sexta-feira, 27 de março de 2015

Aberta a lista de adesão para o jantar na Churrascaria Lobão (Pelotas), paralelo ao LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 LANCE RURAL / PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS

Está aberta a lista de adesão para o jantar na Churrascaria Lobão (Pelotas), paralelo ao LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 LANCE RURAL / PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS que ocorrerá no próximo dia 13.04.2015 (segunda-feira) as 21h. Pecuaristas interessados em maiores informações, entrar em contato pelo email lund@lundnegocios.com.br ou com Laura pelos fones 053.30283550 ou 053.84822364. Lembramos que o evento também estará sendo transmitido pelo C2Rural. Este evento é organizado por LUND NEGÓCIOS, RÉDEA REMATES e sob a coordenação de Assessoria Agropcuária FFVelloso & Dimas Rocha e Canal Rural.
Aguardamos seu contato. Compareça!!!

Frigorífico Silva tem abates liberados pelo Ministério do Trabalho


As principais adequações foram feitas pela empresa, que ainda terá um prazo para realizar outras melhorias
 O Frigorífico Silva, em Santa Maria, está liberado para retomar os abates bovinos,suspensos desde a última sexta-feira. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) realizaram uma nova vistoria na empresa na tarde desta quinta-feira. Na última semana, eles haviam realizado uma inspeção no local e identificaram problemas relacionados à saúde dos trabalhadores, como máquinas sem proteção que ofereciam risco de ferimentos e até morte, o que levou à interdição da empresa.
— Os riscos graves e iminentes à saúde dos funcionários foram sanados. As máquinas receberam as proteções necessárias e a maioria das adequações foram feitas — afirma o auditor fiscal do MTE Mauro Müller.
De acordo com o auditor, pequenas adequações ainda precisam ser feitas, mas nenhuma apresenta risco iminente à saúde dos funcionários. Um relatório foi enviado ao Ministério do Trabalho e Emprego e o frigorífico terá um prazo, ainda não definido, para fazer as melhorias que faltam.
Durante a última semana, a empresa abriu com 50% dos funcionários e alguns setores funcionaram, mas em um ritmo menor de trabalho. Caminhões ficaram impedidos de descarregar gado no local.

O diretor comercial do frigorífico, Cléber da Silva, afirmou que não tinha informações para repassar para à imprensa. O coordenador de marketing, Magnus Costa, disse que enviaria um comunicado, mas até o momento não havia entrado em contato com a reportagem.
Fonte: Diário de Santa Maria 

quinta-feira, 26 de março de 2015

Desvalorização do real transforma dona da Friboi em máquina de fazer dinheiro

Problemas políticos e econômicos desvalorizam a moeda e impulsionam as vendas de carne da JBS, gerando faturamentos recordes
SÃO PAULO – Os acionistas da JBS SA estão lucrando com os problemas políticos e econômicos do Brasil conforme a acelerada desvalorização da moeda do país impulsiona as vendas de carne, gerando quantias recordes.

A dívida emitida pela empresa com sede em São Paulo, que comprou rivais americanas como Pilgrim’s Pride e Swift & Co. para se tornar a maior produtora de carne do mundo, proporcionou o maior retorno dentre os 160 valores mobiliários de empresas brasileiras acompanhados pela Bloomberg este ano. Os US$ 750 milhões em notas com vencimento em 2024 tiveram ganho de 4,2%, ante um resultado médio de 2,8% de prejuízo.
O surto de gastos do diretor executivo Wesley Batista no exterior, que trouxe a dívida a patamares recordes em 2012, está proporcionando recompensas enquanto a queda do real para o valor mais baixo em 12 anos faz aumentar o valor da receita da JBS no exterior.
A moeda é a que mais se desvalorizou dentre as principais divisas do mundo enquanto a presidente Dilma Rousseff enfrenta dificuldades para reverter a situação econômica e uma investigação de corrupção desgasta a confiança dos investidores. O banco central disse na terça feira, 24, que vai extinguir um programa de swap cambial que sustentou o real nos dois anos mais recentes.
Para a JBS, 'alta do dólar foi uma bênção', diz diretor (Foto: Reuters)
Para a JBS, ‘alta do dólar foi uma bênção’, diz analista (Foto: Reuters)

