sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Principais indicadores do mercado do boi – 04-01-2013


Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização de 0,58%, nessa quinta-feira (3) sendo cotado a R$97,73/@. O indicador a prazo foi cotado em R$98,54.
A partir de 2/jan o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro registrou valorização de 0,46%, cotado a R$716,36 cabeça nessa quinta-feira (3). A margem bruta na reposição foi de R$896,19 e teve desvalorização de 0,67%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quinta-feira (3), o dólar foi cotado em R$2,04. O boi gordo em dólares registrou valorização de 0,58% sendo cotado a US$47,89. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 03/01/13
O contrato futuro do boi gordo para Fev/13 teve valorização de R$0,22 foi negociado a R$95,03.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para fev/13
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico registrou valorização, fechado a R$99,30. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de -R$1,57 e sua variação teve baixa de R$0,94 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

FONTE: BEEFPOINT

Mercado do boi gordo em alta

As escalas de abate de boa parte dos frigoríficos do país estão curtas.



Este fator, somado à dificuldade de compra de boiadas, faz com que algumas indústrias ofertem mais pela arroba do animal terminado.

A oferta restrita é reflexo dos pecuaristas que ainda não voltaram aos negócios nesta primeira semana do ano.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, nesta quinta-feira (3/1), em São Paulo, a referência para o boi gordo fechou em R$96,50/@, à vista, e R$97,50/@, a prazo. Há ofertas pontuais de até R$1,50/@ acima destes valores.

As festas de final de ano geraram uma melhora nas vendas de carne com osso. Os estoques nas indústrias estão reduzidos, o que mantém o preço do produto em alta.

O preço do boi casado de animais castrados subiu 3,6% nos últimos sete dias. Está cotado em R$6,45/kg.

Para os próximos dias, à medida que os abates e oferta de carne aumentem, não estão descartados preços mais frouxos.
FONTE: SCOT CONSULTORIA

Condições climáticas beneficiam rebanho gaúcho

As chuvas das últimas semanas, associadas ao clima quente e à boa insolação, têm favorecido o desenvolvimento das pastagens cultivadas e a brotação do campo nativo. Com isso, o rebanho, tanto de corte quanto de leite, apresenta bom estado físico-nutricional. Os criadores continuam realizando o controle de parasitas - carrapatos, verminoses e moscas-do-chifre - para preservar o bom estado sanitário dos animais. Em relação à comercialização, os preços praticados continuam estáveis. 

A cultura do arroz apresenta-se, preponderantemente, nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, iniciando a floração. De modo geral, a cultura apresenta boa evolução no Estado. Nas regiões da Campanha e Fronteira Noroeste, as baixas temperaturas ocorridas na semana que passou preocupam os arrozeiros, pois podem prejudicar as áreas que estão iniciando a fase de floração, o que determina o potencial produtivo da lavoura. 

Com pouco mais de 30% das lavouras já colhidas no Estado, a cultura do feijão apresenta boa produtividade, mantendo-se ainda superior à previsão de média estadual de 1.228 kg/ha. No momento, dos cerca de 55 mil hectares semeados pelos produtores gaúchos, 10% estão em desenvolvimento vegetativo e germinação, 11% em floração, 23% em enchimento de grãos e 24% maduros e por colher. 

As condições climáticas têm favorecido a cultura do milho, que se encontra, em sua maior área, na fase de enchimento de grãos. As lavouras prejudicadas pelas geadas de setembro deverão apresentar produtividade abaixo da esperada. Já as demais áreas apresentam potencial produtivo excepcional, até o momento, conforme os técnicos da Emater/RS-Ascar. O padrão fitossanitário, em geral, é bom, livre da ocorrência de pragas e doenças.


fonte: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Júlio Fiori
imprensa@emater.tche.br

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dez países optam por embargo completo ou parcial às importações brasileiras de carne


