7 bilhões). O plano foi anunciado nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto, pela presidente Dilma Rousseff e pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
Um dos destaques é o crescimento de 20% dos recursos para custeio e comercialização a juros controlados. A modalidade contará com R$ 115,8 bilhões.
Os juros foram ajustados sem comprometer a capacidade de pagamento do produtor, com taxas que variam de 8,5% a 12,75% ao ano. Os agricultores de médio porte tiveram prioridade. Os recursos de custeio para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) cresceram 15,4% e alcançaram R$ 15,7 bilhões, com juros anuais de 8,5%.
A oferta de crédito agrícola tem crescido a cada safra, demonstrando o potencial e a confiança dos produtores no setor. Somente nos últimos cinco anos, os recursos do Plano Agrícola aumentaram 89%, somando R$ 905,1 bilhões no acumulado do período. Saltou de R$ 107,2 bilhões na safra 2011/2012 para R$ 202,88 bilhões na atual.
Inovações
O plano traz diversas inovações aos anteriores. Na pecuária de corte, a aquisição de animais para recria e engorda deixa de ser considerada investimento e passa para a modalidade de custeio. A mudança vai proporcionar ao produtor mais recursos e agilidade na contratação do crédito.
O Programa de Modernização à Irrigação (Moderinfra) prevê incentivos à aquisição de painéis solares e caldeiras para geração de energia autônoma em cultivos irrigados.
Para o café, o novo plano aumentou o limite para financiamento de estruturas de secagem e beneficiamento no Moderfrota. Por sua vez, no Programa ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), o governo pretende incentivar o plantio na Amazônia de açaí, dendê e cacau.
Outra novidade é que o Ministério da Agricultura negociou com os bancos a emissão de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) para os produtores a juros controlados. Nos planos anteriores, não havia essa opção. Os juros eram livres e, consequentemente, menos atrativos ao setor produtivo. Além disso, os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), emitidos por empresas que desejam atrair investidores, poderão ser corrigidos em moeda estrangeira desde que lastreados na mesma condição.
O Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017 entra em vigor no dia primeiro de julho deste ano e se estende até 30 de junho de 2017.
Veja aqui a apresentação do Plano Agrícola e Pecuário feita pela ministra Kátia Abreu no Palácio do Planalto.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Proyección Climática para Mayo 2016



Temperaturas.
Para Mayo 2016, se prevé una leve anomalía negativa en las temperaturas medias (mín/max) de hasta -1.0°C respecto al promedio mensual. Esto quiere decir que será un mes con un promedio de temperaturas medias levemente mas frio de lo normal. (ver ejemplo al término de la nota)



Lluvias.
Para Mayo 2016, se espera menor cantidad de precipitación respecto a la normal esperable. En el litoral oeste, serán cercanas a lo normal con déficit negativo. Hacia el este y noreste se daría déficits de hasta 60% menos de lluvia respecto al promedio. Esto quiere decir que, en cuanto a cantidad de lluvia será un mes mas seco de lo normal (no en cuanta a cantidad de días con lluvias)


Ejemplos para afianzar conceptos.
En Salto la temperatura media normal para Mayo es de 15.0° (promedio entre la mínima y la máxima). 
Si al cerrar el mes obtenemos un promedio de 15.6°, quiere decir que se estuvo 0.6° por encima de lo normal (levemente mas cálido). 

fonte: Met Uruguay

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