“A alta do dólar foi uma bênção para a JBS”, disse por telefone Carlos Gribel, diretor de investimentos de renda fixa da Andbanc Brokerage, desde Miami. “É minha opção preferida entre as empresas brasileiras de alto rendimento.”
O rendimento dos títulos da JBS com vencimento em 2024, classificados como BB pela Standard & Poor’s, caíram de 7,47% para 6,99% no final do ano passado. Isso diminuiu a distância em relação a obrigações semelhantes vendidas pela rival americana Tyson Foods Inc., com classificação BBB, de 3,88 pontos para 3,72 pontos no mesmo período.
A JBS, que recebe quase 80% de suas vendas em dólares, protegeu sua dívida denominada em dólares contra aquilo que Batista chamou de “exposição ao panorama político brasileiro”. Ele conversou com os investidores no dia 15 de agosto quando o dólar valia R$ 2,26. Na terça feira, a moeda americana era negociada no Brasil cotada em R$ 3,14.
A geração de dinheiro foi multiplicada em mais de sete vezes, chegando ao recorde de R$ 4,7 bilhões (US$ 1,5 bilhão) no ano passado, enquanto a dívida líquida caiu para 2,1 vezes a renda antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização, ante 3,7 vezes um ano atrás e 4,3 vezes no segundo trimestre de 2012, de acordo com dados proporcionados pela empresa.
A processadora de carnes conseguiu cortar seu nível de endividamento enquanto gastava mais de US$ 5 bilhões desde 2013 em acordo para expandir suas atividades no ramo das carnes de aves, suínos e alimentos processados no Brasil, México e Austrália. Batista, cujo pai, José Batista Sobrinho, fundou a JBS em 1953, disse aos investidores em 12 de março que o foco da empresa está em reduzir a dívida e ampliar as margens de lucro das operações existentes, e não estaria interessada em novas aquisições.
A Pilgrim’s Pide, empresa de carne de frango e alimentos processados de Greeley, Colorado, e controlada pela JBS, vendeu US$ 500 milhões em notas no dia 4 de março oferecendo juros de 5,75%, os mais baixos já anunciados por uma unidade da JBS.
“Conforme métricas como a alavancagem e a geração de caixa melhoraram, pudemos renovar nossas linhas de crédito a custos que refletem melhor nossa situação”, disse o diretor de relações com o investidor da JBS, Jeremiah O’Callaghan, por telefone na terça feira desde Nova York. “Trata-se de um círculo virtuoso.”
As obrigações brasileiras têm apresentado um dos piores desempenhos entre os mercados emergentes esse ano enquanto as tentativas do ministro das finanças Joaquim Levy no sentido de restaurar a confiança dos investidores são enfraquecidas pelo crescente tumulto político e insatisfação pública.
Embora otimista em relação aos resultados da JBS e às perspectivas para a indústria da carne, o diretor de análise de mercados emergentes da Sterne Agee & Leach Inc., Revisson Bonfim, disse por telefone a partir de Nova York que o desempenho das obrigações da empresa foi negativamente afetado pelas preocupações com o crescente escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras e suas principais terceirizadas.
“As obrigações poderiam ter se valorizado mais se não fosse por essas preocupações políticas”, disse Bonfim. “A JBS é uma empresa excelente.”
A Fitch Ratings subiu a nota da JBS de BB- para BB no dia 3 de outubro. No mês passado, a Standard & Poor’s disse que a nota BB poderia aumentar conforme a proporção de alavancagem é mantida sob controle de acordo com uma abordagem mais conservadora para os acordos financiados por crédito.
“Estou otimista em relação às empresas de proteínas”, disse por e-mail Ian McCall, que ajuda a administrar US$ 103 milhões da Quesnell Capital SA, de Genebra. “A JBS trará um bom desempenho para os investidores.” /Tradução de Augusto Calil
fonte: Gerson Freitas Jr. e Paula Sambo
BLOOMBERG NEWS

Joana Colussi: indústria de carne acuada por fiscalização.

Assustados com a interdição do Frigorífico Silva, um dos maiores abatedouros de bovinos do Rio Grande do Sul, representantes da cadeia produtiva se mobilizam para não deixar o setor cair em uma crise maior – à medida que a fiscalização chegar a outras indústrias de carne. O temor é compreensível, já que a força-tarefa do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego fechou as portas, mesmo que temporariamente, de uma das empresas mais tradicionais do setor no Estado.
– Se um frigorífico do porte do Silva foi interditado temos de avaliar o que fazer para evitar que outras operações inviabilizem a nossa atividade. É uma questão que nos assusta, não há como negar – admite Ronei Lauxen, presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados (Sicadergs).
Em reunião nesta quinta-feira em Porto Alegre, convocada pela entidade, representantes da indústria e de produtores irão discutir ações para proteger o setor. A fiscalização que interditou o Frigorífico Silva, de Santa Maria, foi a primeira de uma série que será cumprida ao longo do ano em frigoríficos de bovinos e de suínos para verificar as condições de trabalho. No ano passado, com o alvo nas indústrias de aves, as vistorias interditaram temporariamente seis unidades de importantes empresas.
– A atividade dos frigoríficos é o segundo setor que mais causa acidentes de trabalho e adoecimento no Estado, atrás apenas da área hospitalar — alerta o auditor-fiscal do Trabalho Mauro Marques Müller, coordenador estadual do Projeto Frigoríficos, força-tarefa executada desde janeiro de 2014.
Conforme Müller, as irregularidades mais comuns vão do ritmo excessivo de trabalho, passando por máquinas sem proteção, movimentação manual de cargas maléficas à saúde até jornada de trabalho prolongada.
Com mais de 300 indústrias de carne bovina, que abatem em média 8 mil animais por dia, o Rio Grande do Sul tem no setor a geração de mais de 10 mil empregos. A preocupação, sem dúvida, é mais do que justificável neste momento.
Fonte: Zero Hora