Taiwan, Chile e Jordânia anunciaram restrições às importações brasileiras de carne bovina após um caso de encefalopatia espongiforme bovina (BSE) relatado no dia 7 de dezembro, confirmou hoje o Ministério da Agricultura do Brasil a CarneTec Brasil.
Jordânia comunicou ao governo brasileiro o embargo sobre produtos de carne bovina apenas do Estado do Paraná, onde o caso de EEB foi inicialmente detectado. Por enquanto, o Chile impôs embargo sobre importações de farinha de osso e de carne. 
Em nota, Taiwan comunicou sua decisão de embargar carne brasileira, apesar da atual prohibição imposta sobre importações de carne. As exportações brasileiras de carnes processadas para Taiwan em 2012 atingiram US$ 88.000 em vendas, segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).
Com estas últimas decisões, segundo o governo brasileiro, há oito embargos sobre carne brasileira: Coreia do Sul, China, Japão, África do Sul, Arábia Saudita, Taiwan, Chile e Jordânia.
Porém, CarneTec Brasil atualmente conta com 10 países, após o anúncio do Líbano e do Peru no dia 2 de janeiro e 31 de dezembro, respectivamente. 
O Ministério da Agricultura comunicou hoje não ter recebido comunicado oficial do Líbano e doPeru, e, portanto, não inclui estes paises na lista de embargos.
No dia 2 de janeiro, o Serviço Nacional de Sanidade Agrária do Peru (Senasa) comunicou em nota a decisão de impor embargo a importações brasileiras de carne bovina, notícia divulgada apenas por CarneTec Brasil
As barreiras são imcompátiveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), destacou a secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres. 
Cabe dizer que o Brasil dará prazo aos países que embargaram as importações de carne até março paraeliminar as medidas ou registrará uma queixa na OMC.
fonte: CarneTec

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Principais indicadores do mercado do boi – 02-01-2013


Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&F, margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização de 0,32%, nessa sexta-feira-feira (21) sendo cotado a R$96,31/@. O indicador a prazo foi cotado em R$96,23.
A partir de 2/jan o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro registrou desvalorização de 0,92%, cotado a R$691,22/cabeça nessa sexta-feira (21). A margem bruta na reposição foi de R$897,90 e teve valorização de 1,30%.
Gráfico 2. Indicador de Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista em dólares e dólar
Na sexta-feira (21), o dólar foi cotado em R$2,08 com valorização de 0,64%. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,31% sendo cotado a US$46,41. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.
Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 21/12/12
O contrato futuro do boi gordo para Jan/13 teve desvalorização de R$0,07 foi negociado a R$95,06.
Gráfico 3. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para jan/13
Acesse a tabela completa com as cotações de todas as praças levantadas na seçãocotações.
No atacado da carne bovina, o equivalente físico registrou valorização, fechado a R$95,64. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$0,67 e sua variação teve baixa de R$2,49 no dia. Confira a tabela abaixo.
Tabela 3. Atacado da carne bovina
Gráfico 4. Spread Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico
FONTE: BEEFPOINT

Angus: polêmica sobre controle de sêmen importado


A raça Angus deve comercializar mais de 3 milhões de doses de sêmen em 2012 no país, prevê a Associação Brasileira de Angus (ABA). Deste total, cerca de 2 milhões são importadas, especialmente dos Estados Unidos.
Parte deste material genético consumido pelo Brasil é o que se classifica como “restolho”, sêmen que sobra em propriedades norte-americanas. Segundo o pecuarista Fábio Gomes, da Cabanha Catanduva, de Cachoeira do Sul, hoje inexistem critérios de qualidade para a importação de sêmen.
A preocupação com material genético adequado ao meio cresce à medida que especialistas preveem falta de sêmen Angus à disposição em 2013, devido ao consumo ascendente no Brasil.
No Brasil, o Ministério da Agricultura é responsável por monitorar as importações. Para Gomes, o governo não está fazendo a sua parte. O vice-presidente da ABA, José Pires Weber, diz que o produtor brasileiro está refém do mercado e que a situação piorou desde a venda da Central Bela Vista.
O fiscal federal agropecuário Luiz Felipe Ramos Carvalho, da Coordenação de Produção Integrada da Cadeia Pecuária do Mapa, diz que o termo “avaliação da qualidade” do sêmen é subjetiva e pode ser feita por meio de três controles hoje desenvolvidos pelo Mapa. O primeiro deles, sanitário, dá garantia de que o sêmen não veicula patógenos; o de identificação e fertilidade, em cima da manufatura; e o zootécnico, que considera o desempenho do doador. “Os touros devem ser submetidos a provas zootécnicas e serem superiores à média da raça no país de origem.”
FONTE: BEEFPOINT

IBGE divulga que as fêmeas compuseram 40,4% dos abates formais no terceiro trimestre de 2012


A participação de fêmeas nos abates é um indicativo importante da fase do ciclo pecuário.
O último ano foi o segundo de acréscimo na participação de fêmeas nos abates, o que, associado ao aumento observado na oferta de animais terminados e de reposição, caracteriza a fase de baixa do ciclo de preços.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as fêmeas compuseram 40,4% dos abates formais no terceiro trimestre de 2012.
Houve aumento de 2,8 pontos percentuais em relação à participação no mesmo trimestre de 2011, de 37,6%.
A figura 1 mostra a evolução da composição de fêmeas nos abates nos terceiros trimestres, desde 2000.

