sábado, 4 de junho de 2011

Um belo empreendimento ! Boas idéias devem ser divulgadas.

Confinamento Pasturas

CAPACIDADE DE ANIMAIS

O Confinamento Pasturas Agronegócios tem capacidade para confinar até 5.060 animais.

PLANOS DE CONFINAMENTO
VANTAGENS E BENEFÍCIOS

Atuamos de forma eficiente na engorda de bovinos para propiciar ao investidor a terminação dos

animais no período de entressafra.

LOCALIZAÇÃO

Marque uma visita ao Confinamento. Ligue para (17) 3305-1767.

Frigorífico Silva suspende contratações de 150 novos funcionários devido a embargo da Rússia

Com o embargo da Rússia à carne brasileira, o Frigorífico Silva, de Santa Maria, foi obrigado a suspender a contratação de 150 novos funcionários, que estava prevista para ocorrer em breve, conforme o blog havia divulgado poucas semanas atrás.
O Frigorífico Silva foi afetado diretamente pelo embargo porque o abatedouro exporta 30% de sua produção, sendo que a carne vendida para a Rússia corresponde a 85% das exportações do abatedouro. Além de suspender as novas contratações, o frigorífico anunciou que reduzirá de 500 para 400 o número de abates diários a partir da semana que vem.
Em Júlio de Castilhos, a Abatedouro Castilhense também pode ser afetado. É que, em breve, o Castilhense deve passar por uma vistoria para poder voltar a exportar carne suína. Se o embargo persistir por muito tempo, o abatedouro não conseguirá vender carne para a Rússia, que é um potencial comprador.
O governo brasileiro está se mobilizando e, na próxima segunda-feira, dia 6, tentará reverter o embargo russo.
FONTE: BLOG A VAREJO

México - Contrae exportación de ganado al bajar precio EU


Acopiadores de ganado en Estados Unidos bajaron en 10 centavos el precio por libra de novillo macho en pie, lo que propició entre productores de la región una contracción en las exportaciones.

El ofrecimiento de 1.50 dólares la libra bajó hasta 1.40 y según Héctor Barberena Aguirre, presidente de la Asociación Ganadera Local, habría influido en dejar de exportar aproximadamente mil cabezas mensuales.

“Todavía en el mes de Mayo, cuando se pagaba a 1.50 dólares la libra de ganado macho en pie, eran exportados a Estados Unidos alrededor de seis mil novillos, hoy estaremos enviando cinco mil”, expresó.

Sin embargo aseguró que el ofrecimiento de compra de mercado norteamericano sigue siendo bueno, aunque ya no se reflejaría como hasta hace dos meses, debido a la caída en el precio.

Este fenómeno de alta importación comenzó a observarse desde el año pasado, luego de ser diezmados los campos del estado de Texas y gran parte de Estados Unidos a causa de las fuertes heladas.

FONTE: PRIMEIRA HORA

RUSSIA - Escola para caubóis

Iniciativa pode reduzir dependência do país, que importou aproximadamente US$ 1 bilhão só em carne brasileira no ano passado

Por Peter Van Dyk, especial para a Gazeta Russa

Meia dúzia de caubóis se senta ao redor de uma mesa comprida em um alojamento recém-construído, à espera do almoço.Eles passaram a manhã inteira na rotina de sempre – o rebanho de 1,5 mil bovinos está dando cria e este tem sido um mês cheio.

Mas, ao chegar a comida, lembram que não estão em casa, ou seja, em Montana, nos Estados Unidos.“Não temos constrangimento em dizer isso. Comemos carne, muita carne”, diz Darrell Stevenson, fazendeiro norte-americano que se associou a dois empresários russos para criar o Rancho Stevenson-Sputnik, na região de Voronej, no sul da Rússia.

“Uma das mais difíceis etapas de adaptação para esses caubóis tem sido a mudança de dieta”, completa.O almoço é uma sopa, espaguete e empada de carne.