terça-feira, 24 de março de 2015

Terneiras Angus a venda

Terneiros Angus a Venda

CAR — Cadastro Ambiental Rural — O que é?



Ministério do Meio Ambiente
Organização governamental · 282.484 curtidas
 · 20 de março às 19:10 · Editado · 
 Se você é um proprietário ou posseio de imóvel rural não pode esquecer de realizar o Cadastro Ambiental Rural, até 5 de maio.
Quando você adere ao ‪#‎CAR‬ fica em dia com a lei e consegue acesso a linhas de crédito rural. 
 Acesse mais informações aqui no ‪#‎SiteMMA‬.
Todos os proprietários de imóveis rurais e posseiros que queiram estar em dia com a lei e acessar linhas de crédito rural devem fazer a inscrição no...
MMA.GOV.BR

segunda-feira, 23 de março de 2015

Frigorífico Silva, de Santa Maria, segue fechado

Desde sexta-feira, foi proibida a entrada de novas cargas de gado e abates no frigorífico


Frigorífico Silva, de Santa Maria, segue fechado Jean Pimentel/Agencia RBS
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS
 Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ainda aguarda o pedido de vistoria por parte do Frigorífico Silva, interditado na última sexta-feira, por problemas no ambiente de trabalho que ofereciam riscos à saúde dos funcionários.
Segundo o auditor fiscal do MTE, Mauro Müller, as melhorias, geralmente, são rápidas, mas o prazo depende da empresa, que precisa contratar serviços para as adequações nos setores e para proteção das máquinas apontadas na vistoria. O MTE acredita que nesta semana o pedido de vistoria seja feito pelo frigorífico.
O diretor comercial do frigorífico Cléber da Silva informou que a indústria está parada e apenas alguns funcionários seguem trabalhando no local. Ele não deu previsão para a reabertura da empresa, que teve os abates suspensos.
— Há prejuízo financeiro, sim, mas ainda não temos estimativa de quanto — afirma.
O frigorífico foi interditado durante a primeira força-tarefa que investiga frigoríficos bovinos e suínos do Rio Grande do Sul. Até agora, empresas de Passo Fundo, Montenegro, Lajeado e Garibaldi já foram interditadas e tiveram que assumir o compromisso de uma série de melhorias apontadas pelo MPT.
DIÁRIO DE SANTA MARIA

domingo, 22 de março de 2015

Terneiros Angus do Grupo Araucária fazem mais de R$ 7,50 de média

Leilão Grupo Araucária 2015

5º Leilão do Grupo Aracuária ocorreu neste sábado (21) em Ponta Grossa, PR. Foram ofertados 588 terneiros e terneiras certificadas Angus (TAC) e o evento faturou R$ 861 mil. 
Conforme os organizadores, os valores para machos superaram R$ 7,50/kg e para fêmeas R$ 6,70. 

Entres os vendedores podemos exemplificar com os resultados de dois integrantes do Grupo Araucária: 



  • Pecuária Veiga Lopes 
    Machos: R$ 7,95 
    Fêmeas: R$ 6,68 
  • Jota PecuáriaMachos: R$ 7,82 
    Fêmeas: R$ 6,81  

Os resultados comprovam a alta demanda por animais de qualidade no PR, especialmente para fins de engorda. O trabalho contínuo do Grupo Araucária em qualificar e diferenciar o seu produto (terneiros) tem fidelizado clientes e gerado boa valorização aos animais. Desde 2012 a Assessoria Agropecuária presta serviços ao grupo e nesta época foram definidas as especificações do "Terneiro Araucária" e de seu sistema de produção. Um investimento que tem se mostrado efetivo é o uso da inseminação artificial e de touros Angus e Brangus superiores. 