Esta foi a maior participação no trimestre desde 2006, quando as fêmeas compuseram 41,1% dos abates formais.
No acumulado do ano, de janeiro a setembro, vacas e novilhas representaram 43,2% dos abates, ante 41,3% em 2011. A participação este ano foi a maior desde 2006, quando esta atingiu 44,6%.
A participação de fêmeas nos abates no acumulado do ano é maior que no terceiro trimestre devido à concentração dos abates de fêmeas nos primeiros três meses do ano, com o descarte das que não emprenharam na estação de monta.
No acumulado até setembro, os abates de machos somaram 12,98 milhões de cabeças, aumento de 3,3%, frente as 12,57 milhões de cabeças abatidas em 2011, no mesmo período.
Devido à fase de baixa do ciclo, caracterizada pela pressão sobre as cotações e rentabilidade da cria pressionada, há aumento nos abates de vacas, que, além de meio de produção, são ativos altamente líquidos.
Nos primeiros nove meses de 2012 os abates de vacas e novilhas somaram 9,89 milhões de cabeças, ante 8,86 milhões no mesmo intervalo em 2011, aumento de 11,6%.
Fonte: Scot Consultoria

Herefordbreeder.

HerefordBreeder.Net

FONTE: http://www.herefordbreeder.net/

Novo sistema de pesagem de bovinos será implantado em 2013 em MS

Um novo sistema de pesagem de bovinos destinados ao abate será implantado em Mato Grosso do Sul em 2013


O projeto-piloto foi proposto pela Federação da Agricultura e Pecuária (Famasul) e firmado entre pecuaristas e diretores da unidade do frigorífico JBS.

Com o procedimento, os criadores esperam diminuir as alegadas diferenças no peso dos animais destinados ao abate. "A pesagem e a classificação da carcaça dos animais sempre foram objetos de contestação dos produtores. Esperamos que essa seja a primeira de uma série de iniciativas de consenso entre os elos, as quais são necessárias para o fortalecimento da cadeia da carne", afirma o presidente da Famasul, Eduardo Riedel.

O novo sistema prevê a pesagem dos animais em três momentos distintos. A primeira pesagem será feita logo após o abate; a segunda, na pré-limpeza, ou seja, após a retirada do couro e das vísceras do animal. A última pesagem será realizada após a limpeza dos animais abatidos.

O presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Rui Fachini, acredita que a iniciativa, que já vinha sendo discutida há algum tempo pelo setor, deve acabar com a insegurança que o pecuarista sente na hora de receber pelo produto que ele vende, que é o boi. "É sempre uma preocupação muito grande porque  ele vende o produto e não sabe por quanto vai receber", afirma.

O pecuarista Nedson Rodrigues cria aproximadamente seis mil animais em uma fazenda em Bandeirantes, a 66 km de Campo Grande. Ele afirma que controla rigorosamente a pesagem  do rebanho. A cada 90 dias, todos os animais passam pela balança.

"É cadastrado o número do animal e o peso dele. A cada pesagem você sabe qual é o ganho que ele será tendo em relação à última pesagem. Quando os animais embarcam para o abate, antes de entrar no caminhão, seles também são pesados para que a gente possa fazer o cálculo do rendimento da carcaça", explica.

Segundo Rodrigues, na maioria das vezes, o produtor se surpreende na hora de receber porque o cálculo do rendimento da carcaça feito por ele não bate com o cálculo feito pelo frigorífico que compra o animal. "Existe uma variação em relação ao peso do animal vivo da fazenda com o peso da carcaça que tem no frigorifico".

Segundo a Famasul, o peso da carcaça limpa registrado na indústria apresenta rendimento aproximado de 47% em relação ao peso do animal vivo registrado na propriedade. Já na conta dos pecuaristas, o rendimento da carcaça no frigorífico, em relação ao boi pesado ainda na fazenda, fica, geralmente, em torno de 53%.