Diante desses homens, os pratos parecem pequenos. Todos os caubóis norte-americanos emagreceram, mas eles não estão ali de férias. “É tudo diferente, desde a comida até a cultura e a estrutura local. Só o clima é o mesmo”, diz Dan Conn, caubói que já concluiu o primeiro dos dois meses que ficará no rancho.O tempo pode ser o mesmo de Montana, mas a terra é muito diferente. “Alguns dos solos mais férteis do mundo estão nessa região. Isso não existe no lugar de onde eu venho”, diz Stevenson.

O gado angus importado custou aproximadamente US$ 7 milhões e o investimento total no rancho gira em torno de US$ 19 milhões, dos quais quase US$ 15 milhões foram subsidiados pelo governo por meio de empréstimo do Sberbank, o maior banco de varejo da Rússia.“O que a Rússia precisa é de gado vivo e, em relação a isso, eles estão pensando muito a frente e estão bastante empenhados”, diz Stevenson. O país importa regularmente de 40 mil a 50 mil bovinos vivos por ano, segundo os EUA.Só durante o ano de 2011, o país importou mais de US$ 1 bilhão do Brasil, ou quase 300 mil toneladas do produto.

O governo quer reduzir esse número, e a Doutrina de Segurança Alimentar assinada pelo presidente Dmítri Medevdev há um ano define que a Rússia produza domesticamente 85% da carne consumida até 2020.Um dos sócios russos da empreitada, Serguei Gontcharov afirma que reduzir as importações é tão importante para o governo que os subsídios cobrem um de cada quatro dólares injetados no projeto.“Em um gado como o nosso, uma vaca custa de US$ 3 mil a US$ 4 mil, e os touros, de US$ 6 mil a US$ 8 mil”, diz Gontcharov. Parte do valor está relacionado aos custos do transporte, que foi feito por avião ou navio a partir da Europa, da Austrália ou da América. “A esses preços, podemos facilmente pagar o banco e até mesmo lucrar [com a venda]”, completa.

Sputnik, a empresa de Gontcharov nos entornos de São Petersburgo, já está envolvida no processo de transferência de embriões de gado e fertilização in vitro. “Queriam o melhor da tecnologia e dos recursos, mas o que eles precisavam mesmo era de gestão, talvez até mais do que o gado vivo em si”, diz Stevenson.

A fazenda tem três veterinários qualificados, mas alguns dos camponeses nunca trabalharam com gado antes. Depois de um mês no serviço, entretanto, o russo Leonid já se apresenta como caubói.“É a primeira vez que faço esse trabalho. Quando as vacas começam a dar cria, nós as trazemos para dentro e tomamos conta delas. Se os bezerros adoecem, nós os aquecemos”, conta entusiasmado.

O chefe dos veterinários, Aleksandr Narítsin, admite que teria sido impossível tomar conta do rebanho sem a ajuda estrangeira.No início de dezembro não havia praticamente nada na região. Agora, mais de 900 bezerros já nasceram na fazenda.

“Agradecemos imensamente aos norte-americanos. Se não fossem eles, nós estaríamos correndo atrás de uma única vaca o dia todo – eles conseguem trazê-las de volta em 10 minutos”, diz Narítsin.Quando o gado chegou de Chicago ao aeroporto Cheremétivo, nos arredores da capital, os funcionários do local não foram tão ágeis.

Stevenson recorda que uma vaca escapou na transferência do Boeing 747 para o caminhão que as levaria ao rancho. O aeroporto ficou fechado para pousos por quase uma hora, até que a fugitiva foi encurralada e levada para dentro do transporte.Ensinar os colegas russos a cuidar do rebanho foi a parte mais difícil do trabalho para os caubóis. “Quando a oportunidade surgiu, apareceram dois ou três deles sobre seus cavalos em apenas alguns minutos. Tivemos que mostrar a eles como colocar sela em um cavalo – acho que nenhum deles tinha montado realmente antes. Um deles caiu de cabeça no segundo dia”, conta Stevenson.