Fonte: Grupo Araucária e Assessoria Agropecuária 

FINCANDO OS PÉS NO CHÃO, NOSSO PROJETO NÃO PARA !!! LEILÃO CERTIFICADO Nº 6

                                                    

                                                                         

Lote de terneiros já inscrito para o LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS

Lote de terneiros já inscrito para o LEILÃO CERTIFICADO Nº 6 PREFERENCIAL DE TERNEIROS(AS), NOVILHOS E VAQUILHONAS,
Informe-se , participe!!!
Para inscrições de lotes vendedores ou cadastro para compradores, entre em contato pelos fones 053.99941513 (LUND), 99915601 (CHARLES), 99438760 (PETRUZZI), e 051.98358100 (ASSESSORIA AGROPECUÁRIA FFVELLOSO e DIMAS ROCHA)


sábado, 21 de março de 2015

Novilhos Angus a venda

Atenção invernadores!!!
Lote de novilhos Angus a venda para colocar 100 kg em cima e vender em julho com o valor do boi gordo a R$ 5,50 - 6,00 + bonificação. Alguém duvida do que estou afirmando? Então é só me cobrar em julho se eu estiver errado!!!


NOVILHOS
Lote: 0345
Quantidade: 370
Peso Médio: 370
Sexo: Machos
Tipo idade: Meses
Idade: 15
Raça: Aberdeen Angus
Animal: Novilhos
Valor: R$ 5,20
Cidade: Arroio Grande
Estado: RS
País: Brasil
Observação: Gado top-top, difícil de encontrar igual.Recomendado para confinamento. Couro Limpo.
Imagens do lote

Frigorífico Silva, em Santa Maria, é interditado pelo Ministério do Trabalho

A ação já interditou outros frigoríficos do Estado

Frigorífico Silva, em Santa Maria, é interditado pelo Ministério do Trabalho Jaiana Garcia/Especial
Foto: Jaiana Garcia / Especial


Em inspeção realizada na manhã desta sexta-feira, no Frigorífico Silva, em Santa Maria, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) interditaram o local até que a empresa faça adequações no ambiente de trabalho.
Entre os 15 itens apontados, estão máquinas sem proteção específica, jornadas excessivas de trabalho, casos de assédio moral e questões relacionadas a ergonomia do ambiente, como altura de mesas e cadeiras.
Os 762 funcionários do frigorífico irão trabalhar nesta sexta-feira, mas o local deve ser fechado no sábado e só poderá reabrir após as adequações. O MPT e MTE não determinam um prazo específico para as alterações. Esse tempo dependerá das condições da empresa. Durante o período em que o frigorífico permanecer fechado, os funcionários não poderão ter salários descontados.
Os animais que estão no local serão abatidos, mas a partir desta sexta-feira, não será permitida a entrada de novos caminhões para o descarregamento de gado.
O Frigorífico Silva, localizado às margens da BR-392, no bairro Passo das Tropas, foi fechado durante a primeira força-tarefa que investiga frigoríficos bovinos e suínos do Rio Grande do Sul. Empresas de Passo Fundo, Montenegro, Lajeado e Garibaldi já foram interditadas e tiveram que assumir o compromisso de uma série de melhorias apontadas pelo MPT. 
Fonte: ZH

Outono 2015: Chuvas devem ser mais limitadas a partir de abril em quase todo o Brasil; maio terá forte queda de temperaturas

Outono 2015: Chuvas devem ser mais limitadas a partir de abril em quase todo o Brasil e comprometer bom desenvolvimento do milho safrinha. Maio terá forte queda de temperaturas e pode ser mais frio até mesmo do que junho. No entanto, possibilidade de geadas neste ano são limitadas. Preocupação para a próxima safra continua.

Neste ano, o outono começa às 19h45 do dia 20 de março. A estação marca a transição entre o período úmido e o período seco no Sudeste, no Centro-Oeste, no litoral norte e na maior parte do interior do Nordeste e na maior parte da região Norte. Por outro lado, a chuva aumenta no litoral leste do Nordeste (desde o Recôncavo Baiano até o Rio Grande do Norte), aumenta no Sul e o volume em média continua alto em Roraima, no Amapá e no norte do Amazonas e do Pará. A temperatura diminui gradativamente no país. A grande questão deste ano é: A chuva voltou a aumentar depois de um janeiro seco e quente. Será que ela se mantém ao longo dos próximos meses sobre as principais bacias que geram energia elétrica e sobre os sistemas de abastecimento de água do Sudeste? Para ambas as regiões, a resposta é não. A chuva deve diminuir nos próximos meses, como normalmente deve acontecer. Outono Climatempo 2015 De forma geral, teremos mais calor do que o normal e a chuva deve diminuir no país. Em abril e maio deve chover mais do que a normalidade na maior parte do Sul, mas em junho apenas o sul gaúcho deve ter mais chuva do que a normalidade. Nas Bacias hidrelétricas do país, com exceção do Subsistema Sul, teremos chuva de normal a abaixo da média. No Sudeste a chuva diminui e também deve ficar abaixo da média neste trimestre, inclusive nos sistemas de abastecimento como o Cantareira e o Paraíba do Sul. ABRIL - A frequência e o volume de chuva diminuem em quase todo o país, com exceção do Sul, onde a chuva aumenta. A temperatura fica de normal a acima da média em quase todo o país. Outono Climatempo - Abril MAIO - As frentes frias avançam fortes pelo Sul e pelo menos três delas chegarão ao Sudeste provocando um pouco de chuva e queda de temperatura. De forma geral, o mês deve ser considerado mais frio do que o normal no Sul e a sensação térmica em São Paulo e em Mato Grosso do Sul deve ser de frio também. Pode eventualmente esfriar no Rio e no centro-sul de Minas. Outono Climatempo - Maio JUNHO - As frentes frias devem voltar a ficar bloqueadas, mas agora sobre o sul do Rio Grande do Sul. A sensação térmica de frio ficará restrita às noites, madrugadas e começos de manhã nos demais Estados de Sul, em São Paulo e em Mato Grosso do Sul. Outono Climatempo - Junho De forma geral, a temperatura média vai caindo gradativamente, mas teremos menos frio do que o normal em junho – maio pode ser mais frio. Nossos problemas em relação ao risco de racionamento continuam, pois não choveu o suficiente para reverter a seca dos últimos anos. Em resumo, os principais reservatórios iniciarão o período seco com valores bem abaixo do considerado seguro e normal para a época. A estação acabará no dia 21 de junho às 13:38, no horário de Brasília. Fonte: Climatempo + Notícias Agrícolas