O novo sistema de pesagem de bovinos será implantado apenas na unidade do JBS localizada em Campo Grande.
FONTE: AGRODEBATE

Mercado do boi gordo termina dezembro com pressão de alta


O mercado do boi gordo terminou a última semana com pressão altista.

Os vendedores praticamente saíram do mercado e foi pouca a oferta, ao mesmo tempo em que a demanda por carne bovina melhorou.

Em São Paulo, a referência terminou em R$96,00/@, à vista, com ofertas por parte dos frigoríficos de R$97,00, e relatos de negócios pontuais a R$98,00/@, nas mesmas condições.

Em praticamente todas as praças, as compras mais volumosas foram fechadas em valores acima da referência.

Ao que tudo indica, esta tendência deve ser mantida nas primeiras semanas de janeiro e ir se dissipando no decorrer do mês, já que a oferta de boiadas tende a aumentar e o consumo diminuir.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

BONS VENTOS O TRAGAM 2013 !!!




    FELIZ ANO NOVO!!!  FELIZ ANO NOVO!!!  FELIZ ANO NOVO!!!  FELIZ ANO NOVO!!!

TUDO UMA "QUESTÃO DE SORTE" !!!


TRABALHEI BASTANTE, DURANTE TODO ANO,
 PROCUREI POR OPORTUNIDADES, DURANTE TODO ANO
 PLANEJEI MINHAS AÇÕES, DURANTE TODO ANO
 PERSEGUI MEUS OBJETIVOS TRAÇADOS, DURANTE TODO      ANO
 FIQUEI MUITAS NOITES SEM SONO, DURANTE TODO ANO
 HOJE REFLETINDO, CHEGO À CONCLUSÃO QUE TIVE  ÓTIMOS RESULTADOS,
TUDO UMA  "QUESTÃO DE SORTE" !!!

LUND

Confira a entrevista especial de fim de ano com Alcides Torres - Scot Consultoria

fonte: SCOT CONSULTORIA

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Governo destina mais R$ 55 milhões para seguro rural


Medida provisória garante total de R$ 329 milhões em subvenção no ano de 2012

Foram empenhados R$ 55 milhões para subvenção ao prêmio do seguro rural nesta sexta-feira, 28 de dezembro, por meio de medida provisória destinada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com esse crédito extraordinário, chega a R$ 329 milhões o total destinado para subsídio em 2012 – alta de 30% em relação ao ano passado.

Inicialmente, estavam previstos para este ano R$ 274 milhões, dos quais R$ 100 milhões foram autorizados na semana passada por meio da Lei 12.752/2012. A verba será disponibilizada para as seguradoras habilitadas no Programa de Subvenção Federal.
Para 2013, o Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) do Mapa prevê R$ 400 milhões em recursos, com valores maiores nos anos seguintes (R$ 459 milhões em 2014 e R$ 505 milhões em 2015).
Saiba mais
O seguro rural é, atualmente, um dos mais importantes instrumentos de política agrícola que ajudam a promover o desenvolvimento do setor. Essa modalidade de garantia – que protege as atividades agropecuárias contra os fenômenos climáticos adversos – é indispensável à estabilidade da renda, à geração de emprego, ao desenvolvimento e a maior tranqüilidade ao produtor rural.
De 2005 a 2011, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) disponibilizou R$ 963,1 milhões. No ano passado, foram adquiridas por meio dessa modalidade 57.885 apólices, por 40,1 mil produtores, garantindo capitais na ordem de 7,3 bilhões e cobertura securitária para 5,6 milhões de hectares.

Governo do RS assina convênio de R$ 170,5 milhões com a Emater/RS-Ascar


Para 2013, o orçamento da Emater/RS-Ascar será ampliado em 75%, em comparação com 2010, totalizando, para Assistência Técnica e Social e a Extensão Rural do RS, R$ 170,5 milhões. “A recuperação da Emater e o fortalecimento das ações de Ater junto a nossos diversos públicos é um compromisso do governador Tarso Genro ainda na sua candidatura”, destaca o presidente da Emater/RS e superintendente geral da Ascar, Lino De David. A assinatura do convênio para 2013 entre o Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, e a Emater/RS-Ascar aconteceu nesta sexta-feira, às 11h, no Palácio Piratini, com a presença do secretário Ivar Pavan, do secretário adjunto, Ronaldo Oliveira, dos diretores técnico e administrativo da Emater/RS, Gervásio Paulus e Silvana Dalmás, além de gerentes e diretores de departamentos.