Para o caubói Dan Conn, nem todo trabalhador rural tem o que é preciso para realizar o trabalho. “Nós somos rancheiros de nascença, pecuaristas, e ensinar alguém que é relativamente novo no ramo, que nunca teve ao seu redor mais que uma vaca leiteira ou alguns porcos e ovelhas, é um grande desafio”, diz.Já Stevenson vê o empreendimento como uma oportunidade de colaborar para o progresso local, além de uma importante troca de cultura.“É uma porção do mundo que tem muitos recursos naturais e que é plenamente capaz de fazer isso”, acredita.

Este artigo foi escrito por Peter Van Dyk , especialmente para a edição da Gazeta Russa, que circulou com o jornal Folha de São Paulo na segunda-feira, 30 de maio de 2011.

CARNES: ESTADO NUTRICIONAL DO GADO GAÚCHO É NORMAL

Nas regiões do Rio Grande do Sul onde a pecuária de corte é uma atividade econômica importante para a configuração da matriz produtiva regional, nesta estação do ano, devido à menor luminosidade e queda nas temperaturas, o desenvolvimento do campo nativo é lento, apresentando forrageiras com baixo valor nutricional. Isso reduz a produtividade do rebanho. A engorda e manutenção dos animais estão sendo retomadas com o suprimento de pastagens cultivadas, especialmente as gramíneas anuais como aveia e azevém. Na região de Bagé, em virtude do menor volume de chuvas no período, o desenvolvimento vegetativo das pastagens de inverno recentemente implantadas foi retardado. De maneira geral, o estado nutricional sanitário do rebanho de bovinos de corte do Estado é normal, considerando esta época do ano. Em alguns municípios, apesar da proximidade do inverno, ainda ocorre a incidência de carrapatos, moscas do chifre e casos esporádicos de tristeza parasitária, com baixa taxa de mortalidade. Permanece a campanha de vacinação do rebanho contra a febre aftosa. O preço do gado gordo apresentou um leve aumento durante a semana. Após a realização das tradicionais feiras de terneiros, quando o preço máximo alcançou R$ 4,50/Kg/Vivo. No entanto, os preços praticados em algumas propriedades na região de Porto Alegre oscilou entre R$ 3,60 a R$ 3,80/Kg/Vivo para esta categoria animal. Por ocasião da realização do toque nas vacas para identificar o índice de prenhez e projetar a taxa de desfrute do rebanho, em algumas propriedades na região de Bagé, está se constatando a redução de até 50% na natalidade de terneiros na primavera, devido aos efeitos da estiagem prolongada ocorrida naquela região. Por outro lado, na região Sul do Estado, os diagnósticos de gestação em bovinos têm dado bons índices nas vacas solteiras e vaquilhonas, (80 a 90%), sendo baixos os índices das vacas com terneiro ao pé (30 a 40%). Estes últimos ventres estão com estado corporal abaixo do ideal para a época do ano. As informações partem do boletim semanal divulgado pela Emater (RS). Preços pagos aos pecuaristas na Região Sul: Boi gordo: R$ 3,00 a R$ 3,40/kg vivo, com 30 dias de prazo Vaca gorda: R$ 2,70 a R$ 3,00/kg vivo, com 30 dias de prazo. Terneiro vivo: R$ 450,00 (Rio Grande) (CBL)
FONTE: EMATER

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Seca deve continuar no Sul do RS

No Rio Grande do Sul, as pessoas que moram próximas a fronteira com o Uruguai estão enfrentando uma das piores secas da história da região. Os caminhões pipa percorrem todos os dias 70 quilômetros para levar água até as casas mais isoladas e mais de sete cidades entraram em estado de emergência por conta da escassez de água.

Em Bagé, o racionamento foi prolongado e já atinge mais 110 mil moradores. São quase nove meses de estiagem e a barragem está 10 metros abaixo do nível normal. Outra barragem está sendo construída, mas a previsão de conclusão da obra é só daqui dois anos e meio. Enquanto isso, os habitantes esperam a chuva para ajudar.