sexta-feira, 20 de março de 2015

Abiec prevê maior exportação de carne bovina em 2015, mas ritmo preocupa

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) espera que as exportações se recuperem ainda este mês e estima um avanço de 8,9% nos embarques em 2015, para 1,7 milhão de toneladas, com alta de 11% em faturamento, totalizando US$ 8 bilhões.
Em março, a Abiec espera aumento da demanda do Irã. Ao longo do ano, a expectativa é de que a reabertura de mercados como Iraque e África do Sul ajudem nos embarques.
A Abiec também conta com o potencial fim de embargos na China e na Arábia Saudita. Representantes do país árabe chegam ao Brasil no dia 14 de abril para uma visita técnica que pode acelerar a retomada das importações. Caso haja a retomada das compras, haverá maior espaço de negociação comercial com países do Golfo Pérsico, como Kuwait, Bahrein, Omã, Emirados Árabes Unidos e Qatar.
Já o operador de commodities do BESI Brasil, Leandro Bovo, disse que não espera repetir o bom resultado nas exportações obtidos no ano passado, citando dificuldades em parceiros comerciais como a Rússia e a Venezuela, bem como alegando que não há certeza de quando os embargos à carne brasileira serão superados.
Adolfo Fontes, analista sênior do Rabobank Brasil para proteína animal, também ressalta a desaceleração das vendas neste início de ano, mas acredita em um incremento em 2015. Segundo ele, o Brasil deve ser beneficiado pela queda no volume de exportações da Austrália. Além disso, a desvalorização do real ante o rublo deve melhorar os negócios com a Rússia.
Por enquanto, a média diária comercializada de carne bovina in natura nas duas primeiras semanas de março foi de 3,9 mil toneladas, volume 15% inferior à média verificada em março de 2014 e 7,1% menor que a do mês anterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
Fonte: Agência Estado, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