“Estou feliz por encerrar o ano tendo criado condições para consolidar a efetiva e permanente atuação da Emater”, afirmou o governador Tarso Genro. Ao assinar o convênio, o governador destacou que a agricultura familiar é um setor “extremamente importante” para a geração de renda, emprego e para a inclusão social e produtiva das famílias gaúchas, fortalecendo a visão de desenvolvimento integrado para o RS. “É por isso que essa parceria do Governo com a Emater é fundamental para o desenvolvimento do Estado”, disse Tarso Genro, ao parabenizar o secretário Ivar Pavan e o presidente da Emater/RS, Lino De David, “em nome do povo gaúcho, reconhecendo a importância e a qualidade do serviço prestado à agricultura familiar”.

Para o secretário da SDR, Ivar Pavan, a Ater é a principal política pública para o desenvolvimento rural do Estado. “Recebemos a Emater com um convênio de R$ 98 milhões em 2010; assinamos o primeiro convênio para 2011 de R$ 127 milhões; para 2012 o orçamento passou para R$ 153 milhões, e hoje estamos assinando um convênio para 2013 de R$ 170,5 milhões”, comemora Pavan. Com o permanente crescimento da Ater do RS, o secretário destaca que, além da ampliação de recursos, a Emater/RS-Ascar recebeu investimentos na infraestrutura, com contratações e aquisições de equipamentos, “garantindo melhor qualidade e estrutura suficiente para atender a toda demanda da agricultura familiar do Estado e reafirmando assim o compromisso do governo na recuperação da Emater”, afirmou, ao destacar que “estamos fazendo da Emater a principal política pública para o desenvolvimento rural do RS”, afirmou.

O orçamento, que para 2013 será de R$ 170,5 milhões, vem sendo ampliado a cada ano. “Vamos manter os investimentos na capacitação e qualificação de nossos empregados e na melhoria dos nossos atendimentos, que devem abranger, no próximo ano, em torno de 206 mil famílias”, antecipou o presidente da Emater/RS, Lino De David. Segundo ele, os investimentos realizados nos últimos dois anos e o novo convênio fortalecem o trabalho de recuperação da capacidade operacional e ampliação da capacidade de infraestrutura, garantindo assim a qualificação profissional, a autoestima dos trabalhadores e a melhoria dos atendimentos realizados no campo.

QUALIDADE DE VIDA
Entre 2011 e 2012, a Emater/RS-Ascar realizou 2,5 milhões de atendimentos às famílias rurais, através de 500 mil visitas, 500 mil atendimentos técnicos, 37 mil reuniões e 35 mil eventos técnicos. Mais de 220 mil famílias rurais foram atendidas, entre agricultores e pecuaristas familiares, pescadores artesanais, assentados da reforma agrária, indígenas e quilombolas. “Para 2013, nosso foco de atuação será as famílias que vivem em extrema pobreza, com a meta, para até 2014, de atendermos a 35 mil famílias em vulnerabilidade”, afirmou o presidente.

Segundo De David, o Programa Inclusão Social e Produtiva já encaminhou 38 mil pessoas para o acesso a políticas públicas de direito social e outras 2,3 mil famílias cadastradas no CadÚnico foram capacitadas para garantirem sua subsistência e produção. Além disso, 1,8 mil famílias de 23 municípios receberam apoio na implementação do Programa de Melhorias Sanitárias Domiciliares e 6 mil famílias foram incluídas no Programa Brasil Sem Miséria/RS Mais Igual, disponibilizando, por família, R$ 2,4 mil. “Com o atendimento da Emater, essas pessoas são incluídas na sociedade, tornando-se verdadeiros cidadãos”, observou o dirigente.

Sendo a Ater considerada uma política pública, a Emater/RS-Ascar, sua executora no Estado, manterá, para 2013, o desenvolvimento dos projetos de Irrigação (5,6 mil projetos elaborados em 2011/12), de Agroindústria Familiar (800 agroindústrias familiares cadastradas no Programa Sabor Gaúcho estão em processo de implantação e legalização), de Promoção à Atividade Leiteira (Ater a 26 mil famílias rurais, sendo que 20 mil delas receberam formação técnica em práticas de manejo de bovinos de leite, incluindo os beneficiários do Programa Leite Gaúcho), e de Cooperativismo (15 mil famílias organizadas em 80 cooperativas receberam Ater de equipes multidisciplinares na elaboração de planos de gestão).