Uma frente fria esta passando pela região, mas só deve levar chuva para o norte do Estado, no começo da semana que vem, uma nova frente fria chega, mas não deve reverter a situação de seca, o volume de chuva para a divisa com o Uruguai é de no máximo 10 mm, enquanto que para o norte do Estado, a frente fria deve causar chuvas fortes de 50 a 100 mm.

FONTE: CLIMA TEMPO

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NOVILHOS EM PASTOREIO NO AZEVÉM



Embargo da Rússia contra carne brasileira pode ser revisto

Medida seria um alívio para produtores e indústrias do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso
Daniela Castro | Brasília (DF)
O embargo russo contra a carne brasileira pode ser revisto. A equipe técnica do Ministério da Agricultura questionou as autoridades russas sobre os motivos das restrições aos 85 frigoríficos do Brasil. A medida seria um alívio para produtores e indústrias do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso.

Com as negociações iniciadas nessa quinta, dia 3, pode ser antecipado um encontro que aconteceria em Moscou somente no fim do mês. A Rússia sinalizou a possibilidade de revogar a medida dependendo das respostas enviadas pelo Brasil sobre questões sanitárias.

Apesar disso, segunda, autoridades brasileiras e empresas exportadoras se reúnem aqui em Brasília para avaliar os prejuízos do embargo e discutir alternativas.

FONTE:CANAL RURAL

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RS - Embargo atinge a região

Rússia para de comprar carne e afeta vendas e empregos de frigoríficos Silva e Castilhense
A Rússia anunciou que proibirá a importação de carne de 27 abatedouros gaúchos e outros 62 no país. Os russos alegam questões sanitárias, mas seria um embargo comercial para reduzir as importações na Rússia. Na região de Santa Maria, a medida atinge dois frigoríficos e afetará os empregos e até os preços da carne.

O Frigorífico Silva, de Santa Maria, emprega 500 funcionários e tem 30% da produção exportada, sendo que a Rússia corresponde por mais de 85% da carne enviada para fora. Com o embargo, o Silva reduzirá de 500 para 400 abates diários a partir da semana que vem e suspendeu a contratação de mais 150 funcionários, que estava prevista para breve. Se o embargo seguir por mais 60 dias, poderá rever o número atual de empregados.

– Como a procura vai diminuir, o preço do gado vai baixar ao produtor. E os preços da carne poderão subir ao consumidor, pois os frigoríficos perdem os créditos de exportação e terão de repassar esse custo ao produto – diz o diretor comercial do Frigorífico Silva, Gabriel da Silva Moraes.

Segundo ele, é possível que ocorra aumento dos preços dos cortes de segunda, que são os mais exportados à Rússia e tinham compensação de valores pelos créditos, ou até uma alta nos valores dos cortes nobres, pois, devido à redução dos abates, haverá menos oferta de carnes de primeira.

Espera – O Frigorífico Castilhense, de Júlio de Castilhos, não sentirá efeitos agora. Ele, que abate 700 suínos por dia e tem 200 funcionários, não exporta. Mas a indústria faz adequações na estrutura para passar a exportar e deve ser inspecionada em 10 dias para receber o aval para vender ao Exterior. Caso passe a exportar, pode dobrar o número de funcionários. Mas só haverá contratações se o impasse com a Rússia for resolvido.

– A torcida é para que o governo reverta essa situação logo. O frigorífico deve passar a abater bovinos caso esse mercado se abra – afirma Maria do Carmo Lorenci, advogada da Cooperativa Castilhense, que arrenda o frigorífico à CAS Agroindustrial, administradora do abatedouro.
FONTE: CLIC RBS

Confira a entrevista com Hyberville Neto - Scot Consultoria



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Confira a entrevista com Eduardo Riedel - Vice-Pres. FAMASUL

Boi gordo: mercado de todos os estados brasileiros sofrerá impacto negativo com embargo da importação de carnes pela Rússia. Mato Grosso do Sul tem oferta menor devido ao abatimento de matrizes em anos passados.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

Ministro da Agricultura se reunirá com exportadores de carne para discutir embargo russo

A reunião entre o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, com presidentes de todas as empresas exportadoras de carne do Brasil e suas associações será realizada em Brasília, na próxima segunda-feira, às 15 horas.