IBGE mostra queda no abate de bovinos em 2014 e 4T14

Conheça os dados do IBGE para abate de bovinos no 4T14 e no ano de 2014. Informações muito interessantes para se conhecer o mercado do boi gordo brasileiro.
I – Produção Animal no 4o trimestre de 2014
1. Abate de animais
1.1 – Bovinos
No 4o trimestre de 2014 foram abatidas 8,525 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Esse valor foi 0,7% maior que o registrado no trimestre imediatamente anterior (8,470 milhões de cabeças) e 4,1% menor que o registrado no 4o trimestre de 2013 (8,888 milhões de cabeças). O Gráfico I.1 mostra que o abate de bovinos ao longo de 2014 ficaram bem distribuídos entre os trimestres, entre 8,4 e 8,5 milhões de cabeças.
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Como não há variações acentuadas no peso médio das carcaças, sobretudo em nível nacional e entre os mesmos períodos do ano, a série histórica do peso acumulado de carcaças por trimestre (Gráfico I.2) segue o mesmo comportamento da série do abate de bovinos.
A produção de 2,059 milhões de toneladas de carcaças bovinas no 4o trimestre de 2014 foi 0,9% maior que a registrada no trimestre imediatamente anterior (2,040 milhões de toneladas) e 3,7% menor que a registrada no 4o trimestre de 2013 (2,138 milhões de toneladas). No 4o trimestre de 2014 o peso médio das carcaças foi de 241,5 kg/animal, no mesmo período do ano anterior foi de 240,5 kg/animal, diferença de 1,0 kg ou de 0,4% em relação ao 4o trimestre de 2013.
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Em nível nacional, o abate de 362.704 cabeças de bovinos a menos no 4o trimestre de 2014, na comparação com igual período do ano anterior, teve como destaque: Mato Grosso (-88.428 cabeças), Rondônia (-74.926 cabeças), São Paulo (-51.916 cabeças), Goiás (-45.186 cabeças) e Tocantins (-35.405 cabeças). Parte desses decréscimos foi compensado por aumentos em outras Unidades da Federação, sobretudo no Pará, onde foram abatidas 43.115 cabeças a mais. No ranking nacional do abate de bovinos (Gráfico I.3), Mato Grosso continua seguindo na liderança, seguido por Mato Grosso do Sul e São Paulo.
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A série histórica da participação de machos e fêmeas no abate total de bovinos (Gráfico I.4) mostra aumento de 0,5 pontos percentuais na participação de fêmeas no comparativo dos 4os trimestres 2014/2013. Também mostra que é geralmente no último trimestre do ano quando ocorre a menor participação de fêmeas no abate total.
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A oferta restrita de animais para reposição e abate, decorrente, dentre outros fatores, da seca prolongada iniciada no final de 2013, contribuíram marcadamente para o aumento dos preços pagos aos pecuaristas. Além do impacto sobre a engorda dos animais, a estiagem prolongada também pode afetar a capacidade reprodutiva das matrizes e o desenvolvimento de bezerros.
Segundo o indicador Esalq/BM&F Bovespa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Cepea, as médias mensais dos preços da arroba bovina de janeiro a dezembro de 2014 mantiveram-se mais altas que nos respectivos meses de 2013 (Gráfico I.5). A partir de 4 de novembro todos os preços, levantados quase que diariamente pelo Cepea, ultrapassaram a casa dos R$ 140,00/@, sendo alcançando o valor recorde de R$ 145,48/@, em 27 de novembro de 2014.
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A alta dos preços da arroba bovina também foi sentida pelo consumidor final. De acordo com o IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador oficial da inflação brasileira, todos os cortes de carne bovina acompanhados pela Pesquisa apresentaram aumentos de preços em 2014 muito acima do índice geral de inflação (Gráfico I.6). Os maiores aumentos médios dos cortes de carne bovina foram verificados nos meses de novembro e dezembro de 2014, impulsionados, sobretudo, pelo forte incremento do preço da arroba bovina no período e do recorrente aumento da procura de carne bovina para as festas de final de ano.
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Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), no 4o trimestre de 2014, houve decréscimo tanto em volume como em faturamento da carne bovina in natura exportada, nos comparativos com o 3o trimestre de 2014 e com igual período do ano anterior (Tabela I.1). O preço médio da commodity aumentou 5,2% no comparativo anual e recuou 0,3% no comparativo com o trimestre anterior.
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Hong Kong (23,2% de participação), Egito (19,0%), Rússia (18,6%), Venezuela (16,0%), Chile (3,8%), Itália (3,0%), Argélia (1,7%), Holanda (1,5%), Angola (1,4%) e Irã (1,4%) foram os dez principais destinos da carne bovina in natura brasileira, respondendo juntos por 89,6% da carne exportada no 4o trimestre de 2014. Nesse período, 69 países importaram o produto do Brasil.
Participaram da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, no 4o trimestre de 2014, 1.230 informantes de abate de bovinos. Dentre eles, 216 possuíam o Serviço de Inspeção Federal (SIF), 393 o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e 621 o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), respondendo, respectivamente, por 78,7%; 15,8% e 5,5% do peso acumulado das carcaças produzidas. Todas as UFs apresentaram abate de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária.
2. Aquisição de Couro