Nos dois últimos anos, a Emater/RS-Ascar realizou 48 mil perícias de Proagro, o que representou mais de R$ 300 milhões em indenizações aos agricultores familiares, a maioria atingida pela estiagem de 2012. No mesmo período, foram analisados 1,6 mil projetos técnicos para obtenção de crédito fundiário, totalizando R$ 80 milhões para aquisição de 33 mil hectares de terras, e disponibilizados 77 mil projetos de Crédito Rural, num total de R$ 1,9 bilhão aos agricultores familiares gaúchos.

Para garantir a qualidade nesses e em outros atendimentos e a melhoria das condições de trabalho de seus colaboradores, a Emater/RS-Ascar contratou, entre 2011 e 2012, 597 novos empregados, sendo 329 ampliações do quadro e 268 reposições. A reestruturação da Instituição é confirmada com a aquisição de 367 novos veículos e 1.159 novos computadores foram entregues, totalizando R$ 10 milhões de investimentos.

“Pagamos R$ 27 milhões de dívidas das gestões anteriores e, através da recuperação da Filantropia da Ascar, ainda que por Medida Liminar, eliminamos um passivo de mais de R$ 2 bilhões”, destacou o presidente Lino De David.

Segundo De David, dez chamadas públicas foram executadas nos últimos dois anos, beneficiando 20 mil famílias nas áreas de produção leiteira, segurança alimentar e nutricional, organização da produção para comercialização e diversificação de culturas. “Outras nove chamadas públicas serão executadas nos próximos três anos, beneficiando 25 mil famílias”, antecipou o presidente, ao citar, para 2013, o foco de atuação em três eixos: combate à pobreza, organização econômica e execução de políticas públicas. “2013 será um ano de muito trabalho, mas que garantirá, como resultado no campo, uma melhor qualidade de vida para todos”, finalizou De David.

BOI: Com menor oferta, indústrias pagam mais pela arroba




      A dificuldade na compra de boiadas é grande.

Algumas indústrias relatam que mesmo pagando mais pela arroba, as compras desta semana preenchem com dificuldade um dia de escala.

O pecuarista pouco ofertou nos últimos dias.

Em São Paulo os preços estão estáveis, mas nas praças vizinhas as valorizações que vinham comedidas, ganharam força, com ofertas até R$2,00/@ acima da referência, que já sofreu ajuste positivo.

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, os preços subiram em Três Lagoas e Campo Grande, onde a arroba ficou cotada em R$91,00, à vista. Existem compradores ofertando até R$93,00/@ nestas praças.

Além da ligeira melhora nas vendas, os preços da carne bovina aumentaram, em grande parte, em função da redução dos abates.

No Sul de Goiás ganham volume os negócios a R$90,00/@, à vista.

No mercado atacadista de carne bovina, pelo segundo dia seguido o boi casado de animais castrados teve alta e acumula valorização de 2,5% em três dias desta semana. Desde o começo do mês o mercado não tinha força para alta nos preços.

Fonte: Scot Consultoria

Menor oferta e tendência de alta para o boi gordo


Foram poucas as ofertas de venda na abertura do mercado desta semana. Ao mesmo tempo, quase nenhuma indústria esteve fora das compras.

As negociações costumam esfriar neste período do ano.

Há muitos compradores tentando negócios acima do valor de referência da semana anterior. A disponibilidade de boiadas encurtou.

Com a redução nos abates, em função da paralisação para as festas de final de ano e a recuperação, embora lenta, das vendas de carne bovina, existe a necessidade de aumentar a pressão de compra.

Sendo assim, em São Paulo, algumas indústrias chegaram a oferecer negócios por até R$97,00/@, à vista, embora a referência no estado permaneça em R$95,50/@ nas mesmas condições.

Este panorama ocorre em todo o país.

Em Rondônia houve alta de R$1,00/@, com relatos de negócios pontuais acima do valor de referência que é de R$86,00/@ à vista.

No mercado atacadista de carne bovina com osso a demanda teve ligeira melhorou e ajudou a sustentar as cotações da arroba.

COTAÇÔES - URUGUAY

FONTE: A.C.G

Semana Nº 51

Dec
16
2012
Dec
22
2012
Imprimir Página

Planilla publicada el Lunes 24 de Diciembre de 2012 
Los valores corresponden a la Semana indicada.