No encontro serão discutidas estratégias do Brasil em relação à notificação russa sobre a suspensão temporária, a partir de 15 de junho, da importação de carnes de estabelecimentos produtores localizados no Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. A informação foi passada pelo setor privado e confirmada pela assessoria do ministério.

Estão previstas as participações dos representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), da União Brasileira de Avicultura e Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Ubabef), da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Também é esperada a presença de representantes do Ministério das Relações Exteriores para avaliar o impacto da medida.
FONTE: AGÊNCIA ESTADO

Na instalação da Câmara Setorial bovina, inicia montagem do programa de valorização da carne gaúcha

O maior assunto da pauta da primeira reunião do ano da Câmara Setorial da Carne Bovina, ocorrida na manhã desta quinta-feira (2), na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), foi a construção, com toda a cadeia produtiva, do programa de valorização da carne gaúcha. O titular da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, disse que a Secretaria está constituindo uma equipe para tal. “Nós somos parceiros, não estamos para ditar absolutamente nada, vamos trabalhar todos juntos”, conclamou Mainardi.

Os objetivos do projeto são a certificação sanitária, o impacto de produtividade e a qualificação da carne, entre outros. Para tanto, a sugestão inicial dos técnicos da Seapa foi de dividir o programa em três pontos: sanidade, fomento e produção. “Precisamos modernizar totalmente o processo, termos controle da rastreabilidade, precisamos jogar a questão sanitária a um outro nível. O Rio Grande do Sul tem alto padrão genético, há exportação de matrizes, temos o desafio de garantir essa qualidade da carne. Acho que precisamos tratar esse programa não como um programa de Governo, mas de Estado”, falou o Secretário.

Ficou definida a realização de um seminário, patrocinado pelo Fundesa e organizado pelo Conselho Técnico do Fundo – onde já se encontram representantes dos diversos segmentos, quando serão discutidos e definidos os grupos de trabalho e os temas de cada um para a elaboração do projeto a ser implantado para a valorização da carne gaúcha. Em 2010, o RS abateu 1,88 milhão cabeças de gado (sob inspeção federal, estadual e municipal), tendo participado com 2,86% no total das exportações brasileiras. Do 1,4 milhão toneladas de carne exportada pelo país, 40 mil toneladas foram do Rio Grande do Sul.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, apresentou dados sobre o projeto piloto de controle e erradicação da brucelose e tuberculose que deverá ser transformado em programa para alcançar outros municípios. Segundo Kerber, há várias manifestações sobre a expansão do projeto. Desenvolvido pela Seapa, com apoio também das Prefeituras, o plano piloto foi implantado em seis cidades.

Participaram também da reunião representantes da Federacite, Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Banrisul, Banco do Brasil, Badesul, Senar, Farsul, Famurs, Fitiars, Sicadergs, Fecoagro, Emater-RS Ascar, Fepagro, Ministério da Agricultura (Mapa), Conselho de Desenvolvimento (CDES), Marfrig e Associação dos Curtumes do RS (AICSUL).


Clarice Lena Mateuzzi Giorgi
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio - SEAPA
(51) 3288-6211
cgiorgi@agricultura.rs.gov.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

EMBARGO - Confira a entrevista com Antônio Jorge Camardelli - Pres. ABIEC

Embargo na importação de carnes de 89 empresas brasileiras pela Rússia pode retardar o crescimento das exportações. Pressão sobre o Brasil para garantir entrada da Russia na OMC pode ser uma das causas do embargo.



FONTE: NOTICIAS AGRICOLAS

REVISTA PECUÁRIA DE CORTE

A revista Pecuária Corte já está no ar.
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