No 4o trimestre de 2014, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles com aquisição de pelo menos 5.000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 8,789 milhões de peças inteiras de couro cru de bovino. Esse valor foi 4,6% menor que o registrado no trimestre imediatamente anterior e 8,4% menor que o registrado no 4o trimestre de 2013. Quanto à origem couro, a maior parte teve procedência de matadouros e frigoríficos, seguida pela prestação de serviços, respondendo juntos por 91,3% do total apurado no 4o trimestre de 2014 (Tabela I.11).
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Quanto à participação das Unidades da Federação no total do couro cru adquirido, Mato Grosso, o líder absoluto no abate de bovinos, continuou liderando o ranking nacional no 4o trimestre de 2014 (Tabela I.12).
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No 4o trimestre de 2014, foram curtidas 8,888 milhões de peças inteiras de couro cru, representando quedas de 3,6% e 7,3% em relação ao total industrializado no trimestre imediatamente anterior e no 4o trimestre de 2013, respectivamente. O quantitativo de 99.315 peças de couro industrializadas a mais que a quantidade de peças de couro adquiridas, no 4o trimestre de 2014, teve origem dos estoques dos curtumes.
O principal método utilizado para o curtimento foi ao cromo (96,81%), seguido pelo tanino (3,15%) e outros métodos de curtimento (0,04%). O cromo foi utilizado nas 20 Unidades da Federação descritas na Tabela I.11. O tanino foi utilizado em Santa Catarina (com 29,8% do total do couro curtido ao tanino), Paraná (29,0%), Rio Grande do Sul (19,9%), São Paulo (10,4%), Minas Gerais (8,7%), Pernambuco (1,7%) e em Rondônia (0,4%). Outros métodos de curtimento do couro foram utilizados apenas em Pernambuco (63,9%) e no Piauí (36,1%).
A diferença entre o total de peças inteiras de couro cru de bovino adquirido pelos curtumes (Pesquisa Trimestral do Couro) e a quantidade de bovinos abatidos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (Pesquisa Trimestral do Abate de Animais) pode ser entendida como uma proxy do abate não-fiscalizado. Contrastando as séries históricas dessas duas variáveis (Gráfico I.14) é possível verificar que essa diferença tem diminuído, chegando ao patamar de 3,0% da aquisição total de couro, no 4o trimestre de 2014.
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Participaram da Pesquisa Trimestral do Couro, no 4o trimestre de 2014, 116 curtumes. Não existem estabelecimentos elegíveis ao universo da pesquisa nas seguintes Unidades da Federação: Amazonas, Amapá, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
II – Produção Animal no acumulado do ano de 2014
1. Abate de animais 1.1 – Bovinos
Em 2014, foram abatidas 33,907 milhões de cabeças de bovinos no Brasil sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (Gráfico II.1). Esse valor foi 1,5% menor que o recorde histórico alcançado no ano anterior (34,412 milhões de cabeças).
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Por não haver variações acentuadas no peso médio das carcaças de bovinos, sobretudo em nível nacional e no acumulado do ano, a série histórica anual do peso acumulado das carcaças segue o mesmo comportamento da série do abate de bovinos (Gráfico II.2). A produção de 8,063 milhões de toneladas de carcaças bovinas em 2014 foi 1,3% menor que o recorde histórico alcançado no ano anterior (8,167 milhões de toneladas).
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Em 2014, o peso médio das carcaças bovinas foi de 237,8 kg/animal; sendo 0,5 kg maior que o de 2013. Aumento justificável pela redução na participação de fêmeas (ou aumento da participação machos, que em geral são mais pesados) no abate total de bovinos, quebrando a série de três anos consecutivos de aumentos na participação de fêmeas no abate total (Gráfico II.3).
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O abate de 505.271 cabeças de bovinos abatidas a menos em 2014, em relação a 2013, teve com destaque as seguintes Unidades da Federação (UFs) em ordem de maior diminuição: Mato Grosso (-485.631 cabeças), Rondônia (-285.062), Mato Grosso do Sul (- 165.049), Goiás (-56.380), Piauí (-43.524) e Tocantins (-40.915). Entretanto, parte dessas diminuições foram compensadas por aumentos na quantidade de cabeças abatidas em outras UFs, com destaque a: Minas Gerais (+190.143 cabeças), Pará (+176.792), Maranhão (+113.357), Espírito Santo (+60.904) e Bahia (+60.902). O Estado do Mato Grosso, mesmo apresentando queda de 8,3% no abate de bovinos, continuou sendo com folga líder absoluto no ranking de abate de bovinos em 2014 (Gráfico II.4).
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Os preços no mercado bovino atingiram recordes em todos os elos da cadeia produtiva em 2014. Entre outros fatores, a seca ocorrida desde o final de 2013, prejudicando o desenvolvimento das pastagens e o desempenho dos rebanhos em diversas regiões produtoras, gerou aumento nos custos de produção dos bovinos e redução na oferta de bezerros para reposição e animais em terminação. Esse quadro se refletiu no aumento dos preços da arroba pagas ao produtor e, consequentemente, nos preços dos cortes bovinos ao consumidor final. Os aumentos nas exportações e nos preços internacionais da carne bovina também contribuíram para impulsionar o aumento dos preços no mercado interno.
Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), em 2014, as exportações brasileiras de carne bovina in natura aumentaram 3,7% e 8,1%, respectivamente, em quantidade e faturamento, comparativamente ao ano anterior (Tabela II.1). O preço médio das exportações (US$ FOB/kg 4.718) aumentou 4,3% em relação ao de 2013 (US$ FOB/tonelada 4.524). Rússia (25,3% de participação), Hong Kong (20,5%), Venezuela (13,9%), Egito (12,5%), Irã (5,0%), Chile (4,4%) e Itália (2,3%) foram os principais destinos da carne bovina in natura brasileira, totalizando juntos 83,8% do volume exportado em 2014. O bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina foi favorecido pela reabertura do mercado chinês e pelo embargo russo às importações da carne da União Européia, da Austrália e dos Estados Unidos.
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Segundo o indicador ESALQ/BM&F Bovespa do Cepea, o preço médio da arroba bovina em 2014 foi de R$ 126,29, variando de R$ 112,64 a R$ 145,48. No ano anterior, o preço médio foi de R$ 102,64, variando de R$ 97,02 a R$ 114,79. No comparativo 2014/2013, o preço médio da arroba aumentou 23,04%.
De acordo com o IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o indicador oficial da inflação brasileira, em 2014, os preços de todos os cortes bovinos pagos pelo consumidor subiram muito acima do índice geral da inflação (Gráfico II.5).
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Participaram da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, na média dos quatro trimestres de 2014, 1.242 informantes de abate de bovinos. Dentre eles, 217 possuíam o Serviço de Inspeção Federal (SIF), 401 o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e 624 o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), respondendo, respectivamente, por 78,9%; 15,6% e 5,5% do peso acumulado das carcaças produzidas. Todas as UFs apresentaram abate de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária.
2. Aquisição de Couro
Em 2014, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles com aquisição de pelo menos 5.000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 36,380 milhões de peças inteiras de couro cru de bovino. Esse valor foi 5,3% menor que o registrado no ano anterior. Quanto à origem couro, a maior parte teve procedência de matadouros e frigoríficos, seguido pela prestação de serviços, que responderam juntos por 90,9% do total das aquisições em 2014 (Tabela II.3).
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Quanto à participação das Unidades da Federação no total do couro cru adquirido, Mato Grosso, o líder absoluto no abate de bovinos, continuou a liderar o ranking nacional da aquisição de couro em 2014 (Tabela II.11).
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Em 2014, foram industrializadas 36,488 milhões de peças inteiras de couro cru, representando queda de 4,7% em relação ao total industrializado em 2013. O quantitativo de 108.212 peças de couro industrializadas a mais, que a quantidade de peças adquiridas em 2014, foi procedente dos próprios estoques dos curtumes.
O principal método utilizado para o curtimento foi ao cromo (95,32%), seguido pelo tanino (3,84%) e outros métodos de curtimento (0,83%). O cromo foi utilizado nas 20 Unidades da Federação (UFs) descritas na Tabela II.11. O tanino foi utilizado em nove dessas UFs: Paraná (com 35,4% do total do couro curtido ao tanino), Santa Catarina (26,8%), Rio Grande do Sul (17,2%), São Paulo (9,4%), Minas Gerais (7,7%), Mato Grosso do Sul (1,6%), Pernambuco (1,4%), Rondônia (0,3%) e Goiás (0,2%). Outros métodos de curtimento foram utilizados em quatro UFs: Mato Grosso do Sul (78,9%), Goiás (12,3%), Piauí (6,1%) e Pernambuco (2,8%).
A diferença entre o total de peças inteiras de couro cru de bovino adquirido pelos curtumes (Pesquisa Trimestral do Couro) e a quantidade de bovinos abatidos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (Pesquisa Trimestral do Abate de Animais) pode ser entendida como uma proxy do abate não-fiscalizado. Contrastando as séries históricas dessas duas variáveis é possível verificar que essa diferença tem diminuído ao longo dos anos (Gráfico II.13), alcançando em 2014 a menor diferença percentual (6,8%), em relação a aquisição total de couro.
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Responderam à Pesquisa Trimestral do Couro, na média dos quatro trimestres de 2014, 118 curtumes. Não existem estabelecimentos elegíveis ao universo da pesquisa nas seguintes Unidades da Federação: Amazonas, Amapá, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
II – TABELAS DE RESULTADOS – BRASIL
Tabela III.1 – Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro e Produção de Ovos de Galinha – Brasil – trimestres selecionados de 2013 e 2014
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III.2 – Abate de Animais – Brasil – 2013 e 2014
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III.4 – Aquisição de Couro Cru Bovino – Brasil – 2014
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IV – TABELAS DE RESULTADOS – UNIDADES DA FEDERAÇÃO – 4o TRIMESTRE
IV.1 – Abate de Animais – Unidades da Federação – 4os trimestres de 2013 e 2014
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IV.3 – Aquisição de Couro Cru Bovino – Unidades da Federação – 4os trimestres de 2013 e 2014
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V – TABELAS DE RESULTADOS ANUAIS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
V.1 – Abate anual de Animais – Unidade da Federação – 2013 e 2014
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V.3 – Aquisição anual de Couro Cru – Unidade da Federação – 2012 e 2013
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Fonte: IBGE.