Mercado de Haciendas


Comentario


VACUNOS

con menor oferta debido a las lluvias y a la epoca del año. mercado firme.

LANARES

demandado en la categoria cordero mamon u$s 3.30. feliz navidad!!!


INDICE FLACO / GORDO A.C.G1.1675
-1.52%
* Este valor es la relación entre el precio del novillo gordo y el tenero

SEMANA Nº 51

PERIODO: del 2012-12-16 al 2012-12-22

COTIZ. PROMEDIO A LEVANTAR 
FLETE A CARGO COMPRADOR 
NEGOCIOS A PLAZO

EN PIEA LA CARNE
SEM. ANTACTUAL%SEM. ANTACTUAL%
NOVILLOS GORDOS - Razas Carniceras1.941.96
1.03%
3.683.71
0.82%
VACAS GORDAS - Razas Carniceras1.661.70
2.41%
3.463.50
1.16%
VAQUILLONAS GORDAS1.841.85
0.54%
3.563.59
0.84%
INDUSTRIA
Toros y Novillos1.471.472.542.54
Vacas Manufactura1.061.062.042.04
Conserva0.870.871.821.82
OVINOS GORDOS
Corderos0.000.003.043.04
Cordero Pesado0.000.003.053.05
Borregos0.000.003.033.03
Capones0.000.002.472.47
Ovejas0.000.002.202.20
Nota: 
Los precios en pie contado son USD 0,02 menos que a plazo.
Los precios en Segunda Balanza contado son USD 0,04 menos que a plazo.

Mercado de Reposición

Semana Nº 51

Dec
16
2012
Dec
22
2012

Precios promedios para razas carniceras y sus cruzas. 
A levantar del establecimiento con pagos contado hasta 90 días. 
Destare promedio del 5% al 7% s/ condiciones carga estipuladas.

Semana AnteriorSemana Actual
MinMáxPromedioMinMáxPromedio
Terneros *hasta 140 kgUSD / Kg2.302.422.372.302.422.37
Terneros *141 a 200 kgUSD / Kg2.182.252.232.182.252.23
Novillitos201 a 240 kgUSD / Kg1.952.152.061.952.152.06
Novillos241 a 300 kgUSD / Kg1.881.951.911.881.951.91
Novillos301 a 360 kgUSD / Kg1.801.901.851.801.901.85
Novillosmás 360 kgUSD / Kg1.721.851.781.721.851.78
Ternerashasta 140 kgUSD / Kg2.002.102.052.002.102.05
Terneras141 a 200 kgUSD / Kg1.851.971.931.851.971.93
Vaquillonas201 a 240 kgUSD / Kg1.751.801.781.751.801.78
Vaquillonasmás 240 kgUSD / Kg1.701.751.721.701.751.72
Vaquillonas y Vacas PreñadasUSD / Kg630730669.00630730669.00
Vacas de InvernadaUSD / Kg1.451.601.551.451.601.55
Piezas de CríaUSD / Kg370410391.00370410391.00

* Los precios de punta de la categoría Terneros, corresponden a los Terneros más livianos destetados, castrados y de razas definidas.

Operaciones realizadas por asociados de la A.C.G.

Comentario

CON POCA OFERTA, CONTINUA EL MERCADO DEMANDADO.

Mercados al Lunes 24 de Diciembre de 2012

DOLAR
19.195
ARG
2.976
REAL
9.205

Mercado de Liniers - Argentina

Novillos (Esp. a Buenos) + 390 Kg

USD / Kg

0-0

Novillos (Esp. a Buenos) - 390 Kg

USD / Kg

0-0

Vacas Buenas

USD / Kg

0-0

Vaquillonas Especiales

USD / Kg

0-0
Fuente: "Mercado de Liniers" USA - http://www.mercadodeliniers.com.ar

Mercado de Chigago - USA

Novillos Gordos

USD / Kg

2.73
Fuente: "United States Department of Agriculture" USA - http://www.usda.gov

Mercado de San Pablo - Brasil

Novillos Gordos

USD / Kg

1.54
Fuente: "informa Economics" - http://www.informaecon-fnp.com/

Mercado de Paraguay

Novillos Gordos

USD / Kg

1.47
Fuente: "El Corral" Paraguay - http://www.elcorral.com.py